Perguntas do paciente (267)
-
TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo pode apresentar uma melhora significativa com o tratamento, e muitas pessoas conseguem reduzir os sintomas a ponto de recuperar a qualidade de vida. A evolução varia de acordo com cada pessoa: algumas permanecem longos períodos sem sintomas importantes, enquanto outras podem apresentar recaídas em momentos de estresse ou diante de situações que lembram o trauma. A psicoterapia tem um papel essencial nesse processo, pois ajuda a elaborar as experiências traumáticas, fortalecer recursos emocionais e desenvolver estratégias para lidar com possíveis gatilhos, favorecendo uma recuperação mais consistente e duradoura.
-
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, esse medo intenso de interagir com as pessoas vai muito além da timidez e está causando um sofrimento importante, com impacto na sua vida profissional, emocional e social. Esses sintomas são compatíveis com um quadro que merece avaliação por um profissional de saúde mental, como um psicólogo e, se necessário, um psiquiatra. O fato de você sentir ansiedade intensa, evitar interações e sofrer tanto após elas não significa fraqueza nem falta de capacidade, e seu sofrimento deve ser levado a sério.
A psicoterapia é fundamental nesse processo, pois oferece um espaço seguro para compreender a origem desse medo, trabalhar as emoções envolvidas e desenvolver, gradualmente, mais segurança nas relações interpessoais. Quando necessário, o psiquiatra também pode avaliar se a medicação pode ajudar no controle dos sintomas. Com o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem reduzir significativamente a ansiedade social, recuperar a confiança e voltar a realizar atividades que hoje parecem impossíveis. Não é tarde para buscar ajuda, e você não precisa enfrentar isso sozinha.
-
Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a
Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja se sentindo angustiada, especialmente diante da possibilidade de perder um relacionamento importante para você. Pelo que contou, as conversas com o irmão do seu namorado aconteceram antes de vocês se conhecerem, portanto não há, por si só, algo que indique que você tenha agido de forma errada. Ainda assim, o sentimento de culpa e o medo de que tudo desmorone podem ficar muito intensos, principalmente quando há um diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista e Depressão, que podem tornar momentos de incerteza ainda mais difíceis de enfrentar.
A psicoterapia pode ser muito importante para ajudá-la a lidar com essa situação, fortalecendo sua autonomia emocional, trabalhando a culpa e o medo da perda, além de ampliar sua rede de apoio para que seu bem-estar não dependa exclusivamente de uma única pessoa. Independentemente do que aconteça com o relacionamento, esse acompanhamento pode ajudá-la a atravessar esse momento com mais segurança e cuidado consigo mesma.
-
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconhecer esse padrão já é um passo importante para mudá-lo. A dificuldade em flexibilizar opiniões e a necessidade de estar sempre certo podem estar relacionadas a formas aprendidas de lidar com insegurança, críticas ou necessidade de controle, e isso pode prejudicar relacionamentos e oportunidades profissionais. Buscar desenvolver a escuta, considerar diferentes pontos de vista e refletir antes de reagir são atitudes que ajudam nesse processo. A psicoterapia pode ser muito importante, pois oferece um espaço para compreender a origem desses comportamentos, fortalecer o autoconhecimento e desenvolver maneiras mais flexíveis e saudáveis de se comunicar e lidar com divergências, favorecendo relações mais equilibradas e uma melhor qualidade de vida.
-
Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit
Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que comparar seu ritmo de vida com o dos outros gere frustração, mas o tempo de cada pessoa é diferente, e alcançar objetivos mais tarde não diminui o valor das suas conquistas. Ficar preso à ideia de que a vida só começará em determinada idade pode fazer com que você deixe de reconhecer os avanços que já está construindo no presente. Em vez de medir seu progresso por uma linha do tempo idealizada, procure valorizar cada passo em direção às suas metas e lembrar que crescimento e realização podem acontecer em qualquer fase da vida. A psicoterapia pode ser muito importante nesse processo, ajudando a compreender a origem dessas comparações, fortalecer a autoestima, desenvolver uma visão mais equilibrada sobre sua trajetória e encontrar motivação baseada nos seus próprios valores, e não apenas no tempo em que as conquistas acontecem.
