Perguntas do paciente (92)
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicanálise, o foco não está em fornecer materiais de "manejo" como cartões ou exercícios, mas em sustentar a elaboração do sofrimento através da palavra e da associação livre. O objetivo não é aliviar o sintoma diretamente, mas oferecer um continente simbólico até o próximo encontro, sem antecipar interpretações.
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa dor faz sentido, mas sair de casa não significa abandonar sua mãe, e é possível manter proximidade real mesmo morando em outro lugar. Estabelecer sua vida ao lado da namorada não anula o cuidado com ela: converse, demonstre interesse pelo que ela gosta, esteja presente de forma virtual quando não puder estar fisicamente.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Que perda dolorosa, nove anos de amor e companhia deixam uma saudade que não tem prazo para passar. O luto por um animal é um luto real, muitas vezes silenciado pela sociedade, mas profundamente válido. A culpa que você sente é uma das fases mais comuns do luto, e quase sempre é o amor tentando encontrar algum controle sobre o incontrolável. Todo luto precisa encontrar um espaço de elaboração, um lugar onde possa ser sentido, nomeado e acolhido sem pressa. A psicoterapia é exatamente esse espaço.
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa sensação de que tudo depende de você é muito pesada de carregar. O caminho não é parar de sentir, mas aprender a carregar esse peso de forma diferente, com apoio, com espaço para elaborar o que está dentro de você. Você não precisa carregar isso sozinha.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O término de um relacionamento pode sim ser considerado um luto, já que você perde não só a pessoa, mas planos, rotina e parte da sua identidade compartilhada. Permita-se sentir a dor sem pressa, afaste-se do contato com a pessoa (inclusive redes sociais) e cuide do básico como sono, alimentação e apoio de amigos. Se a dor persistir muito tempo e atrapalhar seu dia a dia, buscar ajuda de um psicólogo pode fazer diferença.
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Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa perda pode despertar um sentimento de luto, pois eles representam memórias, vínculos e partes da sua história. Permita-se reconhecer essa tristeza, falar sobre ela e, se possível, preservar essas lembranças por meio de fotos, relatos ou outras recordações. Se o sofrimento persistir ou vier acompanhado de outras dificuldades emocionais, buscar apoio psicológico pode ajudar na elaboração dessa perda.
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Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)
Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja se sentindo culpada e com medo neste momento, mas conversar com o irmão do seu namorado antes mesmo de conhecê-lo não significa, por si só, que você tenha feito algo errado. O pedido de um tempo pode ser uma forma de ele organizar os próprios sentimentos, e isso não quer dizer necessariamente que o relacionamento acabou. Enquanto isso, procure não carregar toda a responsabilidade pela situação e tente se apoiar também em outras pessoas de confiança ou em seu acompanhamento psicológico, especialmente considerando o autismo e a depressão. Independentemente do que acontecer, seus sentimentos importam e você não precisa enfrentar esse momento sozinha. Procure ajuda profissional!
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TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
TEPT-C tem cura total? Ou os sintomas só somem por um tempo e voltam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não há "cura" no sentido de apagar a experiência traumática, mas o TEPT-C pode entrar em remissão completa e duradoura com tratamento focado em trauma (TCC-trauma, EMDR, terapias de regulação emocional), permitindo vida plena sem sintomas incapacitantes.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é compatível com um quadro que pode estar relacionado à ansiedade social, e vale muito a pena procurar um psicólogo e também um psiquiatra para uma avaliação. Isso tem tratamento, e você não está exagerando nem "fazendo drama". Buscar ajuda é justamente o primeiro passo para recuperar sua qualidade de vida. Fico a disposição!
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Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a
Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Não. Atualmente, não há exigência legal de laudo psicológico nem de um período mínimo de acompanhamento psicológico para que pessoas trans maiores de idade iniciem a terapia hormonal. O papel da Psicologia é oferecer avaliação e acompanhamento quando demandados, respeitando a autonomia da pessoa, o consentimento informado e as diretrizes éticas da profissão. Caso o serviço de saúde solicite um parecer psicológico, isso decorre do protocolo institucional, e não de uma exigência geral da legislação ou das normas profissionais.
