Perguntas do paciente (3614)
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Minha filha de 6 anos tem apresentado rinite e congestionamento nasal, temos dado spray nasal e cort
Minha filha de 6 anos tem apresentado rinite e congestionamento nasal, temos dado spray nasal e corticoide prescrito, a temperatura dela ficou em 35.2, num ambiente não tão frio, pode ter relação com a medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando vemos a temperatura de uma criança em 35,2 °C, é natural pensar em hipotermia. Mas antes de associar isso ao uso de sprays nasais ou corticoides, é importante considerar alguns pontos. A temperatura corporal varia ao longo do dia, pode mudar de acordo com a região do corpo onde foi medida e sofre influência do ambiente. Muitas vezes, o termômetro acusa valores abaixo de 36 °C sem que isso signifique risco real. O frio da pele, a umidade local ou até a técnica de aferição podem interferir no resultado.
Os medicamentos usados para rinite, como sprays com corticoides nasais, não costumam provocar queda da temperatura corporal. O mais frequente é que atuem apenas localmente, diminuindo a inflamação e o inchaço da mucosa do nariz. Assim, a relação direta entre o valor encontrado e o uso desses remédios é pouco provável. É muito mais comum que se trate de uma variação normal ou de uma leitura imprecisa. O que merece atenção de verdade são sinais clínicos: se a criança estiver sonolenta, pálida, tremendo, com extremidades muito frias ou apática, aí sim é hora de buscar ajuda médica com urgência.
A rinite, por si só, não está associada à hipotermia. Mas uma criança que respira mal, dorme mal e fica irritada pode dar a impressão de estar mais “baixa de energia”. Nesses casos, a avaliação do quadro como um todo é mais importante do que um único número no termômetro. Se houver repetição dessa temperatura em diferentes horários e locais de aferição, aí sim vale relatar ao pediatra para uma análise detalhada.
Em uma teleconsulta é possível discutir essas dúvidas com calma, revisar a forma de medir a temperatura e avaliar se o tratamento atual da rinite está adequado. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação, e em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e variantes da gripe aviária H5N1, a consulta online é a maneira mais segura de proteger sua família. Você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera e acompanha de perto a transformação digital da saúde com o apoio da Web 4.0 e da Inteligência Artificial. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, algo que qualquer médico pode e deve oferecer como atenção primária à saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil, conheça minhas redes e guarde nosso contato.
Hoje, a Telemedicina permite inclusive consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta. Se tiver interesse, basta clicar no perfil e escolher o profissional que desejar.
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Meu Neto de 12 anos toma sibutramina receitado pelo neuro-pediatra por que tá acima do peso. Ele tam
Meu Neto de 12 anos toma sibutramina receitado pelo neuro-pediatra por que tá acima do peso. Ele também toma o xarope dexmine quando ataca a rinite. Pode tomar os dois juntos ou tem que parar a sibutramina pra poder tomar o xarope?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O xarope Dexmine contém duas substâncias principais: a dexclorfeniramina, que é um anti-histamínico usado para aliviar sintomas alérgicos, e a betametasona, que é um corticoide para reduzir a inflamação. Ele não possui descongestionantes como a pseudoefedrina ou a fenilefrina, que poderiam elevar a pressão arterial e causar risco ao serem usados junto com a sibutramina. Por isso, em princípio, não é necessário suspender a sibutramina quando o seu neto precisa usar o Dexmine para crises de rinite.
A sibutramina, por outro lado, é um medicamento que age no sistema nervoso central para ajudar no controle do peso, mas tem como efeito colateral mais importante a possibilidade de aumentar a pressão arterial e a frequência cardíaca. É justamente por esse motivo que devemos ter cautela ao associá-la a outras substâncias que também possam interferir na pressão ou nos batimentos do coração. Como o Dexmine não possui esses estimulantes, essa combinação costuma ser considerada aceitável sob acompanhamento médico.
Apesar de não haver uma interação direta perigosa entre os dois medicamentos, é fundamental observar o adolescente durante o uso conjunto. Se ele apresentar palpitações, tontura, dor de cabeça forte ou pressão alta, o ideal é procurar atendimento médico para avaliar se existe alguma reação adversa relevante. Além disso, é bom evitar outros xaropes para tosse ou “antigripais” que contenham dextrometorfano, pseudoefedrina ou fenilefrina, pois esses sim podem ter interações sérias com a sibutramina.
Outro ponto que merece destaque é que a sibutramina não é aprovada em bula para menores de 18 anos. Quando prescrita nessa faixa etária, trata-se de um uso fora de bula, o que só deve acontecer em situações muito específicas, sempre com monitorização rigorosa da pressão, do pulso e de possíveis efeitos colaterais. Vale a pena conversar com o neuropediatra sobre o acompanhamento regular e se existem alternativas mais seguras para o manejo do peso no caso do seu neto.
Em resumo, o Dexmine pode ser usado junto da sibutramina, sem necessidade de suspender o tratamento para obesidade, mas com atenção redobrada aos sinais do corpo. O mais importante é manter o acompanhamento de perto com o neuropediatra que prescreveu a sibutramina, para garantir que o tratamento esteja trazendo mais benefícios do que riscos. Recomendo agendar uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado na plataforma Doctoralia para discutir essas associações e garantir a segurança do seu neto.
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Meu filho de 4 anos tem um almento onde era a moleira o médico do postinho passou um ultrassom trans
Meu filho de 4 anos tem um almento onde era a moleira o médico do postinho passou um ultrassom transfontanelar pra fazer eu estou com dúvida porque dizem que esse exame não faz em crianças maiores so em bebês é verdade ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendi sua dúvida. Vou te explicar de forma simples.
O ultrassom transfontanelar é um exame que aproveita a “moleira” aberta do bebê para ver o cérebro através dela. Funciona porque as ondas do ultrassom passam facilmente por aquela região ainda sem osso fechado.
