Perguntas do paciente (338)

  • Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz

    Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Quando sentimentos como desânimo frequente, vontade de chorar sem motivo aparente e falta de interesse por coisas que antes eram prazerosas começam a aparecer com frequência, é importante buscar ajuda profissional.

    O ideal é procurar um psicólogo clínico. Esse profissional está preparado para te ouvir com acolhimento, investigar o que pode estar por trás desses sentimentos e te ajudar a lidar com eles de forma mais saudável.

    Esses sintomas podem estar ligados a questões emocionais profundas ou até a quadros como a depressão, mas cada pessoa tem uma história única, e o processo terapêutico é um espaço seguro para compreender isso com mais clareza.

    Lembrando que não é preciso esperar piorar para buscar ajuda. Cuidar da saúde mental é um ato de coragem e de carinho consigo mesmo.


  • Bom dia Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicaçã

    Bom dia
    Ao realizar uma consulta com o psiquiatra e passar a fazer uso de uma determinada medicação se faz necessário um acompnhamento pelo psicólogo???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Bom dia! Não é obrigatório, mas é altamente recomendado. A medicação psiquiátrica pode ajudar a aliviar os sintomas, enquanto o acompanhamento psicológico trabalha na compreensão das causas, dos padrões emocionais e das formas de lidar com o sofrimento. Na perspectiva psicanalítica, a medicação atua mais no nível dos efeitos, enquanto a psicoterapia possibilita elaborar o que está por trás deles. A combinação dos dois costuma trazer resultados mais consistentes e duradouros.


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Na terceira idade, dúvidas, inseguranças e medos são vivências comuns e compreensíveis diante das mudanças dessa fase da vida. Na perspectiva psicanalítica, esses sentimentos podem estar ligados a questões profundas como perdas, finitude, identidade e sentido de vida.

    Recorrer a um psicólogo ou psicanalista pode ser muito importante, pois oferece um espaço de escuta qualificada para elaborar essas angústias. Além disso, o apoio de familiares, grupos de convivência e, quando necessário, acompanhamento médico também pode contribuir.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O que você descreve é mais comum do que parece. A dificuldade de conversar ou de se manter presente na escuta pode estar ligada não apenas à “falta de assunto”, mas a fatores emocionais e inconscientes; como estresse, preocupações, distanciamento afetivo ou até evitação de temas que geram desconforto.
    Quando você se percebe “no mundo da lua”, vale se perguntar o que está ocupando sua mente e quais sentimentos aparecem na relação.


  • Tenho pavor a mudança de tempo, assim que vejo o céu branco corro para previsão do tempo, se vejo qu

    Tenho pavor a mudança de tempo, assim que vejo o céu branco corro para previsão do tempo, se vejo que vai haver chuva, relâmpagos e trovões já entro em pânico e começo uma crise de enxaqueca. Como posso me livrar desse medo? E se Isso está relacionado a alguma fobia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Olá! Esse medo pode estar relacionado a uma fobia, mas na psicanálise entendemos que ele também pode expressar angústias mais profundas. Quando há necessidade de controle, monitoramento constante e sintomas físicos, é importante investigar o que isso representa emocionalmente. A terapia pode ajudar a compreender essas questões e reduzir a intensidade desse sofrimento.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    É muito compreensível sentir-se confuso entre o que pode ser ansiedade ou estresse; ambos podem se manifestar de formas semelhantes e intensas. Na psicanálise, buscamos compreender o que está por trás desses sintomas: o que eles estão tentando expressar sobre sua história, seus conflitos e seu modo de lidar com as demandas da vida.

    A avaliação acontece em um primeiro encontro, onde conversamos sobre o que você tem vivido, suas experiências e o que o levou a buscar ajuda. A partir daí, juntos podemos pensar na melhor forma de conduzir o processo terapêutico.


  • Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontad

    Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontade de se isolar das pessoas e só dormir, sentir muito medo, isso pode ser diagnosticado como depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Os sintomas que você descreve são sinais de sofrimento psíquico importantes e merecem atenção. Eles podem, de fato, aparecer em quadros depressivos, mas também podem estar ligados a outras questões emocionais e a processos internos que cada pessoa vive de maneira singular.

