Perguntas do paciente (3614)

  • Meu bebê de 5 meses foi diagnosticado com um Sinus precranii ao decorrer do exame de imagem foi dete

    Meu bebê de 5 meses foi diagnosticado com um Sinus precranii ao decorrer do exame de imagem foi detectado um cisto simples do plexo coroiede. Ambos tem ligação? O cisto pode desaparecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação ao receber dois achados de imagem logo nos primeiros meses de vida do seu filho. O chamado sinus pericranii (o nome costuma aparecer escrito assim nos laudos) é uma malformação venosa rara em que veias do couro cabeludo se comunicam diretamente com os seios venosos dentro do crânio. Quase sempre aparece como uma “bolinha” macia no alto da cabeça, que enche ou esvazia conforme o bebê muda de posição ou quando choramos e fazemos força. Na maioria dos casos não provoca sintomas, nem afeta o desenvolvimento neurológico. O acompanhamento serve para confirmar que não haja sangramentos, aumento rápido de tamanho ou sinais de pressão sobre o osso.

    Já o cisto simples do plexo coroide é uma bolsinha cheia de líquido dentro da estrutura que produz o líquido cefalorraquidiano. É comum surgirem durante a gestação e serem descobertos nos ultrassons obstétricos. Geralmente regridem espontaneamente antes mesmo do nascimento ou nos primeiros meses de vida; quando persistem, costumam ficar estáveis e não causar problema algum. Por serem lesões totalmente preenchidas por líquido, não viram tumores, não viram câncer e não desorganizam o cérebro.

    Os dois achados não guardam relação causal entre si. Um não provoca o outro e não existe, até hoje, um mecanismo conhecido que os ligue. Em linguagem simples: são “coincidências” que o exame encontrou no mesmo momento.

    Sobre o futuro do cisto, a experiência clínica mostra que a maioria desaparece ou diminui tanto que nem é visto nos exames seguintes. Quando o cisto persiste, basta observar; cirurgia só se discute se surgirem hidrocefalia ou sinais de compressão, o que é extremamente raro em cistos simples isolados.

    Seu pediatra ou um neurocirurgião pediátrico acompanhará o crescimento do seu filho com ultrassom transfontanela ou ressonância magnética, sempre que necessário. Enquanto ele se alimenta bem, acompanha o ganho de peso, sustenta a cabeça, sorri, balbucia e desenvolve as habilidades motoras esperadas para a idade, não há motivo para alarme.

    Vale lembrar que, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas agressivas de gripe aviária H5N1 e tantas outras infecções que circulam silenciosamente, a telemedicina garante segurança a você, ao bebê e a toda a família. Uma teleconsulta poupa deslocamentos, evita salas de espera lotadas e libera seu tempo para o trabalho ou estudo. Na plataforma Doctoralia, procure perfis campeões de atendimento e satisfação para obter a melhor orientação – inclusive segunda opinião especializada, rápida, discreta e totalmente online. Se quiser, estou à disposição; basta clicar no meu perfil. Mesmo que agora não precise de mim, salve este contato e acompanhe minhas redes: é assim que você se mantém dentro da Transformação Digital e da revolução da Saúde trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.


  • Toda mutação in frame e becker ou pode acontecer de ser um duchenne?

    Toda mutação in frame e becker ou pode acontecer de ser um duchenne?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação: quem recebe o resultado de um teste genético tende a procurar certezas, mas a genética da distrofina nem sempre se comporta como uma equação simples. A chamada “regra do quadro de leitura” nasceu da observação de milhares de pacientes: quando a mutação rompe o enquadramento da leitura do gene (out-of-frame), a proteína não se forma e geralmente surge a forma grave, a Distrofia Muscular de Duchenne; quando o enquadramento é mantido (in-frame), parte da proteína continua a ser produzida e costuma aparecer a forma mais branda, a Distrofia Muscular de Becker. Essa regra, porém, acerta em torno de 90 % dos casos; em até 10 % surgem exceções.

    Algumas deleções in-frame podem retirar trechos cruciais da molécula — por exemplo, regiões que ligam a distrofina ao citoesqueleto ou à membrana da fibra muscular. Mesmo sem quebrar o quadro de leitura, a perda desses domínios torna a proteína inútil, e o quadro clínico evolui como Duchenne. Há relatos de deleções internas gigantes, como a dos éxons 8 a 50, que preservam o frame, mas levam a Duchenne porque deixam a proteína frágil e rapidamente destruída pela célula.

    Outras vezes o problema não está na parte faltante, mas no que acontece a seguir: a deleção pode alterar o modo como o RNA é montado, desencadear cortes adicionais de éxons durante o splicing ou ativar mecanismos de degradação do RNA (nonsense-mediated decay). O resultado final é o mesmo — distrofina insuficiente e sintomas típicos de Duchenne, apesar da mutação ser classificada como in-frame.

    Em resumo, mutação in-frame costuma significar Becker, mas não garante. O diagnóstico clínico continua soberano e precisa ser integrado ao laudo genético, às enzimas musculares, à biópsia (quando disponível) e, sobretudo, à evolução funcional do paciente.

    Uma teleconsulta permite discutir esses detalhes com tranquilidade, revisar seus exames e planejar o acompanhamento mais adequado. Na plataforma Doctoralia você encontra médicos com histórico comprovado de excelência e satisfação. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, a Telemedicina protege você e sua família, economiza tempo de deslocamento e evita salas de espera lotadas. A revolução digital da Saúde 4.0 e a Inteligência Artificial tornam possível receber segunda opinião rápida, segura e discreta dos especialistas mais recomendados. Caso deseje, basta clicar no perfil: posso orientar sua jornada desde a Atenção Primária até decisões avançadas. Mesmo que não precise de mim agora, visite meus canais e guarde meu contato — informação confiável faz diferença quando a saúde é prioridade.


  • Boa tarde,meu filho de 5 anos,teve uma convulsão febril há uma semana e dois dias depois ele amanheceu com dor nas pernas e disse q está dolorido, seria por conta da convulsão ou não?

    Boa tarde,meu filho de 5 anos,teve uma convulsão febril há uma semana e dois dias depois ele amanheceu com dor nas pernas e disse q está dolorido, seria por conta da convulsão ou não?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo profundamente sua preocupação. Ver um filho ter uma convulsão é algo que abala qualquer mãe ou pai. E quando, dias depois, surgem queixas como dor nas pernas, é natural que a cabeça se encha de dúvidas e receios. Mas é importante esclarecer: não há relação direta entre a convulsão febril e a dor nas pernas.

    A convulsão febril, que é relativamente comum na infância, geralmente acontece quando há uma subida rápida da febre, seja por uma infecção viral, como gripe, resfriado, garganta inflamada, ou outro quadro infeccioso. Ela ocorre devido à imaturidade do sistema nervoso da criança, que reage de forma exagerada à elevação da temperatura. Por mais assustadora que pareça, a convulsão febril simples não costuma deixar nenhuma sequela e, muito menos, provocar dores musculares dias depois.

    Quando uma criança, após uma febre, começa a se queixar de dores nas pernas, é muito mais provável que isso esteja relacionado ao próprio vírus ou bactéria que causou a infecção inicial. Algumas infecções, especialmente as de origem viral, podem gerar um quadro chamado de mialgia, que são dores musculares transitórias. É algo comum. O corpo, enquanto combate o agente infeccioso, libera substâncias inflamatórias que podem provocar esse desconforto nos músculos. As pernas costumam ser mais citadas porque, naturalmente, sustentam o peso do corpo, e a criança percebe mais facilmente o incômodo ao andar, correr ou levantar.

    Outro ponto relevante é avaliar se essa dor aparece mais pela manhã, se vem associada a rigidez, se há dificuldade em caminhar, inchaços, vermelhidão ou febre persistente. Esses sinais podem sugerir que há algo além de uma simples dor muscular, e merecem, sim, uma avaliação mais cuidadosa.

    De toda forma, não há nenhuma conexão entre o episódio de convulsão febril e essa dor nas pernas. O que vocês estão observando provavelmente faz parte do quadro infeccioso que causou a febre ou, eventualmente, até de outro processo viral que surgiu na sequência, o que não é raro na infância.

    Vale lembrar que hoje a Telemedicina é uma aliada indispensável para situações como essa. Em uma teleconsulta, conseguimos avaliar com mais profundidade, ouvir os detalhes, orientar, tirar dúvidas e, se necessário, pedir exames ou encaminhar. Tudo isso de forma segura, rápida e no conforto da sua casa. É uma escolha inteligente, sobretudo em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e tantas outras doenças circulantes, onde evitar exposição desnecessária em salas de espera é cuidar da própria saúde e da saúde da família.