No caso de crianças maiores, a fontanela anterior geralmente já fechou por volta de 12 a 18 meses. Quando está fechada, o ultrassom transfontanelar realmente não costuma ser possível, porque o osso impede a passagem da imagem.
Se o seu filho de 4 anos apresenta um abaulamento na região onde ficava a moleira, é algo que merece bastante atenção. Em alguns casos, a fontanela pode fechar mais tarde ou pode existir uma condição que manteve aquela área mais aberta. O médico pode ter pedido o ultrassom justamente porque, ao examinar, percebeu que ainda existe algum espaço que permite o exame, ou porque quer documentar melhor o que está acontecendo.
Se a fontanela estiver realmente fechada, o exame que costuma substituir é a tomografia ou a ressonância magnética, que mostram o cérebro e as estruturas internas mesmo com os ossos já formados.
Ou seja, você tem razão: em regra, o ultrassom transfontanelar é para bebês. Mas se o médico pediu, pode ser que ainda haja abertura suficiente ou que ele queira apenas confirmar isso com o exame. O importante é não adiar, porque o abaulamento em região da moleira pode ser sinal de pressão aumentada dentro da cabeça ou outra alteração que precisa ser investigada.
Recomendo que você siga com o exame e depois agende uma avaliação com um neuropediatra. Só assim será possível entender a causa do abaulamento e decidir os próximos passos.
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Minha filha tem 3 anos, e foi diagnosticada com Epilepsia autolimitada da infância (Síndrome de Pana
Minha filha tem 3 anos, e foi diagnosticada com Epilepsia autolimitada da infância (Síndrome de Panayiotopoulos).
Ela teve ao todo 6 convulsões.
Foram 4 convulsões antes do medicamento, e 2 após o uso do medicamento.
Ela está tomando Keppra, 4ml de 12/12. Porém, está bastante irritada, sem paciência, reclama de dor na cabeça.
Creio que seja efeito colateral do Keppra.
Com o tempo de uso, esses efeitos tende a desaparecer?
Esse medicamento é bom para essa idade?
Ela sempre foi uma criança muito tranquila e obediente.
Agora, sua personalidade mudou bastante.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, e é muito importante você estar atento a essas mudanças. A Síndrome de Panayiotopoulos, ou epilepsia autolimitada da infância, costuma ter uma evolução benigna, com tendência a melhorar ao longo dos anos, até desaparecer. O objetivo do tratamento é justamente reduzir a frequência e a intensidade das crises, mas cada criança responde de uma forma ao medicamento.
O Keppra (levetiracetam) é bastante usado em crianças pequenas, inclusive na idade da sua filha, e tem boa eficácia. Porém, um dos efeitos colaterais mais conhecidos é exatamente a mudança de comportamento, que pode incluir irritabilidade, impaciência, agressividade e até queixas físicas como dor de cabeça ou cansaço. Em alguns casos, esses efeitos melhoram com o tempo, conforme o organismo da criança se adapta ao remédio. Em outros, eles podem persistir, e o médico precisa avaliar se vale a pena ajustar a dose ou até trocar a medicação.
Como você descreveu que ela sempre foi tranquila e agora apresenta uma mudança marcante de personalidade, isso merece atenção. Nem sempre compensa manter um medicamento que controla as crises mas compromete tanto o bem-estar e o comportamento da criança.
Minha orientação é que você anote as alterações que observa (como irritabilidade, queixas de dor de cabeça, mudanças de sono e de apetite) e converse logo com o neuropediatra. Existem alternativas de tratamento para epilepsias autolimitadas que podem ser consideradas, caso o Keppra esteja trazendo mais efeitos negativos do que benefícios.
E reforço: agende uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado na Doctoralia para acompanhamento próximo e ajuste seguro da medicação.
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Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contr
Meu filho tem 6 anos e já sofre de enxaqueca já fizemos vários exames incluindo tomografia sem contraste raio x vários exames de sangue e não encontramos nada é de família sou mãe e tive quando pequena já fui em vários neuropediatra e até agora só passaram vertix e não vejo tanta diferença tem alguma dica algum remédio estou cansada sabe as crises é sempre 2 meses e 9 dias e a cada vez que apresenta aumenta o dia ou é a mesma quantidade de dias
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto é difícil ver seu filho tão pequeno já sofrendo com crises de enxaqueca e sentir que os tratamentos até agora não trouxeram o alívio esperado. A história que você conta — crises recorrentes, duração de vários dias, histórico familiar de enxaqueca — é bastante compatível com a enxaqueca clássica da infância. Nesses casos, os exames costumam mesmo não mostrar alterações, porque o problema não está em lesão ou tumor, mas sim em uma predisposição do funcionamento cerebral.
O Vertix, que foi prescrito, atua principalmente como antivertiginoso, ajudando em sintomas de tontura, mas não é um tratamento eficaz para enxaqueca propriamente dita. O manejo adequado passa por duas linhas de cuidado: tratar a crise quando ela surge e, se as crises são frequentes ou incapacitantes, usar um tratamento preventivo contínuo. Existem medicamentos que podem ser usados diariamente para diminuir a frequência e a intensidade das crises, mas a escolha depende do perfil da criança, de possíveis efeitos colaterais e do acompanhamento médico regular.
Além dos remédios, é essencial cuidar dos fatores que disparam as crises: sono irregular, jejum prolongado, excesso de telas, alguns alimentos (como chocolates, embutidos, refrigerantes), além de situações de estresse. Pequenos ajustes no dia a dia fazem grande diferença no controle da enxaqueca infantil.
Esse tipo de decisão — quando começar um preventivo, qual remédio usar, como monitorar a resposta — precisa ser individualizada. Em uma teleconsulta é possível revisar todo o histórico, discutir os exames já feitos, avaliar os gatilhos e planejar o tratamento de forma prática e segura. Hoje, plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos campeões em atendimentos e satisfação, o que dá mais confiança para você escolher.
