Perguntas do paciente (104)
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Estou fazendo uso de venlafaxina 75mg ao dia , 27 dias pra ser mais exato e normal sentir tonturas u
Estou fazendo uso de venlafaxina 75mg ao dia , 27 dias pra ser mais exato e normal sentir tonturas uma sensação de desequilíbrio, e dificuldade para dormir? Posso fazer uso de Maracugina 850 pi noite me ajudaria?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está sentindo pode estar relacionado, sim, ao início do tratamento com a venlafaxina. Nas primeiras semanas é comum aparecerem sintomas como tontura, sensação de desequilíbrio, alterações no sono ou até uma ansiedade mais acentuada, e isso pode levar algumas semanas para o corpo se adaptar totalmente. Com 27 dias de uso, ainda é possível que esses efeitos estejam presentes, mas a tendência é que vão diminuindo gradualmente.
Sobre a Maracugina 850, que é um fitoterápico à base de passiflora, ela pode ser usada para ajudar na indução do sono e no controle da ansiedade leve, assim como a Melissa e outros fitoterapicos. Em geral, não há uma interação perigosa com a venlafaxina, mas é sempre importante avisar o médico que acompanha o seu tratamento antes de manter o uso contínuo. Muitas pessoas relatam melhora da qualidade do sono com fitoterápicos como passiflora, e isso pode ser um recurso natural de apoio.
Além da medicação, cuidar da higiene do sono faz bastante diferença: manter horários regulares para dormir e acordar, evitar telas e luz forte à noite, reduzir cafeína no período da tarde e adotar técnicas de relaxamento ou respiração lenta antes de deitar. Suplementos como magnésio glicina ou L-teanina também podem ser aliados naturais.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Quais são os valores fundamentais da Logoterapia? .
Quais são os valores fundamentais da Logoterapia? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. A Logoterapia, desenvolvida por Viktor Frankl, é uma abordagem que entende o ser humano para além dos sintomas, colocando no centro a busca de sentido. Como médica, vejo que seus valores fundamentais podem ser um recurso poderoso tanto para a saúde mental quanto para o enfrentamento do sofrimento.
Entre esses valores estão:
– A liberdade de escolha diante das circunstâncias: mesmo em situações de dor, perda ou limitação, a pessoa sempre pode escolher a atitude que vai adotar. Isso devolve ao paciente a sensação de protagonismo sobre a própria vida.
– A busca de sentido como força central: a saúde não é apenas ausência de doença, mas também a experiência de viver com propósito. Encontrar um “porquê” dá energia para atravessar momentos difíceis e sustenta a recuperação.
– A dignidade e singularidade de cada pessoa: cada indivíduo é único e insubstituível, com uma história, valores e possibilidades próprias. Esse olhar ajuda o médico a enxergar o paciente como alguém inteiro, não apenas como um diagnóstico.
– A transcendência: a capacidade de ir além de si mesmo, seja através do amor, da espiritualidade, do trabalho ou de contribuições à vida de outras pessoas. Esse movimento amplia a visão do paciente e ajuda a ressignificar a dor.
Na prática clínica, a Logoterapia nos lembra que cuidar não é só tratar sintomas, mas também apoiar o paciente a encontrar sentido naquilo que vive, transformando sofrimento em crescimento.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Há 2 anos possui diagnostico de ansiedade por estresse pós traumatico, porem nesse tempo utilizei am
Há 2 anos possui diagnostico de ansiedade por estresse pós traumatico, porem nesse tempo utilizei amitriptilina, risperidona e atualmente haldol, porem desde que fui introduziada a usar os medicamentos até hoje tenho efeitos colaterais, como ganho súbito de peso, erupçoes corretaneas, aumento da mama e produção involuntaria de leite, diminuição do libido, dificuldade na memoria, inquietação, posso substituir a medicação por fitoterapia para diminuir os efeitos colaterais ? motivo das trocas é pelo relato dos efeitos colaterais que estavam e estão acontecendo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Entendi a sua preocupação, e ela é muito válida. Os medicamentos que você mencionou ( amitriptilina, risperidona e haloperidol ) podem realmente trazer os efeitos colaterais que você relatou: ganho de peso, alterações hormonais (como aumento das mamas e produção de leite), queda da libido, sonolência ou inquietação. Isso acontece porque eles agem em diferentes receptores do cérebro e também em outros sistemas do corpo.
