Perguntas do paciente (203)

  • posso ter ansiedade sem ter a crise de ansiedade? ou só sei que tenho se tiver a crise?

    posso ter ansiedade sem ter a crise de ansiedade? ou só sei que tenho se tiver a crise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Sim, é absolutamente possível ter ansiedade sem necessariamente passar por uma crise de ansiedade. A ansiedade é uma condição ampla que pode se manifestar de formas variadas, desde sintomas leves e persistentes até crises agudas.

    Como saber se você tem ansiedade sem ter crises?
    A ansiedade pode ser caracterizada por sintomas que afetam sua mente e corpo de maneira contínua, sem que você experimente as crises mais intensas.

    Sinais de ansiedade sem crises:
    Sintomas mentais e emocionais:

    Preocupação constante ou excessiva.
    Sensação de inquietação ou "nervos à flor da pele".
    Dificuldade de concentração ou sensação de "mente confusa".
    Medo ou insegurança, mesmo sem razão clara.
    Sintomas físicos persistentes:

    Tensão muscular ou dores frequentes.
    Fadiga constante, mesmo sem esforço físico.
    Palpitações ou sensação de coração acelerado.
    Problemas digestivos, como dor no estômago ou náusea.
    Alterações no sono (insônia ou dificuldade de relaxar).
    Comportamentos associados:

    Evitar certas situações por medo ou desconforto.
    Dificuldade em relaxar, mesmo em momentos de lazer.
    O que diferencia ansiedade de uma crise de ansiedade?
    Ansiedade contínua:
    É como um estado de alerta constante, onde os sintomas podem ser mais sutis, mas presentes no dia a dia.

    Crise de ansiedade:
    Um episódio mais intenso e agudo que surge repentinamente, com sintomas como sensação de falta de ar, medo extremo, palpitações rápidas e sensação de que algo ruim vai acontecer.

    Como saber se você tem ansiedade?
    Mesmo sem crises, você pode ter ansiedade se os sintomas estão afetando sua qualidade de vida. Para isso:

    Procure um psicólogo ou psiquiatra para avaliação.
    Analise se os sintomas prejudicam suas atividades diárias, como trabalho, estudos ou relacionamentos.
    Ansiedade precisa de tratamento mesmo sem crises?
    Sim, tratar a ansiedade mesmo na ausência de crises é essencial para evitar que os sintomas se intensifiquem ou causem impacto prolongado na sua vida. Psicoterapia e práticas de relaxamento podem ajudar bastante, e, em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser indicado.

    Se precisar, posso te orientar com técnicas práticas para aliviar os sintomas do dia a dia!


  • Quais diagnósticos são possíveis através de consultas com neuropsicólogo?

    Quais diagnósticos são possíveis através de consultas com neuropsicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    O neuropsicólogo realiza avaliações que ajudam a identificar condições relacionadas ao funcionamento cerebral e ao comportamento. Através de testes específicos e entrevistas clínicas, é possível diagnosticar uma ampla gama de condições, incluindo, mas não se limitando a:

    1. Transtornos Neuropsiquiátricos:
    Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): O neuropsicólogo pode identificar dificuldades de atenção, impulsividade e hiperatividade através de testes de atenção e funções executivas.
    Transtornos de Ansiedade e Depressão: O impacto da ansiedade ou depressão no funcionamento cognitivo, como a memória, concentração e habilidades de resolução de problemas, pode ser avaliado.
    Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): A avaliação pode identificar padrões de pensamento obsessivo e comportamento compulsivo, além de como esses sintomas afetam a cognição e a execução de tarefas diárias.
    2. Transtornos Cognitivos:
    Deficiência Intelectual: Avaliações de QI e funções cognitivas gerais ajudam a determinar se uma pessoa tem uma capacidade intelectual abaixo da média.
    Demência e Doenças Neurodegenerativas (como Alzheimer): O neuropsicólogo pode avaliar as funções cognitivas afetadas, como memória, linguagem, habilidades visuoespaciais e funções executivas, que podem indicar o início de uma demência.
    Acidente Vascular Cerebral (AVC): Após um AVC, o neuropsicólogo pode avaliar os efeitos nas funções cognitivas, como memória, atenção e linguagem, ajudando a planejar a reabilitação.
    3. Traumas e Lesões Cerebrais:
    Lesões cerebrais traumáticas: Quando há histórico de concussões ou lesões no cérebro, o neuropsicólogo pode avaliar o impacto da lesão nas funções cognitivas e comportamentais.
    Trauma psicológico: Além das lesões físicas, o neuropsicólogo pode identificar como o trauma psicológico afeta as funções executivas e a capacidade de lidar com o estresse.
    4. Transtornos de Aprendizagem:
    Dislexia: Através de avaliações de leitura, escrita e compreensão, o neuropsicólogo pode diagnosticar dificuldades específicas de aprendizado relacionadas à leitura e interpretação de textos.
    Discalculia: Dificuldade com habilidades matemáticas pode ser identificada, com base na habilidade de resolver problemas matemáticos e compreender conceitos numéricos.
    Disgrafia: Problemas relacionados à escrita, como coordenação motora fina e dificuldades em organizar pensamentos no papel.
    5. Transtornos de Desenvolvimento:
    Autismo (Transtorno do Espectro Autista - TEA): O neuropsicólogo pode avaliar as habilidades de comunicação, interação social e padrões repetitivos de comportamento, fornecendo um diagnóstico mais detalhado do impacto do autismo nas funções cognitivas.
    Síndrome de Asperger: Embora anteriormente considerada separada, a avaliação neuropsicológica ajuda a identificar dificuldades no desenvolvimento social e de comunicação, assim como habilidades cognitivas preservadas.
    6. Transtornos de Personalidade e Comportamentais:
    Transtornos de personalidade (como Transtorno Borderline ou Transtorno de Personalidade Antissocial): O neuropsicólogo pode avaliar como os padrões de pensamento, emoções e comportamento afetam as funções cognitivas, como tomada de decisão, controle emocional e interações sociais.
    Comportamentos impulsivos ou dependentes: A avaliação neuropsicológica pode identificar dificuldades na regulação emocional e no controle de impulsos.
    7. Outros Transtornos Psicológicos:
    Transtorno Bipolar: O neuropsicólogo pode avaliar os impactos das oscilações de humor nas funções cognitivas, como memória, atenção e tomada de decisões.
    Psicoses (como esquizofrenia): Avaliar as funções cognitivas para determinar os impactos da psicose, como problemas de concentração, memória e tomada de decisão.
    8. Avaliação de Inteligência e Capacidades Cognitivas:
    Quociente de inteligência (QI): O neuropsicólogo pode realizar testes para medir a inteligência global da pessoa, fornecendo informações sobre pontos fortes e fracos em várias áreas cognitivas, como raciocínio lógico, memória e habilidades visuoespaciais.
    Funções executivas: Avaliar capacidades como planejamento, organização, controle de impulsos e tomada de decisão.
    Como a avaliação é realizada:
    O neuropsicólogo realiza uma bateria de testes que pode incluir:

    Entrevistas clínicas para entender a história do paciente, seus sintomas e dificuldades.
    Testes de QI para medir as habilidades cognitivas gerais.
    Testes de atenção, memória, percepção e linguagem, entre outros, para avaliar funções cognitivas específicas.
    Questionários e escalas para avaliar sintomas comportamentais, emocionais e sociais.
    Esses diagnósticos são realizados em conjunto com outras informações clínicas, como relatórios médicos e observações comportamentais. A avaliação neuropsicológica é uma ferramenta poderosa para fornecer uma visão abrangente do funcionamento cognitivo e emocional do paciente, ajudando a direcionar o tratamento mais adequado para cada condição.


