Perguntas do paciente (1079)
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Como posso me acalmar durante uma situações em público? Quando vou ler algo, sinto falta de ar, uma
Como posso me acalmar durante uma situaçao em público? Quando vou ler algo, sinto falta de ar, uma tremedeira e sensação de que o coração vai sair pela boca, há jeitos de se acalmar antes dessa situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode ser ansiedade de desempenho social. Sim ,existe tratamento. Procure um terapeuta da linha cognitivo comportamental para te ajudar.
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Eu estou tentando não gostar de mulheres pq tive uma decepção amorosa, acho que talvez eu nem mesmo
Eu estou tentando não gostar de mulheres pq tive uma decepção amorosa, acho que talvez eu nem mesmo seja lésbica e isso só me serviu pra abrir os olhos, não estou conseguindo pensar, queria saber o que fazer pra mudar o sentimento de angústia? Sinto que não sou mais eu.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a dor do término de um relacionamento é comparado ao luto da morte. É muito dificil lidar com a perda; são inúmeros sentimentos; choque; tristeza, raiva, medo; indignação; desilusão, etc. Assim como o luto, existem fases pelas quais as pessoas que passam por um fim de relacionamento enfrentam; negação (isso não está acontecendo, não pode ser verdade); raiva (essa pessoa nao deveria ter feito isso comigo); barganha (busca soluções mágicas ou não para lidar com a questão, busca razões; tenta mudar para que a pessoa volte); tristeza (sente a falta da pessoa e toda a dor do amor perdido) e por último a aceitação. Essas fases podem se misturar ao longo do processo. Cada pessoa vai ter um tempo para lidar com isso e não tem fórmula mágica. Nesse momento você vai questionar muitas coisas e somente quando a poeira baixar vai poder pensar e decidir se é lésbica ou não. Decepções amorosas são dificeis mesmo de lidar. Em primeiro lugar você não deve negar ou tentar fugir dos sentimentos, chore, converse com os amigos, desabafe, não sinta vergonha e nem medo dos seus sentimentos; resgate sua autoestima, cuide-se, faça coisas que gosta, organize sua rotina; faça novos planos e por último se puder invista em uma psicoterapia, isso vai te ajudar a superar esse trauma mais rapidamente e de uma forma mais saudável pra vc. Abraço.
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Como superar um término, ao ter sido abandona de um dia pro outro ?
Como superar um término, ao ter sido abandona de um dia pro outro ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a dor do término de um relacionamento é comparado ao luto da morte. É muito dificil lidar com a perda; são inúmeros sentimentos; choque; tristeza, raiva, medo; indignação; desilusão, etc. Assim como o luto, existem fases pelas quais as pessoas que passam por um fim de relacionamento enfrentam; negação (isso não está acontecendo, não pode ser verdade); raiva (essa pessoa nao deveria ter feito isso comigo); barganha (busca soluções mágicas ou não para lidar com a questão, busca razões; tenta mudar para que a pessoa volte); tristeza (sente a falta da pessoa e toda a dor do amor perdido) e por último a aceitação. Essas fases podem se misturar ao longo do processo. Cada pessoa vai ter um tempo para lidar com isso e não tem fórmula mágica. Em primeiro lugar você não deve negar ou tentar fugir dos sentimentos, chore, converse com os amigos, desabafe, não sinta vergonha e nem medo dos seus sentimentos; resgate sua autoestima, cuide-se, faça coisas que gosta, organize sua rotina; faça novos planos e por último se puder invista em uma psicoterapia, isso vai te ajudar a superar esse trauma mais rapidamente e de uma forma mais saudável pra vc. Abraço.
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Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita it
Meu filho tem nove anos é super inteligente na escola em relação aos conteúdos .mas não tem muita iteração com as outras crianças só quer brincar sozinho diz q ninguém gosta dele e brinca com os dedos será q é autismo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Inúmeros fatores além do autismo podem estar ocasionando esse comportamento. Você está relatando uma dificuldade de interação com os pares que é um dos sintomas do autismo, mas não é o único, podem ser altas habilidades (superdotação), déficit nas habilidades sociais, timidez, entre várias coisas. Talvez valha a pena leva-lo a um neuropediatra ou psicologo para fazer uma avaliação e se for necessário para fechar qualquer tipo de diagnóstico uma avaliaçao neuropsicológica.