É possível, sim, considerar estratégias mais naturais, mas é importante ter clareza: na maior parte dos casos, a fitoterapia sozinha não substitui totalmente os antipsicóticos ou antidepressivos quando existe um diagnóstico de estresse pós-traumático associado a sintomas intensos. No entanto, em alguns contextos ,especialmente se os sintomas estiverem mais estáveis, pode ser viável reduzir gradualmente as doses dos medicamentos sob supervisão médica, e associar recursos fitoterápicos e suplementos para apoiar o equilíbrio emocional.
Entre as opções que podem ajudar estão:
– Passiflora e valeriana: fitoterápicos com ação calmante e indutora de sono;
– Rhodiola rosea e ashwagandha: adaptógenos que auxiliam na regulação do estresse;
– Magnésio glicina/treonato e L-teanina: suplementos com boa evidência para ansiedade e melhora da qualidade do sono;
– Ômega-3: pode contribuir para estabilizar humor e reduzir sintomas depressivos.
Além disso, práticas não medicamentosas são fundamentais: psicoterapia (especialmente terapias focadas no trauma, como EMDR), exercícios físicos, técnicas de respiração, meditação, boa rotina de sono e alimentação equilibrada.
O que recomendo é conversar com seu médico sobre os efeitos colaterais, para avaliar juntos se há possibilidade de ajustar doses, trocar para medicações com perfil mais leve ou mesmo iniciar uma estratégia de desmame lento. A fitoterapia pode entrar como apoio, mas sempre de forma integrada, para que você não fique desprotegida dos sintomas do transtorno.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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O efeito amitriptilina dura quanto tempo? tomei durante 6 dias parei porque comecei a ter dificuldad
O efeito amitriptilina dura quanto tempo? tomei durante 6 dias parei porque comecei a ter dificuldades para urinar até então estava tudo normal,depois que tomei esse medicamento fiquei urinando pouco .
Tenho dois que não tomo o medicamento ainda continuo urinando poucoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está sentindo pode sim estar relacionado ao uso da amitriptilina. Esse medicamento pode causar efeitos anticolinérgicos, e entre eles está justamente a dificuldade para urinar. Mesmo após a suspensão, em algumas pessoas o organismo demora alguns dias para voltar ao equilíbrio, já que a medicação ainda pode permanecer em pequenas quantidades no corpo.
Se já faz dois dias que você parou e a dificuldade para urinar continua, é importante comunicar o médico que prescreveu e, se houver piora como incapacidade de urinar, dor ou aumento do desconforto , procurar atendimento imediatamente.
Enquanto isso, mantenha-se bem hidratado, evite segurar a urina por muito tempo e observe se os sintomas vão diminuindo gradualmente. Em alguns casos, medidas naturais como escalda-pés morno ou respiração profunda para relaxar a musculatura pélvica ajudam a facilitar a micção, mas não substituem a avaliação médica.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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boa noite, fazem 4 dias desde que estou tomando uma dose maior do escitalopram do que antes e, desde
boa noite, fazem 4 dias desde que estou tomando uma dose maior do escitalopram do que antes e, desde então, tenho sentido fraqueza, tontura e enjoo em alguns momentos do meu dia, podem ser efeitos colaterais da medicação visto que agora estou em uma dose maior?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, aqui é a Dra. Naarai
Obrigada por compartilhar como você está se sentindo, sei que não é fácil passar por esses desconfortos no início de um ajuste de medicação.
Sim, os sintomas que você descreveu (fraqueza, tontura e enjoo) podem estar relacionados ao aumento da dose do escitalopram. Isso acontece porque o corpo leva um tempo para se adaptar, e geralmente esses efeitos tendem a melhorar após alguns dias ou semanas.
Enquanto isso, além do acompanhamento médico, você pode apoiar seu bem-estar com medidas complementares:
Chás suaves (como camomila, erva-cidreira ou gengibre) podem ajudar a aliviar náusea e ansiedade.
Magnésio e vitaminas do complexo B são suplementos que, em alguns casos, contribuem para a regulação do sistema nervoso e redução da fadiga.