    Além disso, você ganha tempo, não perde horas no trânsito e pode investir esse tempo em seu trabalho, nos estudos ou no cuidado com quem você ama. A transformação digital na saúde é real, está acontecendo, e faz parte da revolução trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Hoje, a Telemedicina permite acesso a médicos de referência, segunda opinião especializada, tudo com segurança, privacidade e comodidade.

    Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, algo que qualquer médico pode e deve oferecer quando o paciente está no início da sua jornada e precisa de Atenção Primária em Saúde. E, mesmo que neste momento você não precise diretamente de mim, recomendo que visite meu perfil, conheça meu trabalho, acompanhe meus conteúdos nas redes sociais e guarde nosso contato. Informação e cuidado nunca são demais, principalmente quando se trata da saúde dos nossos filhos.


  • Meu filho d 5 anos n está conseguindo engolir o comprimido ritalina o q faço Posso dessolver,ou que

    Meu filho d 5 anos n está conseguindo engolir o comprimido ritalina o q faço
    Posso dessolver,ou quebrar e colocar em um suco ou na água pra ele tomar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua aflição. Quando um filho tão pequeno precisa de medicação e não consegue engolir o comprimido, é natural que o coração de mãe fique apertado. Mas, neste caso, há algo ainda mais importante para se considerar do que apenas a forma de tomar o remédio.

    A Ritalina (nome comercial do metilfenidato) não é indicada para crianças com menos de 6 anos. Isso está bem estabelecido nas bulas, nos estudos clínicos e nas diretrizes internacionais. Abaixo dessa faixa etária, o cérebro ainda está em fase crítica de desenvolvimento, e os efeitos do medicamento podem ser imprevisíveis ou até arriscados. Se um profissional indicou o uso mesmo assim, é fundamental que essa decisão tenha sido tomada com critérios muito claros e acompanhamento rigoroso. Por isso, antes de pensar em como administrar o remédio, o mais importante é voltar a conversar com o médico que prescreveu.

    Sobre a sua dúvida prática: não é recomendado cortar, abrir, mastigar ou dissolver comprimidos de liberação controlada, como é o caso da Ritalina. Ela foi feita para liberar o princípio ativo de forma lenta e progressiva no corpo. Se você quebra, dissolve ou mistura em líquidos, essa liberação pode acontecer de uma vez só, provocando picos de efeito e riscos de efeitos colaterais como agitação intensa, dor de cabeça, perda de apetite e até reações mais sérias. Isso sem falar que o gosto da medicação é amargo, o que pode gerar ainda mais resistência por parte da criança.

    Muitas vezes, quando uma criança de 5 anos está enfrentando agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, existem outros caminhos terapêuticos antes do uso do metilfenidato, como intervenções com psicopedagogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo infantil. O uso da medicação só costuma ser considerado quando essas estratégias já foram tentadas e a criança tem idade e diagnóstico claros.

    A boa notícia é que hoje, com a Telemedicina, você pode tirar essa dúvida com outro médico, com toda a segurança, sem sair de casa. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e novas cepas da gripe aviária H5N1, fazer uma teleconsulta evita riscos desnecessários, economiza tempo e preserva a saúde da sua família. A plataforma Doctoralia permite que você escolha médicos com alto índice de satisfação, profissionais experientes e capacitados para orientar casos complexos como esse — inclusive para uma segunda opinião.

    Você pode agendar um atendimento online comigo, se desejar. Essa é uma das funções mais importantes do médico: esclarecer, acompanhar e proteger, principalmente quando os pais estão diante de tantas dúvidas e decisões difíceis. E mesmo que não precise de mim agora, recomendo guardar o meu contato e visitar meu perfil e redes sociais. Em momentos como esse, estar bem informado faz toda a diferença.

    A Telemedicina já permite consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura, discreta e com acesso aos melhores especialistas do país. Caso queira tirar essa dúvida com mais profundidade, clique no meu perfil. Estou à disposição para te ajudar.


  • Poderia me explicar melhor sobre o Sinus precranii de uma forma mais clara de entendimento

    Poderia me explicar melhor sobre o Sinus precranii de uma forma mais clara de entendimento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Acredito que você esteja se referindo a "sinus pericranii". Ouvir um nome como como esse e não saber exatamente o que isso significa pode ser assustador. Mas vamos conversar com calma sobre isso, de forma direta e sem complicações.

    O sinus pericranii é uma condição rara. Ela acontece quando há uma comunicação anormal entre as veias que estão dentro do crânio — chamadas seios venosos — e as veias que ficam por fora do crânio, logo sob a pele. Imagine que os vasos que normalmente mantêm o sangue fluindo dentro da cabeça criam uma espécie de “atalho” para a parte de fora. Esse atalho é o que chamamos de sinus pericranii.

    Na prática, isso pode aparecer como uma elevação ou “carocinho” mole no couro cabeludo, geralmente que aumenta de tamanho quando a criança ou o adulto chora, tosse ou faz esforço. Isso ocorre porque, nesses momentos, a pressão dentro do crânio aumenta e o sangue acaba sendo desviado para essa veia anômala externa. Em muitos casos, essa alteração é percebida ainda na infância, mas também pode surgir após um trauma na cabeça.

    A boa notícia é que, na maioria dos casos, essa condição não traz sintomas graves nem riscos imediatos à saúde. Muitas vezes, ela é acompanhada apenas por esse inchaço visível. Mas em alguns pacientes, especialmente quando o fluxo de sangue está alterado de forma significativa ou se houver risco de complicações, pode haver indicação de investigação mais aprofundada, geralmente com exames de imagem como tomografia ou ressonância magnética com contraste venoso.

    O tratamento vai depender do caso. Em muitos, apenas o acompanhamento clínico é suficiente. Já em situações mais complexas — por exemplo, quando há risco de ruptura, desconforto estético ou alterações no fluxo cerebral — pode-se cogitar uma intervenção cirúrgica. Mas tudo isso deve ser cuidadosamente discutido com o médico, caso a caso.

    Hoje em dia, graças à Telemedicina, você pode ter uma segunda opinião médica confiável, rápida e segura sem precisar sair de casa. Na plataforma Doctoralia, por exemplo, você pode encontrar médicos com excelente avaliação de outros pacientes, especializados em casos raros como esse, que saberão orientar com clareza e tranquilidade. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, gripe aviária e outras doenças infecciosas, fazer consultas online protege você e sua família, além de evitar perda de tempo em trânsito e salas de espera. Assim, você pode investir sua energia no que realmente importa: trabalho, estudos e bem-estar.

    Não fique fora da Transformação Digital da saúde. A Web 4.0 e a Inteligência Artificial estão revolucionando o cuidado médico, tornando tudo mais acessível, humano e eficiente. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, mesmo que este seja apenas o início da sua jornada. Essa é uma das funções mais importantes do médico: acolher, explicar e acompanhar. Se neste momento você não precisar de mim, recomendo que guarde meu contato e visite meu perfil e redes sociais.

    E lembre-se: a Telemedicina permite consultas de segunda opinião de forma discreta, respeitosa e com alguns dos melhores profissionais do país. Se quiser tirar mais dúvidas ou entender melhor o seu caso, é só clicar no meu perfil.


  • Olá Meu filho de 4 anos 6 meses está em investigação do TEA e TDH. O neuro passou 1ml a noite e 1m

    Olá
    Meu filho de 4 anos 6 meses está em investigação do TEA e TDH.
    O neuro passou 1ml a noite e 1ml de manhã de risperidona devido a agitação,atraso na fala e falta de concentração.Ele disse para eu iniciar os primeiros dias com 0,5 de manhã para ele acostumar e depois eu dar o que ele receitou.
    No primeiro dia ele teve muita sonolência durante o dia,séria normal?Estou preocupada com isso!Obrigada pela orientação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua angústia. Ver um filho pequeno começando uma medicação e, logo no primeiro dia, apresentar muita sonolência pode mesmo causar preocupação. Mas é importante saber que esse efeito é comum nos primeiros dias de uso da risperidona, especialmente em crianças pequenas.

    A risperidona é uma medicação antipsicótica atípica que, embora o nome assuste, é amplamente utilizada em crianças com suspeita ou diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e/ou TDAH, principalmente quando há comportamentos como agitação intensa, agressividade, irritabilidade, impulsividade ou dificuldades importantes no sono. Ela atua modulando a ação de neurotransmissores como dopamina e serotonina no cérebro, ajudando a “organizar” alguns circuitos cerebrais que estão em desequilíbrio.

