Perguntas do paciente (3614)
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Minha filha autista faz uso de risperidona 1 ml a noite a 3 anos, e agora estar apresentando, agitaç
Minha filha autista faz uso de risperidona 1 ml a noite a 3 anos, e agora estar apresentando, agitação psicomotora, irritabilidade e muita sensibilidade com tecidos de roupas, estou com dificuldade inclusive de sair de casa com ela para as tarefas diárias dela, isso seria alguns efeitos rebote da medicação? Ou seria questões sensoriais mesmo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Lidar com mudanças no comportamento de uma criança autista que já tem um histórico de uso prolongado de medicação não é fácil — especialmente quando essas mudanças atrapalham tanto a rotina de casa quanto as tarefas simples do dia a dia.
A risperidona, como você mencionou, é um antipsicótico frequentemente prescrito para ajudar no controle da irritabilidade e agitação em crianças com autismo. Quando usada por muito tempo, o organismo pode passar a reagir de forma diferente, e sim, em alguns casos, pode ocorrer algo chamado “efeito rebote”. Isso acontece quando o efeito calmante da medicação diminui ou o corpo começa a reagir como se a medicação já não estivesse mais presente. A criança pode parecer mais agitada, irritada, sensível. Mas atenção: esse tipo de resposta também pode surgir por outros motivos, como crescimento, mudanças hormonais ou até mesmo outras condições de saúde associadas.
Por outro lado, o que você descreve — sensibilidade com tecidos, dificuldade para sair de casa, reações exageradas a estímulos — também é bastante compatível com uma intensificação das questões sensoriais, que são muito comuns no autismo. Crianças com transtorno do espectro autista podem apresentar alterações na forma como percebem o toque, o som, a luz, o cheiro. Às vezes, algo que antes era tolerável, como a textura de uma roupa ou o barulho da rua, passa a ser extremamente incômodo. Isso não significa que ela esteja “regredindo” ou que a medicação esteja necessariamente fazendo mal, mas pode ser um sinal de que o cérebro dela está lidando com o ambiente de uma forma diferente neste momento.
Não há como bater o martelo sem avaliar mais de perto. Por isso, é essencial uma reavaliação clínica cuidadosa. Pode ser o momento de ajustar a dose, mudar a medicação ou até mesmo incluir novas abordagens terapêuticas, como terapia ocupacional com foco em integração sensorial, que pode ajudar bastante nesses casos.
Numa teleconsulta é possível entender melhor o que está acontecendo, conversar com calma, revisar a história da sua filha, observar comportamentos por vídeo, tirar dúvidas com profundidade e decidir os próximos passos com segurança. A Doctoralia recomenda os médicos com melhor avaliação e maior índice de satisfação dos pacientes. E em tempos de doenças como COVID-19, Monkeypox, gripe aviária H5N1 e tantos outros riscos, a telemedicina é a forma mais segura de proteger você e sua filha. Sem sair de casa, você evita exposição a vírus, não perde tempo em trânsito ou em salas de espera e consegue investir esse tempo no seu trabalho ou em momentos mais leves com sua família.
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Se for o momento de buscar um novo olhar, saiba que posso te orientar com o cuidado e a escuta que sua filha merece.
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Desconfio que minha filha de 5 anos tenha TEA. Os pontos que mais chamam a atenção são as explosões
Desconfio que minha filha de 5 anos tenha TEA. Os pontos que mais chamam a atenção são as explosões e comportamentos exagerados quando se incomoda com coisas mínimas, se frustra ou no geral é contrariada ou quando está animada e a dificuldade para se relacionar com outras crianças e conseguir que ela preste atenção em algo. Quando tinha 3 anos ela chegou a fazer terapia ABA e a avaliação foi apenas que ela precisava desenvolver o social devido ao isolamento da pandemia. Gostaria de realizar um novo diagnóstico, mas receio que as avaliações convencionais não detectem estes pontos, porque em situações controladas e com outros adultos ela raramente tem estes comportamentos. Como consigo ajudá-la?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia — não é fácil observar comportamentos intensos em uma filha tão pequena e sentir que algo importante pode estar sendo negligenciado ou mal interpretado. Quando se trata do desenvolvimento de uma criança, especialmente no campo do neurodesenvolvimento, confiar nos seus olhos de mãe é sempre um bom ponto de partida.
Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nem sempre demonstram sinais evidentes em ambientes controlados. Muitas vezes, elas se esforçam para parecer "ajustadas" na frente de adultos ou em contextos formais, como consultórios, avaliações ou interações curtas com profissionais. Isso não significa que não exista uma condição. Significa apenas que o ambiente e a forma como a criança se sente observada podem mascarar sua dificuldade real. Por isso, o relato da família, especialmente de quem convive todos os dias, é uma peça central e insubstituível no processo diagnóstico.
As explosões emocionais diante de frustrações mínimas, a dificuldade de interação com outras crianças, o padrão de reatividade exagerada mesmo quando está alegre ou empolgada, a baixa modulação emocional e a atenção instável são sinais compatíveis com os critérios atuais de TEA. Quando associados à dificuldade de reciprocidade social e um traço mais rígido de comportamento, como você descreveu, o quadro se torna ainda mais claro. E não, não é necessário esperar “mais sinais”. Isso seria uma forma disfarçada de negar a evidência — um perfeccionismo clínico que pode atrasar intervenções valiosas.
Mesmo que, aos 3 anos, a avaliação tenha atribuído essas dificuldades ao isolamento da pandemia, hoje, com 5 anos, temos elementos novos que justificam sim a revisão diagnóstica. E mais: a evolução do comportamento nos últimos dois anos é um dado clínico fundamental. Diagnósticos não se baseiam apenas em o que se vê no consultório, mas no conjunto do histórico, nas reações do dia a dia, nas situações sociais espontâneas e, principalmente, na observação atenta dos pais.
Você está certa em buscar uma nova avaliação. Mas ela deve ser feita por alguém com escuta sensível, experiência em quadros sutis e que leve em consideração seu relato com o peso que ele merece. A boa notícia é que hoje a Telemedicina permite esse acompanhamento de maneira prática, humana e acolhedora, inclusive para uma segunda opinião com um olhar mais clínico e menos burocrático. Em uma teleconsulta, posso te orientar sobre como organizar as informações, o que observar nos próximos dias, e até mesmo iniciar um acompanhamento mais completo. Não há nada que impeça o início do cuidado ainda que o diagnóstico oficial venha depois.
