Perguntas do paciente (3614)

  • Meu filho caiu hoje no colégio é bateu acima da sombrancelha e ficou roxo inchado que deve fazer?

    Meu filho caiu hoje no colégio é bateu acima da sombrancelha e ficou roxo inchado que deve fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando uma criança sofre uma pancada na região da cabeça, mesmo que pareça algo simples, o susto é grande e sempre vem acompanhado daquela dúvida: será que está tudo bem mesmo?

    No caso de uma batida acima da sobrancelha, como você descreveu, o roxo e o inchaço são comuns. Essa região tem muitos vasos sanguíneos e, por isso, qualquer trauma ali costuma causar hematoma visível rapidamente. A primeira medida que você pode tomar em casa é aplicar uma compressa fria, com gelo envolto em um pano limpo, por cerca de 10 a 15 minutos, várias vezes ao dia nas primeiras 24 horas. Isso ajuda a reduzir o inchaço e o desconforto. Não use gelo direto na pele. Se a criança aceitar bem, mantenha a calma e observe o comportamento dela ao longo do dia.

    O mais importante agora é prestar atenção aos sinais de alerta. Se ele continuar ativo, conversando normalmente, sem vômitos, tontura, sonolência excessiva, alterações na fala ou no equilíbrio, é provável que a batida tenha sido apenas superficial. Mas se notar qualquer mudança no comportamento — como confusão, irritabilidade fora do comum, sonolência que não melhora com o tempo, ou se ele disser que está com muita dor de cabeça —, é essencial procurar um atendimento médico o quanto antes para uma avaliação mais aprofundada.

    Mesmo que o machucado pareça simples, não hesite em tirar dúvidas com um médico. A teleconsulta permite que isso seja feito de forma segura, no conforto da sua casa. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e cepas agressivas da gripe aviária como a H5N1, é prudente evitar exposições desnecessárias. A Telemedicina protege você, seu filho e toda a família. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos cansativos e consegue ser atendido por profissionais experientes e bem avaliados em plataformas como a Doctoralia.

    Estamos vivendo a era da transformação digital na saúde. A Web 4.0 e a Inteligência Artificial estão permitindo diagnósticos mais rápidos e precisos, além de um acompanhamento próximo e eficiente, mesmo à distância. A Telemedicina também é o caminho ideal para buscar uma segunda opinião médica com segurança e discrição. Se desejar, posso te orientar pessoalmente por teleconsulta — uma forma rápida e confiável de cuidar da saúde do seu filho e tirar todas as dúvidas que surgirem nesse momento delicado. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil e redes sociais e guarde esse contato. Na hora certa, estarei por aqui para te ajudar.


  • Meu filho teve convulsão febril fiz um eeg onde deu alteração ,levei na neuro me indicou Depaken ,com três de uso repetir o eeg

    Meu filho teve convulsão febril fiz um eeg onde deu alteração ,levei na neuro me indicou Depaken ,com três de uso repetir o eeg e deu normal ,fico na dúvida será que o primeiro pode ter dado alterado devido a convulsão febril ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação — nada angustia mais um pai ou uma mãe do que ver o filho ter uma convulsão. É uma cena forte, que marca, e que naturalmente levanta dúvidas sobre o futuro da criança. Mas é importante dizer: as convulsões febris, que costumam acontecer entre os seis meses e os cinco anos, são consideradas eventos benignos. Na imensa maioria dos casos, não deixam sequelas, nem se transformam em epilepsia. Podem acontecer em crianças neurologicamente normais e, muitas vezes, não voltam a se repetir.

    No seu caso, o eletroencefalograma (EEG) inicial veio alterado. Isso acontece com mais frequência do que se imagina. Logo após uma convulsão febril, o cérebro ainda está se reorganizando, como se estivesse "descarregando a tensão". É comum que um EEG feito logo depois de uma crise traga alterações inespecíficas, que não significam, obrigatoriamente, epilepsia. Por isso, médicos experientes costumam orientar que o EEG seja repetido depois de um tempo, como foi feito com seu filho.

    O fato de o segundo EEG ter vindo normal, após três meses de uso do Depakene (valproato de sódio), é um ótimo sinal. Melhor ainda se ele estiver bem, sem crises, ativo, com desenvolvimento dentro do esperado. Se ele permanecer três anos sem novas convulsões e com o EEG normal, podemos sim considerar que ele preenche critérios de cura. Isso quer dizer que a medicação poderá ser suspensa com segurança, sob orientação do neurologista.

    Hoje, com a Telemedicina, é possível fazer esse acompanhamento com tranquilidade e proximidade. Uma teleconsulta permite rever o histórico, tirar dúvidas específicas sobre o tratamento, reavaliar a necessidade da medicação e discutir os próximos passos — tudo isso sem sair de casa, com conforto, segurança e economia de tempo. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras ameaças virais, proteger sua família de exposições desnecessárias é mais do que prudente — é essencial.

    Além disso, a Doctoralia oferece uma plataforma confiável para encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimentos online. A revolução digital chegou à medicina, e a saúde conectada já é uma realidade. Você não precisa enfrentar trânsito, perder tempo em salas de espera ou se preocupar com deslocamentos. Pode investir esse tempo no que realmente importa: o seu filho, sua família, seu trabalho, sua vida.

    Caso queira, posso orientá-lo pessoalmente em uma teleconsulta. Essa é uma das minhas atribuições enquanto médico: acolher, escutar, esclarecer e acompanhar desde os primeiros passos da jornada. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que salve meu perfil, me siga nas redes sociais e mantenha nosso contato por perto. A saúde também se constrói com boas conexões.

    Lembre-se: a Telemedicina também é indicada para consultas de segunda opinião — rápidas, seguras, discretas e com os melhores profissionais disponíveis. Se sentir que precisa conversar mais a fundo, é só clicar no perfil. Estou aqui para ajudar.


  • Minha filha de 3 anos toma Carbamazepina, 3ml de manhã e 3ml a noite, na dose da noite ela vomitou a

    Minha filha de 3 anos toma Carbamazepina, 3ml de manhã e 3ml a noite, na dose da noite ela vomitou após exatos 30 minutos. Devo repetir a dose?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação — ver uma criança tão pequena vomitar após a medicação nos deixa inseguros e com medo de errar. Mas, nesse caso, a orientação é clara: sim, repita a dose.

    Quando o vômito ocorre até 30 minutos após a administração da carbamazepina, é muito provável que o organismo da criança ainda não tenha absorvido o medicamento adequadamente. Isso significa que o efeito esperado da dose pode não acontecer, o que pode comprometer o controle das crises, especialmente se ela estiver em tratamento para epilepsia ou outro distúrbio neurológico.

    Se o vômito tivesse ocorrido após mais de uma hora, a recomendação talvez fosse diferente, pois aí já haveria maior absorção. Mas nesse tempo curto — 30 minutos exatos — o mais seguro é considerar que a dose não foi eficaz e repeti-la.

    Se isso se repetir com frequência, vale conversar com o neurologista para avaliar se há necessidade de ajustar a forma de administração (por exemplo, dar com um pouco de alimento, dependendo do caso) ou, em último caso, trocar de medicação. Algumas crianças pequenas têm o estômago mais sensível e podem reagir assim, especialmente quando estão gripadas, ansiosas ou comendo mal.

    Você pode tirar todas essas dúvidas com segurança em uma teleconsulta. Pela plataforma da Doctoralia, é possível escolher profissionais com alta taxa de satisfação e realizar o acompanhamento sem sair de casa. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e até gripe aviária H5N1, essa é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua filha e da sua família, sem deslocamentos, sem salas de espera lotadas e com total economia de tempo.

    A revolução digital da saúde está aí. A Telemedicina permite um cuidado próximo, humano e eficiente. Inclusive, posso te orientar pessoalmente em uma teleconsulta se desejar. Mesmo que você não precise agora, recomendo visitar meu perfil, seguir nas redes e guardar nosso contato. Se um dia precisar de segunda opinião, estarei à disposição — com sigilo, acolhimento e conhecimento.


