Perguntas do paciente (463)

  • Como identificar uma regressão de sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como identificar uma regressão de sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Uma regressão de sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser percebida pelo aumento de impulsividade, maior instabilidade emocional, intensificação do medo de abandono, mudanças bruscas nas relações e dificuldade maior para lidar com frustrações. Também pode haver retorno ou piora de comportamentos antes mais controlados, como crises emocionais frequentes ou reações mais intensas ao estresse.

    Quando esses sinais aparecem, é importante retomar ou intensificar o acompanhamento psicológico, já que o suporte adequado ajuda a reorganizar emoções e reduzir o sofrimento.

    Se você se identifica com essas dificuldades ou percebe esses sinais em alguém próximo, estou à disposição para agendamento e para te acompanhar nesse processo.


  • Quais fatores podem desencadear uma regressão dos sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline

    Quais fatores podem desencadear uma regressão dos sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No Transtorno de Personalidade Borderline, a regressão de sintomas pode acontecer quando há aumento de estresse emocional ou situações que tocam em temas sensíveis como rejeição e abandono.

    Isso pode ser desencadeado por conflitos, perdas, mudanças importantes ou sensação de invalidação.

    Se fizer sentido para você, estou à disposição para te atender em psicoterapia.


  • O que significa regressão de sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    O que significa regressão de sintomas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No Transtorno de Personalidade Borderline, a regressão de sintomas significa um retorno ou intensificação temporária de dificuldades que já estavam mais controladas, como impulsividade, instabilidade emocional ou medo de abandono.

    Isso pode acontecer em momentos de estresse, perdas, mudanças ou conflitos importantes. Não quer dizer “voltar ao ponto inicial”, mas sim que, em certas situações, o sofrimento reaparece com mais força.

    Em geral, é um sinal de que algo está sobrecarregando a pessoa naquele momento e precisa de mais cuidado e apoio.

    Estou à disposição para te atender.


  • O que diferencia remissão estável de remissão frágil?

    O que diferencia remissão estável de remissão frágil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A remissão estável ocorre quando os sintomas diminuem ou desaparecem de forma consistente, com maior equilíbrio emocional e recursos internos para lidar com dificuldades. Já a remissão frágil acontece quando há melhora, mas a pessoa ainda apresenta vulnerabilidades importantes e maior risco de retorno dos sintomas diante de situações de estresse.

    Pela psicanálise, além de observar a redução dos sintomas, buscamos compreender as transformações internas, os conflitos e os modos de enfrentamento que sustentam essa melhora. Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) conseguem desenvolver autocontrole?

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) conseguem desenvolver autocontrole?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você pode responder assim:

    Sim, pessoas com TPB podem desenvolver autocontrole e aprender novas formas de lidar com emoções intensas. Muitas vezes, a dificuldade não está em querer se controlar, mas em momentos em que os sentimentos ficam muito fortes e parecem difíceis de administrar.

    Com acompanhamento adequado, é possível desenvolver mais consciência sobre as próprias emoções, reconhecer sinais antes de agir por impulso e construir maneiras mais saudáveis de responder às situações. O processo acontece aos poucos e envolve aprendizado, prática e autoconhecimento. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • É possível ter traços borderline sem ter mais o transtorno completo?

    É possível ter traços borderline sem ter mais o transtorno completo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim, é possível. Muitas pessoas podem apresentar alguns traços de personalidade associados ao borderline — como sensibilidade emocional intensa, medo de rejeição ou dificuldades em relações — sem preencher critérios suficientes para um transtorno completo.

    Esses traços podem variar em intensidade ao longo da vida e nem sempre causam prejuízo significativo ou constante no funcionamento da pessoa. O diagnóstico de transtorno só é considerado quando há um padrão mais persistente, generalizado e com impacto importante na vida emocional, social e profissional.

    Em vez de pensar em “ter ou não ter”, na prática clínica costuma ser mais útil entender quais características estão causando sofrimento e como elas podem ser trabalhadas.

    Agenda aberta! Agendamento simples e rápido.