Respiração profunda, meditação guiada ou ioga podem reduzir a tontura relacionada à ansiedade e trazer mais equilíbrio.
Boa hidratação e alimentação leve (evitando café e álcool nesse período) ajudam o corpo a se ajustar.
O mais importante é não interromper o tratamento sem conversar com seu médico. Se os sintomas forem muito intensos ou persistirem, vale relatar logo para ajustar a conduta.
Desejo que os próximos dias tragam mais equilíbrio e alívio para você. Conte comigo e com a nossa equipe — estamos à disposição para acompanhar você de perto nesse processo de cuidado.
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A paragem de imipramina 25 mg de um dia pode causar vomito?
A paragem de imipramina 25 mg de um dia pode causar vomito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. A interrupção da imipramina, mesmo em uma dose de 25 mg, pode sim provocar sintomas de descontinuação em algumas pessoas, como náusea, vômito, tontura ou mal-estar. Esses efeitos podem aparecer já nas primeiras 24–48 horas após parar o medicamento de forma abrupta.
O ideal é nunca suspender de uma vez, a retirada costuma ser feita de forma gradual, justamente para evitar esse tipo de reação.
Se você teve vômito após parar, pode estar relacionado à interrupção, mas também pode haver outras causas. Por isso, recomendo que converse com o médico que acompanha seu tratamento antes de decidir manter ou suspender por conta própria.
E lembre-se: nossa equipe está à disposição para orientar você nesse processo e ajudar a encontrar a forma mais segura e confortável de conduzir o tratamento.
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Bom dia , eu tomei sertralina por 2 a 3 anos 50 mg, eu parei de tomar por que , eu estava com prob
Bom dia , eu tomei sertralina por 2 a 3 anos 50 mg,
eu parei de tomar por que , eu estava com problema na minha libido demorava ou não conseguia ejacular , aí fui ao médico ele passou outro remédio o escitalopram, aí tomei uma banda de cada para fazer a descontinuada da sertralina , fiz por uma semana e parei , só que as noites para mim são um pesadelo , vivo acordando sufocado e com delirios noturnos ,
Parece que minha ansiedade piora muito a noite , estou hiperventilando muito , será que ainda e efeitos da falta da sertralina?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, aqui é a Dra. Naarai .
Obrigado dividir como você está se sentindo, sei o quanto é angustiante passar por noites assim.
O que você descreve (delírios noturnos, despertares sufocados, hiperventilação e ansiedade pior à noite) pode sim estar relacionado à suspensão abrupta da sertralina. Mesmo em dose de 50 mg e após anos de uso, o corpo e o sistema nervoso podem reagir de forma intensa quando o desmame não é feito de forma lenta e gradual. Esse processo pode gerar sintomas de “síndrome de descontinuação”, que incluem justamente alterações no sono, sonhos vívidos, ansiedade acentuada e sensações físicas desagradáveis.
É muito importante que você não enfrente isso sozinho e retorne ao médico que está acompanhando seu tratamento para avaliar se será necessário ajustar a transição, rever a dose do escitalopram ou até reintroduzir de forma temporária a sertralina para um desmame mais seguro.
Enquanto isso, algumas medidas podem ajudar a suavizar os sintomas:
Rotina de sono bem cuidada: tente dormir e acordar em horários regulares, com ambiente escuro e silencioso.
Técnicas de respiração e relaxamento: respiração diafragmática, meditação guiada ou relaxamento muscular progressivo podem diminuir a hiperventilação e a ansiedade noturna.
Chás calmantes naturais (camomila, melissa, passiflora) antes de dormir podem trazer alívio.
Suplementos como magnésio e L-teanina são, em alguns casos, bons aliados para promover relaxamento (sempre com orientação profissional).
Esses recursos não substituem o tratamento médico, mas podem apoiar seu bem-estar enquanto os ajustes são feitos.
Você não está sozinho nesse processo. Nossa equipe está à disposição para orientar e acompanhar de perto, ajudando a encontrar o caminho mais seguro e confortável para o seu equilíbrio.
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O que os familiares devem saber sobre a predisposição genética no Transtorno de Personalidade Border
O que os familiares devem saber sobre a predisposição genética no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ChatGPT disse:
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O Transtorno de Personalidade Borderline tem, sim, um componente genético, mas isso não significa que seja algo inevitável. A herança é uma predisposição, não uma sentença. O que realmente faz diferença é o ambiente: apoio emocional, vínculos seguros e acesso ao tratamento podem mudar muito o curso da vida.