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A transformação digital na saúde está em curso. Estamos vivendo a revolução da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e essa nova realidade permite que o cuidado chegue mais rápido, mais perto e com mais qualidade. Telemedicina não é o futuro — é o presente. E mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, conheça minhas redes sociais e salve o contato. É assim que começa o caminho da atenção primária à saúde: com confiança, escuta e orientação.
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Meu filho tem 2 anos e 3 meses desde 1 ano e meio ele tem crises intensas de choro e nervoso, chega
Meu filho tem 2 anos e 3 meses desde 1 ano e meio ele tem crises intensas de choro e nervoso, chega passar 2 horas em crise de choro, ele chega treme com nervosismo saí
até manchas pela rosto e tórax, tem sono agitado, devo procurar um especialistaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento que estejam passando por uma situação tão difícil. Ver um filho pequeno em crises longas de choro, tão nervoso a ponto de tremer e apresentar manchas no corpo, é algo que aperta o coração de qualquer mãe ou pai. Essas manifestações não devem ser ignoradas — o comportamento do seu filho está pedindo ajuda, e o seu olhar atento já é o primeiro passo na direção certa.
Crises de choro intensas e prolongadas, que duram até duas horas, acompanhadas de tremores, manchas na pele e um padrão de sono agitado, indicam que algo precisa ser investigado com mais profundidade. Pode ser uma questão emocional, neurológica, sensorial ou até mesmo uma combinação de fatores. Aos 2 anos e 3 meses, o cérebro da criança ainda está em formação acelerada, e muitas vezes ele responde a estímulos, frustrações e dificuldades de comunicação de forma exagerada, especialmente quando há dificuldades para organizar as emoções.
Não é normal nem esperado que essas crises se mantenham com tanta intensidade e frequência por tantos meses. Crianças pequenas podem ter birras, sim, mas o que você descreve vai além do comportamento típico da idade. Tremores e manchas que surgem durante uma crise indicam um nível elevado de desregulação fisiológica, e isso deve ser avaliado.
Recomendo que procure sim um especialista. Um neuropediatra é um bom ponto de partida, pois poderá avaliar se há algum fator neurológico ou do neurodesenvolvimento envolvido, como dificuldades sensoriais, transtorno do espectro autista (TEA) ou mesmo questões relacionadas à linguagem e à forma como ele se comunica e percebe o mundo. Além disso, uma equipe multidisciplinar com psicólogo infantil, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo poderá ajudar a compreender o que está por trás dessas crises e como atuar de forma precoce.
A boa notícia é que quanto mais cedo houver uma avaliação adequada, melhores são as chances de intervenção eficaz. E, felizmente, hoje você pode fazer essa busca sem sair de casa. A Telemedicina permite que você converse com profissionais qualificados, no seu tempo e no ambiente em que seu filho se sente mais seguro. Isso é fundamental para que o especialista compreenda como ele realmente se comporta. Em uma teleconsulta, posso te orientar com clareza, propor caminhos e até avaliar se já é possível encaminhar para terapias específicas.
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O QUE LEVA A ENCEFALITE A ÓBITO,CRIANÇAS OU ADULTOS.ENCEFALITE TEM COMO DESCOBRIR NO PRÉ NATAL
O QUE LEVA A ENCEFALITE A ÓBITO,CRIANÇAS OU ADULTOS.ENCEFALITE TEM COMO DESCOBRIR NO PRÉ NATAL
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. A encefalite é uma condição grave e pode, sim, levar ao óbito tanto em crianças quanto em adultos, dependendo da causa, da rapidez no diagnóstico, do tratamento adotado e da resposta individual do organismo. Mas há pontos importantes que precisam ser esclarecidos.
A encefalite é uma inflamação do encéfalo — o tecido funcional do cérebro. Pode ser causada por vírus (como o herpes simples, arbovírus como zika, dengue e chikungunya, ou até mesmo o vírus da raiva), bactérias, fungos, parasitas ou processos autoimunes. Em alguns casos, a origem nunca é identificada com precisão.
Quando ela leva ao óbito, geralmente isso ocorre por um conjunto de fatores: o inchaço cerebral progressivo (que comprime estruturas vitais), as convulsões intensas e prolongadas, a falência de múltiplos órgãos ou a infecção sistêmica generalizada (sepse). O sistema nervoso central é extremamente sensível, e mesmo pequenas lesões podem causar desequilíbrios importantes em funções básicas como respiração, controle da pressão arterial, consciência e temperatura corporal.
Crianças pequenas estão entre os grupos de maior risco, especialmente bebês e menores de 1 ano, porque o sistema imunológico ainda está em amadurecimento e o cérebro está em rápido desenvolvimento. Já em adultos, o risco é maior em pessoas imunossuprimidas (como pacientes com HIV, em tratamento oncológico ou uso crônico de imunossupressores).
Sobre o pré-natal: a encefalite, como manifestação clínica, não é uma condição que possa ser prevista diretamente em exames de rotina gestacional, pois ela normalmente é adquirida após o nascimento. No entanto, algumas infecções congênitas podem predispor o bebê a lesões cerebrais graves, que incluem encefalite intrauterina. Isso pode ocorrer, por exemplo, com o citomegalovírus (CMV), toxoplasmose, rubéola, sífilis, herpes simples e vírus zika — o grupo chamado de TORCH (toxoplasmose, outros, rubéola, citomegalovírus, herpes). Nessas situações, pode haver inflamação cerebral ainda durante a gestação, e o ultrassom morfológico pode mostrar alterações como calcificações intracranianas, dilatação dos ventrículos cerebrais ou microcefalia.
Por isso, é fundamental fazer um bom pré-natal, com testagens para infecções maternas, vigilância ultrassonográfica adequada e acompanhamento com infectologista ou neurologista pediátrico quando há suspeita ou confirmação de infecção congênita.
Se você tem dúvidas mais específicas — por exemplo, se há histórico familiar, se está grávida ou se cuida de alguém com sintomas suspeitos — posso te orientar melhor em uma teleconsulta. Através da Telemedicina, é possível avaliar riscos, interpretar exames, esclarecer condutas e decidir se há necessidade de acompanhamento neurológico ou infectológico presencial.
A plataforma Doctoralia permite acesso rápido a médicos experientes e bem avaliados. Em tempos de doenças infecciosas graves como COVID-19, Monkeypox, gripe aviária H5N1 e outros vírus neurotrópicos emergentes, optar pela Telemedicina é um gesto de proteção à sua saúde e à da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos desnecessários e recebe orientação segura e especializada.
