Perguntas do paciente (463)

  • Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo

    Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sinto muito que você tenha passado por uma experiência tão dolorosa. Quando a pessoa de quem mais esperamos acolhimento não valida nosso sofrimento, a ferida costuma ser ainda mais profunda do que a situação em si. O sentimento de abandono e traição faz sentido nesse contexto, mas ele também pode levar a conclusões muito amplas, como acreditar que ninguém é confiável. Na terapia, é possível elaborar essa dor, compreender o impacto dessa vivência e reconstruir a capacidade de confiar sem ignorar os próprios limites. Se sentir que este tema ainda pesa na sua vida, minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e profundidade.


  • Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo

    Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim, podem ajudar. Mais do que "ter mais disciplina", o objetivo é entender o que mantém esse ciclo e desenvolver formas mais eficazes de lidar com ele. Se isso tem prejudicado seu trabalho e sua qualidade de vida, vale a pena investigar com profundidade. Minha agenda está aberta, e será um prazer te acompanhar nesse processo. Minha abordagem é a psicanálise.


  • Repetir uma pequena frase ou uma palavra por algumas dezenas de minutos tem mesmo efeito relaxamento

    Repetir uma pequena frase ou uma palavra por algumas dezenas de minutos tem mesmo efeito relaxamento e calmante na mente e faz alterar as ondas cerebrais rápidas para as mais lentas?
    Mas pode ser verbalmente? Ou funciona melhor se for Mentalmente



    Muito obrigado psicólogos do Doctoralia tomara que me respondam

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Repetir uma palavra ou uma frase de forma contínua pode, sim, favorecer um estado de relaxamento para muitas pessoas, especialmente quando a prática é feita com atenção e sem pressa. Os estudos mostram que técnicas como a repetição de mantras podem reduzir o estresse e aumentar a sensação de calma, embora a ideia de "alterar as ondas cerebrais" não explique, por si só, o efeito da prática. Tanto repetir mentalmente quanto em voz baixa pode funcionar; não há evidências consistentes de que uma forma seja superior à outra. O mais importante é escolher a modalidade que seja mais confortável e sustentável para você. Se você busca compreender quais estratégias realmente ajudam a regular sua ansiedade e sua mente no dia a dia, minha agenda está aberta para conversarmos.


  • Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

    Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Entendo como isso pode ser desgastante. Quando a mente está muito acelerada, a concentração realmente pode ficar mais difícil. Tente fazer pequenas pausas ao longo do dia, organizar uma tarefa de cada vez e observar se existem situações que aumentam essa agitação. Se esses sintomas têm sido frequentes ou estão prejudicando sua rotina, buscar acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está acontecendo e encontrar estratégias que façam sentido para você.

    Tenho agenda aberta no momento. Agendamento feito diretamente no meu perfil no Doctoralia.


  • Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d

    Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.

    Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.

    Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.

    Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Imagino como esses episódios podem ser assustadores e cansativos. Pelo que você descreve, vale a pena fazer uma avaliação com um psiquiatra para entender melhor o que está acontecendo e descartar outras causas. Além disso, a psicoterapia pode ser um espaço importante para compreender esses pensamentos, reduzir o sofrimento e desenvolver estratégias para lidar com eles. Com uma avaliação adequada, é possível entender melhor o quadro e encontrar o tratamento mais indicado para você.

    Agenda aberta. Agende diretamente pelo meu perfil no Doctoralia.


  • Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet

    Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.

    Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.

    Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.

    Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Pensamentos hipotéticos são comuns e, por si só, não significam desejo, intenção ou um sentimento oculto. Em pessoas com TOC, é frequente que a mente atribua um peso excessivo a esses pensamentos, gerando culpa e necessidade de ter certeza sobre o que eles "significam". Vale a pena trabalhar isso em terapia, aprendendo a diferenciar pensamentos de fatos e reduzindo o ciclo de culpa. Isso costuma trazer bastante alívio.


  • Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansi

    Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansiedade, nunca mais tive as crises. Porém, estou me sentindo "muito tranquila", o que me causa até certa estranheza. Comentei com a psiquiatra que acompanha meu tratamento e a mesma afirmou que isso é comum e o organismo tende a acostumar, com o passar das semanas está é a nova sensação que será presente, a de bem-estar. Comentei o mesmo com minha psicóloga e ela aponta que isto é comum e justamente o bjetivo da medicação e que essa nova sensação de tranquilidade deve ser trabalhada em terapia, para que eu aprenda a lidar com ela e finalmente "descansar a cabeça" e que esta estranheza é comum pois vivi muitos anos com TAG e devo me readequar a este novo funcionamento. Ao mesmo tempo, quando paro, acabo me sentindo agoniada, pois parece que "não sou eu" e acabo me sentindo triste com isto.
    Com o andar do tratamento, a tendência é que esta sensação seja comum e "meu novo normal"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Pelo que você descreve, tanto sua psiquiatra quanto sua psicóloga trouxeram uma explicação bastante compatível com o que costuma acontecer. Quando alguém convive por muito tempo com ansiedade intensa, a ausência desse estado pode inicialmente parecer estranha, como se "faltasse alguma coisa". Isso não significa que você esteja deixando de ser quem é, mas que seu cérebro está se adaptando a um funcionamento diferente.

    Com a continuidade do tratamento, a tendência é que essa sensação de tranquilidade se torne mais familiar e natural. A psicoterapia é um espaço importante para ajudar nessa adaptação e para diferenciar o bem-estar de uma sensação de "estranhamento". Continue acompanhando como você se sente e mantenha esse diálogo com sua psiquiatra, especialmente se notar apatia intensa, tristeza persistente ou qualquer efeito que lhe preocupe.


  • Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s

    Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
    Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
    Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
    Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
    Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
    Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
    Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
    Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sinto muito que você tenha passado por isso. Pelo seu relato, o que mais chama atenção é o sofrimento intenso que esses episódios despertam em você, e não uma busca por esse tipo de conteúdo. A experiência que teve com aquele terapeuta foi infeliz e não deveria acontecer.

    A psicoterapia pode ajudar a compreender essa culpa, a ansiedade e a relação com a sexualidade de forma acolhedora, sem julgamentos. Se fizer sentido para você, fico à disposição para conversarmos e avaliar como posso ajudá-la nesse processo.

    Agenda aberta.


  • Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro,

    Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro, um pombo, um gato, etc....Qual especialista devo procurar?
    Muito obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Entendo como isso deve ser difícil para vocês. Quando esse medo é tão intenso a ponto de fazê-la entrar em pânico e interferir no dia a dia, vale a pena buscar avaliação com um psicólogo infantil, que poderá identificar a origem desse medo e trabalhar estratégias para ajudá-la a enfrentá-lo de forma gradual e segura. Se houver dúvidas sobre outros aspectos do desenvolvimento ou necessidade de uma avaliação complementar, o psicólogo poderá orientar o encaminhamento adequado.


  • Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo

    Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo do jeito dela , arruma uma cama tenq ser do jeito que ela bota se muda pronto já faz escândalo começa a jogar os brinquedos pro alto , as vezes que me bater me morde , as vezes colocar uma meia no pé a meia estando certa ela cisma que está errada aí começa o choro os gritos, está bem difícil até na rua agora ela está fazendo essas coisas ela tem 3 anos , ela fica tão irritada aí ponto até da cara dela ficar cm algumas placas vermelhas. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Olá! Imagino como isso deve estar sendo cansativo para vocês.

    Nessa idade, algumas crianças podem ter reações intensas, mas, como isso tem acontecido com frequência e está trazendo bastante dificuldade no dia a dia, vale a pena fazer uma avaliação.

    Vocês podem começar com um pediatra, que fará uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhará para um psicólogo infantil e/ou um neuropediatra para investigar melhor o que está acontecendo.

    Enquanto isso, observe em quais situações essas crises costumam acontecer e, se possível, anote alguns exemplos. Essas informações ajudam bastante na avaliação.

    Com o acompanhamento adequado, vocês poderão entender melhor essas reações e encontrar estratégias que tornem a rotina mais tranquila.