  • Fui diagnosticada com transtorno bipolar esse ano, o que me deixou muito impactada. quero saber qual

    Fui diagnosticada com transtorno bipolar esse ano, o que me deixou muito impactada. quero saber qual é o impacto do transtorno bipolar na vida cotidiana e nas relações interpessoais? alguém consegue me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    O transtorno bipolar pode ter um impacto significativo tanto no cotidiano quanto nas relações interpessoais de quem o vive, e é completamente normal que você se sinta impactada ao receber esse diagnóstico. O transtorno bipolar é caracterizado por mudanças de humor extremas, com episódios de mania (ou hipomania) e depressão, e essas oscilações podem afetar várias áreas da vida. Vou te explicar como isso pode acontecer em cada área:

    1. Impacto no cotidiano:
    Dificuldades no trabalho ou estudos: Durante os episódios de mania, você pode se sentir excessivamente energizada e propensa a assumir responsabilidades ou compromissos que não conseguirá cumprir. Por outro lado, durante os episódios de depressão, pode ser difícil levantar da cama ou até se concentrar, o que afeta a produtividade.
    Gestão do tempo e da energia: A alternância entre os episódios de alta e baixa energia pode tornar o planejamento e a organização do dia a dia mais desafiadores. Quando você está no auge de uma fase, pode querer fazer muito de uma vez, e isso pode levar a um desgaste físico e emocional. Durante a depressão, há uma falta de motivação e disposição, o que também pode impactar suas atividades cotidianas.
    Autocuidado e saúde: O transtorno bipolar pode afetar sua capacidade de manter uma rotina regular de autocuidado, como alimentação saudável, exercício físico e sono, especialmente durante os episódios de mania, em que o sono pode ser interrompido, e na depressão, quando a vontade de cuidar de si mesma pode desaparecer.
    2. Impacto nas relações interpessoais:
    Mudanças no comportamento: Durante a fase maníaca, você pode se comportar de maneira impulsiva, tomar decisões precipitadas e ter comportamentos que podem ser desconcertantes para quem está ao seu redor, como gastos excessivos, comentários inadequados ou atitudes que não condizem com a sua personalidade usual. Isso pode gerar conflitos ou desentendimentos com amigos, familiares e colegas de trabalho.
    Distanciamento nas fases depressivas: Durante os episódios de depressão, você pode se afastar das pessoas por sentir falta de energia, interesse ou vontade de socializar. Isso pode ser interpretado como desinteresse pelos outros, mesmo que não seja sua intenção. As pessoas próximas podem não entender por que você parece tão distante, o que pode levar a incompreensão e frustração.
    Relacionamentos pessoais e familiares: Para quem está em um relacionamento íntimo, o transtorno bipolar pode gerar dificuldades, principalmente em relação à comunicação, estabilidade emocional e confiança. A oscilação de humor pode criar um ciclo de incertezas no relacionamento, e a outra pessoa pode se sentir confusa sobre como reagir durante os episódios. No caso de relações familiares, pode ser difícil para os entes queridos entenderem o transtorno sem o devido apoio e educação sobre o que você está passando.
    Como lidar:
    Tratamento: O tratamento para o transtorno bipolar geralmente envolve uma combinação de medicamentos estabilizadores de humor e psicoterapia. A adesão ao tratamento pode ajudar a controlar os episódios e melhorar a qualidade de vida. Conversar abertamente com seu médico ou terapeuta sobre o impacto que o transtorno tem nas suas atividades e relacionamentos pode ajudar a ajustar o tratamento.
    Suporte social: Ter um círculo de apoio que entenda o transtorno e as suas necessidades pode aliviar o impacto nas relações interpessoais. Muitas pessoas com transtorno bipolar se beneficiam de grupos de apoio, onde podem trocar experiências e aprender com outras pessoas que passam por situações semelhantes.
    Autoconsciência: Manter um diário emocional, monitorar seus episódios de mania e depressão e estar atenta aos primeiros sinais de mudança pode ajudá-la a se preparar para os momentos difíceis e evitar consequências mais negativas. A conscientização de seus padrões de humor pode ajudar a comunicar suas necessidades aos outros de maneira mais eficaz.
    Embora o transtorno bipolar apresente desafios, muitas pessoas conseguem ter uma vida satisfatória, equilibrada e bem-sucedida com o tratamento adequado e suporte contínuo. Se você tiver mais perguntas ou precisar de mais apoio, fique à vontade para compartilhar.


  • Porque tem mulheres que não gostam de ser tocadas no seio nem nas preliminares e nem durante a relaç

    Porque tem mulheres que não gostam de ser tocadas no seio nem nas preliminares e nem durante a relação sexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Existem várias razões pelas quais algumas mulheres podem não gostar de ser tocadas nos seios ou durante as preliminares e relação sexual. Essas razões podem ser físicas, emocionais ou psicológicas, e é importante lembrar que cada pessoa tem suas preferências e limites individuais, que são influenciados por uma série de fatores. Aqui estão algumas possíveis explicações:

    1. Fatores Físicos:
    Sensibilidade ou desconforto físico: Algumas mulheres podem ter uma maior sensibilidade nos seios, o que pode causar desconforto ou dor durante o toque. Isso pode ser uma característica natural do corpo, como a variação na sensibilidade da pele ou nos tecidos mamários.
    Problemas médicos ou condições hormonais: Algumas condições de saúde, como infecções mamárias, alterações hormonais (como as que ocorrem durante o ciclo menstrual, gravidez ou amamentação), podem tornar os seios mais sensíveis e desconfortáveis para toques. Além disso, condições médicas como mastite ou outras doenças mamárias podem fazer com que o toque seja doloroso.
    2. Experiências Passadas:
    Traumas ou abusos: Experiências passadas de abuso físico ou sexual podem causar aversão ao toque em áreas do corpo, incluindo os seios. O toque pode ser associado a lembranças traumáticas, fazendo com que a pessoa se sinta desconfortável ou insegura durante a intimidade.
    Falta de experiência ou conforto: Algumas mulheres podem não se sentir confortáveis com o toque nos seios devido à falta de familiaridade ou insegurança em relação a essa área do corpo. A falta de comunicação ou entendimento sobre os próprios limites e desejos também pode afetar a percepção de prazer durante a relação sexual.
    3. Fatores Psicológicos e Emocionais:
    Falta de conexão emocional: A intimidade sexual pode estar intimamente ligada à conexão emocional e afetiva. Se a mulher não se sente emocionalmente conectada com o parceiro, ela pode não estar disposta a explorar certas formas de toque, incluindo as preliminares e o toque nos seios, como uma maneira de proteger suas emoções.
    Questões de autoestima: Algumas mulheres podem sentir desconforto com a aparência dos próprios seios, o que pode interferir na vontade de permitir que alguém os toque. A percepção do corpo e da autoimagem desempenha um papel importante nas preferências sexuais de uma pessoa.
    Preferências individuais: Algumas mulheres simplesmente não gostam do toque em determinadas áreas do corpo, como os seios, por motivos pessoais ou por uma questão de preferência. O prazer sexual é muito subjetivo, e o que uma pessoa acha prazeroso pode ser diferente para outra.
    4. Fatores Culturais ou Sociais:
    Normas culturais ou religiosas: Em algumas culturas ou contextos religiosos, o toque em determinadas partes do corpo pode ser visto como algo inadequado ou vergonhoso. Isso pode levar a um desconforto psicológico com o toque em áreas íntimas, incluindo os seios, devido a tabus ou regras culturais.
    Pressão para se conformar: Em alguns casos, a mulher pode sentir que precisa se conformar a expectativas sociais ou de seu parceiro em relação à intimidade sexual, o que pode gerar resistência ou desconforto. Isso pode ocorrer especialmente em relacionamentos onde a comunicação sobre preferências sexuais não é aberta ou respeitada.
    5. Falta de Comunicação sobre Desejos e Limites:
    Falta de comunicação aberta: Em muitos casos, as mulheres (ou homens) podem não expressar claramente seus limites e preferências sexuais. Isso pode levar a experiências sexuais em que toques em áreas específicas do corpo não são bem-vindos, mas não há espaço para comunicar isso ao parceiro.
    Cada pessoa tem suas próprias preferências e limites, e é importante que essas questões sejam discutidas de maneira aberta e respeitosa no relacionamento. Se alguém se sente desconfortável ou aversivo em relação ao toque em determinadas áreas, é fundamental que essa pessoa se sinta segura o suficiente para comunicar seus limites ao parceiro, sem medo de julgamento.

    Se os sentimentos em relação ao toque nos seios ou outras áreas do corpo causam sofrimento emocional significativo, ou se estão associados a experiências traumáticas, pode ser útil procurar o apoio de um terapeuta especializado em questões sexuais ou emocionais. A terapia pode ajudar a compreender melhor os sentimentos em relação à intimidade e trabalhar as questões relacionadas ao prazer e ao desconforto.


  • Eu não consigo parar de imaginar cenas na minha cabeça eu tento controlar mas não consigo, oque poss

    Eu não consigo parar de imaginar cenas na minha cabeça eu tento controlar mas não consigo, oque posso fazer para isso parar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Ter pensamentos ou imaginações recorrentes pode ser desgastante, especialmente quando você sente que não consegue controlá-los. Isso pode estar relacionado a diversos fatores, como ansiedade, estresse ou até mesmo um padrão de pensamento repetitivo, como no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:

    1. Identifique o gatilho
    Observe quando os pensamentos aparecem: Eles surgem em momentos de estresse, tédio ou quando você está tentando relaxar?
    Entenda a natureza dos pensamentos: Eles são preocupações, cenas fantasiosas ou memórias?
    2. Pratique a técnica do "aqui e agora"
    Treinar sua mente para focar no presente pode diminuir os pensamentos intrusivos:

    Respiração consciente: Foque na respiração. Inspire por 4 segundos, segure por 2 e expire por 6. Repita até sentir-se mais centrado.
    Técnica dos 5 sentidos: Nomeie algo que você pode:
    Ver
    Ouvir
    Tocar
    Cheirar
    Saborear
    Isso ajuda a quebrar o fluxo de pensamentos repetitivos.