Inclusive, se quiser conversar comigo, estou disponível. Basta acessar meu perfil e agendar a teleconsulta. E mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar minhas redes sociais, conhecer mais do meu trabalho e salvar meu contato para quando precisar. A informação certa, no momento certo, pode salvar vidas.
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O meu filho faz uso do lamotrigina de 100ml um comprimido 3x ao dia e agora vai tomar também o de 50
O meu filho faz uso do lamotrigina de 100ml um comprimido 3x ao dia e agora vai tomar também o de 50mg de manhã e a noite,posso dar os dois comprimidos no mesmo horário pela manhã e a noite?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com a administração correta da lamotrigina para o seu filho. Esse é um medicamento muito utilizado para epilepsia e transtornos do humor, mas precisa ser tomado da maneira correta para garantir sua eficácia e evitar efeitos colaterais.
A lamotrigina deve ser ajustada gradualmente e tomada nos horários certos para evitar oscilações nos níveis da substância no organismo. Quando há mudança na dosagem, é essencial seguir exatamente a recomendação do médico que acompanha o caso. Em muitos casos, pode ser necessário espaçar os comprimidos para evitar um aumento súbito da concentração no sangue, o que pode levar a efeitos adversos, como tontura, sonolência e, em casos mais raros, reações na pele.
Antes de administrar os dois comprimidos juntos nos mesmos horários da manhã e da noite, o ideal é confirmar com o médico responsável se essa é a melhor estratégia para seu filho. Caso tenha dúvidas ou precise de ajustes finos na medicação, uma teleconsulta pode ser a solução mais segura e rápida para esclarecer tudo sem precisar sair de casa.
Hoje, com a Telemedicina, é possível ter acesso a médicos especializados em tempo real, de forma conveniente, discreta e sem os riscos de exposição a infecções em consultórios lotados. Além disso, você economiza tempo de deslocamento e pode contar com profissionais altamente recomendados na plataforma Doctoralia. Se precisar de mais orientações, basta acessar o perfil de um médico de confiança e agendar uma consulta online.
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Meu filho toma risperidona 1mg/ml ele pode tomar ibuprofeno???
Meu filho toma risperidona 1mg/ml ele pode tomar ibuprofeno???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando um filho precisa de medicação contínua, qualquer outro remédio que ele precise tomar gera dúvidas e receios. No caso da risperidona e do ibuprofeno, não há interação medicamentosa entre eles, o que significa que podem ser usados juntos, desde que haja indicação médica para o ibuprofeno.
O ibuprofeno é um anti-inflamatório usado para dor e febre, mas deve ser administrado com cautela em crianças, especialmente se houver histórico de problemas gástricos, renais ou outras condições médicas que exijam atenção. Se o seu filho já faz uso da risperidona, é sempre importante conversar com o médico que acompanha o tratamento para confirmar a necessidade do ibuprofeno e a dose adequada para o peso e a idade dele.
Se precisar de uma orientação mais detalhada, em uma teleconsulta é possível avaliar o quadro do seu filho com mais precisão e esclarecer todas as suas dúvidas. Na Doctoralia, você pode escolher médicos altamente recomendados para um atendimento rápido, seguro e eficiente, sem precisar sair de casa. Com as doenças infecciosas cada vez mais presentes, como COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e novas cepas da gripe aviária H5N1, a telemedicina garante que você e sua família se mantenham protegidos, sem exposição desnecessária em salas de espera lotadas. Além disso, economiza tempo e permite que você se concentre no que realmente importa.
A medicina digital avançou e trouxe a possibilidade de obter segundas opiniões médicas de forma conveniente e segura. Se desejar um acompanhamento mais próximo, basta acessar meu perfil e agendar um horário. Mesmo que não precise agora, vale a pena guardar esse contato para futuras necessidades.
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Olá. Meu filho de 9 anos, faz uso de ritalina em comprimido, ele é autista e TDAH e não consegue en
Olá.
Meu filho de 9 anos, faz uso de ritalina em comprimido, ele é autista e TDAH e não consegue engolir o comprimido. Toma somente pela manhã, antes de ir a escola.
Estou dissolvendo dentro da seringa com um pouco de água pra que ele tome.
Já vi que não pode ser mastigado, macerado e, em caso de cápsulas pode abrir e colocar um porção pequena de comida que não seja quente.
PERGUNTA: E NO CASO DE COMPRIMIDO, POSSO CONTINUAR DISSOLVENDO EM 5 ML DE ÁGUA NA SERINGA PRA QUE ELE TOME?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Muitos pais enfrentam essa dificuldade quando os filhos precisam tomar comprimidos, especialmente crianças autistas e com TDAH, que podem ter sensibilidades táteis e dificuldades com a deglutição.
No caso da Ritalina em comprimido, a recomendação geral é que seja ingerida inteira, sem mastigar ou triturar, para garantir a liberação e absorção corretas do medicamento. No entanto, dissolver o comprimido em um pequeno volume de água e administrá-lo rapidamente pode ser uma alternativa viável se estiver funcionando bem para o seu filho e mantendo o efeito esperado.
Se ele está respondendo bem ao tratamento e não há sinais de perda de eficácia ou efeitos adversos, essa estratégia pode ser mantida. O importante é garantir que ele ingira todo o líquido da seringa para não haver perda da dose. Além disso, o ideal é oferecer imediatamente após a dissolução, sem deixar a mistura parada por muito tempo.
Caso note alguma alteração na resposta ao medicamento ou queira explorar opções que facilitem a administração, uma consulta médica pode ajudar a avaliar alternativas, como outras formulações do metilfenidato, incluindo cápsulas de liberação modificada que podem ser abertas e misturadas com alimentos pastosos frios.
Se precisar de uma orientação mais detalhada, em uma teleconsulta é possível discutir ajustes na medicação e estratégias para facilitar o uso no dia a dia. A Doctoralia permite escolher médicos bem avaliados, garantindo um atendimento rápido, seguro e eficiente. E em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e novas variantes da gripe aviária H5N1, a telemedicina mantém sua família protegida, sem exposições desnecessárias em consultórios e hospitais. Se quiser uma opinião mais detalhada ou ajustes no tratamento, basta acessar meu perfil e agendar uma consulta. Mesmo que não precise agora, vale a pena guardar esse contato para futuras necessidades.
