Perguntas do paciente (32)
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. A Psicologia Positiva substitui a terapia tradicional?
. A Psicologia Positiva substitui a terapia tradicional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Psicologia Positiva pode ser usada como parte de outras terapias, como a AC e TCC. Imagine que seria como ter um conjunto de ferramentas extras para ajudar você não só a lidar com os problemas, mas também a fortalecer o que te faz bem.
Enquanto na TCC a gente trabalha para identificar e mudar pensamentos e comportamentos que causam sofrimento, com a Psicologia Positiva a gente também foca em aumentar o que te faz bem.
Por exemplo:
Criar um diário de gratidão: anotar três coisas boas do dia para treinar o cérebro a perceber o lado positivo.
Desenvolver atos de bondade: fazer algo gentil por alguém, porque isso aumenta o bem-estar e a conexão com as pessoas.
Desenvolver suas forças pessoais: identificar quais são suas qualidades e pensar em como usá-las mais no dia a dia.
É como se a TCC te ajudasse a "consertar a casa" e a Psicologia Positiva ajudasse a deixar essa casa mais bonita, confortável e cheia de vida.
Enfim, ela não substitui pq seria mais como um complemento e não uma exclusão/superação das abordagens tradicionais.
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Como a psicologia positiva se relaciona com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?
Como a psicologia positiva se relaciona com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A TCC ajuda você a identificar e mudar pensamentos e comportamentos que trazem sofrimento. Enquanto que a Psicologia Positiva entra para complementar, ajudando a perceber e fortalecer o que já está bom na sua vida.
Na prática, podemos usar técnicas das duas juntas. Por exemplo: se você pensa ‘nada dá certo pra mim’, a TCC vai ajudar a questionar e mudar esse pensamento. Já a Psicologia Positiva pode te ajudar a criar o hábito de anotar coisas boas que aconteceram no dia, para treinar seu olhar para o lado positivo.
Ou seja, uma cuida das feridas e a outra ajuda a construir coisas boas por cima.
Para te ajudar a visualizar melhor, pense na TCC como um guarda-chuva que protege você da chuva e a Psicologia Positiva é como o sol que aparece depois, ajudando a aquecer e deixar o dia mais agradável.
Em suma, as duas juntas ajudam você a se proteger das tempestades e aproveitar os dias bons.
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Como o trauma infantil pode afetar a longo prazo na vida adulta?
Como o trauma infantil pode afetar a longo prazo na vida adulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O trauma na infância pode influenciar bastante na vida adulta nas mais diversas áreas e contextos. Muitas vezes, ele faz com que a gente desenvolva crenças negativas sobre nós mesmos, sobre os outros ou sobre o mundo. Essas ideias acabam afetando nossos sentimentos, comportamentos e até nossos relacionamentos gerando insegurança, dificuldades emocionais, ansiedade, depressão ou padrões repetitivos de sofrimento, como concepções de "não sou bom o suficiente" ou "não posso confiar em ninguém". Mas é possível trabalhar isso — na terapia, a gente vai identificando essas crenças e aprendendo formas mais saudáveis de lidar com elas. O passado não precisa definir seu presente e futuro.
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Como posso ressignificar a rejeição? .
Como posso ressignificar a rejeição? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ressignificar a rejeição envolve mudar a forma como você interpreta essa experiência — e não negar que ela dói, mas compreendê-la de maneira mais ampla e cuidadosa. Na TCC, começamos identificando os pensamentos automáticos que surgem diante da rejeição, como “eu não sou suficiente” ou “tem algo errado comigo”. Esses pensamentos muitas vezes vêm de crenças construídas ao longo da vida e nem sempre correspondem à realidade.
Ao tomar consciência desses padrões, é possível questionar: Essa rejeição realmente diz algo sobre meu valor? Ou diz mais sobre as expectativas, limites ou dificuldades do outro? Muitas vezes, o que dói tanto não é o fato em si, mas o significado que damos a ele.
Também é importante observar os comportamentos que surgem como resposta à rejeição — por exemplo, se você tende a se isolar, se culpar ou se esforçar demais para agradar. Esses comportamentos acabam reforçando a dor emocional. Na terapia, trabalhamos para desenvolver respostas mais saudáveis: fortalecer a autoestima, praticar o autocuidado, cultivar relações seguras e aprender a se validar internamente, em vez de depender exclusivamente da aprovação externa.
