Perguntas do paciente (32)
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É possível que desejo por ter experiência com alguém do mesmo sexo seja algo passageiro ou esse dese
É possível que desejo por ter experiência com alguém do mesmo sexo seja algo passageiro ou esse desejo é algo que, de fato, faz parte da minha sexualidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sexualidade humana é multifacetada, dinâmica e singular, podendo apresentar características estáveis ou variar ao longo do tempo e em diferentes contextos. Nesse sentido, o desejo por alguém do mesmo sexo, por exemplo, pode surgir por curiosidade, conexões emocionais específicas ou circunstâncias pontuais, sem necessariamente refletir uma orientação fixa ou permanente. Pode inclusive, ser apenas parte de um processo natural de autodescoberta.
Diante dessa complexidade, e considerando que cada experiência é única, é impossível afirmar categoricamente se esse desejo é passageiro ou permanente. No entanto, se essa questão te gera angústia, o mais recomendado é buscar o apoio de um psicólogo, que poderá ajudar a compreender melhor suas vivências de maneira segura e sem julgamentos.
Espero ter te ajudado e fique bem!
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Olá! Qual profissional e especialidade devo procurar para realizar o teste sonr (não verbal) para in
Olá! Qual profissional e especialidade devo procurar para realizar o teste sonr (não verbal) para investigar altas habilidades na minha filha de 3 anos e 9 meses? Obrigada!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? O mais recomendado é uma avaliação neuropsicológica, visto que são profissionais tecnicamente capacitados para identificar o perfil cognitivo de crianças e adultos, incluindo a investigação de altas habilidades. Além do SON-R, o neuropsicólogo irá complementar a avaliação com outros instrumentos, como observação comportamental, entrevista com a família e outros testes cognitivos. Se possível, converse com o profissional sobre sua experiência com o SON-R e com a identificação de altas habilidades para garantir uma avaliação abrangente e adequada.
Espero te ajudado e boa sorte!
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Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?
Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Assim como ocorre com grande parte dos transtornos mentais, o que diferencia o retraimento social normal do patológico é sua intensidade, duração, as situações em que ocorre e, por fim, seu impacto no bem-estar da pessoa. Inclusive, em algumas circunstâncias, o retraimento é esperado ou comum, como durante períodos de estresse momentâneo, mudanças, readaptações ou quando uma pessoa busca um tempo para si.
Em suma, no retraimento normal, uma pessoa consegue voltar a interagir sem grandes dificuldades quando necessário. Já no retraimento patológico, tanto o isolamento quanto o mal-estar persistem, mesmo diante de necessidades ou oportunidades de interação, gerando prejuízos.
Espero ter te ajudado!
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É verdade que uma boa estrutura familiar pode evitar um transtorno mental?
É verdade que uma boa estrutura familiar pode evitar um transtorno mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Uma boa estrutura familiar pode sim reduzir o risco de transtornos mentais, proporcionando suporte emocional, segurança e ensinando habilidades de enfrentamento ao longo do desenvolvimento do filho e isso poderá ajudá-lo a lidar melhor com o estresse, minimizar sua exposição a fatores adversos, como abuso ou negligência.
No entanto, transtornos mentais também são influenciados por fatores genéticos e biológicos, de modo que uma pessoa com predisposição pode desenvolver esses problemas mesmo em um ambiente familiar saudável. Sendo assim, embora uma família saudável ajude na prevenção, não há uma garantia absoluta contra o desenvolvimento de transtornos mentais.
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Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?
Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? A diferença entre ambos está na formação, abordagem e métodos de tratamento. O Psicólogo é graduado em Psicologia e pode ter especialização em diferentes abordagens psicoterapêuticas (como Comportamental, Gestalt, Existencial, Sistêmica, Abordagem Centrada na Pessoa, Psicanálise, entre outras. Embora nem todo psicanalista seja psicólogo, e quanto a isso é preciso ter atenção.
Esse profissional atua com questões emocionais, comportamentais e psicológicas, auxiliando na compreensão e modificação de padrões de pensamento, comportamento e relacionamento através da Psicoterapia (método), com intuito de ajudar o cliente a lidar com problemas como ansiedade, depressão, estresse, dificuldades de relacionamento, entre outros. Ele pode também aplicar testes psicológicos para avaliação de personalidade, inteligência, transtornos psicológicos ou dificuldades específicas e por fim, o Psicólogo NÃO prescreve medicação.
Já o Psiquiatra é graduado em Medicina e especialização em Psiquiatria. Seu foco é no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais com base em causas biológicas, químicas e neurológicas, como depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno bipolar, entre outros. É esse profissional que irá prescrever medicamentos psicotrópicos, como: antidepressivos, ansiolíticos ou antipsicóticos, quando necessário. Cabe ressaltar que alguns psiquiatras também oferecem psicoterapia, mas esse NÃO é o foco principal da maioria.
