Perguntas do paciente (1079)
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Tudo bem? Uma pessoa que sofre com crise de ansiedade fica doente mais facilmente (como por exemplo
Tudo bem? Uma pessoa que sofre com crise de ansiedade fica doente mais facilmente (como por exemplo gripes e viroses) e os sintomas são mais severos e demoram mais para passar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma pessoa que sofre com crises de ansiedade frequentes pode, de fato, ficar mais suscetível a doenças como gripes e viroses, além de ter sintomas mais intensos e uma recuperação mais lenta. Isso acontece por causa da relação entre ansiedade crônica e o sistema imunológico. A ansiedade enfraquece o sistema imunológico devido ao aumento do cortisol. A ansiedade crônica mantém o corpo em estado de alerta, liberando cortisol constantemente. Esse hormônio, em excesso, pode suprimir o sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável a infecções. Inflamação no corpo: O estresse e a ansiedade podem aumentar processos inflamatórios, dificultando a resposta imunológica e a recuperação. Sono de baixa qualidade: Muitas pessoas ansiosas têm insônia ou um sono fragmentado, o que afeta a regeneração do corpo e reduz a resistência a doenças. Tensão muscular e fadiga: O corpo constantemente tensionado pode levar a um desgaste físico maior, dificultando a recuperação quando a pessoa adoece. Alteração na microbiota intestinal: A ansiedade pode afetar a flora intestinal, que tem um papel importante na imunidade. Além da fragilidade do sistema imunológico, a ansiedade pode aumentar a percepção da dor e do desconforto, tornando os sintomas mais intensos. Provocar hipervigilância, levando a uma sensação de que a doença está pior do que realmente está. Gerar fadiga intensa e recuperação mais demorada, já que o corpo continua em estado de alerta, gastando mais energia. Se você sente que sua ansiedade está impactando sua saúde física com frequência, pode ser útil adotar estratégias para reduzir o estresse, psicoterapia (TCC); meditação, técnicas de respiração, atividade física e hábitos saudáveis. Você tem percebido esse padrão acontecendo com você? Tratar a ansiedade traz muitos benefícios para a saúde mental e física. Abraço.
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Estou em recuperação de uma compulsão pornográfica de pelo menos 15 anos. Agora estou praticando abs
Estou em recuperação de uma compulsão pornográfica de pelo menos 15 anos. Agora estou praticando abstinência total. Me deixou com disfunção erétil por conta dos poderosos estímulos. Alguma terapia sexual pode ajudar nesse processo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, algumas abordagens terapêuticas podem ajudar bastante nesse processo de recuperação e na reversão da disfunção erétil induzida pela pornografia. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamento relacionados ao uso da pornografia e à ansiedade de desempenho. Trabalhar crenças distorcidas sobre sexualidade, prazer e autoestima. Desenvolver novas respostas sexuais sem depender de estímulos artificiais.
Terapia de Dessensibilização e Recondicionamento Sexual. Reinicialização Sexual (Porn-Free Reboot): Um período de abstinência total para permitir que o cérebro se recupere dos estímulos excessivos.Exposição gradual à intimidade real: Sem pressa, focando no toque, na conexão emocional e na excitação natural. Mindfulness e Técnicas de Controle da Ansiedade: Exercícios de atenção plena ajudam a reduzir o desejo impulsivo e a melhorar a conexão com o próprio corpo. Técnicas de respiração e relaxamento auxiliam no controle da ansiedade durante momentos íntimos. Exercícios de Reabilitação Sexual: Técnicas como o "Edging" (controle da excitação sem orgasmo imediato) podem ajudar na recuperação da resposta erétil. Fortalecimento do assoalho pélvico (exercícios de Kegel) pode melhorar a circulação e o controle da ereção (feito com fisioterapeuta pélvico). Se a abstinência total está sendo muito desafiadora ou se houver sofrimento significativo, um terapeuta especializado em sexualidade pode auxiliar nesse processo.
