Perguntas do paciente (605)

  • Quais funções cognitivas podem estar comprometidas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    Quais funções cognitivas podem estar comprometidas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No TPB, podem aparecer dificuldades em algumas funções cognitivas, principalmente atenção, memória de trabalho, controle inibitório, flexibilidade cognitiva, tomada de decisões e planejamento. Essas alterações podem variar bastante entre os pacientes e tendem a se intensificar em momentos de estresse ou forte ativação emocional.

    Agenda aberta! Informações aqui no meu perfil!


  • Qual é a importância da avaliação neuropsicológica no tratamento do Transtorno de Personalidade Bord

    Qual é a importância da avaliação neuropsicológica no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A avaliação neuropsicológica é importante porque ajuda a compreender as dificuldades e potencialidades de cada paciente, considerando aspectos cognitivos e emocionais. Com isso, pode contribuir para um tratamento mais individualizado, acolhedor e adequado às necessidades de cada pessoa.

    Agenda aberta. Informações aqui no meu perfil.


  • Qual é a contribuição da avaliação e da intervenção neuropsicológica no tratamento do Transtorno de

    Qual é a contribuição da avaliação e da intervenção neuropsicológica no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), em associação ao acompanhamento psiquiátrico e psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A avaliação e a intervenção neuropsicológica podem complementar o acompanhamento psiquiátrico e psicológico ao identificar dificuldades e potencialidades cognitivas e emocionais do paciente. Essa integração favorece um cuidado mais completo e individualizado, auxiliando no desenvolvimento de estratégias para regulação emocional, controle dos impulsos e enfrentamento de situações difíceis.

    Agenda aberta! Informações aqui no meu perfil.


  • Sob a perspectiva psicanalítica, qual é a importância da psicoterapia no tratamento do Transtorno de

    Sob a perspectiva psicanalítica, qual é a importância da psicoterapia no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em conjunto com o acompanhamento psiquiátrico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sob a perspectiva psicanalítica, a psicoterapia oferece um espaço seguro para que o paciente possa compreender seus conflitos, emoções intensas e formas de se relacionar. Em conjunto com o acompanhamento psiquiátrico, contribui para um cuidado mais amplo, favorecendo maior compreensão de si, elaboração das experiências e construção de relações mais estáveis.

    Agenda aberta!


  • “Como intervenções psicossociais contribuem para o funcionamento global de pacientes com Transtorno

    “Como intervenções psicossociais contribuem para o funcionamento global de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em conjunto com tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    As intervenções psicossociais ajudam a fortalecer relações, autonomia, rotina e habilidades para lidar com situações difíceis. Junto ao tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico, podem favorecer mais estabilidade e qualidade de vida.

    Agenda aberta aqui no meu perfil.


  • “De que forma o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impacta o sistema familiar e como a ter

    “De que forma o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impacta o sistema familiar e como a terapia familiar pode complementar o tratamento psiquiátrico e psicológico individual?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O TPB pode afetar a dinâmica familiar, trazendo conflitos, insegurança, dificuldades de comunicação e intenso desgaste emocional. A terapia familiar pode ajudar os familiares a compreender melhor o transtorno, fortalecer a comunicação e construir formas mais saudáveis de lidar com as situações difíceis. Junto ao tratamento psiquiátrico e psicológico individual, favorece um cuidado mais integrado e acolhedor.

    Agenda aberta!


  • “Quais são os principais déficits cognitivos e de regulação emocional observados no Transtorno de Pe

    “Quais são os principais déficits cognitivos e de regulação emocional observados no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como a avaliação e reabilitação neuropsicológica contribuem para o tratamento multidisciplinar?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), podem ser observadas dificuldades relacionadas à regulação emocional, controle de impulsos, atenção, tomada de decisão, flexibilidade cognitiva e interpretação das situações sociais. A avaliação neuropsicológica ajuda a compreender como essas características impactam o funcionamento da pessoa, enquanto a reabilitação neuropsicológica contribui para desenvolver estratégias de autocontrole, organização e manejo das emoções.

    Esse trabalho, integrado a uma equipe multidisciplinar, favorece um cuidado mais completo e individualizado, considerando as necessidades cognitivas, emocionais e comportamentais de cada pessoa.