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Olá! É possível ser diagnósticado com Asperger e como Pessoa Altamente Sensível (PAS) ao mesmo tempo
Olá! É possível ser diagnósticado com Asperger e como Pessoa Altamente Sensível (PAS) ao mesmo tempo? Obrigado!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Uma pessoa dentro do Espectro pode ter traços que correspondam ao perfil PAS (hipersensibilidade e introspecção).
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Não estou sabendo lidar com o meu filho de 3 anos. Qdo eu falo q ele não pode fazer algo ou eu champ
Não estou sabendo lidar com o meu filho de 3 anos. Qdo eu falo q ele não pode fazer algo ou eu chamo a atençao ( mas eu tento fazer conversando sem brigar) tento usar psicologia positiva, olho nos olhos dele, seguro nas maozinhas, abaixo ate a altura dele. Mas ele fica muito irritado. Ele joga tudo o que ele vê pela frente. Qualquer coisa mesmo e avança em mim ou no meu marido. Nos da tapa, quer beliscar. Ele é bem nervoso. Eu não sei oq fazer. Eu tento conversar com ele. Ele me chuta. Fico muito triste. As vezes acho que não estou sabendo cria-lo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você se sinta frustrada e triste, pois educar uma criança de 3 anos pode ser desafiador, especialmente quando ela reage com agressividade. Mas saiba que isso não significa que você está falhando como mãe. Crianças nessa idade ainda estão aprendendo a lidar com emoções e frustrações, e é comum que expressem isso de maneira intensa, porque ainda não têm maturidade para regular os sentimentos sozinhas.Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar: Mantenha a calma e valide os sentimentos: Mesmo quando seu filho reage com raiva, tente manter a calma. Se ele jogar algo ou bater, diga com firmeza, mas sem gritar:
"Eu sei que você está bravo, mas não podemos bater ou jogar coisas. Vamos respirar juntos até você se acalmar." Ele precisa aprender que sentir raiva é normal, mas que existem outras formas de expressá-la. Defina limites claros e coerentes: Se ele bater, beliscar ou jogar objetos, mostre que há consequências diretas: Se ele joga um brinquedo, diga: "Vejo que você está bravo, mas não podemos jogar brinquedos. Vou guardar este por enquanto e podemos conversar depois." Se ele bater, pegue suas mãos gentilmente e diga: "Não batemos. Vamos respirar fundo juntos." Isso ensina que certas ações têm consequências, mas sem punições severas. Ajude-o a nomear as emoções: Crianças pequenas não sabem expressar o que sentem com palavras, então ensinar a nomear as emoções ajuda muito: "Você está bravo porque queria continuar brincando?" "Você ficou frustrado porque eu disse não?" Isso ajuda a desenvolver o autocontrole emocional. Ofereça alternativas para descarregar a raiva.Se ele estiver muito agitado, ofereça formas seguras de expressar a raiva: Bater em um almofadão em vez de pessoas.Apertar uma massinha ou um bichinho de pelúcia. Pular ou correr até se acalmar. Crie uma rotina previsível: Crianças pequenas se sentem mais seguras quando sabem o que esperar. Ter horários organizados para comer, dormir e brincar ajuda a reduzir birras e crises de frustração. Reforce os bons comportamentos:
Sempre que ele agir de forma positiva, elogie imediatamente:"Muito bem! Você pediu com calma, isso me deixou muito feliz." "Eu vi que você respirou fundo ao invés de gritar, parabéns!" Isso mostra que atitudes positivas trazem mais atenção do que as negativas. Se necessário, busque ajuda profissional. Se a agressividade continuar muito intensa e frequente, pode ser interessante conversar com um psicólogo infantil. Algumas crianças têm maior dificuldade em regular emoções e podem precisar de suporte extra. Você está fazendo o seu melhor, e o fato de estar preocupada já mostra que você é uma mãe atenta e dedicada. Com paciência e constância, ele vai aprendendo a lidar melhor com as emoções. Abraço.