    3. Defina um "tempo de pensar"
    Reserve 10-15 minutos do seu dia para "pensar livremente". Quando os pensamentos intrusivos surgirem fora desse momento, diga a si mesmo: "Vou lidar com isso durante meu tempo reservado." Isso pode ajudar a reduzir a frequência.

    4. Engaje-se em atividades que demandem foco
    Atividades que exigem concentração podem diminuir a repetição de pensamentos. Tente:

    Exercícios físicos como caminhada, corrida ou ioga.
    Atividades manuais, como pintura, jardinagem ou cozinhar.
    Quebra-cabeças ou jogos, que desafiam sua mente e a desviam dos pensamentos.
    5. Busque ajuda psicológica
    Se os pensamentos forem persistentes e impactarem sua qualidade de vida, considere buscar um psicólogo. Técnicas como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajudam a:

    Entender por que esses pensamentos surgem.
    Desenvolver estratégias específicas para controlá-los.
    6. Aceite os pensamentos sem julgá-los
    Às vezes, tentar não pensar intensifica os pensamentos. Em vez disso:

    Reconheça o pensamento: "Ah, lá está esse pensamento de novo."
    Não lute contra ele; apenas deixe-o passar, como uma nuvem no céu.
    7. Cuidado com o estresse e o cansaço
    Fatores como falta de sono, alimentação irregular e estresse podem intensificar pensamentos repetitivos. Certifique-se de:

    Ter uma rotina de sono consistente.
    Evitar estimulantes como cafeína antes de dormir.
    Se sentir que esses pensamentos continuam a persistir mesmo após tentar essas práticas, ou se estão te causando muito sofrimento, é importante buscar avaliação profissional. Você não precisa lidar com isso sozinho, e existem soluções eficazes!


  • Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um

    Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um de 22 e outro de 24. Minha mãe trata eles diferentes dms… enquanto cmg é tão fria, ela não é narcisista, eu tenho quase certeza que não
    Minha psicóloga diz que é pq ela apenas não tem esse amor para me dar então ela não consegue… mas pq ela tem pros meus irmãos e pra mim não?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Lamento que você esteja passando por essa experiência difícil e compreendo o impacto emocional que isso pode causar. A relação entre mães e filhos é complexa, e existem diversos fatores que podem influenciar a forma como um filho é tratado, mas é importante destacar que isso não tem nada a ver com o valor ou dignidade de quem você é.

    Algumas possíveis razões pelas quais você percebe esse tratamento diferente da sua mãe em relação aos seus irmãos podem incluir:

    1. Diferenças no Estilo de Criação:
    Estágio de vida e experiência de maternidade: Quando você nasceu, sua mãe poderia estar em uma fase da vida diferente, o que pode ter influenciado a forma como ela se relaciona com você em comparação com seus irmãos. Às vezes, as mães podem estar mais cansadas ou menos disponíveis emocionalmente devido a circunstâncias pessoais ou mudanças na vida.
    Fase do desenvolvimento emocional da mãe: Ela pode ter desenvolvido diferentes formas de se conectar com cada um de seus filhos, dependendo do momento emocional que estava vivendo em cada fase de sua maternidade.
    2. Expectativas ou Dinâmicas Familiares:
    Preferências inconscientes: Em algumas famílias, pode existir uma dinâmica onde os filhos mais velhos ou de gêneros diferentes (em alguns casos, como o caso de uma filha mais nova) podem ser vistos de maneira diferente devido a padrões inconscientes de expectativas ou papéis de gênero, o que pode influenciar a percepção da mãe sobre como ela lida com eles.
    Apego ou relação emocional: Alguns estudos sugerem que a relação de apego entre pais e filhos pode variar de acordo com a personalidade da criança e a interação de ambos. É possível que você, em algum momento, tenha gerado uma dinâmica emocional diferente com sua mãe.
    3. Dificuldades Pessoais da Mãe:
    Sua mãe pode estar lidando com suas próprias dificuldades emocionais ou psicológicas que influenciam como ela é capaz de se conectar com você. Isso pode incluir estresse, sobrecarga emocional, ou até traumas não resolvidos. O fato de ela não ter o "amor para dar" pode ser um reflexo das suas próprias limitações emocionais, como você mencionou que sua psicóloga sugeriu.
    4. Crenças ou Percepções Subconscientes:
    Às vezes, uma mãe pode inconscientemente criar uma conexão mais forte com certos filhos devido a um número de fatores, como identificação, similaridade de temperamento, ou até mesmo circunstâncias durante o período de gestação ou infância que podem influenciar esses laços. Isso pode ocorrer de forma não intencional, e o vínculo pode se desenvolver de maneira diferente com cada filho.
    5. Diferenças no Comportamento dos Filhos:
    Pode ser que os seus irmãos tenham se comportado de maneiras que atraem mais afeição ou atenção de sua mãe. Por exemplo, se seus irmãos eram mais extrovertidos ou apresentaram características que se conectam mais facilmente com sua mãe, ela pode ter desenvolvido um vínculo emocional mais forte com eles.
    É importante que você continue buscando apoio, como já está fazendo com a sua psicóloga. Esse tipo de dinâmica é difícil de lidar, mas pode ser útil refletir sobre as formas como você pode estabelecer uma relação mais saudável com sua mãe e também, acima de tudo, com você mesma. Seu valor não depende do modo como os outros, mesmo os pais, te tratam. Trabalhar com a sua terapeuta sobre como lidar com esses sentimentos e entender os padrões familiares pode ser fundamental para fortalecer sua autoestima e o entendimento do que está acontecendo dentro dessa relação.

    A comunicação aberta, quando você se sentir pronta, também pode ser um passo importante. Às vezes, expressar como se sente em relação ao tratamento diferente que recebe pode iniciar uma reflexão na sua mãe sobre essa dinâmica, embora não garanta que ela mude, é uma forma de expressar suas necessidades emocionais.


  • Olá bom dia Já tive vários relacionamento fracassados no passado E às vezes quando me lembro que j

    Olá bom dia
    Já tive vários relacionamento fracassados no passado
    E às vezes quando me lembro que já me envolve com vários homens no passado não consigo me perdoar me sinto suja por ter vários parceiros sexuais
    E não consigo entrar em outro relacionamentos por medo de não dar certo e ser mas um que passou em minha vida
    O que eu faço para me perdoar e esquecer o meu passado? E começar de novo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Bom dia! Sentir-se sobrecarregada ou culpada pelo seu passado é algo que muitas pessoas experienciam em momentos difíceis, especialmente quando se trata de relacionamentos passados ou escolhas que envolvem a intimidade. Porém, é importante entender que o que você está vivendo pode ser superado, e isso está ao seu alcance com apoio emocional e algumas práticas de autoconhecimento. Aqui estão algumas abordagens que podem ajudá-la nesse processo de perdão e reconstrução emocional:

