Perguntas do paciente (463)
-
Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando o
Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando os problemas é normal? Isso é considerado uma questão comportamental ou não ? Existe algum medicamento que ajude ou o tratamento é apenas terapia? Há possibilidade de melhora ou até de "cura"? Em quanto tempo isso costuma acontecer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de tudo, é importante lembrar que muitas pessoas passam por dificuldades para regular as emoções em períodos de estresse, e isso não significa, por si só, um transtorno. Sim, isso pode acontecer e costuma estar relacionado à forma como a pessoa aprendeu a lidar com emoções, estresse e pensamentos, embora também possa fazer parte de alguns transtornos psicológicos. Não existe uma resposta única: em alguns casos, a psicoterapia é suficiente; em outros, a medicação pode ser indicada após avaliação de um psiquiatra. A boa notícia é que há grande possibilidade de melhora, especialmente com um tratamento adequado e contínuo. O tempo varia de pessoa para pessoa, mas muitas já percebem mudanças importantes ao longo dos primeiros meses de acompanhamento.
Estou com agenda aberta para o mês de julho. Agende pelo meu perfil.
-
É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem
É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem?
Eu estou em um relacionamento sério há algum tempo. Um dia, a minha namorada sugeriu de experimentarmos sem camisinha, pois segundo ela eu passaria a não mais querer fazer com camisinha. Assim que começou a menstruação dela nós experimentamos. Pois bem, fizemos isso duas vezes (em dois meses diferentes).
Acontece que ela disse que agora só faremos após o casamento. Perguntei a ela o porquê disso, e ela me explicou os motivos dela. Me senti um pouco enganado, mas entendi e respeitei. Após isso, eu não tenho mais sentido "tesão" durante o sexo com camisinha da mesma forma que eu sentia antes de saber como era a sensação sem proteção. Soma-se o fato dela ter me contato que só transava sem camisinha com o ex, faz me sentir ainda pior.
Agora, me parece que essa minha dificuldade de sentir o "tesão", não digo prazer, é mais da parte psicológica. E eu tenho buscado maneiras de "reeducar" meu cérebro para voltar a sentir essa vontade no sexo que eu sentia antes, mas tem sido muito difícil.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível ressignificar essa experiência e criar novas associações positivas com o uso da camisinha. O cérebro aprende por experiências e, com o tempo, pode voltar a associar o sexo com proteção ao prazer, conexão e desejo.
Nesse processo, também é importante considerar os aspectos emocionais envolvidos, como comparações, expectativas e sentimentos que podem influenciar a experiência sexual. Com diálogo, tempo e novas vivências, é possível construir uma relação mais tranquila e satisfatória com a sexualidade.
Agenda aberta
-
Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacient
Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacientes com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) após situações de rejeição, abandono ou brigas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação psiquiátrica busca compreender os comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio no TPB, considerando gatilhos emocionais, impulsividade, histórico de crises e fatores de proteção. Isso ajuda a identificar riscos e direcionar um cuidado mais seguro e individualizado. Busque também ajuda psicoterapêutica.
Agenda aberta
-
Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na
Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.
Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…
Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.
Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionarRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não significa, por si só, que exista um transtorno. Ter uma imaginação muito ativa pode fazer parte do jeito de algumas pessoas. No entanto, como você também relata dificuldades de atenção, procrastinação, ansiedade e questões sociais, vale a pena fazer uma avaliação com um psicólogo. Dependendo do caso, também pode ser indicada uma avaliação com um psiquiatra. O mais importante é entender o conjunto da sua história, em vez de tentar explicar tudo por um único diagnóstico.
Agendamento direto e fácil pelo meu perfil. Agenda aberta!
-
. Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?
. Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A neuropsicologia entende o medo de rejeição no TPB como uma dificuldade relacionada à regulação emocional, interpretação das relações e resposta a situações de ameaça ou abandono. Esse medo pode intensificar emoções, influenciar comportamentos impulsivos e afetar a forma como a pessoa se relaciona.
Agenda aberta
-
Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segun
Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segundo a neuropsicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pela perspectiva da neuropsicologia, a impulsividade nas relações pode estar ligada a dificuldades no controle das emoções e dos impulsos, fazendo com que as reações sejam mais intensas e rápidas diante de situações de conflito ou medo de abandono. Entender esse funcionamento é um passo importante para desenvolver estratégias que promovam relações mais saudáveis e maior bem-estar.
Minha agenda está aberta. Você pode agendar uma consulta diretamente pelo meu perfil aqui no Doctoralia.
-
Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?
Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na visão psicanalítica, os conflitos interpessoais no TPB podem estar relacionados a dificuldades na construção da identidade, medo de abandono e formas intensas de vivenciar os vínculos. A pessoa pode oscilar entre idealização e desvalorização do outro como uma maneira de lidar com inseguranças e emoções difíceis.
