Perguntas do paciente (164)

  • É normal que a depressão só melhore

    É normal que a depressão só melhore quando ficamos longe de alguma situação estressante?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!

    A sua pergunta é muito válida e reflete um aspecto importante da depressão. Muitas vezes, percebemos uma melhora ao nos afastarmos de situações estressantes porque o ambiente influencia nosso estado emocional. No entanto, a depressão não se resume apenas ao contexto externo—ela envolve fatores biológicos, emocionais e cognitivos que podem persistir mesmo após a mudança de cenário.

    Se a melhora acontece apenas quando você se distancia do estresse, pode ser um sinal de que ainda existem aspectos internos que precisam ser trabalhados. A verdadeira superação da depressão não está apenas na fuga do que nos causa desconforto, mas no fortalecimento emocional para lidar com os desafios da vida sem que eles nos dominem.

    Cada caso é único, e compreender melhor o que está por trás dessas emoções pode ser transformador. Se quiser explorar isso de uma maneira mais profunda e personalizada, ficarei feliz em te ajudar nesse processo!


  • Bom dia! Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a fa

    Bom dia!
    Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a faculdade me dá muita agonia, não converso e me sinto inferior, tenho medo de apresentações... Isso acontece somente na faculdade, eu trabalho fora e não sinto isso.Comecei a faculdade de psicologia e acho que não condiz mais com o que eu quero.
    Devo ir em um psicólogo ou psiquiatra ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Bom dia!
    O que você descreve parece estar trazendo um grande desconforto e merece atenção, pois sua ansiedade está impactando diretamente sua experiência na faculdade. O fato de isso ocorrer apenas nesse contexto sugere que há algo específico na vivência acadêmica que pode estar gerando essa reação.

    A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas e em diferentes ambientes. No seu caso, é interessante investigar o que a faculdade representa para você: será o medo da avaliação? A pressão para corresponder a expectativas? A comparação com os outros? Essas são perguntas que podem ser trabalhadas no processo terapêutico.

    Sobre sua dúvida, um psicólogo pode te ajudar a entender e lidar com esses sentimentos, oferecendo estratégias para gerenciar sua ansiedade e fortalecer sua autoconfiança nesse ambiente. Já um psiquiatra pode ser indicado caso a ansiedade esteja muito intensa e haja necessidade de uma avaliação medicamentosa. O ideal é começar com um psicólogo, que pode te orientar caso haja necessidade de encaminhamento.

    E quanto à escolha do curso, antes de tomar uma decisão, vale refletir se sua insatisfação vem realmente da área ou se está mais ligada à ansiedade que você sente na faculdade. Às vezes, a vontade de desistir pode ser uma tentativa de fugir do desconforto.

    Se precisar de um espaço para explorar essas questões com acolhimento e estratégias personalizadas, estou à disposição!


  • Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cid

    Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cidade a 14 anos, recentemente fiz uma viagem pro lugar onde nasci porque minha família toda é de lá, aqui na cidade só mora eu minha e meu irmão somentes, e desde que eu voltei de viagem pra cidade eu me sinto muito abatido e solitario, as vezes sinto meu coração acelerar e fico pensando no lugar onde nasci, aqui na cidade não saio pra nenhum lugar e me sinto esquecido!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Primeiro, quero reconhecer a intensidade dos sentimentos que você está vivendo. O que você descreve faz muito sentido: revisitar suas raízes pode despertar um turbilhão de emoções, especialmente quando há um contraste tão grande entre a conexão que sentiu lá e a solidão que percebe aqui.

    Muitas vezes, quando voltamos a um lugar que nos marcou, ativamos memórias profundas de pertencimento e afeto, e o retorno à rotina pode parecer ainda mais vazio em comparação. O coração acelerado e os pensamentos recorrentes podem indicar que essa viagem despertou algo importante para você—talvez um desejo de reencontrar partes de si mesmo que ficaram lá no passado.

    A boa notícia é que esse sentimento pode ser compreendido e transformado. Que tal explorarmos juntos formas de ressignificar essa experiência? Podemos trabalhar para que você se sinta mais conectado consigo mesmo e com o presente, sem que o passado pareça um lugar inalcançável. Se fizer sentido para você, estou aqui para te ajudar nesse processo. Você não está esquecido. Seu sentir importa.


