Perguntas do paciente (1505)
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Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar s
Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar sintomas de ansiedade, como: nó na garganta, angustia, coração acelerado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode acontecer em pessoas com ansiedade e tem relação com a forma como o cérebro associa ambientes, pensamentos e sensações.
Como psicóloga, eu explicaria que, quando você está fora de casa, sua atenção pode estar mais voltada para estímulos externos: conversas, pessoas, tarefas, sons e acontecimentos. Isso pode diminuir o espaço para ficar monitorando as próprias sensações.
Ao chegar em casa, principalmente em momentos de silêncio ou descanso, a mente pode voltar a focar mais no corpo e nos pensamentos. Se existe preocupação acumulada, o cérebro pode interpretar essas sensações como ameaça e ativar sintomas como:
Nó na garganta.
Aperto no peito.
Coração acelerado.
Angústia.
Inquietação.
Também pode acontecer de a casa ter se tornado, sem você perceber, um lugar associado a “ficar pensando” ou “sentir os sintomas”, criando um ciclo de expectativa e ansiedade.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Ao chegar em casa, mantenha uma rotina de transição (tomar banho, fazer uma atividade leve, ouvir música, organizar algo).
Evite imediatamente checar “como estou me sentindo” ou monitorar o corpo.
Quando os sintomas surgirem, tente lembrar: “meu corpo está ativando um alerta, isso é desconfortável, mas vai passar”.
Se isso acontece com frequência, a terapia pode ajudar a entender o que está mantendo esse padrão e trabalhar a relação com esses sintomas.
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Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise n
Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise no momento?? ele pode ficar durando o dia indo e voltando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os sintomas físicos de ansiedade e pânico podem aparecer mesmo quando você não está tendo uma crise de pânico naquele momento. Eles podem surgir em forma de “ondas” ao longo do dia, indo e voltando.
Como psicóloga, eu explicaria que uma crise de pânico costuma ser um pico intenso de ansiedade, mas o corpo também pode permanecer em um estado de alerta aumentado antes ou depois dela. Nesse estado, podem aparecer sintomas como:
Coração acelerado ou palpitações.
Falta de ar ou sensação de respiração diferente.
Aperto no peito.
Nó na garganta.
Tremores.
Tensão muscular.
Tontura.
Sensação de inquietação ou medo.
Às vezes a pessoa nem está conscientemente preocupada, mas o sistema nervoso continua ativado. Além disso, quando começamos a observar muito o corpo (“meu coração está normal?”, “minha respiração está boa?”), a atenção pode aumentar a percepção desses sintomas.
É comum que eles:
Apareçam e desapareçam durante o dia.
Melhorem quando você se distrai ou se envolve em uma atividade.
Voltem quando você começa a monitorar as sensações novamente.
Isso não significa que seja “imaginação”; as sensações são reais, mas podem ser produzidas ou intensificadas pela resposta de ansiedade do corpo.
Se os sintomas são frequentes, intensos ou estão limitando sua rotina, vale manter acompanhamento com psicólogo e, se necessário, psiquiatra. Também é importante avaliar sintomas físicos novos ou diferentes com um médico para descartar outras causas.
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Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perc
Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perco a vontade de fazer qualquer coisa e sinto uma enorme vontade de chorar. Isso pode ser sintoma de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer em quadros de ansiedade, mas também pode estar relacionado a depressão ou oscilações emocionais. A ansiedade nem sempre aparece apenas como medo ou preocupação; em algumas pessoas ela se manifesta como uma queda repentina de energia, angústia, aperto emocional e vontade de chorar.
Como psicóloga, eu explicaria que, em momentos de ansiedade intensa ou estresse acumulado, o corpo pode entrar em um estado de sobrecarga e surgir:
Sensação de vazio ou tristeza repentina.
Desânimo e falta de vontade.
Choro fácil.
Sensação de que “algo está errado”, mesmo sem um motivo claro.
Necessidade de se isolar.
Também é importante observar a frequência e duração desses episódios. Se isso acontece muitas vezes, dura dias, vem acompanhado de perda de prazer nas coisas, desesperança, alterações no sono/apetite ou prejudica sua rotina, é importante fazer uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra.