Agenda aberta
-
Por que uma abordagem multidisciplinar é importante para compreender o Transtorno de Personalidade B
Por que uma abordagem multidisciplinar é importante para compreender o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e a interação social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma abordagem multidisciplinar é importante no TPB porque permite compreender a pessoa de forma mais completa, considerando aspectos emocionais, cognitivos, comportamentais e sociais. A integração entre diferentes profissionais favorece um cuidado mais individualizado, auxiliando no manejo das dificuldades nos relacionamentos e na qualidade de vida.
Agenda aberta
-
"Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais
"Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais observados na avaliação neuropsicológica indicam gravidade clínica e justificam encaminhamento psiquiátrico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Indicadores de maior gravidade incluem:
Prejuízos cognitivos com impacto funcional;
Impulsividade intensa, autolesão ou risco suicida;
Alterações comportamentais importantes;
Desorganização do pensamento ou perda de autonomia.
Nesses casos, o encaminhamento psiquiátrico pode ser necessário para avaliação e manejo adequado.
Estou com minha agenda aberta e ficarei feliz em acolher você nesse processo.
-
"Em que condições clínicas, considerando comprometimentos cognitivos, neurocomportamentais e suspeit
"Em que condições clínicas, considerando comprometimentos cognitivos, neurocomportamentais e suspeita de disfunção neurobiológica, o psicólogo deve encaminhar o paciente para avaliação psiquiátrica?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O encaminhamento para avaliação psiquiátrica pode ser indicado quando existem alterações importantes no funcionamento cognitivo, emocional ou comportamental, como mudanças intensas de humor, prejuízos significativos na rotina, dificuldades de atenção, memória ou suspeita de alterações neurobiológicas que precisem de uma avaliação mais específica.
A psicoterapia auxilia a pessoa a compreender suas dificuldades, desenvolver recursos para lidar com os sintomas e promover mais equilíbrio e qualidade de vida, podendo atuar em conjunto com a avaliação psiquiátrica quando necessário.
Minha agenda está aberta.
Você pode agendar diretamente pelo meu perfil, escolhendo a data e o horário que forem mais confortáveis para você, de forma prática, pela agenda disponível.
-
"Em que condições clínicas e transferenciais o manejo psicoterápico psicanalítico indica a necessida
"Em que condições clínicas e transferenciais o manejo psicoterápico psicanalítico indica a necessidade de encaminhamento do paciente ao psiquiatra para avaliação e possível intervenção medicamentosa?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O encaminhamento ao psiquiatra é indicado quando o sofrimento psíquico ou os sintomas comprometem significativamente o funcionamento do paciente, quando há risco à sua segurança, ou quando a intensidade do quadro dificulta o próprio processo psicoterápico. Do ponto de vista psicanalítico, a decisão considera tanto os aspectos clínicos quanto a dinâmica transferencial, buscando favorecer as condições para que o paciente possa se beneficiar do tratamento, e não substituir o trabalho psicoterápico.
Agendamento fácil e direto no meu perfil. Agenda aberta!
-
"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como c
"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como crenças centrais disfuncionais, esquemas precoces mal-adaptativos e dificuldades de regulação emocional contribuem para sua manutenção?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, é comum haver associação com ansiedade, depressão, transtornos alimentares e uso de substâncias. Além disso, padrões de pensamento negativos, experiências emocionais marcantes e dificuldades para lidar com as emoções podem manter o sofrimento ao longo do tempo. Por isso, uma avaliação cuidadosa é essencial para compreender cada caso e direcionar um tratamento realmente individualizado.
Minha agenda está aberta. Você pode agendar uma consulta diretamente pelo meu perfil aqui no Doctoralia.
-
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização co
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização cognitivo-comportamental do caso e o planejamento terapêutico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As comorbidades do TPB (como depressão, ansiedade, uso de substâncias ou TEPT) influenciam a compreensão do caso ao ampliar a análise dos pensamentos, emoções e comportamentos envolvidos.
Esses dados ajudam a definir prioridades terapêuticas e adaptar intervenções cognitivas e comportamentais às necessidades individuais.
Estou com minha agenda aberta e ficarei feliz em acolher você nesse processo.
-
"Como sintomas depressivos, ansiosos, adições e manifestações psicossomáticas se relacionam com a di
"Como sintomas depressivos, ansiosos, adições e manifestações psicossomáticas se relacionam com a dinâmica psíquica característica da organização borderline?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na organização borderline, sintomas como ansiedade, depressão, adições e manifestações psicossomáticas costumam expressar formas de lidar com intenso sofrimento emocional. Mais do que sintomas isolados, eles refletem dificuldades na regulação das emoções, nos vínculos e na elaboração de conflitos internos, exigindo uma compreensão cuidadosa e individualizada.
