Perguntas do paciente (637)
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Posso tomar ansitec logo após beber vitamina de banana com aveia, leite e whey? Obrigado
Posso tomar ansitec logo após beber vitamina de banana com aveia, leite e whey? Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode tomar, sim.
O Ansitec pode ser tomado com ou sem alimento.
Tomar depois de vitamina com banana, aveia, leite e whey geralmente não tem problema.
Em algumas pessoas, tomar com alimento até ajuda a reduzir enjoo ou desconforto no estômago.
Só tente manter um padrão parecido todos os dias, para evitar variação na absorção.
Qualquer coisa, estou à disposição.
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) envolve hipersensibilidade corporal a estados emocion
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) envolve hipersensibilidade corporal a estados emocionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode envolver.
No TPB, muitas pessoas sentem emoções de forma muito intensa e o corpo também reage forte: aperto no peito, nó na garganta, tensão, dor, enjoo, tremor, calor, vazio físico ou sensação de descontrole.
Isso não significa “frescura” nem que a pessoa está inventando. É como se o sistema emocional e corporal ficasse mais sensível a rejeição, medo, abandono, raiva ou frustração.
Por isso, além de entender os pensamentos, o tratamento também trabalha regulação emocional, percepção corporal e formas de acalmar o sistema nervoso.
Psicoterapia estruturada costuma ser a base, e medicação pode ajudar sintomas específicos quando necessário.
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Por que intervenções farmacológicas têm eficácia limitada no Transtorno de Personalidade Borderline
Por que intervenções farmacológicas têm eficácia limitada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Porque o TPB não é um transtorno “resolvido” só corrigindo serotonina, dopamina ou humor.
O núcleo do TPB envolve padrão de funcionamento emocional, impulsividade, medo de abandono, identidade instável e relações intensas.
Remédios podem ajudar sintomas específicos, como ansiedade, impulsividade, irritabilidade, insônia ou depressão associada, mas não costumam tratar o transtorno como um todo. ([PMC][1])
Por isso, o tratamento principal costuma ser psicoterapia estruturada, como DBT/TCC focada em regulação emocional.
Medicação pode ser útil como apoio, mas deve ter alvo claro, tempo de uso reavaliado e cuidado para evitar excesso de remédios.
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Qual modelo psicopatológico explica melhor o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) atualmente
Qual modelo psicopatológico explica melhor o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) atualmente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O modelo mais aceito hoje é o **biossocial**.
Ele entende o TPB como resultado da combinação entre vulnerabilidade emocional biológica e ambiente invalidante ao longo do desenvolvimento.
Ou seja: a pessoa já teria maior sensibilidade emocional, reage com mais intensidade e demora mais para voltar ao equilíbrio.
Quando isso acontece em um ambiente que invalida, minimiza, pune ou não ajuda a nomear emoções, a regulação emocional fica ainda mais difícil.
Esse modelo é a base da DBT, uma das psicoterapias com melhor evidência para TPB.
Mas hoje também se usa uma visão integrada, incluindo trauma, apego, mentalização, impulsividade e dificuldades na identidade e nos vínculos.
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Existem diferenças neurobiológicas entre homens e mulheres com Transtorno de Personalidade Borderlin
Existem diferenças neurobiológicas entre homens e mulheres com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, mas ainda não existe uma conclusão fechada.
Os estudos sugerem que homens e mulheres com TPB podem ter diferenças em impulsividade, agressividade, comorbidades e resposta ao estresse.
Também há pesquisas em neuroimagem apontando possíveis diferenças em áreas ligadas à emoção, controle inibitório e ameaça, como amígdala e córtex pré-frontal.
Mas a evidência ainda é limitada e não dá para dizer que existe um “cérebro borderline masculino” e um “feminino”.
Na prática, as diferenças clínicas parecem mais importantes: homens tendem a externalizar mais, com impulsividade, raiva e uso de substâncias; mulheres tendem a aparecer mais com depressão, automutilação, ansiedade e transtornos alimentares.
Então o tratamento deve ser individualizado, mais do que baseado apenas no sexo.
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. Como a neuroimagem funcional contribui para o estudo do Transtorno de Personalidade Borderline (TP
. Como a neuroimagem funcional contribui para o estudo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, mas ainda não existe uma conclusão fechada.
Os estudos sugerem que homens e mulheres com TPB podem ter diferenças em impulsividade, agressividade, comorbidades e resposta ao estresse.