  • Como impulsividade influencia julgamentos éticos em situações sociais?

    Como impulsividade influencia julgamentos éticos em situações sociais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você pode responder assim:

    A impulsividade pode influenciar os julgamentos éticos porque, em alguns momentos, a pessoa pode agir ou tomar decisões antes de avaliar com calma as consequências. Emoções intensas, pressa ou dificuldade em controlar uma reação podem fazer com que uma situação seja interpretada de forma mais imediata, deixando menos espaço para refletir sobre valores, regras e o impacto das próprias atitudes nos outros.

    Isso não significa que uma pessoa impulsiva não tenha valores ou consciência do certo e do errado, mas que pode precisar desenvolver mais estratégias para criar um espaço entre sentir, pensar e agir. A terapia pode ajudar nesse processo, favorecendo maior compreensão das emoções e escolhas mais alinhadas com aquilo que a pessoa considera importante. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Como a desregulação emocional se manifesta do ponto de vista cognitivo e comportamental?

    Como a desregulação emocional se manifesta do ponto de vista cognitivo e comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A desregulação emocional ocorre quando a pessoa tem dificuldade em reconhecer, compreender ou lidar com suas emoções de forma equilibrada. Do ponto de vista cognitivo, pode envolver pensamentos intensos, interpretações negativas, dificuldade de flexibilizar ideias e sensação de perda de controle. No comportamento, pode aparecer como impulsividade, reações muito intensas, conflitos nos relacionamentos ou atitudes tomadas para aliviar um sofrimento imediato.

    Pela psicanálise, buscamos compreender também o sentido dessas emoções e os conflitos internos que podem estar por trás dessas manifestações, considerando a história singular de cada sujeito. Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • “Quais são as críticas neuropsicológicas ao caráter heterogêneo e pouco delimitado do construto bord

    “Quais são as críticas neuropsicológicas ao caráter heterogêneo e pouco delimitado do construto borderline no que se refere à correlação entre fenótipos clínicos e perfis de funcionamento cognitivo?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Uma das principais críticas neuropsicológicas ao construto borderline é justamente sua heterogeneidade: pessoas com esse diagnóstico podem apresentar perfis cognitivos muito diferentes, o que dificulta estabelecer uma relação direta entre sintomas clínicos e um único padrão de funcionamento cerebral. Alterações em áreas como regulação emocional, controle de impulsos e processamento social aparecem em alguns estudos, mas não são universais.

    Pela psicanálise, além dos aspectos neurocognitivos, buscamos compreender a singularidade do sujeito, sua história, seus vínculos e os sentidos envolvidos em seu modo de funcionamento psíquico.
    Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes m

    Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes manejos: Controlar o estresse. O que exatamente seria controlar o estresse? Como qualquer curioso tendemos a pesquisar isso também, o que lemos é: Atividade Física, lazer, tomar chá de camomila e ou erva doce. Bom, é isso mesmo? Me imagino logo fazendo essas coisas stressado e ficando mais stressado por não fica livre do estreasse

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você pode responder assim:

    Essa é uma dúvida muito comum. Quando falamos em "controlar o estresse", não significa eliminar completamente o estresse ou simplesmente fazer algo relaxante e esperar que tudo desapareça. O estresse faz parte da vida e, em alguns momentos, vai existir. O objetivo é aprender a perceber os sinais do corpo e da mente, entender o que está acontecendo e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com essas situações.

    Atividade física, lazer e momentos de relaxamento podem ajudar, mas não são uma solução mágica. Para algumas pessoas, eles funcionam como uma forma de recuperar energia; para outras, o mais importante pode ser compreender as causas do estresse, mudar alguns padrões de cobrança, organizar limites e encontrar maneiras de enfrentar os desafios.

    O cuidado com o estresse precisa fazer sentido para cada pessoa, e não virar mais uma obrigação na rotina. Se você sente dificuldade em lidar com isso sozinho, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Como o ciclo emoção–impulsividade–comportamento autoagressivo se mantém?