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Eu tenho 22 anos, e sou casada com o pai da minha filha, namoramos desde os 16 e nos casamos ano pas
Eu tenho 22 anos, e sou casada com o pai da minha filha, namoramos desde os 16 e nos casamos ano passado. A cerca de 8 meses não consigo ter relações com ele.. me sinto incomodada quando ele me toca, sinto tesão, mas me sinto incomodada, as vezes até com vontade de chorar, ficamos semanas sem relações e acabo fazendo porque ele nao tem culpa, tenho vergonha de falar para ele como me sinto, medo de que o mesmo fique chateado. Nunca me senti assim antes, começou a pouco tempo como dito acima.. é um incomodo tao grande que quando ele me toca preciso pensar em algo muito distante para nao sair correndo ou chorar, evito ate beija-lo pois me incomoda,
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Querida busque ajuda, precisa entender o que não está bem; o que está desencadeando isso. Ademais você está sofrendo com essa situação. Imagino que é frustrante receber a resposta procure um profissional, mas é porque é preciso entender muito melhor essa situação e tudo que acontece em volta para poder ajudar. Inúmeros fatores podem estar te trazendo isso. Bjs
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Oque acontece com a pessoa que é internada por automutilação? Primeira ela passa por um médico e dep
Oque acontece com a pessoa que é internada por automutilação? Primeira ela passa por um médico e depois um psicólogo? Oque acontece durante esse tempo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando uma pessoa é internada por automutilação ou por qualquer internação em Saúde Mental, o procedimento vai variar dependendo do local (hospital geral, unidade psiquiátrica, emergência, etc.), da gravidade do caso e das políticas do serviço de saúde. Em geral, o processo segue algumas etapas principais: Avaliação Médica Inicial: A pessoa é atendida por um médico, geralmente no setor de emergência, para: Tratar possíveis ferimentos decorrentes da automutilação ou outros. Avaliar o risco de suicídio e a necessidade de internação. Investigar causas médicas que possam estar associadas ao comportamento, como uso de substâncias ou transtornos psiquiátricos. Se o médico identificar risco significativo, ele pode encaminhar para uma equipe de saúde mental. Avaliação Psiquiátrica: Um psiquiatra ou outro profissional de saúde mental faz uma avaliação mais aprofundada para entender: O contexto da automutilação (gatilhos emocionais, frequência, intenção suicida ou não suicida). A presença de transtornos psiquiátricos, como depressão, transtorno de personalidade borderline, ansiedade ou outros.O risco de novos episódios e a necessidade de internação prolongada. Dependendo da gravidade, pode ser recomendada uma internação psiquiátrica voluntária ou involuntária.Atendimento Psicológico
Se a pessoa estiver em condições estáveis, um psicólogo pode iniciar um acompanhamento para:
Trabalhar estratégias de enfrentamento.Identificar padrões emocionais e cognitivos associados à automutilação.Oferecer suporte e encaminhar para terapia a longo prazo.Decisão sobre a Internação. Se o risco for baixo a moderado, a pessoa pode receber alta com encaminhamento para tratamento ambulatorial (psicoterapia e possível uso de medicação). Se o risco for alto (intenção suicida, falta de controle, agravamento do quadro), pode ser indicada uma internação psiquiátrica para estabilização e monitoramento. Durante a internação, a pessoa pode receber:
Terapia individual e em grupo.Medicação, se necessário. Atividades terapêuticas para desenvolver novas formas de regulação emocional. A internação geralmente tem como objetivo a estabilização da pessoa e a construção de um plano de tratamento para que ela possa seguir com acompanhamento após a alta. Se você ou alguém próximo está passando por isso, buscar ajuda profissional é um passo importante.
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Geralmente tenho medo do tempo, da morte e do futuro... sim, por mais que eu saiba que não temos o c
Geralmente tenho medo do tempo, da morte e do futuro... sim, por mais que eu saiba que não temos o controle do tempo, eu sinto medo quando percebo o tempo passar, ver as coisas (ruas, casas, etc) e pessoas que eu gosto envelhecendo... meu medo é voltado as pessoas que eu amo e saber que um dia todos vão partir, que todo dia que passa e menos um dia para eles e para mim, e isso se intensificou quando soube que uma pessoa muito querida da família está com uma doença muito grave. Resumindo, esse medo significa que estou desenvolvendo ansiedade ou algo do tipo? também sinto alguns sintomas de tontura e coceiras algumas vezes sem motivo aparente... meu objetivo é saber se realmente devo marcar uma consulta com um especialista ou se é algo normal
Muito obrigada pela atenção.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é compreensível e humano. O medo do tempo, da morte e das perdas faz parte da experiência de muitas pessoas, especialmente quando nos deparamos com situações difíceis, como a doença de alguém querido. Esse tipo de pensamento pode se intensificar em momentos de maior estresse e incerteza, como parece ser o seu caso agora.