  • Meu filho de 4 anos toma Risperidona 1 mg antes de dormir para controle de irritabilidade e agressiv

    Meu filho de 4 anos toma Risperidona 1 mg antes de dormir para controle de irritabilidade e agressividade (TEA leve). Foi receitado pelo neuro 1 ano de tratamento. Minha pergunta, após esse ano ele vai melhorar essa condição o medicamento vai restaurar o que está causando essas crises ou é um tratamento contínuo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Lamento que esteja enfrentando esse desafio — lidar com crises de irritabilidade e agressividade em uma criança com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), por mais leve que seja, pode ser cansativo, doloroso e cheio de dúvidas. É natural que você questione o papel do medicamento e o que esperar do futuro.

    A risperidona, nesse contexto, não “cura” o autismo nem reverte de forma definitiva as causas das crises de irritação e agressividade. O que ela faz é atuar nos sintomas — especialmente quando a criança demonstra comportamentos que colocam em risco sua segurança ou dificultam severamente sua convivência social e familiar. Ela age em neurotransmissores no cérebro, como dopamina e serotonina, ajudando a reduzir a impulsividade, a agitação e, muitas vezes, melhorando o sono. É como se ela “baixasse o volume” dos comportamentos mais intensos, permitindo que a criança participe melhor das terapias e interações do dia a dia.

    Mas o objetivo do tratamento com risperidona nunca é apenas medicamentoso. Ele deve ser parte de um plano terapêutico mais amplo, que inclua psicoterapia, fonoaudiologia, integração sensorial, terapia ocupacional e intervenções educacionais, sempre adaptadas à realidade da criança e da família. Com o tempo, muitas crianças melhoram tanto no comportamento quanto nas habilidades de comunicação, justamente porque estão mais disponíveis para aprender e interagir.

    Depois de um ano de uso, o médico geralmente reavalia se o medicamento ainda é necessário. Em alguns casos, ele pode ser reduzido ou retirado aos poucos, observando a resposta da criança. Em outros, pode ser mantido por mais tempo, sempre com acompanhamento cuidadoso. A ideia é evitar o uso prolongado desnecessário, mas também não interromper de forma precoce se os sintomas ainda forem significativos.

    A boa notícia é que, à medida que a criança amadurece, recebe estímulos adequados e aprende a lidar com suas emoções e limitações, muitos desses comportamentos se tornam mais leves ou até desaparecem. A risperidona não restaura o que está "causando" as crises, mas pode ser uma ponte importante para um período de maior equilíbrio e aprendizado.

    Hoje, com a Telemedicina, esse acompanhamento pode ser feito de forma segura, prática e contínua, mesmo à distância. A Doctoralia facilita o acesso a médicos com alta aprovação pelos pacientes, permitindo tirar dúvidas, revisar condutas e ajustar o plano terapêutico sem sair de casa. E, num momento em que enfrentamos ameaças como a COVID-19, a Monkeypox (MPOX), o Parvovírus B19, e cepas perigosas da gripe aviária H5N1, evitar deslocamentos é uma forma de proteger a saúde da criança e da família.

    Além de economizar tempo e evitar salas de espera lotadas, a teleconsulta é uma forma de investir melhor sua energia e atenção no cuidado com quem você ama. A transformação digital e a revolução da saúde já começaram — não fique de fora. Inclusive, posso te orientar pessoalmente por Telemedicina, se desejar. Essa é uma forma legítima e moderna de fazer Atenção Primária à Saúde, que vale tanto para primeiras dúvidas quanto para segunda opinião.

    Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, seguir nas redes e guardar nosso contato. A Telemedicina também permite agendar com os médicos mais bem avaliados da plataforma, de forma rápida, segura e discreta. Se quiser conversar mais sobre o caso do seu filho, é só clicar no perfil. Estou aqui para ajudar.


  • Boa tarde, meu filho começou a tomar Aristb 1 ml dia e 1 ml noite mas ainda está muito irritado se m

    Boa tarde, meu filho começou a tomar Aristb 1 ml dia e 1 ml noite mas ainda está muito irritado se machucando e nunca fez isso antes, será que se a dose for aumentada pela médica dele isso pode passar? A irritabilidade e agressividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua angústia ao ver seu filho mais irritado e se machucando, ainda mais quando tudo começou após o início de um tratamento que deveria justamente ajudar a acalmar. Nenhum pai ou mãe está preparado para essa inversão de expectativas. A esperança era de melhora, e o que veio foi mais sofrimento — para ele e para vocês.

    O que está acontecendo pode, sim, ser um efeito conhecido como “efeito paradoxal”. É como se o remédio fizesse o oposto do que se espera. Embora isso pareça estranho, não é incomum em medicina. Alguns pacientes — especialmente crianças — podem reagir de forma diferente, até inesperada, a determinadas medicações. O aripiprazol, que seu filho está tomando, é um estabilizador do humor usado em vários transtornos do comportamento, mas também pode provocar agitação, irritabilidade e até comportamentos autoagressivos em alguns casos, especialmente no início do uso ou quando a dose ainda não está bem ajustada.

    Não se trata necessariamente de “falta de dose”. Muitas vezes, aumentar a dose de um remédio que já está causando irritação pode piorar ainda mais a situação. É como jogar mais lenha numa fogueira. Por isso, antes de pensar em aumentar, é essencial reavaliar. Pode ser que essa medicação não seja a mais adequada para ele, ou que a adaptação precise ser feita com mais cautela, às vezes até trocando por outra substância com efeito semelhante, mas com um perfil diferente.

    É muito importante comunicar rapidamente esses sinais para a médica que acompanha seu filho. Quanto antes ela souber dessa reação, mais rápido poderá tomar decisões para proteger o bem-estar dele. Nenhum tratamento é universal. O que funciona muito bem para uma criança pode ser prejudicial para outra. E não há como saber isso sem observar cuidadosamente os efeitos no dia a dia.

    A Telemedicina pode ser sua grande aliada neste momento. Você consegue relatar o que está vendo sem sair de casa, com segurança, evitando exposição a vírus que ainda circulam por aí — como a COVID-19, o vírus da varíola dos macacos (MPOX), o Parvovírus B19 e até cepas perigosas da gripe aviária. O atendimento online permite agir com rapidez, sem fila de espera, sem deslocamento, e ainda garante privacidade. Não subestime essa facilidade — ela é parte da revolução da Saúde Digital, com profissionais experientes e bem avaliados prontos para te ajudar de qualquer lugar.

    Se tiver dúvidas, posso te orientar por teleconsulta. Como médico, sei que essa escuta no começo da jornada de um tratamento faz toda a diferença. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar meu contato. A Telemedicina também permite consultas de segunda opinião com especialistas renomados na própria plataforma. É prático, seguro e pode evitar meses de sofrimento.

    Seu filho merece um cuidado ajustado às necessidades dele. E você merece respostas claras, rápidas e humanas.


  • Minha bebê toma Sabril, pode dar mamadeira (fórmula) logo após?

    Minha bebê toma Sabril, pode dar mamadeira (fórmula) logo após?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando um bebê está em tratamento com um medicamento como o Sabril, é natural que os pais fiquem atentos a todos os detalhes do dia a dia, inclusive à alimentação. O Sabril (vigabatrina) é um anticonvulsivante usado para tratar crises epilépticas em crianças, especialmente em casos como a Síndrome de West. É um remédio importante, mas que exige cuidado com o uso regular e a supervisão médica.

    Você pode, sim, oferecer a mamadeira com fórmula logo após dar o Sabril. O medicamento não tem interação alimentar que impeça a ingestão imediata de leite ou fórmula. Aliás, manter a rotina alimentar do bebê ajuda a reduzir qualquer desconforto e facilita a aceitação do remédio. Só é importante garantir que a dose do Sabril seja dada corretamente, na quantidade exata indicada, e de preferência com o bebê acordado e tranquilo, para evitar engasgos.

    Sempre observe como o bebê reage. Se notar algo fora do comum — como vômitos frequentes, muita sonolência, movimentos estranhos ou qualquer sinal que te preocupe — vale conversar com o médico que acompanha o caso. Esses registros são valiosos para ajustar o tratamento, se necessário.

    Em uma teleconsulta, consigo te orientar melhor, tirar dúvidas com calma e acompanhar esse processo com segurança. A plataforma Doctoralia é uma das mais recomendadas justamente porque reúne médicos com experiência e excelente avaliação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, varíola do macaco (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, evitar deslocamentos é uma forma de proteger seu bebê e toda a família. A telemedicina oferece segurança, economia de tempo, e permite que você continue seus compromissos sem perder horas em trânsito ou em salas de espera.

