Perguntas do paciente (77)

  • Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas de fobia social?

    Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas de fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Os sintomas relacionados à fobia social podem começar a se manifestar ainda na infância ou adolescência, períodos marcados por intensas transformações e exposição a experiências novas, especialmente no convívio social.

    Em geral, esses sinais surgem quando o medo de ser julgado, exposto ou rejeitado passa a gerar um sofrimento desproporcional, interferindo na vida escolar, nas relações ou na construção da autonomia. A criança ou adolescente pode evitar situações sociais, apresentar sintomas físicos diante de interações, ou sentir grande angústia ao se imaginar no centro das atenções.

    Cada sujeito é único, por isso é importante compreender o contexto em que esses sintomas aparecem e o que eles expressam, mais do que apenas nomeá-los. O acompanhamento adequado pode ajudar a escutar esse sofrimento e promover formas mais saudáveis de se relacionar com o outro e consigo mesmo.


  • Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?

    Quais são as diferenças entre retraimento social normal do patológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    O retraimento social pode ser uma resposta natural a momentos de cansaço, introspecção ou necessidade de privacidade. Todos, em algum momento, podem sentir o desejo de se afastar de situações sociais para recarregar as energias ou refletir sobre a própria vida.

    No entanto, quando esse retraimento se torna excessivo e começa a interferir de forma significativa na vida cotidiana, nas relações interpessoais ou nas responsabilidades, ele pode indicar um quadro patológico. Nesse caso, o isolamento pode ser motivado por medo excessivo de julgamento, rejeição ou crítica, e pode gerar um sofrimento considerável.

    A principal diferença entre o retraimento social "normal" e o patológico é o impacto no funcionamento da pessoa. Enquanto o primeiro pode ser um comportamento passageiro e funcional, o segundo tende a se prolongar e criar uma sensação de desconexão que pode afetar o bem-estar emocional, social e até físico. É importante que esse padrão de comportamento seja observado e, se necessário, acompanhado por um profissional.


  • Criei dependência emocional por uma pessoa a qual não cheguei a conhecer pessoalmente, foram 4 anos

    Criei dependência emocional por uma pessoa a qual não cheguei a conhecer pessoalmente, foram 4 anos de conversa até que do nada a pessoa sumiu, mas antes msm eu já dava sinais de crise de ansiedade quando a pessoa demorava a responder e tals, porém mesmo a gente não se falando tudo o que tem a ver com essa pessoa de certa forma me afeta e eu começo a ter uma crise de ansiedade intensa. (A gente parou de conversar e as crises diminuiram) Mas de vez enquanto, quando uma música me lembra ela, ou vejo algo que tem a ver com ela, simplesmente me dá crise. Eu faço terapia, mas parece que continua a msm coisa... O que é indicado nesses casos? Será que procuro outro profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    O que você relata é muito mais comum do que parece, não por banalidade, mas porque vínculos emocionais não exigem presença física para se tornarem potentes. Durante esses quatro anos, essa relação ocupou um espaço importante na sua vida psíquica. Ela se tornou, de alguma forma, um ponto de referência afetivo. Então, é compreensível que vestígios desse laço ainda te afetem, músicas, lembranças, símbolos… O afeto não obedece à lógica do “passou, acabou”.

    Sobre a terapia: sentir que algo “não está mudando” pode ser parte do processo. Às vezes, é mesmo necessário buscar outro profissional, outras vezes, é uma fase em que as dores estão vindo à tona para finalmente serem elaboradas. O mais importante é você poder falar disso no seu tempo, com quem te escuta de verdade, sem te apressar nem te julgar.

    Se há sofrimento, há algo aí que ainda precisa ser dito, entendido, atravessado. E isso leva tempo. Mas não é tempo perdido.


  • Bom dia ultimamente quando penso na palavra dormir me causa um misto de sensações ruins , já estou e

    Bom dia ultimamente quando penso na palavra dormir me causa um misto de sensações ruins , já estou em tratamento psiquiátrico e psicológico porém tem 5 meses que isso não passa . O que devo fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá!
    Já pensou de onde vieram essas sensações? Que sensações são essas, exatamente? Ansiedade? Medo? Angústia? Tristeza?

    Por que será que elas aparecem justamente nesse momento?
    É só na hora de dormir ou surgem em outros contextos também — como quando você desacelera, está sozinho(a), ou tenta relaxar?

    Talvez o que você esteja sentindo não tenha a ver só com o sono, mas com o que aparece quando o dia termina e você se encontra com seus próprios pensamentos. Dormir, às vezes, vira um desafio quando há algo interno que ainda não conseguiu ser escutado de verdade.