Também há pesquisas em neuroimagem apontando possíveis diferenças em áreas ligadas à emoção, controle inibitório e ameaça, como amígdala e córtex pré-frontal.
Mas a evidência ainda é limitada e não dá para dizer que existe um “cérebro borderline masculino” e um “feminino”.
Na prática, as diferenças clínicas parecem mais importantes: homens tendem a externalizar mais, com impulsividade, raiva e uso de substâncias; mulheres tendem a aparecer mais com depressão, automutilação, ansiedade e transtornos alimentares.
Então o tratamento deve ser individualizado, mais do que baseado apenas no sexo.
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Uso Minoxidil junto com finasterida tópico + Minoxidil oral para tratar alopecia, no entanto vou com
Uso Minoxidil junto com finasterida tópico + Minoxidil oral para tratar alopecia, no entanto vou começar medicação para depressão - Bupropiom e Amitriptilina, estes dois medicamentos serão prejudicados pelo Minoxidil? é seguro continuar? Esqueci de mencionar que estava a fazer tratamento para alopécia
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, o minoxidil não “corta” o efeito da bupropiona ou da amitriptilina.
Mas precisa de cuidado, principalmente com minoxidil oral, porque ele pode mexer com pressão, batimentos, tontura e retenção de líquido.
Bupropiona e amitriptilina também podem causar palpitações, boca seca, tontura, insônia ou alteração de pressão em algumas pessoas.
Então não é para suspender por conta própria, mas avise o médico que vai prescrever os antidepressivos que você usa minoxidil oral e tópico com finasterida.
Se tiver palpitações fortes, desmaio, falta de ar, dor no peito, inchaço importante ou tontura intensa, procure atendimento.
Qualquer coisa, estou à disposição.
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“Quais recursos diagnósticos são empregados na avaliação dimensional de traços borderline em context
“Quais recursos diagnósticos são empregados na avaliação dimensional de traços borderline em contexto psiquiátrico?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na prática, a avaliação não depende só de “ter ou não ter” TPB.
O psiquiatra pode usar entrevista clínica, história de vida, padrão dos relacionamentos, impulsividade, autoimagem, regulação emocional e funcionamento ao longo do tempo.
Também podem ser usados instrumentos estruturados ou escalas, como entrevistas diagnósticas para transtornos de personalidade e questionários de traços.
A ideia dimensional é medir intensidade e padrão dos traços, não apenas fechar um rótulo.
Também é importante avaliar comorbidades, como depressão, bipolaridade, ansiedade, TDAH, trauma, uso de substâncias e risco de autoagressão.
Ou seja: o recurso principal é uma boa avaliação clínica, podendo ser complementada por escalas e entrevistas padronizadas.
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“Como a psiquiatria atual interpreta a autoagressão como estratégia de regulação emocional?”
“Como a psiquiatria atual interpreta a autoagressão como estratégia de regulação emocional?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psiquiatria atual entende a autoagressão, muitas vezes, como uma tentativa disfuncional de regular uma emoção insuportável.
Ou seja: a pessoa não faz “para chamar atenção”, mas para aliviar tensão, angústia, vazio, raiva, culpa ou sensação de descontrole.
No TPB, isso pode funcionar como um alívio rápido, mas perigoso e temporário, porque não resolve a causa e reforça o ciclo. ([PMC][1])
Por isso, o tratamento não foca em julgamento, e sim em criar outras formas de atravessar a crise sem se machucar.
A DBT trabalha muito isso: tolerância ao mal-estar, regulação emocional e estratégias de segurança. Estudos recentes seguem apontando benefício da DBT na redução de autoagressão e suicidabilidade no TPB. ([PMC][2])
Em qualquer caso, autoagressão precisa ser avaliada com cuidado, incluindo risco suicida, gatilhos, frequência, intenção e plano de proteção. Diretrizes como a NICE orientam avaliação psicossocial e suporte após episódios de autoagressão.
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“Como os comportamentos autoagressivos são avaliados no contexto da saúde mental contemporânea?”
“Como os comportamentos autoagressivos são avaliados no contexto da saúde mental contemporânea?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Hoje, a autoagressão é avaliada sem julgamento moral e sem reduzir tudo a “chamar atenção”.