    Essa nova era da saúde, com a Web 4.0 e a inteligência artificial, está transformando a forma como cuidamos de nós mesmos. Não fique de fora. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, guardar meu contato e acompanhar minhas redes sociais. Estarei por aqui quando você precisar.

    Hoje, é possível ter uma segunda opinião médica sem sair de casa, com total privacidade, agilidade e confiança. Se desejar, basta clicar no meu perfil para agendar. É um caminho moderno, seguro e eficiente para quem quer cuidar da saúde com seriedade e atenção.


  • Olá, meu filho tem 5 anos tem epilepsia já está em tratamento e começou a tomar uma bandinha da pílu

    Olá, meu filho tem 5 anos tem epilepsia já está em tratamento e começou a tomar uma bandinha da pílula urbanil a noite ao deitar, mas começou sentir muitas dores nas pernas depois q toma, pode ser efeito colateral desse remédio? sendo q ele sofria dessas dores, só qndo tinha convulsõe, só q agora tá constante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Lamento que seu filho esteja passando por isso. Entendo o quanto pode ser angustiante ver uma criança tão pequena com dores frequentes, especialmente em meio a um tratamento para epilepsia. Vamos falar sobre o que pode estar acontecendo de forma clara.

    O Urbanil (cujo princípio ativo é o clobazam) é um medicamento da classe dos benzodiazepínicos, usado com frequência no controle de crises epilépticas, principalmente quando há resistência a outros tratamentos. Seu uso, especialmente em crianças, exige acompanhamento criterioso. Entre os efeitos adversos mais comuns, podemos observar sonolência, irritabilidade, alteração do apetite, coordenação motora prejudicada ou mudanças no comportamento. Dores musculares ou nas pernas não estão entre os efeitos colaterais típicos da medicação. Isso não significa que não possam ocorrer, mas é incomum.

    O fato de as dores nas pernas estarem mais constantes agora, mesmo sem crise, merece atenção, mas não aponta necessariamente para um efeito colateral do Urbanil. É possível que essas dores estejam relacionadas a outros fatores. Muitas crianças com epilepsia têm dores musculares após as crises convulsivas — como você mesmo notou. Isso se deve ao esforço físico extremo durante as crises, que pode causar fadiga muscular intensa. Mas quando a dor persiste mesmo sem a ocorrência das convulsões, precisamos investigar mais a fundo.

    Existem outras causas possíveis: crescimento rápido (as chamadas “dores de crescimento”), postura inadequada, carência de algumas vitaminas ou minerais como magnésio e vitamina D, ou até mesmo alterações musculares próprias da doença de base neurológica. Crianças em tratamento prolongado com anticonvulsivantes também precisam de acompanhamento ortopédico e neurológico regular.

    É importante não interromper o uso do medicamento por conta própria. A suspensão repentina de anticonvulsivantes pode precipitar novas crises. A melhor conduta é discutir essas dores com o médico que acompanha o caso, que pode pedir exames ou fazer ajustes no tratamento.

    Em uma teleconsulta, conseguimos acompanhar o caso com segurança, tirar dúvidas como essa, avaliar a história clínica com calma e orientar os próximos passos. A plataforma Doctoralia facilita essa escolha, mostrando médicos com alta satisfação e experiência em atendimentos como o do seu filho. Em tempos em que infecções como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e a gripe aviária H5N1 ainda circulam, manter sua família protegida é fundamental — e a telemedicina oferece essa proteção.

    Você evita o deslocamento, economiza tempo, não precisa enfrentar salas de espera e ainda recebe orientação médica segura e eficiente, onde estiver. A saúde digital é uma realidade e está revolucionando os cuidados médicos com o apoio da Inteligência Artificial e da Web 4.0. Se desejar, posso te orientar pessoalmente em uma teleconsulta — um passo inicial que qualquer médico pode e deve oferecer quando a criança ainda está no começo de sua jornada de cuidado.

    Mesmo que você não precise agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato. A telemedicina também permite consultas de segunda opinião com profissionais experientes, de forma discreta e confiável. Basta clicar no perfil.


  • Uma criança Autista que faz uso de Risperidona mas já tem os seguintes problemas que são de constipa

    Uma criança Autista que faz uso de Risperidona mas já tem os seguintes problemas que são de constipação crônica e astigmatismo, com o uso do Risperidona esses problemas podem se agravar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, especialmente quando se trata de uma criança com autismo, que já lida com desafios diários e ainda precisa enfrentar efeitos colaterais de medicações importantes no tratamento do comportamento.

    A risperidona é um antipsicótico atípico frequentemente utilizado em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para ajudar a controlar comportamentos agressivos, irritabilidade intensa, automutilações ou agitação. Apesar da eficácia, como todo medicamento, ela pode trazer efeitos colaterais que merecem atenção — principalmente em crianças com condições clínicas preexistentes, como é o caso da constipação crônica e do astigmatismo.

    Começando pela constipação: sim, a risperidona pode agravar esse problema. Um dos efeitos colaterais mais relatados dessa medicação é a lentificação do trânsito intestinal. Isso ocorre porque a risperidona pode interferir no funcionamento do sistema nervoso entérico, que regula o movimento dos intestinos. Quando a criança já tem constipação crônica, essa lentificação pode ser mais marcante, trazendo desconforto, dor abdominal, distensão e até recusa alimentar. A boa notícia é que isso pode ser manejado com medidas simples: aumento de fibras na dieta, boa hidratação, prática de atividade física e, em alguns casos, uso de laxativos orientados por profissional.

    Já sobre o astigmatismo, não há evidência de que a risperidona piore esse problema visual. Astigmatismo é uma alteração da curvatura da córnea ou do cristalino que provoca visão embaçada, e não há relação direta com a ação da medicação. Entretanto, como a risperidona pode causar sedação, alterações de foco visual transitório ou até distúrbios motores finos, crianças com alterações visuais podem relatar piora na percepção ou na atenção visual, o que pode ser confundido com agravamento do astigmatismo. Não é uma piora estrutural, mas funcional, passageira e, muitas vezes, ajustável com revisão oftalmológica e acompanhamento clínico.

    Em resumo, a constipação merece atenção especial com o uso da risperidona, e pode sim piorar — mas pode ser tratada de forma eficaz. O astigmatismo, por outro lado, não costuma se agravar diretamente, mas alterações visuais percebidas devem ser avaliadas para ajustar tanto o tratamento ocular quanto a resposta à medicação.

    Uma teleconsulta é ideal para discutirmos todos esses aspectos com calma, rever exames, ajustar a prescrição e orientar medidas complementares, tudo com segurança e conforto, especialmente em tempos de alta circulação de vírus como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e cepas graves da gripe aviária H5N1. Só a Telemedicina permite preservar a saúde da criança e da família, sem exposição a ambientes de risco, com economia de tempo e mais qualidade de vida.

    Através da plataforma Doctoralia, é possível escolher médicos com alto índice de resolutividade e satisfação. Não fique de fora dessa transformação. A revolução digital da Saúde, com apoio da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, está a favor de quem busca atendimento humanizado, rápido e eficiente. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, guardar nosso contato e acompanhar meus conteúdos nas redes sociais. Se desejar, posso acompanhar esse caso desde agora, inclusive como segunda opinião, com toda a atenção que sua criança merece.


  • Meu filho faz o uso de Fenobarbital,e agora vai ser trocado pelo Depakene...porém até finalizar o de

    Meu filho faz o uso de Fenobarbital,e agora vai ser trocado pelo Depakene...porém até finalizar o desmame do fenobarbital (retirar 5 gotas a cada 5 dias) ele usará os dois juntos..
    Tem algum problema??
    Eu li que pode aumentar o risco de dano ao fígado os dois juntos.. :(
    Mas não tem como tirar de uma vez..
    Ele começou o Depakene Hoje..28/04 e o Fenobarbital vai até dia 01 de Junho..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Lidar com a troca de uma medicação anticonvulsivante, especialmente quando envolve uma criança, causa mesmo angústia. E quando a gente lê algo sobre risco ao fígado, o medo cresce ainda mais. Mas é importante separar o que é risco teórico do que realmente acontece na prática clínica, com orientação médica adequada.