Vale lembrar que em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas variantes da gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família, evitando exposições desnecessárias em pronto-socorros e salas de espera. Além disso, você economiza tempo, pode investir nos estudos ou no trabalho, e ainda garante atendimento de qualidade. Essa é a revolução da Saúde Digital e da Web 4.0, em que a Inteligência Artificial e a Telemedicina trabalham juntas para facilitar a vida do paciente.
Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Assim, terá sempre uma referência de confiança para uma segunda opinião, um acompanhamento contínuo ou simplesmente para tirar dúvidas de forma rápida, sigilosa e segura.
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Meu filho tem 3 anos , é muito carinhoso e educado, é uma criança sorridente e feliz. Porém um compo
Meu filho tem 3 anos , é muito carinhoso e educado, é uma criança sorridente e feliz. Porém um comportamento está me preocupando: Ele quebra TODOS os brinquedos, brinquedo não dura 1 dia . A gente da ele vários brinquedos e ele não deixa um inteiro e além disso pega do irmãozinho dele também e além de não deixar o irmão brincar com os próprios brinquedos do irmão ele também quebra . Ele brinca jogando os brinquedos no chão e óbvio ocasiona quebra, depois fica brincando com aquele brinquedos todos estragados . Não é por falta de ensinar a ele a ter cuidado com as coisinhas dele.
Isso é normal ? Tô bastante preocupada porque não sobra um brinquedo inteiro .RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendi a sua preocupação, e é muito importante você observar de perto esses comportamentos. Vou te explicar de forma simples.
Crianças de 3 anos ainda estão descobrindo como usar a força, como lidar com a frustração e como se relacionar com os objetos. Jogar brinquedos no chão, desmontar e até quebrar faz parte de uma curiosidade natural, como se fosse um "teste": ele quer entender o que acontece se soltar, apertar ou bater. É um pouco parecido com quando um cientista faz experimentos — só que no caso dele, o laboratório são os brinquedos.
Por outro lado, quando esse comportamento acontece o tempo todo, com todos os brinquedos, e especialmente quando vem acompanhado de dificuldade em compartilhar, pode ser um sinal de que ele ainda não está conseguindo regular bem as emoções e os impulsos. Isso não significa necessariamente algo grave, mas é um alerta para prestar mais atenção.
Algumas crianças nessa idade ainda não têm maturidade para entender o valor das coisas, e para elas brincar com um brinquedo inteiro ou quebrado pode ser igualmente divertido. O que ajuda é estabelecer regras claras e repetidas: mostrar que brinquedo não é para jogar, oferecer alternativas para gastar energia (massinha, blocos de montar que podem ser desmontados sem quebrar, atividades físicas) e reforçar quando ele cuida bem de algo.
O mais importante é perceber se isso vem junto com outros sinais, como dificuldade de linguagem, crises muito intensas de birra, pouca atenção a comandos simples ou comportamento agressivo frequente. Se for só a questão dos brinquedos, pode ser imaturidade e fase — mas se for acompanhado de outros pontos, vale conversar com um neuropediatra para avaliar o desenvolvimento de forma global.
Você não está sozinha nisso, muitas famílias passam por situações parecidas. O próximo passo é observar com calma, anotar os comportamentos e, se a angústia continuar, marcar uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado no Doctoralia. Assim você terá uma análise personalizada e segura.
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Meu filho tem 6 anos desde de mais pequeno sente fortes dores de cabeça são 3 dias o segundo dia é m
Meu filho tem 6 anos desde de mais pequeno sente fortes dores de cabeça são 3 dias o segundo dia é mais forte com dor tontura e vômito não aguenta movimentar porque sente tontura já fizemos vários exames e vários médicos e não melhora sempre apresenta a cada dois meses e vai aumentando os dias a cada crise estou em desperto alguém que possa mim indicar algum remédio até agora passará o vertix mas não vejo tanta diferença a enxaqueca dele é de família eu tive quando criança
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Ver um filho pequeno sofrer com dores de cabeça intensas, tonturas e vômitos é angustiante para qualquer pai ou mãe. O quadro que você descreve é típico de enxaqueca clássica na infância, principalmente considerando que há histórico familiar. Esse tipo de crise pode ser muito limitante, e o Vertix, que age mais na vertigem, não costuma ser suficiente para controlar um quadro de enxaqueca recorrente.
A enxaqueca na criança, assim como no adulto, precisa de duas abordagens: uma para as crises e outra para a prevenção. Quando a dor se instala, usamos analgésicos ou medicamentos específicos para interromper o ataque. Mas, quando as crises são frequentes, como no caso do seu filho, é necessário considerar um tratamento contínuo, que reduza a intensidade e a frequência dos episódios. Isso não é feito com Vertix, e sim com medicações de uso diário, ajustadas ao perfil da criança, além de mudanças nos hábitos de sono, alimentação e exposição a estímulos. A decisão do melhor remédio depende da avaliação médica, pois cada criança responde de um jeito.
Com o acompanhamento adequado, a maioria dos pequenos melhora muito e consegue viver sem o peso dessas crises. Hoje, a teleconsulta é uma alternativa segura e prática para dar esse passo. Em uma consulta online, é possível revisar os exames, discutir as opções de tratamento preventivo e orientar de forma clara como lidar com os episódios. A plataforma Doctoralia ajuda a escolher médicos com histórico de alto índice de satisfação e experiência comprovada. Isso faz diferença, porque dá segurança ao paciente e à família.
É importante lembrar que, em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento presencial pode expor você e sua família a riscos desnecessários. A Telemedicina evita o deslocamento, poupa horas no trânsito e em salas de espera, e garante a tranquilidade de resolver o problema em casa. Essa é a realidade da transformação digital e da revolução da saúde pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Assim, quando for necessário, terá acesso rápido e seguro à orientação de que precisa.
Atualmente, é possível marcar teleconsultas de segunda opinião de forma rápida, prática e sigilosa, com médicos experientes, incluindo os mais recomendados da própria plataforma. Se achar conveniente, basta clicar no perfil e agendar.