  • Tenho um amigo com transtorno de bipolaridade, sempre nos demos muito bem, mas nessas últimas semana

    Tenho um amigo com transtorno de bipolaridade, sempre nos demos muito bem, mas nessas últimas semana, ele tem agido de forma agressiva e tem me feito várias ofensas, até me bloqueou nas redes sociais sem eu ter feito nada, o que faço? Estou muito mal e aborrecido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Entendo como essa situação pode ser dolorosa para você. Ter um amigo próximo que, de repente, muda de comportamento, tornando-se agressivo e se afastando, pode gerar confusão e sofrimento.

    A bipolaridade envolve oscilações de humor que podem afetar a forma como a pessoa se relaciona com os outros, mas isso não significa que você deva aceitar atitudes que te machucam. Neste momento, o mais importante é cuidar do seu bem-estar emocional.

    Tente lembrar que essa agressividade pode não ser sobre você, mas sim um reflexo do que ele está vivenciando internamente. Dar espaço pode ser a melhor atitude agora, permitindo que ele se estabilize e, quem sabe, retome o contato de forma mais equilibrada. Se e quando isso acontecer, vocês poderão conversar sobre os limites necessários para manter a amizade saudável.

    Além disso, se essa situação tem te abalado profundamente, buscar apoio – seja com amigos de confiança ou com um profissional – pode te ajudar a processar esses sentimentos. Se precisar conversar mais sobre isso, estarei aqui. Você não precisa passar por isso sozinho(a).


  • Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que você trouxe essa questão, pois há muitas dúvidas sobre esse tema.

    O transtorno bipolar afetivo (TAB) é um diagnóstico clínico caracterizado por oscilações de humor entre episódios de depressão e de mania ou hipomania. Essas variações podem impactar significativamente a vida da pessoa, afetando sua energia, comportamento e até sua percepção da realidade.

    Já o espectro bipolar é um conceito mais amplo, que abrange não apenas o TAB clássico, mas também outras condições que envolvem variações do humor que não se encaixam exatamente nos critérios tradicionais. Isso inclui desde formas mais leves, como a ciclotimia, até apresentações atípicas, onde os sintomas não são tão claros, mas ainda causam sofrimento e prejuízo na vida da pessoa.

    Ou seja, enquanto o TAB é um diagnóstico específico, o espectro bipolar nos ajuda a entender que há uma variedade de manifestações que podem se apresentar de formas sutis ou diferentes para cada indivíduo.

    Se você tem dúvidas sobre como essas variações podem estar presentes na sua vida ou na de alguém próximo, um olhar profissional pode ajudar a trazer mais clareza e possibilidades de tratamento. Fique à vontade para entrar em contato!


  • Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Fico feliz com sua pergunta, pois compreender as nuances do Transtorno Afetivo Bipolar é essencial para quem busca informação e, possivelmente, auxílio psicológico.

    O Transtorno Bipolar é uma condição caracterizada por oscilações no humor, energia e comportamento. A principal diferença entre os tipos I e II está na intensidade dos episódios:

    Transtorno Bipolar Tipo I: Caracteriza-se pela presença de pelo menos um episódio de mania, que é um estado de euforia intensa, aumento da energia, impulsividade e, em alguns casos, sintomas psicóticos (como delírios e alucinações). A fase maníaca pode impactar significativamente a vida da pessoa, exigindo, muitas vezes, hospitalização.

    Transtorno Bipolar Tipo II: Nesse caso, a pessoa vivencia episódios de hipomania (uma forma mais branda de mania, sem sintomas psicóticos), intercalados com episódios depressivos mais profundos e prolongados. Muitas vezes, o sofrimento vem mais da depressão do que da hipomania, o que pode dificultar o diagnóstico.

    Cada caso é único, e o mais importante é buscar um acompanhamento especializado para compreender melhor os sintomas e encontrar um caminho de equilíbrio e bem-estar. Se você tem dúvidas sobre como isso pode estar impactando sua vida ou a de alguém próximo, estarei à disposição para ajudar!


  • Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de v

    Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que você trouxe essa questão. Cuidar da qualidade de vida no Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) vai muito além do tratamento medicamentoso – mudanças no estilo de vida podem ser grandes aliadas na estabilidade emocional.

    Rotina estruturada: Estabelecer horários regulares para dormir, se alimentar e realizar atividades diárias ajuda a equilibrar os ritmos biológicos, reduzindo o risco de oscilações de humor.

    Gerenciamento do estresse: Práticas como meditação, mindfulness e técnicas de respiração auxiliam no controle emocional e na prevenção de crises.