Agenda aberta. Agende sua consulta pelo meu perfil no Doctoralia.
-
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em funções executivas, controle inibitório, processamento emocional, tomada de decisão e cognição social?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As comorbidades do TPB podem intensificar dificuldades em funções executivas, controle inibitório, processamento emocional, tomada de decisão e cognição social. Alterações nessas áreas podem contribuir para impulsividade, dificuldade em lidar com emoções intensas, conflitos nos relacionamentos e interpretações equivocadas das situações sociais.
Agenda aberta
-
O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abert
O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abertos e você sente que você e seu corpo estão cochilando, mas os seus olhos ainda estão abertos e você consegue ver o que está na sua volta mesmo cochilando, e tem horas que você consegue fechar os olhos e dormir, só que quando você abre, você percebe que às vezes você tá acordada e ao mesmo tempo pode acabar voltando a dormir, e tem vezes que quando você quer mexer o dedo, se auto acordar ou até mesmo falar, você tem que fazer um esforço grande ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pela psicologia, isso pode ser um estado de transição entre o sono e a vigília, em que a pessoa fica parcialmente consciente do ambiente, mas ainda está entrando ou saindo do sono. A dificuldade para se mexer ou falar pode estar relacionada à paralisia do sono ou a um despertar incompleto, situações que podem ser favorecidas por estresse, ansiedade, cansaço ou sono irregular.
A psicoterapia pode ajudar a identificar os fatores envolvidos, melhorar a qualidade do sono e reduzir a ansiedade relacionada a essas experiências. Estou com agenda aberta e à disposição para uma sessão, caso queira aprofundar essa questão.
-
"Como o neuropsicólogo avalia os fatores cognitivos, emocionais e interpessoais que influenciam a pe
"Como o neuropsicólogo avalia os fatores cognitivos, emocionais e interpessoais que influenciam a percepção de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O neuropsicólogo avalia como aspectos cognitivos (atenção, memória e interpretação de situações), emocionais (regulação das emoções) e interpessoais (relações e vínculo com outras pessoas) influenciam a sensação de pertencimento social em pacientes com TPB, utilizando entrevistas, testes neuropsicológicos e observação clínica.
Agenda aberta. Agende sua sessão!
-
"De que forma a avaliação neuropsicológica identifica déficits ou vulnerabilidades cognitivas e soci
"De que forma a avaliação neuropsicológica identifica déficits ou vulnerabilidades cognitivas e socioemocionais que contribuem para dificuldades de integração e pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica identifica dificuldades em áreas como regulação emocional, impulsividade, flexibilidade cognitiva, percepção social e interpretação de relações interpessoais.
Esses achados ajudam a compreender vulnerabilidades que impactam vínculos, pertencimento social e planejamento terapêutico individualizado.
Estou com minha agenda aberta e ficarei feliz em acolher você nesse processo.
-
Como a avaliação neuropsicológica pode investigar os processos cognitivos e socioemocionais relacion
Como a avaliação neuropsicológica pode investigar os processos cognitivos e socioemocionais relacionados ao sentimento de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica investiga funções como cognição social, reconhecimento de emoções, teoria da mente, regulação emocional e funções executivas. Esses processos ajudam a entender como o paciente interpreta sinais sociais, controla impulsos e responde às relações interpessoais, permitindo identificar fatores que influenciam o sentimento de pertencimento social no TPB.
Agenda aberta. Agende sua sessão!
-
"Como alterações em processos neurocognitivos, como cognição social, reconhecimento emocional, menta
"Como alterações em processos neurocognitivos, como cognição social, reconhecimento emocional, mentalização, controle inibitório e regulação emocional, afetam o sentimento de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Alterações na cognição social e no reconhecimento emocional podem levar a interpretações imprecisas das intenções dos outros, aumentando a sensação de rejeição. Dificuldades de mentalização reduzem a capacidade de compreender estados mentais alheios de forma integrada, favorecendo mal-entendidos interpessoais. Prejuízos no controle inibitório e na regulação emocional intensificam reações impulsivas e emocionais diante de conflitos. Em conjunto, esses déficits tornam os relacionamentos mais instáveis e dificultam a construção de vínculos seguros, enfraquecendo o sentimento de pertencimento social no TPB.
Agenda aberta. Agende sua sessão.
Autor
Perguntas frequentes
-
Tenho laudo neuropsicologico, diagnosticada com autismo nivel 1. Eu tenho direito de solicitar o lau
No caso o laudo neuropsicológico é uma parte da avaliação. Durante a avaliação…