No entanto, quando essas preocupações se tornam frequentes, intensas e começam a afetar seu bem-estar diário — causando sintomas físicos como tontura e coceira, por exemplo — pode ser um sinal de ansiedade. O transtorno de ansiedade pode se manifestar de várias formas, incluindo pensamentos obsessivos sobre o futuro, medo da perda, além de sintomas físicos sem causa médica aparente. Mesmo que o que você esteja sentindo seja uma reação natural ao momento difícil que está vivendo, buscar um profissional pode ajudar a lidar melhor com esses medos e encontrar estratégias para reduzir a angústia. Um psicólogo pode te auxiliar a trabalhar esses pensamentos e a encontrar formas mais saudáveis de lidar com a incerteza da vida. Se esses medos estão te causando sofrimento significativo ou atrapalhando sua rotina, marcar uma consulta pode ser um bom caminho. Você tem sentido essa ansiedade atrapalhar seu dia a dia de alguma forma? Se sim acredito que vale a pena procurar ajuda de um profissional de saúde mental. Boa sorte.
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Olá. Minha filha sempre foi reservada na escola e sempre se queixou de que seus colegas eram desorga
Olá. Minha filha sempre foi reservada na escola e sempre se queixou de que seus colegas eram desorganizados e bagunceiros o que para ela era um incomodo. Ela sempre foi inteligente e não gosta de fazer perguntas sobre as matérias na escola porque acredita não ter necessidade, certo dia anos atrás, ela chegou em casa chorando pedindo para aprender a socializar, coisa que infelizmente não consegui ajudar no fim das contas.
Dias antes de fazer doze anos, começou a se isolar ainda mais que antes e a procurar amigos que jamais viu na internet. O problema é que ela mudou com a família também, ainda acha os colegas chatos e focou a amizade dela em dependência de apenas uma unica colega. Passou a ficar encostada em pilastras na escola durante o intervalo, usando uma blusa de frio com capuz em dias de extremo calor, tomar chuva sem vontade de sair dela durante horário escolar e se cortou escondido com uma gilete em casa, coisa que, segundo ela, não doeu e ela não sabe o porquê fez. Estou lutando para ajudar, mas ela tem picos de humor, socializa comigo apenas quando quer e que ninguém de fora da família esteja vendo, tendo momentos de stress sem aparente motivo.
Na escola, os professores tentaram inserir ela em convívio com as colegas de sala, mas ela mesma se recusa a criar um relacionamento, recusando os convites das colegas para estarem juntas e voltando a se isolar.
Tento passar ela em psicólogo (a), só que ela fica tensa, me chama de superprotetora, reclama de não precisar de ajuda profissional ou da família e sempre tenta me tapear quebrando as regras que imponho sobre o uso de celular como, horário, sites, redes sociais, jogos, vídeos com conteúdo sobre automutilação que antes ela andava assistindo escondida tal como músicas tristes e com letras sobre ser inútil e buscar o suicídio, infelizmente, disponíveis em apps de vídeos populares.
Preciso de ajuda para ajudar minha filha. Obrigada a quem puder me orientar!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá querida, poxa que situaçao dificil para uma mãe. Você vai precisar de ajuda de um profissional (um psicólogo, neuropsicólogo ou neuropediatra ou psiquiatra) para que se possa entender o que está acontecendo com ela. É preciso em primeiro lugar fechar um diagnóstico. Talvez o neuropsicologo seja menos ameaçador porque como são feitos testes e escalas a interação seria mais fácil e o diagnóstico seria fechado, A partir disso ver qual caminho tomar, qual o tipo de tratamento, o que você descreveu é característico de vários tipos de quadros distintos. É natural que ela não queira ir no psicólogo ou afim já que ela nao quer ou não consegue interagir, mas ela precisa ir. Você por outro lado está precisando de orientação em como lidar com ela. Chamamos isso de orientacão parental. Busque ajuda.