O profissional tenta entender o que aconteceu, qual foi o gatilho, qual emoção estava insuportável, se havia intenção de morrer ou tentativa de aliviar sofrimento.
Também se avalia frequência, gravidade, método usado, risco de repetição, uso de álcool/drogas, impulsividade, rede de apoio e presença de depressão, TPB, trauma, ansiedade ou outros transtornos.
A diferença entre autoagressão sem intenção suicida e tentativa de suicídio é importante, mas as duas precisam de cuidado.
O foco é segurança, plano de crise, tratamento do sofrimento de base e construção de outras formas de regulação emocional.
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“Quais características clínicas definem o comportamento autoagressivo atualmente?”
“Quais características clínicas definem o comportamento autoagressivo atualmente?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Atualmente, comportamento autoagressivo é entendido como qualquer ação intencional de causar dano ao próprio corpo.
Pode aparecer como cortes, queimaduras, bater em si mesmo, arranhar, impedir cicatrização ou outros atos de lesão corporal.
Clinicamente, avalia-se a intenção: se era aliviar sofrimento, reduzir tensão, sentir algo, punir-se ou se havia desejo de morrer.
Também importam frequência, gravidade, impulsividade, gatilhos, emoções antes/depois, risco de repetição e presença de transtornos como depressão, TPB, trauma, ansiedade ou uso de substâncias.
O ponto central é: não é “frescura” nem simples busca de atenção. É sinal de sofrimento importante e precisa de avaliação e cuidado.
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Quais manifestações são classificadas como comportamentos autoagressivos segundo os modelos diagnóst
Quais manifestações são classificadas como comportamentos autoagressivos segundo os modelos diagnósticos atuais?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
São comportamentos em que a pessoa causa dano ao próprio corpo de forma intencional.
Exemplos comuns: cortes, queimaduras, arranhões, bater em si mesma, arrancar pele/cabelo de forma lesiva, impedir feridas de cicatrizarem ou se machucar com objetos.
Também entram comportamentos com intenção suicida, como tentativas de autoextermínio, e autoagressões sem intenção de morrer, feitas para aliviar dor emocional, tensão, raiva, culpa ou vazio.
Os modelos atuais avaliam principalmente intenção, gravidade, frequência, método, risco de repetição e contexto emocional.
Ou seja: mais importante do que o “tipo” do ato é entender a função e o risco daquele comportamento.
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Como a psiquiatria contemporânea conceitua a autoagressão?”
Como a psiquiatria contemporânea conceitua a autoagressão?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psiquiatria contemporânea entende a autoagressão como um comportamento intencional de causar dano ao próprio corpo.
Ela pode ter ou não intenção suicida.
Muitas vezes, especialmente em quadros de sofrimento intenso, funciona como tentativa de aliviar tensão emocional, raiva, vazio, culpa ou sensação de descontrole.
Hoje, não é vista simplesmente como “chamar atenção”, mas como sinal de sofrimento psíquico importante.
A avaliação considera intenção, risco, frequência, gravidade, gatilhos e presença de transtornos como depressão, TPB, trauma, ansiedade ou uso de substâncias.
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“Como avaliar comportamentos autoagressivos em exame psiquiátrico?”
“Como avaliar comportamentos autoagressivos em exame psiquiátrico?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação deve ser feita com calma, sem julgamento e de forma direta.
É importante entender o que aconteceu, qual foi o método, frequência, gravidade, gatilhos e o que a pessoa sentia antes e depois do ato.
Também se avalia se havia intenção de morrer ou se foi uma tentativa de aliviar dor emocional, tensão, raiva, culpa ou vazio.
No exame psiquiátrico, é essencial investigar risco atual, plano suicida, impulsividade, uso de álcool/drogas, rede de apoio e presença de depressão, TPB, trauma, ansiedade ou psicose.
O foco é estimar risco, proteger a pessoa e montar um plano de cuidado e segurança.
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“Quais fatores psicopatológicos estão associados aos comportamentos autoagressivos?”
“Quais fatores psicopatológicos estão associados aos comportamentos autoagressivos?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os principais fatores são sofrimento emocional intenso, impulsividade, dificuldade de regular emoções, sensação de vazio, culpa, raiva, vergonha e desesperança.
Também podem estar associados a depressão, TPB, trauma, ansiedade, uso de álcool/drogas, transtornos alimentares, psicose e maior risco suicida.