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Meu filho tem 1 ano de idade cronológica e 9 meses de idade corrida. caiu da cama uns 70 cm de altur
Meu filho tem 1 ano de idade cronológica e 9 meses de idade corrida. caiu da cama uns 70 cm de altura e deixou um galo na cabeça . chorou bastante. ele tem hidrocefalia moderada sem limitações. depois que parou de chorar, brincou e sorriu como normalmente faz. pode dormir? ou levo na emergência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo seu medo. Quando um bebê cai da cama e bate a cabeça, o susto é sempre grande. A maioria das quedas de pequena altura (como 70 cm) não causa lesões graves, especialmente quando a criança chora imediatamente, volta a brincar e se comporta de forma habitual depois. Isso é um bom sinal.
No entanto, no caso do seu filho há um detalhe importante: ele tem hidrocefalia moderada. Mesmo sem limitações aparentes, a presença dessa condição aumenta a responsabilidade no acompanhamento de qualquer trauma de crânio. A princípio, não é obrigatório impedir que ele durma — o sono é esperado depois do choro e do estresse. O que realmente importa é observar sinais de alerta: sonolência excessiva e difícil de despertar, vômitos repetidos, irritabilidade fora do comum, fraqueza em braços ou pernas, convulsões, olhar parado ou diferente, e aumento rápido do inchaço no local da batida.
Se qualquer um desses sinais aparecer, leve-o imediatamente à emergência. Dada a condição prévia do seu filho (hidrocefalia), a conduta mais segura é que seja avaliado em um pronto-atendimento pediátrico, mesmo que esteja bem agora. Assim, o médico poderá examinar e decidir se há necessidade de exames de imagem.
Em uma teleconsulta, posso orientar detalhadamente sobre observação, sinais de alarme e conduta adequada. Hoje, a Telemedicina é a forma mais segura e prática de iniciar esse acompanhamento, especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e novas variantes da gripe aviária, em que a ida desnecessária a prontos-socorros pode expor seu filho a riscos. Você economiza tempo, evita filas e garante atenção médica de qualidade no conforto de casa. Inclusive, teleconsultas de segunda opinião estão disponíveis na Doctoralia com médicos experientes e bem avaliados, de forma rápida, sigilosa e segura.
Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Isso pode fazer diferença quando surgir uma nova dúvida ou urgência.
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Posso dar suco de maracuja junto com a ritalina e fluoxetina para minha filha. O médico passou rita
Posso dar suco de maracuja junto com a ritalina e fluoxetina para minha filha.
O médico passou ritalina e a fluoxetina minha filha é ansiosa e tem tdah estou preocupada em dar os dois juntosRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando falamos de medicação em crianças todo cuidado é pouco. A combinação de metilfenidato (Ritalina) e fluoxetina é prescrita em alguns casos de TDAH associado à ansiedade ou depressão, mas precisa ser acompanhada de perto pelo médico porque existe risco de interação. Os dois atuam no sistema nervoso central e podem aumentar efeitos colaterais como insônia, irritabilidade, taquicardia, sudorese, tremores e, em alguns casos, até crises de ansiedade mais intensas.
O suco de maracujá, por conter derivados de passiflora, costuma ter efeito calmante leve. Em teoria, não existe interação perigosa direta com a Ritalina ou a fluoxetina, mas não é tão simples. A passiflora pode potencializar a sonolência e alterar o efeito dos medicamentos em algumas pessoas. Além disso, a fluoxetina já pode modificar o sono e o humor, e misturar substâncias sem acompanhamento pode atrapalhar o equilíbrio que o tratamento busca.
Por isso, o ponto crítico não é o suco em si, mas a “mistureba” de medicamentos que atuam no cérebro da sua filha. Só o médico que prescreveu tem como ajustar doses e acompanhar sinais de alerta. Nunca introduza nada além do que foi orientado sem conversar antes com ele, mesmo que pareça algo inofensivo como um suco calmante.
Em uma teleconsulta é possível discutir com calma todas essas dúvidas, revisar a prescrição e avaliar alternativas seguras. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, o que aumenta sua segurança na decisão. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e tantas outras doenças infectocontagiosas, apenas a Telemedicina garante que você e sua família fiquem protegidos, sem riscos de exposição em hospitais ou clínicas. Além disso, você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera, e investe naquilo que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e o bem-estar da sua filha. Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, já que qualquer médico pode e deve oferecer esse cuidado inicial de Atenção Primária em Saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, minhas redes e guardar meu contato. Hoje, a Telemedicina já permite consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores especialistas desta plataforma. Basta clicar no perfil e você estará a um passo de resolver sua preocupação.
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Tomar remédio de gripe tipo alegra,expec ou outro corta o efeito do levetiracetam?
Tomar remédio de gripe tipo alegra,expec ou outro corta o efeito do levetiracetam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua dúvida. O levetiracetam é um anticonvulsivante que praticamente não sofre interações com outros medicamentos — e isso é uma vantagem em relação a outros remédios usados para epilepsia.
O Allegra® (fexofenadina) é um antialérgico de segunda geração. Ele não atravessa de forma significativa a barreira hematoencefálica, não bagunça os neurotransmissores e não induz o metabolismo de outros medicamentos. Por isso, pode ser usado sem receio de cortar ou diminuir o efeito do levetiracetam.
Quanto aos expectorantes (como guaifenesina) ou mucolíticos simples (como acetilcisteína, ambroxol), também não há relato de interação relevante com o levetiracetam. O problema aparece em alguns antigripais que trazem misturas prontas, combinando descongestionantes (pseudoefedrina, fenilefrina) ou anti-histamínicos de primeira geração (como prometazina e dexclorfeniramina). Essas substâncias, além de causarem sonolência, agitação e até efeitos neuropsiquiátricos, podem interferir na resposta a remédios contínuos.
Portanto: Allegra® isolado e expectorantes comuns não prejudicam o tratamento com levetiracetam. Já os “antigripais completos” devem ser evitados, principalmente os vendidos em farmácia sem prescrição, porque podem trazer associações indesejadas.