Para os familiares, é importante entender que não se trata de “fraqueza de caráter”, mas de um quadro multifatorial. Com psicoterapia adequada e suporte da família, é possível ter melhora significativa e uma vida mais estável.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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. O que mais causa Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) além da genética?
. O que mais causa Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) além da genética?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. A genética é um dos fatores que aumentam a vulnerabilidade para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas não é a única. O desenvolvimento do transtorno acontece pela combinação de predisposição biológica com experiências de vida e o contexto em que a pessoa cresceu.
Além da herança genética, sabemos que vivências emocionais marcantes na infância e adolescência têm grande peso: ambientes familiares instáveis, experiências de rejeição, negligência ou violência (física, emocional ou sexual) aumentam muito o risco. Também é comum que pessoas com TPB relatem uma sensação de não terem tido suas emoções reconhecidas ou validadas, o que chamamos de “ambiente invalidante”. Algumas pessoas já nascem com um temperamento mais intenso, sentem tudo de forma ampliada e têm mais dificuldade para regular o que sentem. Quando esse temperamento encontra um ambiente pouco acolhedor ou até hostil, a chance de desenvolver o TPB aumenta.
Ou seja, o TPB não é causado apenas por um fator, mas por essa interação entre predisposição genética, sensibilidade emocional e ambiente de desenvolvimento. A boa notícia é que, justamente por ser multifatorial, existem muitos caminhos de tratamento e apoio que podem favorecer a melhora e a construção de relações mais saudáveis.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é genético?
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é genético?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O Transtorno de Personalidade Borderline tem, sim, um componente genético, mas isso não significa que seja inevitável. A genética aumenta a vulnerabilidade, mas o ambiente, as experiências de vida e o tratamento adequado fazem toda a diferença no desenvolvimento e na recuperação.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Olá, Tenho sofrido com crises de ansiedade e feito tratamento com medicamentos, porém mesmo tomand
Olá,
Tenho sofrido com crises de ansiedade e feito tratamento com medicamentos, porém mesmo tomando os remédios, quando não tenho crise eu penso demais, por exemplo quando acordo de manhã e vou dormir já tenho mil pensamentos aleatórios na cabeça, parece uma confusão de pensamentos, ai começo a achar que minha cabeça é uma bagunça, que não tenho controle do que penso e isso começa a me causar mais medo e mais ansiedade, como se eu estivesse presa na minha própria cabeça. É possível organizar os pensamentos ? pensar menos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você descreve é muito comum em pessoas que sofrem com ansiedade: mesmo quando as crises diminuem, a mente segue acelerada, cheia de pensamentos aleatórios, o que pode dar a sensação de “cabeça bagunçada” ou de estar presa dentro de si mesma. Isso acontece porque o cérebro ansioso tende a se manter em estado de alerta constante, como se estivesse sempre se preparando para algo que vai acontecer.
É importante saber que, sim, é possível aprender a organizar melhor os pensamentos e reduzir essa sensação de excesso mental. Medicamentos ajudam a equilibrar os sintomas, mas o treino do foco e do autocontrole da mente faz parte do processo. Técnicas de respiração lenta e profunda, meditação guiada e práticas como o mindfulness são recursos bastante eficazes para “treinar” o cérebro a voltar para o presente e diminuir o turbilhão de pensamentos. Escrever em um caderno o que está passando pela sua cabeça também pode ser útil, porque ajuda a externalizar o que está preso na mente e traz alívio imediato.
Manter uma rotina saudável também apoia muito: sono regular, prática de exercícios físicos, exposição à luz natural e evitar estimulantes como café em excesso. Suplementos como magnésio glicina ou treonato, L-teanina e, em alguns casos, a melatonina, podem ajudar a reduzir a hiperatividade mental e melhorar o descanso.