-
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, em alguns casos é possível reconstruir o respeito, mas isso depende do compromisso de ambos em reconhecer os próprios comportamentos, interromper o ciclo de ofensas e estar disposto a promover mudanças consistentes. Quando os conflitos se repetem por muitos anos, a confiança e a admiração podem ficar bastante comprometidas, tornando a reconstrução mais difícil, mas não necessariamente impossível. A psicoterapia pode ter um papel importante nesse processo, ajudando cada pessoa a compreender seus padrões de comportamento, melhorar a comunicação e lidar com as emoções de forma mais saudável. Mesmo quando a relação não pode ser reconstruída, esse acompanhamento contribui para que as decisões sejam tomadas com mais clareza, preservando a saúde emocional e, quando há filhos, favorecendo um ambiente mais equilibrado para toda a família.
-
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não deve ser ignorado. Sentir tristeza intensa, vontade de se isolar, chorar com frequência e perceber que suas emoções não são acolhidas no relacionamento pode gerar um sofrimento significativo. Nem sempre é fácil identificar a origem desses sentimentos, pois eles podem estar relacionados a experiências acumuladas, dificuldades na comunicação ou à sensação de não ser compreendida e valorizada. Embora momentos de tristeza façam parte da vida, quando se tornam frequentes ou começam a afetar seu bem-estar, é importante olhar para isso com atenção.
A psicoterapia pode ser muito importante nesse processo, pois oferece um espaço seguro para compreender melhor o que você está sentindo, identificar os fatores que contribuem para esse sofrimento, fortalecer o autoconhecimento e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com suas emoções e com os relacionamentos. Buscar ajuda não significa que há algo de errado com você, mas sim um passo importante para cuidar da sua saúde emocional.
-
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, o relacionamento está gerando um nível importante de desgaste emocional para ambos e também impactando seus filhos, o que merece atenção. Do ponto de vista psicológico, ainda há possibilidade de reconstrução quando existe disposição mútua para reconhecer os próprios erros, dialogar com respeito e buscar mudanças concretas. Por outro lado, quando os conflitos se tornam constantes, as ofensas se repetem, não há abertura para o diálogo e o sofrimento passa a comprometer a saúde emocional e o ambiente familiar, um afastamento temporário pode ser uma alternativa para reduzir a tensão e permitir uma reflexão mais saudável. Independentemente da decisão, buscar apoio psicológico individual e, se houver interesse de ambos, terapia de casal, pode ajudar a esclarecer o momento e favorecer escolhas que priorizem o bem-estar de todos, especialmente o das crianças. E se possível faça terapia pra poder lidar com todo esse gerenciamento emocional!
-
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.
Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.
Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo pode acontecer em relacionamentos parassociais, especialmente quando há uma forte identificação emocional com artistas ou figuras públicas. Quando essa conexão passa a gerar tristeza intensa, choro frequente e pensamentos persistentes sobre algo que provavelmente não acontecerá, é sinal de que esse vínculo está causando sofrimento real. O fato de sua vida social estar mais limitada no momento também pode intensificar essa sensação, fazendo com que esse relacionamento ocupe um espaço ainda maior na sua vida emocional. Com o tempo, esses sentimentos tendem a diminuir, principalmente quando você amplia suas experiências, vínculos e fontes de satisfação. A psicoterapia pode ser muito importante nesse processo, ajudando a compreender o significado dessa conexão, fortalecer outras áreas da vida, desenvolver relações interpessoais mais presentes e lidar de forma mais saudável com a frustração e a idealização, favorecendo um maior equilíbrio emocional.
-
Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã
Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diferenciar a ansiedade de um problema físico nem sempre é fácil, porque ambas podem causar sintomas semelhantes, como palpitações, falta de ar, tontura ou tensão. Em geral, quando avaliações médicas já descartaram causas orgânicas, a ansiedade costuma se manifestar por preocupações persistentes, sensação constante de alerta e medo de que algo ruim aconteça, mesmo sem um perigo real identificado. Já um problema fisiológico tende a apresentar sinais mais consistentes e relacionados a alterações físicas específicas. Como essa distinção pode gerar muita insegurança, a psicoterapia é uma ferramenta importante para ajudar a reconhecer os gatilhos, compreender como a ansiedade se manifesta no seu corpo e desenvolver mais confiança para diferenciar os sintomas, reduzindo o medo e melhorando a qualidade de vida.