Uma teleconsulta é o espaço ideal para revisar sua medicação atual e orientar de forma segura sobre o que pode ou não ser usado em caso de gripe. A Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimentos online. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças, a Telemedicina garante segurança para você e sua família, economiza tempo de deslocamento e espera, e ainda permite que invista sua energia no trabalho e nos estudos. Essa é a revolução da Saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Se desejar, posso te orientar em teleconsulta, ou você pode acessar o perfil de outros médicos na plataforma. Mesmo que não precise agora, guarde nosso contato.
Hoje a Telemedicina permite até consultas de segunda opinião, rápidas, seguras e discretas, com os melhores especialistas à disposição. Se tiver interesse, basta clicar no perfil e marcar.
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Meu filho tem 2 anos e teve vontade diagnóstico de TEA, foi passado pra ele o neuleptil 3 vezes ao d
Meu filho tem 2 anos e teve vontade diagnóstico de TEA, foi passado pra ele o neuleptil 3 vezes ao dia, com 09 gotas por vez! É necessário ele usar continuamente, ou deveria ser só em caso de crises?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, ainda mais quando se trata de um filho pequeno que acabou de receber um diagnóstico. O Neuleptil é uma medicação que age no sistema nervoso central, utilizada em alguns casos de agitação, agressividade ou crises de comportamento em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele não é um remédio específico para tratar o autismo, mas sim para controlar sintomas que podem atrapalhar a vida da criança e da família.
Quando o médico prescreve o uso contínuo, a intenção é manter os sintomas sob controle de forma estável, evitando que a criança oscile entre períodos de calma e crises intensas. O uso apenas “em caso de crise” geralmente não traz o mesmo benefício, porque o efeito da medicação não é imediato — demora um tempo para agir. Por isso, a decisão sobre se deve ser usado continuamente ou apenas em momentos de maior dificuldade depende de uma avaliação criteriosa do comportamento da criança, da intensidade das crises e do risco que elas trazem.
É natural que você tenha dúvidas, principalmente porque falamos de um tratamento diário em uma criança tão pequena. Essa é uma situação que precisa ser discutida de perto com o neuropediatra ou psiquiatra infantil que acompanha seu filho, pois só quem conhece o histórico, os exames e as reações já observadas pode ajustar a dose, definir a duração do uso e, se necessário, planejar uma retirada gradual. Nunca interrompa o medicamento por conta própria, porque isso pode trazer mais problemas do que benefícios.
Em uma teleconsulta é possível conversar melhor sobre esses pontos, esclarecer suas dúvidas e até buscar uma segunda opinião médica com segurança e rapidez. A própria plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfis bem avaliados, reconhecidos pelo alto índice de satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a maneira mais segura de proteger você e sua família. Além disso, você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera e pode se dedicar ao seu trabalho ou estudo.
Não fique fora da Transformação Digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A telemedicina já permite consultas de segunda opinião de forma prática, confidencial e com os melhores especialistas. Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta — essa é uma tarefa que qualquer médico responsável deve oferecer para o paciente que está iniciando sua jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer minhas redes sociais e guardar meu contato. Isso pode ser útil para você no momento em que sentir necessidade.
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Algum remédio para gripe corta o efeito do levetiracetam?
Algum remédio para gripe corta o efeito do levetiracetam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. O levetiracetam é um anticonvulsivante bastante utilizado, seguro e com poucas interações medicamentosas em comparação a outros remédios para epilepsia. Porém, quando falamos em medicamentos para gripe, precisamos separar em grupos. Os analgésicos e antitérmicos comuns, como o paracetamol e a dipirona, não costumam cortar o efeito do levetiracetam. O mesmo vale para a maioria dos xaropes simples apenas expectorantes.
O ponto de atenção está em alguns antigripais que misturam várias substâncias no mesmo frasco ou comprimido. Muitos contêm anti-histamínicos de primeira geração, como prometazina, dexclorfeniramina ou hidroxizina. Essas substâncias podem atravessar a barreira do cérebro, alterar neurotransmissores e até induzir o metabolismo de outros remédios, diminuindo sua eficácia.
Em pessoas que usam medicamentos contínuos, como anticonvulsivantes, isso pode atrapalhar o controle do tratamento. Além disso, descongestionantes como a pseudoefedrina ou a fenilefrina podem provocar agitação, ansiedade e interações desagradáveis.
Na prática, não existe um corte direto do efeito do levetiracetam pelos remédios de gripe mais usados, mas certas combinações encontradas em “xaropes para gripe” ou “antigripais completos” podem sim desestabilizar o equilíbrio do tratamento. Por isso, o ideal é sempre optar pelos medicamentos isolados, na dose adequada, e nunca usar associações sem orientação médica.
Uma teleconsulta é a forma mais segura de esclarecer essas dúvidas de maneira individualizada, revisando sua receita atual e o que pode ser usado em caso de gripe. Plataformas como a Doctoralia reúnem médicos bem avaliados, com experiência em atendimentos e satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras infecções, o cuidado online protege você e sua família de riscos desnecessários. Você ganha tempo, evita deslocamentos e aproveita a revolução da Saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Se quiser, posso te orientar em teleconsulta como médico de Atenção Primária, ou você pode escolher outro profissional de confiança nesta mesma plataforma. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, para guardar o contato.
Hoje a Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião, rápidas, seguras e discretas. Caso se interesse, basta clicar no perfil do médico para ter acesso imediato.