Uma pergunta que ajuda a entender melhor: essas ondas de angústia aparecem e depois passam em minutos/horas, ou você fica nesse estado por vários dias seguidos?
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A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?
A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a alexitimia pode aparecer associada à ansiedade e à depressão, embora não seja exatamente um sintoma exclusivo desses quadros.
Como psicóloga, eu explicaria que a alexitimia é uma dificuldade em:
Identificar o que está sentindo.
Diferenciar emoções parecidas (como tristeza, medo, irritação ou ansiedade).
Colocar sentimentos em palavras.
Perceber as próprias reações emocionais.
Em períodos de ansiedade intensa, algumas pessoas ficam tão focadas em controlar ameaças e sintomas que têm dificuldade de acessar ou nomear as emoções. Já na depressão, pode ocorrer uma sensação de “apagamento emocional”, vazio ou distanciamento dos próprios sentimentos.
Isso não significa que a pessoa não tenha emoções; muitas vezes ela sente, mas tem dificuldade de reconhecer e expressar o que está acontecendo internamente.
A psicoterapia pode ajudar bastante nesse processo, desenvolvendo maior consciência emocional e a capacidade de compreender os próprios estados internos.
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É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum que pessoas com ansiedade tenham pensamentos perturbadores, indesejados ou assustadores.
Como psicóloga, eu explicaria que a ansiedade deixa o cérebro mais focado em identificar possíveis ameaças. Com isso, podem surgir pensamentos do tipo:
“E se algo ruim acontecer?”
Imagens mentais assustadoras.
Dúvidas repetitivas.
Pensamentos que vão contra aquilo que a pessoa acredita ou valoriza.
Ter um pensamento não significa que você deseja aquilo, que aquilo define quem você é ou que vai acontecer. Muitas vezes, o sofrimento vem justamente da importância e do medo que a pessoa dá ao pensamento.
Um ciclo comum é:
Surge um pensamento.
A pessoa se assusta e tenta eliminá-lo.
Começa a analisar o significado dele.
A atenção aumenta e o pensamento fica mais presente.
Tentar observar o pensamento como um evento mental (“estou tendo um pensamento de medo”) em vez de tratá-lo como uma ameaça real pode ajudar.
Se esses pensamentos são frequentes, causam muita angústia, levam a rituais de checagem ou necessidade de buscar garantias, vale conversar com um psicólogo, pois pode haver padrões de ansiedade ou TOC envolvidos.
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Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e n
Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e nem quero ter religiosidade), não vejo sentido em existir, acho que sou um fracasso e é tarde demais para deixar de ser. Mas não quero morrer, quero melhorar e deixar de me sentir assim só que não vejo como isso seria possível, já fiz tratamento para depressão, tomei medicamentos e fiz terapia, resolveu por um tempo e depois voltou pior. Existe algum jeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um sofrimento tão intenso. Pelo que você descreve, existe uma parte sua que está muito cansada e sem esperança, mas também existe uma parte importante que quer melhorar e não quer morrer. Essa parte merece atenção e cuidado.
Como psicóloga, eu diria que pensamentos como “não vejo sentido em existir”, “sou um fracasso” ou “é tarde demais” podem aparecer em fases de depressão profunda, especialmente quando a dor emocional está muito alta. Eles parecem verdades absolutas no momento, mas são pensamentos influenciados pelo estado emocional — não uma prova de que sua vida realmente não tem valor ou que não há possibilidade de mudança.
O fato de tratamentos anteriores terem ajudado por um tempo e depois os sintomas terem voltado não significa que não exista solução. Algumas pessoas precisam de ajustes no tratamento, uma abordagem terapêutica diferente, investigação mais aprofundada de fatores que mantêm a depressão ou um acompanhamento mais contínuo para prevenir recaídas.
Alguns caminhos que podem ser considerados:
Retomar ou revisar o acompanhamento com um psicólogo, contando exatamente como você está agora (inclusive esses pensamentos de vazio e falta de esperança).
Conversar com um psiquiatra sobre o retorno dos sintomas e sobre o histórico de resposta aos tratamentos anteriores.
Trabalhar na terapia não apenas os sintomas, mas também temas como identidade, autoestima, sentido de vida, culpa e autocrítica.