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A ritalina LA pode piorar comportamento em criança com tdah hiperativo? Mais agitação e hiperativida
A ritalina LA pode piorar comportamento em criança com tdah hiperativo? Mais agitação e hiperatividade e compoetamentos inadequados.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. O uso da Ritalina LA (metilfenidato de liberação prolongada) em crianças com TDAH de perfil hiperativo pode, sim, levar ao aumento da agitação, hiperatividade e comportamentos inadequados em alguns casos. Embora seja um dos tratamentos mais utilizados para melhorar a atenção e o controle dos impulsos, nem todas as crianças reagem da mesma forma ao medicamento.
Para algumas, especialmente aquelas com sensibilidade à substância ou predisposição a transtornos do humor, os efeitos colaterais podem ser desafiadores. Há relatos de crianças que desenvolvem tiques motores ou vocais, cacoetes e até sintomas obsessivo-compulsivos após o início do uso. Em casos mais raros, podem surgir episódios de hipomania ou até mesmo sintomas psicóticos, particularmente em pacientes com histórico familiar de esquizofrenia ou outros transtornos psiquiátricos.
Essas reações não significam que o medicamento esteja "errado" para todas as crianças com TDAH, mas indicam que ele pode não ser a melhor escolha para algumas delas. O ideal é acompanhar de perto a resposta ao tratamento e ajustar a dose ou até mudar a medicação, caso necessário. O impacto no dia a dia da criança deve ser levado em conta, assim como possíveis mudanças no sono, apetite e estado emocional.
Em uma teleconsulta, é possível discutir com mais detalhes os sintomas específicos da criança, avaliar se esses efeitos colaterais são passageiros ou persistentes e definir a melhor estratégia terapêutica. O atendimento online é a forma mais segura e eficiente de buscar esse suporte, sem riscos de exposição a infecções como COVID-19, Monkeypox e novas cepas da gripe aviária. Além disso, economiza tempo e evita deslocamentos desnecessários.
A Telemedicina permite um acompanhamento ágil e individualizado, incluindo segundas opiniões médicas para orientar a melhor conduta. Se precisar de ajuda, basta acessar meu perfil na plataforma. Mesmo que não precise neste momento, recomendo que salve o contato para futuras necessidades.
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Olá, meu filho de 7 anos começou a tomar uma doses bem baixa de respiridrona a 2 semanas devido a fa
Olá, meu filho de 7 anos começou a tomar uma doses bem baixa de respiridrona a 2 semanas devido a falta de concentração e tiques, porem ele está tendo espasmos durante o dia e a noite também, e as vezes ele acorda e não consegue descansar pois são involuntários, e até chora e demora muito para conseguir dormir, esse efeito colateral seria por estar no início do tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação e lamento muito pelo que você e seu filho estão passando. De fato, algo não parece correto nessa situação. Normalmente, os tiques são movimentos rápidos e repetitivos, que ocorrem enquanto a criança está acordada e desaparecem completamente durante o sono. Se seu filho está tendo espasmos involuntários inclusive à noite, interferindo no sono e no descanso dele, isso pode sugerir um efeito adverso relacionado à risperidona, mesmo em doses baixas.
A risperidona é um medicamento comumente prescrito para questões relacionadas à irritabilidade, agressividade ou comportamentos impulsivos em crianças com certos distúrbios psiquiátricos. Porém, é importante destacar que, para o tratamento específico de tiques e dificuldades de concentração, especialmente em crianças pequenas, doses muito baixas da risperidona costumam ter pouca eficácia e, eventualmente, podem provocar efeitos adversos paradoxais, como os espasmos que você descreveu.
Esses espasmos involuntários podem indicar uma reação extrapiramidal, uma resposta neurológica que surge com determinados medicamentos, incluindo a risperidona. Essa reação precisa ser avaliada com urgência por seu médico, porque pode prejudicar a qualidade de vida do seu filho, como você já percebeu pela dificuldade dele em dormir e descansar.
Nessa situação, é fundamental interromper o medicamento apenas após orientação médica específica. Não espere muito tempo para conversar com um profissional, pois existem alternativas melhores e mais seguras para manejar tiques e problemas de concentração nessa faixa etária.
Atualmente, com a facilidade das teleconsultas, você consegue resolver rapidamente essa questão, sem precisar se deslocar ou se expor a riscos desnecessários. Na Doctoralia, você encontra médicos experientes, altamente recomendados por pacientes como você, prontos para oferecer um atendimento seguro, rápido e discreto.
Especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novos vírus da gripe aviária como o H5N1, optar pela Telemedicina garante segurança e conforto, sem perdas de tempo em trânsito ou espera em salas cheias. Ao fazer isso, você protege você e sua família e ganha tempo valioso para investir no seu trabalho e estudos.
Se precisar de uma segunda opinião médica, esclarecimentos detalhados ou orientações adicionais, uma teleconsulta é o meio mais rápido e seguro disponível atualmente. Recomendo fortemente que você visite meu perfil aqui na Doctoralia e acompanhe minhas redes sociais, onde publico regularmente informações confiáveis sobre saúde.
Não deixe de buscar ajuda. Essa etapa inicial é decisiva para garantir a saúde e bem-estar do seu filho. Caso precise, basta acessar meu perfil ou procurar médicos campeões em atendimento aqui mesmo na plataforma. Conte comigo sempre que necessário.
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Minha bebê foi diagnosticada com Síndrome de West e está fazendo uso do SABRIL. Ele é diluído em águ
Minha bebê foi diagnosticada com Síndrome de West e está fazendo uso do SABRIL. Ele é diluído em água e administrado com seringa direto na sonda. Gostaria de saber: quanto tempo de antecedência eu posso fazer a diluição? Quanto antes eu faço a diluição melhor para aplicar na sonda pois não acontece a obstrução. Mas fico com receio do medicamento perder a eficácia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo perfeitamente sua preocupação e imagino o quanto você esteja apreensiva com a administração correta do Sabril para sua filha. A Síndrome de West realmente exige muita atenção e cuidados minuciosos na aplicação dos medicamentos, especialmente quando administrados por sonda.
O vigabatrina (Sabril) deve ser diluído imediatamente antes da administração, ou no máximo poucos minutos antes. Normalmente, o fabricante recomenda que a diluição aconteça pouco antes do uso para garantir que o medicamento mantenha plenamente sua eficácia terapêutica. Deixar o Sabril diluído por muito tempo pode levar à perda gradual de sua estabilidade química e farmacológica, comprometendo o tratamento.