    A sonolência no início do tratamento é um dos efeitos mais comuns, especialmente nos primeiros dias e semanas. É como se o corpo e o cérebro da criança estivessem “sentindo” a entrada da substância e aprendendo a lidar com ela. Esse efeito tende a diminuir progressivamente com o uso contínuo, à medida que o organismo se adapta.

    É importante que você tenha iniciado com meia dose pela manhã, como o médico orientou. Essa é justamente uma estratégia para que o organismo vá se acostumando de forma mais suave e segura. Se a sonolência estiver muito intensa e estiver atrapalhando demais o funcionamento do dia da criança — como se ela estiver apática, caindo de sono constantemente, sem conseguir brincar, comer ou interagir — vale entrar em contato com o neuropediatra. Em alguns casos, o médico pode orientar um ajuste na velocidade de aumento da dose, trocar o horário da medicação ou até considerar outras estratégias.

    Outra orientação importante: evite tomar decisões sozinha de parar a medicação ou mudar a dose por conta própria, mesmo com a melhor das intenções. Isso pode causar mais instabilidade para o seu filho.

    Hoje, com a Telemedicina, é possível fazer o acompanhamento com segurança, tranquilidade e no conforto da sua casa. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, cepas da gripe aviária H5N1 e tantas outras ameaças infecciosas, evitar deslocamentos e salas de espera cheias é uma forma inteligente de cuidar da saúde da sua família. Além disso, você economiza tempo, reduz o estresse e investe melhor no que realmente importa: estar presente para seu filho.

    Não fique de fora da revolução que a Web 4.0 e a Inteligência Artificial estão trazendo para a saúde. A Telemedicina permite teleconsultas de segunda opinião, com os melhores médicos do país, de forma rápida, segura, empática e confidencial. Inclusive, posso te orientar diretamente em uma teleconsulta, se desejar. Isso é algo que qualquer médico comprometido com o cuidado de verdade pode e deve fazer — especialmente com famílias que estão enfrentando o início de uma jornada diagnóstica, como a sua.

    Mesmo que agora não precise de mim, recomendo visitar meu perfil na Doctoralia e guardar o nosso contato. Pode ser útil a qualquer momento. E se quiser tirar mais dúvidas com tranquilidade, sem sair de casa, basta clicar no meu perfil. Estou por aqui.


  • qual o profissional adequado para trabalhar a intolerância e a frustração no tdah?

    qual o profissional adequado para trabalhar a intolerância e a frustração no tdah?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação com as dificuldades ligadas à intolerância e à frustração no contexto do TDAH, porque isso pode comprometer bastante a qualidade de vida e a convivência diária.

    O profissional mais adequado para ajudar com essas questões é o psicólogo que trabalha com a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Essa modalidade terapêutica é especialmente eficaz porque atua diretamente sobre os padrões de pensamento e comportamento que levam às reações intensas de frustração e intolerância.

    Na prática, o psicólogo em TCC ajuda a pessoa com TDAH a identificar pensamentos automáticos negativos, ensinando técnicas simples e eficientes para lidar com situações difíceis. Isso inclui aprender a controlar impulsos, administrar emoções intensas e desenvolver estratégias práticas para reduzir a irritabilidade e aumentar a paciência.

    Além disso, o psicólogo TCC promove uma mudança realista e gradual, tornando você mais apto a enfrentar os desafios cotidianos de forma tranquila e equilibrada, sem grandes rupturas ou sofrimento emocional.

    Se quiser aprofundar esse assunto, uma teleconsulta pode ser uma ótima escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e da recente preocupação com cepas agressivas da gripe aviária H5N1, a telemedicina garante segurança para você e sua família. Com a teleconsulta, evita-se o trânsito e salas de espera, economizando tempo que você pode investir melhor no trabalho ou estudos. Não fique fora da revolução digital e dos benefícios da Web 4.0 e Inteligência Artificial aplicadas à saúde.

    Na plataforma Doctoralia, você pode selecionar profissionais experientes e recomendados pelos próprios pacientes. Caso precise de uma segunda opinião ou queira mais orientações, também pode acessar meu perfil diretamente. Mesmo que não precise agora, recomendo guardar meu contato ou acompanhar meu trabalho nas redes sociais.

    Lembre-se, cuidar da saúde emocional com um profissional especializado é sempre o caminho mais seguro e eficiente. Conte comigo ou com qualquer colega indicado para esse importante passo.


  • Meu filho tem 8 anos e tem apresentado de vez em quando uma pane é como se cérebro dela não acompanh

    Meu filho tem 8 anos e tem apresentado de vez em quando uma pane é como se cérebro dela não acompanhace o corpo.
    Ele trava por poucos segundos e vira os olhos.Depois continua normalmente, ele é muito imperativo ligado no 220 Devo procurar um neuro ou psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação e imagino o quanto deve ser angustiante perceber esses episódios no seu filho. Essas situações em que ele "trava" brevemente e vira os olhos podem indicar eventos neurológicos, especialmente um quadro conhecido como "crises de ausência", que são pequenos episódios em que a criança perde brevemente a consciência ou o contato com o ambiente.

    Nesse caso específico, o profissional mais adequado para o primeiro passo é o neuropediatra. Esse especialista vai avaliar com precisão os sintomas do seu filho, descartando ou confirmando questões neurológicas importantes, como epilepsia ou outros transtornos do desenvolvimento neurológico. A hiperatividade que você menciona (o "ligado no 220") também é algo que o neuropediatra vai levar em conta nessa avaliação inicial.

    Após essa avaliação médica detalhada e, caso o neuropediatra considere necessário, ele poderá indicar a ajuda complementar de um psicólogo, especialmente um profissional especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para lidar com as questões emocionais, comportamentais e de impulsividade associadas ao quadro.

    Por enquanto, o mais importante é fazer essa primeira avaliação médica com um neuropediatra. Recomendo fortemente uma teleconsulta inicial, especialmente considerando o atual cenário de doenças infecciosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e cepas virulentas da gripe aviária H5N1. A telemedicina permite um atendimento seguro, rápido e eficiente, sem risco para você e sua família. Além disso, economiza tempo evitando deslocamentos e espera em consultórios, permitindo investir esse tempo precioso em outras atividades importantes da sua rotina.

    Na plataforma Doctoralia, você pode encontrar neuropediatras altamente recomendados pelos próprios pacientes e que garantem uma avaliação rigorosa e acolhedora. Caso precise futuramente de uma segunda opinião médica ou queira um acompanhamento mais detalhado, também posso te orientar diretamente por meio da telemedicina. Recomendo guardar meu contato ou visitar meu perfil nas redes sociais.

    Procure um neuropediatra inicialmente, para ter uma visão clara e objetiva sobre a saúde neurológica do seu filho. É o passo mais seguro e importante neste momento.


  • Boa tarde! A neuro passou aristab para meu filho em gotas, porém só achei a medicação em mls como co

    Boa tarde! A neuro passou aristab para meu filho em gotas, porém só achei a medicação em mls como converter ?ela passou 1 gota e ir aumentando semanalmente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua dúvida — e você está certa em buscar essa informação antes de dar a medicação ao seu filho. Quando se trata de medicação neurológica em crianças, toda cautela é essencial.

    Vamos direto ao ponto. O aripiprazol em gotas, como nas apresentações Arpejo ou Aquarela, tem uma concentração de 20 mg por ml. Como normalmente consideramos que 1 ml contém 20 gotas, isso significa que cada gota tem aproximadamente 1 mg de aripiprazol.

    Já o Aristab em xarope, que tem 1 mg por ml, é bem mais diluído. Ou seja, 1 ml de xarope Aristab equivale a 1 gota do Arpejo ou Aquarela.

    Então, se a médica recomendou “1 gota e ir aumentando semanalmente”, ela provavelmente se referia à apresentação concentrada em gotas (Arpejo/Aquarela). Se você encontrou apenas a forma em xarope (Aristab), a conversão correta seria 1 ml do xarope para cada gota indicada na prescrição original.

    Portanto, a dose inicial recomendada — “1 gota” — corresponde a 1 ml do xarope Aristab.

    Se, futuramente, a dose for aumentada para 3 gotas, isso significa 3 ml do xarope, e assim por diante. Para doses maiores, é importante sempre revisar com o médico, pois a equivalência pode mudar dependendo da resposta clínica, da tolerância da criança e de outros medicamentos que possam estar sendo usados.