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Suspeito q tenho sexomnia, mas eu acordo e lembro de tudo, inclusive dos sonhos q tive. Eu vi q quem
Suspeito q tenho sexomnia, mas eu acordo e lembro de tudo, inclusive dos sonhos q tive. Eu vi q quem tem esse distúrbio não lembra das coisas. Eu inclusive já sonhei que estava transando com meu filho de apenas 6 anos... Acordei me masturbando e tendo orgasmo. Mas na msm hora senti nojo. Oq pode ser isso? Normalmente eu acordo nas horas dos orgasmos e acordo super constrangida.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sei que essa situação pode estar te causando muito desconforto e angústia. O que você descreve pode estar relacionado a um fenômeno chamado sonho erótico com ativação motora, que é diferente da sexomnia.A Diferença entre Sexomnia e Sonhos Eróticos com Ativação Motora é que a Sexomnia: É um transtorno do sono na categoria das parassonias, em que a pessoa pode apresentar comportamentos sexuais durante o sono sem estar consciente e, geralmente, sem lembrar do ocorrido ao despertar. Sonhos eróticos com ativação motora: São sonhos de conteúdo sexual nos quais o corpo reage de forma involuntária, podendo resultar em excitação e até masturbação inconsciente. A pessoa pode acordar durante o processo e lembrar do sonho.
Sobre o Sonho com Conteúdo Inapropriado. Ter sonhos com conteúdos perturbadores, como incesto ou situações que vão contra seus valores, não significa que você tem desejos reais por isso. O cérebro associa memórias e símbolos de maneira aleatória nos sonhos, e eles não refletem sua moralidade ou caráter. O fato de você sentir nojo e constrangimento mostra que isso não é algo que você deseja conscientemente.O Que Pode Estar Acontecendo? Ativação sexual durante o sono: O cérebro pode ativar áreas ligadas ao prazer de forma involuntária durante sonhos, sem que isso tenha ligação com seus desejos reais. Fatores emocionais e psicológicos: Estresse, ansiedade, traumas ou culpa podem influenciar o conteúdo dos sonhos. Distúrbios do sono: A privação de sono ou o uso de certos medicamentos podem afetar os padrões de sonhos e despertar. Se isso está te incomodando, buscar ajuda de um profissional de saúde mental pode ser um bom caminho para entender melhor esses episódios e encontrar formas de lidar com eles. Se houver suspeita de distúrbio do sono, uma avaliação com um especialista em medicina do sono também pode ajudar. Abraço.
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Minha nora foi diagnosticada com epilepsia, ela está vivendo com meu filho na Bélgica, a cerca de 7
Minha nora foi diagnosticada com epilepsia, ela está vivendo com meu filho na Bélgica, a cerca de 7 meses que não havia manifestação, mas nas últimas semanas tem tido com uma certa frequência, meu filho entende e sabe como ajudá-la, mas acredito que ele está começando a ter ansiedade, eu gostaria de saber como lidar com a situação é como posso ajudar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode ajudar seu filho de algumas formas; Ofereça apoio emocional.Deixe claro que ele pode contar com você. Muitas vezes, só ter alguém para conversar já alivia a ansiedade. Incentive o autocuidado. Ele pode estar muito focado em cuidar da esposa e esquecendo de si mesmo. Sugira que ele tire momentos para relaxar. Oriente sobre buscar suporte. Um psicólogo pode ajudá-lo a lidar melhor com a ansiedade. Se ele estiver sobrecarregado, é importante que tenha acompanhamento. Ajude com informações confiáveis. Quanto mais ele entender sobre epilepsia, menos ansioso pode ficar. Você pode ajudá-lo a buscar fontes confiáveis sobre a condição. Ofereça ajuda prática.Se possível, pergunte se ele precisa de algo concreto, como ajudá-lo a encontrar um especialista ou apenas ouvi-lo sem julgamentos. A ansiedade dele pode ser um reflexo do medo de não saber como agir ou do cansaço emocional. Se puder, tente manter contato frequente para que ele sinta que não está sozinho nessa.