    O uso combinado de Fenobarbital e Ácido Valproico (Depakene), por um período temporário, como no processo de transição entre medicamentos, é uma conduta conhecida e, em muitos casos, necessária. A retirada abrupta do Fenobarbital pode provocar efeitos adversos, inclusive convulsões de rebote — algo que os médicos sempre tentam evitar com um desmame lento e seguro. Por isso, manter os dois medicamentos juntos por algumas semanas faz parte de um plano terapêutico cuidadoso, que visa proteger o cérebro da criança durante a mudança.

    Sim, é verdade que ambos os medicamentos têm potencial de causar sobrecarga hepática, mas isso não significa que o uso conjunto, por si só, vai causar dano ao fígado. A diferença está na forma como isso é monitorado. Quando essa combinação é usada sob orientação médica, é comum que o profissional solicite exames de sangue periódicos, como dosagem de enzimas hepáticas e função hepática (TGO, TGP, GGT, bilirrubinas), justamente para acompanhar de perto qualquer sinal de sobrecarga.

    Além disso, a tolerância de cada organismo é diferente. Muitas crianças fazem essa transição sem nenhum problema. O que realmente aumenta o risco é o uso sem acompanhamento, ou a introdução por conta própria de outros medicamentos, incluindo naturais, sem avisar ao médico. Então o mais importante é que essa troca esteja sendo conduzida com acompanhamento especializado, idealmente por um neuropediatra com experiência em epilepsia infantil.

    Caso surjam sintomas como sonolência excessiva, vômitos repetidos, pele ou olhos amarelados, irritabilidade fora do comum ou perda de apetite, vale a pena procurar uma avaliação mais rápida. Mas, fora isso, se o seu médico está acompanhando de perto, fez exames de base e programou esse desmame em 5 gotas a cada 5 dias, é porque julgou essa ser a forma mais segura de fazer a transição.

    Se ainda restarem dúvidas — e é natural que fiquem —, você pode conversar com um segundo especialista. Hoje em dia a teleconsulta permite obter uma segunda opinião médica com rapidez, discrição e total segurança, sem precisar sair de casa. A plataforma Doctoralia facilita isso, pois permite escolher profissionais com histórico de excelência em atendimento e satisfação dos pacientes. E em tempos em que ainda convivemos com ameaças como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e variantes agressivas da gripe aviária, o atendimento por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar de você e da sua família.

    Você economiza tempo, evita salas de espera, preserva sua rotina de trabalho ou estudo, e ainda se beneficia da transformação digital que está mudando a forma como tratamos da nossa saúde. Essa é a revolução da Web 4.0 e da Inteligência Artificial a serviço do bem-estar — e não dá mais para ficar de fora. Se quiser, posso te orientar em uma teleconsulta. Essa é uma tarefa que todo médico deve fazer, especialmente no início da jornada do paciente, quando ele mais precisa de acolhimento e de Atenção Primária de qualidade.

    Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que salve meu contato, visite meu perfil e minhas redes sociais. Informação de confiança e acolhimento verdadeiro podem fazer toda a diferença nos momentos mais difíceis.


  • Como é o desenvolvimento de uma criança que nasceu prematura?

    Como é o desenvolvimento de uma criança que nasceu prematura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. O nascimento prematuro traz uma série de dúvidas e inseguranças para qualquer família. Quando um bebê nasce antes de completar 37 semanas de gestação, ele chega ao mundo antes de estar completamente preparado. E isso pode afetar o desenvolvimento físico, neurológico e emocional ao longo dos primeiros anos de vida.

    Os primeiros meses geralmente exigem cuidados intensivos. O bebê pode precisar de suporte respiratório, sondas para alimentação, monitoramento constante. Isso porque muitos órgãos ainda estão amadurecendo fora do útero — pulmões, intestino, cérebro. Mas é importante saber que cada bebê é único. Existem prematuros que evoluem muito bem, sem nenhuma sequela, e outros que enfrentam desafios maiores, como atraso na fala, dificuldades motoras ou de aprendizado.

    O desenvolvimento de uma criança prematura precisa ser avaliado considerando a "idade corrigida", que é calculada subtraindo as semanas de prematuridade da idade cronológica. Isso evita comparações injustas com bebês que nasceram a termo. Muitas vezes, só depois dos dois anos é que o ritmo se equipara ao de outras crianças.

    Acompanhamento multidisciplinar é essencial. Pediatra, neuropediatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional — todos podem ser necessários, dependendo do caso. Intervenções precoces fazem toda a diferença. Quanto mais cedo detectamos qualquer atraso ou sinal de dificuldade, maiores as chances de estimular o potencial da criança e oferecer a ela o suporte que precisa para se desenvolver com qualidade de vida.

    Em uma teleconsulta, conseguimos acompanhar esses bebês de forma cuidadosa, orientar os pais, revisar exames e observar sinais clínicos relevantes, tudo com segurança e no conforto do lar. Em tempos em que convivemos com ameaças como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, gripes aviárias mais agressivas, o atendimento online garante proteção à saúde da criança e da família, além de economia de tempo e redução do estresse com deslocamentos e salas de espera lotadas.

    A Telemedicina permite um cuidado mais acessível, moderno e eficaz. Você pode contar com médicos experientes, com perfis altamente avaliados na Doctoralia, prontos para dar uma segunda opinião ou tirar suas dúvidas de forma clara, ética e sem complicações. Mesmo que agora você não precise de mim, sugiro que visite meu perfil, conheça meu trabalho e salve nosso contato. Nunca se sabe quando uma orientação segura pode mudar tudo.

    Estamos vivendo a revolução digital na saúde. E ela já está ao alcance de quem valoriza seu tempo, sua saúde e a de quem ama.


  • Ola, meu filho tem 4 anos mas desde os 2 anos sempre gostou de brincar com seus brinquedos. Mas ele

    Ola, meu filho tem 4 anos mas desde os 2 anos sempre gostou de brincar com seus brinquedos.
    Mas ele sempre coloca tudo em linha reta, um do ladinho do outro.
    E em lugares com sons muito alto ou com muitas pessoas fica muito assustado a ponto de chorar gritar e pedi pra ir embora.
    E ele tem muita dificuldade de se socializar até mesmo com outras crianças, as vezes ainda prefere falar com outro adulto, mas sempre com um certo limite, hoje a professora dele me chamou para perguntar mais coisas a respeito dele porque ela disse que notou que no meio da aula emite sons repetitivos e na hora do recreio smp prefere ficar sozinho, as vezes ele corre e se esconde em baixo da escada da escola.
    Não gosta de outros abraços se não for de mim, do pai e da irmã, as vezes ele fica nervoso com o toque de outras pessoas até mesmo conhecidos como avós, madrinha e principalmente amigos.
    Sei que nem uma criança e igual mas o comportamento dele e bem diferente da irmã dele .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Lamento que esteja passando por esse momento de dúvidas e preocupações. Nenhum pai está preparado para perceber que o filho apresenta comportamentos que não se encaixam no que costuma ser esperado. Mas saiba: o seu olhar atento e cuidadoso já é, por si só, um passo importante para ajudá-lo.

    O que você descreve são sinais que merecem, sim, uma avaliação com calma e responsabilidade. Crianças que alinham brinquedos de forma repetitiva, que têm hipersensibilidade a sons ou ao toque, que demonstram dificuldade para interagir com outras crianças e preferem se isolar — especialmente em momentos sociais, como o recreio —, podem estar demonstrando características compatíveis com um quadro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Os sons repetitivos durante a aula, a resistência ao contato físico de pessoas fora do núcleo familiar e o comportamento de se esconder reforçam ainda mais a importância de uma investigação profissional.

    Mas é fundamental dizer: diagnóstico não é rótulo. É compreensão. É o caminho para o acolhimento e, principalmente, para o cuidado correto. Cada criança com TEA é única. Algumas falam muito, outras quase não falam. Algumas têm grande capacidade intelectual, outras precisam de apoio escolar e terapêutico para avançar. E todas, sem exceção, têm o direito de crescer sendo compreendidas, respeitadas e amadas.

    Recomendo que você procure um neuropediatra com experiência em desenvolvimento infantil. Ele poderá realizar uma avaliação clínica detalhada, levantar hipóteses e, se necessário, indicar outras avaliações com equipe multidisciplinar: psicólogo, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, entre outros. O quanto antes isso for feito, maiores são as chances de oferecer a ele um suporte adequado para que se desenvolva com mais segurança e bem-estar — sem medo, sem sobrecarga sensorial, sem isolamento.