    Alimentação equilibrada: Manter uma dieta rica em nutrientes e evitar substâncias estimulantes (como cafeína e álcool) pode favorecer a estabilidade mental.

    Exercícios físicos: Atividades regulares, como caminhada, dança ou yoga, liberam endorfinas e contribuem para o bem-estar emocional.

    Rede de apoio: Ter um círculo de suporte, seja de amigos, familiares ou grupos terapêuticos, faz toda a diferença na jornada do tratamento.

    Autoconhecimento e psicoterapia: A terapia auxilia na identificação de gatilhos, na construção de estratégias para lidar com os sintomas e no desenvolvimento de um estilo de vida mais saudável e consciente.

    Cada pessoa é única, e encontrar o equilíbrio ideal pode levar tempo, mas com acompanhamento adequado e ajustes no dia a dia, é possível viver com mais qualidade e bem-estar. Se quiser conversar mais sobre isso, estarei à disposição para te ajudar nesse caminho!


  • O que posso fazer para prevenir um episódio de Transtorno Bipolar?

    O que posso fazer para prevenir um episódio de Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Fico feliz por você buscar informações sobre o Transtorno Bipolar. Prevenir episódios dessa condição envolve uma combinação de autocuidado, estratégias psicológicas e, em alguns casos, suporte médico.

    Manter uma rotina estruturada de sono, alimentação e atividades diárias pode ajudar a estabilizar o humor. Além disso, aprender a identificar sinais iniciais de oscilação emocional é essencial para agir antes que um episódio se intensifique. O gerenciamento do estresse, a prática de exercícios físicos e o fortalecimento das relações interpessoais também são aliados valiosos.

    No entanto, cada pessoa é única. A psicoterapia pode ser uma ferramenta poderosa para entender melhor seus gatilhos, desenvolver estratégias personalizadas e cultivar o equilíbrio emocional a longo prazo. Se quiser conversar mais sobre como isso pode se aplicar à sua realidade, ficarei feliz em ajudar!


  • É verdade que as alterações no humor é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa com t

    É verdade que as alterações no humor é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa com transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Sim, as alterações de humor são um dos principais sinais do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), mas não são o único critério para o diagnóstico. O que realmente diferencia o TAB de outras condições é a alternância entre episódios de euforia (mania ou hipomania) e depressão, acompanhada de mudanças na energia, comportamento e pensamento.

    No entanto, é essencial lembrar que nem toda variação de humor significa bipolaridade. O diagnóstico exige uma avaliação criteriosa feita por um profissional, considerando a intensidade, duração e impacto desses episódios na vida da pessoa.

    Se você tem dúvidas sobre isso para si ou alguém próximo, buscar ajuda especializada pode trazer mais clareza. Cada mente é única, e compreender melhor o que está acontecendo pode ser o primeiro passo para uma vida emocional mais equilibrada. Estou à disposição para ajudar nesse processo!


  • Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode se manifestar em qualquer fase da vida, mas os primeiros sintomas costumam aparecer entre o final da adolescência e o início da vida adulta, geralmente entre os 15 e 25 anos. No entanto, há casos em que os sinais surgem antes ou depois dessa faixa etária, podendo até ser identificados na infância ou somente na maturidade.

    O mais importante não é apenas a idade de início, mas sim o reconhecimento precoce dos sintomas, que podem ser confundidos com mudanças emocionais normais ou até mesmo com outros transtornos. Oscilações extremas de humor, energia e comportamento, que interferem significativamente na vida pessoal e profissional, são sinais de alerta.

    Cada pessoa é única, e um diagnóstico preciso exige uma avaliação cuidadosa. Se há suspeita de TAB, buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença na qualidade de vida e no bem-estar emocional. Caso queira entender melhor como esses sintomas podem estar se manifestando no seu caso ou de alguém próximo, estou à disposição para conversarmos!


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) afeta amigos e família de uma pessoa com bipolaridade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Fico feliz por sua pergunta, pois mostra uma preocupação genuína com o impacto do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) nas relações interpessoais.

    O TAB não afeta apenas quem recebe o diagnóstico, mas também ressoa profundamente nos amigos e familiares. As oscilações de humor—da euforia intensa à depressão profunda—podem gerar incerteza e desafios emocionais para quem convive com a pessoa. Muitas vezes, amigos e familiares se sentem confusos, impotentes ou até mesmo sobrecarregados ao tentar apoiar sem saber exatamente como agir.