    Você está em tratamento, e isso é ótimo. Leve essas perguntas para seus atendimentos. Pode ser que nelas exista algo que ainda não foi dito, normalmente o que aparece no corpo ainda não foi nomeado em seus sentimentos.


  • Começei a criar medos irreais sobre a noite com isso venho tendo dificuldades para adormecer, fico c

    Começei a criar medos irreais sobre a noite com isso venho tendo dificuldades para adormecer, fico como se tivesse medo de como sonhamos . Gostaria de saber o que eu devo fazer para que isso melhore ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá!
    A noite, que normalmente representa descanso, se tornou um momento de alerta para você. Medos "irreais", como você chamou, geralmente são sinais de que há algo mais profundo tentando aparecer — algo que talvez não tenha ainda se transformado em palavras.

    Você já se perguntou o que, de fato, esses sonhos te fazem sentir? Seria a falta de controle? A incerteza do que vai surgir quando você “desliga”? Às vezes, o medo do sonho é, na verdade, um medo de se encontrar com partes de si mesmo(a) que vêm sendo evitadas durante o dia.

    Não lute contra o medo como se ele fosse um inimigo. Tente escutá-lo. O que ele está tentando te proteger de sentir?


  • Bom dia , estou sentindo sensações ruins ao dormir como se algo fosse acontecer comigo dormindo prin

    Bom dia , estou sentindo sensações ruins ao dormir como se algo fosse acontecer comigo dormindo principalmente quando sonho o que posso fazer para que melhore ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá!
    Essas sensações que você descreve são comuns em quadros de ansiedade. Mas é importante ir além do rótulo. Seria interessante pensar: de onde vem esse medo? O que exatamente nos sonhos está te afetando? Que mensagens eles podem estar tentando comunicar?

    O que aparece no sono pode ter relação com vivências que você ainda não conseguiu elaborar completamente.


  • Olá. Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificulda

    Olá.
    Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificuldade de falar alguma palavra específica com alguém, ela não sai, por exempo em uma conversa. Sozinho pareço conseguir falar a palavra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá! Sim, isso pode acontecer. A fobia social (ou ansiedade social) está ligada ao medo intenso de ser julgado, de errar ou de “falhar” diante de outras pessoas — e esse medo pode interferir diretamente na fala, na expressão e até no acesso a determinadas palavras.

    Às vezes, o bloqueio não está na palavra em si, mas no contexto: com quem se está falando, o que se teme que o outro pense, o quanto aquela situação mobiliza inseguranças mais profundas. Quando estamos sozinhos, essas pressões desaparecem, e aí a palavra “volta”.

    É importante lembrar que a linguagem é mais do que técnica — ela está atravessada pela nossa história, pelas nossas relações e pelos afetos. Por isso, dificuldades como essa não indicam "fraqueza", mas apontam para algo que merece escuta e cuidado.

    Se você sente que isso tem te limitado ou causado sofrimento, buscar um espaço de escuta, como a clínica, pode ser um caminho importante para compreender melhor o que está em jogo.

    Estou à disposição, se quiser conversar mais sobre isso.


  • Olá. Quando eu era criança vivia matando pintinhos, furtei 2 relógios e sempre pegava os giz da prof

    Olá. Quando eu era criança vivia matando pintinhos, furtei 2 relógios e sempre pegava os giz da professora escondido. Tinha uma dificuldade de respeitar autoridades (que se perdura até hoje) e sempre implicava com meus primos. Nunca me levaram ao psicólogo pra averiguar. Isso pode se caracterizar transtorno de conduta ou TOD?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá! Antes de qualquer coisa, é importante reconhecer a sua coragem em revisitar essas experiências da infância e se perguntar sobre elas hoje, com o olhar de alguém que busca compreender, e não apenas julgar o que viveu.

    Sobre o que você descreve: comportamentos como furtos, crueldade com animais, dificuldade com figuras de autoridade e hostilidade persistente podem, sim, se encaixar em quadros como transtorno de conduta ou transtorno opositor desafiante (TOD) — mas qualquer diagnóstico desse tipo precisa ser feito com muito cuidado, considerando todo o contexto emocional, familiar e social da criança na época.

    Além disso, um diagnóstico por si só nunca dá conta da complexidade de um sujeito. Na psicanálise, mais do que nomear ou classificar, buscamos escutar o que esses comportamentos querem dizer. O que estava acontecendo ao seu redor? O que essas atitudes expressavam ou protegiam? Que marcas emocionais ficaram disso?