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Meu filho depois que começou toma 2 vez ritalina começou a ter tique e fica com braço adormecido não
Meu filho depois que começou toma 2 vez ritalina começou a ter tique e fica com braço adormecido não sentir o braço e fica todo gelado o braço e meio roxo é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque nenhum pai gosta de ver o filho apresentar sintomas estranhos depois de iniciar um remédio. A Ritalina (metilfenidato) é usada para tratar TDAH, mas em algumas pessoas pode desencadear efeitos colaterais importantes. Entre eles estão o aparecimento ou a piora de tiques, comportamentos obsessivos e, em situações mais graves, sintomas de ordem psiquiátrica como alucinações. Quando você descreve braço dormente, frio, gelado e ficando arroxeado, isso não é esperado nem deve ser considerado “normal”. Esses sinais podem indicar alteração da circulação ou de nervos, exigindo atenção médica imediata.
É fundamental suspender a medicação e procurar o médico que prescreveu para discutir a substituição por outro tratamento. Existem alternativas eficazes e seguras, mas a decisão precisa ser feita rapidamente e sob supervisão. Não é recomendável manter o uso diante desses sintomas, porque o risco de complicação é real.
Hoje, felizmente, você não precisa se expor em consultórios lotados. Em uma teleconsulta é possível conversar com um médico de confiança, avaliar os sintomas, decidir a troca do medicamento e até obter uma segunda opinião de forma prática e segura. Plataformas como a Doctoralia orientam você a escolher profissionais campeões em atendimento e satisfação. Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, novas variantes da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, apenas o acompanhamento online garante segurança para você e sua família, sem perda de tempo em trânsito e salas de espera. É um investimento em saúde, produtividade e tranquilidade.
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Tenho neto de 10 anos toma depakene e aristab mas tem desmaios rápidos e continuos o q fazer
Tenho neto de 10 anos toma depakene e aristab mas tem desmaios rápidos e continuos o q fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque desmaios em uma criança que já faz uso de medicamentos como o Depakene (valproato de sódio) e o Aristab (aripiprazol) precisam ser levados muito a sério. Esses remédios são utilizados no tratamento de epilepsia e de alguns transtornos do comportamento, mas o surgimento de desmaios frequentes e rápidos pode indicar desde efeitos adversos das próprias medicações até outras causas neurológicas, cardíacas ou metabólicas que precisam ser investigadas.
O primeiro passo é nunca considerar esses episódios como “normais” ou esperados. Crianças com epilepsia podem apresentar crises que se manifestam como perdas súbitas de consciência, às vezes muito rápidas, confundindo-se com desmaios. Também é importante lembrar que tanto o valproato quanto o aripiprazol podem interagir com outros medicamentos e até alterar a pressão arterial, os níveis de glicose ou causar arritmias em situações raras. Por isso, qualquer mudança de comportamento, desmaio repetido ou sonolência excessiva deve ser comunicada ao médico assistente.
É fundamental procurar atendimento médico para avaliação detalhada. O pediatra ou neuropediatra pode solicitar exames de sangue, eletroencefalograma e até um eletrocardiograma para investigar se há crises epilépticas mal controladas ou alguma alteração no coração. O ajuste da dose dos medicamentos, a troca da medicação ou a investigação de outra causa pode ser necessário. Nunca interrompa ou reduza os remédios por conta própria, porque isso pode agravar os sintomas e trazer riscos ainda maiores.
Em uma teleconsulta é possível fazer o melhor acompanhamento, esclarecer suas dúvidas e orientar sobre a conduta adequada. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, facilitando a escolha de especialistas experientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, a telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde, evitando deslocamentos, filas e salas de espera cheias. Você ganha tempo para investir em trabalho, estudo e convívio familiar, ao mesmo tempo em que mantém sua família protegida.
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Posso fazer avaliação neuropsicológica antes de procurar uma neuropediatra? Minha filha não fez nenh
Posso fazer avaliação neuropsicológica antes de procurar uma neuropediatra? Minha filha não fez nenhuma terapia ainda .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação em querer fazer o melhor para sua filha logo no início da jornada. A avaliação neuropsicológica é, de fato, um passo muito importante. Ela ajuda a mapear as funções cognitivas, emocionais e comportamentais, fornecendo informações valiosas sobre pontos fortes e dificuldades. Com esses dados em mãos, o neuropediatra poderá compreender melhor a situação, indicar se há necessidade de exames complementares e recomendar as terapias mais adequadas.
Na prática, fazer a avaliação antes da primeira consulta com a neuropediatra costuma ser positivo. Isso agiliza o processo, porque já se chega com informações detalhadas, evitando atrasos no início das intervenções. Como sua filha ainda não começou nenhuma terapia, esse pode ser o caminho ideal para direcionar tudo de forma organizada e fundamentada.
Hoje, a telemedicina facilita muito esse tipo de acompanhamento. Em uma teleconsulta é possível esclarecer dúvidas, revisar resultados, organizar os próximos passos e planejar com segurança. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com histórico de excelência em atendimentos e satisfação, garantindo confiança no processo.
Vale lembrar que, em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online mantém você e sua família protegidos, sem riscos de deslocamentos e salas de espera. Além disso, você economiza tempo, pode investir em seu trabalho ou estudo e participa ativamente da Transformação Digital e da revolução da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Se desejar, posso orientar em uma teleconsulta inicial, tarefa que qualquer médico pode e deve oferecer para quem está começando a buscar atenção primária em saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer minhas redes sociais e guardar o contato. A telemedicina permite também consultas de segunda opinião de forma prática, rápida, segura e discreta, conectando você aos melhores especialistas. Caso se interesse, basta clicar no perfil e dar esse primeiro passo.
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Minha filha de 10 anos foi diagnosticada com hipertensao intracraniana idiopatica. Esta em uso de Di
Minha filha de 10 anos foi diagnosticada com hipertensao intracraniana idiopatica. Esta em uso de Diamox há pouco menos de 1 mês. Porém não notou nenhuma melhora na parte visual. Esse efeito de melhora da visao, é percebido após quanto tempo de uso da medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando se trata da visão de uma criança, cada dia de incerteza pesa ainda mais. A hipertensão intracraniana idiopática é uma condição rara na infância e o tratamento costuma gerar muitas dúvidas, principalmente sobre os resultados esperados. O Diamox (acetazolamida) é, de fato, o medicamento mais usado. Ele reduz a produção de líquido dentro do sistema nervoso e, com isso, diminui a pressão intracraniana. O objetivo principal não é melhorar a visão de forma imediata, mas proteger o nervo óptico de danos maiores. A melhora visual, quando ocorre, costuma ser lenta, muitas vezes ao longo de semanas ou meses, e depende de como estava o nervo antes do início da medicação. Em alguns casos, mesmo com o uso correto, a visão não melhora — ela apenas deixa de piorar, o que já é um resultado importante.