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Treinar o cérebro para adormecer sempre que ouve a mesma música todas as noites dará certo? O sono s
Treinar o cérebro para adormecer sempre que ouve a mesma música todas as noites dará certo? O sono será forte?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Treinar o cérebro para adormecer ao ouvir a mesma música todas as noites pode funcionar, e o processo está relacionado a um fenômeno conhecido como condicionamento clássico, descrito por Ivan Pavlov. Nesse tipo de treinamento, você associa a música a um estado de relaxamento e sono, criando uma resposta automática ao estímulo (a música). Se você ouvir a mesma música todas as noites antes de dormir, seu cérebro começará a associá-la ao momento de relaxamento e à preparação para o sono. Com o tempo, ao ouvir essa música, seu corpo pode começar a entrar em um estado de sono mais facilmente.Ouvir uma música conhecida e calmante pode ajudar a reduzir a ansiedade e os pensamentos inquietantes, que são fatores comuns que dificultam o sono. Isso pode criar uma atmosfera mais tranquila, preparando seu cérebro para descansar. Criação de um ritual de sono: Criar uma rotina consistente é uma estratégia que pode ajudar a sinalizar para o seu cérebro que está na hora de dormir. A repetição dessa música ajuda a construir uma associação que pode melhorar a qualidade do sono, já que o cérebro começa a reconhecer o estímulo (a música) como sinal para descansar. Quanto a qualidade do sono pode melhorar, mas isso depende de vários fatores: O ambiente onde você dorme (temperatura, iluminação, conforto) também desempenha um papel importante. Manter um horário regular de sono, evitar telas antes de dormir e controlar o consumo de cafeína são fatores importantes para garantir um sono mais profundo. Ao associar a música ao sono e manter uma rotina regular, é possível que o sono se torne mais forte e consistente. Contudo, a eficácia desse método pode variar de pessoa para pessoa.
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Terminei um namoro de 10 meses, voltei pra casa dos meus pais, e desde então sinto que a relação com
Terminei um namoro de 10 meses, voltei pra casa dos meus pais, e desde então sinto que a relação com a minha mãe ficou difícil. Minha relação nunca foi fácil. Desde adolescente tenho atritos e discussões constantes com minha mãe. É uma pessoa controladora e muitas vezes crítica e insensível comigo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com relações familiares complicadas, especialmente com uma mãe controladora e crítica, pode ser emocionalmente desafiador, ainda mais em momentos de transição como o término de um namoro. A relação difícil com sua mãe pode estar intensificada pela sua recente mudança de volta para a casa dos seus pais, o que pode trazer à tona antigos padrões de comportamento e tensões.Compreender que o relacionamento com sua mãe tem um histórico de atritos e dificuldades pode ajudar você a se distanciar emocionalmente de algumas das críticas e comportamentos dela. Esse entendimento pode permitir que você reaja de forma mais calma e consciente, sem ser tomada completamente pelo estresse das interações. Quando convivemos com pessoas controladoras, é fundamental estabelecer limites claros e firmes. Falar abertamente sobre o que você não tolera, como críticas insensíveis, e explicar como isso afeta você. Reservar tempo para você mesma, se retirando de discussões intensas ou momentos em que você sente que não está sendo respeitada. Tente expressar seus sentimentos de maneira calma e assertiva, evitando respostas agressivas ou passivas. A comunicação assertiva pode ajudar a reduzir o conflito, pois você expressa suas necessidades de forma clara, sem atacar a outra pessoa. Considerando que a relação com sua mãe nunca foi fácil, buscar um apoio profissional pode ser útil. Terapia familiar ou até uma terapia individual pode ajudar você a entender melhor os padrões de comportamento e a aprender como lidar com a dinâmica familiar de forma mais saudável. É importante reconhecer suas próprias necessidades emocionais. Se o ambiente se tornar muito tóxico ou sobrecarregante, você tem o direito de se afastar temporariamente para preservar seu bem-estar mental. Às vezes, dar espaço pode ajudar a reduzir a tensão e permitir que ambos reflitam sobre a relação. O término de um relacionamento e o retorno para a casa dos pais podem ser momentos ricos para reflexão pessoal. Aproveite este momento para desenvolver sua autonomia emocional, entendendo mais sobre quem você é e o que deseja para suas relações. É normal que você se sinta sobrecarregada por esses conflitos, mas buscar estratégias para lidar com essa relação pode ajudar a criar um ambiente mais harmonioso e saudável, tanto para você quanto para sua mãe.