    Se essas questões ainda reverberam em você, talvez seja um bom momento para iniciar um processo terapêutico. Não para “corrigir” o passado, mas para dar lugar à escuta da sua história, com menos culpa e mais compreensão.

    Estou por aqui, caso queira conversar mais sobre isso.


  • Olá! Gostaria de saber se existe psicólogo que tem como especialização tratar fobia social?

    Olá! Gostaria de saber se existe psicólogo que tem como especialização tratar fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá! Sim, existem psicólogos que se especializam no tratamento da fobia social, ou ansiedade social. Esse quadro é muito comum e envolve o medo intenso de ser julgado ou rejeitado em situações sociais, o que pode afetar a vida cotidiana de forma significativa.

    Na psicologia, diversas abordagens podem ser usadas para tratar a fobia social, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que é bastante eficaz nesse tipo de transtorno. Porém, na psicanálise, a escuta e a compreensão da singularidade de cada pessoa também têm um papel fundamental para entender o que está por trás desse medo — as questões emocionais, as experiências passadas e as dinâmicas psíquicas que podem estar alimentando esse sofrimento.

    Se você sente que a fobia social está afetando sua vida, é importante procurar um profissional que tenha experiência no trato dessa questão. O mais importante é encontrar alguém com quem você se sinta confortável para falar e explorar os aspectos dessa vivência.

    Se precisar de mais informações sobre como isso funciona na prática, estou à disposição.









  • Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o de

    Bullying escolar, superproteção dos pais e ambiente familiar conflituoso, podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá! Sim, todos esses fatores podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social. Vamos entender como:

    • Bullying escolar: Situações de bullying geram um impacto emocional profundo. Quando uma criança ou adolescente é alvo de críticas constantes, humilhações ou rejeições, ela pode internalizar a ideia de que é inadequada ou inferior, o que aumenta o medo de ser julgada negativamente em qualquer outra situação social.

    • Superproteção dos pais: Embora os pais superprotegendo seus filhos queiram, em geral, evitar o sofrimento, essa atitude pode, sem querer, privar a criança de aprender a lidar com frustrações e situações desafiadoras. Isso pode gerar insegurança e medo excessivo de errar, que são características da fobia social, pois a criança nunca tem a oportunidade de desenvolver sua própria autonomia emocional.

    • Ambiente familiar conflituoso: Um ambiente familiar em que há conflitos frequentes pode ser um grande fator estressor na infância. Quando a criança presencia discussões ou falta de harmonia entre os pais, ela pode sentir que o mundo é um lugar perigoso, inseguro e imprevisível, o que pode levar ao isolamento e a uma grande dificuldade de confiar nos outros, fatores que alimentam a fobia social.

    Esses fatores podem fazer com que a pessoa, na vida adulta, se sinta constantemente insegura e temerosa de ser julgada ou rejeitada. É importante, nesse processo, buscar um espaço de escuta onde a pessoa possa compreender essas influências e, com o tempo, encontrar formas mais saudáveis de se relacionar com os outros.

    Se você percebe que essas questões fazem parte da sua história, é possível que um processo terapêutico seja um caminho importante para explorar e transformar esses sentimentos


  • Tenho fobia social, e com o tempo desenvolvi claustrofobia. Tenho também muito medo de andar de avi

    Tenho fobia social, e com o tempo desenvolvi claustrofobia.
    Tenho também muito medo de andar de avião.
    Melhorei um pouco da ansiedade social mas antes já fui muito prejudicado por isso, causando impacto na minha vida profissional e acadêmica.
    Gostaria de saber: é possível controlar os medos a partir de uma auto meditaçao? Ouvi falar em mindfulness, mas nao sei até que ponto isso seria eficaz em termos de me controlar em uma crise.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Olá,

    Primeiramente, é importante reconhecer o quanto você já passou por um processo de autopercepção, ao identificar as questões que afetam sua vida profissional e acadêmica. Isso já é um grande passo.

    A ansiedade social, a claustrofobia e o medo de andar de avião são questões que podem ter raízes profundas e que impactam diretamente o bem-estar emocional. O que você menciona sobre a possibilidade de controlar esses medos por meio da autossugestão e práticas como mindfulness é um caminho que muitas pessoas buscam, e pode, sim, trazer benefícios.