    Numa teleconsulta, consigo te orientar melhor, com segurança, e ainda evitar que você precise sair de casa ou expor seu filho a ambientes cheios, onde há risco de infecções como COVID-19, Monkeypox, gripe aviária e outros vírus. A Telemedicina protege você e sua família, economiza tempo e ainda permite um cuidado mais atento e acessível. Na plataforma Doctoralia, é possível escolher médicos com perfis bem avaliados, especializados exatamente nessa fase inicial de ajuste de medicamentos como o aripiprazol.

    Mesmo que não precise de mim agora, recomendo guardar o contato e visitar meu perfil. A jornada da saúde do seu filho pode ser mais leve, segura e bem acompanhada com a
    ajuda certa.


  • Uma dúvida, pode-se existir a possibilidade de um eletroencefalograma dar um diagnóstico errado por

    Uma dúvida, pode-se existir a possibilidade de um eletroencefalograma dar um diagnóstico errado por estar assistindo no celular no momento do exame?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. A ideia de um exame neurológico não refletir a realidade por conta de algo aparentemente simples — como assistir ao celular — deixa qualquer responsável apreensivo.

    O eletroencefalograma (EEG) é um exame muito sensível, que registra a atividade elétrica do cérebro em tempo real. Mas ele não é um exame "fechado", que só mostra se algo está ou não presente, como acontece com um teste de gravidez, por exemplo. O EEG precisa ser interpretado com base no comportamento do paciente, nos estímulos que ele recebe, no momento clínico, na história prévia e em possíveis gatilhos.

    Assistir a vídeos no celular durante o EEG pode sim interferir na interpretação, mas não da maneira que talvez você imagine. O que acontece é que a atenção concentrada na tela, os movimentos oculares, as reações emocionais ao conteúdo e até a luminosidade do celular podem gerar artefatos — ou seja, "ruídos" no traçado elétrico — que dificultam ou mascaram a leitura do que é realmente atividade cerebral espontânea.

    Além disso, em certos tipos de epilepsia, como as crises de ausência, por exemplo, os estímulos visuais rápidos e alternantes (como imagens em movimento ou luzes de vídeos) podem tanto induzir uma crise quanto bloqueá-la momentaneamente, o que pode interferir no registro adequado durante o exame.

    Ou seja, não é que o EEG esteja "errado", mas ele pode não captar uma alteração esperada se o paciente está muito estimulado, agitado, ou distraído de forma intensa no momento do exame.

    Por isso, durante o EEG, o ideal é que a criança ou adulto esteja em estado de repouso, com os olhos fechados quando orientado, permitindo que o cérebro entre em padrões naturais de vigília, sonolência e relaxamento — momentos nos quais certas alterações aparecem com mais nitidez. Se o exame for feito com estímulo contínuo e não controlado, como o uso do celular, a chance de o exame vir “normal” mesmo em alguém com epilepsia existe — o que pode atrasar o diagnóstico.

    Se isso aconteceu com seu filho, e ele usou o celular durante parte ou todo o exame, vale conversar com o médico que solicitou o EEG. Dependendo do caso, um novo EEG em condições mais controladas, ou até um EEG com privação de sono, pode ser indicado para melhorar a sensibilidade diagnóstica.

    Na Telemedicina, consigo orientar melhor sobre quando repetir o exame, como preparar a criança e que tipo de EEG pode oferecer maior chance de acerto. E tudo isso com segurança, sem expor sua família a ambientes hospitalares, ainda mais em tempos de COVID-19, Monkeypox, gripe aviária e outros riscos invisíveis. A Telemedicina protege, economiza tempo e é uma das maiores revoluções da saúde na era digital.

    Caso queira minha orientação direta, basta visitar meu perfil na Doctoralia. Mesmo que não precise agora, guarde esse contato. Teleconsultas são a forma mais segura e conveniente de receber uma segunda opinião de forma rápida, humana e eficaz.


  • Boa noite! Crianca de 9 anos, diagnosticasa com Crise de Ausência, iniciou o uso de Depakote ER 250

    Boa noite!
    Crianca de 9 anos, diagnosticasa com Crise de Ausência, iniciou o uso de Depakote ER 250 mg dia. Está no 3° dia. Desde que iniciou relata fortes dores no peito, "como se fosse uma flecha entrando no peito e saindo pelas costas". Essa medicação é a substituta do Depakene 250 mg 5 ml que ela usou por 19 dias, mas o organismo não acostumou, teve vários efeitos colaterais.
    Como posso ajudá-la nesses momentos de dores, para amenizar, por gentileza? As dores ini iam um tempo depois dela ingerir o comprimido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver uma criança com dor no peito, especialmente quando ela mesma descreve como algo agudo, “como uma flecha atravessando o tórax”, assusta qualquer mãe ou pai. E quando isso acontece logo após o início de um medicamento anticonvulsivante, o alerta deve ser ainda maior.

    O Depakote ER, ou divalproato de sódio de liberação prolongada, é uma medicação bastante usada no tratamento das crises de ausência. Costuma ser bem tolerado, mas como todo remédio que age no sistema nervoso, pode provocar efeitos adversos — alguns comuns, outros raros e, em certas situações, imprevisíveis.

    No seu relato, há dois pontos que chamam a atenção. O primeiro é a dor torácica forte, com irradiação para as costas. Isso pode ter causas diversas: desde refluxo esofágico exacerbado por relaxamento do esfíncter com o remédio, espasmos musculares intercostais provocados por tensão ou até fenômenos neurológicos relacionados à forma como o sistema nervoso da criança está reagindo ao fármaco. Em casos raríssimos, pode até haver toxicidade mitocondrial ou envolvimento cardíaco, exigindo investigação com exames específicos.

    O segundo ponto é mais sutil, mas talvez ainda mais importante: o contexto emocional e neuropsiquiátrico da criança com epilepsia tipo ausência. Crianças com esse tipo de epilepsia, principalmente se de início precoce, podem apresentar fenômenos chamados de “psicoses interictais” ou “psicoses periictais”. Trata-se de alterações no processamento da realidade, percepção corporal distorcida, dores intensificadas pela ansiedade ou pelo ciclo de sono-vigília desregulado. O valproato pode, em casos excepcionais, acentuar esses quadros ou mesmo precipitar manifestações psicóticas, especialmente em crianças com predisposição.

    Se a dor aparece de forma regular após o uso da medicação e tem essa carga simbólica tão forte — “como uma flecha”, que perfura e atravessa — não se deve ignorar a possibilidade de uma vivência subjetiva de sofrimento exacerbado, que precisa ser ouvida e compreendida com cuidado. Não é frescura. O cérebro da criança pode estar gritando de um jeito que o corpo interpreta como dor.

    Por ora, a recomendação mais segura é entrar em contato com médico que já acompanha a criança ou se consultar com um médico que avalie de forma direta ou por teleconsulta essa situação. Isso não significa abandonar o tratamento, mas sim proteger a criança enquanto se ajusta o melhor caminho terapêutico. Medidas de alívio imediato, como compressas mornas, aconchego, respiração guiada e observação cuidadosa, ajudam, mas não substituem uma análise técnica. Em certos casos, a troca por outro anticonvulsivante, com perfil mais leve de efeitos adversos, pode resolver o problema.

    Hoje, felizmente, não é mais necessário colocar essa criança em uma sala de espera cheia, com risco de exposição à COVID-19, Monkeypox, gripe aviária ou outros vírus respiratórios. A Telemedicina está aí para isso. Com ela, é possível realizar um atendimento seguro, discreto, sem sair de casa. E quando se trata de epilepsia infantil, a rapidez na escuta e orientação faz diferença.

    Plataformas como a Doctoralia permitem que você escolha médicos com alto índice de satisfação, perfis bem avaliados e experiência real com casos como o da sua filha. Inclusive, se desejar, posso te orientar diretamente em uma teleconsulta — seja para essa dor atual ou para revisar o tratamento dela com calma, no ritmo que a sua filha merece. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que guarde nosso contato e visite meu perfil e redes sociais. Você pode se surpreender com o quanto um bom acompanhamento à distância é eficaz, especialmente quando feito com empatia, escuta e base científica.

    Estamos vivendo a revolução da Saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Não fique de fora. Você protege sua filha, ganha tempo, e investe na qualidade da atenção que ela recebe desde agora. Porque saúde de verdade começa na confiança e
    no acolhimento.


  • A minha filha tem 5 anos e toma risperidona 0,5 a noite Começou a urinar vermelho. É normal?

    A minha filha tem 5 anos e toma risperidona 0,5 a noite
    Começou a urinar vermelho.
    É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Lamento que sua filha esteja passando por isso. Entendo perfeitamente o susto e a preocupação ao ver uma criança pequena urinando vermelho — qualquer alteração na cor da urina em crianças merece atenção imediata, principalmente quando estão em uso de medicamentos.