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Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e
Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e o ciclo se repetia até chegar no ponto onde eu ponderei o que realmente valia apena, mas queria entender porque sinto tanta culpa. O que eu posso fazer para não me sentir culpada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Seu sentimento de culpa pode estar vindo de algumas crenças que você tem sobre trabalho, responsabilidade ou até sobre como os outros podem ver sua decisão. Algumas razões comuns para essa culpa incluem: Crença de que desistir é errado. Você pode ter internalizado a ideia de que "pedir demissão é um fracasso" ou que deveria ter aguentado mais. Medo do julgamento. Pode ser difícil lidar com a sensação de que outras pessoas (família, amigos, ex-colegas) podem desaprovar sua decisão. Incerteza sobre o futuro: Se você ainda não tem um próximo passo definido, é normal se sentir insegura sobre se fez a escolha certa. Alívio misturado com culpa: Se sair do emprego trouxe um alívio, mas você sente que “deveria ter suportado mais”, pode estar se julgando de forma dura. Para ajudar a aliviar a culpa reafirme suas razões: Você saiu porque precisava de algo melhor para você. Isso é válido. Troque a culpa pela autoaceitação: Em vez de pensar "fui fraca por sair", tente reformular para "eu fiz o que eu achei melhor para mim no momento". Aceite que mudanças são normais: Ninguém precisa ficar preso a algo que não faz bem. Mudar de caminho faz parte da vida. Foque no próximo passo:Direcione sua energia para novas oportunidades, aprendizados e o que quer para o futuro. Se ainda se sentir dessa forma busque ajuda de um psicólogo para enfrentar essa situação.
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Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de perso
Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de personalidade antissocial, mas passou por traumas na infância que fizeram o transtorno borderline se desenvolver, pode ter uma amígdala hipoativa ao invés de hiperativa. E queria saber também caso se isso for possível, como funcionaria as emoções, impulsos etc dessa pessoa.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Desconheço estudos e pesquisas sobre isso mas pensando no que vc disse talvez seja possível. A amígdala é uma estrutura cerebral crucial para a regulação emocional e respostas ao medo, pode funcionar de maneira diferente em pessoas com esses transtornos (TPA e TPB), e essa diferença pode impactar suas emoções e impulsos de várias maneiras. Na amígdala hiperativa a pessoa pode ter uma resposta exagerada a estímulos emocionais, especialmente a emoções como raiva, medo e tristeza. Isso está relacionado à tendência de reagir de forma intensa e impulsiva, além de dificuldades em regular as emoções. Entretanto Quando a amígdala é hipoativa (menos ativa), isso pode resultar em uma menor percepção e resposta emocional aos estímulos. Nesse caso, a pessoa pode ter dificuldade em processar emoções de maneira adequada, o que poderia se traduzir em uma insensibilidade emocional. A pessoa pode se mostrar dissociada, distante ou até mesmo incapaz de identificar ou lidar adequadamente com as emoções. Se a amígdala for hipoativa, a pessoa pode não experimentar emoções da mesma forma que outras pessoas. Ela pode ter dificuldade em sentir empatia, reconhecer o medo ou até mesmo em experimentar prazer em situações agradáveis. Isso poderia contribuir para características observadas no transtorno de personalidade antissocial, como uma falta de empatia e uma tendência a desvalorizar normas sociais e os sentimentos dos outros. Embora a hipoatividade da amígdala esteja associada a uma menor reatividade emocional, isso pode não eliminar a impulsividade. Pelo contrário, a pessoa pode agir de maneira impulsiva sem considerar as consequências emocionais de suas ações, já que o cérebro pode não reagir de forma adequada às pistas emocionais que normalmente ajudariam a moderar o comportamento. Isso pode estar relacionado ao comportamento impulsivo observado tanto no transtorno borderline quanto no transtorno de personalidade antissocial. A dificuldade em regular as emoções é uma característica fundamental tanto do transtorno borderline quanto do transtorno de personalidade antissocial. Se a amígdala está hipoativa, a pessoa pode ter dificuldade em identificar, processar e regular emoções, o que resulta em uma inconsistência emocional e dificuldades em lidar com o estresse e com situações emocionais intensas. Pessoas com essa configuração cerebral podem ter uma dificuldade em se conectar emocionalmente com os outros, já que a empatia e a sensibilidade emocional podem ser