Ressignificar não é apagar a experiência, mas integrá-la de forma mais leve, entendendo que ser rejeitado não significa ser inadequado — apenas que aquela situação, relação ou momento não correspondeu às suas expectativas ou necessidades. E isso não define quem você é.
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Por que o sentimento de rejeição dói tanto? .
Por que o sentimento de rejeição dói tanto? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O sentimento de rejeição dói tanto porque, lá no fundo, somos seres sociais — precisamos nos sentir aceitos e pertencentes. Quando nos sentimos rejeitados, o cérebro interpreta isso quase como uma ameaça à nossa sobrevivência, ativando emoções intensas como tristeza, vergonha ou medo. Na TCC, entendemos que essa dor também está ligada a crenças internas, como 'não sou importante' ou 'não sou bom o suficiente'. Mas essas crenças podem ser questionadas e transformadas. A dor é real, mas ela não define quem você é.
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Como a psicoterapia pode me ajudar a desenvolver um olhar mais positivo e construtivo sobre mim e a
Como a psicoterapia pode me ajudar a desenvolver um olhar mais positivo e construtivo sobre mim e a vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia pode te ajudar a desenvolver um olhar mais positivo e construtivo ao te mostrar que seus pensamentos não são fatos — são interpretações. Na TCC, a gente aprende a identificar padrões de pensamento negativos, questioná-los com gentileza e substituí-los por formas mais realistas e equilibradas de ver a si mesmo e o mundo. Com o tempo, isso fortalece a autoestima, a autocompaixão e abre espaço para escolhas mais conscientes e alinhadas com quem você quer ser.
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Quais são os padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a dor emocional?
Quais são os padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a dor emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Alguns padrões de pensamento e comportamento acabam alimentando a dor emocional sem que a gente perceba. Na TCC, observamos que pensamentos como ‘eu nunca sou suficiente’, ‘tudo dá errado comigo’ ou ‘ninguém se importa’ são exemplos de distorções cognitivas — formas negativas e automáticas de pensar. Já comportamentos como se isolar, evitar situações difíceis ou tentar agradar o tempo todo podem reforçar esses pensamentos. É na terapia que aprendemos a reconhecer esses padrões, questioná-los com cuidado e acolhimento para que seja possível construir formas mais saudáveis de pensar, sentir e agir. Isso faz toda a diferença na forma como lidamos com a vida e com nós mesmos.
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Como a psicoeducação pode ajudar no tratamento de transtornos mentais?
Como a psicoeducação pode ajudar no tratamento de transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Tudo bem? A Psicoeducação é uma parte fundamental do tratamento de transtornos mentais, porque ajuda a entender melhor o que está acontecendo e, assim, encontrar formas mais eficazes de lidar com os desafios do dia a dia. Muitas vezes, o sofrimento psicológico se intensifica justamente porque a pessoa não compreende bem suas próprias emoções, pensamentos e comportamentos – e é aí que a Psicoeducação entra!
Na terapia, utilizamos a Psicoeducação para:
Nomear e compreender os sintomas – Saber o que está acontecendo com você já traz mais clareza e alívio.
Identificar gatilhos – Perceber quais situações ou padrões podem piorar o quadro.
Aprender estratégias de regulação emocional – Desenvolver formas mais saudáveis de lidar com o que sente.
Reduzir a autocrítica e a culpa – Compreender que o transtorno mental não é “fraqueza” nem falta de esforço.
Melhorar o autocuidado e a rotina – Construir hábitos que favorecem o bem-estar.
A Psicoeducação “empodera” a pessoa para que ela participe ativamente do seu próprio processo terapêutico. Quanto mais você entende sobre o que está vivendo, mais consegue desenvolver estratégias para transformar padrões e criar uma vida com mais equilíbrio e qualidade.
Espero ter ajudado e caso sinta que certos padrões de pensamento e comportamento estão te prendendo de alguma forma, coloco-me à disposição para te ajudar a construir novos caminhos.
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Qual é a importância do acompanhamento psicoterapêutico para pacientes com borderline?
