Perguntas do paciente (1505)
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"Em que medida a caracterização de subtipos clínicos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
"Em que medida a caracterização de subtipos clínicos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) contribui para a compreensão da heterogeneidade dos perfis neuropsicológicos, cognitivos e socioemocionais associados ao transtorno, bem como para a individualização das intervenções terapêuticas?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A caracterização de subtipos clínicos no TPB ajuda a compreender a heterogeneidade dos perfis neuropsicológicos, cognitivos e socioemocionais, mostrando que os pacientes podem apresentar diferentes combinações de impulsividade, instabilidade emocional, dificuldades de atenção, processamento emocional e relações interpessoais.
Essa diferenciação pode contribuir para uma avaliação mais individualizada, permitindo identificar quais funções e padrões estão mais comprometidos em cada paciente e, consequentemente, selecionar estratégias terapêuticas mais adequadas às suas necessidades.
Entretanto, os subtipos devem ser utilizados como referência clínica e não como categorias rígidas, pois o TPB apresenta grande variabilidade individual.
Em resumo, a identificação de diferentes perfis pode melhorar a compreensão do funcionamento do paciente e favorecer intervenções mais personalizadas e eficazes.
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"Quais são as implicações da polifarmácia para o funcionamento neurocognitivo, os processos de regul
"Quais são as implicações da polifarmácia para o funcionamento neurocognitivo, os processos de regulação emocional e a adaptação comportamental de indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e de que forma a avaliação neuropsicológica pode subsidiar o planejamento e o monitoramento das intervenções clínicas?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A polifarmácia em pessoas com TPB pode influenciar o funcionamento neurocognitivo e emocional, especialmente quando há uso de vários medicamentos com efeitos sobre atenção, memória, velocidade de processamento, sedação e controle emocional. Esses efeitos podem variar conforme os medicamentos, doses e características individuais.
A avaliação neuropsicológica pode ajudar a identificar alterações em funções como atenção, memória, funções executivas e controle inibitório, além de acompanhar mudanças ao longo do tratamento.
Com essas informações, a equipe pode diferenciar possíveis déficits relacionados ao próprio transtorno daqueles associados ao uso de medicamentos, contribuindo para decisões clínicas mais individualizadas e para o monitoramento da evolução do paciente.
Em resumo, a avaliação neuropsicológica pode funcionar como instrumento de apoio ao planejamento terapêutico, permitindo acompanhar tanto os benefícios quanto possíveis efeitos cognitivos do tratamento.
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"De que maneira a polifarmácia influencia os processos neurocognitivos, a regulação emocional e o fu
"De que maneira a polifarmácia influencia os processos neurocognitivos, a regulação emocional e o funcionamento comportamental em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e quais estratégias de acompanhamento interdisciplinar podem ser adotadas para preservar o desempenho cognitivo e a funcionalidade adaptativa?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A polifarmácia pode influenciar o funcionamento neurocognitivo e comportamental em pessoas com TPB, dependendo dos medicamentos utilizados, das doses e das características individuais. Alguns efeitos possíveis incluem sedação, redução da atenção, alterações de memória e diminuição da velocidade de processamento, podendo interferir na regulação emocional e na funcionalidade.
Para preservar o desempenho cognitivo, é importante um acompanhamento interdisciplinar, envolvendo psiquiatra, psicólogo e, quando indicado, neuropsicólogo. Esse acompanhamento pode incluir:
revisão periódica da necessidade e dos efeitos dos medicamentos;
monitoramento de atenção, memória e funções executivas;
acompanhamento da regulação emocional e da impulsividade;
psicoterapia baseada em evidências, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT);
avaliação periódica da funcionalidade e da qualidade de vida.
Em resumo, o objetivo é equilibrar o controle dos sintomas com a preservação das capacidades cognitivas e da autonomia, evitando o uso desnecessário de medicamentos e ajustando o tratamento conforme a resposta individual.