reduzidas. Isso pode resultar em dificuldades em manter relacionamentos saudáveis e em responder às necessidades emocionais dos outros de maneira apropriada. Traumas na infância, como abuso ou negligência, podem afetar a desenvolvimento do cérebro, incluindo a amígdala e outras áreas relacionadas à regulação emocional, como o córtex pré-frontal. Quando uma pessoa sofre trauma, pode ocorrer uma alteração na forma como o cérebro processa emoções e regula comportamentos. No caso de uma pessoa com predisposição genética para o transtorno de personalidade antissocial, o trauma pode influenciar a manifestação do transtorno borderline e outras questões emocionais. A combinação dos fatores genéticos e do trauma pode resultar em uma pessoa com dificuldades na gestão emocional e na regulação de impulsos, o que pode aumentar a instabilidade emocional e comportamental. Pensando por esse angulo é possível que alguém com essa combinação de fatores tenha uma amígdala hipoativa, o que pode levar a uma experiência emocional menos intensa e mais dissociada. Isso pode se manifestar em dificuldades emocionais, impulsividade e dificuldade em estabelecer relações interpessoais. O tratamento adequado, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) e psicoterapia, pode ajudar a pessoa a aprender a lidar melhor com suas emoções e comportamentos, oferecendo estratégias para regular melhor suas respostas emocionais e impulsos.
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Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?
Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, solicitar diretamente não. Porque somente os médicos podem fazer esse tipo de encaminhamento. Mas é dever do psicólogo, conversar com o médico responsável do paciente; caso ele esteja em tratamento e avisar a família sobre a ideação para proteger o paciente. O psicólogo pode questionar o médico se ele acredita que seria o caso de internação já que ele tem mais contato com o paciente (normalmente semanal) e pode perceber se o paciente está correndo risco de vida. As consultas psiquiatricas sao mais espassadas.
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Sintomas de Desrealização tem como minimizar,ou até mesmo a cura ?
Sintomas de Desrealização tem como minimizar,ou até mesmo a cura ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização é um sintoma psicológico que faz a pessoa sentir que o mundo ao seu redor não é real, como se fosse uma ilusão ou distante. Pode ocorrer em situações de estresse extremo, transtornos de ansiedade, ou estar associada a condições como depressão, transtornos dissociativos, ou até transtornos de personalidade. Embora não seja uma condição médica por si só, a desrealização pode ser debilitante e afetar significativamente a qualidade de vida. Para minimizar ou curar a desrealização é importante primeiro identificar a causa subjacente. Se a desrealização é causada por ansiedade, tratar a ansiedade com terapia ou medicação pode ajudar a reduzir ou eliminar os episódios de desrealização. Para pessoas com transtornos dissociativos, como o Transtorno de Identidade Dissociativa, o tratamento psicológico especializado é fundamental. Em casos de trauma, técnicas como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou Terapia de Exposição podem ajudar a trabalhar as causas subjacentes. A TCC pode ser eficaz ao ajudar a pessoa a identificar padrões de pensamento que contribuem para a sensação de desrealização. Ela também pode ajudar a aprender a lidar com a ansiedade e outros fatores que podem ser a causa da desrealização.Técnicas de reinterpretação cognitiva podem ajudar a modificar a percepção de desrealização e tornar a pessoa mais consciente do que é real. A prática de mindfulness (atenção plena) ajuda a pessoa a se reconectar com o presente e a perceber as sensações físicas e emocionais de forma mais clara, o que pode reduzir a sensação de desconexão da realidade. Técnicas de respiração profunda, relaxamento muscular progressivo e meditação também podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, que muitas vezes são gatilhos para a desrealização. Se o estresse for a causa da desrealização, a pessoa pode se beneficiar de exposição gradual ao estresse de maneira controlada, aprendendo a lidar com ele sem se sentir sobrecarregada. Se a desrealização estiver associada a transtornos de ansiedade, depressão ou outras condições, o tratamento com antidepressivos, ansiolíticos ou antipsicóticos pode ser necessário, sempre sob a orientação de um psiquiatra. Manter um estilo de vida saudável, com sono adequado, uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos, pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade dos episódios de desrealização.