-
Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O controlo digital parental não é, por si só, bom ou mau; seu impacto depende da forma como é utilizado. Quando aplicado com diálogo, transparência e respeito à autonomia da criança ou do adolescente, pode contribuir para a segurança e o uso saudável da tecnologia. Por outro lado, quando é excessivamente rígido ou baseado apenas na vigilância, pode gerar conflitos, desconfiança e dificultar o desenvolvimento da autonomia. Em famílias nas quais esse tema provoca muitos desentendimentos, a psicoterapia para os pais pode ser um recurso importante para melhorar a comunicação, fortalecer os vínculos familiares e ajudar todos a estabelecer limites equilibrados que atendam às necessidades de proteção e desenvolvimento emocional.
-
Como a ansiedade interfere na atenção de pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
Como a ansiedade interfere na atenção de pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno Obsessivo-Compulsivo, a ansiedade faz com que a atenção fique excessivamente direcionada às obsessões, dúvidas e possíveis ameaças, dificultando a concentração em outras atividades. Como grande parte dos recursos mentais é consumida por pensamentos intrusivos e pela necessidade de buscar certezas ou aliviar o desconforto, tarefas do dia a dia podem se tornar mais difíceis e cansativas. A psicoterapia é fundamental para ajudar a pessoa a compreender esse funcionamento, desenvolver maior flexibilidade da atenção e aprender maneiras mais saudáveis de lidar com os pensamentos obsessivos, reduzindo o impacto da ansiedade na rotina e na capacidade de concentração.
-
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a resolução de problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo pode dificultar a resolução de problemas porque leva a pessoa a ficar presa em dúvidas, análises repetitivas e necessidade de certeza absoluta antes de tomar uma decisão. Em vez de encontrar uma solução, a mente tende a revisar possibilidades continuamente, aumentando a ansiedade e tornando decisões simples mais demoradas e desgastantes. A psicoterapia é muito importante nesse processo, pois ajuda a compreender esse padrão, desenvolver maior tolerância à incerteza e adquirir estratégias para tomar decisões de forma mais flexível e funcional, reduzindo o impacto do TOC na vida cotidiana.
-
Eu tive vários sonhos dentro de vários sonhos e eu tive uma experiência muito intensa, que mexeu mui
Eu tive vários sonhos dentro de vários sonhos e eu tive uma experiência muito intensa, que mexeu muito e demais comigo seja interno, seja dentro de mim, marcou demais em mim, e ficou muito na minha mente um último sonho meu que ele é meio pesado. Eu queria saber o porquê sonhar várias vezes dentro de vários sonhos e experiências profundas e que mexem demais. Porque sonhar várias vezes dentro de vários sonhos? Porque sentir tão profundo e forte e não conseguir sair do sonho de ser tão profundo e difícil? É porque sonhar com um homem totalmente desconhecido que eu não conheça pessoalmente e nem no sonho mais eu conversar com ele e o homem falar comigo e conversar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Te indico a procurar profissionais que trabalhem com sonho, na psicologia junguiana (algumas abordagens são diferentes), cremos que os sonhos são mensagens inconscientes que emergem com uma linguagem específica, falando sobre dificuldades realmente íntimas, e nos ajudam no processo psicoterapeutico pra atingirmos possíveis progressões no nosso trabalho. Ter o contato com sonhos pode ser uma grande porta pra você ter uma vida melhor desde que trabalhe isto com um profissional, fico a disposição!