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A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me f
A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me faz acreditar que aquilo que eu pensei é real de forma que eu consigo até sentir em sensações no meu corpo. Eu penso em algo e minha cabeça tira aquilo totalmente de contexto e isso me deixa muito ansiosa, porque eu não me sinto assim quando não tô ansiosa, não sinto essas coisas que penso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode influenciar a forma como você percebe e interpreta a realidade, especialmente quando está muito elevada.
Como psicóloga, eu explicaria que a ansiedade coloca o cérebro em um modo de alerta e busca por ameaças. Nesse estado, um pensamento pode ganhar uma importância muito maior do que teria em um momento de calma. A mente pode tratar uma possibilidade, imagem ou ideia como se fosse algo urgente, e o corpo pode responder com sensações reais (aperto, medo, tensão, aceleração do coração, desconforto).
Um ciclo comum é:
Surge um pensamento.
A mente interpreta aquilo como uma ameaça ou como algo que “significa alguma coisa”.
A ansiedade aumenta.
O corpo reage.
As sensações corporais parecem confirmar que o pensamento é verdadeiro.
Mas uma sensação forte não é uma prova de que um pensamento é realidade. O cérebro consegue produzir respostas físicas muito intensas a partir de interpretações, lembranças e medos.
O fato de você perceber que “quando não estou ansiosa eu não sinto isso da mesma forma” é uma informação importante. Muitas vezes, a intensidade desses pensamentos está ligada ao estado emocional do momento.
Algumas atitudes que podem ajudar:
Pergunte: “Eu estou diante de um fato ou de uma interpretação gerada pelo medo?”
Evite tentar resolver o pensamento infinitas vezes na mente, pois isso pode alimentar a ansiedade.
Pratique voltar ao presente com alguma atividade concreta (movimento, conversa, tarefa, atenção aos sentidos).
A terapia pode ajudar bastante a trabalhar essa relação entre pensamentos, emoções e sensações corporais, especialmente em quadros de ansiedade e pensamentos intrusivos.
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Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, E
Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, Estudos, atividades do lar não quero fazer nada. Tento reagir , retomar, mas não tenho ânimo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! O que você descreve não ter ânimo, querer ficar deitada, perder o interesse por trabalho, estudos e atividades do dia a dia pode acontecer em quadros de depressão, mas também pode estar ligado a ansiedade intensa, estresse prolongado, esgotamento emocional ou outros fatores.
Como psicóloga, eu explicaria que, na depressão, é comum ocorrer a chamada perda de energia e de motivação. Muitas pessoas acham que é falta de força de vontade, mas na verdade pode ser um sintoma do próprio quadro emocional.
Alguns sinais que vale observar:
Perda de prazer nas coisas que antes eram importantes.
Cansaço constante.
Dificuldade de começar tarefas simples.
Sensação de estar “travada”.
Vontade de se isolar.
Pensamentos de incapacidade ou culpa.
Uma coisa que costuma ajudar é não esperar a motivação aparecer para agir. Na depressão, muitas vezes a sequência precisa ser invertida: começar com pequenas ações, mesmo sem vontade, para que o cérebro volte gradualmente a receber estímulos positivos. Por exemplo: tomar banho, abrir a janela, caminhar alguns minutos ou realizar uma tarefa pequena.
Mas, pelo impacto que isso está causando na sua vida, seria importante conversar com um psicólogo e/ou psiquiatra para avaliar o que está acontecendo e o melhor tratamento.
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o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?
o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O uso excessivo de aparelhos eletrônicos não é considerado uma causa direta de depressão, mas pode estar associado ao aumento de sintomas depressivos em algumas pessoas, dependendo da forma e da intensidade de uso.
Como psicóloga, eu explicaria que o excesso de telas pode contribuir para alguns fatores que influenciam o humor, como:
Redução de atividades importantes: passar muitas horas no celular, computador ou jogos pode diminuir momentos de exercício, contato social, hobbies e atividades que trazem satisfação.
Alteração do sono: o uso de telas, principalmente à noite, pode atrapalhar o descanso, e o sono ruim está relacionado a piora do humor e da ansiedade.
Comparação social: redes sociais podem aumentar sentimentos de inadequação, fracasso ou baixa autoestima.
