Perguntas do paciente (264)
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Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventila
Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventilador muito forte. É como se os pulmões se contraíssem. Vi que pode ter a ver com uma resposta instintiva do corpo chamada de 'diving reflex', que confunde o fluxo de ar com a água. Como pode ser tratado este problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Essa sensação de dificuldade em respirar diante de um vento forte ou de um ventilador pode ser realmente angustiante. Interessante você mencionar o "diving reflex". Acontece que nosso corpo, às vezes, reage de maneira inesperada a estímulos que considera ameaçadores, mesmo que não sejam. E embora o "diving reflex" seja um fenômeno verdadeiro, ele é mais especificamente relacionado à imersão em água fria e não tanto ao vento.
Diante disso, é válido pensar: como você se sente emocionalmente quando essas situações ocorrem? Há algum outro momento em sua vida onde você se sentiu sem ar, talvez em contextos emocionais? Identificar padrões pode ser um passo importante para entender melhor o que está acontecendo. Técnicas de respiração e mindfulness podem ajudar a acalmar o corpo e a mente nesses momentos.
Se essa situação estiver impactando muito a sua vida, considerar a possibilidade de explorar essas experiências em terapia pode ser útil. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, pode oferecer estratégias eficazes para lidar com questões psicossomáticas ao trabalhar a conexão entre pensamentos, emoções e reações físicas. Qual seria o impacto de ressignificar essa experiência para você?
Caso precise, estou à disposição.
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Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer
Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer para não fica ansiosa na hora do exame ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Entendo que esse momento pode causar apreensão e ansiedade, afinal, é um passo importante na sua trajetória. A ansiedade pode, de fato, influenciar nosso corpo de maneiras inesperadas. Primeiramente, como você percebe a ansiedade surgindo? Quais são os sinais que seu corpo dá? Identificar esses sinais pode ser o primeiro passo para lidar com eles.
Uma técnica que pode ajudar é a prática de respiração profunda. Antes do exame, tire alguns minutos para sentar em um lugar tranquilo, feche os olhos e concentre-se na sua respiração. Inspire profundamente pelo nariz, segure por alguns segundos e expire lentamente pela boca. Isso pode ajudar a acalmar o sistema nervoso e estabilizar sua pressão arterial. Você já tentou alguma técnica de relaxamento antes? Como foi a experiência?
Outra abordagem é a reestruturação cognitiva, uma técnica da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Muitas vezes, nossos pensamentos podem intensificar a ansiedade. Pergunte-se: "O que eu estou pensando que está me deixando ansiosa?" e "Esse pensamento é realmente preciso?". Tente substituir pensamentos ansiosos por afirmações mais realistas e tranquilizadoras.
Lembre-se, esse momento é apenas uma etapa e não define quem você é. Encare como uma oportunidade de crescimento e aprendizado. Caso precise, estou à disposição.
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Nunca fui um bom aluno na escola, concluí o meu ensino há 10 anos, mas não sei nada além do básico,
Nunca fui um bom aluno na escola, concluí o meu ensino há 10 anos, mas não sei nada além do básico, tento estudar, mas sou letárgico e postergo as coisas, tenho dificuldade para aprender, o que devo fazer, qual tratamento devo buscar e com quais especialistas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Entender o que pode estar por trás de sua dificuldade em aprender é um ótimo primeiro passo. É comum essa sensação de letargia e procrastinação quando nos sentimos presos ou desmotivados. Pode ser útil refletir sobre o que exatamente você considera como "dificuldade para aprender". Existe algum padrão ou tema específico que a torna mais desafiadora para você? Ou será que há outros fatores, como ansiedade ou falta de interesse, que agravam essa percepção?
Além disso, pode ser interessante explorar como você se sente em relação ao aprendizado em si. Será que você se sente pressionado a aprender rapidamente ou de uma determinada maneira? Às vezes, padrões antigos podem influenciar a forma como encaramos novas experiências. Que estratégias ou métodos você já tentou e como eles impactaram sua jornada de aprendizado?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens que pode ajudar a identificar e modificar crenças e padrões de comportamento que contribuem para a procrastinação e dificuldades de concentração. Também pode ser proveitoso considerar a possibilidade de avaliação com um neuropsicólogo, que pode oferecer uma visão mais detalhada sobre suas habilidades cognitivas e sugerir estratégias específicas.
Se já estiver em terapia, leve essas reflexões para seu psicólogo. Caso ainda não tenha um acompanhamento terapêutico, considere iniciar esse processo para explorar mais a fundo essas questões e encontrar caminhos que façam sentido para você. Caso precise, estou à disposição.
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Meu filho tem 3 anos e 8 meses. Ele está na escola e faz troca de alguns fonemas. Ele troca o g pelo
Meu filho tem 3 anos e 8 meses. Ele está na escola e faz troca de alguns fonemas. Ele troca o g pelo d. Ele troca o c pelo t. Não é em todas as palavras. Devo já procurar uma fono ou é ainda normal nessa idade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Aos 3 anos e 8 meses, é comum que algumas crianças ainda façam trocas de fonemas, como parte do desenvolvimento normal da linguagem. Cada criança tem seu próprio ritmo, mas é natural se preocupar e querer garantir o melhor suporte para seu filho. Como está a comunicação dele de forma geral? Ele compreende bem as instruções e se comunica com clareza, mesmo com essas trocas?
Se você notar que essas trocas estão afetando a comunicação dele ou se a escola tiver algum feedback nesse sentido, pode ser interessante consultar um fonoaudiólogo. Este profissional poderá avaliar se essas trocas estão dentro do esperado para a idade ou se seria benéfico algum tipo de intervenção. Também seria útil observar se existem outras dificuldades associadas, como na compreensão ou na socialização.
É importante lembrar que, identificar e trabalhar qualquer dificuldade desde cedo, pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento. Como você se sente em relação a essas trocas? Elas geram preocupação ou ansiedade no dia a dia de vocês?
Caso precise, estou à disposição.
Perguntas frequentes
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Bom dia, Já passei por diversos psiquiatras, mas sinto que nenhum deles acertou no diagnósticos. Já
Entendo seu desânimo; passar por vários psiquiatras, experimentar muitos…