A psicoterapia é uma grande aliada nesse processo, porque oferece estratégias para lidar com os pensamentos, reconhecer padrões e desenvolver mais segurança diante da própria mente. Com o tempo, você vai percebendo que não é necessário “parar de pensar”, mas sim aprender a conviver com os pensamentos de forma menos ameaçadora e mais organizada.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Tenho 1 mês e meio tomando fluoxetina para crise de ansiedade mais ainda sinto medo ( não muito) ,e
Tenho 1 mês e meio tomando fluoxetina para crise de ansiedade mais ainda sinto medo ( não muito) ,e minha cabeça as vezes fica esquisita em algum momento do dia ... Isso é normal ou o remédio não está fazendo efeito adequado ou ainda não deu tempo de ter todos os benefícios do remédio!?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está sentindo é algo que pode acontecer, sim. A fluoxetina costuma levar de 6 a 8 semanas para mostrar todo o seu potencial de efeito, por isso, após 1 mês e meio de uso, ainda pode haver momentos em que a ansiedade aparece e até uma sensação estranha na cabeça em alguns períodos do dia. Isso não significa necessariamente que o remédio não esteja funcionando, mas sim que o processo de adaptação e resposta ainda está em andamento.
Em muitos pacientes, os benefícios vão se consolidando aos poucos, primeiro com uma redução da intensidade das crises e depois com maior estabilidade emocional. Também é importante lembrar que cada organismo responde de forma diferente, então às vezes pode ser necessário ajustar a dose ou associar outras estratégias terapêuticas.
Enquanto isso, vale investir em medidas que ajudam a potencializar o efeito do tratamento: manter horários regulares de sono, praticar exercícios físicos leves a moderados, cuidar da alimentação, reduzir cafeína, além de técnicas de respiração e relaxamento que auxiliam a acalmar o corpo. Alguns suplementos como magnésio e L-teanina podem contribuir para reduzir a ansiedade, sempre com orientação profissional.
Se a sensação de “cabeça esquisita” persistir ou piorar, converse com seu médico para avaliar se é apenas um efeito de adaptação ou se precisa de algum ajuste na conduta.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Olá, tinha iniciado o meu tratamento com Sertralina há algumas semanas atrás, mas decidi parar de to
Olá, tinha iniciado o meu tratamento com Sertralina há algumas semanas atrás, mas decidi parar de tomar o medicamento por conta própria. Nos primeiros dias estava ok, mas agora estou me sentindo muito mal, fome excessiva, suor frio e tremedeira o tempo todo, isso é por conta da interrupção? Me ajudem..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está sentindo pode sim estar relacionado à interrupção da sertralina. Quando o uso é suspenso de forma abrupta, especialmente depois de algumas semanas de tratamento, o corpo pode reagir com sintomas chamados de “síndrome de descontinuação”. Entre eles estão justamente alterações de apetite, tremores, suor frio, mal-estar, tontura, ansiedade ou irritabilidade.
Esses sintomas costumam aparecer alguns dias após a suspensão e podem durar de alguns dias a poucas semanas, dependendo da dose usada, do tempo de tratamento e da sensibilidade individual. Apesar de não serem perigosos na maioria das vezes, eles são muito desconfortáveis e indicam que o ideal é nunca parar o medicamento por conta própria, mas sempre em conjunto com o médico, que pode orientar uma redução gradual e segura.
Enquanto você aguarda avaliação, algumas medidas podem ajudar: manter boa hidratação, cuidar do sono, evitar estimulantes (como café e energéticos), praticar respirações profundas e exercícios leves para aliviar a tensão. Suplementos como magnésio ou L-teanina podem apoiar o equilíbrio do sistema nervoso, mas não substituem a necessidade de acompanhamento profissional.
É fundamental que entre em contato com o médico que prescreveu a sertralina para relatar o que está acontecendo. Só ele poderá avaliar se é indicado retomar a medicação temporariamente, reduzir gradualmente ou buscar uma alternativa.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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O efeito do sertralina pode ter alguma reação quando usado em conjunto com o roacutan?
O efeito do sertralina pode ter alguma reação quando usado em conjunto com o roacutan?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Essa é uma dúvida bem comum e importante. A sertralina (antidepressivo) e a isotretinoína (Roacutan) podem ser usadas juntas, pois não existe uma interação direta perigosa entre as duas medicações. No entanto, alguns pontos precisam de atenção:
– A isotretinoína pode, em algumas pessoas, trazer alterações de humor, ansiedade ou sintomas depressivos. Como você já está em tratamento com sertralina, é importante observar se há piora do humor ou da ansiedade ao longo do uso.