    A risperidona, embora seja um medicamento importante no controle de sintomas como irritabilidade, agressividade e alterações comportamentais em crianças com TEA, por exemplo, não costuma provocar urina avermelhada como efeito colateral direto. Portanto, o mais provável é que essa mudança de cor esteja relacionada a outro fator.

    Antes de qualquer coisa, é importante confirmar se a urina está de fato vermelha ou se pode haver algum outro motivo aparente. Às vezes, alimentos com corantes fortes ou ricos em pigmentos naturais, como beterraba, amora, gelatina vermelha, balas, podem alterar temporariamente a cor da urina. No entanto, se não houve ingestão recente de nenhum alimento ou bebida com essa coloração, é essencial considerar a possibilidade de sangue na urina, o que chamamos de hematúria.

    Hematúria pode ter muitas causas, como infecções urinárias, irritações na bexiga, cálculos renais, traumas e até reações inflamatórias que exigem avaliação médica. Em crianças pequenas, infecções urinárias são uma das causas mais comuns e, além da urina avermelhada, podem vir acompanhadas de dor para urinar, febre, odor forte na urina ou alteração no comportamento (mais chorosa, agitada ou sonolenta). Algumas infecções podem acontecer mesmo sem febre.

    Outro ponto que precisa ser destacado é que a risperidona pode, em casos mais raros, alterar o funcionamento renal de forma indireta — principalmente quando associada a outros medicamentos ou em crianças com sensibilidade maior. Isso não é comum, mas precisa ser considerado.

    Diante disso, o mais adequado é suspender temporariamente o uso da risperidona até que a situação seja esclarecida e procurar orientação médica com urgência. Um simples exame de urina tipo 1 (EAS) pode ajudar a identificar a causa, e em alguns casos é necessário também um ultrassom dos rins e vias urinárias. Nesses momentos, um acompanhamento médico de perto, mesmo que pela Telemedicina, pode fazer toda a diferença.

    Inclusive, esse tipo de caso pode ser avaliado por Telemedicina com rapidez, privacidade e segurança. Em plataformas como a Doctoralia, você pode encontrar médicos experientes, com alto índice de satisfação e muitos deles capacitados para orientar casos de uso pediátrico de medicamentos como a risperidona. Com os riscos de infecções virais como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, e gripe aviária H5N1, ir ao consultório sem necessidade pode representar um risco desnecessário.

    A Telemedicina protege você e sua filha. Evita salas de espera lotadas, reduz o risco de contágio e ainda permite que você resolva o problema de casa, com tempo, atenção e segurança. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta se desejar esclarecer mais detalhes sobre o caso dela. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato.

    E lembre-se: hoje a tecnologia permite segundas opiniões médicas com apenas alguns cliques — de forma rápida, segura e eficaz. Basta acessar o perfil do médico e iniciar sua jornada de cuidado com tranquilidade e confiança.


  • Meu neto de o anos é TEA e TDAH, o neurologista passou respiridona de 1mg a noite e um comprimido de

    Meu neto de o anos é TEA e TDAH, o neurologista passou respiridona de 1mg a noite e um comprimido de sertralina de 25mg de manhã estou um pouco insegura, pode tomar esses dois medicamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando a gente fala em medicação para uma criança tão pequena, especialmente com diagnósticos como Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), é natural que o coração fique apertado. Muitos avós e pais têm medo de “medicar demais” ou provocar efeitos colaterais que prejudiquem o desenvolvimento da criança. Mas é importante lembrar que, em alguns casos, a medicação é uma ferramenta que ajuda a criança a se conectar melhor com o mundo ao redor.

    A risperidona é um antipsicótico atípico que, em doses baixas, é muito usada para ajudar a reduzir a irritabilidade, agressividade e explosões emocionais em crianças com TEA. A dose de 1mg à noite é geralmente considerada segura, especialmente quando o objetivo é promover um sono mais tranquilo e controlar os comportamentos mais desafiadores que interferem na rotina familiar e no desenvolvimento social da criança.

    A sertralina, por sua vez, é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Ela costuma ser indicada em quadros de ansiedade, depressão ou sintomas obsessivo-compulsivos — que também podem aparecer em crianças com TEA. A dose de 25mg é a menor disponível e, frequentemente, é o ponto de partida para observar tolerância e possíveis benefícios. Em geral, essa medicação é iniciada com cautela e monitorada de perto.

    Sim, esses dois medicamentos podem ser usados juntos, desde que a prescrição tenha sido feita com critério e o acompanhamento seja cuidadoso. O mais importante é observar como a criança está respondendo: se está mais tranquila, mais concentrada, dormindo melhor e conseguindo interagir mais com as pessoas e com as atividades. Também é essencial estar atenta a qualquer sinal de apatia, tremores, rigidez, alteração no sono ou no apetite — e relatar tudo isso ao médico.

    Hoje em dia, é possível fazer esse acompanhamento com ainda mais segurança por meio da Telemedicina. Uma teleconsulta permite conversar diretamente com um médico de confiança, tirar todas as dúvidas, revisar condutas e receber orientação clara sobre o que fazer. Plataformas como a Doctoralia destacam os profissionais mais bem avaliados e experientes. Em tempos de doenças transmissíveis como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, H5N1 e tantas outras, o atendimento online é o que há de mais seguro para proteger você e sua família. Você ganha tempo, evita deslocamentos cansativos e ainda pode fazer isso no conforto da sua casa, com a criança tranquila por perto.

    A Telemedicina é mais do que uma tendência: é uma revolução na saúde, com base na Web 4.0 e na inteligência artificial. O cuidado médico não precisa mais esperar filas ou deslocamentos. Inclusive, posso orientar você em uma teleconsulta, algo que todo médico comprometido com o bem-estar do paciente deve oferecer, especialmente nos primeiros passos da jornada de cuidado. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil e redes sociais e guarde nosso contato.

    A segunda opinião médica também pode ser feita por teleconsulta, de forma rápida, prática e segura. Se quiser saber mais ou conversar melhor sobre o caso do seu neto, é só clicar no meu perfil. Estarei à disposição para ajudar com o cuidado e a atenção que vocês merecem.


  • O psiquiatra passou ritalina para meu filho na primeira semana tomar meia banda depois do café e 1/4

    O psiquiatra passou ritalina para meu filho na primeira semana tomar meia banda depois do café e 1/4 depois do almoço e na segunda semana passou pra ele tomar 1 comprimido depois do café e meia banda depois do almoço ele está com 4 dias sem tomar quando voltar a tomar devo da as doses iniciais ou mantenho 1 comprimido depois do café e meia banda depois do almoço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando se trata de medicação para crianças, especialmente estimulantes como a Ritalina, é natural que surjam dúvidas sobre como proceder depois de uma pausa.

    Quando há uma interrupção curta, como esses quatro dias, geralmente não é necessário voltar para as doses mais baixas do início, desde que seu filho tenha mais de 6 anos e já tenha se adaptado bem à dose de um comprimido pela manhã e meio à tarde. Essa é, inclusive, uma prática comum após fins de semana ou feriados, quando alguns pais, em comum acordo com o médico, optam por suspender temporariamente o uso — algo que, aliás, deve sempre ser combinado com o profissional que acompanha o caso.

    A Ritalina não funciona como um remédio que se acumula no organismo. Seu efeito é imediato, no mesmo dia em que é tomada, e desaparece no fim do dia. Por isso, na imensa maioria dos casos, não é necessário reiniciar o escalonamento de doses após uma pausa curta. Pode retomar exatamente na dose que estava usando antes da interrupção — no seu caso, um comprimido após o café da manhã e meio comprimido após o almoço —, desde que essa foi a última dose bem tolerada e orientada pelo psiquiatra.

    O mais importante é observar como ele se comporta nas primeiras horas após retomar o uso. Fique atento a sinais como agitação excessiva, perda de apetite fora do esperado, queixas de dor de cabeça, desconforto, irritabilidade ou dificuldade para dormir. Isso vale, na verdade, para qualquer momento do tratamento, seja na retomada, seja no uso contínuo.

    Se perceber algo que te deixe inseguro, não hesite em buscar uma avaliação. Na Telemedicina, conseguimos acompanhar, orientar e até ajustar o tratamento com segurança, rapidez e conforto, sem que você precise se deslocar. E, em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, novas variantes da gripe aviária H5N1 e outros vírus circulando, manter sua família protegida é uma escolha sensata. Além disso, você ganha tempo, foge do estresse do trânsito, das filas e investe esse tempo precioso no que realmente importa: sua vida, seu trabalho e sua família.