    1. Entenda que todos nós temos um passado e isso não define quem somos
    O passado não é quem você é hoje. Todos cometemos erros ou tomamos decisões que, com o tempo, gostaríamos de ter feito de outra forma. Isso faz parte do processo de amadurecimento e crescimento.
    Reconheça que você é digna de amor e de novas oportunidades, independentemente do que aconteceu no passado. A perfeição não é uma exigência para viver plenamente, e você tem a oportunidade de criar um futuro mais alinhado com seus valores e desejos.
    2. Pratique o autoconhecimento e o auto-perdão
    Reflexão sem julgamento: Tente refletir sobre os seus relacionamentos passados com compaixão, sem se culpar. Pergunte-se o que aprendeu com essas experiências e como elas a ajudaram a crescer.
    Entenda suas necessidades: Às vezes, buscamos algo em nossos relacionamentos que não conseguimos identificar claramente. Tente entender o que você estava buscando e como pode se conectar com essas necessidades de maneira saudável no futuro.
    Perdoe-se: O perdão começa com você mesma. Lembre-se de que você estava fazendo o melhor que podia com o conhecimento que tinha na época. Liberte-se da culpa e permita-se ser humana.
    Exercícios de perdão: Tente escrever uma carta para si mesma, perdoando-se pelos erros do passado. Isso pode ajudar a liberar a carga emocional que você carrega.
    3. Redefina suas crenças sobre relacionamentos
    Mude a perspectiva sobre "relacionamentos fracassados": Cada relacionamento é uma experiência que traz aprendizados. O conceito de "fracasso" pode ser transformado em algo construtivo. Pergunte-se: "O que eu aprendi com isso?"
    Busque relacionamentos saudáveis e conscientes: Ao se abrir para novas experiências, concentre-se no que você deseja para sua vida, seus limites e o tipo de parceria que você quer. Isso vai ajudá-la a entrar em novos relacionamentos com mais clareza e autenticidade.
    4. Trabalhe o medo de recomeçar
    Reflita sobre o medo: Pergunte a si mesma de onde vem esse medo. Às vezes, o medo é uma tentativa de autoproteção após experiências dolorosas, mas isso pode nos impedir de avançar. Compreender a origem do medo pode ser libertador.
    Aceite que o futuro é imprevisível: Ninguém tem controle total sobre o que acontecerá em um relacionamento. Permita-se viver o momento presente, sem pressões sobre o futuro, e abra-se para a possibilidade de viver novas experiências sem medo do que virá.
    5. Fortaleça sua autoestima
    Valorize suas qualidades: Foque nas suas virtudes e no que você tem a oferecer em um relacionamento. Perceba seu valor, independentemente do que tenha acontecido no passado.
    Pratique o autocuidado: Cuidar de si mesma, tanto fisicamente quanto emocionalmente, pode aumentar sua confiança e ajudá-la a se sentir mais preparada para recomeçar.
    6. Busque ajuda profissional se necessário
    Se você sentir que o peso emocional do passado está impactando significativamente sua vida ou se está tendo dificuldades em seguir em frente, pode ser útil procurar apoio de um psicólogo ou terapeuta. A terapia pode ajudá-la a entender melhor os seus sentimentos, trabalhar o perdão e reforçar a autoestima.
    7. Liberte-se das comparações
    Não se compare com outras pessoas ou com as expectativas do que um relacionamento "deve ser". Cada pessoa tem uma jornada única e merece ser valorizada por quem é, sem precisar atender a padrões pré-estabelecidos.
    Lembre-se: o amor próprio e o perdão são processos. Você pode recomeçar e criar a vida e os relacionamentos que deseja. O fato de você refletir sobre isso e buscar mudanças já é um grande passo em direção a um futuro mais equilibrado e saudável para você.


  • Boa tarde! Tenho uma pessoa da família que amputou a perna direita e mesmo assim ela sente a perna m

    Boa tarde! Tenho uma pessoa da família que amputou a perna direita e mesmo assim ela sente a perna mesmo sem ela .Ela reclama de dor, o que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Boa tarde! O que essa pessoa está experimentando é conhecido como dor do membro fantasma, uma condição em que a pessoa sente dor ou sensação em uma parte do corpo que foi amputada. Isso é relativamente comum após a amputação e pode ser bastante desconfortável.

    O que acontece durante a dor do membro fantasma?
    Após a perda de um membro, os nervos que antes transmitiam sensações da área amputada continuam a enviar sinais para o cérebro, o que faz com que a pessoa sinta que o membro ainda está presente. Essa sensação pode ser dolorosa, coceira, formigamento ou até uma dor intensa, como se o membro ainda estivesse lá.

    Como tratar a dor do membro fantasma?
    O tratamento da dor do membro fantasma pode variar de acordo com a intensidade dos sintomas e as necessidades do paciente. Algumas abordagens incluem:

    Medicamentos:

    Analgésicos: Medicamentos como analgésicos comuns ou mais fortes (opióides, dependendo da prescrição médica) podem ajudar a aliviar a dor.
    Antidepressivos ou anticonvulsivantes: Certos medicamentos usados para tratar dor neuropática, como a amitriptilina (antidepressivo) ou gabapentina (anticonvulsivante), podem ser eficazes.
    Terapias físicas e ocupacionais:

    Estimulação do coto: Algumas pessoas têm alívio aplicando pressão ou massagem na área onde a perna foi amputada. Isso pode ajudar a "enganar" o cérebro, transmitindo sinais para que ele pare de "sentir" a perna amputada.
    Uso de próteses: Algumas pessoas experimentam uma diminuição da dor quando começam a usar uma prótese. O uso da prótese pode ajudar a reduzir os sintomas ao "restaurar" a sensação de um membro.
    Terapia de espelho (espelho terapêutico):

    A terapia de espelho pode ser útil, especialmente se a pessoa ainda perceber que a perna amputada está "presente". Consiste em usar um espelho para criar a ilusão de que o membro amputado está de volta, o que pode ajudar a aliviar a dor e a sensação do membro fantasma.
    Estimulação elétrica neuromuscular:

    Algumas técnicas de estimulação elétrica (como a estimulação transcutânea nervosa elétrica, ou TENS) podem ajudar a bloquear os sinais de dor enviados ao cérebro.
    Psicoterapia:

    A dor do membro fantasma também pode ter um componente psicológico. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou outras abordagens psicológicas podem ser úteis para lidar com a dor emocional que pode acompanhar a dor física.
    Acupuntura:

    A acupuntura também é uma técnica que tem mostrado benefícios no alívio da dor fantasma para algumas pessoas.
    Quando procurar ajuda médica?
    Se a dor persistir ou piorar, é importante que a pessoa consulte um médico para uma avaliação detalhada. O profissional poderá prescrever o tratamento mais adequado, ajustar medicamentos ou até encaminhar para especialistas como neurologistas, fisioterapeutas ou psicólogos.

    É importante lembrar que a dor do membro fantasma pode diminuir com o tempo, mas em alguns casos, ela pode persistir. A abordagem combinada de medicamentos, terapias físicas e psicológicas pode ser a mais eficaz para proporcionar alívio.

    Se a pessoa está enfrentando dificuldade para lidar com a dor emocional relacionada à amputação, um psicólogo pode ajudar a desenvolver estratégias para lidar com as mudanças físicas e emocionais, promovendo uma adaptação mais saudável.


  • Boa tarde, estou a procura de uma informação importante! Qual a função do pensamento?

    Boa tarde, estou a procura de uma informação importante! Qual a função do pensamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Boa tarde! O pensamento desempenha várias funções importantes em nossa vida e é essencial para a maneira como percebemos, reagimos e interagimos com o mundo ao nosso redor. Aqui estão algumas das principais funções do pensamento:

    1. Resolução de Problemas:
    O pensamento nos permite identificar, analisar e resolver problemas. Ele envolve a busca de soluções para desafios cotidianos, desde questões simples até problemas mais complexos. A capacidade de pensar de maneira crítica e criativa é essencial para tomar decisões e encontrar alternativas.

    2. Planejamento e Organização:
    O pensamento ajuda a planejar e organizar nossas ações e metas. Ao refletirmos sobre nossos objetivos, conseguimos traçar um caminho lógico para alcançá-los, antecipando etapas e considerando possíveis obstáculos.

    3. Tomada de Decisão:
    A tomada de decisão depende da nossa capacidade de pensar e ponderar as opções disponíveis. Avaliar prós e contras, antecipar consequências e refletir sobre as alternativas são processos que envolvem o pensamento, ajudando-nos a fazer escolhas mais informadas.

    4. Memória e Aprendizado:
    O pensamento está diretamente ligado à nossa capacidade de lembrar e aprender. Ele nos permite armazenar informações na memória de longo prazo, recuperá-las quando necessário e fazer conexões entre novos conhecimentos e experiências anteriores.

    5. Reflexão e Autoconhecimento:
    O pensamento também é fundamental para o processo de reflexão. Ele nos permite analisar nossas experiências, compreender nossos sentimentos e pensamentos, e buscar o autoconhecimento. Essa introspecção é importante para o crescimento pessoal e o entendimento de nossas emoções e comportamentos.

    6. Compreensão e Interpretação:
    Ao pensarmos, somos capazes de interpretar e compreender o mundo ao nosso redor. A mente processa as informações que recebemos, seja por meio da visão, audição ou outros sentidos, e as interpreta com base em nossas experiências e conhecimentos prévios.

    7. Criatividade e Inovação:
    O pensamento também é a base da criatividade. Ele permite que façamos conexões inusitadas entre ideias, conceitos e experiências, gerando novas soluções e inovações. A imaginação e a criatividade são aspectos importantes do pensamento humano, especialmente em áreas como arte, ciência e tecnologia.