    Você pode contar com a teleconsulta para iniciar esse caminho agora, de forma segura, discreta e sem a pressão de estar em consultórios cheios. Plataformas como a Doctoralia orientam que você escolha médicos com os melhores índices de satisfação e experiência em casos como o do seu filho. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, gripes virulentas e outras doenças infecciosas, o atendimento por Telemedicina é a forma mais segura de proteger sua família. Você evita o estresse de trânsito, de salas de espera, e pode cuidar dele com atenção e tranquilidade aí da sua casa.

    Além disso, hoje a Telemedicina permite consultas de segunda opinião, o que é muito útil em casos como esse — em que o olhar de mais de um especialista pode ajudar a formar um plano de cuidado mais completo. Se quiser, posso te orientar em uma teleconsulta. Mesmo que agora não precise, recomendo visitar meu perfil e guardar o nosso contato. Estar bem informado e ter um médico de referência pode fazer toda a diferença.

    Seu filho não precisa ser igual à irmã. Ele precisa ser compreendido por quem o ama e acolhido por profissionais preparados. E você já deu um passo corajoso ao buscar essa escuta.


  • Meu filho tem 7 anos é TEA, n tem doença genética ( já fizemos exames) porém desde pequeno tem sobre

    Meu filho tem 7 anos é TEA, n tem doença genética ( já fizemos exames) porém desde pequeno tem sobrepeso e agora está com obesidade grau 1, não faz uso de nenhum medicamento. Já está com exame glicemia pouco alterada,Endócrino diz que não há remédio p previnir diabetes, porém ele n emagrece. Neuro diz que ele tem compulsão alimentar mas tbem não receitou nenhum medicamento. Queria opiniões se há tratamento com remédios pois ele é uma criança ativa cm seletividade alimentar, já controlamos a alimentação e ele fez exercício, porém sem sucesso na perda de peso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação e admiro o cuidado e a atenção que você está oferecendo ao seu filho, especialmente diante de uma situação tão complexa como essa.

    A obesidade na infância, principalmente em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), exige uma avaliação criteriosa e personalizada. Quando mencionamos que a maioria desses quadros tem uma base genética, é importante esclarecer que os exames comumente solicitados — como o cariótipo — são limitados e, muitas vezes, insuficientes para identificar causas genéticas mais sutis. Para uma investigação mais profunda, recomenda-se realizar o exame de exoma completo, que analisa milhares de genes de forma detalhada, incluindo aqueles relacionados a síndromes genéticas associadas à obesidade. Muitas vezes, só com essa avaliação conseguimos esclarecer se há alterações genéticas específicas que influenciam o ganho de peso e o comportamento alimentar.

    Você relata que seu filho é ativo, possui seletividade alimentar e que a família já adotou medidas importantes, como controle alimentar e incentivo à prática de exercícios. Esse esforço é valioso e deve ser reconhecido. No entanto, quando mesmo com essas intervenções não há sucesso significativo na perda de peso, é fundamental considerar alternativas terapêuticas mais modernas.

    Atualmente, existem opções medicamentosas aprovadas para o tratamento da obesidade pediátrica em casos selecionados. Entre elas, destacam-se os agonistas do receptor de GLP-1, como a liraglutida e a semaglutida, que atuam reduzindo o apetite e melhorando a saciedade. Esses medicamentos têm mostrado resultados promissores em estudos recentes, inclusive em crianças e adolescentes, sempre com acompanhamento rigoroso de uma equipe multidisciplinar. Claro que o uso deve ser criterioso, sempre avaliado em conjunto com o endocrinologista pediátrico, considerando o perfil de cada paciente, seus exames laboratoriais e seu histórico clínico.

    Sobre a compulsão alimentar, embora seu neurologista tenha reconhecido o quadro, é importante lembrar que há também abordagens medicamentosas específicas que podem ser consideradas em casos moderados a graves, além de terapias comportamentais. Existem medicações que auxiliam no controle da compulsão e podem ter papel complementar no tratamento da obesidade associada a TEA, mas cada prescrição deve ser feita de maneira muito individualizada e segura.

    Compreendo a angústia de buscar respostas e ver esforços não sendo correspondidos em resultados práticos. Para aprofundar essa avaliação, uma teleconsulta pode ser extremamente útil. Em uma conversa por Telemedicina, conseguimos analisar o histórico com calma, orientar próximos passos e até, se necessário, indicar a complementação dos exames. A plataforma Doctoralia, onde você pode me encontrar, orienta a escolha dos médicos com melhor índice de satisfação e atendimento humanizado, assegurando uma experiência segura e de qualidade.

    Em tempos em que ainda enfrentamos riscos de doenças infecciosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e a gripe aviária H5N1, a teleconsulta é a forma mais segura de proteger você e sua família. Além disso, você economiza tempo, evita trânsito e filas em salas de espera, e investe esse tempo no que realmente importa: sua família, seu trabalho, seu estudo. Não fique de fora da transformação digital da saúde trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A Telemedicina não apenas facilita atendimentos de Atenção Primária, mas também possibilita acesso a segundas opiniões com rapidez, segurança e discrição.

    Se desejar, posso orientá-lo em uma teleconsulta, já que todo médico deve estar disponível para guiar pacientes em sua jornada de saúde. Mesmo que agora não precise diretamente de mim, recomendo que visite meu perfil e redes sociais e guarde o nosso contato. Nunca se sabe quando uma orientação segura pode fazer a diferença no cuidado com quem mais amamos.

    Caso tenha interesse, basta clicar no perfil e agendar. Estou à disposição para ajudar.


  • Bebê de 1 ano e 3 meses parou de falar oque sabia e balança as mãos quando está feliz,triste etc and

    Bebê de 1 ano e 3 meses parou de falar oque sabia e balança as mãos quando está feliz,triste etc anda nas pontas dos pés as vezes
    Na família a casos de autismo pode ser uma fase ou forma de se expressar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando um bebê que já emitia palavras deixa de falar e, ao mesmo tempo, começa a apresentar comportamentos repetitivos — como balançar as mãos em momentos de emoção ou andar nas pontas dos pés — é natural que pais e cuidadores fiquem atentos e preocupados. Esses sinais chamam a atenção porque fogem do padrão típico de desenvolvimento esperado para essa faixa etária.

    A regressão de linguagem, especialmente quando acompanhada de movimentos repetitivos e padrões motores peculiares, como andar nas pontas dos pés, merece investigação cuidadosa. Esses comportamentos não devem ser encarados apenas como uma fase. Embora crianças pequenas possam sim explorar diferentes formas de se expressar, quando há histórico familiar de autismo, é ainda mais importante não adiar uma avaliação. O TEA — Transtorno do Espectro Autista — pode se manifestar de maneira bastante sutil no início, mas, com o passar do tempo, os sinais tendem a se tornar mais evidentes.

    Muitas vezes, o primeiro sinal que leva a família a procurar ajuda é justamente essa parada no desenvolvimento da fala, ou até mesmo a perda de palavras que a criança já usava. O balançar das mãos (chamado de estereotipia) em situações de alegria ou frustração também é muito característico e, apesar de parecer um gesto inofensivo, pode ser um marcador importante quando visto em conjunto com outras atitudes, como a dificuldade de contato visual, baixa resposta ao nome, ou mesmo o apego excessivo a rotinas.

    Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhores são as oportunidades de intervenção. Isso porque o cérebro do bebê, ainda em fase de intenso desenvolvimento, é mais plástico, ou seja, responde melhor aos estímulos e aos programas terapêuticos estruturados. Ignorar ou adiar essa investigação pode significar a perda de um tempo precioso para apoiar o crescimento e a autonomia da criança.

    Hoje, felizmente, temos recursos modernos e seguros para ajudar as famílias nessa jornada. Uma teleconsulta pode ser o primeiro passo — simples, acolhedor e eficaz. Por meio da Telemedicina, conseguimos escutar você com atenção, orientar quais exames ou profissionais procurar e oferecer uma primeira análise da situação. A plataforma Doctoralia permite que você escolha médicos bem avaliados, com experiência em diagnóstico precoce e abordagem humanizada.

    Em tempos de doenças infecciosas como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e variantes da gripe aviária H5N1, cuidar da saúde sem sair de casa virou sinônimo de segurança. A Telemedicina protege sua família e ainda evita deslocamentos, filas, salas de espera cheias. Você ganha tempo para focar no que importa: seu trabalho, seus estudos e o bem-estar do seu filho.