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Olá, estou atualmente tendo um problema sobre ciúmes, minha namorada é incrível, e adoro nossa relaç
Olá, estou atualmente tendo um problema sobre ciúmes, minha namorada é incrível, e adoro nossa relação, porém ela é amiga de um ex ficante que costuma mandar mensagens inconvenientes, e costuma visitar ela, ela diz que não tem nada com ele, porém eu fico com ciúmes, ela alegou que eu deveria confiar mais nela, não sei bem o que fazer, isso realmente me incomoda, ela disse que não vai parar de falar com ele pois é amigo dela. Espero grato pela resposta
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, o ciúme é um sentimento que incomoda muito, dificil de controlar e que interfere no relacionamento; é um mix de emoções, sentimentos, sensações, comportamentos que trazem muito desconforto pra nós e muitas vezes para quem amamos. Mas é importante saber que o ciúme é um sentimento normal, que todas as pessoas sentem em algum momento (até animais sentem ciúmes) e é instintivo de certa forma; ele é uma resposta emocional de quando sentimos que nosso relacionamento com alguém que amamos está sendo ameaçado por um terceiro. Não é errado sentir e muito menos é possível controlar o ciúmes (assim como qualquer sentimento ou pensamento); o importante é que é possível controlar o nosso comportamento; não podemos controlar nossos pensamentos e sentimentos; mas estamos aptos a controlar nossas atitudes. Não da pra racionalizar o ciúme e sempre é bom aceitar e respeitar nossos sentimentos. Dito isso voltando para você: Você está sentindo de alguma forma ameaçado por essa terceira pessoa? Incomoda o fato de outra pessoa desejar sua namorada? Você tem algum motivo para desconfiar dela? Você sente que ela compreendeu os seus sentimentos? Se sentiu validado por ela? Você se sente de algum modo desrespeitado nessa situação? Esses pensamentos e sentimentos tem ajudado? Essa preocupação me ajuda a prever o que pode acontecer no futuro e evita que seja pego de surpresa? Por que eu estou com essa preocupação? Existe alguma alternativa melhor do que essa preocupação? Essas perguntas servem para ficar claro para você o que motivou esse sentimento e o que ele significa pra você. Quando tiver consciencia disso e entender o que acontece fica mais facil de lidar com o sentimento e comunicar para o outro. Acredito que esse sentimento deve ser dividido com o parceiro e ambos tem que resolver essas questões juntos; O primeiro passo seria reconhecer e aceitar o sentimento, o segundo perceber que isso interfere na relação; explique para o outro o que você sente quando a situaçao acontece; ouça sua parceira com atenção e sem julgar (mesmo que não concorde), procure compreender o lado dela e o impacto que seu ciume traz na vida dela. Por fim tentem resolver como lidar com a questão, um meio termo onde vc se sentiria mais seguro e ela tivesse a liberdade de estar com seu amigo. Relacionamentos tem concessões e acordos. Caso isso te incomode muito e você não consiga chegar a um bom termo busque uma terapia pontual para resolver essa questão; muitas vezes por trás de uma questão tem muitas outras coisas por trás. Pode ser muito produtivo para você. Um abraço
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Como trabalhar s frustação do autista para parar de nater a cabeça ?
Como trabalhar a frustação do autista para parar de bater a cabeça ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ideal é procurar orientaçao com um psicologo da linha comportamental especializado. A terapia comportamental ajuda a criança a substituir esse comportamento através do desenvolvimentos de novas habilidades e estratégias, ensinando outras formas mais funcionais de lidar com a frustração.
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Olá! Tenho 22 anos e tenho TDAH. Sempre planejo minha rotina, sei o que tenho que fazer, mas acabo p
Olá! Tenho 22 anos e tenho TDAH. Sempre planejo minha rotina, sei o que tenho que fazer, mas acabo procrastinado, me distraindo muito com jogos eletrônicos, os quais gosto desde criança. Percebo que passo grande parte do tempo divagando sobre estes, em vez de focar em minhas tarefas, o que vem atrapalhando em minha vida acadêmica e pessoal. Devo buscar ajuda profissional ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o tratamento padrão ouro do TDAH é medicamentoso e terapia cognitivo comportamental ou reabilitaçao neuropsicológica.
