Perguntas do paciente (70)
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Meu filho de 4 anos ele vive com o corpinho gelado mesmo brincando ou parado e dormindo e normal tem
Meu filho de 4 anos ele vive com o corpinho gelado mesmo brincando ou parado e dormindo é normal temperatura 35.9?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na maioria das vezes, **sim, pode ser normal**, principalmente se a temperatura foi medida na axila. **35,9°C axilar** pode ocorrer em crianças saudáveis, especialmente em ambientes frios ou quando elas têm naturalmente as extremidades mais frias.
Se ele:
* está brincando normalmente;
* está ativo;
* se alimenta bem;
* não está sonolento ou prostrado;
* tem boa coloração da pele;
geralmente não é motivo de preocupação.
Vale observar se essa temperatura se mantém com um termômetro confiável e, se possível, confirmar com uma nova medida após aquecê-lo levemente.
Procure avaliação pediátrica se ele apresentar temperatura persistentemente abaixo de **35°C**, sonolência excessiva, dificuldade para acordar, pele muito pálida ou arroxeada, tremores intensos ou outros sinais de doença.
Se esse "corpinho gelado" é uma característica constante desde pequeno, mas ele cresce e se desenvolve normalmente, isso costuma representar uma variação individual.
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Dei leite nan comfor para meu bebê de 25 dias de vida,e ele está apresentando ressecamento,oq deve s
Dei leite nan comfor para meu bebê de 25 dias de vida,e ele está apresentando ressecamento,oq deve ser feito?
Estou fazendo amamentação mistaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer com fórmula, sim. Em bebê de **25 dias**, o mais importante é não fazer manobras ou remédios por conta.
Faça assim:
1. **Confira o preparo do NAN**: medida rasa, na quantidade exata de água. Fórmula mais concentrada prende o intestino.
2. **Mantenha o peito sempre que possível**, oferecendo antes da fórmula.
3. **Observe se é constipação real**: cocô duro, bolinhas, muito esforço com choro. Só fazer força e ficar vermelho pode ser normal.
4. Pode ajudar: **massagem abdominal suave**, movimento de “bicicletinha” com as pernas e banho morno.
5. **Não dê água, chá, óleo, laxante, supositório ou estimulação anal** sem orientação do pediatra.
Procure o pediatra com prioridade se ficar **mais de 48–72h sem evacuar com desconforto**, cocô muito duro, barriga distendida, vômitos, febre, sangue nas fezes, recusa mamadas ou sonolência.
Também vale conversar com o pediatra para avaliar se mantém essa fórmula ou se precisa ajustar.
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Como saber se o que sinto é ansiedade normal do dia a dia ou um transtorno de ansiedade que precisa
Como saber se o que sinto é ansiedade normal do dia a dia ou um transtorno de ansiedade que precisa de tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença principal é **intensidade, duração e prejuízo**.
Ansiedade do dia a dia:
* aparece diante de problemas reais;
* passa quando a situação melhora;
* não impede você de viver;
* ainda permite trabalhar, dormir e se relacionar.
Transtorno de ansiedade:
* é frequente ou quase diária;
* vem desproporcional ao problema;
* causa sintomas físicos intensos: falta de ar, aperto no peito, tremor, náusea, insônia;
* gera evitação: deixar de sair, trabalhar, dirigir, estudar ou socializar;
* dura semanas ou meses;
* traz sofrimento e sensação de perda de controle.
Uma regra prática: se a ansiedade está **atrapalhando sua rotina, seu sono, seus relacionamentos ou seu trabalho**, vale procurar avaliação com psicólogo ou psiquiatra.
Procure ajuda com urgência se houver ideias de morte, crise de pânico muito intensa, uso de álcool/remédios para aliviar, ou sensação de que não consegue se manter segura.
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Faz tres dias que minha mãe esta tomando 2 mg de risperidona 25 mg de queatipina e 1 mg de clonazepa
Faz tres dias que minha mãe esta tomando 2 mg de risperidona 25 mg de queatipina e 1 mg de clonazepam, e as pernas delas caíram ao tentar andar é o efeito colateral normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é para considerar “normal”. **Pernas falhando/caindo ao tentar andar** após iniciar **risperidona + quetiapina + clonazepam** pode ser efeito de **sedação, queda de pressão, fraqueza, tontura, rigidez/efeito extrapiramidal ou excesso de medicação**, e aumenta risco de queda.