– Tanto a sertralina quanto a isotretinoína podem, em casos raros, estar associadas a dores de cabeça ou alterações hepáticas, por isso o acompanhamento médico com exames de sangue periódicos é fundamental.
– Fora esses cuidados, não há interação que anule ou potencialize de forma perigosa o efeito do outro medicamento.
Na prática, muitos pacientes usam os dois em conjunto sem problemas, mas é sempre essencial manter o acompanhamento de perto, comunicando ao seu médico qualquer alteração de humor, pensamento ou sintomas físicos diferentes.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Boa noite! Minha filha tem 8 anos e é autista nível 1 de suporte. Ela faz uso de 1 1/2ml de manhã
Boa noite!
Minha filha tem 8 anos e é autista nível 1 de suporte.
Ela faz uso de 1 1/2ml de manhã e a mesma quantidade de noite do risperidona a cerca de 2 anos, também faz uso do carbamazepina 2 1/2ml no mesmo horário que o risperidona.
No entanto parece que ultimamente ela está regredindo ao invés de progredir. Ela está agressiva, batendo muito em todos e também se batendo muito. Já passei várias vezes no psiquiatra e não estou vendo resultado.
Não tenho idéia do que posso fazerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Imagino a sua angústia em ver sua filha passando por essa fase mais difícil, especialmente depois de tanto tempo de acompanhamento e tratamento. É muito importante reconhecer que você já está fazendo o que pode, buscando ajuda médica e cuidando dela de perto.
A risperidona e a carbamazepina podem ajudar em alguns quadros de irritabilidade, impulsividade ou instabilidade, mas quando a criança começa a apresentar sinais de regressão ou aumento da agressividade, isso é um indicativo de que o tratamento precisa ser reavaliado. Nem sempre é apenas a dose ou a medicação — muitas vezes é preciso rever todo o contexto: escola, rotina, terapias de apoio, mudanças no ambiente ou até condições clínicas (como dor, alterações de sono, crises sensoriais ou sobrecarga emocional), que podem intensificar a irritabilidade e a autoagressividade.
Nesses casos, pode ser importante:
– Avaliar se outras medicações seriam mais adequadas, já que existem alternativas à risperidona;
– Reforçar terapias não medicamentosas (como terapia comportamental, integração sensorial, apoio psicológico e fonoaudiologia), que podem fazer grande diferença na forma como a criança lida com frustrações e estímulos;
– Observar e registrar os momentos em que a agressividade aumenta, para identificar gatilhos (mudanças de rotina, excesso de barulho, fome, cansaço). Isso ajuda muito na consulta médica.
Além do acompanhamento profissional, algumas medidas naturais podem apoiar o equilíbrio: manter rotina previsível de sono, oferecer ambiente calmo e com menos estímulos quando ela estiver mais agitada, usar técnicas de respiração ou músicas relaxantes, e incluir atividades físicas leves e prazerosas no dia a dia. Em alguns casos, suplementos como ômega-3, magnésio ou melatonina (quando há dificuldade de sono) podem auxiliar, mas sempre com orientação médica.
O mais importante é que você não está sozinho nessa caminhada. Vale conversar com seu psiquiatra atual sobre a falta de resposta, mas também considerar outra avaliação, para que novas estratégias sejam pensadas.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Tomei 15 comprimidos de fluoxetina de uma vez só (300mg) depois de uma semana sem tomar nenhum. Em q
Tomei 15 comprimidos de fluoxetina de uma vez só (300mg) depois de uma semana sem tomar nenhum. Em quanto tempo os efeitos colaterais (efeitos ruins) podem aparecer? Tem possibilidade do corpo seacostumar e o remédio acabar perdendo o efeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. A ingestão de 15 comprimidos de fluoxetina de uma vez (300 mg) é uma dose muito acima do habitual e pode trazer riscos importantes, mesmo que você estivesse há alguns dias sem tomar. Os efeitos colaterais podem aparecer nas primeiras horas e até nos próximos dois dias, já que a fluoxetina tem meia-vida longa. Entre os sintomas possíveis estão: náusea, vômito, agitação, tremores, insônia, alteração da pressão, arritmias e, em casos mais graves, convulsões ou alterações de consciência. Por isso, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente, mesmo que você ainda esteja se sentindo relativamente bem, para monitorar sinais vitais e prevenir complicações.