    Além disso, o impacto varia conforme a fase da doença. Durante episódios maníacos, a impulsividade e a hiperatividade podem levar a conflitos e preocupações com decisões arriscadas. Já nos períodos depressivos, a reclusão e a tristeza podem gerar sentimentos de frustração ou até mesmo culpa em quem está por perto.

    No entanto, é importante destacar que, com o tratamento adequado e um bom suporte emocional, é possível construir relações saudáveis e equilibradas. A psicoeducação—ou seja, o entendimento do transtorno tanto pela pessoa diagnosticada quanto por seus familiares—é um grande diferencial na redução de conflitos e no fortalecimento das relações.

    Se você ou alguém próximo está lidando com essa situação, saiba que não precisam passar por isso sozinhos. O suporte psicológico pode ser um divisor de águas na jornada de compreensão e manejo do TAB. Caso queira conversar mais sobre isso, estou à disposição para ajudar!


  • Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    Como o transtorno afetivo bipolar (TAB) pode afetar a vida do paciente nas diferentes fases da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que trouxe essa questão tão importante.

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode impactar a vida de maneiras distintas ao longo das fases do desenvolvimento, exigindo um olhar cuidadoso para cada etapa:

    Infância e Adolescência: Embora menos comum, o TAB pode surgir com oscilações emocionais intensas, impulsividade e dificuldades na escola e nas relações sociais. Nessa fase, é essencial um diagnóstico preciso para evitar confusões com outros transtornos, como TDAH.

    Vida Adulta: Aqui, os desafios podem envolver instabilidade no trabalho, nos relacionamentos e na regulação emocional. Durante episódios depressivos, há maior risco de isolamento e baixa autoestima; já na fase de euforia (mania), podem ocorrer comportamentos impulsivos, afetando finanças, vida social e decisões importantes.

    Maturidade e Terceira Idade: O impacto pode estar relacionado a questões de saúde geral, adesão ao tratamento e suporte social. Em alguns casos, os episódios podem ser menos intensos, mas persistem os desafios emocionais e a importância de acompanhamento contínuo.

    Cada fase exige estratégias específicas para promover estabilidade e qualidade de vida. O tratamento adequado não se limita à medicação—psicoterapia, suporte familiar e mudanças no estilo de vida são essenciais para o equilíbrio emocional.

    Se precisar de um espaço seguro para falar sobre isso, estou à disposição para ajudar!


  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológ

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Uma avaliação neuropsicológica pode ser extremamente útil para pacientes com transtorno bipolar, embora não seja obrigatória para o diagnóstico. Esse tipo de avaliação investiga funções cognitivas como memória, atenção e flexibilidade mental, que podem ser afetadas pelo transtorno e até influenciar a resposta ao tratamento.

    Muitas vezes, pacientes bipolares apresentam dificuldades cognitivas mesmo quando estão estáveis, o que pode impactar sua qualidade de vida. A avaliação neuropsicológica permite identificar essas questões e traçar estratégias para lidar com elas, potencializando o tratamento psicoterapêutico e psiquiátrico.

    Se o objetivo for um plano de tratamento mais preciso e individualizado, a avaliação neuropsicológica pode ser um grande diferencial. Caso tenha dúvidas sobre sua necessidade no seu caso específico, podemos conversar mais detalhadamente.


  • Como é a transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar?

    Como é a transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Oi! Que bom que você perguntou, porque a transição entre mania e depressão no Transtorno Bipolar é, muitas vezes, contraintuitiva.

    Muita gente imagina que essa mudança acontece de forma brusca, como um interruptor ligando e desligando, mas, na realidade, pode ser um processo mais sutil e traiçoeiro. Alguns pacientes passam por um estado intermediário chamado "estado misto", no qual sintomas de mania e depressão coexistem. Isso significa que a pessoa pode sentir uma energia intensa e impulsividade da fase maníaca, mas ao mesmo tempo experimentar desesperança e pensamentos depressivos. Esse é um dos períodos de maior risco para comportamentos impulsivos e autodestrutivos.

    Além disso, a velocidade da transição pode variar. Em alguns casos, ocorre de forma gradual, com oscilações sutis, enquanto em outros, a mudança pode ser quase abrupta. Existem fatores que podem influenciar essas transições, como estresse, privação de sono e uso de substâncias.