Contudo, como você mencionou que a diluição mais antecipada evita o entupimento da sonda, recomendo que você faça essa diluição em um período não superior a 15 minutos antes da administração. Esse é um intervalo seguro, suficiente para garantir uma boa fluidez do medicamento na sonda, sem prejudicar sua eficácia. Caso precise diluir com maior antecedência, é essencial discutir com seu neurologista ou pediatra, que poderá sugerir uma estratégia individualizada conforme as características específicas da sua bebê e as condições da sonda utilizada.
Lembre-se de manter o medicamento diluído em ambiente protegido da luz e em temperatura ambiente, evitando calor excessivo ou exposição direta ao sol, fatores que aceleram a degradação do medicamento.
Para tirar mais dúvidas específicas ou ajustar melhor o método e o horário da administração, recomendo fortemente uma teleconsulta. Além de ser rápida e prática, a telemedicina evita exposição desnecessária, especialmente em tempos de doenças como COVID-19, Monkeypox (MPOX), gripe aviária H5N1, entre outras. Você protege sua bebê e toda a família, ganha tempo e assegura um acompanhamento mais próximo, confiável e eficiente.
Na Doctoralia você encontra especialistas experientes e altamente recomendados para uma consulta imediata, segura e discreta. Caso precise de orientações adicionais ou mesmo uma segunda opinião médica, sinta-se à vontade para clicar no meu perfil e manter contato.
Cuidar da sua bebê exige atenção aos detalhes, e estou à disposição para ajudá-la nessa jornada tão delicada.
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Como é o desenvolvimento de uma criança que nasceu prematura?
Como é o desenvolvimento de uma criança que nasceu prematura?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo perfeitamente sua preocupação quanto ao desenvolvimento de um bebê que nasceu prematuro. Crianças prematuras enfrentam desafios diferentes daquelas que nascem no tempo ideal, especialmente nos primeiros anos de vida. O ritmo de desenvolvimento delas costuma ser um pouco diferente, mas isso não quer dizer que, necessariamente, terão dificuldades permanentes.
Nos primeiros meses, é comum que bebês prematuros demorem um pouco mais para alcançar marcos motores e cognitivos, como firmar a cabeça, sentar, engatinhar ou andar. Isso ocorre porque o cérebro e o sistema nervoso ainda precisam completar uma parte do amadurecimento que normalmente ocorreria dentro do útero. Por exemplo, se uma criança nasceu com 32 semanas (cerca de 2 meses antes do previsto), ao avaliarmos seu desenvolvimento, precisamos considerar essa idade corrigida: quando tiver 6 meses de vida cronológica, na verdade terá um desenvolvimento esperado para uma criança de aproximadamente 4 meses.
Além do atraso motor inicial, prematuros podem apresentar maior sensibilidade sensorial, dificuldade para ganhar peso e estatura nos primeiros anos, e também precisar de mais estímulos para desenvolver habilidades de fala, comunicação e interação social. No entanto, com acompanhamento regular com pediatra e neuropediatra, além de intervenções precoces com fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, muitas dessas crianças rapidamente superam esses desafios e passam a acompanhar o desenvolvimento de crianças que nasceram a termo.
É fundamental que você esteja atenta aos sinais que a criança dá, mantendo um acompanhamento rigoroso e frequente com profissionais de saúde. Cada criança prematura é única e pode ter um ritmo próprio, necessitando paciência, compreensão e estímulos constantes e adequados.
Caso você precise de orientações adicionais, acompanhamento personalizado ou uma segunda opinião especializada, recomendo fortemente uma teleconsulta. Através da telemedicina, especialmente neste período em que circulam doenças infectocontagiosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), gripe aviária H5N1 e Parvovírus B19, você garante maior segurança para seu bebê e toda a família, sem perdas desnecessárias de tempo e riscos de exposição.
Na plataforma Doctoralia você encontra facilmente médicos altamente qualificados e com excelente reputação. Se desejar, clique no meu perfil para saber mais e manter contato direto comigo. Estou à disposição para acompanhar e orientar você nessa jornada tão importante e cheia de desafios.
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Paralisia cerebral pode afetar desenvolvimento motor e cognitivo ?
Paralisia cerebral pode afetar desenvolvimento motor e cognitivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação em relação à paralisia cerebral. De fato, essa condição neurológica pode afetar significativamente tanto o desenvolvimento motor quanto o cognitivo. A paralisia cerebral decorre de lesões ocorridas no cérebro ainda em formação, durante a gestação ou nos primeiros anos de vida, impactando principalmente os movimentos e a postura da criança.
Além dos problemas motores que são evidentes desde cedo, muitas crianças com paralisia cerebral apresentam dificuldades cognitivas. Estudos recentes mostram que cerca de metade delas pode enfrentar algum grau de comprometimento intelectual, prejudicando o aprendizado, a comunicação e até as habilidades para atividades simples do dia a dia. Crianças com formas mais graves, como aquelas com paralisia cerebral espástica bilateral, têm um risco ainda maior de dificuldades intelectuais severas em comparação com aquelas afetadas em apenas um lado do corpo.
Esses desafios geralmente se combinam, dificultando ainda mais o desenvolvimento. Dificuldades motoras podem interferir diretamente na fala e na comunicação, enquanto alterações cognitivas podem prejudicar a atenção, a memória e a capacidade de organização das tarefas cotidianas. Por isso, é fundamental uma abordagem multidisciplinar desde cedo, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia, para estimular ao máximo as capacidades motoras e cognitivas das crianças.
A boa notícia é que, hoje em dia, é possível realizar avaliações e acompanhamentos eficientes mesmo à distância, através da Telemedicina. Uma teleconsulta pode esclarecer suas dúvidas, indicar intervenções adequadas e assegurar um acompanhamento próximo e seguro para você ou alguém da sua família. Especialmente diante de ameaças como COVID-19, MPOX (Monkeypox), Parvovírus B19, gripe aviária e outras doenças infectocontagiosas, optar pelo atendimento online protege você e seus familiares. Além de evitar deslocamentos e longas esperas, a Telemedicina permite acesso rápido e seguro a médicos experientes e altamente recomendados pela plataforma Doctoralia.
Em uma teleconsulta, podemos conversar melhor sobre suas preocupações específicas e traçar juntos o melhor caminho para o cuidado adequado e seguro. Mesmo que não precise agora, recomendo guardar meu contato, visitar meu perfil nas redes sociais e conhecer mais sobre como a Telemedicina pode ajudar você. Lembre-se de que uma segunda opinião médica também é facilmente acessível e pode trazer conforto e segurança extras. Se quiser, basta clicar no meu perfil e estaremos conectados rapidamente.