**Conduta objetiva:** fale com o médico que prescreveu **hoje**. Se ela caiu, está muito sonolenta, confusa, com fala enrolada, falta de ar, desmaio, rigidez intensa, febre, ou não consegue andar com segurança: **leve ao pronto atendimento agora**.
Até ser avaliada: **não deixe ela andar sozinha**, evite escadas, álcool e outros sedativos. **Não suspenda por conta própria**, mas precisa de reavaliação rápida da dose/associação.
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Estou com uma crise de despersonalização há 5 dias pós uma festa,não bebi nem usei nada,oq pode ser?
Estou com uma crise de despersonalização há 5 dias pós uma festa,não bebi nem usei nada,oq pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer após **estresse intenso, privação de sono, ansiedade/pânico, sobrecarga sensorial** ou exaustão — mesmo sem álcool ou drogas. Em geral, a despersonalização é uma sensação de “estar fora de si”, estranhamento do próprio corpo/mente, como se tudo estivesse meio automático ou irreal.
Como já dura **5 dias**, vale marcar avaliação com **psiquiatra ou psicólogo** para entender gatilhos e descartar depressão, ansiedade, pânico, trauma, alterações do sono ou causas clínicas.
Procure urgência se houver: ideia de morte/suicídio, confusão importante, alucinações, desmaio, crise convulsiva, uso recente de substâncias, insônia total, ou sensação de que pode perder o controle.
Agora: durma, reduza cafeína, evite álcool/drogas, faça respiração lenta, banho morno, caminhada leve e técnicas de aterramento: nomear 5 coisas que vê, 4 que toca, 3 que ouve. Isso ajuda o cérebro a voltar para o presente.
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Quais critérios clínicos orientam a avaliação psiquiátrica de pacientes com Transtorno da Personalid
Quais critérios clínicos orientam a avaliação psiquiátrica de pacientes com Transtorno da Personalidade Borderline que manifestam comportamentos autolesivos ou ameaças de suicídio em resposta a situações de rejeição, abandono ou conflitos relacionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação deve focar em **risco, função do comportamento e contexto relacional**.
Critérios clínicos principais:
* **Intencionalidade suicida:** queria morrer, aliviar dor, comunicar sofrimento ou interromper tensão?
* **Plano e letalidade:** método, acesso, preparação, impulsividade e possibilidade real de morte.
* **Frequência e padrão:** episódios repetidos, escalada, maior gravidade ou mudança recente.
* **Gatilho relacional:** rejeição, abandono, briga, término, humilhação ou sensação de invalidação.
* **Estado mental atual:** desesperança, dissociação, agitação, raiva intensa, impulsividade, intoxicação.
* **Histórico prévio:** tentativas de suicídio, automutilação, internações, trauma, abuso, perdas.
* **Comorbidades:** depressão maior, bipolaridade, TEPT, TDAH, uso de álcool/drogas.
* **Fatores protetores:** vínculo familiar, filhos, espiritualidade, projetos, adesão ao tratamento.
* **Rede de suporte:** quem pode supervisionar, retirar meios letais e acompanhar nas crises.
* **Capacidade de contrato/segurança:** se consegue seguir plano de crise e pedir ajuda.
Em TPB, a autolesão pode funcionar como tentativa de regular dor emocional, raiva, vazio ou medo de abandono. Mesmo assim, **toda ameaça ou lesão deve ser levada a sério**, porque o risco de morte pode existir, especialmente com impulsividade, desesperança, intoxicação ou acesso a meios letais.
A conduta se orienta por: **risco iminente → urgência/internação**; risco moderado → plano de segurança intensivo e seguimento próximo; risco baixo → psicoterapia estruturada, psicoeducação e plano de crise.
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A ansiedade crônica está gerando muito espasmos nas vias respiratórias e causando tmb extrassistoles
A ansiedade crônica está gerando muito espasmos nas vias respiratórias e causando tmb extrassistoles isso é normal da ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, **ansiedade crônica pode causar sensação de aperto respiratório, falta de ar, hiperventilação, tensão muscular no tórax e percepção aumentada de extrassístoles**.