É essencial que o acompanhamento seja feito de perto, com consultas regulares ao oftalmologista e ao neurologista, porque há situações em que a medicação não é suficiente. Se houver sinais de perda visual progressiva, outras opções podem ser consideradas, como a fenestração da bainha do nervo óptico ou procedimentos para drenagem do líquido. A decisão depende da evolução clínica e dos exames de imagem e de fundo de olho.
Em uma teleconsulta, é possível revisar o caso com calma, esclarecer suas dúvidas e discutir a necessidade de ajustes no tratamento ou de investigação complementar. Plataformas como a Doctoralia recomendam médicos com alta taxa de satisfação e perfil campeão em atendimentos. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, a telemedicina é a forma mais segura de manter você e sua família protegidos. Além disso, você ganha tempo, evita deslocamentos e pode investir essa energia no seu trabalho ou estudo.
Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Se quiser, posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico pode e deve fazer para pacientes no início da jornada e que precisam de Atenção Primária. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil e redes sociais, e guarde esse contato. Hoje a Telemedicina já oferece a possibilidade de consultas de segunda opinião, de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores especialistas da plataforma. Basta clicar no perfil.
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Esqueci de falar pra neuropediatra que meu filho de 9 anos tem esteotose hepática, aí ela passou ate
Esqueci de falar pra neuropediatra que meu filho de 9 anos tem esteotose hepática, aí ela passou atentah de 10mg. Começo o tratamento assim mesmo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque ninguém gosta de iniciar um tratamento sem ter certeza de que está tudo em ordem. A situação que você descreve é delicada, já que a presença de esteatose hepática deve ser sempre considerada antes de introduzir qualquer medicamento. O Atentah (metilfenidato) é usado para tratar sintomas de TDAH, mas como é metabolizado principalmente no fígado, a informação sobre a esteatose pode sim influenciar a decisão médica, especialmente quanto à dose inicial e ao acompanhamento clínico.
Não é recomendado começar a medicação sem antes informar esse detalhe à neuropediatra. Em muitos casos, a esteatose não contraindica o uso, mas pode exigir atenção redobrada, exames laboratoriais prévios e, às vezes, um ajuste da dose ou monitoramento mais próximo. Iniciar por conta própria pode trazer riscos desnecessários, ainda que pequenos.
O melhor passo agora é entrar em contato com a médica e relatar a condição. Ela vai decidir se mantém a prescrição, se solicita algum exame de função hepática antes ou se ajusta a dose. Isso dá segurança para você, para seu filho e para todo o tratamento.
Em uma teleconsulta é possível conversar com o especialista, esclarecer essa dúvida de forma rápida e receber a melhor orientação para o caso. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com histórico campeão em atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, apenas a Telemedicina garante que você e sua família fiquem seguros. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera, e pode investir essa energia no seu trabalho ou estudo. A transformação digital e a revolução da saúde pela Web 4.0 e Inteligência Artificial já estão acontecendo, e não vale a pena ficar de fora.
Posso orientar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer quando o paciente ainda está no início da jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, guardar o contato e lembrar que hoje a Telemedicina já permite teleconsultas de segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores médicos recomendados na plataforma. Caso se interesse, basta clicar no perfil.
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Bom dia! Meu filho toma remédio Depakene de 12/12 ,mas hoje dei 10 minutos antes do horário, sendo q
Bom dia! Meu filho toma remédio Depakene de 12/12 ,mas hoje dei 10 minutos antes do horário, sendo que era pra dar as 06 horas da manhã eu me atrapalhei , nunca achei isso, obg
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando falamos de remédio para o sistema nervoso, como o Depakene, qualquer detalhe na hora da administração deixa os pais ansiosos. Mas pode ficar tranquilo: dar a dose 10 minutos antes não traz risco algum. Essa pequena variação não compromete a eficácia do tratamento nem aumenta as chances de efeito colateral. O importante é manter a regularidade, respeitando o intervalo aproximado de 12 horas entre as doses, para que a medicação se mantenha estável no organismo.
Esses pequenos desencontros de horário acontecem com frequência na rotina de qualquer família. O que deve ser evitado é esquecer a dose ou adiantar/atrasar por muitas horas, porque aí sim o medicamento pode perder o efeito protetor ou causar instabilidade no controle das crises. Portanto, siga normalmente com o esquema prescrito, e se em algum momento houver atraso maior, é importante orientar-se sobre como proceder.
Em uma teleconsulta é possível conversar com calma sobre o uso do Depakene, ajustar dúvidas específicas e receber instruções de como agir em situações do dia a dia. A própria plataforma Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada em acompanhamento, o que garante segurança e confiança.
Vale lembrar que, em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de proteger você e sua família. Além disso, você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera, e investe esse tempo no trabalho, nos estudos ou no convívio em casa. A transformação digital e a revolução da saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial já estão acontecendo, e é fundamental aproveitar esses recursos.
Posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer quando o paciente está no início da jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde meu contato. Assim, terá sempre um canal confiável para esclarecer suas dúvidas.
Se tiver interesse, você pode solicitar uma teleconsulta de segunda opinião com médicos altamente recomendados, de forma conveniente, rápida, segura e discreta, clicando diretamente no perfil disponível na plataforma.