    Como o ciclo emoção–impulsividade–comportamento autoagressivo se mantém?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O ciclo emoção–impulsividade–comportamento autoagressivo pode se manter quando uma emoção muito intensa gera uma sensação de sofrimento difícil de suportar, levando a pessoa a agir de forma impulsiva para tentar aliviar essa dor. Esse comportamento pode trazer um alívio momentâneo, mas o sofrimento costuma retornar, podendo vir acompanhado de culpa, vergonha ou novas dificuldades. Com o tempo, a pessoa pode acabar recorrendo novamente a esse caminho por ser a forma que aprendeu para lidar com emoções intensas. A terapia pode ajudar a compreender esse ciclo e construir novas formas de enfrentar esses momentos. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Qual o papel da aprendizagem associativa no comportamento autoagressivo?

    Qual o papel da aprendizagem associativa no comportamento autoagressivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A aprendizagem associativa pode contribuir para a compreensão do comportamento autoagressivo porque, em alguns casos, a pessoa aprende que esse comportamento está associado a uma redução momentânea de emoções intensas, como angústia, raiva ou vazio. Esse alívio imediato pode fortalecer o padrão, tornando mais difícil interrompê-lo.

    Pela psicanálise, buscamos compreender também o significado subjetivo desse sofrimento, os conflitos internos envolvidos e a função que esse comportamento pode ocupar na vida psíquica da pessoa. Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • Como o déficit de regulação emocional se relaciona com a recorrência do comportamento autoagressivo?

    Como o déficit de regulação emocional se relaciona com a recorrência do comportamento autoagressivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O déficit de regulação emocional pode estar relacionado ao comportamento autoagressivo porque, em momentos de sofrimento intenso, a pessoa pode ter dificuldade em identificar, tolerar e expressar suas emoções de outras formas. A autoagressão pode acabar sendo utilizada como uma tentativa de aliviar uma dor emocional imediata, reforçando esse padrão ao longo do tempo.

    Pela psicanálise, buscamos compreender não apenas o comportamento em si, mas também os conflitos, afetos e sentidos subjetivos que ele expressa na história de cada sujeito. Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • Como a baixa autoeficácia influencia o comportamento autoagressivo?

    Como a baixa autoeficácia influencia o comportamento autoagressivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A baixa autoeficácia pode influenciar o comportamento autoagressivo quando a pessoa sente que não possui recursos suficientes para lidar com emoções intensas, conflitos ou situações difíceis. Essa sensação de incapacidade pode aumentar a desesperança e favorecer estratégias de alívio imediato, como a autoagressão.

    Pela psicanálise, buscamos compreender também os sentimentos de desamparo, os conflitos internos e os significados que esse comportamento pode representar na história singular de cada sujeito. Minha agenda está aberta para conversarmos com cuidado e acolhimento.


  • Como o comportamento autoagressivo pode ser reforçado pelo ambiente?

    Como o comportamento autoagressivo pode ser reforçado pelo ambiente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O comportamento autoagressivo pode, em alguns casos, ser influenciado pelo ambiente ao redor da pessoa. Quando esse comportamento acaba trazendo algum tipo de alívio momentâneo, atenção, cuidado ou uma mudança na situação que estava causando sofrimento, ele pode se tornar uma forma que a pessoa encontra para lidar com emoções muito difíceis. Isso não significa que seja uma escolha simples ou consciente, mas sim uma tentativa de enfrentar uma dor que parece difícil de suportar. Com apoio adequado, é possível desenvolver outras formas de lidar com esses sentimentos. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Como a aliança terapêutica pode ser usada como ferramenta de intervenção?

    Como a aliança terapêutica pode ser usada como ferramenta de intervenção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você pode responder assim:

    A aliança terapêutica é uma parte essencial do processo, pois envolve a construção de uma relação de confiança, respeito e colaboração entre paciente e psicoterapeuta. Quando existe esse vínculo, o paciente tende a se sentir mais seguro para falar sobre suas dificuldades, experimentar novas formas de pensar e desenvolver mudanças. O próprio relacionamento terapêutico pode se tornar um espaço para compreender padrões emocionais e de relacionamento, favorecendo novas experiências e aprendizados. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Como o psicoterapeuta deve lidar com dependência emocional na aliança terapêutica?