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"Quais são os impactos da polifarmácia sobre o desempenho cognitivo, a regulação emocional e o funci
"Quais são os impactos da polifarmácia sobre o desempenho cognitivo, a regulação emocional e o funcionamento comportamental de indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e quais estratégias de manejo clínico são recomendadas para minimizar possíveis prejuízos neuropsicológicos?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A polifarmácia pode afetar o desempenho cognitivo e comportamental de pessoas com TPB, principalmente dependendo dos medicamentos, doses e combinações utilizadas. Alguns efeitos possíveis são sedação, redução da atenção, alterações de memória, lentificação do processamento e dificuldades nas funções executivas, o que pode repercutir na regulação emocional e na funcionalidade.
Para minimizar possíveis prejuízos, recomenda-se:
Revisão periódica dos medicamentos e da necessidade de cada um pelo psiquiatra;
Avaliação de possíveis efeitos adversos e interações medicamentosas;
Acompanhamento neuropsicológico, quando indicado, para monitorar atenção, memória e funções executivas;
Psicoterapia baseada em evidências, especialmente intervenções voltadas à regulação emocional e controle da impulsividade;
Monitoramento da funcionalidade, sono, comportamento e qualidade de vida.
Em resumo, o manejo deve buscar o menor número de medicamentos necessário, na dose adequada, associado à psicoterapia e ao acompanhamento interdisciplinar, sempre considerando as características individuais do paciente.
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"Quais são as implicações da polifarmácia no funcionamento cognitivo, emocional e comportamental de
"Quais são as implicações da polifarmácia no funcionamento cognitivo, emocional e comportamental de indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e quais recomendações podem orientar seu manejo clínico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A polifarmácia no TPB pode produzir efeitos variados, dependendo dos medicamentos, doses, combinações e características individuais. Entre os possíveis impactos estão sedação, alterações de atenção e memória, lentificação do processamento e prejuízos nas funções executivas, que podem interferir na regulação emocional e no comportamento.
O manejo clínico deve incluir:
Reavaliação periódica da necessidade de cada medicamento pelo psiquiatra;
Monitoramento de efeitos adversos e possíveis interações;
Uso de psicoterapia baseada em evidências, especialmente para regulação emocional e impulsividade;
Avaliação neuropsicológica quando houver suspeita de prejuízo cognitivo;
Acompanhamento da funcionalidade, comportamento e qualidade de vida.
Em resumo, recomenda-se uma abordagem individualizada e interdisciplinar, buscando equilibrar o controle dos sintomas com a preservação do funcionamento cognitivo e da autonomia.
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Quais são as orientações e recomendações relacionadas ao uso de múltiplos medicamentos (polifarmácia
Quais são as orientações e recomendações relacionadas ao uso de múltiplos medicamentos (polifarmácia) em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando seus impactos cognitivos, emocionais e comportamentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, a polifarmácia deve ser avaliada com cautela, pois o uso de múltiplos medicamentos pode aumentar a ocorrência de efeitos adversos e, dependendo das combinações, afetar atenção, memória, sedação, regulação emocional e comportamento.
As principais recomendações são:
Reavaliar periodicamente a necessidade de cada medicamento com o psiquiatra;
Utilizar a menor quantidade de medicamentos necessária, evitando combinações sem indicação clara;
Monitorar efeitos cognitivos, emocionais e comportamentais;
Avaliar possíveis interações e efeitos adversos;
Priorizar psicoterapia baseada em evidências, especialmente para regulação emocional e impulsividade;
Considerar avaliação neuropsicológica quando houver alterações cognitivas significativas;
Não iniciar, suspender ou alterar medicamentos por conta própria.
Em resumo, o tratamento deve ser individualizado e interdisciplinar, buscando controlar os sintomas sem comprometer desnecessariamente o funcionamento cognitivo e a autonomia do paciente.
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Como cortar laços com família ruim e disfuncional? Meus pais me "aceitam" gay desde que eu não tenha
Como cortar laços com família ruim e disfuncional? Meus pais me "aceitam" gay desde que eu não tenha determinados comportamentos. Como lidar com o corte de laços familiares pois sinto que não pertenço aqui sendo que até mesmo minha mãe disse que meu sobrinho nasceu na família errada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você não precisa manter uma relação próxima com familiares que constantemente desrespeitam seus limites ou fazem você se sentir inadequado. Ao mesmo tempo, romper completamente os vínculos não precisa ser uma decisão imediata.