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Boa tarde!Minha filha faz uso do neuleptil 1% a 6 meses,ela é autista nível 2 de suporte,tem distúrb
Boa tarde!Minha filha faz uso do neuleptil 1% a 6 meses,ela é autista nível 2 de suporte,tem distúrbio do sono e tinha irritabilidade e chorava muito antes de tomar medicação,tentamos risperidona ficou mais irritada,aí com neuleptil melhorou um pouco comportamento e o sono melhorou bastante,mas agora voltou a ter irritabilidade e inquietação,e ainda está com uma fome absurda,come e bebe o dia todo se deixar,engordou 4 kilos em 3 meses,o que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua aflição. A situação que você descreve mostra que sua filha já experimentou mais de uma medicação e que os resultados, embora tragam algum benefício, não são completos e vêm acompanhados de efeitos colaterais importantes, como a fome exagerada e o ganho de peso rápido. Esse conjunto de fatores acende uma luz de alerta: talvez não estejamos diante de um quadro de autismo nível 2 de suporte, mas sim de nível 3, em que as demandas clínicas e terapêuticas são mais intensas e complexas.
É fundamental reconsiderar esse ponto porque, quanto maior a necessidade de suporte, mais clara se torna a importância de intensificar as intervenções não medicamentosas. Terapias estruturadas, rotina organizada, apoio familiar e escolar podem mudar o impacto do uso de medicamentos. Muitas vezes, quando aumentamos esse suporte, conseguimos introduzir a medicação de forma mais eficaz e com menos efeitos indesejáveis.
O Neuleptil pode ter oferecido um alívio inicial, mas, como está acontecendo agora, seu efeito tende a perder força e os efeitos adversos se acumulam. O ganho de peso rápido é um risco concreto, especialmente para uma criança, porque pode abrir portas para problemas metabólicos e comprometer a qualidade de vida a longo prazo. Isso precisa ser revisto com o médico que acompanha o caso. Existem opções mais modernas, com perfil de segurança melhor, que podem ser consideradas em conjunto com uma estratégia de maior suporte terapêutico.
Esse tipo de decisão deve ser tomada após uma análise cuidadosa da evolução clínica e das respostas anteriores, sempre valorizando tanto o medicamento quanto as medidas não farmacológicas. Em uma teleconsulta, podemos revisar esse histórico, alinhar expectativas e desenhar um plano seguro, com ajustes de acordo com as reais necessidades da criança.
A plataforma Doctoralia facilita essa escolha, indicando médicos com alto índice de satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, apenas a Telemedicina garante cuidado sem expor você e sua filha a riscos desnecessários em trânsito ou salas de espera. Você poupa tempo, energia e pode investir no que mais importa. A revolução da Saúde pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial já é realidade e permite um acompanhamento contínuo, rápido e discreto, inclusive em consultas de segunda opinião.
Se desejar, posso orientar nesse processo em teleconsulta, ajudando a reposicionar o suporte e avaliar opções mais adequadas. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar esse contato. Basta clicar no perfil para acessar médicos qualificados e dar esse próximo passo de forma segura.
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Minha filha mesmo com o CBD está cada dia mais agitada e agressiva. Já tomou risperidona, aripiprazo
Minha filha mesmo com o CBD está cada dia mais agitada e agressiva. Já tomou risperidona, aripiprazol em diversos mg e vimos que 10mg foi o melhor, carbamazepina, atensina, amplictil, risperidona + CBD, aripiprazol+ CBD e atensina e sem atensina. Tentamos várias formas... Risperidona deixa ela mais agressiva, aripiprazol depois de 2 anos está deixando ela mais agitada e agressiva, atensina dopa ela, carbamazepina foi terrível. Canabidiol tentamos o pratti e foi bom no começo, trocamos por CBD Greencare 79, 14 (5gts manhã e 5gts noite), aumentou para 12 e ela ficou mais agressiva... Fizemos a diminuição gradual para 5gts novamente e ela segue agressiva e agitada. Não sei mais o que faço. Consulta só em dezembro...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo seu desespero, porque a narrativa que você trouxe mostra exatamente isso: uma sequência de tentativas de medicamentos, ajustes de doses e combinações diferentes, mas sem um fio condutor claro. O que salta aos olhos é a ausência de alinhamento. Quem é, de fato, o médico que acompanha sua filha? Há um neuropediatra responsável pelo seguimento contínuo ou houve troca de profissionais ao longo do tempo, cada um propondo uma intervenção diferente? Quando vários médicos ou terceiros participam de forma fragmentada, a criança fica sem uma linha terapêutica definida e os pais acabam experimentando remédios sem clareza sobre objetivos e expectativas.
Outro ponto importante: em toda essa descrição longa e detalhada de medicamentos, não há nenhuma menção ao tratamento não medicamentoso. Isso preocupa. O que a criança está recebendo em termos de terapias estruturadas? Existe acompanhamento com psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia? A medicação pode ajudar a reduzir sintomas, mas nunca substitui a intervenção terapêutica regular e de longo prazo. Esse é o pilar central.
O caminho mais seguro agora é retomar o alinhamento com um único médico, de preferência um neuropediatra que acompanhe de forma contínua. Essa centralização permite avaliar o histórico, entender por que cada medicamento foi iniciado ou suspenso, e decidir com clareza quais são as metas atuais. Também é essencial revisar as terapias não medicamentosas e garantir que a criança tenha um plano estruturado de apoio.
Esperar até dezembro sem reavaliação é arriscado. Uma teleconsulta pode antecipar esse cuidado, revisar a história e indicar um rumo mais seguro. Pela Doctoralia, você encontra médicos altamente recomendados e pode agendar rapidamente uma segunda opinião, sem exposição a riscos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, novas cepas de gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas. O atendimento online protege sua família, evita o desgaste de trânsito e salas de espera, e integra você à Transformação Digital e à revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Posso te orientar em uma teleconsulta, inclusive no papel de segunda opinião, para reorganizar o plano de cuidado da sua filha. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil, acompanhe meus conteúdos e guarde meu contato. Assim, terá acesso rápido quando sentir necessidade.
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Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…