    8. Regulação Emocional:
    Embora as emoções não sejam diretamente um "pensamento", nossa capacidade de refletir sobre elas e entender o que sentimos ajuda a regular e a lidar com nossas emoções de maneira mais saudável. O pensamento nos dá a capacidade de processar nossos sentimentos e colocar as situações em perspectiva.

    9. Comunicação:
    O pensamento também facilita a comunicação, ajudando-nos a organizar e articular nossas ideias de maneira clara e eficaz. Ao pensar antes de falar, conseguimos transmitir nossas ideias de forma mais coerente.

    Em resumo, o pensamento é um processo fundamental para a adaptação ao ambiente, a resolução de problemas, o aprendizado, a regulação emocional, e a interação com os outros. Ele está envolvido em praticamente todos os aspectos da nossa vida, ajudando-nos a entender, a tomar decisões e a agir de maneira eficaz.


  • Tenho problemas envolvendo o emocional a alguns anos, mas ultimamente estou sentindo dores físicas.

    Tenho problemas envolvendo o emocional a alguns anos, mas ultimamente estou sentindo dores físicas. Sinto dor no peito, respiração descontrolada e ânsia de vomito.
    A ânsia de vômito vem antes e depois de comer, a sensação é agoniante e as vezes tenho que forçar vômito.
    Devo procurar um psicólogo ou outro médico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Eu sinto muito que você esteja passando por isso. Os sintomas físicos que você está descrevendo, como dor no peito, respiração descontrolada, ânsia de vômito, e a sensação de ter que forçar o vômito, podem estar relacionados tanto a aspectos emocionais quanto a questões de saúde física. Esses sintomas podem ser indicativos de um transtorno de ansiedade, como o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ou até crises de ansiedade ou ataques de pânico.

    Aqui estão alguns pontos a considerar sobre os sintomas e o que você pode fazer:

    1. Sintomas emocionais e físicos:
    Ansiedade e ataques de pânico: Muitas vezes, os sintomas emocionais de ansiedade podem se manifestar fisicamente, como a dor no peito, dificuldade de respirar, náuseas e até sensação de desmaio. O fato de os sintomas se intensificarem antes e depois de comer pode estar relacionado com o estresse ou ansiedade, já que as preocupações emocionais podem afetar o sistema digestivo.
    Condição física: A ânsia de vômito também pode estar relacionada a outras condições médicas, como problemas gástricos, refluxo ou outras questões digestivas. Para descartar qualquer outra condição médica, é importante conversar com um médico.
    O que você pode fazer:
    Consulta com médico: Dado que você está experimentando sintomas físicos (como dor no peito, respiração descontrolada e náuseas), a primeira coisa que seria importante fazer é consultar um clínico geral ou um cardiologista para garantir que esses sintomas não estão relacionados a problemas de saúde física, como problemas cardíacos ou digestivos.

    Consulta com psicólogo: Se o médico excluir qualquer causa física significativa, um psicólogo pode ser extremamente útil. O psicólogo pode ajudar a identificar se esses sintomas estão relacionados a transtornos de ansiedade ou outros problemas emocionais e trabalhar com você em estratégias para lidar com o estresse, a ansiedade e outras emoções intensas. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) têm mostrado ser eficazes no tratamento da ansiedade e suas manifestações físicas.

    Passos a seguir:
    Agende uma consulta com um clínico geral ou cardiologista para investigar causas físicas.
    Marque uma consulta com um psicólogo para explorar o lado emocional da questão e entender melhor se a ansiedade ou estresse estão desempenhando um papel significativo nesses sintomas.
    A dor física que você está sentindo é uma maneira do corpo tentar comunicar algo importante, por isso não é algo a ser ignorado. É possível que o tratamento adequado tanto para o aspecto físico quanto emocional traga alívio para os seus sintomas.


  • Pensamentos obssesivos podem ser pensamentos que não são reais e podem vir junto com um medo extremo

    Pensamentos obssesivos podem ser pensamentos que não são reais e podem vir junto com um medo extremo, ataque de panico e uma angústia profunda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Sim, é possível que pensamentos obsessivos sejam pensamentos que não são reais, mas ainda assim causam grande sofrimento e angústia. Esses pensamentos podem ser uma característica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), mas também podem ocorrer em outros transtornos, como o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ou até durante episódios de ataques de pânico.

    Características dos pensamentos obsessivos:
    Irreais ou irracionais: Os pensamentos obsessivos frequentemente envolvem preocupações ou medos irracionais ou exagerados. Por exemplo, uma pessoa pode ter o pensamento obsessivo de que algo ruim vai acontecer, embora não haja evidências para isso.
    Medo extremo: Esses pensamentos costumam vir acompanhados de um medo intenso ou irracional, o que pode gerar uma sensação de perigo iminente, mesmo que a situação não represente uma ameaça real.
    Ataques de pânico: Quando esses pensamentos causam uma ativação intensa do sistema nervoso, eles podem desencadear ataques de pânico, que se manifestam com sintomas como dificuldade para respirar, dor no peito, tremores, sudorese excessiva e uma sensação de desmaio ou morte iminente.
    Angústia profunda: O sofrimento emocional causado pelos pensamentos obsessivos pode ser profundo, levando à angústia, desconforto constante e sensação de estar fora de controle.
    Como os pensamentos obsessivos se manifestam:
    Pensamentos intrusivos: Pensamentos ou imagens mentais que surgem involuntariamente e repetidamente, causando grande angústia.
    Medo irracional: Medos exagerados de coisas como contaminação, perigo ou acidentes, embora a situação real não justifique esse medo.
    Comportamentos compulsivos: Para aliviar a ansiedade gerada pelos pensamentos obsessivos, a pessoa pode sentir a necessidade de realizar rituais ou comportamentos repetitivos (como lavar as mãos repetidamente, conferir algo várias vezes) — no caso de TOC.
    O que fazer:
    Buscar ajuda profissional: Se os pensamentos obsessivos estão causando sofrimento significativo, é muito importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é especialmente eficaz no tratamento de pensamentos obsessivos, pois trabalha para identificar, desafiar e modificar esses pensamentos e crenças irracionais.
    Medicação: Em alguns casos, um psiquiatra pode prescrever medicações, como antidepressivos (inibidores seletivos da recaptação de serotonina – ISRS), que ajudam a controlar os sintomas de TOC e ansiedade.
    Se você sentir que esses pensamentos estão afetando sua qualidade de vida ou causando um sofrimento intenso, buscar orientação profissional pode ser um passo importante para aliviar essa carga emocional.


  • Quando sei que vou ficar com uma mulher começo a tremer muito e não consigo me controlar, só paro qu

    Quando sei que vou ficar com uma mulher começo a tremer muito e não consigo me controlar, só paro quando sei que não vou ficar com ela. Oque pode ser que acontece comigo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    O que você está descrevendo parece ser uma resposta intensa de ansiedade social ou ansiedade de desempenho. Esse tipo de reação, como tremores, dificuldade de controle e nervosismo ao interagir com uma mulher em uma situação romântica ou sexual, pode estar relacionado a alguns fatores emocionais e psicológicos:

    Possíveis causas para o que você está sentindo:
    Ansiedade Social: Você pode estar experimentando uma ansiedade social (ou fobia social), que se manifesta quando se sente pressionado a agir de uma maneira específica em situações sociais, principalmente quando existe uma expectativa sobre a interação (como uma possível aproximação romântica). Os sintomas podem incluir tremores, suor excessivo, nervosismo, dificuldade de fala, entre outros.

    Ansiedade de Desempenho: Isso acontece quando há o medo de não corresponder às expectativas do outro ou de falhar em alguma área, como no caso de um relacionamento, atração ou desempenho sexual. Esse medo pode levar ao nervosismo excessivo e a uma impossibilidade de relaxar, o que faz você perder o controle e sentir tremores.

    Baixa autoconfiança: Se você não se sente seguro ou confortável com sua própria imagem ou habilidades em situações de intimidade, isso pode gerar uma resposta fisiológica de ansiedade, levando a tremores e desconforto. O receio de ser julgado ou não ser aceito pode contribuir para esse comportamento.

    Expectativas e Pressão: Quando você tem a expectativa de que algo vai acontecer, como ficar com a pessoa, essa pressão pode gerar reações de ansiedade antecipatória. Isso significa que a ansiedade é provocada pela ideia do que pode acontecer, mesmo que você não tenha certeza do que realmente vai ocorrer.