    Agenda aberta


  • Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando o

    Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando os problemas é normal? Isso é considerado uma questão comportamental ou não ? Existe algum medicamento que ajude ou o tratamento é apenas terapia? Há possibilidade de melhora ou até de "cura"? Em quanto tempo isso costuma acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Antes de tudo, é importante lembrar que muitas pessoas passam por dificuldades para regular as emoções em períodos de estresse, e isso não significa, por si só, um transtorno. Sim, isso pode acontecer e costuma estar relacionado à forma como a pessoa aprendeu a lidar com emoções, estresse e pensamentos, embora também possa fazer parte de alguns transtornos psicológicos. Não existe uma resposta única: em alguns casos, a psicoterapia é suficiente; em outros, a medicação pode ser indicada após avaliação de um psiquiatra. A boa notícia é que há grande possibilidade de melhora, especialmente com um tratamento adequado e contínuo. O tempo varia de pessoa para pessoa, mas muitas já percebem mudanças importantes ao longo dos primeiros meses de acompanhamento.

    Estou com agenda aberta para o mês de julho. Agende pelo meu perfil.


  • É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem

    É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem?

    Eu estou em um relacionamento sério há algum tempo. Um dia, a minha namorada sugeriu de experimentarmos sem camisinha, pois segundo ela eu passaria a não mais querer fazer com camisinha. Assim que começou a menstruação dela nós experimentamos. Pois bem, fizemos isso duas vezes (em dois meses diferentes).

    Acontece que ela disse que agora só faremos após o casamento. Perguntei a ela o porquê disso, e ela me explicou os motivos dela. Me senti um pouco enganado, mas entendi e respeitei. Após isso, eu não tenho mais sentido "tesão" durante o sexo com camisinha da mesma forma que eu sentia antes de saber como era a sensação sem proteção. Soma-se o fato dela ter me contato que só transava sem camisinha com o ex, faz me sentir ainda pior.

    Agora, me parece que essa minha dificuldade de sentir o "tesão", não digo prazer, é mais da parte psicológica. E eu tenho buscado maneiras de "reeducar" meu cérebro para voltar a sentir essa vontade no sexo que eu sentia antes, mas tem sido muito difícil.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim, é possível ressignificar essa experiência e criar novas associações positivas com o uso da camisinha. O cérebro aprende por experiências e, com o tempo, pode voltar a associar o sexo com proteção ao prazer, conexão e desejo.

    Nesse processo, também é importante considerar os aspectos emocionais envolvidos, como comparações, expectativas e sentimentos que podem influenciar a experiência sexual. Com diálogo, tempo e novas vivências, é possível construir uma relação mais tranquila e satisfatória com a sexualidade.

    Agenda aberta


  • Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacient

    Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacientes com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) após situações de rejeição, abandono ou brigas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A avaliação psiquiátrica busca compreender os comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio no TPB, considerando gatilhos emocionais, impulsividade, histórico de crises e fatores de proteção. Isso ajuda a identificar riscos e direcionar um cuidado mais seguro e individualizado. Busque também ajuda psicoterapêutica.

    Agenda aberta


  • Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na

    Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.

    Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…

    Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.

    Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O que você descreve não significa, por si só, que exista um transtorno. Ter uma imaginação muito ativa pode fazer parte do jeito de algumas pessoas. No entanto, como você também relata dificuldades de atenção, procrastinação, ansiedade e questões sociais, vale a pena fazer uma avaliação com um psicólogo. Dependendo do caso, também pode ser indicada uma avaliação com um psiquiatra. O mais importante é entender o conjunto da sua história, em vez de tentar explicar tudo por um único diagnóstico.

    Agendamento direto e fácil pelo meu perfil. Agenda aberta!


  • . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A neuropsicologia entende o medo de rejeição no TPB como uma dificuldade relacionada à regulação emocional, interpretação das relações e resposta a situações de ameaça ou abandono. Esse medo pode intensificar emoções, influenciar comportamentos impulsivos e afetar a forma como a pessoa se relaciona.