Enfim, espero ter auxiliado e ressalto que a combinação, quando possível, entre ambos é o ideal recomendado.
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Quem pode ter acesso ao prontuário psicológico do paciente?
Quem pode ter acesso ao prontuário psicológico do paciente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O nosso Código de Ética é bem claro quanto à obrigação de manter o sigilo sobre todas as informações obtidas durante o atendimento e esse sigilo deve ser preservado durante e após o atendimento. Sendo assim, prontuário é acessível apenas ao cliente, ao psicólogo responsável pelo tratamento e, quando autorizado (pelo cliente), a outros profissionais envolvidos no cuidado. Em situações de emergência ou determinação judicial, pode haver exceções, mas o princípio da confidencialidade é sempre a regra principal.
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Como o ABA (Análise do Comportamento Aplicada) auxilia o desenvolvimento do Autista?
Como o ABA (Análise do Comportamento Aplicada) auxilia o desenvolvimento do Autista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? A ABA auxilia desde o desenvolvimento de habilidades adaptativas até a redução de comportamentos mais desafiadores/indesejados. Por exemplo: habilidades sociais e comunicativas para que a criança aprenda a se comunicar de maneira eficaz (verbalmente ou outros meios), trabalha na interação social (iniciar conversas, compartilhar a atenção, manter o contato visual); habilidades práticas do dia a dia (se vestir, comer sozinho, higiene pessoal, organização e resolução de problemas); redução de comportamentos indesejados (agressividade ou crises) e sua substituição por comportamentos desejados/adequados.
Nessa abordagem o plano terapêutico é adaptado às necessidades de cada cliente, seus objetivos claros, os progressos são monitorados e ajustados no decorrer das intervenções para que assim a aprendizagem seja generalizada/replicada em outros contextos.
É importante ressaltar que a ABA se baseia em evidências científicas e envolve toda a família com intuito de promover a autonomia e qualidade de vida do cliente.
Espero ter te ajudado!
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Desejaria saber quanto tempo vale um laudo neuropsicológico?
Desejaria saber quanto tempo vale um laudo neuropsicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? A validade geralmente varia entre 6 meses e 2 anos, dependendo de fatores como: Idade (em crianças e adolescentes a validade tende a ser entre 6 meses a 1 ano), pois estão em pleno desenvolvimento; Condição clínica (para casos de doenças progressivas a validade também é menor entre 6 meses a 1 ano); e Estabilidade do quadro. Em resumo, não existe um prazo fixo que se aplique igualmente a todos os casos, por isso é recomendável consultar o profissional responsável por seu caso e assim garantir que o documento esteja atualizado.
Espero ter ajudado!
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Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz f
Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz ficar chateada, pois sinto que ela não se importa tanto assim e eu queria que ela fosse mais minha amiga, pois não sinto isso dela. Entretanto, eu não quero cortar laços com ela, pois ela é alguém importante para mim. O que eu poderia fazer nessa situação? Penso em procurar ajuda com psicólogo para tentar ficar bem mentalmente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você se sinta chateada ao perceber que uma amizade importante não está correspondendo às suas expectativas afetivas. Para abordar essa situação com delicadeza e clareza, um primeiro passo é iniciar uma conversa franca, mas empática. Você pode dizer, por exemplo: “Notei que temos nos falado menos ultimamente e gostaria de saber se está tudo bem com você. Nossa amizade é valiosa para mim, e queria entender se há algo que possamos ajustar juntas”. Essa abordagem abre espaço para que ela compartilhe eventuais dificuldades pessoais ou até mesmo percepções diferentes sobre a dinâmica da relação, sem que ela se sinta culpada ou pressionada.
Em paralelo, vale refletir se suas expectativas estão alinhadas à realidade dessa pessoa. Cada um tem um jeito único de demonstrar afeto: algumas pessoas são mais reservadas, outras priorizam a presença física, e há quem expresse cuidado de formas menos óbvias (como lembranças discretas ou apoio em momentos específicos). Pergunte-se: “Ela sempre agiu assim, ou isso é algo novo?” ou “Minha cobrança parte de uma necessidade minha que posso trabalhar internamente?”. Enquanto busca essas respostas, invista em outras conexões e atividades que nutram sua autoconfiança — como hobbies, grupos de interesse ou projetos pessoais. Isso não só reduz a pressão sobre essa amizade, mas também reforça sua independência emocional, lembrando que seu valor não depende da validação alheia.
Por fim, lembre-se de que relações saudáveis são construídas com respeito mútuo. Se, após diálogo e reflexão, você perceber que a distância persiste, talvez seja necessário reavaliar como deseja seguir nessa amizade — sem culpa, mas com a certeza de que merece reciprocidade. Suas emoções são válidas, e buscar equilíbrio entre o que sente e o que aceita é um ato de autocuidado.