    O que pode ajudar:
    Trabalhar a Ansiedade: Se isso está te incomodando, pode ser útil explorar técnicas de manejo da ansiedade, como práticas de respiração profunda ou relaxamento, que ajudam a reduzir a intensidade da resposta fisiológica.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem muito eficaz para esse tipo de questão, pois pode te ajudar a identificar e desafiar pensamentos distorcidos, como a ideia de que você precisa ser perfeito ou corresponder às expectativas de outra pessoa. Com o tempo, isso pode diminuir o medo de falhar ou ser rejeitado.

    Exposição gradual: Uma maneira de reduzir o medo e a ansiedade é se expor de forma gradual e controlada a essas situações, praticando com mais frequência até sentir mais conforto com o processo.

    Autoconhecimento e autoestima: Trabalhar sua autoimagem e autoconfiança também pode ser essencial. Acreditar em si mesmo e estar mais tranquilo com a própria identidade ajuda a reduzir o medo da rejeição ou da inadequação.

    Se você sentir que isso está afetando muito sua vida e suas interações de forma geral, buscar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, pode ser muito útil. Ele pode ajudar a identificar as causas subjacentes dessa ansiedade e trabalhar estratégias para melhorar o seu bem-estar emocional.


  • A consciência é uma faculdade mental mais importante que o pensamento?

    A consciência é uma faculdade mental mais importante que o pensamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    A consciência e o pensamento estão intimamente ligados, mas desempenham funções distintas, embora complementares, na experiência humana. Ambos são essenciais para nossa vivência e compreensão do mundo, mas é possível argumentar que a consciência é uma "faculdade" mais abrangente, enquanto o pensamento é uma ferramenta que a consciência utiliza.

    Diferença entre Consciência e Pensamento:
    Consciência pode ser entendida como o estado de estar ciente de si mesmo, do ambiente e dos próprios pensamentos. Ela envolve a percepção do momento presente, a capacidade de reconhecer emoções, sensações e o "eu" como um ser distinto. A consciência é, de certa forma, a lente através da qual experienciamos e interpretamos o mundo. Ela permite que tenhamos uma sensação contínua de identidade e de existência no tempo e no espaço.

    Pensamento é o processo cognitivo de manipulação de informações, envolvendo atividades como raciocínio, análise, julgamento e resolução de problemas. É uma ferramenta que usamos para processar, organizar e refletir sobre as informações que recebemos.

    A Importância da Consciência:
    A consciência é fundamental para que possamos existir como seres autônomos e capazes de reflexões profundas sobre nossas experiências. Sem consciência, não teríamos a percepção do "eu", e estaríamos mais próximos de um estado de percepção involuntária ou mecânica, sem uma autoidentificação clara. Ela também é crucial para funções superiores, como a tomada de decisões, o autoconhecimento, a regulação emocional e a interação social.

    A Importância do Pensamento:
    Embora a consciência seja o "estado de estar ciente", o pensamento oferece os mecanismos através dos quais tomamos decisões, solucionamos problemas e interagimos de forma mais adaptativa com o ambiente. O pensamento nos permite planejar, refletir, aprender e até mesmo nos distanciar emocionalmente de situações através da análise.

    Qual é mais importante?
    Depende do ponto de vista. Se pensarmos na consciência como o estado que nos permite ter uma experiência do "eu" e da nossa existência no mundo, ela é fundamental para a percepção e adaptação. Sem a consciência, o pensamento não teria lugar, pois não haveria "alguém" para pensar. Porém, o pensamento também é uma ferramenta essencial que nos ajuda a navegar e compreender a realidade de forma mais eficiente.

    De maneira simples:

    A consciência é o "fundamento" da experiência.
    O pensamento é a "ferramenta" que utilizamos dentro dessa experiência.
    Ambos são essenciais, mas a consciência pode ser vista como o aspecto mais primário e fundamental, pois é nela que o pensamento ocorre. Quando estamos conscientes de algo, é a partir dessa consciência que podemos começar a pensar, processar e interagir.


  • Não tenho vontade de socializar, quando converso com as pessoas meio que faço por “obrigação”, mas t

    Não tenho vontade de socializar, quando converso com as pessoas meio que faço por “obrigação”, mas tenho uma vida social, trabalho, estudo, e as pessoas sempre comentam que sou muito quieta e sinto que isso me atrapalha muito.
    O que eu poderia fazer para desenvolver minha comunicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    O que você está descrevendo pode ser um sinal de que você tem dificuldade em socializar ou, talvez, uma tendência a preferir ficar mais isolado ou manter uma vida social mais restrita. Isso é muito comum em pessoas que têm ansiedade social ou traços de introversão. No entanto, também pode ser algo que você queira mudar ou melhorar para se sentir mais confortável nas interações sociais.

    Aqui estão algumas dicas que podem te ajudar a desenvolver sua comunicação e aumentar seu conforto social:

    1. Autoconhecimento e Aceitação
    É importante reconhecer e aceitar seu estilo de socialização, seja ele introvertido ou outro. Não existe certo ou errado quando se trata de como nos relacionamos com os outros. Só que, se você sente que sua dificuldade em socializar está te afetando negativamente, vale a pena trabalhar para aumentar sua confiança.
    Identifique as situações que mais te geram desconforto. É no trabalho? Em grupos grandes? Ao interagir com pessoas desconhecidas? Isso te ajudará a focar em áreas específicas que precisam de mais atenção.
    2. Pratique de Forma Gradual
    A melhor maneira de desenvolver sua comunicação é começar a se expor gradualmente às situações sociais. Não é necessário se forçar a ser super sociável de uma vez, mas ir criando oportunidades em que você possa praticar interações de forma controlada.
    Comece com conversas curtas e informais com pessoas que você já conhece. À medida que se sentir mais confortável, tente ampliar para novas pessoas ou situações mais desafiadoras.
    3. Técnicas de Relaxamento para Ansiedade Social
    Se a ansiedade social for uma das causas de seu desconforto, você pode aprender técnicas como respiração profunda, meditação ou visualização positiva para reduzir o estresse antes e durante as interações sociais.
    Treinar a escuta ativa também pode ajudar: em vez de focar na ansiedade de falar, concentre-se em ouvir atentamente o que a outra pessoa está dizendo, o que pode tornar a interação mais natural.
    4. Trabalhe sua Comunicação Não Verbal
    A linguagem corporal também é importante. Quando você se sente mais confortável com ela, sua comunicação tende a fluir melhor. Tente praticar manter um olhar amigável, sorrir, fazer gestos naturais, e manter uma postura aberta.
    Isso não significa forçar uma postura que não é sua, mas praticar de forma que ajude na troca de energia durante as conversas.
    5. Desenvolva Habilidades de Conversação
    Pergunte sobre os outros. Uma boa conversa não precisa depender apenas de você. Muitas vezes, as pessoas gostam de falar sobre elas mesmas, então fazer perguntas genuínas pode ser uma boa forma de manter a conversa fluindo sem pressionar você a falar o tempo todo.
    Tenha assuntos de interesse que você goste de compartilhar. Pode ser útil ter alguns tópicos gerais em mente (como filmes, séries, livros, viagens) para puxar em conversas e evitar o desconforto de ficar sem saber o que dizer.
    6. Exponha-se a Diversas Situações Sociais
    Envolva-se mais com atividades que estimulem a interação, como grupos de estudo, eventos de trabalho, workshops ou atividades sociais simples. Quanto mais você pratica, mais natural se torna.
    Mesmo que você não tenha muita vontade de socializar, forçar-se de maneira gradual a participar de algumas situações pode ser uma excelente maneira de desenvolver sua comunicação.
    7. Desafie seus Pensamentos Negativos
    Muitas vezes, o medo de julgamento pode paralisar nossas interações sociais. Tente desafiar pensamentos como "as pessoas vão me achar estranha" ou "não vou saber o que falar". Reflita sobre o fato de que a maioria das pessoas também sente esse tipo de insegurança e que elas estão focadas nelas mesmas, mais do que em te julgar.
    8. Busque Ajuda Profissional
    Se você sentir que, apesar de seus esforços, a ansiedade social ou outros bloqueios emocionais ainda estão atrapalhando muito sua vida, talvez valha a pena procurar a ajuda de um psicólogo. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é bastante eficaz para trabalhar questões de comunicação e ansiedade social.
    9. Seja paciente consigo mesma
    O processo de desenvolvimento das suas habilidades sociais pode levar algum tempo. Seja gentil consigo mesma e permita-se cometer erros sem se julgar. Cada interação é uma oportunidade de aprendizado.
    O fato de você estar buscando maneiras de melhorar sua comunicação já é um grande passo. Com a prática e algumas mudanças gradativas, você provavelmente começará a perceber que a interação social se torna cada vez mais natural e menos forçada.


