Perguntas do paciente (98)

  • Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em

    Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em frente.Que posso fazer para deixar de estar sempre escondido dentro do meu mundo onde não deixo ninguém entrar, nem mesmo os especialistas. Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    que bom que você já reconhece sua limitação, esse é o primeiro passo. um bom profissional não irá trabalhar com julgamentos nem moralidades a respeito de como você conduziu sua vida e das escolhas que fez, faz ou fará. a grande questão será entender porquê você precisa se prender a esses erros e ao passado... é preciso começar uma narrativa sobre isso para aprofundar o que está em jogo (inconscientemente) para você.


  • Qual o profissional que eu devo buscar, para me ajudar a descobrir os gatilhos que me levam a consum

    Qual o profissional que eu devo buscar, para me ajudar a descobrir os gatilhos que me levam a consumir cerveja e consequentemente a cocaína?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Uma boa psicológa(o) te ajudará a investigar a sua relação com a bebida e o que você tenta tratar em si através do álcool. Sem dúvida alguma os vícios tem fatores genéticos, mas não só. Os aspectos emocionais e da sua própria história de vida contam tanto quanto, do contrário o álcool não encontraria um grande espaço em sua vida. Se ele ocupa um grande espaço, é hora de buscar os multi fatores que o envolvem em sua vida. Há muitos profissionais psicólogos e psicanalistas que podem te ajudar com isso.


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  • Meu marido bebe todas as sextas e sábado aí não gosta de ficar em casa fico triste com isso nem pare

    Meu marido bebe todas as sextas e sábado aí não gosta de ficar em casa fico triste com isso nem parece a mesma pessoa. Como buscar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Talvez o que seja um problema para você, não seja um problema para ele. Mas certamente você está sofrendo e seria bacana vocês conversarem para que ele saiba como você se sente e aí poderemos ver o que ele faz com isso...
    Além de tentar se comunicar com ele e estimulá-lo a procurar ajuda, se ele quiser, talvez seja uma boa ideia você mesma procurar uma psicóloga(o) para falar sobre como VOCÊ tem lidado com essa questão e esse sofrimento.


  • Passo o dia inteiro imaginado, geralmente que estou" contracenando" com personagens de filmes e séri

    Passo o dia inteiro imaginado, geralmente que estou" contracenando" com personagens de filmes e séries que eu gosto, ou até mesmo com pessoas que eu conheço na vida real. Já fui médica de grey's Anatomy, aluna de Hogwarts, entre várias outras, o problema é que eu passo o DIA INTEIRO imaginando, quando eu tento não pensar e viver a realidade totalmente na minha cabeça, me pego imaginando. Posso ter algum transtorno ou isso é só coisa de uma menina criativa e com uma imaginação fértil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Não entendi se você acha isso um problema, algo que te prejudica, ou não. Mas de qualquer maneira eu te convidaria a falar, em associação livre, qual você " imagina " que é a função psíquica dessa aptidão para a imaginação que você tem e como você relaciona esse ponto da sua personalidade com a sua história de vida.. Podemos chegar a bons lugares tentando narrar nossa história para alguém e quem sabe, produzir efeitos de transformação na maneira como nós mesmos narramos a própria vida e enxergamos as coisas.


  • Olá, depois que minha esposa disse ter atração por outro homem, eu não consigo ter ereção, tenho des

    Olá, depois que minha esposa disse ter atração por outro homem, eu não consigo ter ereção, tenho desejo e vontade de transar, mas a ereção não vem. Tenho 36 anos e estamos juntos há 18 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    bom saber que você localiza quando isso começou. esse é o ponto de partida para você falar com um psicanalista/ psicologo, pois as duas coisas estão relacionadas e você deve ter muito a dizer sobre como isso te afeta emocionalmente, a ponto de ter tido esse efeito relatado por você!


  • Estou com medo q ele vicie! Meu marido a cada 15 ou 20 ou 30 dias bebe e usa cocaína e logo se arrep

    Estou com medo q ele vicie! Meu marido a cada 15 ou 20 ou 30 dias bebe e usa cocaína e logo se arrepende muito e fica dias mal depois volta a fazer de novo! E eu n aguento mais viver assim quero ajuda-lo pois amo ele e é uma ótima pessoa! O que eu posso fazer???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Como profissional da psicologia e da psicanálise, eu compreendo a sua preocupação e angústia em relação ao comportamento do seu marido e ao ciclo de arrependimento e recaída que ele está enfrentando. O uso de substâncias como álcool e cocaína pode ser uma manifestação de algo mais profundo, como uma tentativa de lidar com emoções, conflitos ou experiências que por alguma razão ele não consegue lidar sem sair um pouco de si.