Qual é a importância do acompanhamento psicoterapêutico para pacientes com borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? O acompanhamento psicoterapêutico é essencial para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), pois ajuda a lidar com as intensas oscilações emocionais, a impulsividade e as dificuldades nos relacionamentos que fazem parte desse quadro.
Na abordagem Analítico-Comportamental, olhamos para os padrões de comportamento que trazem sofrimento e buscamos entender por que eles acontecem. Muitas vezes, reações como explosões de raiva ou comportamentos impulsivos surgem como uma forma de aliviar um mal-estar momentâneo – por exemplo, o medo do abandono. O problema é que, a longo prazo, essas respostas podem acabar gerando ainda mais dor.
Sendo assim, na terapia, trabalhamos junto ao cliente para:
Reconhecer gatilhos – entender o que desperta essas reações intensas.
Criar estratégias adaptativas – desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as emoções.
Fortalecer a comunicação assertiva – melhorar as relações e reduzir conflitos.
Construir mais autonomia – para que você se sinta no controle das suas escolhas.
Cabe ressaltar que a terapia assim como o tratamento medicamentoso não “cura” o TPB, mas ensina ferramentas práticas para que você possa viver de um jeito mais estável e satisfatório, sempre respeitando o seu tempo.
Espero ter ajudado e caso sinta que certos padrões de pensamento e comportamento estão te prendendo de alguma forma, coloco-me à disposição para te ajudar a construir novos caminhos.
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Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
Existe um tipo de terapia que trabalha o cognitivo e o comportamento ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Existe sim, e uma delas é a Análise do Comportamento. Mas antes de tudo, é importante entendermos que pensamento e comportamento não são coisas separadas. Na verdade, eles fazem parte do mesmo fenômeno e estão sempre interligados.
Na Análise do Comportamento, trabalhamos esses dois aspectos juntos, levando em conta também o impacto do ambiente e da nossa história de aprendizagem na forma como pensamos, agimos e nos sentimos. O pensamento, por exemplo, é visto como um comportamento verbal encoberto, ou seja, algo que acontece internamente, mas que segue as mesmas regras e influências do comportamento externo.
Isso significa que mudar um padrão de comportamento pode transformar a forma como enxergamos uma situação — e o contrário também acontece! O que pensamos influencia nossas atitudes, e o que fazemos molda nosso olhar sobre o mundo.
Na terapia, olhamos para o todo: suas experiências, hábitos, emoções e a forma como você se relaciona com as situações ao seu redor. Não se trata apenas de "pensar diferente" ou "agir de outra forma", mas de entender como tudo isso se constrói e encontrar maneiras mais leves e saudáveis de viver.
Espero ter ajudado e caso sinta que certos padrões de pensamento e comportamento estão te prendendo de alguma forma, coloco-me à disposição para te ajudar a construir novos caminhos.
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Traumas de infância que afetam a vida adulta, como superá-los?
Traumas de infância que afetam a vida adulta, como superá-los?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os traumas de infância podem deixar marcas profundas, influenciando a forma como nos relacionamos, tomamos decisões e enxergamos a nós mesmos. Superá-los não significa apagá-los, mas aprender a ressignificá-los, compreendendo seu impacto sem permitir que definam quem somos.
O primeiro passo é acolher suas dores sem julgamentos. A terapia é uma excelente ferramenta para entender padrões emocionais, construir novas formas de lidar com as lembranças e fortalecer a autoestima. Além disso, pratique o autocuidado e desenvolva um olhar mais compassivo sobre si para que te ajude em seu processo de "cura".
Caso perceba que esses traumas ainda impactam sua vida e precise de suporte entre em contato!
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De que forma a criação de conexões significativas pode influenciar positivamente o amor-próprio?
De que forma a criação de conexões significativas pode influenciar positivamente o amor-próprio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As relações que estabelecemos ao longo da vida diz muito sobre como nos enxergamos, portanto quanto mais significativas e prazerosas forem maiores serão as chances de fortalecermos nosso amor próprio. Quando estamos cercados por pessoas que nos tratam com carinho, respeito e atenção aprendemos a nos tratar da mesma forma, passamos a nos enxergar através dessas relações que nos acolhem e valorizam.