Em muitos casos, a autoagressão aparece como tentativa de aliviar uma tensão interna muito forte.
Por isso, a avaliação precisa olhar não só o ato em si, mas o gatilho, a intenção, o risco e o quadro psiquiátrico de base.
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“Como são classificados os comportamentos autoagressivos em psiquiatria?”
“Como são classificados os comportamentos autoagressivos em psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em psiquiatria, a classificação principal é pela intenção.
Pode ser autoagressão sem intenção suicida, quando a pessoa se machuca para aliviar dor emocional, raiva, vazio ou tensão.
Ou comportamento suicida, quando há intenção de morrer, plano ou tentativa.
Também se avalia gravidade, frequência, método, impulsividade e risco de repetição.
A pergunta central é: foi para aliviar sofrimento, para morrer ou uma mistura dos dois?
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Qual a relação entre a difusão/instabilidade das fronteiras do self e a inautenticidade ou desregula
Qual a relação entre a difusão/instabilidade das fronteiras do self e a inautenticidade ou desregulação da expressão afetiva na organização borderline da personalidade?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na organização borderline, a difusão do self significa que a pessoa tem dificuldade de manter uma sensação estável de “quem sou eu”, “o que sinto” e “o que é meu ou do outro”.
Quando as fronteiras do self são instáveis, o afeto pode ficar muito dependente do ambiente e das relações.
A pessoa pode mudar o tom emocional conforme se sente aceita, rejeitada, ameaçada ou abandonada.
Daí vem a sensação de inautenticidade: não porque esteja “fingindo”, mas porque a expressão afetiva fica menos integrada e mais reativa.
Em vez de um afeto sustentado por um self estável, há respostas emocionais intensas, fragmentadas e às vezes contraditórias.
Por isso, a desregulação afetiva no borderline não é só “emoção forte”; ela se liga a uma identidade pouco integrada, com dificuldade de diferenciar desejo próprio, medo do outro e necessidade de vínculo.
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Quais são os principais problemas causados pelo stress?
Quais são os principais problemas causados pelo stress?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O estresse pode causar ansiedade, irritabilidade, insônia, cansaço e dificuldade de concentração.
Também pode dar dor de cabeça, tensão muscular, palpitações, gastrite/refluxo e alteração do intestino.
Quando dura muito tempo, pode piorar depressão, crises de ansiedade e esgotamento.
Se estiver atrapalhando sua rotina, vale marcar uma consulta.
Qualquer coisa, estou à disposição.
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Médico trocou o pondera xr pelo paroxetina normal se eu tomar vou sentir diferença? Efeitos colatera
Médico trocou o pondera xr pelo paroxetina normal se eu tomar vou sentir diferença? Efeitos colaterais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode sentir diferença, sim.
Pondera XR libera a paroxetina mais devagar. A paroxetina comum libera mais rápido, então algumas pessoas sentem mais enjoo, sonolência, tontura, boca seca ou oscilação no começo.
Mas muita gente troca e se adapta bem, principalmente se a dose foi ajustada pelo médico.
Não mude por conta própria e observe como seu corpo reage nos primeiros dias.
Se tiver efeitos fortes ou piora importante da ansiedade/humor, marque uma consulta para reavaliar.
Qualquer coisa, estou à disposição.
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Estou tomando Lyberdia 30mg há 10 dias, mas ainda sinto, em alguns momentos do dia, coração acelerad
Estou tomando Lyberdia 30mg há 10 dias, mas ainda sinto, em alguns momentos do dia, coração acelerado (ou batendo mais forte). Em quanto tempo, em média, esses sintomas costumam melhorar? Em tese, após a adaptação do meu corpo ao remédio, esses efeitos costumam deixar de aparecer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer no início.
Lyberdia é lisdexanfetamina e pode causar coração acelerado, palpitações, ansiedade, boca seca, insônia ou redução do apetite.
Com 10 dias, ainda pode estar em fase de adaptação, e em algumas pessoas esses efeitos melhoram nas primeiras semanas.
Mas se o coração acelerado for forte, frequente ou vier com dor no peito, falta de ar, desmaio ou pressão alta, procure atendimento.
Se persistir, marque uma consulta para reavaliar dose, horário e tolerância.
Qualquer coisa, estou à disposição.
Perguntas frequentes
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Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseg
Pode melhorar com o tempo, sim, mas não existe um prazo certo, e em algumas…