    Na psicanálise, antes de pensar em um rótulo, buscamos compreender como e por que esses sentimentos surgem para você, o que eles expressam da sua história, das suas relações e do momento que está atravessando.

    O mais importante é que você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Um acompanhamento pode te ajudar a dar sentido ao que está acontecendo e encontrar um caminho possível de cuidado e alívio.


  • É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A autoestima não é algo fixo ou encerrado na infância. Embora tenha raízes nas primeiras experiências afetivas, ela continua sendo construída e transformada ao longo da vida, conforme elaboramos nossas histórias, frustrações, conquistas e vínculos.
    O processo terapêutico possibilita revisitar essas experiências, compreender como elas foram internalizadas e, gradualmente, construir uma relação mais acolhedora consigo mesmo.
    Com autoconhecimento, elaboração emocional e novas formas de se posicionar, é plenamente possível fortalecer a autoestima em qualquer fase da vida.


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Entendo o quanto esses sentimentos e sensações podem ser angustiantes. Quando a ansiedade e a depressão se manifestam dessa forma, é como se o corpo falasse por algo que ainda não conseguimos colocar em palavras.

    Na psicanálise, o acolhimento acontece justamente nesse ponto: buscamos compreender juntos o que essa dor quer expressar e o que ela representa na sua história. Não se trata de “voltar a ser normal”, mas de entender o que está acontecendo com você e abrir um caminho para que possa se sentir mais em paz consigo mesma.


  • A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?

    A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A timidez e ansiedade estão relacionadas, mas não são a mesma coisa nem têm uma relação de causa única.
    Na visão psicanalítica, a timidez diz respeito à forma como o sujeito se percebe diante do olhar do outro. Já a ansiedade é um sinal de conflito interno, que pode surgir em situações de exposição e intensificar a timidez. Assim, a ansiedade pode aumentar a timidez, e a timidez pode gerar ansiedade. Ambas costumam ter raízes na história emocional e nas experiências precoces de cada pessoa.
    O trabalho psicanalítico busca compreender esses sentidos, ajudando o sujeito a se relacionar com o outro de maneira mais livre e com menos sofrimento.


  • Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

    Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
    Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
    O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Quando o medo de perder algo se torna constante, geralmente o sofrimento deixa de estar apenas no objeto perdido e passa a revelar uma angústia maior ligada à sensação de descontrole. Muitas vezes, quanto mais a pessoa vigia, confere e tenta garantir que nada será perdido, mais fica aprisionada em um estado de tensão permanente.

    Na prática, criar rotinas pode ajudar, mas talvez seja importante se perguntar por que perder algo desperta tanto sofrimento. Em alguns casos, o objeto perdido acaba representando algo maior: medo de falhar, de esquecer, de não dar conta ou de perder algo importante dentro de si.

    Quanto mais se busca uma garantia absoluta de que nada será perdido, mais a angústia tende a crescer, porque essa certeza não existe. Um tratamento psicoterápico pode ajudar justamente a compreender o que essa necessidade de controle está tentando proteger.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O que você viveu nos últimos meses foi muito intenso emocionalmente. Após a crise de ansiedade, você ainda passou pela experiência difícil de impedir uma tentativa de suicídio da sua mãe. Muitas vezes conseguimos lidar no momento, mas o sofrimento aparece depois.