Algumas possibilidades:
Defina seus limites: identifique quais comportamentos e comentários você não aceita mais.
Reduza o contato gradualmente, se o afastamento total parecer difícil inicialmente.
Evite entrar repetidamente em discussões para tentar obter uma aceitação que talvez sua família ainda não consiga oferecer.
Construa uma rede de apoio fora da família, com amigos e pessoas que respeitem quem você é.
Trabalhe em terapia sentimentos de rejeição, culpa, pertencimento e autoestima.
Se decidir pelo afastamento, faça isso pensando em proteger seu bem-estar, e não como uma forma de punir sua família.
E uma coisa importante: a dificuldade da sua família em aceitar determinadas características ou comportamentos não define o seu valor nem significa que você esteja no “lugar errado”. Você pode construir vínculos e espaços nos quais se sinta pertencente.
Se houver risco de violência, expulsão de casa ou dependência financeira, é importante planejar o afastamento com segurança antes de romper o contato.
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É normal eu imaginar cenários em que eu esteja conversando/interagindo com um grupo de K-pop famoso?
É normal eu imaginar cenários em que eu esteja conversando/interagindo com um grupo de K-pop famoso? Pois eu gosto muito do grupo, me sentia "confortável"/bem ao assisti-las e acompanhava bastante conteúdos das integrantes, que não eram apenas sobre música especificamente.
Era quase como se eu me sentisse um amigo mesmo, estava engajado ao ponto de defender o grupo contra haters, sem xingar e sem ofender, apenas mostrando contrapontos a alguns comentários negativos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, imaginar conversas ou situações com artistas de quem você gosta pode ser algo completamente normal. A fantasia e a imaginação fazem parte da experiência cotidiana, especialmente quando existe identificação, admiração ou vínculo emocional com determinado conteúdo.
O fato de você acompanhar bastante o grupo e sentir conforto ao assistir aos conteúdos pode criar uma sensação de familiaridade e proximidade, mesmo sabendo racionalmente que não existe uma amizade real. Isso pode ser entendido como uma forma de vínculo parassocial, comum entre fãs e figuras públicas.
Também não há necessariamente problema em defender o grupo ou participar de discussões, desde que isso não cause prejuízos à sua vida.
O que merece atenção é o impacto desse comportamento. Seria interessante buscar ajuda profissional se você:
acreditar que realmente mantém uma relação pessoal com as integrantes;
tiver dificuldade em distinguir fantasia de realidade;
sentir necessidade compulsiva de acompanhar o grupo;
deixar de realizar atividades, relacionamentos ou responsabilidades por causa disso;
experimentar sofrimento intenso quando não consegue acompanhar os conteúdos.
Portanto, imaginar essas interações, por si só, não significa que exista um transtorno. O principal critério é avaliar se isso permanece como uma fantasia consciente e se interfere ou não no funcionamento da sua vida.
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Relações parassociais podem ser um sintoma de uma falta de profundidade nas relações reais?
Relações parassociais podem ser um sintoma de uma falta de profundidade nas relações reais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não necessariamente. Relações parassociais não significam, por si só, que a pessoa tenha relações reais superficiais ou insuficientes. Elas podem existir mesmo em pessoas com vínculos sociais e afetivos saudáveis.
Uma relação parassocial pode oferecer identificação, conforto, entretenimento e sensação de pertencimento, sem substituir necessariamente as relações presenciais.
Porém, merece atenção quando a pessoa passa a preferir exclusivamente esses vínculos, evita relações reais, apresenta isolamento social ou utiliza a figura pública como principal fonte de apoio emocional.
Em resumo: o problema não está em ter uma relação parassocial, mas em quando ela passa a substituir ou prejudicar significativamente os vínculos reais.
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Olhar um pêndulo movendo faz ficar Sonolento e como funciona???
Olhar um pêndulo movendo faz ficar Sonolento e como funciona???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
im, olhar um pêndulo se movimentando pode causar sonolência em algumas pessoas, principalmente quando o movimento é repetitivo e previsível.
Isso pode acontecer porque:
O movimento contínuo e regular exige pouca atenção, favorecendo o relaxamento.