Quanto à sua pergunta: não existe a ideia de o corpo “se acostumar” com uma dose tão alta e o remédio perder o efeito. Pelo contrário, tomar uma quantidade excessiva de uma só vez pode causar intoxicação e não melhora os benefícios do tratamento. O efeito terapêutico da fluoxetina só acontece com o uso contínuo e regular, em doses seguras.
O mais importante agora é a sua segurança. Procure ajuda médica sem demora para avaliação e acompanhamento. Depois disso, vale conversar com seu psiquiatra sobre estratégias para o uso mais seguro da medicação e sobre o que motivou essa ingestão, para que você receba apoio integral.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Após 3 anos de tratamento com terapia, acompanhamento médico e diferentes classes de antidepressivos
Após 3 anos de tratamento com terapia, acompanhamento médico e diferentes classes de antidepressivos e antipsicóticos, recebi o diagnóstico de transtorno bipolar atípico e TAG. Atualmente faço uso do divalproato com ecitalopram, já que não me adaptei bem aos antipsicóticos atípicos. No entanto, continuo com ansiedade intensa e crises de pânico, que só consigo controlar com o uso de alprazolam. Quais outras alternativas de tratamento podem ser indicadas nesses casos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Obrigada por compartilhar sua trajetória, sei o quanto pode ser desgastante passar por diferentes tratamentos e ainda sentir que os sintomas não estão plenamente controlados. No transtorno bipolar atípico associado ao transtorno de ansiedade generalizada, o uso de estabilizadores do humor, como o divalproato, costuma ser a base do tratamento. O escitalopram pode ajudar em sintomas depressivos e ansiosos, mas, em alguns casos, pode também aumentar a instabilidade se não houver bom equilíbrio com o estabilizador, e por isso é sempre importante acompanhar de perto a resposta clínica.
Entre as opções além dos antipsicóticos atípicos, que você não tolerou bem, existem outras estratégias que podem ser discutidas com seu médico: uso de lamotrigina (que tem perfil diferente do divalproato e pode ser útil em depressão bipolar), lítio (que segue sendo padrão-ouro em estabilização do humor, embora demande mais monitorização) e até topiramato, em casos selecionados, especialmente quando há ansiedade importante ou questões de compulsão.
Como você descreveu crises de pânico que exigem alprazolam, pode ser interessante rever alternativas não benzodiazepínicas, como a pregabalina, que em alguns pacientes ajuda na ansiedade generalizada e pode reduzir a dependência dos ansiolíticos de uso pontual.
Além da farmacoterapia, há recursos naturais e complementares que podem apoiar bastante: manter rotina de sono regular (horários fixos de deitar e acordar), evitar cafeína e álcool, praticar exercícios físicos moderados (a caminhada e a musculação leve têm forte evidência na regulação do humor), técnicas de respiração lenta e profunda ou meditação (mindfulness tem estudos positivos para ansiedade e pânico).
No campo dos suplementos, algumas opções com evidência em ansiedade incluem L-teanina (200 a 400 mg/dia), magnésio glicina ou treonato (para relaxamento e sono), ômega-3 (com EPA/DHA em doses adequadas, que pode ajudar na estabilidade do humor) e, em alguns casos, N-acetilcisteína (NAC), que tem sido estudada como adjuvante no transtorno bipolar. Fitoterápicos como a passiflora ou a valeriana também podem oferecer alívio leve da ansiedade.
O caminho, muitas vezes, é integrar estratégias farmacológicas, psicoterapêuticas e naturais de forma personalizada, até encontrar o ponto de equilíbrio mais adequado para você.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar
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Tenho ansiedade e normal a pressão ser baixa ficar oscilando eu penso que tou doente e que vou ter a
Tenho ansiedade e normal a pressão ser baixa ficar oscilando eu penso que tou doente e que vou ter alguma coisa isso não sai da minha cabeça sinto dores musculares e pulsações no corpo tipo pulando fiz ecocardiograma de nervosismo e deu tudo certo eletro também
E normal a ansiedade dar pressão baixa ficar oscilandoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você descreve é bastante comum em pessoas que sofrem com ansiedade. A ansiedade pode causar alterações momentâneas na pressão arterial, que pode oscilar tanto para cima quanto para baixo. Essas variações costumam estar ligadas à ativação do sistema nervoso autônomo quando estamos tensos ou preocupados, o corpo libera hormônios do estresse que mexem na frequência cardíaca e na circulação.