    Agenda aberta


  • Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segun

    Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segundo a neuropsicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Pela perspectiva da neuropsicologia, a impulsividade nas relações pode estar ligada a dificuldades no controle das emoções e dos impulsos, fazendo com que as reações sejam mais intensas e rápidas diante de situações de conflito ou medo de abandono. Entender esse funcionamento é um passo importante para desenvolver estratégias que promovam relações mais saudáveis e maior bem-estar.

    Minha agenda está aberta. Você pode agendar uma consulta diretamente pelo meu perfil aqui no Doctoralia.


  • “Como se explicam, do ponto de vista neuropsicológico, os padrões de impulsividade nas relações afet

    “Como se explicam, do ponto de vista neuropsicológico, os padrões de impulsividade nas relações afetivas associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No TPB, a impulsividade nas relações pode estar muito ligada à intensidade com que as emoções são vividas. Diante do medo de rejeição, abandono ou de perder alguém importante, a emoção pode crescer tão rapidamente que a pessoa reage antes de conseguir elaborar o que está sentindo.

    Isso pode aparecer como mensagens impulsivas, cobranças, afastamentos repentinos ou atitudes das quais depois se arrepende. Não significa simplesmente “falta de controle”, mas uma dificuldade de regular emoções muito intensas naquele momento.

    Talvez, para além de entender o comportamento como impulsivo, seja importante perguntar: o que essa pessoa estava tentando aliviar, proteger ou garantir através dele? É aí que conseguimos olhar para o sofrimento por trás do comportamento, e não apenas para o comportamento em si.

    Agenda aberta!


  • “Sob o enfoque da neuropsicologia, como se manifesta a influência do Transtorno de Personalidade Bor

    “Sob o enfoque da neuropsicologia, como se manifesta a influência do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na cognição social e nas interações interpessoais?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sob o enfoque da neuropsicologia, o TPB pode envolver dificuldades na interpretação de emoções, na compreensão das intenções dos outros e na regulação das próprias respostas emocionais. Isso pode favorecer maior sensibilidade à rejeição, impulsividade e conflitos nas relações. Esses aspectos ajudam a compreender melhor o comportamento do paciente e a direcionar intervenções voltadas à regulação emocional e às habilidades sociais.

    Agenda aberta!


  • “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpes

    “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpessoais sob a perspectiva da neuropsicologia?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sob a perspectiva da neuropsicologia, o TPB pode afetar a forma como a pessoa percebe e interpreta emoções, intenções e comportamentos nas relações. Isso pode gerar maior sensibilidade à rejeição, dificuldade em compreender determinadas situações sociais e respostas emocionais mais intensas, contribuindo para conflitos e instabilidade nos vínculos.

    Agenda aberta!


  • Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?

    Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Na visão psicanalítica, os conflitos interpessoais no TPB podem estar relacionados a dificuldades na construção da identidade, medo de abandono e formas intensas de vivenciar os vínculos. A pessoa pode oscilar entre idealização e desvalorização do outro como uma maneira de lidar com inseguranças e emoções difíceis.

    Agenda aberta


  • Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pela visão psicanalítica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Na visão psicanalítica, a agressividade no TPB pode aparecer como expressão de conflitos internos, medo de abandono e dificuldade em lidar com emoções muito intensas. Nas relações, pode surgir por meio de explosões de raiva, cobranças, afastamentos ou atitudes impulsivas, muitas vezes refletindo um sofrimento emocional profundo e dificuldades na construção dos vínculos.

    Agenda aberta!


  • Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade B

    Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A psicanálise pode compreender essa instabilidade como uma dificuldade em integrar sentimentos diferentes sobre si e sobre o outro. Assim, amor, medo, idealização e raiva podem se alternar intensamente, tornando os vínculos emocionalmente muito intensos e difíceis de sustentar.

    Agenda aberta aqui no meu perfil...


  • Como a psicanálise compreende as relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como a psicanálise compreende as relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A psicanálise entende que os vínculos no TPB podem ser vividos com muita intensidade, envolvendo uma busca profunda por proximidade, mas também medo de abandono e rejeição. Por isso, o outro pode assumir um lugar muito importante na forma como a pessoa se sente e se percebe.

    Agenda aberta aqui no meu perfil...


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.