    Mindfulness, que envolve a prática da atenção plena, tem se mostrado eficaz para muitas pessoas, principalmente em situações de ansiedade, ajudando a lidar com o momento presente de forma mais tranquila. Ao focar no "aqui e agora", conseguimos diminuir os pensamentos automáticos e, assim, a intensidade da ansiedade.

    Entretanto, é importante lembrar que, embora mindfulness e meditação sejam ferramentas, elas não substituem o acompanhamento terapêutico. Em momentos de crise, pode ser difícil aplicar técnicas de forma eficaz sem o devido suporte. A terapia pode ser fundamental para você entender as origens desses medos, suas manifestações e como lidar com eles de forma mais saudável.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Dificuldade em se relacionar ou se comunicar com mulheres não define sua orientação sexual, é mais sobre insegurança, timidez ou bloqueios emocionais. O caminho é procurar um psicólogo clínico, que pode ajudar a entender a origem dessas dificuldades, trabalhar a autoestima e desenvolver habilidades de comunicação e confiança. Com prática e apoio, é totalmente possível se sentir mais à vontade e natural nesses contatos.


  • Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Para trabalhar timidez e insegurança, o ideal é procurar um psicólogo clínico. Mais importante do que a abordagem específica é encontrar alguém com quem você se sinta à vontade para se abrir, é nesse espaço seguro que a mudança realmente acontece.


  • É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Autoestima não é algo fixo e pode ser construída em qualquer fase da vida. Depois dos 40, você já tem experiência e autoconhecimento que podem acelerar esse processo. Com reflexão, autocompaixão e, se quiser, acompanhamento psicológico, é totalmente possível fortalecer a confiança em si mesmo e viver de forma mais autêntica.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Depressão em alguém com bipolaridade não tem uma ‘cura’ no sentido literal, mas tem tratamento e manejo, e é possível viver bem mesmo com o transtorno. Melhorar envolve acompanhamento médico, adesão a medicação, psicoterapia e estratégias de autocuidado. É sobre aprender a conviver com os altos e baixos, identificar sinais de alerta e fortalecer o que te mantém estável. A melhora existe, mas é um caminho contínuo, não um ponto final.


  • Pergunta para psicólogos: em quantas sessões de hipnose com um psicólogo pode haver melhora significativa

    Pergunta para psicólogos: em quantas sessões de hipnose com um psicólogo pode haver melhora significativa no tratamento da timidez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Embora a hipnose seja utilizada por alguns psicólogos dentro de práticas terapêuticas específicas, como a hipnoterapia, ela não é uma técnica central na psicologia tradicional. Quando aplicada de forma adequada, a hipnose pode ajudar em questões como a timidez, acessando aspectos do inconsciente para ressignificar experiências e crenças limitantes.

    No entanto, é importante lembrar que a quantidade de sessões necessárias para uma melhora significativa varia de acordo com cada indivíduo. Fatores como a intensidade da timidez, o engajamento do paciente no processo terapêutico e a abordagem utilizada pelo psicólogo influenciam no tempo necessário para observar resultados. Além disso, outras abordagens, são amplamente utilizadas e eficazes no tratamento da timidez, ajudando a pessoa a modificar padrões de pensamento e comportamento.

    A melhor estratégia é sempre procurar um profissional qualificado que possa avaliar seu caso e determinar o tratamento mais adequado.


  • Timidez excessiva: tem tratamento para isso? se sim,qual especialista procurar? lembrando que faço

    Timidez excessiva: tem tratamento para isso? se sim,qual especialista procurar?
    lembrando que faço tratamento com Sertralina e Risperidona para Toc e depressão nos ultimos 5 anos . a timidez vem desde a adolescencia e hoje com 27 anos isso já me causou desconforto demais...desja ja obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lais Matos

    Sim, tem! Mas antes de tudo, vale entender que a timidez em si não é um problema — o que importa é o quanto ela está te limitando ou te causando sofrimento. Pelo que você descreve, ela já te incomoda há anos e impacta sua vida. Então, faz sentido buscar uma abordagem para isso.

    A Sertralina e a Risperidona podem ajudar em alguns aspectos, mas a timidez excessiva costuma ter raízes mais profundas que remédios, sozinhos, não alcançam. A psicoterapia, especialmente com um psicanalista ou psicólogo clínico, pode ajudar a entender de onde vem essa timidez e o que ela significa para você. Muitas vezes, há inseguranças, medos ou até experiências do passado que reforçaram esse padrão.

    O importante é que você não precisa aceitar isso como algo fixo e imutável. Há caminhos para transformar essa relação consigo mesmo.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.