    Estamos vivendo uma revolução na Saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Não fique de fora. A avaliação médica pela internet é uma ferramenta poderosa para quem precisa de orientação qualificada logo no início da jornada. Mesmo que você ainda esteja em dúvida, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho nas redes sociais e guardar esse contato. Pode ser útil hoje, amanhã ou em qualquer momento em que precisar de um olhar técnico e humano para sua dúvida.

    A Telemedicina também permite consultas de segunda opinião — rápidas, confidenciais, com especialistas de diferentes áreas e com a mesma seriedade de um consultório físico. Se quiser saber mais ou agendar uma conversa, basta clicar no meu perfil. Estou à disposição.


  • Boa noite por favor estou bem triste ,meu filho tem 2 anos e 3 meses ele teve 4 convulsões febris me

    Boa noite por favor estou bem triste ,meu filho tem 2 anos e 3 meses ele teve 4 convulsões febris menos de 38 ele comvulciona não é sempre que ele comvulciona estou marcando neuro mais estou com dúvida a Dr deve passar remédio controlado pra ele anticonvulsivante???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua angústia. Ver um filho ter uma convulsão, ainda mais tão pequeno, é uma das experiências mais assustadoras para qualquer mãe ou pai. Quando isso acontece mais de uma vez, o medo de algo mais grave se instala, e é natural que surjam dúvidas sobre o que fazer, que tipo de tratamento é necessário e se o uso de remédio controlado será mesmo indicado.

    As convulsões febris são crises que ocorrem em crianças pequenas, geralmente entre os 6 meses e os 5 anos de idade, quando a temperatura do corpo sobe — às vezes, mesmo sem febre alta, como no caso do seu filho. Isso acontece porque o cérebro infantil, ainda em desenvolvimento, pode reagir de forma exagerada a alterações rápidas da temperatura. É um fenômeno mais comum do que se imagina e, apesar do susto, na maioria dos casos não causa sequelas.

    Quando uma criança apresenta várias convulsões febris, especialmente em um intervalo curto de tempo, é comum que os médicos cogitem o uso de medicamentos anticonvulsivantes. No entanto, essa decisão deve ser bem refletida. Não é automático. O remédio é prescrito quando o risco de novas crises se torna alto ou quando as convulsões apresentam características atípicas, como duração prolongada ou ausência de febre. Mas é preciso lembrar que todo medicamento controlado tem efeitos colaterais e pode influenciar no desenvolvimento da criança.

    O que a experiência mostra é que, muitas vezes, a indicação desses remédios vem mais da ansiedade da família do que da real necessidade clínica. Quando os pais estão mais bem informados, emocionalmente fortalecidos e têm acesso a bons profissionais, muitas vezes é possível acompanhar a criança com segurança, sem precisar iniciar de imediato uma medicação de uso contínuo. Monitoramento cuidadoso, boa orientação e acesso rápido a atendimento médico são pilares fundamentais para evitar intervenções desnecessárias.

    É excelente que você já esteja buscando um neurologista. O ideal é conversar com esse especialista com calma, relatar tudo o que observou — inclusive a temperatura nas crises, a duração, se a criança perdeu os sentidos, se demorou a voltar ao normal. Essas informações são decisivas na hora de decidir o tratamento. Não tenha medo de perguntar, de pedir explicações, de discutir com o médico sobre riscos e benefícios. A decisão deve ser compartilhada, levando em conta tanto a condição médica da criança quanto o ambiente em que ela está inserida.

    A Telemedicina pode ser um grande aliado nessa fase. Por meio de uma teleconsulta, você pode discutir esse caso com um neurologista infantil experiente, sem sair de casa, com conforto e segurança. A plataforma Doctoralia permite encontrar os médicos mais bem avaliados, com histórico comprovado de satisfação no atendimento. Em tempos de doenças como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e cepas agressivas de gripe aviária, o cuidado à distância é também um cuidado com a sua saúde e da sua família.

    Além de evitar salas de espera lotadas, trânsito e deslocamentos cansativos, a consulta online te dá tempo. Tempo para refletir, para ouvir com atenção, para cuidar do seu filho com serenidade. É um recurso moderno, seguro e inteligente, parte da revolução da Saúde Digital e da era da Inteligência Artificial. Mesmo que você ainda não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, me siga nas redes sociais e guarde esse contato. Posso te ajudar com orientações personalizadas, inclusive em casos que ainda estão no começo da jornada.

    E lembre-se: pela Telemedicina também é possível buscar uma segunda opinião médica, com sigilo, agilidade e qualidade. Se sentir que precisa de mais segurança antes de iniciar qualquer medicação, basta clicar no meu perfil. Estou por aqui.


  • Minha filha tem 10 anos está tomando respiridona 1 mg a 5 meses e a um mês atrás começou com episódi

    Minha filha tem 10 anos está tomando respiridona 1 mg a 5 meses e a um mês atrás começou com episódios de vômito e diarreia todos os domingos , já fomos no gartro e os exames estão todos bons , será um efeito colateral da respiridona ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua inquietação. Quando uma criança começa a ter episódios repetidos de vômito e diarreia, ainda mais sempre no mesmo dia da semana, é natural que os pais pensem logo em algo que possa estar errado com a medicação. Afinal, qualquer desconforto no corpo de um filho acende o alerta da gente.

    A risperidona é um medicamento usado em diversas condições neurológicas e comportamentais, e pode sim provocar efeitos colaterais — entre eles, alterações no apetite, sonolência, ganho de peso e, em alguns casos, efeitos gastrointestinais. No entanto, esses efeitos costumam aparecer de forma mais persistente e não em um padrão tão específico como o que você descreveu.

    Se sua filha está usando a risperidona há cinco meses e os sintomas digestivos surgiram só agora, com regularidade marcada aos domingos, é pouco provável que isso esteja diretamente relacionado ao remédio. Medicamentos costumam causar efeitos que se mantêm com o uso contínuo ou aparecem logo nas primeiras semanas de tratamento. Quando algo novo aparece depois de tanto tempo, e sempre em um mesmo dia, é preciso olhar com cuidado para o que acontece nesse dia: rotina diferente? Alimentação fora de casa? Alguma situação emocional específica? Às vezes, o corpo de uma criança responde com sintomas físicos ao que a mente ainda não sabe expressar com palavras.

    É bom saber que os exames do aparelho digestivo estão normais. Isso afasta causas orgânicas mais sérias. Mas também aponta que talvez a causa seja funcional ou até emocional. Algumas crianças, diante de tensões ou mudanças sutis no ambiente — como expectativa por algo, ansiedade com a escola na segunda-feira, conflitos familiares ou simplesmente uma mudança na rotina alimentar — podem reagir com episódios de vômito e diarreia.

    Vale conversar com o médico que prescreveu a risperidona e expor essa preocupação. Ele pode avaliar se há algum motivo concreto para ajustar a dose, suspender ou manter a medicação. Mas é fundamental que essa decisão seja feita com base em uma análise cuidadosa, e não apenas por associação temporal.

    Uma boa alternativa para isso é marcar uma teleconsulta com um psiquiatra infantil ou neuropediatra. Pela Doctoralia, você pode escolher especialistas bem avaliados, com grande experiência nesse tipo de situação. Em poucos cliques, você fala com um profissional preparado para ouvir, orientar e, se necessário, propor alternativas. Tudo de forma prática, rápida e segura, no conforto da sua casa.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e variantes virulentas da gripe aviária H5N1, fazer consultas à distância é uma medida de proteção. Você evita deslocamentos, filas, e ainda ganha tempo para o que realmente importa. É o caminho mais seguro e eficiente para cuidar de quem a gente ama. A Saúde vive hoje uma revolução digital com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Não fique de fora disso. A teleconsulta é, sim, uma forma moderna de oferecer atenção primária à saúde, com acompanhamento, acolhimento e respostas precisas.

    Se quiser conversar mais, posso te orientar numa dessas consultas. Mesmo que agora não precise, recomendo que salve meu contato, visite meu perfil e redes sociais. Pela Telemedicina também é possível buscar uma segunda opinião médica, com sigilo e agilidade. Se isso te ajudar, é só clicar no meu perfil. Estou à disposição.