    Como o psicoterapeuta deve lidar com dependência emocional na aliança terapêutica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você pode responder assim:

    O psicoterapeuta deve acolher a dependência emocional com compreensão e sem julgamentos, reconhecendo que muitas vezes ela está ligada à necessidade de segurança, cuidado e conexão. Ao mesmo tempo, é importante ajudar o paciente a desenvolver mais autonomia, confiança em si mesmo e recursos para lidar com suas emoções fora do espaço terapêutico. A aliança terapêutica precisa ser construída com acolhimento, mas também com limites claros e saudáveis, para que a terapia seja um caminho de crescimento. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • O que são comportamentos autolesivos? .

    O que são comportamentos autolesivos? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Comportamentos autolesivos são atitudes em que a pessoa causa algum tipo de dano ao próprio corpo como uma forma de lidar com um sofrimento emocional muito intenso. Na maioria das vezes, não se trata de um desejo de morrer, mas de uma tentativa de aliviar uma dor que parece difícil de suportar ou de expressar. Esses comportamentos merecem atenção e acolhimento, sem julgamentos. Com apoio psicológico, é possível compreender o que está por trás desse sofrimento e encontrar maneiras mais saudáveis de enfrentá-lo. Se você busca esse suporte, minha agenda está aberta.
    Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Oi, se um paciente já possui o acompanhamento com um psicólogo da família, é possível manter um indi

    Oi, se um paciente já possui o acompanhamento com um psicólogo da família, é possível manter um individual também? Não quero perder a oportunidade de ter dois profissionais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Oi! Sim, isso pode ser possível. Quando o acompanhamento tem objetivos diferentes, como terapia familiar e terapia individual, os dois processos podem acontecer ao mesmo tempo e até se complementar. O mais importante é que tudo seja conduzido com clareza, respeitando o seu bem-estar e a ética profissional. Se você quiser conversar sobre a sua situação e entender como isso pode funcionar no seu caso, minha agenda está aberta. Basta agendar um horário pelo meu perfil.


  • Eu tive vários sonhos dentro de vários sonhos e eu tive uma experiência muito intensa, que mexeu mui

    Eu tive vários sonhos dentro de vários sonhos e eu tive uma experiência muito intensa, que mexeu muito e demais comigo seja interno, seja dentro de mim, marcou demais em mim, e ficou muito na minha mente um último sonho meu que ele é meio pesado. Eu queria saber o porquê sonhar várias vezes dentro de vários sonhos e experiências profundas e que mexem demais. Porque sonhar várias vezes dentro de vários sonhos? Porque sentir tão profundo e forte e não conseguir sair do sonho de ser tão profundo e difícil? É porque sonhar com um homem totalmente desconhecido que eu não conheça pessoalmente e nem no sonho mais eu conversar com ele e o homem falar comigo e conversar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sonhos podem ser muito intensos e, às vezes, parecem tão reais que continuam mexendo com a gente mesmo depois de acordar. Sonhar "dentro de um sonho" pode acontecer e costuma dar a sensação de estar preso naquela experiência, tornando tudo ainda mais marcante. Já sonhar com uma pessoa desconhecida também é algo comum. Nem sempre esse homem representa alguém real; muitas vezes, ele pode simbolizar emoções, conflitos, desejos ou questões que sua mente está tentando organizar. Não existe uma interpretação única ou definitiva para esse tipo de sonho, porque o significado depende da história e das vivências de cada pessoa. Se esses sonhos têm causado sofrimento ou despertado muitas dúvidas, conversar sobre eles em terapia pode ajudar a compreender o que eles despertam em você. Se você quiser esse suporte, minha agenda está aberta.
    Basta agendar um horário pelo meu perfil.


Perguntas frequentes

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