Busca constante por estímulos: o cérebro pode ficar acostumado a recompensas rápidas e ter mais dificuldade com atividades que exigem esforço ou paciência.
Por outro lado, os aparelhos eletrônicos também podem ser usados de forma positiva: para estudar, trabalhar, manter vínculos sociais, acessar informações e até buscar apoio emocional.
O mais importante é observar como o uso está afetando sua vida: você tem deixado de fazer coisas que antes gostava? Está se isolando? Dormindo pior? Sentindo menos prazer nas atividades?
Se houver perda de interesse, tristeza persistente, vazio ou falta de energia por semanas, vale considerar uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra, porque pode haver outros fatores além do uso de telas envolvidos.
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Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise
Olá, eu sofro com crises ansiosas a pouco tempo comecei a fazer terapia. É normal passar pela crise se sentir com medo e triste e depois você consegue ficar calma? Fica como se nada tivesse acontecido?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. Durante uma crise de ansiedade é comum sentir medo intenso, tristeza, angústia e a sensação de que algo ruim está acontecendo.
Depois que a crise passa, o corpo sai desse estado de alerta e muitas pessoas conseguem voltar ao normal, como se “nada tivesse acontecido”. Isso acontece porque a ansiedade vem em ondas: ela aumenta, atinge um pico e depois diminui.
Também é comum ficar confuso com essa mudança de estado, pensando: “como eu estava tão mal e agora estou bem?”. O fato de melhorar depois não significa que a crise não foi real, apenas que seu organismo conseguiu se regular.
A terapia ajuda justamente a entender esses ciclos, identificar os gatilhos e desenvolver formas de lidar melhor com as crises quando elas surgirem.
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Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?
Bom dia, a ansiedade pode causar sensações de vazio e de desrealização/despersonalização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode causar sensações de vazio, desrealização e despersonalização.
Quando o corpo fica em um estado intenso de alerta, o cérebro pode alterar a forma como percebemos nós mesmos e o ambiente. A pessoa pode sentir como se estivesse “desconectada”, no automático, como se tudo parecesse estranho ou distante.
Essas sensações podem assustar bastante, mas são sintomas conhecidos da ansiedade e costumam melhorar conforme o nível de ansiedade diminui e o tratamento avança.
É importante conversar sobre isso na terapia, principalmente se essas sensações forem frequentes ou causarem muito sofrimento.
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Estresse pode causar vômito, dor de cabeça e fraqueza no corpo? Tive uma discussão e depois fiquei c
Estresse pode causar vômito, dor de cabeça e fraqueza no corpo? Tive uma discussão e depois fiquei com esses sintomas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o estresse e a ansiedade podem causar sintomas físicos como náusea, vômito, dor de cabeça, tremores, tensão muscular e sensação de fraqueza.
Após uma situação de conflito, o corpo pode entrar em estado de alerta e liberar substâncias que afetam o funcionamento do organismo, causando esses sintomas.
Se eles apareceram logo após a discussão e melhoraram com o tempo, é possível que tenham relação com a resposta ao estresse. Porém, se forem intensos, persistirem ou acontecerem com frequência, é importante buscar uma avaliação médica para descartar outras causas.
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Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um sit
Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um site como este com profissionais já dá uma mínima sensação de acolhimento.
Sou mulher. Tive pais que sempre trabalharam muito e não tinham uma linguagem de amor muito forte, não tenho e não tive apoio emocional e inclusive cresci os vendo em conflito. Meus pais não me deram pilares e tudo que senti.. eu me fazia não sentir e continuava vivendo.
Sofri traição de amizades na escola, abandono e muita rejeição desde os 14 anos, ainda que desde criança já me sentisse sozinha. Tudo o que colegas me xingavam eu jogava para baixo do tapete seguindo em frente até que agora na vida adulta aos 20 percebi que no final tudo ficou realmente guardado, e lido com sentimentos muito fortes de rejeição. Tudo está voltando e me torturando à ponto de piorar o meu perfeccionismo e minha visão do mundo. O que há estava ruim só piorou.
A questão é que não tenho grana para psicólogo, e estou tentando evitar o psicológo público não por questão de espera (acredito que há muitas pessoas precisando de ajuda) e sim por simplesmente viver um dia depois do outro, confesso que tenho receio de me recomendarem somente fazer caminhada então acabo procrastinando e não marcando consulta.