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Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse padrão geralmente vem do medo de parecer fraco ou de não ser levado a sério, então antes de rebater, tente perguntar "preciso que concordem comigo ou preciso me sentir respeitado(a)?". Como isso já custou empregos, vale considerar terapia para entender a raiz mais profunda desse padrão.
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Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit
Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que essa comparação com o tempo dos outros gere frustração e desânimo. No entanto, a ideia de que sua vida só começará entre os 35 e 40 anos parece estar baseada em uma previsão sobre o futuro, e vale a pena questionar o quanto essa expectativa corresponde à realidade e o quanto ela pode estar alimentando seu sofrimento no presente.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível, mas exige que ambos estejam dispostos a reconhecer suas responsabilidades, interromper padrões de violência e reconstruir a confiança de forma consistente. O respeito costuma ser recuperado por meio de mudanças concretas nas atitudes, diálogo e, muitas vezes, acompanhamento psicológico.
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Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve merece atenção, especialmente porque essa tristeza parece recorrente e está relacionada à forma como você se sente no relacionamento. Quando nossos sentimentos não são acolhidos ou validados, é comum surgir sofrimento emocional e dificuldade para compreender o que estamos vivendo. Buscar psicoterapia pode ajudar a entender a origem dessas emoções e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com elas.
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Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconstrução ainda é possível quando há vontade real de ambos em mudar, momentos de conexão genuína e disposição para buscar ajuda como terapia de casal; já desprezo constante, conversas que nunca evoluem e sofrimento visível nos filhos são sinais de que o desgaste passou do ponto de resolver sozinho. Um afastamento temporário e estruturado não é desistir — pode ser o espaço necessário para pensar com clareza fora do conflito diário. Vale buscar terapia de casal para testar se ainda há responsabilização mútua, e terapia individual para cuidar do seu próprio bem-estar nesse processo.
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Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.
Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.
Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é real e faz sentido, relacionamentos parassociais criam vínculos emocionais genuínos, e a dor de sentir que nunca vai ter acesso a isso é uma forma legítima de luto. A vida social parada intensifica tudo isso, porque quando temos poucas conexões reais, nos apegamos ainda mais às que encontramos, mesmo que à distância. Com o tempo e com investimento em vínculos presenciais, essa intensidade tende a diminuir, mas se a tristeza estiver muito pesada, pode ser um sinal de que algo mais profundo pede atenção.
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Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O controlo parental digital é útil para proteger crianças de conteúdos inadequados e riscos online, mas deve ser usado com equilíbrio e transparência. O mais importante é combinar essa ferramenta com diálogo aberto em família, pois o controlo sozinho não substitui a educação digital.
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Como a lentidão cognitiva pode se manifestar em indivíduos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
Como a lentidão cognitiva pode se manifestar em indivíduos com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TOC, a lentidão cognitiva (frequentemente chamada de "lentidão obsessiva") se manifesta por meio de rituais mentais ou comportamentais repetidos até "sentir-se certo", checagens excessivas e dificuldade em concluir tarefas simples devido à dúvida patológica e à necessidade de certeza absoluta. Isso pode se traduzir em demora para tomar decisões cotidianas, reler/reescrever frases repetidamente, ou travar em atividades rotineiras como se vestir ou organizar objetos.
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Qual é a importância da avaliação das atividades de vida diária no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (
Qual é a importância da avaliação das atividades de vida diária no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação das atividades de vida diária em pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo é fundamental para identificar o impacto dos sintomas na rotina, na autonomia e no desempenho ocupacional.
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eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sob
eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sobre-excitabilidades (intelectual, emocional, imaginativa, sensorial e psicomotora) e vários sinais associados a altas habilidades/superdotação. Isso pode indicar uma dupla excepcionalidade (TDAH/TEA junto com altas habilidades)? Existe alguma avaliação que eu possa fazer para investigar isso?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode indicar dupla excepcionalidade — combinação de altas habilidades com TDAH/TEA, frequentemente subdiagnosticada. O caminho é uma avaliação neuropsicológica completa com profissional especializado nesse perfil específico, incluindo testes de QI e de funções executivas.
Perguntas frequentes
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Estou com o Diu de cobre e prata há 8 meses e ainda tenho sangramentos de escape todos os dias, seme
diu, dispositivo intrauterino, de cobre com prata, ou seja, sem hormônio,…