    Se você se interessa por essas nuances da mente humana, podemos conversar mais sobre como isso se manifesta no dia a dia e como a psicologia pode ajudar a criar estratégias eficazes para lidar com essas oscilações. O que acha?


  • O que acontece se uma pessoa não trata o transtorno bipolar?

    O que acontece se uma pessoa não trata o transtorno bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Que bom que você trouxe essa questão tão importante.

    Quando o transtorno bipolar não é tratado, a pessoa pode enfrentar uma série de desafios que afetam sua qualidade de vida. As oscilações de humor podem se tornar mais intensas e frequentes, impactando relacionamentos, trabalho e bem-estar geral. Episódios de depressão profunda podem levar a isolamento, perda de interesse pela vida e até mesmo a pensamentos suicidas, enquanto períodos de mania ou hipomania podem resultar em comportamentos impulsivos, gastos excessivos, conflitos interpessoais e até riscos à própria segurança.

    Além disso, sem o tratamento adequado, o cérebro pode sofrer com um agravamento do quadro ao longo do tempo, tornando os episódios mais difíceis de controlar. O transtorno bipolar também está associado a outros problemas de saúde, como ansiedade, abuso de substâncias e doenças cardiovasculares.

    A boa notícia é que o tratamento correto – que pode incluir psicoterapia, estabilizadores de humor e mudanças no estilo de vida – ajuda a pessoa a retomar o controle sobre sua vida, reduzindo os impactos da doença e promovendo equilíbrio emocional. Buscar ajuda profissional é um passo essencial para viver com mais bem-estar e previsibilidade.

    Se precisar conversar mais sobre isso, estou à disposição para ajudar!


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adole

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá,
    Obrigada pela sua pergunta — ela é muito pertinente e demonstra cuidado em buscar informações sobre a saúde mental na infância e adolescência.

    Sim, existem alguns sinais comportamentais precoces que podem indicar uma predisposição ao transtorno bipolar. Embora o diagnóstico definitivo geralmente ocorra no final da adolescência ou início da vida adulta, crianças e adolescentes que futuramente receberão esse diagnóstico frequentemente apresentam sinais como mudanças intensas de humor, irritabilidade persistente, impulsividade, alterações no sono, fala acelerada e dificuldades de atenção.

    É importante lembrar que esses sinais também podem estar presentes em outros transtornos ou até em fases do desenvolvimento, por isso uma avaliação cuidadosa com um profissional especializado é essencial.
    Fico à disposição para conversar mais sobre o assunto, caso deseje.


  • Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui

    Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui tirar as imagens da cabeça. Parece um pensamento intrusivo em looping. O que faço pra tirar essa imagem da minha cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Uma experiência impactante como essa pode, de fato, gerar pensamentos intrusivos que se repetem de forma persistente. O cérebro humano tem uma tendência natural de tentar processar eventos que causam choque ou desconforto, especialmente quando envolvem surpresa e emoções intensas.

    O primeiro passo é reconhecer que essas imagens vêm justamente porque seu cérebro está tentando lidar com o impacto do que viu. Ao invés de lutar contra elas, experimente uma abordagem diferente: recontextualize a cena. Pergunte-se: o que nessa experiência te marcou tanto? Foi a imagem em si, o que ela representa, ou alguma emoção subjacente que ela despertou? Muitas vezes, o incômodo maior vem não da cena em si, mas das associações que fazemos com ela.

    Além disso, técnicas de atenção plena podem ajudar. Quando a imagem surgir, tente observar sua presença sem se apegar a ela, como se fosse um filme passando diante de você. Exercícios de respiração e ancoragem no presente (como prestar atenção aos sons ao seu redor ou ao toque dos seus pés no chão) também podem ajudar a interromper esse ciclo de repetição.

    Se esses pensamentos persistirem a ponto de interferir no seu bem-estar, pode ser um indicativo de que há algo mais profundo a ser explorado, e um acompanhamento psicológico pode ser uma ferramenta valiosa para ressignificar essa experiência. Caso sinta necessidade, estarei disponível para te ajudar nesse processo.


  • Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! É um prazer receber sua pergunta. Fico feliz pelo seu interesse em entender mais sobre saúde mental – esse é um passo muito importante para o autoconhecimento e o cuidado com o bem-estar emocional.