    A transformação digital da saúde chegou para ficar. A Telemedicina já permite consultas de segunda opinião, acompanhamento contínuo e, inclusive, avaliações iniciais com médicos bem avaliados, experientes e altamente recomendados na plataforma Doctoralia. Se desejar, posso te ajudar em uma teleconsulta, como parte da Atenção Primária, tirando dúvidas, orientando e te ajudando a tomar as melhores decisões para a saúde do seu filho. E mesmo que não precise agora, recomendo que visite meu perfil, minhas redes e salve nosso contato. Informação de qualidade nunca é demais, especialmente quando o assunto é saúde.


  • Minha filha de 4 anos está sendo envestigado tea, ela é muito agitada e agreciva o médico passou 1 m

    Minha filha de 4 anos está sendo envestigado tea, ela é muito agitada e agreciva o médico passou 1 ml anoite de risperidona e 0,5 de manhã. Ela anda fasendo xixi na cama e de manhã percebi ela muito ansiosa está no começo do tratatamento fiquei pensando se está certo ela toma de manhã ou se ela deve toma só anoite estou muito confusa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo perfeitamente sua angústia. Não é fácil lidar com todas essas dúvidas quando se trata da saúde de um filho, ainda mais em um momento de investigação e início de tratamento. Toda mãe quer ter certeza de que está fazendo o melhor.

    A risperidona é um medicamento usado com frequência em situações como essa, especialmente quando há muita agitação, agressividade, dificuldade de autocontrole e comportamentos que comprometem a convivência, o aprendizado e o bem-estar da criança. Esse remédio age no cérebro ajudando a equilibrar certos neurotransmissores, especialmente dopamina e serotonina, o que pode trazer mais estabilidade emocional e redução da agitação.

    No início do tratamento, é comum surgirem dúvidas como essa que você trouxe: será que a dose está correta? Será que deveria dar só à noite ou manter também pela manhã? Essa insegurança é absolutamente compreensível. A verdade é que cada criança responde de um jeito. Alguns efeitos podem aparecer nos primeiros dias e costumam ser passageiros — como sonolência, inquietação, ansiedade, alteração no sono ou até no controle do xixi, principalmente à noite.

    Sobre o xixi na cama, isso pode sim ter relação com o ajuste do organismo ao medicamento, mas também pode acontecer simplesmente pela ansiedade, que faz parte do quadro que está sendo investigado, possivelmente ligado ao TEA. Crianças que estão em sofrimento emocional ou enfrentando muitas mudanças costumam regredir em algumas áreas, e o controle esfincteriano é uma das primeiras a sinalizar isso.

    A dose que você citou — 1 ml à noite e 0,5 ml pela manhã — é uma estratégia que muitos médicos adotam quando querem manter um efeito mais contínuo ao longo do dia, especialmente se a criança apresenta agitação ou irritabilidade também nas horas em que está acordada. Quando o quadro é predominantemente noturno, alguns médicos optam por usar só à noite. Isso não significa que exista um único jeito certo. O ajuste deve ser individual, levando em conta a rotina da criança, os horários em que os sintomas são mais desafiadores e como ela está reagindo nas primeiras semanas.

    Se você percebeu que pela manhã ela ficou mais ansiosa ou diferente, pode ser um sinal de que o organismo ainda está se adaptando. Geralmente, essas reações iniciais vão se acomodando. Mesmo assim, é muito importante comunicar isso ao médico que prescreveu, porque às vezes é necessário ajustar a dose, o horário ou até mesmo espaçar o início da dose da manhã por alguns dias.

    Nada disso significa que o tratamento está errado ou que será assim para sempre. Faz parte do processo. A boa notícia é que, hoje, a Telemedicina permite esse acompanhamento de forma rápida, prática e segura, sem você precisar se deslocar ou enfrentar salas de espera lotadas, o que, especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e até novas variantes da gripe aviária H5N1, mantém você e sua família protegidos. Além disso, você economiza tempo e investe esse tempo no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no cuidado com sua filha.

    Através da plataforma Doctoralia, você tem acesso aos médicos mais bem avaliados e com perfil campeão em satisfação. E mais, hoje você não precisa mais depender apenas de consultas presenciais. A Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião, de forma totalmente confidencial, rápida e segura. Seja para esclarecer dúvidas sobre medicação, entender melhor os efeitos, discutir alternativas ou até pensar juntos nos próximos passos, essa é uma ferramenta essencial na sua jornada.

    Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta. Isso faz parte da minha missão como médico: ajudar pacientes que estão dando os primeiros passos no cuidado com sua saúde e precisam de uma atenção cuidadosa, criteriosa e acolhedora. Mesmo que você não precise de mim neste momento, te convido a visitar meu perfil na Doctoralia e também minhas redes sociais. Guarde nosso contato. Isso pode ser muito útil para você e sua família, agora ou no futuro.

    A saúde entrou na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e não faz sentido você ficar de fora dessa transformação. Telemedicina é segurança, agilidade e cuidado de qualidade, do jeito que você e sua filha merecem.


  • Minha filha de 6 anos teve uma convulsão febril decorrente de uma amidalite. Levamos ela no pronto s

    Minha filha de 6 anos teve uma convulsão febril decorrente de uma amidalite. Levamos ela no pronto socorro e foi atendida por uma pediatra de plantão. Após avaliar disse que a convulsão foi febril decorrente do aumento rápido da temperatura. Após exames, minha filha foi liberada. A médica falou que não era comum a convulsão febril com 6 anos, mas que apesar de raro era o caso da minha filha. Após 30 dias levamos nossa filha na pediatra para uma revisão e mencionamos que a ela havia tido a convulsão febril. Já a pediatra deu outra opinião, dizendo que com 6 anos era impossível ser convulsão febril e já disse que era quase certo o diagnostico de epilepsia. Nos passou 2 exames que minha filha terá que fazer com urgência: tomografia e eletroencefalograma. Neste caso, sendo que minha filha não tem nenhum sintoma e foi um único episódio de convulsão febril, é correto afirmar como a pediatra disse que é quase certo um caso de epilepsia? O exame de tomografia não é desnecessário neste caso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo profundamente sua apreensão. Nenhum pai ou mãe está preparado para presenciar uma convulsão em um filho, ainda mais quando surgem opiniões médicas tão diferentes, o que, naturalmente, gera medo, insegurança e uma enxurrada de dúvidas.

    Vamos aos fatos, de forma clara, objetiva e sem rodeios. A convulsão febril, de fato, é um fenômeno bastante comum na infância, especialmente entre os 6 meses e 5 anos de idade, com pico por volta dos 18 meses a 3 anos. No entanto, dizer que ela "não pode" ocorrer aos 6 anos é um exagero e, tecnicamente, incorreto. O que a literatura médica sustenta é que acima dos 5 anos, ela se torna menos frequente, mais rara, mas não impossível. Crianças são organismos em desenvolvimento, e os limites biológicos nem sempre são tão matemáticos quanto gostaríamos.

    A convulsão febril acontece, geralmente, quando há uma elevação rápida da temperatura, especialmente no início de infecções, como no caso da sua filha, que estava com amigdalite — um dos quadros clássicos associados a febre alta e súbita. O mais importante é entender se essa convulsão teve as características típicas: duração curta (geralmente menos de 15 minutos), generalizada (todo o corpo, não só um lado), sem que a criança tenha crises repetidas nas primeiras 24 horas e sem histórico prévio de problemas neurológicos. Se foi assim, estamos diante de um quadro possivelmente de convulsão febril simples, mesmo que em idade limite para isso.

    Por outro lado, a função da pediatra no acompanhamento, agindo com cautela, também faz parte do cuidado responsável. Quando a convulsão ocorre fora da faixa etária típica, ou quando há alguma característica diferente (como crise focal, duração muito longa, ou dificuldade na recuperação após a crise), a investigação com exames como eletroencefalograma (EEG) e, eventualmente, imagem do crânio pode ser indicada.

    Agora, vamos esclarecer um ponto importante: afirmar que é "quase certo epilepsia" após um único episódio isolado, sem história de outras crises e sem resultado de exames, não é uma conduta adequada nem compatível com o que recomendam as diretrizes médicas atuais. Isso não é diagnóstico, é especulação precoce. A epilepsia, por definição, exige duas ou mais crises não provocadas (ou uma, se houver exames que mostrem alto risco de recorrência). Uma crise única associada à febre não cumpre esse critério.