A repetição pode reduzir a quantidade de estímulos que precisam ser processados.
Se você já estiver cansado ou em um ambiente tranquilo, o efeito pode ser mais perceptível.
A atenção prolongada em um único estímulo pode favorecer um estado de relaxamento e diminuição da ativação.
Isso não significa que o pêndulo tenha um efeito hipnótico obrigatório. A resposta varia de pessoa para pessoa e depende do estado de alerta, ambiente e expectativa.
É semelhante ao que algumas pessoas sentem ao observar chuva, ondas do mar, ventilador ou movimentos repetitivos: o estímulo previsível pode facilitar o relaxamento e, consequentemente, o sono.
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Qual a utilidade clínica dos subgrupos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Qual a utilidade clínica dos subgrupos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os subgrupos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter utilidade clínica principalmente para compreender a heterogeneidade do transtorno, já que os pacientes podem apresentar diferentes combinações de sintomas e padrões de funcionamento.
Eles podem auxiliar a:
identificar padrões predominantes de funcionamento emocional, cognitivo e interpessoal;
compreender fatores associados à impulsividade, instabilidade emocional e dificuldades relacionais;
orientar uma avaliação mais individualizada;
ajudar na seleção e adaptação das estratégias terapêuticas às necessidades de cada paciente;
acompanhar mudanças no funcionamento ao longo do tratamento.
Entretanto, os subgrupos não devem ser tratados como categorias diagnósticas rígidas, pois o TPB apresenta grande variabilidade individual. Na prática, é mais importante compreender o perfil específico de cada paciente do que enquadrá-lo exclusivamente em um subtipo.
Em resumo: os subgrupos são úteis como ferramenta de compreensão e planejamento clínico, mas devem complementar, e não substituir, uma avaliação individualizada.
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O que são subgrupos no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
O que são subgrupos no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os subgrupos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são formas de identificar diferentes padrões de funcionamento e manifestação dos sintomas dentro do mesmo transtorno.
Isso ocorre porque nem todas as pessoas com TPB apresentam os mesmos sintomas ou com a mesma intensidade. Alguns podem apresentar maior impulsividade, outros maior instabilidade emocional, dificuldades nos relacionamentos, ansiedade ou tendência à internalização do sofrimento.
Esses subgrupos ajudam a compreender melhor a heterogeneidade do TPB e podem contribuir para um tratamento mais individualizado.
Importante: os subgrupos são modelos de compreensão clínica e não significam necessariamente diagnósticos diferentes ou categorias oficiais independentes.
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Pensamento intrusivo pode aparecer uma única vez na mente?
Pensamento intrusivo pode aparecer uma única vez na mente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Um pensamento intrusivo pode aparecer uma única vez e isso, por si só, não indica a presença de um transtorno.
Pensamentos indesejados, estranhos ou desconfortáveis podem surgir espontaneamente na mente de qualquer pessoa. O que costuma caracterizar um pensamento intrusivo clinicamente relevante é quando ele se torna recorrente, persistente, causa sofrimento significativo ou leva a comportamentos de neutralização/compulsões.
Portanto, ter um pensamento indesejado uma única vez não significa que você tenha TOC ou outro transtorno mental.
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De que forma os profissionais de psicologia e psiquiatria lidam com os desafios no atendimento e tra
De que forma os profissionais de psicologia e psiquiatria lidam com os desafios no atendimento e tratamento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Profissionais de psicologia e psiquiatria lidam com o TPB por meio de uma abordagem estruturada, individualizada e interdisciplinar, considerando a intensidade dos sintomas e as necessidades de cada paciente.
Psicologia: trabalha principalmente regulação emocional, impulsividade, relações interpessoais, pensamentos disfuncionais e estratégias de enfrentamento. Abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) possuem evidências para o tratamento do TPB.
Psiquiatria: avalia sintomas, comorbidades e riscos, além de considerar medicamentos quando indicados. A medicação geralmente é utilizada para sintomas específicos ou condições associadas, e não como tratamento único do TPB.
Trabalho conjunto: psicólogo e psiquiatra podem compartilhar informações relevantes, acompanhar a evolução e ajustar o plano terapêutico.