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) geralmente se manifesta entre o final da adolescência e o início da vida adulta, com a maior parte dos diagnósticos ocorrendo entre os 18 e 30 anos. No entanto, é possível que os primeiros sintomas apareçam ainda na adolescência, ou até mesmo na infância, embora isso seja menos comum e mais difícil de diagnosticar com precisão nessa fase. Estudos indicam que cerca de 50% dos pacientes apresentam os primeiros sintomas antes dos 25 anos.

    É importante lembrar que o TAB pode ter início de forma sutil, com mudanças de humor que muitas vezes são confundidas com traços de personalidade ou reações ao ambiente. Por isso, o diagnóstico correto exige uma avaliação clínica criteriosa, baseada na história de vida e no padrão dos episódios de humor (maníacos, hipomaníacos e depressivos).

    Se você ou alguém próximo tem dúvidas sobre o tema ou percebe sinais que possam indicar algum desequilíbrio emocional, conversar com um profissional pode fazer toda a diferença. Estou à disposição para acolher você em um processo terapêutico seguro e respeitoso, onde juntos podemos compreender melhor esses sinais e buscar caminhos para o equilíbrio emocional.

    Se quiser agendar uma conversa, será um prazer te acompanhar nessa jornada.


  • Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TA

    Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá!
    Fico feliz por você buscar informações e refletir sobre questões tão importantes. A compreensão sobre o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) e o envolvimento da família são passos fundamentais para uma jornada de cuidado mais saudável e acolhedora.

    Sobre sua pergunta:

    A família exerce um papel crucial tanto no diagnóstico quanto na adesão ao tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar. Estudos indicam que o apoio familiar pode melhorar significativamente a evolução clínica da pessoa com TAB, favorecendo a detecção precoce dos sintomas, a busca por ajuda profissional e o seguimento adequado das orientações terapêuticas.

    Segundo a literatura científica atual, inclusive diretrizes da American Psychiatric Association (APA) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), familiares bem informados tendem a reconhecer mais rapidamente alterações de humor, como episódios de mania ou depressão, o que contribui para intervenções mais precoces e eficazes.

    Além disso, a adesão ao tratamento – seja medicamentoso ou psicoterapêutico – está fortemente associada à presença de uma rede de apoio estável e compreensiva. Famílias que participam de psicoeducação, por exemplo, ajudam a reduzir recaídas e internações, fortalecendo o vínculo terapêutico e promovendo mais estabilidade emocional ao paciente.

    Por isso, se você está passando por isso ou conhece alguém que esteja, saiba que não precisa enfrentar tudo sozinha. A psicoterapia pode ser um espaço seguro e acolhedor para compreender melhor o transtorno, elaborar emoções e construir estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.

    Será um prazer te acompanhar nesse processo. Quando quiser, estarei à disposição para marcarmos uma sessão.


  • É normal sentir culpa ou ficar sem reação quando é tratado bem? Sempre que sou tratado bem ou ganho

    É normal sentir culpa ou ficar sem reação quando é tratado bem? Sempre que sou tratado bem ou ganho algo (seja elogio, material ou financeiro), me sinto constrangido, como se eu não merecesse aquilo. Fico sem jeito e acaba me desencadeando uma crise de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Larissa Kloss Haas

    Olá! Sentir-se constrangido ou incapaz de aceitar elogios, tratamento positivo ou ganhos pode estar ligado a várias questões emocionais e de autoestima.

    Muitas vezes, quando experimentamos sentimentos de culpa ou inadequação ao receber algo positivo, isso pode refletir padrões de pensamento negativos sobre nós mesmos. É como se houvesse uma voz interna que nos diz que não merecemos essas coisas boas. Esses sentimentos podem ser especialmente intensos em pessoas que tendem a ser autocríticas ou que têm uma autoimagem negativa.

    É importante lembrar que todos merecem receber amor, reconhecimento e oportunidades positivas na vida, incluindo você. Trabalhar na construção da autoaceitação e na valorização própria pode ajudar a reduzir esses sentimentos de desconforto e ansiedade.

    Se você se sente incapaz de aceitar positividade ou se isso desencadeia crises de ansiedade, pode ser útil explorar esses sentimentos com um profissional de saúde mental. Um psicólogo pode ajudá-lo a entender melhor suas reações emocionais, identificar padrões de pensamento negativos e desenvolver estratégias para construir uma autoimagem mais positiva e saudável.

    Você não está sozinho nessa experiência e é possível encontrar maneiras de lidar com esses desafios. Estou aqui para apoiá-lo no processo de autoconhecimento e crescimento emocional.


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Perguntas frequentes

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