Mesmo que não me deem um diagnóstico aqui, o que é compreensível, eu só quero ao menos um conselho breve... sentir como é ter a resposta direta de um profissional. Não sei se estou com quadro de boderline, depressão, burnout, já sofro de ansiedade e estou tentando meditação, chá e autocuidado (o que eu posso) mas está difícil seguir com sentimentos de tristeza muito fortes e padrões de sobrevivência por mais tempo. Não está dando certo focar no trabalho ou futuro e à cada vez meu sentimento de tristeza e cansaço só pioram, sempre ajudei meus pais e deu muito de meu tempo à cuidar das coisas por conta da ausência dos meus pais... sinto que estou cansada.
Há dias em que tudo o que penso é em desistir porque nem em terapia me vejo sendo em paz ou amando à mim mesma no futuro, apenas com uma cicatriz enorme tampada com um band aid... Como embrulhar um saco de lixo com papel presente. Não apenas aparência mas até de alma, sinto que sou um erro e não consigo gostar de mim mesma, quero me deletar como um erro de programação, quero renascer como algo que dê certo, alguém feliz desde berço.
É como se eu não quisesse mais estar aqui. Não sofri tanto como muitos, sei que não posso comparar... mas sinto que estou sendo mimada e fraca por entrar em exaustão e simplesmente não seguir em frente como os outros que sofrem jovens. Tudo o que vejo são mensagens positivas, "siga em frente" "mude seu mindset" ou "se você ficar se lamentando não vai evoluir" isso é verdade mas... Estou tão cansado. Eu não tive uma vida de sofrimento além da ausência e rejeição e me culpo por me sentir tão vazia, há pessoas piores que seguem em frente e são fortes... por que não sou como eles? Me sinto covarde.
Não aceito estar cansada, não aceito errar, não aceito me sentir triste, não aceito não poder me curar. Não me aceito. Tudo o que eu queria era não ser eu.
Mudar de personalidade e ser capaz de esquecer quem você é, é possível? Tudo para não lidar ou me encarar novamente. Enquanto eu for eu, sempre serei rejeitada. É algo meu.
O que eu posso fazer? O que eu posso fazer? Não aguento mais posts de Instagram e autoajuda. Eu só quero que minha mente e culpa por ser o que sou me deixem em pazRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, parece que você está carregando muitos anos de dor, rejeição e cobrança interna. Quando uma pessoa passa muito tempo precisando “engolir” sentimentos e seguir funcionando, é comum que, em algum momento, tudo isso apareça com muita força.
O que você sente não significa que você é fraca ou mimada. Sentir exaustão, tristeza profunda e dificuldade de continuar pode ser um sinal de que você está sobrecarregada emocionalmente e precisa de apoio.
Os pensamentos de “não querer estar aqui”, “me deletar” e não conseguir mais lidar são sinais importantes. Se esses pensamentos estiverem ficando mais fortes ou se você sentir que pode fazer algo contra si mesma, procure ajuda imediatamente: converse com alguém de confiança, vá a um serviço de urgência ou entre em contato com o CVV (188), que atende 24 horas.
Sobre diagnóstico (como borderline, depressão ou outro): não é possível definir por texto, mas o mais importante agora é olhar para o sofrimento que existe hoje. A terapia não precisa apagar sua história ou transformar você em outra pessoa; ela ajuda a construir uma relação mais segura consigo mesma.
Um primeiro passo pode ser menor do que “me amar” ou “me curar”: tente apenas começar por não se abandonar nos momentos difíceis. Quando vier o pensamento “eu sou um erro”, tente tratá-lo como um sinal de dor, não como uma verdade sobre quem você é.
Também vale considerar atendimento psicológico gratuito ou de baixo custo (como serviços públicos, universidades com clínicas-escola e projetos sociais). Você merece ser acolhida, mesmo sem conseguir pagar por isso.
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Despertar precoce é só relacionado a depressão, ou também ao estresse crônico, transtornos de ansied
Despertar precoce é só relacionado a depressão, ou também ao estresse crônico, transtornos de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O despertar precoce não é exclusivo da depressão. Ele pode aparecer em diferentes situações, como:
Depressão: é um sintoma comum, especialmente quando a pessoa acorda muito cedo e não consegue voltar a dormir, muitas vezes com piora do humor pela manhã.