Relações saudáveis nos ensinam que merecemos ser ouvidos, que nossos sentimentos são válidos e que não precisamos nos moldar para sermos aceitos. Essas trocas genuínas nos lembram do nosso valor e reforçam nossa segurança emocional, tornando mais fácil desenvolver uma autoestima forte e equilibrada.
Espero ter te ajudado!
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Qual é a importância do autocuidado emocional na preservação da autoestima em situações de estresse?
Qual é a importância do autocuidado emocional na preservação da autoestima em situações de estresse?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autocuidado emocional é como um abraço que damos em nós mesmos em meio ao caos. Em situações de estresse, nossa autoestima pode ficar abalada, nos fazendo duvidar do nosso valor e da nossa capacidade de lidar com os desafios. Quando praticamos o autocuidado – seja através de pequenas pausas, momentos de reflexão, diálogos gentis com nós mesmos ou até buscando apoio – estamos nos lembrando de que merecemos cuidado, respeito e leveza.
É nesse espaço de acolhimento interno que fortalecemos nossa autoestima, resgatamos a confiança e encontramos formas mais saudáveis de enfrentar as dificuldades. Se você sente que precisa de um olhar mais atento para essas questões, entre em contato comigo! Vamos conversar sobre como construir um caminho mais leve e equilibrado.
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Como a prática da empatia consigo mesmo pode ser um catalisador na promoção de uma autoestima resili
Como a prática da empatia consigo mesmo pode ser um catalisador na promoção de uma autoestima resiliente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Praticar a empatia consigo mesmo é um ato de autocuidado essencial para fortalecer a autoestima, especialmente em momentos de estresse. É oferecer a si o mesmo acolhimento que daria a um amigo, regularizando suas emoções com gentileza, sem cobranças excessivas. Quando nos tratamos com compaixão, aprendemos a crescer com os erros sem nos definir por eles, tornando nossa confiança mais resiliente. Pequenos momentos de pausa, autorreflexão e apoio fazem toda a diferença. Caso precise conversar estarei à disposição!
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Como posso evitar que a baixa autoestima afete meus relacionamentos?
Como posso evitar que a baixa autoestima afete meus relacionamentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A baixa autoestima pode afetar a forma como nos relacionamos, gerando insegurança, medo do abandono/perda ou até mesmo a tendência de aceitar menos do que merecemos. O primeiro passo para evitar que isso prejudique seus relacionamentos é cultivar um olhar mais gentil sobre si, reconhecendo seu valor independentemente da aprovação dos outros.
Fortalecer sua autoestima envolve conhecer-se melhor, entender quais são seus limites inegociáveis e reconhecer que você merece respeito e reciprocidade. Além disso, praticar a comunicação assertiva e o autocuidado emocional ajuda a construir relações mais equilibradas e satisfatórias.
Uma dica interessante é se perguntar: O que eu responderia para um/a amigo/a que estivesse na mesma situação que eu?
Se você quer trabalhar isso de forma mais profunda, estou aqui para te ajudar! Me chame para conversar.
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Namoro a quase 2 anos mas não me sinto à vontade com meu namorado, sinto que nunca consegui ser eu m
Namoro a quase 2 anos mas não me sinto à vontade com meu namorado, sinto que nunca consegui ser eu mesma, tenho dificuldade até de conversar sobre coisas simples, acho que tem relação com ele ser mais velho e já termos brigado por essa diferença de idade onde ele me coloca como imatura, enfim não consigo conversar com ele sobre nada e me sinto mal por isso, ele tbm não conversa muito comigo quando falou alguma coisa ou ele me contraria ou nem responde, conversamos mais por mensagem e ainda assim quase nunca é um assunto sério mesmo nos vendo toda semana
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que esse relacionamento tem gerado mais desconforto do que segurança para você. Se, depois de quase dois anos, você ainda sente que não pode ser você mesma, isso é um sinal importante de que algo não está funcionando bem.
O fato de ele colocar como "imatura" pode estar fazendo você duvidar de sua própria capacidade de se expressar, o que pode fortalecer essa barreira na comunicação. E quando uma outra pessoa não demonstra interesse real em conversar e construir um espaço de troca, fica ainda mais difícil se sentir à vontade.