O fato de seus exames, como ecocardiograma e eletrocardiograma, terem dado normais é uma ótima notícia e reforça que não há problema estrutural no coração. As dores musculares e as pulsações que você percebe pelo corpo também são sintomas muito frequentes da ansiedade, geralmente ligados à tensão muscular e à hipervigilância (quando ficamos prestando atenção exagerada às sensações físicas).
Embora seja desconfortável, esse quadro não costuma trazer riscos. O que ajuda bastante é investir em estratégias para regular o sistema nervoso: respirações lentas e profundas, prática de atividade física regular, alongamentos, meditação guiada ou relaxamento muscular progressivo. Dormir bem, manter-se hidratado e reduzir estimulantes (café, energéticos, excesso de açúcar) também contribuem para diminuir essas oscilações.
Em alguns casos, suplementos como magnésio glicina ou treonato e L-teanina podem auxiliar a reduzir a tensão muscular e o estado de alerta exagerado.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Tenho problemas de insônia e tomava o Turno SL 5mg toda noite. Meu médico substituiu o Turno pelo Le
Tenho problemas de insônia e tomava o Turno SL 5mg toda noite. Meu médico substituiu o Turno pelo Lenix (cloridrato de difenidramina) de 50mg. É uma medicação eficaz ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Entendi a sua dúvida. O Turno SL (zolpidem) e o Lenix (difenidramina) atuam de formas bem diferentes no sono. O zolpidem é um hipnótico específico, bastante prescrito para insônia de início ou manutenção, enquanto a difenidramina é um anti-histamínico que, por ter efeito sedativo, pode induzir o sono, mas não é considerada um tratamento de primeira escolha para insônia crônica.
Na prática, a difenidramina pode ser eficaz em algumas pessoas para ajudar a adormecer, mas tende a perder efeito com o uso contínuo. Por isso, costuma ser usada mais como recurso pontual do que como tratamento de longo prazo.
No entanto, é uma boa opção considerar a troca do zolpidem, já que ele é um medicamento que pode causar dependência quando usado de forma contínua. Assim, buscar alternativas que não tragam esse risco, associadas a estratégias de higiene do sono e práticas naturais, pode ser bastante positivo para a sua saúde a longo prazo.
O ideal é acompanhar de perto como o seu corpo reage e relatar ao médico se a troca não estiver funcionando bem. Além dos medicamentos, cuidar da higiene do sono (manter horários regulares, evitar telas antes de dormir, reduzir cafeína) e incluir técnicas de relaxamento, meditação ou suplementação com melatonina ou magnésio, quando indicados, podem ajudar muito a consolidar o sono natural.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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E quando se está no décimo dia da desvenlafaxina e continua com colaterais?? Estou tendo que associa
E quando se está no décimo dia da desvenlafaxina e continua com colaterais?? Estou tendo que associar ao Rivotril pq tenho muito suador nas mãos, calafrio e mal estar. Já não era pra estar adaptando?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, aqui é a Dra. Naarai. O que você está sentindo no décimo dia de desvenlafaxina pode acontecer, sim. Essa medicação costuma levar de 2 a 4 semanas para que o organismo se adapte melhor, então ainda pode haver efeitos colaterais como suor excessivo, calafrios e mal-estar. Em algumas pessoas esses sintomas são mais intensos no início, e o uso temporário de um ansiolítico, como o Rivotril, pode ser indicado pelo médico justamente para aliviar esse desconforto até que o corpo se acostume.
Ainda assim, é muito importante manter seu médico informado sobre a intensidade dos sintomas. Se eles estiverem atrapalhando muito a sua rotina, pode ser necessário ajustar a dose ou até pensar em outra estratégia. Enquanto isso, cuidar do sono, hidratar-se bem, evitar café e outros estimulantes e praticar técnicas de respiração ou relaxamento podem ajudar a amenizar esses efeitos.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…