    Sobre a tomografia, ela não é o exame de escolha inicial na investigação de uma crise convulsiva isolada, especialmente se a criança está neurologicamente normal no exame clínico e não há suspeitas de lesões estruturais, traumas ou sinais neurológicos focais. O eletroencefalograma é, sim, mais útil neste contexto, pois avalia a atividade elétrica cerebral e pode ajudar a entender se existe risco aumentado para futuras crises epilépticas.

    A tomografia pode ser indicada, com bom senso, em casos de emergência — quando há suspeita de infecção no sistema nervoso, trauma craniano, sinais de hipertensão intracraniana, déficit neurológico ou alterações na recuperação pós-crise. Fora desse contexto, especialmente em um cenário eletivo, o mais sensato é discutir a possibilidade de, se necessário, realizar uma ressonância magnética, que é mais sensível e não envolve radiação, diferente da tomografia.

    Diante de tudo isso, é fundamental reforçar: você está certa em buscar mais esclarecimentos. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, influenza H5N1 e tantas outras ameaças, a Telemedicina surge como sua maior aliada, trazendo segurança, conforto, privacidade e acesso aos melhores profissionais, sem precisar sair de casa, enfrentar trânsito ou se expor em ambientes hospitalares.

    Na plataforma Doctoralia, você pode escolher médicos especialistas com alto índice de satisfação e reconhecimento. A Teleconsulta permite obter uma segunda opinião médica, de forma rápida, segura e absolutamente ética, com todo o amparo da legislação brasileira. Eu mesmo posso te orientar em uma Teleconsulta, avaliando detalhes do caso da sua filha, discutindo a real necessidade dos exames, ajudando você a interpretar os resultados e traçando juntos o melhor caminho.

    Vivemos a transformação digital da saúde. A Web 4.0 e a Inteligência Artificial revolucionaram o cuidado médico, tornando-o mais humano, acessível e eficiente. Guardar meu contato, acessar meu perfil e acompanhar minhas redes sociais é uma forma de ter, na palma da mão, alguém que pode te orientar não só agora, mas em qualquer outro momento em que a saúde da sua família exigir respostas rápidas e seguras.

    Conte comigo nessa jornada.


  • Boa noite meu filho tem 5 anos brinca enfileirado as coisas, faz uma pergunta várias vezes ao dias,

    Boa noite meu filho tem 5 anos brinca enfileirado as coisas, faz uma pergunta várias vezes ao dias, não conhece os números, não quer comer o que ele gostava, passa várias vezes a mão no cabelo e fala coisas que as vezes não entendo. Será que e normal pra idade dele ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo profundamente sua preocupação. Quando os pais percebem comportamentos diferentes nos filhos, é natural surgir aquela dúvida que não sai da cabeça: “Será que isso é normal para a idade dele?”

    De forma muito clara, não, esses sinais não são considerados típicos do desenvolvimento esperado para uma criança de 5 anos. O que você descreve — alinhamento de objetos, repetição insistente de perguntas, dificuldade com números, mudança repentina no padrão alimentar, gestos repetitivos como passar frequentemente a mão no cabelo e fala com trechos pouco compreensíveis — são características que, quando aparecem juntas, acendem um sinal de alerta para um possível quadro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta principalmente três áreas: comunicação, interação social e comportamento, especialmente no que se refere a interesses restritos e movimentos repetitivos. O fato dele enfileirar objetos não é só uma brincadeira qualquer — é uma forma muito característica de organização rígida e previsível, algo comum em crianças no espectro. A repetição constante de perguntas também faz parte desse padrão, seja por dificuldade de entender a resposta ou pela busca de segurança e previsibilidade.

    Quando uma criança deixa de querer comer alimentos que antes aceitava, também precisamos ficar atentos. Muitas vezes isso se relaciona à hipersensibilidade sensorial, dificuldade com texturas, cheiros, cores ou mudanças na apresentação dos alimentos, algo frequentemente presente no autismo. Além disso, comportamentos motores como passar várias vezes a mão no cabelo e dificuldades na fala — especialmente quando há ecolalias (repetir frases ou pedaços do que ouve) ou uma fala pouco compreensível — reforçam ainda mais a necessidade de avaliação.

    Dizer que isso é “normal para a idade” seria desinformar você. Não, não é. Esses sinais precisam ser avaliados com seriedade, porque quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de intervenções eficazes e de melhores resultados para o desenvolvimento, a autonomia e a qualidade de vida do seu filho.

    Felizmente, hoje a Telemedicina permite uma avaliação ágil, segura e precisa, sem você precisar sair de casa, enfrentar deslocamentos ou se expor a riscos desnecessários. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e cepas perigosas como a H5N1 da gripe aviária, isso é fundamental para proteger sua família. Além disso, você economiza tempo, evita o estresse do trânsito e das salas de espera, e investe esse tempo no que realmente importa.

    Na plataforma Doctoralia, você encontra médicos especializados, com excelente índice de satisfação, preparados para fazer uma avaliação inicial cuidadosa, oferecer uma segunda opinião médica de forma ética, rápida e discreta, e te orientar sobre os próximos passos: se já há critérios para diagnóstico, quais terapias são indicadas, quais profissionais devem acompanhar e como garantir o melhor suporte para seu filho.

    Inclusive, eu posso te orientar em uma teleconsulta. Essa é uma das funções mais importantes da Telemedicina na Atenção Primária: acolher famílias que estão percebendo os primeiros sinais, oferecer escuta qualificada, responder dúvidas e, se for o caso, iniciar a investigação diagnóstica. Mesmo que você não precise de mim agora, te convido a visitar meu perfil na Doctoralia e também minhas redes sociais. Guarde nosso contato. Isso pode fazer toda a diferença agora ou no futuro.

    Você não precisa passar por esse momento sozinho. A revolução da saúde digital, com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial, coloca nas suas mãos acesso aos melhores profissionais, com segurança, agilidade e qualidade. Seu filho merece essa chance.


  • Minha filha tem 8 anos e faz uso do lyberdia 10 gotas pela manhã a 1 mês, ela tem tdha e dislexia, e

    Minha filha tem 8 anos e faz uso do lyberdia 10 gotas pela manhã a 1 mês, ela tem tdha e dislexia, e vem apresentando alguns tics, como forçar o abdômen quase como um soluço, cheirar as mãos e objetos que ela esteja segurando e gritos aleatórios, isso pode ser uma efeito colateral da medicação???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo perfeitamente sua preocupação. Não é fácil ver uma filha passando por essas mudanças de comportamento e se perguntar se isso está ligado ao tratamento que deveria justamente ajudá-la.

    De fato, o que você descreve pode, sim, estar relacionado ao uso da lisdexanfetamina. Esse é um medicamento da classe dos psicoestimulantes, utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora seja eficaz em muitos casos, especialmente em adultos, ele pode desencadear alguns efeitos colaterais neurológicos e comportamentais em crianças, como tiques motores ou vocais, além de comportamentos repetitivos como cheirar objetos, forçar partes do corpo e até emitir sons ou gritos de forma involuntária.

    Esses tiques costumam surgir porque o medicamento age diretamente em neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que são fundamentais para regulação da atenção, do humor e do controle motor. Quando há um aumento abrupto ou uma sensibilidade maior a essas substâncias, o cérebro pode responder dessa forma. É algo descrito na literatura médica, relativamente conhecido por nós médicos, embora nem sempre aconteça.

    Importante destacar que esse tipo de reação não significa necessariamente que o remédio "não presta" ou "faz mal para todos", mas sim que, no caso da sua filha, o cérebro dela pode estar reagindo de forma sensível a essa substância. Cada organismo responde de maneira muito particular.

    Nesses casos, a conduta mais segura é revisar o tratamento junto ao médico que prescreveu. Em situações como essa, uma alternativa bastante utilizada é a mudança para uma medicação não estimulante, como a atomoxetina, conhecida no Brasil pelo nome comercial Atentah. A atomoxetina também é indicada para o tratamento do TDAH, mas atua de forma diferente no cérebro, com perfil de efeitos colaterais distinto, e pode ser uma opção especialmente interessante em crianças que desenvolvem tiques ou desconfortos com estimulantes.

    Além disso, vale lembrar que sua filha tem também um diagnóstico de dislexia. Isso exige uma abordagem ainda mais cuidadosa, combinando medicação, se for necessária, com intervenções psicopedagógicas, fonoaudiológicas e acompanhamento psicológico. A medicação ajuda a melhorar os níveis de atenção, mas sozinha não resolve as dificuldades de aprendizagem.