Ansiedade e estresse crônico: o estado de alerta aumentado pode deixar o sono mais superficial, causando despertares durante a madrugada ou muito cedo.
Sobrecarga emocional: períodos de preocupação intensa, mudanças, conflitos ou tensão prolongada também podem afetar o padrão de sono.
O mais importante é observar o conjunto de sintomas: como está o humor, a energia, os pensamentos, a preocupação, o funcionamento no dia a dia e há quanto tempo isso acontece.
Se o despertar precoce estiver frequente e causando sofrimento, vale conversar com um psicólogo ou psiquiatra para entender melhor a causa.
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Quais são os tipos de tratamento pra quem sofre com crises de ansiedade?
Quais são os tipos de tratamento pra quem sofre com crises de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento para crises de ansiedade costuma envolver uma combinação de estratégias, dependendo da intensidade dos sintomas e da avaliação de cada pessoa.
Psicoterapia: principalmente abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a entender os pensamentos ansiosos, lidar com os medos e desenvolver novas formas de enfrentamento.
Medicação (quando indicada): um psiquiatra pode avaliar o uso de antidepressivos ou outros medicamentos para reduzir a frequência e intensidade das crises.
Técnicas de controle da ansiedade: respiração, relaxamento, atenção plena (mindfulness) e estratégias para lidar com os sintomas no momento da crise.
Mudanças de rotina: sono adequado, atividade física, alimentação equilibrada e redução de excesso de estimulantes podem contribuir para a melhora.
O objetivo do tratamento não é eliminar todas as emoções, mas ajudar a pessoa a recuperar o controle e não viver em função da ansiedade. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem reduzir bastante ou até deixar de ter crises.
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Por que toda vez que vejo uns filmes eu já começo a ter crise de choro,fico tendo pensamentos de cul
Por que toda vez que vejo uns filmes eu já começo a ter crise de choro,fico tendo pensamentos de culpa,arrenpedimento,e as vezes,perco controle sobre qualquer coisa que eu digo, falando coisas sem sentindo e fico lembrando de alguns traumas do passado.
pode ser estresse pós-traumático?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a uma resposta de estresse ou a experiências traumáticas, mas não é possível afirmar que seja TEPT (transtorno de estresse pós-traumático) apenas por esses sintomas.
Filmes podem funcionar como gatilhos emocionais, trazendo lembranças, sentimentos de culpa, arrependimento ou situações parecidas com algo que você viveu. Em algumas pessoas, isso ativa uma reação intensa do corpo e da mente, com choro, ansiedade, pensamentos repetitivos e sensação de perder o controle.
No TEPT, geralmente existem outros sinais, como lembranças invasivas do trauma, pesadelos, evitação de situações que lembram o ocorrido, estado de alerta constante e sofrimento significativo.
Também é importante avaliar se esses episódios podem estar ligados à ansiedade, culpa excessiva, estresse acumulado ou outras dificuldades emocionais.
O ideal é conversar com um psicólogo ou psiquiatra para entender a origem dessas reações e encontrar formas de lidar com elas. Enquanto isso, tente observar: quais cenas ou temas nos filmes costumam desencadear isso e quais lembranças ou sentimentos aparecem nesses momentos.
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O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?
O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O objetivo do psicólogo não é simplesmente mudar a forma de pensar do paciente ou impor um jeito “certo” de pensar.
A terapia busca ajudar a pessoa a entender seus pensamentos, emoções e comportamentos, perceber padrões que causam sofrimento e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as situações.
Em algumas abordagens, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, o trabalho envolve questionar pensamentos automáticos e aprender a enxergar as situações por outros ângulos. Mas isso não significa “pensar positivo” ou negar o que a pessoa sente.
O foco é ajudar o paciente a ter mais liberdade de escolha, consciência e equilíbrio na forma como reage às experiências da vida.
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sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com
sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com psicóloga que se identificava cognitiva comportamental. Porém,, não percebi trabalho concreto com instrumentos da referida abordagem e também vivi grande piora na depressão e ansiedade, crises nas sessões e após as sessões. Será que o fato de meus traumas ter sido provocados por mulheres é melhor que eu faça terapia somente com homem, já que em outro momento consegui melhoras com psicólogo emdr, por exemplo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível você pensar sobre isso, principalmente porque houve piora e você percebeu uma diferença entre abordagens.