Manejo de crises: situações de autoagressão, comportamento suicida ou intensa desregulação emocional exigem avaliação de risco e um plano de segurança adequado.
Em resumo, o tratamento busca reduzir o sofrimento, melhorar a regulação emocional e os relacionamentos e aumentar a funcionalidade e a autonomia, mantendo uma relação terapêutica consistente e sem julgamentos.
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Comecei tomar ecitalopram a 5 dias é normal sentir tanta tontura e mal estar ?
Comecei tomar ecitalopram a 5 dias é normal sentir tanta tontura e mal estar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Nos primeiros dias do escitalopram, tontura, enjoo e mal-estar podem acontecer devido à adaptação do organismo e geralmente diminuem após alguns dias ou semanas.
Porém, se a tontura estiver muito intensa, piorando ou dificultando suas atividades, entre em contato com o médico que prescreveu. Não altere nem suspenda a dose por conta própria.
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O vazio crônico pode ser considerado um fator de sofrimento psíquico?
O vazio crônico pode ser considerado um fator de sofrimento psíquico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O vazio crônico pode ser considerado uma fonte de sofrimento psíquico, especialmente quando é persistente e acompanhado de sensação de falta de sentido, desconexão, solidão ou dificuldade de encontrar satisfação na vida.
É um sintoma que pode aparecer em diferentes condições psicológicas e deve ser compreendido dentro do contexto clínico da pessoa.
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Como o vazio crônico pode ser diferenciado de sentimentos normais de solidão?
Como o vazio crônico pode ser diferenciado de sentimentos normais de solidão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vazio crônico tende a ser persistente e profundo, podendo ocorrer mesmo quando a pessoa está acompanhada, com sensação de falta de sentido, identidade ou satisfação.
Já a solidão costuma estar mais relacionada à ausência ou falta de conexão com outras pessoas e pode diminuir quando há interação social significativa.
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De que maneira o vazio crônico afeta a qualidade de vida dos pacientes com Transtorno de Personalida
De que maneira o vazio crônico afeta a qualidade de vida dos pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, o vazio crônico pode prejudicar significativamente a qualidade de vida, causando sensação de falta de sentido, insatisfação, dificuldade nos relacionamentos, isolamento e dificuldade em manter atividades e objetivos. Também pode aumentar a instabilidade emocional e comportamentos impulsivos.
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Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado
Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você relata, o problema não parece ser você não saber responder, mas o padrão de questionamentos constantes estar gerando ansiedade e desgaste.
Alguns pontos importantes:
O passado anterior ao relacionamento não precisa ser constantemente justificado ou detalhado.
Perguntas repetitivas, cobranças e necessidade de explicações podem gerar sensação de estar sempre “pisando em ovos”.
O fato de ele dizer que não é ciúme ou desconfiança não muda o impacto que esse comportamento está causando em você.
Depois de apenas um mês, é importante observar se existe espaço para limites, confiança e respeito.
Você pode estabelecer um limite claro: explicar que determinadas perguntas sobre seu passado estão te fazendo mal e que você não quer continuar entrando nesses detalhes.
Procurar um psicólogo pode ser útil, não porque exista necessariamente algo errado com você, mas para entender seus limites, avaliar essa dinâmica e decidir com mais clareza se esse relacionamento está sendo saudável para você.
E uma coisa merece atenção: você já está dizendo que não consegue ficar feliz e que está com a cabeça muito afetada após apenas um mês. Isso é um sinal importante para não ignorar.
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Como o psiquiatra avalia a evolução clínica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como o psiquiatra avalia a evolução clínica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra avalia a evolução do TPB principalmente pela redução dos sintomas, melhora da estabilidade emocional, dos relacionamentos e do funcionamento social e ocupacional, além da diminuição de comportamentos impulsivos e autolesivos.
Também observa frequência e intensidade dos sintomas ao longo do tempo, resposta ao tratamento e possíveis comorbidades.
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Perguntas frequentes
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Olá. Apresentei uma crise panico num estadio lotado precedido por uma vasovagal, apos
Sim, sensações parecidas com o início de uma crise podem aparecer mesmo depois…