  • Ter pensamentos negativos constantemente pode desencadear em uma doença ?

    Ter pensamentos negativos constantemente pode desencadear em uma doença ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Sim, pensamentos negativos constantes podem, ao longo do tempo, desencadear ou contribuir para o desenvolvimento de várias condições de saúde mental. Embora todos nós tenhamos momentos de pensamento negativo, quando esses pensamentos se tornam recorrentes, excessivos ou fora de controle, eles podem afetar profundamente o bem-estar emocional e físico. Abaixo, estão algumas das possíveis consequências de manter um padrão constante de pensamentos negativos:

    1. Transtornos de Ansiedade
    Pensamentos negativos frequentemente estão ligados a transtornos de ansiedade. A constante preocupação com eventos futuros ou a ruminação sobre o passado pode levar a sentimentos intensos de apreensão, insegurança e medo. Isso pode resultar em sintomas de ansiedade generalizada, como dificuldades para relaxar, tensão muscular, insônia e até ataques de pânico.
    2. Depressão
    Um padrão constante de pensamentos negativos também é uma característica comum da depressão. Pensamentos autocríticos, crenças de inutilidade ou desesperança podem alimentar sentimentos de tristeza profunda, desesperança e falta de energia. A ruminação (pensar repetidamente sobre situações negativas) pode aprofundar esse estado emocional.
    3. Estresse Crônico
    Manter uma atitude negativa constante pode aumentar os níveis de estresse. Isso ocorre porque o corpo permanece em um estado de alerta, respondendo a essas preocupações com hormônios do estresse, como o cortisol. Com o tempo, isso pode afetar negativamente o sistema imunológico, o que torna o corpo mais suscetível a doenças.
    4. Problemas Físicos
    Pensamentos negativos crônicos não afetam apenas a mente, mas também o corpo. O estresse contínuo causado por esses pensamentos pode resultar em sintomas físicos, como dores de cabeça, problemas digestivos, distúrbios do sono e tensão muscular. Em casos mais graves, isso pode até aumentar o risco de problemas cardíacos.
    5. Baixa Autoestima e Autocrítica
    Pensamentos negativos sobre si mesmo podem levar a baixa autoestima e ao desenvolvimento de distúrbios de imagem corporal. Com o tempo, isso pode contribuir para isolamento social ou dificuldades em formar relações saudáveis.
    6. Comportamentos Autossabotadores
    Quando os pensamentos negativos se tornam um padrão, pode haver uma tendência a autossabotagem, como evitar oportunidades, não acreditar no próprio potencial ou tomar decisões que podem prejudicar o futuro. Isso pode contribuir para um ciclo de frustração e de não alcançamento dos objetivos.
    7. Desregulação Emocional
    A constante presença de pensamentos negativos pode tornar mais difícil lidar com emoções intensas. Isso pode levar a uma desregulação emocional, onde a pessoa se torna mais reativa, com dificuldades em gerenciar frustração ou estresse.
    Como lidar com pensamentos negativos?
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Uma abordagem eficaz para mudar padrões de pensamento negativo é a TCC, que ajuda a identificar, desafiar e substituir esses pensamentos por mais realistas e equilibrados.
    Mindfulness e meditação: Práticas que promovem a atenção plena podem ajudar a diminuir a ruminação e a ansiedade, permitindo que você se distancie dos pensamentos negativos.
    Exercícios físicos e relaxamento: Atividades como caminhada, yoga e outras formas de exercício podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar o humor.
    Buscar apoio: Conversar com um terapeuta, psicólogo ou até mesmo amigos e familiares pode ser útil para processar e desafiar os pensamentos negativos.
    Se você está experimentando um padrão persistente de pensamentos negativos que está afetando sua qualidade de vida, pode ser útil procurar ajuda profissional. O tratamento adequado pode ajudar a interromper esse ciclo e promover uma saúde emocional mais equilibrada.


  • É correto relatar pra psico do namorado que ele fala sobre morrer?

    É correto relatar pra psico do namorado que ele fala sobre morrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    É muito importante relatar qualquer comportamento ou preocupação que envolva pensamentos sobre morte ou suicídio de um parceiro para um profissional de saúde mental, como a psicóloga, principalmente se esses pensamentos forem frequentes ou indicarem risco de autolesão. Essa atitude demonstra cuidado e responsabilidade com a saúde emocional e mental dele.

    Embora você não deva invadir a privacidade do seu namorado, a segurança emocional dele deve ser uma prioridade, e a psicóloga dele está lá para ajudá-lo a lidar com essas questões de forma apropriada. Muitas vezes, uma pessoa que tem pensamentos sobre morte ou suicídio pode estar buscando ajuda de maneiras indiretas, e a psicóloga pode ser um recurso importante para ajudá-lo a explorar e compreender esses sentimentos, além de fornecer a orientação necessária.

    Aqui estão algumas razões pelas quais relatar esses pensamentos à psicóloga pode ser útil:

    Apoio Profissional: A psicóloga pode ajudar seu namorado a lidar com esses pensamentos, entendendo a causa subjacente e propondo estratégias terapêuticas adequadas.

    Prevenção de Riscos: Se houver um risco iminente de suicídio ou autolesão, a psicóloga pode intervir para garantir a segurança do seu namorado.

    Facilitar o Diálogo: Muitas vezes, a pessoa com esses pensamentos pode ter dificuldade em pedir ajuda diretamente. Compartilhar isso com a psicóloga pode ser um passo para ajudá-lo a superar o estigma ou a vergonha que pode sentir.

    Se você não tem certeza de como abordar isso, você pode começar de forma cuidadosa e empática, expressando que se preocupa com ele e que está buscando formas de apoiá-lo da melhor maneira possível.

    Se você estiver preocupada com a segurança dele, pode ser útil buscar orientação adicional de um profissional para saber como proceder. Segurança sempre vem em primeiro lugar.


  • Olá, gostaria de saber como um adulto pode buscar ajuda para descobrir se é autista ou se possui alg

    Olá, gostaria de saber como um adulto pode buscar ajuda para descobrir se é autista ou se possui algum transtorno similar... Qual profissional buscar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Para um adulto que suspeita de ser autista ou que apresenta sintomas relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), o primeiro passo é buscar ajuda de um profissional especializado para avaliação e diagnóstico. O diagnóstico de autismo em adultos pode ser mais desafiador, pois muitos dos sinais podem ser sutis ou confundidos com outros transtornos, mas é possível receber um diagnóstico preciso.

    Psicólogos especializados em avaliação psicológica ou neuropsicológica são uma boa opção, pois podem aplicar testes psicológicos específicos para avaliar características relacionadas ao autismo.
    A avaliação pode incluir testes cognitivos, comportamentais e de interação social para observar sinais de TEA.


  • Olá. Desde quando eu era criança, tenho a sensação de que ninguém gosta de mim de verdade. Sempre qu

    Olá. Desde quando eu era criança, tenho a sensação de que ninguém gosta de mim de verdade. Sempre quando estou em grupo ou em trio, as pessoas nunca prestam atenção em mim. Não sei se eu sou desinteressante ou não faço falta, só sei que isso me deixa extremamente mal. Não sei puxar assunto também e sempre que tento dizer alguma coisa, parece que soa desinteressante pra todo mundo, então sempre prefiro ficar calada. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    A sensação de que as pessoas não gostam de você, de que você não é interessante ou de que não faz falta no grupo é algo que muitas pessoas experimentam, especialmente em situações sociais, e pode estar relacionada a sentimentos de ansiedade social ou baixa autoestima. Esses sentimentos podem fazer com que você tenha dificuldades em se sentir parte do grupo e se expressar, o que pode gerar um ciclo de isolamento e angústia.