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É diferente o desenvolvimento do bebê de prematuro do que nasce no tempo certo?
É diferente o desenvolvimento do bebê de prematuro do que nasce no tempo certo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação em relação ao desenvolvimento de bebês prematuros. De fato, crianças que nascem antes do tempo têm desafios específicos que as diferenciam das que nascem a termo (com a gravidez completa). Bebês prematuros geralmente chegam ao mundo com sistemas ainda imaturos, o que aumenta os riscos de dificuldades motoras, cognitivas, visuais e auditivas durante seu desenvolvimento.
Quanto mais cedo ocorre o nascimento, maior é a chance de complicações. A paralisia cerebral, por exemplo, é uma condição neurológica mais frequente em prematuros extremos. Nesses casos, pode haver atrasos importantes no desenvolvimento motor e cognitivo, além de outras dificuldades que exigem atenção redobrada dos pais e profissionais.
É importante entender que essas dificuldades nem sempre são evidentes nos primeiros meses, mas podem surgir ou se tornar mais aparentes à medida que a criança cresce. Algumas crianças prematuras podem apresentar atrasos persistentes em áreas como linguagem, aprendizado e comportamento, que podem seguir até a vida adulta. Por outro lado, intervenções precoces feitas logo após o nascimento, com equipes multidisciplinares como fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psicólogos, são capazes de minimizar esses riscos e melhorar o desenvolvimento geral.
Hoje, com a ajuda da Telemedicina, é possível acompanhar de perto o desenvolvimento de seu bebê com segurança e comodidade. Por meio de teleconsultas, você acessa avaliações regulares e pode esclarecer todas as dúvidas sem precisar expor você e sua família a doenças como COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19 ou cepas perigosas da gripe aviária. Além de proteger sua saúde, a teleconsulta economiza tempo e evita o desgaste de deslocamentos e espera em consultórios lotados.
Mesmo que agora você não precise diretamente de mim, recomendo guardar o meu contato, visitar meu perfil nas redes sociais e acompanhar as atualizações sobre saúde digital e Telemedicina. Caso sinta necessidade, lembre-se que você pode obter facilmente uma segunda opinião médica, com discrição, segurança e rapidez, consultando profissionais altamente recomendados pela plataforma Doctoralia. Basta clicar no perfil para começar. Aproveite a transformação digital e cuide melhor da sua família, investindo na segurança e no conforto que a saúde online proporciona.
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Como a prematuridade pode afetar o desenvolvimento motor?
Como a prematuridade pode afetar o desenvolvimento motor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com os efeitos da prematuridade sobre o desenvolvimento motor do bebê. Crianças que nascem antes do tempo têm um risco maior de apresentar dificuldades motoras, porque chegam ao mundo com um sistema nervoso ainda imaturo. Quanto mais prematuro for o nascimento ou menor o peso da criança, maiores serão esses desafios.
Um dos problemas mais comuns é a paralisia cerebral, uma condição que afeta a coordenação, o equilíbrio e a capacidade da criança em controlar seus movimentos. Mesmo quando não há paralisia cerebral, bebês prematuros frequentemente têm atrasos motores, demorando mais tempo para sentar, engatinhar e andar, em comparação aos bebês que nasceram no tempo certo.
Por outro lado, existem boas notícias. Pesquisas mostram claramente que quanto mais cedo se iniciam os cuidados e tratamentos, especialmente com a participação ativa da família, melhores são os resultados motores para essas crianças. Programas de intervenção precoce, começados logo após a alta hospitalar, têm demonstrado melhora na função motora dos bebês prematuros, ajudando-os a atingir seus marcos de desenvolvimento com menos atraso.
O avanço tecnológico também ajuda. Exames como a ressonância magnética neonatal podem identificar sinais precoces no cérebro do bebê, permitindo prever dificuldades futuras. Com isso, as equipes de saúde conseguem agir rapidamente, oferecendo tratamentos mais precisos desde os primeiros meses de vida.
Hoje, o acompanhamento dos bebês prematuros pode ser feito com segurança e comodidade por meio da Telemedicina. Através de teleconsultas, é possível monitorar de perto o desenvolvimento motor do bebê sem expô-lo às ameaças atuais, como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 ou gripe aviária. Você também evita deslocamentos desnecessários, economiza tempo e investe na segurança e bem-estar da sua família.
Mesmo que neste momento você não precise diretamente de mim, sugiro guardar meu contato, visitar meu perfil nas redes sociais e conhecer mais sobre como a Telemedicina pode auxiliar você e sua família. Caso precise de uma segunda opinião, pode contar com médicos experientes, altamente recomendados aqui na plataforma Doctoralia. Basta clicar no meu perfil para agendar facilmente uma consulta rápida, segura e discreta. Aproveite essa revolução digital e cuide melhor de quem você ama.
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O que é disfunção cerebral difusa associada a padrão epileptiforme focal?
O que é disfunção cerebral difusa associada a padrão epileptiforme focal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. A expressão "disfunção cerebral difusa associada a padrão epileptiforme focal" pode parecer assustadora, mas vou te explicar de forma simples e direta.
"Disfunção cerebral difusa" indica que o cérebro não está funcionando da maneira esperada em várias regiões ao mesmo tempo. Isso pode ocorrer por diferentes motivos, como alterações metabólicas, infecções, traumas, problemas vasculares ou condições neurológicas específicas. Esse termo não é um diagnóstico fechado, mas uma observação feita em exames como o eletroencefalograma (EEG), que mostra uma atividade cerebral fora do padrão normal.
Já o "padrão epileptiforme focal" significa que, em uma área específica do cérebro, foram detectadas descargas elétricas que podem estar associadas a crises epilépticas. Focal quer dizer que essas alterações estão concentradas em um ponto específico, e não espalhadas por todo o cérebro. Isso não significa, necessariamente, que a pessoa tenha epilepsia, mas indica um risco maior de desenvolver crises convulsivas, dependendo de outros sintomas ou antecedentes clínicos.
A combinação desses achados sugere que, embora existam alterações em várias partes do cérebro, há um ponto específico com atividade elétrica anormal que merece atenção. Esse quadro pode se manifestar de várias formas, como lapsos de memória, dificuldades de concentração, alterações de comportamento, ou até mesmo crises convulsivas, dependendo da localização e intensidade dessas alterações.