  • Licença eu estou no ensino médio e queria saber se os especialistas podem me ajudar aqui em uma dúvi

    Licença eu estou no ensino médio e queria saber se os especialistas podem me ajudar aqui em uma dúvida, antes eu tinha ido no médico e ele prescreveu que eu deveria tomar setralina toda noite, mas eu queria saber se tem algum problema eu tomar antes de ir pra aula
    e eu comprei essa semana e só comecei a tomar hoje mesmo

    Obs:É setralina 10mg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua dúvida e admiro sua atitude de procurar se informar antes de tomar uma medicação que pode influenciar sua saúde emocional e mental. Ser responsável assim mostra maturidade, especialmente em um momento tão importante da vida como o ensino médio.

    A sertralina é um medicamento da classe dos antidepressivos, geralmente usado no tratamento de ansiedade, depressão e outros transtornos relacionados ao humor. Seu uso precisa ser muito bem acompanhado, principalmente por pessoas jovens, já que o cérebro ainda está em desenvolvimento nessa fase. A dose de 10 mg que você mencionou é bastante baixa — na prática, é considerada subterapêutica para a maioria dos casos. Em adultos, por exemplo, a dose inicial costuma ser de 50 mg por dia. Em adolescentes, a dosagem inicial pode ser menor, mas mesmo assim, 10 mg pode não ter efeito significativo. Essa dose baixa só faria sentido em contextos muito específicos, como uma introdução muito lenta à medicação por alguém extremamente sensível, ou como um ajuste inicial para avaliar tolerância. Mas mesmo assim, isso deve ser feito por um médico com experiência no assunto.

    Sobre o horário de tomar, a sertralina normalmente é administrada pela manhã ou à noite, dependendo de como o seu corpo reage. Algumas pessoas se sentem mais dispostas, outras ficam sonolentas. Como você ainda não tomou regularmente, faz sentido começar em um horário em que possa observar como seu corpo responde, de preferência com acompanhamento próximo. Trocar o horário sem orientação pode atrapalhar seu ritmo e até afetar sua rotina escolar.

    Minha orientação mais importante: volte a conversar com seu médico, de preferência alguém com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) no Conselho Regional de Medicina. Isso é um sinal de que ele realmente tem formação específica para lidar com esse tipo de tratamento. Na dúvida, uma segunda opinião médica é totalmente possível e recomendável — inclusive por telemedicina.

    Hoje, com a evolução da saúde digital, você pode ter essa conversa com conforto, segurança e privacidade. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e cepas perigosas como a gripe aviária H5N1, evitar hospitais, postos de saúde ou clínicas cheias é também uma maneira de se proteger. A teleconsulta te oferece isso: acompanhamento com médicos experientes, sem precisar sair de casa, sem perder tempo em deslocamentos ou salas de espera. É prático, econômico e ainda te ajuda a continuar focada nos estudos.

    Eu mesmo posso te orientar em uma teleconsulta, se você quiser. Essa é uma das tarefas mais importantes do médico: escutar com atenção, tirar dúvidas e oferecer uma orientação segura para quem está no começo da jornada de cuidados com a saúde. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil aqui na plataforma e me acompanhar nas redes sociais. Guarde esse contato.

    Lembre-se: você não está sozinha, e é possível ter uma segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, com os melhores profissionais do Brasil, direto pela tela do celular. Basta clicar no perfil do médico que você escolher.


  • Bom dia, meu filho tem 7 anos , usa dvp desde os 5 meses ,tem tido dor de cabeça frequentemente , po

    Bom dia, meu filho tem 7 anos , usa dvp desde os 5 meses ,tem tido dor de cabeça frequentemente , pode ser mal funcionamento, já fez retorno e sempre falam que está tudo bem, o que fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver uma criança de apenas 7 anos sofrendo com dor de cabeça frequente é algo que angustia qualquer pai ou mãe — especialmente quando existe um histórico de hidrocefalia e uso de DVP desde os primeiros meses de vida.

    Vamos direto ao ponto: dor de cabeça em uma criança com válvula de derivação ventrículo-peritoneal (DVP) nunca deve ser considerada algo normal. Mesmo que os retornos médicos indiquem que "está tudo bem", o fato de os sintomas persistirem exige uma investigação cuidadosa. O mal funcionamento da válvula pode, sim, causar dor de cabeça, mas nem toda dor de cabeça em quem tem DVP significa que a válvula está com problema. A questão é: nunca podemos assumir que é algo banal.

    O funcionamento da válvula pode oscilar. Às vezes, ela não entope completamente, mas também não drena como deveria. Isso pode gerar um aumento discreto da pressão intracraniana, o suficiente para causar desconforto sem sinais claros nos exames de imagem. Além disso, alterações sutis no comportamento da criança — como ficar mais irritada, sonolenta, ou demonstrar maior sensibilidade à luz e ao barulho — podem ser pistas importantes, mesmo quando a tomografia ou a ressonância não mostram alterações evidentes.

    Outras causas também devem ser levadas em consideração. Crianças com DVP podem ter cefaleias por tensão, problemas visuais, enxaqueca infantil ou mesmo efeitos de ansiedade. Tudo isso deve ser considerado e investigado por alguém que olhe a criança como um todo, e não apenas a válvula.

    Em casos assim, o acompanhamento por telemedicina pode ser uma ferramenta segura, rápida e altamente eficiente. É possível conversar com um médico experiente, rever laudos e exames, orientar novas condutas e encaminhar para avaliação presencial se houver necessidade. A plataforma Doctoralia orienta os pacientes a escolherem médicos com melhor índice de satisfação e excelência em atendimentos — isso faz diferença na qualidade do cuidado recebido.

    Num cenário em que convivemos com COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, sair de casa para consultas que podem ser feitas à distância não é apenas um risco evitável — é também um desperdício de tempo e energia. Com a Telemedicina, você protege sua família, economiza tempo de trânsito e salas de espera e investe nas suas prioridades.

    Não fique fora da revolução da Saúde que a Web 4.0 e a Inteligência Artificial estão promovendo. A atenção primária, que é o primeiro passo da jornada de cuidado, pode e deve começar por uma teleconsulta. Estou disponível para te orientar nesse processo, seja agora ou no futuro. Mesmo que neste momento você não precise de mim diretamente, recomendo visitar meu perfil na plataforma Doctoralia e guardar nosso contato.

    Atualmente, a Telemedicina já permite teleconsultas para segunda opinião médica — de maneira discreta, segura, confiável — com os profissionais mais recomendados da área. Caso queira, é só clicar no perfil e iniciar esse cuidado.


  • Meu filho tem 3 anos adquiriu algumas manias. Exemplo ele coca a cabeça coloca o dedo na boca, qqr p

    Meu filho tem 3 anos adquiriu algumas manias. Exemplo ele coca a cabeça coloca o dedo na boca, qqr parte q ele toca nele ele coloca o dedo na boca, ele fica as vezes com a lingua pra fora. E tbm Ele não fala suas próprias frases hora outra fórmula quero bebe água... Mas geralmente ele só repete tudo que a gente fala e pronuncia certo . As vezes ele não entende o que falamos. Ele brinca normal, interagi bem com as pessoas. Porém essas coisas estão me incomodando essa associação de tudo na boca!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua inquietação. Quando um filho pequeno começa a apresentar comportamentos repetitivos, como colocar o dedo na boca com frequência, coçar a cabeça, deixar a língua para fora ou repetir frases automaticamente, é natural que o coração dos pais se encha de dúvidas e preocupações.

    Esses comportamentos que você descreve podem, sim, ser sinais de cacoetes ou tiques — movimentos ou sons repetitivos, muitas vezes sem função evidente, que surgem de forma involuntária. São comuns na infância e, na maioria das vezes, transitórios. Mas isso não significa que devam ser ignorados. É importante observar a frequência, o contexto e se esses comportamentos estão interferindo no dia a dia da criança ou provocando sofrimento.

    A associação constante das mãos à boca, por exemplo, pode estar ligada a uma fase sensorial comum em crianças pequenas, mas também pode indicar algum grau de ansiedade ou de busca por autorregulação. A repetição automática das falas alheias, chamada de ecolalia, é algo que vemos em várias situações do desenvolvimento infantil — às vezes faz parte do processo normal de aquisição da linguagem, mas também pode ser um sinal de que a criança está com dificuldades em formar linguagem própria, ou ainda, um indicativo de transtornos do neurodesenvolvimento.