    Não atendo crianças dessa faixa etária, mas espero ter ajudado.
    Caso busque atendimento psicológico para você, minha agenda está aberta.
    Pode agendar diretamente no meu perfil aqui no Doctoralia, rápido e descomplicado.


  • Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso ne

    Há 4 anos conheci uma garota, não chegamos a namorar, mas nunca esqueci ela, errei com ela, penso nela todo dia, até cheguei a namorar outra pessoa depois, mas nunca me senti feliz com o meu relacionamento recente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Obrigado por compartilhar isso.

    Parece que essa história ficou aberta para você e ainda desperta muitos sentimentos. Carregar esse pensamento por tantos anos pode trazer uma sensação de culpa, saudade e até de comparação com os relacionamentos que vieram depois.

    Talvez seja importante olhar não apenas para quem ela foi, mas também para o que essa relação representa para você hoje. Às vezes, não é só a pessoa de quem sentimos falta, mas da oportunidade que acreditamos ter perdido.

    Falar sobre isso em terapia pode ajudar a compreender esses sentimentos, elaborar o que aconteceu e decidir, com mais clareza, como seguir em frente, seja encerrando esse ciclo ou entendendo se faz sentido retomar algum contato.

    Minha agenda está aberta. Agendamento direto aqui pela minha agenda, dentro do meu perfil no Doctoralia. Rápido e descomplicado.


  • Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissiona

    Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissional deveria falar primeiro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Obrigado por compartilhar isso. Quando há suspeitas de mais de uma condição, o mais indicado é começar por uma avaliação com um psicólogo ou um psiquiatra.

    O psicólogo fará uma avaliação detalhada do seu funcionamento, da sua história e dos sintomas, enquanto o psiquiatra também poderá investigar essas questões e avaliar se há necessidade de tratamento medicamentoso. Se houver suspeita de autismo, TDAH ou outra condição do neurodesenvolvimento, eles poderão encaminhar para uma avaliação mais específica, se necessário.

    O mais importante é não tentar chegar a um diagnóstico sozinho. Uma avaliação cuidadosa ajuda a diferenciar condições que podem ter sintomas parecidos e a definir o tratamento mais adequado para o seu caso.

    Agenda aberta. Agende diretamente pelo meu perfil de forma rápida e descomplicada e assim posso esclarecer mais questões e dúvidas suas.

    Aguardo você!


  • Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.

    Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Ficar lembrando de pessoas que já faleceram e sentir pena pode acontecer, principalmente quando essas lembranças despertam emoções importantes. Porém, se esses pensamentos estão muito frequentes, causam sofrimento ou dificultam sua rotina, vale a pena olhar para isso com mais atenção.

    Conversar com um psicólogo pode ajudar a entender o significado dessas lembranças, acolher esses sentimentos e encontrar formas de lidar com eles de maneira mais leve.

    Você não precisa enfrentar isso sozinho. Buscar ajuda é um passo importante para compreender o que está acontecendo.

    Tenho agenda aberta, basta agendar pelo meu perfil aqui no Doctoralia. Agendamento rápido e descomplicado.

    Aguardo você!


  • Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando

    Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Obrigado por compartilhar isso. O fato de você ter reconhecido esse padrão e estar buscando ajuda já é um passo muito importante. A psicoterapia é, em geral, o tratamento mais indicado para compreender o que está por trás desse comportamento, desenvolver estratégias para lidar com a compulsão e fortalecer formas mais saudáveis de enfrentar as emoções. Em alguns casos, a avaliação com um psiquiatra também pode ser útil. Se desejar, estou à disposição para conversarmos com calma sobre a sua situação.

    Tenho agenda aberta.


  • Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n

    Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Obrigado por compartilhar algo tão delicado. O que você descreve pode, sim, estar relacionado à ansiedade e, em alguns casos, fazer parte de um padrão de busca de certeza e alívio que também pode ocorrer no TOC. No entanto, é importante realizar uma avaliação cuidadosa para compreender o que está acontecendo no seu caso. A culpa pode permanecer mesmo após o perdão da outra pessoa, mas ela pode ser trabalhada em psicoterapia, ajudando você a desenvolver uma relação mais saudável com essa experiência e a reduzir a necessidade constante de confirmação. Se desejar, estou à disposição para conversarmos com mais profundidade.