    Aqui estão algumas sugestões sobre o que você pode fazer para lidar com isso:

    1. Reconheça os pensamentos automáticos
    Muitas vezes, quando sentimos que não fazemos falta ou que as pessoas não se importam conosco, esses pensamentos não são baseados na realidade, mas sim em interpretações distorcidas. Tente se perguntar: "Há evidências reais de que ninguém gosta de mim?" ou "Estou assumindo que ninguém está interessado em mim, mas e se isso não for verdade?"
    Terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser muito útil nesse aspecto, pois ajuda a questionar esses padrões de pensamento e a reformulá-los de maneira mais saudável.
    2. Trabalhe sua autoestima
    A autoestima influencia diretamente como você se vê e como acha que os outros veem você. Tente focar em suas qualidades e interesses. Lembre-se de que você tem valor, independente da interação ou da reação das outras pessoas.
    Avalie suas forças e talentos, e pratique atividades que a façam sentir-se bem consigo mesma, como atividades criativas, esportes, ou hobbies.
    3. Pratique habilidades sociais gradualmente
    Puxar assunto e se inserir em conversas pode ser desafiador, mas isso pode melhorar com a prática. Comece com pequenas interações em ambientes confortáveis. Não há necessidade de ser perfeito ao conversar com os outros. Lembre-se de que as pessoas normalmente se importam mais com a forma como você se sente, e não com o conteúdo exato do que você está dizendo.
    Uma maneira de começar é perguntar aos outros sobre temas de interesse comum, como filmes, música, ou viagens. Isso pode ajudar a iniciar uma conversa e permitir que você se sinta mais confortável.
    4. Não se cobre para ser "interessante"
    O desejo de ser interessante o tempo todo pode colocar muita pressão em você. Em muitos casos, ser autêntica e genuína já é mais do que suficiente. As conexões reais surgem quando as pessoas se sentem à vontade com você, sem precisar forçar uma aparência ou comportamento específico.
    5. Considere buscar ajuda profissional
    Se essas preocupações e sentimentos têm um grande impacto na sua qualidade de vida e nas suas relações sociais, buscar o apoio de um psicólogo pode ser muito útil. A terapia pode ajudar a entender e trabalhar essas questões de forma mais profunda, além de oferecer estratégias para melhorar a interação social, reduzir a ansiedade e fortalecer a autoestima.
    Lembre-se de que os sentimentos de inadequação em grupos sociais são muito mais comuns do que você imagina, e você não está sozinha nisso. A mudança leva tempo, mas com paciência, prática e apoio, é possível melhorar a forma como você se vê e se relaciona com os outros.


  • Olá boa noite. Meu namorado se sente vazio por dentro e eu quero saber como ajudá-lo, ele não curt

    Olá boa noite.
    Meu namorado se sente vazio por dentro e eu quero saber como ajudá-lo, ele não curte falar muito sobre pois diz que piora. Oq eu posso fazer pra ajudá-lo???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    Boa noite! Fico feliz que você queira ajudar seu namorado, e é importante que ele tenha o apoio de alguém que se importa. Quando alguém se sente vazio por dentro, isso pode ser resultado de vários fatores, como dificuldades emocionais, estresse, ou até mesmo uma condição como depressão. Aqui estão algumas formas de apoiá-lo sem pressioná-lo a falar sobre o que não deseja:

    Respeite o espaço dele: Às vezes, quem está passando por esse tipo de sensação pode não estar pronto para falar sobre o que sente. Isso pode aumentar o sentimento de vulnerabilidade ou insegurança. Mostre a ele que você está lá, sem forçar uma conversa. Apenas esteja presente e disponível quando ele sentir vontade de compartilhar.

    Apoie as pequenas mudanças: Às vezes, ações simples podem ajudar a melhorar o bem-estar emocional, como incentivar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, exercícios, ou até sair para uma caminhada juntos. Isso pode melhorar o estado emocional dele e ajudar a quebrar o ciclo de sensação de vazio.

    Ofereça escuta ativa: Quando ele se sentir pronto para falar, ouça-o sem julgamentos ou tentativas imediatas de "resolver" a situação. Muitas vezes, a pessoa só precisa de um espaço para desabafar e sentir que está sendo ouvida e compreendida.

    Esteja atento aos sinais de sofrimento mais profundo: Se os sentimentos de vazio persistirem ou se ele começar a demonstrar sinais de depressão, como tristeza constante, perda de interesse em atividades que antes gostava, alterações no sono ou apetite, talvez seja o momento de sugerir que ele busque ajuda profissional. A psicoterapia pode ser uma excelente opção para ele, e como parceiro, seu apoio para que ele busque esse apoio é fundamental.

    Seja paciente: Lidar com sentimentos de vazio pode ser um processo demorado, e ele pode não se sentir melhor imediatamente. Mostrar paciência e compreensão ao longo do tempo vai ajudar ele a se sentir mais seguro e confortável com você.

    Lembre-se de cuidar de si mesma também. O apoio emocional em um relacionamento é muito importante, mas cuidar da sua própria saúde emocional é essencial para que você possa ser um apoio eficaz para ele.


  • Olá, espero que todos estejam bem. Bom, tenho 22 anos e tenho a tarde livre, com isso eu me masturbo

    Olá, espero que todos estejam bem. Bom, tenho 22 anos e tenho a tarde livre, com isso eu me masturbo com frequência com o uso de pornografia. Mas eu parei pra pesquisar recentemente e acabei descobrindo que pode ser muito prejudicial para o cérebro. Então teria como saber se eu sou um viciado? Eu apenas me masturbo pela minha satisfação sexual e nada mais. Trocar a pornografia por um brinquedo poderia ajudar o meu caso? Abraço a todos!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcella Fleuri

    É compreensível que você esteja se questionando sobre o uso frequente de pornografia e masturbação, especialmente ao aprender que essas práticas podem afetar o cérebro e o bem-estar psicológico de algumas pessoas. A primeira coisa a entender é que, quando tratamos de sexualidade e comportamentos relacionados, é importante considerar o contexto individual e como isso impacta sua vida pessoal, emocional e social.

    O que caracteriza o vício em pornografia?
    O vício em pornografia, como qualquer outro vício, pode ser caracterizado quando o comportamento interfere significativamente na sua vida diária e causa dano ao funcionamento emocional, social ou ocupacional. Algumas possíveis características incluem:

    Compulsão: Um desejo incontrolável de consumir pornografia, mesmo quando isso traz consequências negativas (sentimentos de culpa, vergonha, interferência no trabalho ou relações).
    Diminuição de satisfação: A necessidade de aumentar a quantidade ou intensidade de pornografia para alcançar a mesma excitação sexual.
    Preocupações excessivas: Pensamentos constantes sobre pornografia, o que pode interferir em outras atividades.
    Dificuldades nas relações interpessoais: Sentir dificuldade em se relacionar com pessoas de maneira íntima e emocional, ou até dificuldades para se excitar com parceiros reais, devido ao consumo excessivo de pornografia.
    Como saber se você é viciado?
    É importante refletir sobre como esse comportamento afeta sua vida e se ele causa desconforto ou problemas em outras áreas, como:

    Sentimentos de culpa ou vergonha: Você se sente mal depois de se masturbar com pornografia, mas continua consumindo-a?
    Impacto no relacionamento: Esse comportamento afeta sua interação com parceiros, amigos ou familiares?
    Dificuldade de controle: Você tenta reduzir a frequência ou interromper, mas se sente incapaz de fazer isso?
    Se você sentir que seu uso está prejudicando a sua vida emocional, social ou até mesmo sua saúde mental, pode ser útil conversar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta sexual, para explorar esses sentimentos e comportamentos de forma mais profunda.

    Trocar pornografia por brinquedos sexuais poderia ajudar?
    A troca de pornografia por brinquedos sexuais pode ser uma estratégia útil, dependendo dos seus objetivos e do contexto de sua sexualidade. O uso de brinquedos sexuais pode ajudar a:

    Aumentar a autossatisfação de uma forma mais controlada, focada na sensação física, sem o uso de material visual, como a pornografia.
    Desensibilizar o cérebro de associações automáticas com pornografia, ajudando a reconfigurar seus padrões de prazer.
    No entanto, a principal questão a ser considerada não é apenas o substituto (pornografia por brinquedos), mas sim o impacto do comportamento em seu bem-estar e se ele está interferindo em outras áreas da sua vida. Se a masturbação se torna uma forma de escapar de emoções ou uma fonte de alívio emocional excessivo, pode ser interessante investigar esse comportamento de maneira mais profunda.

    O que fazer?
    Refletir sobre o impacto emocional: Pergunte-se como esse comportamento afeta seus sentimentos de satisfação e seu bem-estar. Sente-se mais tranquilo ou mais ansioso, culpado ou angustiado após se masturbar com pornografia?
    Reduzir a frequência: Se você acha que a masturbação excessiva está começando a afetar sua vida, tente reduzir gradualmente a frequência e perceber se isso traz melhorias no seu estado emocional.
    Buscar ajuda profissional: Se houver preocupações sobre vício, compulsão ou efeitos negativos, conversar com um psicólogo especializado em sexualidade pode ajudá-lo a explorar esses padrões e encontrar formas de lidar com eles de forma mais saudável.
    O importante é perceber que a sexualidade é uma parte natural da vida, e o problema não está no ato em si, mas em como ele se encaixa em sua vida emocional, relacional e social. Se sentir que esse comportamento está afetando negativamente sua qualidade de vida, buscar orientação pode ser uma boa ideia.


Perguntas frequentes

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