Mas **não dá para assumir que tudo é ansiedade** sem checar. Extrassístoles e “espasmos” respiratórios precisam de avaliação se forem frequentes.
Procure um clínico/cardiologista para considerar:
**ECG, Holter 24h, exames de tireoide, eletrólitos, hemograma** e avaliação respiratória se houver chiado/broncoespasmo.
Procure urgência se tiver:
dor no peito forte, desmaio, falta de ar importante, lábios arroxeados, palpitações sustentadas, tontura intensa ou piora progressiva.
Evite cafeína, nicotina, estimulantes e álcool; eles podem piorar ansiedade e extrassístoles.
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Minha médica( clínico geral) me passou fluoxicetina após queixa de falta de ar e peso no peito. Esse
Minha médica( clínico geral) me passou fluoxicetina após queixa de falta de ar e peso no peito. Esses sintomas começaram com o uso do buprobiona, que foi suspenso pra ajuda do tabagismo. Quando começo a melhorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A **bupropiona pode dar ansiedade, aperto no peito, falta de ar, palpitação e sensação de agitação** em algumas pessoas. Após suspender, muitas melhoram em **alguns dias a 1–2 semanas**, mas varia.
A **fluoxetina** costuma começar a aliviar ansiedade entre **2 e 4 semanas**, com efeito mais completo em **6 a 8 semanas**. Nos primeiros dias, ela também pode dar um pouco de enjoo, inquietação ou ansiedade inicial.
Mas atenção: **falta de ar e peso no peito precisam ser avaliados clinicamente**, principalmente se forem fortes, novos ou persistentes.
Procure urgência se tiver:
* dor/pressão no peito intensa;
* falta de ar importante;
* palpitações fortes;
* desmaio;
* suor frio;
* dor irradiando para braço, costas ou mandíbula;
* piora progressiva.
Se os sintomas começaram claramente com a bupropiona e estão melhorando após suspender, é um bom sinal, mas mantenha contato com sua médica.
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Qual é o papel da neuropsicologia no suporte ao planejamento terapêutico multidimensional do Transto
Qual é o papel da neuropsicologia no suporte ao planejamento terapêutico multidimensional do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na psiquiatria?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A **neuropsicologia** auxilia a psiquiatria ao identificar alterações cognitivas que influenciam o funcionamento do paciente com **TPB**, permitindo um planejamento terapêutico mais individualizado.
Ela pode avaliar:
* atenção e funções executivas;
* memória;
* controle inibitório e impulsividade;
* flexibilidade cognitiva;
* cognição social e reconhecimento de emoções.
Essas informações ajudam a direcionar a psicoterapia, orientar estratégias de reabilitação cognitiva, adaptar intervenções e compreender melhor as dificuldades funcionais do paciente. A avaliação neuropsicológica **não diagnostica o TPB isoladamente**, mas complementa a avaliação psiquiátrica e contribui para um tratamento multidisciplinar mais eficaz.
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“Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), qual é o papel do psiquiatra no trat
“Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), qual é o papel do psiquiatra no tratamento e quando a intervenção psicológica se torna indispensável além da farmacoterapia?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No **TPB**, o psiquiatra tem papel de **coordenação clínica, diagnóstico e manejo de risco**.
Ele deve:
* confirmar o diagnóstico e diferenciar de bipolaridade, depressão, TDAH, TEPT, uso de substâncias e TEA;
* avaliar risco suicida, automutilação e impulsividade;
* tratar comorbidades como depressão, ansiedade, insônia ou abuso de substâncias;
* usar medicação de forma **alvo-sintomática**, sem prometer que remédio “cura” TPB;
* evitar polifarmácia e uso crônico de benzodiazepínicos;
* orientar família e rede de apoio;
* construir plano de crise e indicar internação quando houver risco iminente.
A **psicoterapia é indispensável** quando há:
* instabilidade emocional persistente;
* automutilação ou ameaças suicidas;
* conflitos relacionais recorrentes;
* medo intenso de abandono;
* impulsividade;
* vazio crônico;
* identidade instável;
* dificuldade de adesão ao tratamento;
* repetição de crises mesmo com medicação.