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Costumo andar de um lado para o outro, movimentos repetitivos, estralaro corpo mais de uma vez ao di
Costumo andar de um lado para o outro, movimentos repetitivos, estralaro corpo mais de uma vez ao dia, lasco unha desde pequena, tímida, não gosto de ficar sozinha porém não gosto de ficar com pessoas, não sei manter conversa, criei amigos na cabeça, sonho acorda, provavelmente paladar infantil, pensamentos violentos, distraio fácil, não gosto de fazer a mesma tarefa por muito tempo. O que posso ter?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu entendo que você está buscando uma explicação para algumas das suas características e comportamentos, e é ótimo que você esteja refletindo sobre isso. No entanto, apenas um profissional especializado, como um neuropsicólogo, psiquiatra ou psicólogo clínico, pode avaliar com precisão e te dar um diagnóstico, caso seja necessário. O que você descreve pode estar relacionado a várias condições ou características individuais, como:Traços neurodivergentes: Algumas características que você mencionou podem estar associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou ao TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), como dificuldades sociais, distração, movimentos repetitivos e sensibilidade alimentar. Ansiedade ou transtornos emocionais: O comportamento de roer unhas, estalar o corpo e ter pensamentos repetitivos pode estar ligado à ansiedade ou a transtornos obsessivo-compulsivos. Alta sensibilidade ou introversão: Você mencionou não gostar de estar sozinha, mas também não gostar de ficar com pessoas, o que pode indicar uma dificuldade em encontrar um ambiente social confortável. Paladar infantil: Isso pode estar relacionado a seletividade alimentar, comum em algumas condições neurodivergentes ou até mesmo em pessoas sem diagnóstico específico. Se essas questões estão te causando sofrimento ou prejudicando sua rotina, vale a pena buscar um profissional para uma avaliação mais detalhada. Você já pensou em conversar com um psicólogo sobre isso? Abraço.
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Olá, eu fui diagnosticada com ansiedade aos 7 anos de idade, e sempre ia aos hospitais por estar pas
Olá, eu fui diagnosticada com ansiedade aos 7 anos de idade, e sempre ia aos hospitais por estar passando mal. Hoje em dia tenho 18 anos, e diria que estou lidando "bem" mesmo sem remédios, mas, ultimamente eu tenho pensado demais, toda as vezes que estou num ambiente social e depois vou pra casa, sempre penso nas coisas que eu fiz e disse pra os outros, mesmo que não tenha nada demais. Eu não sei se a pandemia por ter piorado, mas passei por uma fase que eu ingerir uma droga chamada Nbome, que é derivado do lsd, só que não é pura, mas foram poucas vezes que ingerir, será que isso pode ter agravado minha ansiedade? será que remédios vão ajudar? talvez cannabis CBD? já que o que eu tenho é patológico.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve — pensar demais nas interações sociais, revivendo o que disse e fez, mesmo que nada tenha sido problemático — é algo muito comum em quem tem ansiedade. A pandemia pode ter agravado isso, já que muitas pessoas perderam o contato social regular e, ao voltar a interagir, ficaram mais autocríticas e ansiosas. Sobre o NBOMe, ele é uma substância psicoativa que pode ter efeitos imprevisíveis e, em alguns casos, causar ou agravar sintomas de ansiedade e paranoia, principalmente se houve episódios de bad trip ou experiências intensas. Mesmo que tenha sido usado poucas vezes, algumas pessoas relatam efeitos prolongados, como maior sensibilidade à ansiedade depois do uso. Sobre os remédios, sim, eles podem ajudar, mas isso precisa ser avaliado por um psiquiatra. Existem antidepressivos e ansiolíticos que podem reduzir a ruminação mental e a ansiedade social. O CBD (canabidiol) também tem sido estudado para ansiedade, especialmente para ansiedade social, e pode ser uma alternativa se você busca algo mais natural. No entanto, o ideal é conversar com um profissional para entender o que faz mais sentido no seu caso. Se você sente que sua ansiedade está te atrapalhando no dia a dia, pode valer a pena buscar ajuda psicológica. Você já fez terapia antes? A TCC é uma abordagem que é muito eficaz em quadros de ansiedade e é considerada padrão ouro no tratamento em conjunto com as medicações. Abraço.