Relacionamentos saudáveis são aqueles em que nos sentimos respeitados, ouvidos e valorizados. Se você sente que está sempre pisando em ovos ou que suas tentativas de conexão não são bem recebidas, talvez seja uma hora de refletir sobre o que realmente te faz bem. Você já tentou falar com ele sobre como se sente? E, mais importante, você se sente feliz nesse relacionamento?
Procure se questionar sobre o que te mantém nessa relação? O que você espera que aconteça? A relação tem tidos mais momentos prazerosos ou conflituosos? É isso que você quer ou queria para sua vida? A médio ou longo prazo você se vê satisfeita com sua vida afetiva-sexual? Acredito que esses questionamentos podem te ajudar nessa autoreflexão.
Caso queira se aprofundar e sinta-se confortável para isso estarei à disposição para te auxiliar. Boa sorte!
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TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em
TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As abordagens comportamentais (Análise do Comportamento e TCC) são ótimas para entender como os padrões emocionais se formam e, bem como, criar estratégias práticas que ajudam a mudar esses padrões. Quando lidamos com questões como dependência emocional e ansiedade, entender a origem desses sentimentos nos permite trabalhar de forma mais eficaz para estabelecer novos comportamentos mais saudáveis. Sendo assim, essas abordagens, em especial a Análise do Comportamento, oferece não só reflexão, mas também ferramentas concretas para transformar esses padrões de maneira gradual e sustentável.
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As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pi
As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pior acontece", como posso mudar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É bem comum usar o medo como motivação, mas, com o tempo, isso pode gerar muito estresse e até um sentimento de esgotamento. Para mudar isso, é interessante começar a focar em motivações mais positivas, como o desejo de alcançar algo que realmente te inspire, ao invés de se mover apenas pelo medo do pior cenário.
Uma abordagem útil pode ser se perguntar: "O que eu realmente quero alcançar? O que vai me trazer satisfação?" Ao conectar seus objetivos a algo que te motive de maneira positiva, você cria um impulso mais saudável e sustentável. Além disso, dividir grandes metas em pequenas conquistas pode trazer mais confiança e fazer o processo ser mais gratificante.
Lembre-se, é um caminho gradual, e ser gentil consigo durante esse processo de mudança também é fundamental.
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Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostari
Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostaria que eu tivesse um namorado, gostaria de entender esse pensamento, para poder ajudá-la a resolver suas questões emocionais.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você queira entender melhor os sentimentos da sua filha, especialmente considerando as mudanças que ela vivenciou com a separação. Crianças podem ter dificuldades com novas relações de seus pais por vários motivos, como o medo de perder a atenção ou o afeto que antes era exclusivo, ou até o receio de que o novo parceiro substitua o pai. Esse tipo de pensamento pode estar ligado à insegurança emocional, comum em crianças que passam por separações.
O primeiro passo para ajudá-la é criar um espaço para que ela se sinta ouvida, sem pressa de "resolver" o que ela sente. Validar as emoções dela, mostrando que é natural ter esses receios, pode ajudá-la a se sentir mais segura. Além disso, com o tempo, se ela perceber que o novo relacionamento não vai afetar o amor que você tem por ela, é possível que se sinta mais confortável com a ideia. Conversas abertas, baseadas na empatia, podem ser muito eficazes nesse processo.
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Eu estou precisando de ajuda, já não suporto todas as noites chorando e todos os julgamentos. A hist
Eu estou precisando de ajuda, já não suporto todas as noites chorando e todos os julgamentos. A história é longa, mas não aceito minha aparência, não aguento mais ouvir pessoas rindo e falando de mim. Já tomo venlafaxina a 7 anos mas preciso de terapia. Só queria não me importar!!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está passando por um momento muito complicado e saiba que esse sentimento é legítimo. Foi muito corajoso da sua parte compartilhar e de fato, é importante buscar ajuda para lidar com tamanha angústia.
A terapia será um espaço seguro para explorar o impacto desses julgamentos e a insatisfação com sua aparência, ajudando você a construir uma relação mais saudável consigo mesmo. "Não se importar" talvez pareça a solução agora, mas podemos trabalhar juntos para transformar como você se sente e reage a essas situações.
Lembre-se que é possível encontrar alívio e mais equilíbrio.
Autor
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…