A farmacoterapia pode reduzir sintomas, mas a mudança central no TPB vem da psicoterapia estruturada, O remédio ajuda a diminuir o incêndio; a psicoterapia ensina a pessoa a não morar mais dentro dele.
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Estou tomando bupropiona e venlafaxina junto, para desmamar a venlafaxina,faz 6 dia, tava tudo bem a
Estou tomando bupropiona e venlafaxina junto, para desmamar a venlafaxina,faz 6 dia, tava tudo bem agora estou sentindo um desconforto no peito um mau estar é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer, sim: **bupropiona pode aumentar ansiedade, palpitação, pressão, tremor e desconforto no peito**, e a **redução da venlafaxina** também pode causar mal-estar, ansiedade, tontura e sintomas de retirada.
Mas **desconforto no peito não deve ser tratado como “normal” sem avaliação**.
**Procure urgência hoje** se tiver dor/pressão forte no peito, falta de ar, palpitações intensas, desmaio, suor frio, náusea forte, dor indo para braço/mandíbula/costas, ou pressão alta.
Se for leve, sem sinais de alarme: **não aumente dose, não misture estimulantes/cafeína**, e fale com seu médico ainda hoje para ajustar o desmame. Não suspenda tudo por conta própria.
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A minha nenê tomou vacina na coxa e hoje faz dois dias e tá roxa o local
A minha nenê tomou vacina na coxa e hoje faz dois dias e tá roxa o local
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum ficar roxinho no local da vacina por 2–3 dias. Geralmente é pequeno hematoma da aplicação.
Pode fazer:
compressa fria por 10 minutos, 2–3x/dia;
não massagear forte;
observar se ela mama bem, está ativa e sem febre alta.
Procure atendimento se:
o roxo aumenta muito;
fica muito inchado, quente ou com pus;
ela chora inconsolável;
febre alta ou prostração;
dificuldade para mexer a perninha.
Se for só roxo local e ela está bem, costuma melhorar sozinho
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Desde que minha psiquiatra aumentou minha dose de quetiapina de 200 para 400mg estou sentindo muita
Desde que minha psiquiatra aumentou minha dose de quetiapina de 200 para 400mg estou sentindo muita dor de estômago. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer. **Quetiapina pode causar desconforto gastrointestinal**, como dor de estômago, náusea, azia, constipação ou boca seca, e isso pode aparecer mais quando a dose sobe de **200 para 400 mg**.
Mas **dor forte ou persistente não deve ser ignorada**.
Faça:
* avise sua psiquiatra;
* não reduza nem suspenda sozinha;
* pergunte se pode tomar junto com alimento ou ajustar horário/formulação.
Procure urgência se houver **dor intensa**, vômitos persistentes, febre, barriga muito inchada, sangue nas fezes/vômito, pele ou olhos amarelados, desmaio ou muita sonolência/confusão.
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Faz 1 semana que estou fazendo uso de fluoxetina para tratar a ansiedade porém está piorando minha a
Faz 1 semana que estou fazendo uso de fluoxetina para tratar a ansiedade porém está piorando minha ansiedade, sinto dores no corpo e uma queimação leve no peito é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode acontecer na **primeira semana** de fluoxetina: algumas pessoas têm **piora inicial da ansiedade**, agitação, dor no corpo, náusea, insônia e sensação de queimação/azia. Costuma melhorar em **1–2 semanas**, e o efeito ansiolítico real aparece mais em **2–4 semanas**.
Mas **queimação no peito** precisa de atenção: pode ser refluxo/ansiedade, mas não dá para garantir.
Fale com sua médica **hoje ou amanhã** para orientar ajuste. **Não suspenda por conta própria.**
Procure urgência se tiver: dor forte no peito, falta de ar, suor frio, desmaio, palpitações intensas, dor irradiando para braço/mandíbula/costas, ou piora importante.
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"Como a psiquiatria explica a relação entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o senti
"Como a psiquiatria explica a relação entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o sentimento crônico de não pertencimento social?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, o sentimento crônico de “não pertencer” costuma vir de uma combinação de:
identidade instável: dificuldade de sentir “quem eu sou”;
medo intenso de abandono;
hipersensibilidade à rejeição;
emoções muito intensas;
histórico de invalidação, negligência ou trauma;
dificuldade de se sentir seguro nas relações.