O fato de seus traumas terem sido causados por mulheres não significa necessariamente que uma psicóloga mulher não possa te ajudar. O mais importante é que você se sinta segura, respeitada e consiga construir uma boa relação terapêutica. Porém, se a presença de uma terapeuta mulher desperta muita insegurança, medo ou sensação de ameaça, isso é algo válido para ser considerado no tratamento.
Também é importante lembrar que a abordagem e a forma como o profissional conduz a terapia fazem diferença. A TCC, por exemplo, costuma utilizar técnicas estruturadas, como identificação de pensamentos, registros, exposição, treino de habilidades e acompanhamento de metas. Mas cada profissional aplica a abordagem de uma forma.
Em casos de trauma e TEPT, algumas pessoas se beneficiam de terapias focadas em trauma, como a EMDR ou outras abordagens específicas. O ideal é buscar um profissional com experiência em trauma e com quem você consiga se sentir segura.
Vale levar essa experiência para a próxima terapia: falar sobre o que aconteceu, sobre as crises nas sessões e sobre o que funcionou ou não antes. Isso também faz parte do processo terapêutico.
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Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.
Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Brasil, por exemplo, adolescentes podem fazer acompanhamento psicológico, mas geralmente é necessário o consentimento dos responsáveis para iniciar o atendimento.
Se você sente que precisa de ajuda, tente conversar com um adulto de confiança (responsável, familiar, professor ou alguém da escola) e explicar que você quer falar com um psicólogo.
Se for difícil falar em casa, você pode começar dizendo algo simples, como: “Eu não estou bem e queria conversar com um profissional para me ajudar”.
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Não consigo sair do lugar. Sem querer adotei o sofá como a minha cama, eu passo dia e noite nele pro
Não consigo sair do lugar. Sem querer adotei o sofá como a minha cama, eu passo dia e noite nele procurando incessantemente por entretenimento. As vezes passo dias deitado sem me levantar pra fazer nada e eu fico cada vez mais frustrado por isso e me culpando por tudo. Quando eu tento me levantar, é como se tivesse um peso enorme em cima de mim q me impede de me mexer e assim eu adio tudo por horas e horas, por mais simples q seja, desde ir ao banheiro até colocar uma blusa de frio. Não me sinto cansado e nem triste, pelo menos não o tempo todo, é como se fossem só aqueles 30 minutos depois do trabalho q vc deita um pouco pra relaxar, mas na verdade eu nunca to satisfeito, parece q nunca é suficiente. Até q chega um momento em q eu começo a me frustrar e me decepcionar comigo mesmo, tentar mudar, mas sempre acaba da mesma forma. Eu já procurei várias vezes o pq q isso tá acontecendo comigo, mas nunca encontrei nada parecido, se alguém puder me dar ao menos uma dica. Eu não aguento mais ser um peso morto, queria ser produtivo, mas cada dia q passa fica mais difícil
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece muito desgastante. Essa dificuldade de sair do lugar, mesmo querendo mudar, pode acontecer em alguns quadros como depressão, ansiedade, esgotamento emocional ou dificuldades de regulação de hábitos e motivação. Não é apenas “falta de força de vontade”.
Muitas vezes se cria um ciclo: a pessoa fica parada para aliviar o desconforto → sente culpa por estar parada → a culpa aumenta o sofrimento → fica ainda mais difícil agir.
Um primeiro passo pode ser diminuir a cobrança e começar com ações muito pequenas, por exemplo: levantar apenas para beber água, tomar banho ou ficar alguns minutos fora do sofá. O objetivo inicial não é “voltar a ser produtivo”, mas recuperar pequenos movimentos.
Também vale buscar uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra, principalmente se isso já dura semanas ou meses e está atrapalhando sua vida. Entender a causa é mais importante do que se culpar.
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Perguntas frequentes
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Toda vez que saio do banho fico me coçando, já tentei sabonete neutro, sabonete glicerinado, banho m
A coceira após o banho pode ter diferentes causas, mesmo quando você já utiliza…