-
Tive pouco apoio emocional na infância, adolescência e não tive apoio emocional da minha mãe na vida
Tive pouco apoio emocional na infância, adolescência e não tive apoio emocional da minha mãe na vida adulta quando mais precisei e ela não me aceita como homossexual. Sinto me solitário na família e sinto que as coisas são mais difíceis pra mim. Como evitar desistir de tudo e ter forças pra continuar mesmo com falta de apoio familiar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É profundamente doloroso sentir que o porto que deveria ser seguro é, na verdade, a fonte da sua maior solidão. Quando o apoio emocional é negado sucessivamente, o cansaço que você sente não é apenas falta de força, mas o peso de carregar sozinho uma validação que deveria ter sido compartilhada. Para não desistir, o primeiro passo é entender que a falta de aceitação da sua mãe fala sobre as limitações e os filtros dela, e não sobre o seu valor ou a sua dignidade; você não é o problema que ela enxerga.
A força para continuar surge quando você começa a construir uma "família escolhida" — amigos e redes de apoio que oferecem o afeto e o reconhecimento que o seu núcleo biológico não consegue prover. É necessário redirecionar a energia que você gasta tentando ser visto por quem escolhe fechar os olhos e investi-la em si mesmo, tratando-se com a compaixão que lhe faltou na infância. As coisas parecem mais difíceis porque, de fato, são: você está jogando o jogo da vida em um nível de dificuldade maior por não ter essa base. No entanto, sua trajetória prova uma resiliência imensa; reconheça suas pequenas vitórias diárias e busque ajuda profissional para processar esses lutos, pois curar a criança interior ferida é o que permitirá que o adulto que você é hoje floresça com independência e orgulho.
-
O que é o "planejamento de suporte" no Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), forma mista, com idéia
O que é o "planejamento de suporte" no Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), forma mista, com idéias obsessivas e comportamentos compulsivos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No contexto do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) — especialmente na forma mista (com obsessões e compulsões) — o planejamento de suporte é uma parte importante do tratamento. Ele não é uma técnica única, mas sim um conjunto de estratégias organizadas para ajudar a pessoa a lidar melhor com os sintomas no dia a dia.
-
Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de Saúde são a mesm
Transtorno de Ansiedade por Doença (TAD) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de Saúde são a mesma coisa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não — o Transtorno de Ansiedade por Doença e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo focado em saúde (às vezes chamado de “TOC de saúde”) são parecidos, mas não são a mesma coisa.
Eles podem até se confundir na prática, porque ambos envolvem medo de estar doente, mas a estrutura psicológica por trás é diferente.No TOC com tema de saúde: existem obsessões (pensamentos intrusivos, repetitivos e angustiantes) e compulsões (ações para aliviar a ansiedade)
-
Quais são práticas para manejar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de Saúde no dia a dia ?
Quais são práticas para manejar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de Saúde no dia a dia ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Manejar o Transtorno Obsessivo-Compulsivo com tema de saúde no dia a dia envolve aprender a responder diferente à ansiedade, e não tentar eliminá-la completamente. O foco é quebrar o ciclo obsessão → compulsão → alívio → obsessão.
-
O que é o " Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Puro" ?
O que é o " Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Puro" ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O chamado “TOC Puro” (ou Pure O) não é um diagnóstico oficial separado, mas sim uma forma do Transtorno Obsessivo-Compulsivo em que as compulsões são menos visíveis externamente. As obsessões continuam fortes e perturbadoras
Mas as compulsões acontecem principalmente na mente, não em ações visíveis.
-
Qual é o curso típico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
Qual é o curso típico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo costuma ter um curso crônico, ou seja, ele tende a acompanhar a pessoa por longos períodos da vida, embora nem sempre da mesma forma ou intensidade. Na maioria dos casos, os primeiros sinais aparecem ainda na adolescência ou no início da vida adulta, muitas vezes de maneira sutil, com pensamentos repetitivos ou dúvidas que parecem apenas ansiedade comum. Com o tempo, esses sintomas podem se tornar mais frequentes e difíceis de controlar, principalmente se não forem compreendidos ou tratados.
Perguntas frequentes
-
Uma pessoa com transtorno bipolar seja ele tipo 1 ou tipo 2, é considerada PCD?
Não necessariamente. No Brasil, ter transtorno bipolar tipo 1 ou tipo 2,…