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como controlar o nervosismo antes de falar em publico??
como controlar o nervosismo antes de falar em publico??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Existem várias técnicas para isso. Ansiedade de falar em público é comum para a maioria das pessoas; entretanto algumas pessoas apresentam um medo exagerado e um enorme desconforto desproporcional a situação. A pessoa que tem ansiedade social tem um medo acentuado do desempenho e medo do constrangimento. Sente medo mesmo antes de se expor (por antecipação) tem receio da avaliaçao negativa do outro; isso traz um aumento grande da autocrítica o que faz com que acabe por exibir justamente os comportamentos que quer evitar (parecer nervoso, rígido, inarticulado, brancos, etc.) Infelizmente o tratamento não é tão simples pois é necessário trabalhar os pensamentos, a ansiedade, exposiçao, etc.
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Estamos casados por mais de 10 anos e temos uma filha 10 anos. Amo minha esposa profundamente, porém
Estamos casados por mais de 10 anos e temos uma filha 10 anos. Amo minha esposa profundamente, porém não me sinto mais amado e desejado.
Estamos dormindo em quartos separados e isso não entra na minha cabeça, como se fosse normal. Todas as noite tenho aquele sentimento de solidão e tristeza. Intimidade entre nós só quando eu a procuro e se for ter alguma cobrança do meu lado, escuto que só penso em sexo! Existem fatores que me levam a desconfiança, porém no fundo não acredito que esteja acontecendo algo e por isso brigas já surgiram e ofensas mutuas, tanto da minha parte e acho que até mais e também da dela.
Triste também aqui por está expondo esse meu problema. A terapia nos ajudaria em que?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom, em primeiro lugar é importante saber quais sao as expectativas de cada um em relação ao casamento e quais sao os objetivos dos dois. Daí alinhar essas expectativas. Acredito que o objetivo de ambos seja a realização e se sentirem felizes no relacionamento, mas parece que a forma que vocês vem buscando isso é diferente o que gera o conflito. O que é amor para cada um de vocês? Qual o peso do sexo no relacionamento para cada um? O que cada um de vocês entende por amor? O que é possível negociar? Quais acordos podem ser estabelecidos? O que cada um está disposto a fazer para que o relacionamento melhore? Enfim a terapia pode ajudar nisso. Melhorar o diálogo para que tenham uma comunicação assertiva. abraço.
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Olá. Tenho 33 anos. Comecei na faculdade agora a distância e não estou conseguindo me concentrar na
Olá. Tenho 33 anos. Comecei na faculdade agora a distância e não estou conseguindo me concentrar na leitura e nem absorver o conteúdo. Já tive problemas de depressão ( ainda devo ter), minha empresa está em crise financeira, ando muito pra baixo e não sei o que fazer pra resolver essa situação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, dificuldades de concentração são comuns em quadros depressivos. A depressão atinge circuitos cerebrais que interferem nas funçoes executivas, a atençao é uma delas. Você relata que sua empresa não vai bem e isto por si só já seria um gatilho para a depressão em pessoas que tem histórico. Você pode se beneficiar com uma psicoterapia em conjunto com medicação. Procure um psiquiatra e um psicologo de preferencia que trabalhe com Terapia cognitivo comportamental (tratamento com maior evidencia cientifica). Os medicamentos reequilibram os neurotransmissores e a psicoterapia promove novas conecções cerebrais. A pessoa com depressão tem um modo caracteristico de lidar com sua realidade. Existe uma atençao seletiva (uma especie de foco maior nas coisas ruins), uma visão negativa de si mesmo e do mundo e desesperança no futuro. Isso faz com que maximize as coisas ruins e deixe de observar as boas e que imagine o pior cenário possivel para o futuro, mina a autoestima. Então além de um desequilibrio dos neurotransmissores a depressão também está relacionada a um jeito pessimista de olhar o mundo e é nessa área que a psicoterapia atua sobre essas crenças negativas.
Perguntas frequentes
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Tomei Iumi por 2 anos e 2 meses, mas comecei a me sentir inchada ( por meses só descia 2 dias) e com
A escolha do anticoncepcional deve considerar sintomas, histórico de acne,…