    Apesar disso, você mencionou algo reconfortante: ele brinca normalmente e interage bem com as pessoas. Isso é um ponto muito positivo. Mas o fato de que, às vezes, ele não entende o que é falado, merece atenção. Crianças com atraso ou alterações na linguagem podem acabar desenvolvendo comportamentos compensatórios — e é nesse ponto que um acompanhamento cuidadoso se torna essencial.

    Tiques e cacoetes também são temas que precisam ser tratados com delicadeza. Podem ser isolados ou fazer parte de quadros mais amplos, como a Síndrome de Tourette. Não significa que seu filho tenha isso, mas observar, acompanhar e entender é sempre melhor do que simplesmente esperar “passar sozinho”. Aliás, essa é uma situação tão frequente nos consultórios que desenvolvi um dos primeiros cursos online sobre o assunto, justamente para orientar pais, educadores e profissionais. Basta me procurar nas redes sociais para saber mais.

    O melhor caminho agora é buscar uma avaliação profissional que possa olhar seu filho por inteiro — sua linguagem, seus comportamentos, seu desenvolvimento. Uma teleconsulta é uma forma segura e eficaz de dar esse primeiro passo. Através da Doctoralia, você pode escolher médicos com alto índice de satisfação e excelência em atendimento. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções emergentes, cuidar da saúde da família sem sair de casa é mais do que comodidade — é proteção.

    Com a Telemedicina, você economiza tempo, evita trânsito, foge de salas de espera cheias e investe naquilo que realmente importa: sua tranquilidade e o bem-estar do seu filho. Estamos vivendo a era da Web 4.0, da inteligência artificial, da transformação digital da saúde. Não fique de fora. Posso te orientar pessoalmente em uma teleconsulta, porque esse cuidado inicial é papel de todo médico comprometido com a Atenção Primária.

    Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil e redes sociais e guarde nosso contato. A Telemedicina permite hoje consultas de segunda opinião de forma rápida, segura, prática e discreta — com os melhores especialistas disponíveis. Se quiser, é só clicar no perfil. Estou à disposição.


  • Olá tudo bem! O médico receitou a carbamazepina pra meu filho. Mas está causando muito sono a crian

    Olá tudo bem! O médico receitou a carbamazepina pra meu filho.
    Mas está causando muito sono a criança dorme dia e noite não consegue ir a escola nem brincar só faz dormir. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver seu filho dormindo demais, sem energia para brincar ou frequentar a escola, é angustiante. A carbamazepina, embora seja um medicamento muito utilizado para tratar crises epilépticas e algumas condições neurológicas e psiquiátricas, pode sim provocar sonolência como efeito colateral, especialmente no início do tratamento ou quando a dose ainda está sendo ajustada.

    Isso acontece porque a medicação atua diretamente no sistema nervoso central, ajudando a estabilizar a atividade elétrica do cérebro. Só que, nesse processo, o organismo pode reagir com um excesso de sedação. Algumas crianças são mais sensíveis e sentem isso de forma mais intensa. Por isso, é fundamental observar por quanto tempo essa sonolência persiste. Em muitos casos, o corpo vai se adaptando e os sintomas melhoram com o tempo. Mas se o sono for tão excessivo a ponto de impedir a criança de realizar atividades básicas, como brincar ou estudar, esse sinal não deve ser ignorado.

    É importante retornar ao médico que prescreveu o remédio para avaliar se a dose está adequada, se há possibilidade de trocar por outra medicação com menos efeitos sedativos, ou se é necessário fazer algum ajuste na rotina da criança. Nenhum tratamento deve tirar dela a chance de viver a infância com alegria e vitalidade.

    Em uma teleconsulta, conseguimos conversar com calma, rever o histórico, tirar dúvidas específicas sobre os sintomas e, se for o caso, orientar novos caminhos de cuidado. A plataforma Doctoralia facilita essa escolha ao destacar os médicos com os melhores índices de atendimento e satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, cepas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, manter seu filho seguro sem sair de casa é essencial. A telemedicina protege sua família, poupa seu tempo, evita deslocamentos desnecessários e deixa você mais livre para trabalhar, estudar ou cuidar de quem ama.

    A revolução da saúde digital já começou. A Web 4.0 e a Inteligência Artificial estão tornando os atendimentos mais eficientes, humanos e acessíveis. Mesmo que você não precise de mim agora, vale a pena visitar meu perfil e redes sociais. Guarde esse contato. Quando surgir a dúvida, estarei por aqui. A Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura com os médicos mais recomendados da plataforma. Se quiser, basta clicar no meu perfil.


  • Olá, minha filha está sobe investigação de TDHA e tomava respiridona 0,5 pela noite a médica dividiu

    Olá, minha filha está sobe investigação de TDHA e tomava respiridona 0,5 pela noite a médica dividiu a medição pois ela estuda na escola tempo integral e fazia xixi na roupa e só dormia
    Ela dividiu pra ela tomar 0,25 pela manhã e 0,25 a noite e agora ela chega na escola e só dorme o xixi já não faz mais e não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua angústia. Ver uma filha pequena dormindo na escola e ainda sob o uso de medicação é motivo legítimo de preocupação para qualquer mãe ou pai atento. A sua dúvida é importante e, infelizmente, bastante comum nos consultórios e nas teleconsultas pediátricas e neuropediátricas.

    Antes de mais nada, é preciso esclarecer um ponto essencial: não se inicia tratamento medicamentoso sem diagnóstico preciso. Essa é uma regra básica em Medicina, especialmente quando se trata de crianças. A risperidona, que sua filha está usando, não é indicada para tratar TDAH — transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. É uma medicação antipsicótica atípica, utilizada em casos bem específicos, como em alguns quadros de agressividade grave ou desregulação comportamental que fazem parte de transtornos do neurodesenvolvimento, especialmente o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    Quando a risperidona é usada fora desses contextos, principalmente sem diagnóstico claro, o risco de efeitos adversos aumenta — e é exatamente o que está acontecendo com sua filha. Ao dividir a dose para tentar controlar o xixi na roupa e os episódios de sono tardio, a criança agora passou a dormir na escola. Isso indica que o organismo dela está reagindo à sedação causada pela medicação, algo comum com a risperidona, principalmente em crianças pequenas e sensíveis aos efeitos neurológicos desses fármacos.

    A melhora do controle urinário pode ter vindo por outros fatores — como amadurecimento neurológico, adaptação da rotina ou até mesmo pela sedação, o que diminui a percepção da urgência urinária. Mas isso não justifica manter a medicação em uso se ela não trata a causa real do problema.

    Minha orientação é clara: pare, respire e reavalie com calma o que está sendo feito. É fundamental que essa criança passe por uma avaliação diagnóstica cuidadosa, completa, humanizada e baseada em evidências, considerando não só a hipótese de TDAH, mas também a possibilidade de autismo — algo que infelizmente ainda é negligenciado em muitas consultas rápidas. As dificuldades que você descreve — xixi na roupa, sono desregulado, e agora sonolência excessiva — não são sintomas típicos de TDAH isoladamente, mas sim de um perfil mais complexo, multifatorial e que precisa ser olhado com lupa.

    Felizmente, a Telemedicina permite hoje um acompanhamento seguro, eficaz e individualizado, sem que você precise tirar sua filha da rotina da escola ou se deslocar longas distâncias. Com uma teleconsulta bem-feita, você recebe orientação médica detalhada, pode tirar dúvidas com calma e planejar os próximos passos da avaliação — inclusive a interrupção ou substituição segura da medicação atual. E tudo isso, no conforto e segurança da sua casa.

    Na plataforma Doctoralia, é possível escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada em situações como a da sua filha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, a Telemedicina protege você e sua família, economiza tempo, evita salas de espera lotadas e ainda permite que você invista seu tempo no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e o cuidado direto com sua filha.

    Estamos vivendo a transformação digital da Saúde com a Web 4.0 e o uso ético da Inteligência Artificial (IA). Essa revolução está ao seu alcance e pode transformar a vida da sua filha — desde que você tome as rédeas da condução médica, buscando informações claras e apoio profissional adequado.

    Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, como médico de segunda opinião ou mesmo como primeiro passo da Atenção Primária em Saúde da sua filha. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que salve meu perfil e redes sociais. Isso pode ser útil no futuro.

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