    Atualmente, é possível fazer essa avaliação de forma muito segura e detalhada por meio da telemedicina. Na verdade, em tempos em que ainda circulam vírus como COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, além das novas variantes da gripe aviária H5N1, o atendimento online é, sem dúvida, a maneira mais segura de cuidar da saúde de quem você ama, evitando exposição desnecessária. Você protege sua família, economiza seu tempo, não perde horas em deslocamentos nem em salas de espera, e ainda investe no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no bem-estar dos seus filhos.

    A plataforma Doctoralia, inclusive, permite que você escolha médicos com alta satisfação, campeões em atendimento, de forma prática, rápida e extremamente segura. A Telemedicina hoje já oferece não só consultas de rotina, mas também avaliações de segunda opinião, revisão de tratamentos, discussões sobre efeitos colaterais e até planejamento terapêutico, tudo de forma confidencial, acolhedora e eficiente.

    Posso te ajudar em uma teleconsulta, assim como qualquer médico devidamente registrado pode e deve orientar o paciente que está começando sua jornada em busca de respostas e cuidado. E mesmo que você não precise de mim agora, recomendo fortemente que visite meu perfil e redes sociais e guarde nosso contato. A transformação digital da saúde já é uma realidade. Não fique de fora dessa revolução trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Sua filha merece esse cuidado, e você merece ter tranquilidade para tomar as melhores decisões para ela.


  • Bom dia! Tenho um menino de 1 ano e 1 mês que ainda não anda, começou a ficar em pé com apoio agora,

    Bom dia! Tenho um menino de 1 ano e 1 mês que ainda não anda, começou a ficar em pé com apoio agora, e ainda não fala a não ser a palavra mama ou papa. Desde os dois meses de vida balança a cabeça como se fosse o sinal "não", e de 3 meses pra cá tem batido as mãos na cabeça e bate a cabeça no chão. Seria sinais de autismo ou pode ser outra coisa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo profundamente sua preocupação. Nenhum pai está preparado para lidar sozinho com essas incertezas no desenvolvimento de um filho. Cuidar, observar e buscar ajuda é um gesto de amor e responsabilidade.

    O que você descreve merece, sim, atenção cuidadosa. Aos 1 ano e 1 mês, é natural que algumas crianças ainda não andem sozinhas, especialmente se estão começando a ficar em pé com apoio agora. Isso, isoladamente, pode ser apenas uma variação do desenvolvimento motor, que costuma ter uma margem relativamente ampla. Alguns começam a andar aos 9 meses, outros só depois dos 15 meses. O mesmo vale para a fala: nessa fase, muitas crianças dizem apenas palavras simples, como “mamã” e “papá”. Até aí, nada necessariamente anormal.

    Mas o que de fato chama atenção são os movimentos repetitivos, como balançar a cabeça desde muito cedo, bater as mãos na própria cabeça e até bater a cabeça no chão. Esses comportamentos podem ser, sim, uma forma que a criança encontra para se acalmar, lidar com estímulos do ambiente ou expressar desconforto. No entanto, quando esses movimentos são muito frequentes, surgem de forma precoce e se intensificam com o tempo, eles merecem ser olhados com mais cuidado.

    Quando esses sinais vêm associados a atrasos no desenvolvimento da linguagem, na interação social e na comunicação, eles podem ser indicativos de transtornos do neurodesenvolvimento. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma possibilidade que deve ser considerada, mas não é a única. Existem outras condições, como atraso global do desenvolvimento, transtorno do processamento sensorial e até questões motoras isoladas.

    O mais importante é avaliar como está a interação do seu filho com o mundo. Ele olha nos olhos? Sorri quando você brinca com ele? Responde quando é chamado pelo nome? Tenta se comunicar, apontar, compartilhar interesses, buscar sua atenção? Se essas respostas forem negativas ou pouco frequentes, reforça-se ainda mais a necessidade de uma avaliação especializada.

    Por mais angustiante que seja, é fundamental entender que quanto mais cedo buscamos ajuda, melhores são as chances de intervenção e de favorecer o desenvolvimento da criança. O cérebro dos pequenos é extremamente plástico nos primeiros anos de vida. Isso significa que ele tem uma enorme capacidade de adaptação, aprendizado e desenvolvimento, especialmente quando estimulado precocemente.

    Por isso, hoje, a melhor escolha que você pode fazer é buscar um neuropediatra. E, graças à Telemedicina, isso ficou muito mais fácil, rápido, seguro e eficiente. Não é só uma questão de comodidade. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, variantes perigosas da gripe aviária H5N1 e tantas outras ameaças, proteger sua família de ambientes lotados como clínicas e hospitais é uma decisão de saúde pública e de autocuidado.

    Através da plataforma Doctoralia, você encontra profissionais de excelência, com perfis campeões em satisfação, experiência comprovada e centenas de avaliações positivas. Você economiza tempo, evita deslocamentos, não perde horas preciosas em salas de espera e ainda investe seu tempo em trabalho, estudo e, claro, no cuidado com quem você ama.

    A transformação digital já chegou à medicina. A saúde entrou de vez na era da Web 4.0 e da inteligência artificial. Hoje, não faz mais sentido enfrentar trânsito e filas quando é possível, com segurança e privacidade, ter acesso a médicos altamente capacitados, inclusive para consultas de segunda opinião, acompanhamento e orientação inicial na Atenção Primária à Saúde.

    Inclusive, posso te ajudar diretamente em uma teleconsulta. Isso faz parte do nosso papel como médicos. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde nosso contato. Informação de qualidade e acesso à saúde são direitos que todos devem ter na palma da mão.

    O próximo passo está nas suas mãos. E, se puder te dar um conselho, não espere. Seu filho merece todo o cuidado, atenção e amor que você já está demonstrando ter.


  • Por quanto tempo o neozine da o efeito?

    Por quanto tempo o neozine da o efeito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação em saber exatamente como funciona o remédio que você está usando. Isso demonstra cuidado com sua saúde, algo fundamental para tomar boas decisões no dia a dia.

    O Neozine, cujo princípio ativo é a levomepromazina, é um medicamento da classe dos antipsicóticos fenotiazínicos. Ele também possui propriedades sedativas, anti-histamínicas e ansiolíticas, sendo bastante utilizado em casos de agitação, insônia severa, dor de difícil controle e alguns transtornos psiquiátricos.

    Seu início de ação costuma ocorrer entre 30 a 60 minutos após a administração oral. Ou seja, é relativamente rápido, especialmente se tomado em jejum ou com pouca comida no estômago. A duração do efeito clínico varia de pessoa para pessoa, mas em média permanece ativo por 6 a 12 horas. Isso significa que ele costuma ser administrado uma ou duas vezes por dia, dependendo da indicação médica, da resposta do organismo e do objetivo do tratamento — se for para dormir, por exemplo, geralmente é tomado à noite.

    A meia-vida da levomepromazina, ou seja, o tempo que o organismo leva para eliminar metade da substância, é de aproximadamente 15 a 30 horas. Esse dado ajuda a explicar por que algumas pessoas ainda sentem sonolência ou efeitos residuais mesmo no dia seguinte, especialmente no início do tratamento ou se houver aumento recente da dose.

    Cada organismo reage de forma única, por isso é essencial que qualquer ajuste na dose, frequência ou horário de uso seja orientado por um médico que compreenda seu quadro clínico completo. Esse acompanhamento também ajuda a evitar efeitos colaterais indesejados, como queda de pressão, boca seca, constipação, ou sedação excessiva.

    Em uma teleconsulta, conseguimos avaliar com calma os efeitos que você está sentindo, o motivo do uso, seu histórico de saúde e outros medicamentos em uso. A Doctoralia facilita essa escolha, destacando médicos com alta satisfação dos pacientes, o que aumenta sua segurança na escolha. Em tempos em que convivemos com riscos como a COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e novas cepas agressivas da gripe aviária, optar pela Telemedicina não é apenas uma questão de comodidade — é também uma escolha de proteção.

    Você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera lotadas, e ainda pode cuidar da saúde com qualidade e privacidade. A transformação digital da saúde já começou, e plataformas como essa, aliadas à inteligência artificial, permitem uma atenção primária de qualidade logo nos primeiros passos da sua jornada de cuidado. Inclusive, posso te orientar diretamente em uma teleconsulta, mesmo que sua necessidade seja inicial. E mesmo que agora não precise de mim, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar esse contato para quando for necessário.

    A Telemedicina já permite, com segurança e agilidade, até consultas de segunda opinião — uma ferramenta valiosa para quem busca confirmar diagnósticos ou decidir com mais confiança sobre o tratamento. Se quiser saber mais ou agendar, basta clicar no perfil.


Autor

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.