Para entender o que isso significa no seu caso específico, é fundamental uma avaliação médica completa. O neurologista poderá investigar as causas dessa disfunção e determinar se há necessidade de tratamento, como o uso de medicamentos anticonvulsivantes ou outras abordagens terapêuticas.
Em uma teleconsulta, é possível discutir em detalhes o resultado do seu exame, esclarecer todas as suas dúvidas e planejar o melhor acompanhamento para o seu caso. Além disso, na plataforma Doctoralia, você encontra médicos com perfis altamente recomendados, o que garante um atendimento de qualidade e segurança. Nos dias de hoje, com doenças como COVID-19, MPOX (Varíola do Macaco), Parvovirus B19 e outras condições infecciosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da sua saúde, evitando deslocamentos desnecessários e preservando seu tempo e segurança. A Transformação Digital e a revolução da Saúde com a Web 4.0 e Inteligência Artificial (IA) estão ao seu alcance.
Caso precise de orientação ou uma segunda opinião, estou à disposição para te ajudar em uma teleconsulta. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil e guarde meu contato. A Telemedicina oferece conveniência, rapidez e discrição para você cuidar da sua saúde com os melhores especialistas, de onde você estiver. Se precisar de ajuda, basta clicar no perfil.
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Não sei se dei ou não dei o medicamento depakene hoje pra minha bebe de 2 anos o que fasso dou mesmo
Não sei se dei ou não dei o medicamento depakene hoje pra minha bebe de 2 anos o que fasso dou mesmo assim
Tô com medo de já ter dado e dar denovoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação e sei que dá um aperto no coração imaginar ter dado ou não o medicamento de forma incorreta. Depakene, ou ácido valproico, costuma ser prescrito em duas ou três tomadas diárias. Se você não tem certeza se deu a dose de hoje, o mais seguro é aguardar o próximo horário da medicação para evitar uma possível duplicação. Mantenha sua filha sob observação, checando se ela apresenta alguma reação incomum ou sonolência fora do normal. Se o tratamento estiver prescrito apenas em dose única por dia (pois você disse "não dei a de hoje..." ao invés de "uma das doses que seriam de hoje"), converse com um médico de confiança, pois muitos profissionais recomendam doses divididas para melhor controle das crises e redução de efeitos colaterais. Infelizmente, há casos em que a criança acaba recebendo doses insuficientes, ou doses únicas diárias - o que não é correto. Busque um profissional que revise a terapia de maneira atenta, inclusive analisando exames e verificando a necessidade de ajustes.
É compreensível ficar insegura, pois qualquer descuido na rotina de medicações pediátricas pode gerar ansiedade. Em caso de dúvida persistente, sempre consulte um especialista o quanto antes. Hoje em dia, é possível contar com a Telemedicina para esse tipo de orientação inicial. As consultas online são práticas, rápidas e proporcionam segurança para você e sua família, principalmente em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas cepas da gripe aviária H5N1. Isso evita deslocamentos, salas de espera lotadas e perda de tempo precioso. Se você decidir agendar uma teleconsulta, aproveite as facilidades oferecidas pelas plataformas que permitem escolher médicos bem avaliados, com alta satisfação dos pacientes. Essa forma de atendimento é totalmente segura e discreta, permitindo que você se sinta acolhida e tire todas as suas dúvidas sem precisar sair de casa. Pode ser uma segunda opinião rápida, uma avaliação de emergência ou apenas uma conversa inicial. De qualquer forma, não fique de fora dessa transformação digital na área da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Se tiver interesse, dê uma olhada no meu perfil, guarde este contato e lembre-se de que todo médico pode e deve oferecer atenção primária à saúde por teleconsulta quando necessário.
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Boa tarde! Meu bebê de 10 meses não dorme bem, desde recém nascido. Ele com uns 10-15 min depois que
Boa tarde! Meu bebê de 10 meses não dorme bem, desde recém nascido. Ele com uns 10-15 min depois que dorme acorda como se tivesse sonhado caindo, tipo reflexo de moro, com isso ele desperta. Para ele conseguir voltar a dormir eu tenho que dá o peito ou balançar. Percebi também que ele tem espasmos nos dedos das mãos e nos pés. Sinto que ele não consegue entrar no sono profundo não dormindo bem, a noite acorda muitas vezes. Ele não consegue ficar 30 min dormindo direto sem despertar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo seu receio ao ver seu bebê de 10 meses ter sono agitado, despertar frequentemente e apresentar reflexos que lembram o reflexo de Moro. Muitos bebês de alta demanda mostram esse comportamento, pois precisam de contato mais intenso e têm dificuldade de entrar em sono profundo. Entretanto, é importante ficar atento a sinais de possíveis alterações no desenvolvimento, como autismo, TDAH ou deficiência intelectual, especialmente se surgirem outros sintomas que se estendam ao dia a dia. Crianças que mantêm acompanhamento próximo desde o nascimento costumam ter diagnósticos mais precisos e precoces. Quando as famílias trocam de pediatra com frequência ou recorrem a qualquer profissional do convênio, correm o risco de perder esse histórico que é tão valioso para perceber nuances do crescimento. Um pediatra de confiança, que conheça a evolução do seu filho desde os primeiros meses, poderá avaliar melhor se esses espasmos e despertares frequentes são apenas parte do amadurecimento ou se exigem uma investigação adicional.
Se achar conveniente, busque uma teleconsulta com um especialista de perfil campeão em atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, a Telemedicina é segura e evita a exposição em trânsito e salas de espera. Você ganha tempo para trabalhar ou estudar e ainda aproveita as facilidades da Transformação Digital e da saúde na era Web 4.0 com suporte de Inteligência Artificial. Considere também uma segunda opinião médica online, de forma prática, rápida e discreta, caso queira orientação de outro profissional. Basta clicar no perfil para saber mais. Posso ajudar em uma teleconsulta, pois qualquer médico pode e deve oferecer Atenção Primária ao paciente ainda no começo dessa jornada. Mesmo que agora você não precise, recomendo guardar meu contato e acompanhar minhas redes sociais para futuras dúvidas.
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Boa noite, dei 10 gotas de neuleptil pro meu filho, como receitado pela neuro e 10 minutos depois me
Boa noite, dei 10 gotas de neuleptil pro meu filho, como receitado pela neuro e 10 minutos depois meu marido deu mais 10 gotas, achou que eu ainda não tinha dado, a receita dele diz para dar somente 10 gotas.