    Primeiro, é importante reconhecer que o vício em substâncias é uma condição complexa, que muitas vezes envolve fatores emocionais, psicológicos e até biológicos. Esse ciclo de uso e arrependimento que você descreve pode ser parte de um padrão repetitivo de busca por alívio seguido de culpa, o que é comum em quadros de dependência.

    Uma abordagem terapêutica seria crucial nesse momento. Seu marido pode se beneficiar de um acompanhamento psicológico ou psicanalítico para explorar os motivos subjacentes ao uso da substância. Na terapia, ele teria a oportunidade de trabalhar questões emocionais que podem estar contribuindo para esse comportamento autodestrutivo. Além disso, tratamentos voltados especificamente para dependência química, como programas de reabilitação ou grupos de apoio, podem ser eficazes em ajudá-lo a romper esse ciclo.

    Quanto a você, é igualmente importante buscar apoio para lidar com a situação. Estar em um relacionamento com alguém que enfrenta dependência pode ser emocionalmente exaustivo e pode, muitas vezes, levar a sentimentos de impotência ou culpa. A ajuda de um terapeuta ou um grupo de apoio para familiares de dependentes químicos pode lhe proporcionar um espaço para expressar suas emoções, compartilhar experiências e aprender estratégias para cuidar de si mesma enquanto tenta ajudar seu marido.

    Em última análise, é essencial que você reconheça que, embora possa oferecer suporte e encorajamento, a recuperação do seu marido depende de uma decisão dele de buscar ajuda e se comprometer com o processo. É importante encontrar um equilíbrio entre apoiá-lo e também cuidar do seu próprio bem-estar emocional.

    Você já pensou em sugerir que ele procure um profissional ou um grupo de apoio? Isso pode ser um primeiro passo significativo para ambos.


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  • fumo maconha a uns 3 anos . fumo todos os dias , e quando paro de fumar fico muito estressado e ansi

    fumo maconha a uns 3 anos . fumo todos os dias , e quando paro de fumar fico muito estressado e ansioso , nada esta bom para mim , meu raciocínio esta muito ruim , e oque mas me afeta é o estresse quando paro de fumar , pensamentos estranhos , e dificuldade para fazer tarefas simples ao dia a dia .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Gostaria de convidá-lo a refletir um pouco mais profundamente sobre o que você está experimentando. Quais são as necessidades emocionais ou psíquicas que você sente que a maconha tem ajudado a atender? O que acontece quando você não a usa? Em que momentos você sente que o estresse e a ansiedade se tornam mais intensos? Existe algo no seu cotidiano, na sua vida emocional ou nas suas relações que você sinta que está conectado a esses sintomas, além do uso da substância? Seria uma boa ideia para você fazer terapia. Fico a disposição.


  • Eu não sinto vontade de fazer uma família é normal?

    Eu não sinto vontade de fazer uma família é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Sim, é totalmente normal não sentir o desejo de formar uma família. Quando nos perguntamos sobre o "normal" e o "patológico", especialmente à luz de pensadores como Giorgio Agamben, podemos entender que as categorias de normalidade e patologia não são fixas ou universais, mas sim construções culturais e históricas. Para Agamben, essas distinções podem ser vistas como parte de um campo de tensões entre o que é permitido e o que é marginalizado, e o que é considerado "normal" pode variar de acordo com a sociedade e o momento histórico.

    Do ponto de vista psicanalítico, a decisão de não querer formar uma família pode estar relacionada a muitos fatores, como a história de vida, as experiências afetivas e a relação com as expectativas sociais. A psicanálise também questiona a ideia de que há um único modelo "normal" de vida ou de subjetividade. Para algumas pessoas, a construção de uma família pode ser um desejo profundo e necessário; para outras, esse desejo pode não existir ou pode estar em conflito com outras necessidades ou valores pessoais.

    O importante, em qualquer caso, é refletir sobre as suas próprias escolhas e sentimentos, sem se sentir pressionado a se ajustar a um padrão imposto externamente. O que é crucial é que você esteja atento ao que sente e ao que isso representa para você, sem se preocupar em rotular essas experiências como normais ou patológicas.


  • Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo p

    Eu não me sinto à vontade em falar. Eu tenho vergonha, eu nem sequer sei que especialidade eu devo procurar. Eu fico pensando que isso seria só fraqueza e vaidade. Será que teria algum tipo de assistência, algum tipo de lugar onde eu pudesse me questionar? Eu não consigo mais resolver minha vida só eu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Falar envolve exposição, encontros e desencontros, mal entendidos e tudo o mais. Mas a linguagem (seja ela falada ou não) é a única maneira que temos de nos comunicar uns com os outros... Você parece perceber que isso te traz prejuízos. Fale com um psicólogo(a) sobre sua história e quando isso começou, porque é difícil falar, quais são seus medos, fantasias etc... será preciso falar, mas no seu tempo e a seu modo. Um abraço


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Na terceira idade, as dúvidas, inseguranças e medos costumam estar ligados a mudanças significativas, como a perda de pessoas próximas, aposentadoria, questões de saúde, e adaptações nas rotinas. Essas preocupações são naturais, mas podem ser desafiadoras, levando ao isolamento ou até ao desenvolvimento de quadros ansiosos ou depressivos.

    Buscar um apoio emocional e profissional pode ser essencial para lidar com essas questões. A psicanálise oferece um espaço seguro para explorar esses sentimentos, compreendê-los, e desenvolver novas perspectivas. No setting terapêutico, você pode revisitar experiências passadas, ressignificar momentos importantes e conectar-se com desejos e sonhos que muitas vezes ficam adormecidos. A escuta atenta e a compreensão profunda do analista ajudam o paciente a se sentir acolhido, validado, e menos só em suas angústias.

    Além disso, grupos de convivência, grupos de apoio, e atividades comunitárias para pessoas da sua idade também podem proporcionar um suporte importante. Esses ambientes permitem a troca de experiências com pessoas que vivenciam questões semelhantes, promovendo um sentimento de pertencimento e construindo vínculos.

    Para aqueles que buscam ajuda, existem alternativas na rede pública e privada. Muitos municípios oferecem apoio psicológico para idosos através de serviços de saúde, como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou iniciativas em centros de convivência. Uma conversa inicial com profissionais de saúde ou assistentes sociais pode abrir portas para encontrar o suporte necessário.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Parece que você está passando por um momento de desconexão emocional. Esse tipo de dificuldade em manter uma conversa ou se conectar emocionalmente pode estar relacionado a uma série de fatores, como estresse, cansaço mental, ou até questões mais profundas de insatisfação ou desconforto em sua vida emocional ou no relacionamento.

    O primeiro passo seria tentar se observar com mais atenção e perguntar o que está por trás dessa desconexão. Como você se sente no relacionamento? Há algo não resolvido que esteja te incomodando? Está tudo bem no seu dia a dia, no seu trabalho, ou em outras áreas da sua vida? Às vezes, problemas em outras áreas podem afetar a capacidade de se concentrar e se conectar com o parceiro.

    Seria útil também explorar a forma como você se comunica com sua esposa. Pode ser que a maneira como ela fala, ou o conteúdo das conversas, esteja te levando a uma sensação de distanciamento, seja por você não se sentir emocionalmente disponível, seja por você não se identificar com o que está sendo dito. Pode haver uma falta de sintonia emocional entre os dois nesse momento.

    Uma boa prática seria tentar, gradualmente, voltar a focar nas conversas, com mais atenção, e tentar entender o que ela está realmente dizendo, buscando maior conexão emocional. Também é importante que você possa compartilhar com ela o que está sentindo. Um diálogo aberto sobre essa dificuldade pode ser um caminho para reencontrar a comunicação e a intimidade no relacionamento. Se perceber que esses comportamentos persistem e são difíceis de lidar sozinho, a terapia individual ou de casal pode ser uma boa alternativa para investigar as causas desse afastamento..


  • Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    jovem ou idoso, qualquer pessoa pode produzir movimentos interessantes em suas vidas desde que haja interesse e abertura em falar sobre si e se escutar com a ajuda de um outro escutador.


  • Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do

    Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
    Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    O psicólogo pode atuar ajudando a compreender as questões subjacentes, como os gatilhos emocionais ou os conflitos internos que podem estar contribuindo para o uso excessivo do álcool, através de terapias como a psicanálise ou outras abordagens psicoterapêuticas. Caso haja também sintomas de dependência física ou psíquica mais graves, o psiquiatra seria relevante, pois pode avaliar a necessidade de intervenções médicas, como o uso de medicamentos para controle de impulsos ou ansiedades associadas ao abuso. O ideal seria uma abordagem multidisciplinar, que envolvesse ambos os profissionais, para tratar a complexidade do problema.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Boa tarde.