A pessoa pode estar em um grupo, família ou relacionamento e, ainda assim, sentir-se “de fora”, inadequada ou prestes a ser abandonada.
Esse sentimento melhora com tratamento focado em regulação emocional, construção de identidade e habilidades relacionais
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Quais elementos devem ser investigados em uma perícia psiquiátrica forense envolvendo um pacientes c
Quais elementos devem ser investigados em uma perícia psiquiátrica forense envolvendo um pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em perícia psiquiátrica forense com paciente com TPB, deve-se investigar:
confirmação diagnóstica e diagnósticos diferenciais;
gravidade dos sintomas;
funcionamento social, familiar e laboral;
impulsividade, agressividade e automutilação;
risco suicida;
uso de álcool/drogas;
comorbidades;
histórico de trauma;
julgamento, crítica e capacidade de decisão;
consistência entre relato, documentos e comportamento;
possível incapacidade temporária ou permanente;
nexo entre o transtorno e o fato periciado.
O objetivo é avaliar não só o diagnóstico, mas o quanto ele interfere na responsabilidade, autonomia, capacidade laboral ou civil da pessoa
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. Qual a formulação psiquiátrica mais precisa sobre previsibilidade no Transtorno de Personalidade B
. Qual a formulação psiquiátrica mais precisa sobre previsibilidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline apresentam um padrão relativamente previsível de instabilidade emocional, impulsividade e dificuldades interpessoais. Entretanto, a manifestação específica dos comportamentos, a intensidade das crises e as respostas a situações estressoras não podem ser previstas com precisão individual, uma vez que sofrem influência de fatores biológicos, psicológicos, ambientais e contextuais
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“Quais características psicopatológicas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) justificam a
“Quais características psicopatológicas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) justificam a necessidade de um tratamento longitudinal, com manutenção de seguimento terapêutico contínuo?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é marcado por instabilidade emocional persistente, impulsividade, medo intenso de abandono, dificuldades nos relacionamentos interpessoais e alterações da autoimagem.
Essas características tendem a variar ao longo do tempo, podendo ocorrer períodos de melhora e de agravamento, especialmente diante de situações de estresse, perdas, conflitos ou mudanças significativas na vida.
Por esse motivo, o tratamento exige acompanhamento contínuo, permitindo monitorar riscos, ajustar intervenções terapêuticas, fortalecer estratégias de regulação emocional e promover ganhos graduais na autonomia, estabilidade emocional e qualidade dos relacionamentos.
O seguimento longitudinal também possibilita identificar precocemente recaídas, comportamentos autolesivos, crises emocionais e comorbidades associadas, favorecendo melhor prognóstico e funcionamento global do paciente
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Como o psiquiatra avalia o progresso terapêutico ao longo do tempo?
Como o psiquiatra avalia o progresso terapêutico ao longo do tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra acompanha a evolução clínica observando não apenas a redução dos sintomas, mas também a melhora do funcionamento global do paciente.
São avaliados aspectos como:
Intensidade e frequência dos sintomas.
Capacidade de regulação emocional.
Qualidade dos relacionamentos interpessoais.
Desempenho no trabalho, estudos e atividades diárias.
Capacidade de autocuidado.
Redução de comportamentos impulsivos ou autolesivos.
Adesão ao tratamento.
Qualidade de vida e bem-estar subjetivo.
O progresso é analisado de forma contínua, comparando o funcionamento atual com períodos anteriores e ajustando o plano terapêutico conforme a necessidade.
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Como o psiquiatra ajusta o tratamento ao longo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como o psiquiatra ajusta o tratamento ao longo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um processo dinâmico. O psiquiatra não trata apenas um diagnóstico, mas acompanha como os sintomas se manifestam em cada fase da vida, ajustando as intervenções conforme as necessidades da paciente
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Perguntas frequentes
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Olá, e normal uma pessoa adulta se concentrar muito quando está assitindo?que parece ate que não exi
Isso pode acontecer em adultos, especialmente quando a pessoa está muito…