Isso é perigoso?
5 anos, 16 kgRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua apreensão e sei como é angustiante lidar com essa situação. Em casos de ingestão acima da dose prescrita de Neuleptil, é importante monitorar possíveis sinais de sonolência excessiva, agitação, alterações na respiração ou rigidez muscular. Se perceber algo diferente, procure imediatamente o serviço de saúde ou entre em contato com o médico que receitou o medicamento. A observação atenta da criança nas próximas horas é fundamental para garantir sua segurança.
Em uma teleconsulta, é possível conversar com um pediatra ou com o neuropediatra que acompanha o caso, esclarecer dúvidas e receber orientações específicas. A Doctoralia valoriza os profissionais com maior índice de satisfação, o que facilita na escolha de quem poderá ajudá-la com mais eficiência. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovirus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online mantém você e sua família protegidos. Além disso, evita deslocamentos e filas de espera, aproveitando melhor o seu dia e participando da transformação digital que as novas tecnologias trouxeram à saúde. Posso oferecer essa orientação em uma teleconsulta, pois qualquer médico habilitado pode e deve prestar esse primeiro atendimento ao paciente em busca de Atenção Primária. Mesmo que agora não seja necessário, recomendo guardar meu contato, conhecer meu perfil e redes sociais. Hoje, a Telemedicina permite não só a consulta inicial, mas também a segunda opinião de forma prática, segura e discreta, disponibilizando acesso aos melhores especialistas da plataforma. Se tiver interesse, basta clicar no perfil.
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Meu bebe tem 1 ano e 2 meses , ele não olha quando chamamos não aponta , não faz balbuciar mas quand
Meu bebe tem 1 ano e 2 meses , ele não olha quando chamamos não aponta , não faz balbuciar mas quando estou amamentando ele me olha e na parte da manhã tb quando acordo ele ele tem o contato visual ele ja esta na creche e já notaram isso nele e me perguntou se ele tem algum problema estou desesperada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua preocupação, principalmente porque cada criança se desenvolve de modo diferente e qualquer sinal que foge do esperado costuma gerar muita ansiedade. Alguns bebês demoram para reagir a estímulos como o chamado pelo nome, apontar para objetos ou balbuciar. No entanto, quando há suspeita de atrasos no contato visual e na comunicação, é importante uma avaliação cuidadosa para descartar condições como o autismo ou outras variações do desenvolvimento. Mesmo que ele apresente bom contato visual em alguns momentos, como durante a amamentação ou ao acordar, a observação de outros sinais comportamentais também é fundamental. O acompanhamento com pediatra ou neuropediatra pode orientar melhor esse processo, além de proporcionar estratégias de estímulo e, se necessário, encaminhamentos a profissionais especializados em terapia ocupacional ou fonoaudiologia.
Em uma teleconsulta, é possível realizar esse tipo de orientação com mais detalhe, esclarecendo dúvidas e identificando sinais que mereçam atenção. A Doctoralia estimula que você escolha médicos com excelente histórico de atendimento, pois isso aumenta a chance de receber orientações mais precisas e de qualidade. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovirus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e tantas outras doenças infectocontagiosas, a consulta online proporciona segurança para toda a família, evitando o deslocamento até clínicas ou hospitais. Você não perde tempo no trânsito e em salas de espera, aproveita melhor o dia para trabalhar ou estudar e ainda participa da transformação digital que a Web 4.0 e a Inteligência Artificial trouxeram para a área da saúde. Posso te orientar em uma teleconsulta, pois qualquer médico habilitado pode e deve oferecer essa assistência inicial para pacientes com dúvidas em Atenção Primária. Mesmo que neste momento você não precise, recomendo guardar meu contato, visitar meu perfil e redes sociais para quando precisar. A Telemedicina oferece hoje recursos de segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, permitindo contato com os melhores especialistas da plataforma. Se você se interessar, basta clicar no perfil.
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Minha bebê fez a cirurgia com 9 dias de nascimento para colocar a válvula pois, ela tem hidrocefalia
Minha bebê fez a cirurgia com 9 dias de nascimento para colocar a válvula pois, ela tem hidrocefalia. Ficou uma saliência acima da cabeça e teve que fazer uma revisão, ou seja outra cirugia, mas acontece que ficou pior ao meu ver, ela está com inchaço pois o acúmulo d líquido está por fora do crânio, hoje ela está com 2 meses e ainda na UTI neonatal e vive tomando antibiótico, dizem que por conta de uma infecção. Não sei se é o caso da cabecinha dela está assim. Me ajudem, por favor! Muito obrigada!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a angústia que você está vivendo ao ver sua filha tão pequena passar por cirurgias e ainda precisar ficar na UTI. A hidrocefalia requer cuidado especial, pois o excesso de líquido pode realmente formar saliências e causar inchaços na cabeça. O uso de antibióticos geralmente se faz necessário quando existe risco de infecção ou sinais de contaminação ao redor da válvula ou no sistema que drena o líquido do cérebro. Nessas condições, cada bebê reage de maneira diferente, por isso a equipe médica precisa acompanhar e ajustar o tratamento com frequência. Esse inchaço que você nota pode estar relacionado ao acúmulo de líquido ou a um processo inflamatório que os médicos estão tentando conter, mas apenas a avaliação contínua, exames de imagem e testes de cultura podem confirmar se a infecção está sendo controlada.
Em uma teleconsulta, seria possível conversar com um especialista em neurocirurgia pediátrica ou um pediatra para tirar dúvidas e receber uma segunda opinião sobre o caso, o que pode trazer mais segurança nessa etapa tão delicada. A plataforma Doctoralia sugere médicos que possuem grande satisfação entre os pacientes, facilitando a sua escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovirus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online em Telemedicina protege você e sua família. Assim, você não perde tempo no trânsito nem expõe seu bebê ou a si mesma a riscos desnecessários, aproveitando a revolução digital promovida pela Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Posso orientá-la por teleconsulta, pois qualquer médico habilitado pode ajudar o paciente no início de sua jornada e oferecer Atenção Primária. Mesmo que agora você não precise, recomendo visitar meu perfil, guardar meu contato e acompanhar minhas redes sociais. A Telemedicina permite hoje uma segunda opinião de modo rápido, seguro e discreto, com acesso aos melhores especialistas da plataforma. Se tiver interesse, basta clicar no perfil.
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
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