    A ansiedade e o estresse são experiências que se sobrepõem com frequência, mas cada uma tem suas características e origens. A ansiedade costuma estar ligada a uma sensação constante de apreensão, medo ou preocupação, muitas vezes sem uma causa externa imediata ou identificável, enquanto o estresse é geralmente uma resposta a uma pressão ou demanda externa, seja no trabalho, relacionamentos ou outras áreas da vida.

    Para fazer uma avaliação, o ideal é buscar um profissional da saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, que possa ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo com você. Num espaco terapeutico voce pode ser ajudado a entender o contexto da sua vida e identificar se o que você está vivendo é ansiedade generalizada, um quadro de estresse, ou se ambos estão interligados.

    Caso ainda não tenha procurado ajuda profissional, seria um bom passo começar com uma consulta com psicologo(a) e, talvez, dependendo do quadro, um(a) psiquiatra.


  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    A ansiedade se caracteriza por uma sensação de apreensão constante e generalizada.
    A pessoa se sente constantemente ameaçada ou preocupada, mesmo em situações que não necessariamente justificariam esses sentimentos. Fisicamente, isso pode se manifestar em sintomas como tensão muscular, falta de ar, inquietação, dificuldade para relaxar, e distúrbios do sono. Em um nível psíquico, a ansiedade pode estar vinculada a desejos e conflitos inconscientes, que emergem como um desconforto persistente diante do futuro ou da possibilidade de fracasso, perda, entre outros.

    No pânico é mais comum as pessoas sentirem desamparo extremo, perda da estabilidade emocional por completo e sensaçao de morte iminente. Enquanto a ansiedade tende a ser mais constante, o pânico aparece em episódios intensos, mas espaçados, frequentemente causando receio de futuras crises (o que é chamado de "ansiedade antecipatória"). Na dúvida, buscar a ajuda de um psicanalista pode ser muito útil. No espaço analítico, pode-se explorar a natureza dessas emoções, suas raízes inconscientes, e desenvolver ferramentas psíquicas para enfrentá-las de forma mais compreensiva e menos paralisante.


  • Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    medicamentos podem ajudar a amenizar os sintomas físicos e a regular o sono nessa fase mais crítica e inicial, mas a psicoterapia é fundamental para que você não fique apenas medicado, pois isso seria tratar seu sintoma crua e objetivamente, sem trabalho subjetivo (entender como você narra e se relaciona com as causas do burn out, seus desejos e conflitos). como tratar bem um sintoma para que ele não continue maltratando? o primeiro passo é falar sobre o sofrimento para além de identificar uma lista de sintomas.


  • Desde a infância dramatizo fatos superficiais (internamente), sou exigente comigo mesma e tímida. Atualmente

    Desde a infância dramatizo fatos superficiais (internamente), sou exigente comigo mesma e tímida. Atualmente tenho grandes variações de humor, sinto uma tristeza infundada, uma insatisfação constante com a minha vida e com a minha imagem. Qual profissional poderia me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Parece que você está lidando com uma série de sentimentos intensos e contraditórios (conflitos), que podem estar relacionados a questões de autopercepção, rigor e dificuldades emocionais mais profundas. O fato de experimentar uma tristeza sem uma causa aparente e sentir uma insatisfação constante pode ser um reflexo de um mal-estar psicológico que merece ser investigado com mais cuidado. Um psicoterapeuta, particularmente um psicanalista, poderia ajudá-la a compreender melhor esses sentimentos, explorando as raízes inconscientes de suas emoções, suas dinâmicas internas e os padrões de comportamento que se repetem ao longo da sua vida. O processo terapêutico pode ser um espaço de acolhimento das suas dificuldades, ajudando-a a encontrar novos caminhos. Se precisar, estou disponível.


  • Pensamentos suicidas são sempre motivo para buscar por ajuda ou podem ser algo normal e comum a tod

    Pensamentos suicidas são sempre motivo para buscar por ajuda ou podem ser algo normal e comum a todos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Patricia Andrade

    Se forem persistentes e você estiver passando por momentos difíceis, de angustia e tristeza intensa, com muitos conflitos internos, algo em sua vida certamente está pedindo cuidado e escuta. Fique atento e considere sim ajuda psicológica e busque sua rede de apoio. Pensamentos negativos são sempre muito perigosos, fique atento a eles e saiba que você não é seus pensamentos e que eles mudem e fluem ao longo das fases e momentos da vida. Fico a disposição.


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Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.