Espero ter te auxiliado e coloco-me à disposição caso precise!
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O que faço para ser mais próxima dos meus amigos? Além do mais, outra dúvida que tenho é que já fui
O que faço para ser mais próxima dos meus amigos? Além do mais, outra dúvida que tenho é que já fui criticada como uma amiga ruim, como eu posso melhorar como amiga também? Não só para meu bem, mas também para o bem dos outros.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Que bom que você está refletindo sobre isso, porque o fato de se preocupar já mostra o quanto você valoriza seus amigos e quer melhorar. Para se aproximar mais deles, que tal começar com pequenos gestos, como enviar uma mensagem para saber como estão, propor encontros simples ou até mesmo escutá-los com atenção? Às vezes, estar presente de verdade, mesmo nas coisas mais simples, faz toda a diferença.
Sobre as críticas, pode ser útil pensar nelas como oportunidades de crescimento, se forem feitas de forma construtiva. Se sentir confortável, você pode até perguntar aos seus amigos o que eles valorizam em uma amizade ou o que acham que poderia melhorar. Isso demonstra maturidade e vontade de evoluir.
Lembre-se de que ninguém é perfeito, e amizades são construídas com troca e compreensão. Seja gentil consigo mesma durante esse processo de mudança, porque isso também reflete na forma como você se relaciona com os outros.
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Voltei com meu ex recentemente. E me sinto mal por não contar detalhes das coisas, as vezes acho qu
Voltei com meu ex recentemente.
E me sinto mal por não contar detalhes das coisas, as vezes acho que posso estar me sabotando. As pessoas que eu conversei me falaram que nem tudo se conta com detalhes, que não importa oque aconteceu dentro do “ficar”, mas mesmo assim tenho a sensação de estar estar enganando ele, mesmo não devendo satisfação doque eu fiz no tempo solteira. As vezes tenho vontade de falar, mas sei que ele não vai lidar bem e eu vou acabar sendo julgada. Como lidar com a culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum sentir culpa em situações como essa, mas seu passado é parte da sua história e não um “segredo” que precise ser revelado. Guardar detalhes do período em que estavam separados não é enganar, mas proteger sua intimidade e o que estão reconstruindo agora. O que importa é como vocês se tratam no presente: com honestidade, respeito e cuidado mútuo. Compartilhar tudo pode abrir feridas desnecessárias, especialmente se o que aconteceu não interfere no que vocês são hoje. Confie que seu valor não está no que você fez ou deixou de fazer, mas na pessoa que você escolhe ser agora.
A culpa muitas vezes surge de inseguranças internas, não de erros reais. Questione se ela vem do medo de não merecer a reconciliação ou de padrões de autossabotagem. Respeite seus limites (não é obrigada a se expor) e os dele (evite detalhes que só geram dor) e lembre-se que relacionamentos saudáveis não exigem que você apague seu passado, mas que ambos escolham cuidar do que estão construindo juntos, com maturidade para lidar com o que não podem controlar.
Se a pressão persistir, considere terapia para entender e lidar com essas emoções de uma maneira mais amena. Espero ter te ajudado e coloco-me à disposição, caso precise.
Forte abraço!
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Minha psicóloga me diagnosticou com TDAH, mas vários conhecidos comentaram que é estranho porque não
Minha psicóloga me diagnosticou com TDAH, mas vários conhecidos comentaram que é estranho porque não fiz os testes que muitos exigem. Esses testes são os únicos que determinam o diagnostico? Estou em acompanhamento com a psicóloga já faz um tempo, quase dois anos e ela comentou que vem avaliando e estudando o meu caso, por isso determinou o diagnóstico. Mas, fiquei um pouco confusa, por não ter feito esses testes.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Se sua psicóloga indicou o diagnóstico de TDAH sem testes formais, é possível que ela esteja compartilhando com você apenas uma hipótese diagnóstica, baseada na observação contínua e em critérios clínicos. Isso não é necessariamente errado, mas, para confirmar o diagnóstico de forma mais robusta e assegurar o manejo adequado.
O ideal seria solicitar uma avaliação neuropsicológica, visto que após uma bateria de testes, avaliações e inventários haveria maior precisão e objetividade. Posteriormente, é importante consultar um psiquiatra para fechar o diagnóstico e considerar opções de tratamento medicamentoso, caso seja necessário.
Destaco que esses encaminhamentos não significam, necessariamente, que o trabalho da sua psicóloga esteja incorreto, mas essas dicas/recomendações são uma forma de seguir as melhores práticas, garantir um diagnóstico bem fundamentado e te trazer mais tranquilidade.
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…