    Tenho agenda aberta. Agende sem precisar entrar em contato prévio, diretamente no meu perfil.


  • Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t

    Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Entendo como essa situação pode gerar tristeza e dúvidas. Assistir pornografia ocasionalmente não significa, por si só, que exista uma compulsão. No entanto, quando o comportamento acontece de forma frequente, em contextos inadequados, como no trabalho, ou parece difícil de controlar, pode ser importante investigar melhor. Uma avaliação profissional pode ajudá-lo a compreender se há um padrão compulsivo ou outras questões envolvidas. Além disso, é fundamental que o impacto dessa situação na relação e em você também seja acolhido e trabalhado.

    Se desejar, estou à disposição para conversarmos. Tenho agenda aberta. Agende diretamente no meu perfil, reservando seu horário e sem precisar entrar em contato prévio.


  • Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon

    Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Obrigado por compartilhar sua experiência. A forma como fomos afetados na infância pode influenciar a maneira como reconhecemos e vivenciamos nossos sentimentos na vida adulta, inclusive o amor. A boa notícia é que isso pode ser compreendido e transformado ao longo da psicoterapia, favorecendo um maior contato com as próprias emoções e relacionamentos mais conscientes. Quando estamos mais conectados com quem somos e com nossos afetos, também costuma ser mais fácil direcionar energia para nossos projetos e metas pessoais. Se desejar, estou à disposição para conversarmos. Tenho agenda aberta.

    Agende diretamente pelo meu perfil, sem precisar entrar em contato previamente, agilizando todo o processo. Aguardo você!


  • Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar

    Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Boa tarde! Essa é uma dúvida muito pertinente. Sim, alguns psicólogos utilizam materiais de apoio entre as sessões, como exercícios, registros, cartões com estratégias de enfrentamento ou lembretes personalizados, especialmente quando isso faz sentido para o caso e para a abordagem terapêutica utilizada. Eu, particularmente, não utilizo, pois a minha abordagem é a psicanálise e tem foco na escuta ativa e livre associação. Esses recursos podem ajudar a manter a continuidade do trabalho e oferecer suporte nos momentos de maior ansiedade, mas o mais importante é que sejam construídos de forma individualizada, de acordo com suas necessidades. Se desejar, estou à disposição para conversarmos.

    Tenho agenda aberta. Agende diretamente no meu perfil aqui no Doctoralia e reserve seu dia e horário de melhor conveniência sem nem precisar entrar em contato previamente. Preencha seus dados e eu retorno com mais informações. Obrigado!


  • Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com

    Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Entendo como essa mudança pode despertar sentimentos intensos. É natural que sair de casa e deixar sua mãe morando sozinha gere ansiedade, culpa e preocupação, especialmente quando existe um vínculo próximo. Ao mesmo tempo, construir sua própria vida não significa abandonar quem você ama. Na psicoterapia, é possível trabalhar esses sentimentos, encontrar formas de cuidar da sua mãe sem abrir mão dos seus projetos e lidar com essa transição de maneira mais tranquila. Se desejar, estou à disposição para conversarmos. Tenho agenda aberta.

    Agende diretamente pelo meu perfil, reservando seu horário. Não precisa entrar em contato previamente, se assim preferir. Preencha seus dados ao fazer a reserva do seu horário e eu retorno com maiores informações.


  • Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia

    Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sinto muito pela sua perda. Quando a gente cria um vínculo tão forte, é natural que a saudade venha acompanhada de culpa e de muitos "e se...". Mas, na maioria das vezes, esses pensamentos fazem parte da tentativa do coração de encontrar uma explicação para algo que doeu muito. O amor que você sente por ela não desapareceu, e por isso a ausência ainda machuca. Com o tempo e o cuidado certo, essa dor pode encontrar um lugar mais leve dentro de você, sem que isso signifique esquecer quem ela foi. Se sentir que precisa de ajuda para atravessar esse momento, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


Perguntas frequentes

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