    É compreensível que a medicação tenha ajudado no início e agora pareça não ser suficiente. A psicoterapia pode ajudar justamente na elaboração emocional de tudo isso. Também faz sentido sua resistência, já que teve experiências ruins anteriores, mas cada processo terapêutico e cada profissional são diferentes.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O que você traz mostra um conflito interno importante: o desejo de estar perto e, ao mesmo tempo, de se afastar. Na psicanálise, entendemos que esses movimentos ambíguos podem expressar algo mais profundo sobre suas necessidades afetivas e seus medos. Um processo analítico pode ajudá-la a compreender o que se repete nas relações e a se escutar de um modo mais verdadeiro, permitindo escolhas mais conscientes e menos marcadas pela dúvida.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Com exames normais, a falta de ar pode ter relação com ansiedade ou fatores emocionais. Na psicanálise, o corpo pode expressar o que não conseguimos elaborar mentalmente. Como o sintoma vai e volta, vale observar quando aparece e o que você está sentindo nesses momentos. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor isso, sem deixar de manter o cuidado médico.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    O que você descreve aponta para um funcionamento em que seu marido se isola diante de frustrações e, ao mesmo tempo, deixa a você uma sobrecarga emocional e prática dentro da relação. É natural que isso gere exaustão, ressentimento e a sensação de não ser considerada.

    Na perspectiva psicanalítica, esse padrão pode refletir modos antigos de lidar com conflitos e responsabilidades, mas isso não diminui o impacto que tem sobre você. É importante que seus sentimentos e limites possam ser nomeados na relação; não apenas como reclamações, mas como expressão do que essa dinâmica produz internamente em você.

    Se o diálogo direto não tem produzido mudanças, buscar apoio terapêutico individual pode ajudá-la a compreender melhor seu lugar nessa dinâmica e a encontrar formas mais firmes e cuidadosas de se posicionar. Em alguns casos, a psicoterapia de casal também pode ser um recurso valioso.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    É compreensível que você esteja se sentindo sobrecarregada ao tentar ajudar alguém que está passando por um momento tão difícil. É admirável que você queira apoiar essa menina, mas é importante lembrar que cuidar de si mesma também é fundamental.

    Primeiro, reconheça que é normal sentir-se confusa e triste ao ouvir sobre as lutas de outra pessoa, especialmente quando se trata de algo tão sério como a depressão. Isso pode afetar seu próprio bem-estar emocional.

    Uma abordagem que pode ajudar é estabelecer limites saudáveis. Você pode continuar a oferecer apoio, mas também é essencial reservar um tempo para si mesma. Pergunte-se: "O que eu preciso para me sentir melhor?" Isso pode incluir conversar com alguém de confiança sobre como você se sente, praticar atividades que você gosta ou até mesmo buscar a ajuda de um profissional, se sentir que precisa.

    Lembre-se de que você não precisa carregar o peso dos problemas dos outros sozinha. É perfeitamente aceitável priorizar seu próprio bem-estar. Ajudar os outros é importante, mas cuidar de si mesma é igualmente essencial. Se você sentir que a situação está afetando muito sua saúde mental, pode ser útil considerar se é o momento de dar um passo atrás e buscar apoio para você também. Você merece se sentir bem e ter espaço para suas próprias emoções.


  • Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho

    Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
    As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
    ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    A indecisão profissional muitas vezes está ligada ao medo de errar, de se arrepender ou de abrir mão de outras possibilidades. Diferentes caminhos podem parecer interessantes ao mesmo tempo, mas a dificuldade aparece quando é preciso escolher um deles.

    Nem sempre é necessário decidir tudo rapidamente. O mais importante costuma ser entender quais desejos permanecem com o tempo e quais surgem mais por impulso ou ansiedade.


  • Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar

    Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar pessoalmente com outros homens. Me fechei para outras relações e sinto falta dos dois últimos abusadores. Sei que isso não é normal. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Michelle Novello

    Viver repetidamente relações abusivas deixa marcas profundas, e é compreensível que isso gere medo, retraimento e até saudade de quem fez mal; esses vínculos, mesmo dolorosos, costumam envolver dinâmicas emocionais complexas que não se desfazem de forma simples.

    Nada disso significa “anormalidade”, mas sim que há algo importante acontecendo no seu mundo interno que precisa ser compreendido e elaborado.

    Procurar ajuda profissional pode ser um caminho para entender por que esses padrões se repetem, o que te liga a esses relacionamentos e como reconstruir um espaço de confiança para se relacionar de maneira mais saudável.


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Perguntas frequentes

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