Embora não se possa garantir uma "cura" completa, a desrealização pode ser tratada e seus sintomas significativamente reduzidos com uma combinação de abordagens terapêuticas. A chave está em identificar a causa subjacente e seguir um tratamento personalizado para reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida da pessoa. Em muitos casos, com o tratamento adequado, as pessoas conseguem retomar uma vida normal e lidar com a desrealização de maneira eficaz.
É importante buscar o acompanhamento de um psicoterapeuta ou psiquiatra para avaliar a situação individualmente e recomendar o tratamento mais apropriado.
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É possível ter ereção do pênis para assuntos ou coisas sexuais sem que eu concordei ou goste disso?
É possível ter ereção do pênis para assuntos ou coisas sexuais sem que eu concordei ou goste disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que uma ereção ocorra sem que você tenha concordado ou goste disso. O processo de ereção é controlado em grande parte pelo sistema nervoso, especialmente o sistema nervoso autônomo, que pode ser influenciado por estímulos involuntários ou subconscientes. Isso significa que uma ereção pode ocorrer em situações onde você não tem controle consciente ou não está ativamente buscando estímulos sexuais. As possíveis causas para uma ereção não desejada: Reflexo fisiológico: O corpo pode reagir a estímulos, como toques ou até mesmo situações de estresse, ansiedade ou desconforto, sem a intenção sexual. Estímulos não sexuais: Às vezes, o corpo pode responder a estímulos não relacionados ao sexo, como emoções intensas (medo, nervosismo), calor, pressões físicas (como roupas apertadas) ou até mesmo de forma espontânea durante o sono (ex.: ereções matinais). Associados a pensamentos ou imagens subconscientes: O cérebro pode gerar ereções sem que você conscientemente deseje ou goste disso, com base em associações ou pensamentos não totalmente conscientes. Problemas psicológicos: A ansiedade ou outros fatores emocionais podem causar ereções inesperadas ou desconfortáveis, mesmo sem desejo sexual. Se você se sente desconfortável ou incomodado com isso, ou se isso está interferindo em sua vida de alguma forma, pode ser útil falar com um profissional, como um psicólogo ou urologista, para explorar as causas possíveis e entender melhor o que está acontecendo. Isso pode ajudar a identificar se é uma questão fisiológica, psicológica ou uma combinação dos dois.
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Olá, os pensamentos intensivos estão ligados à ansiedade? É possível diminuir os pensamentos intensi
Olá, os pensamentos intensivos estão ligados à ansiedade? É possível diminuir os pensamentos intensivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pensamentos intrusivos ou intensivos estão frequentemente ligados à ansiedade. Quando a mente está em estado de alerta constante, ela tende a ruminar (ficar presa em pensamentos repetitivos) ou gerar preocupações excessivas, dificultando o relaxamento. Isso acontece devido a hiperatividade do cérebro ansioso – A ansiedade mantém o sistema de alerta ativado, fazendo com que pensamentos se tornem repetitivos e difíceis de controlar. Necessidade de controle: A mente ansiosa busca prever e evitar riscos, criando cenários mentais repetitivos. Medo do desconhecido: Pensar excessivamente pode ser uma tentativa de se sentir mais preparado para o futuro. Para diminuir os pensamentos intensivos pode ser útil praticar mindfulness: Focar no presente ajuda a evitar ruminação. Técnicas como respiração consciente e atenção plena são eficazes. Colocar no papel pode ajudar a organizar e reduzir a intensidade das preocupações. Questionar os pensamentos: Pergunte-se: "Isso é um fato ou uma suposição? Esse pensamento me ajuda ou me atrapalha? Mudar o foco rapidamente – Fazer uma atividade que exija concentração (ler, ouvir música, praticar um hobby) pode interromper o ciclo. Aceitar sem se prender: Em vez de lutar contra os pensamentos, reconheça que eles vêm e vão, sem precisar dar tanta atenção. Se esses pensamentos estão causando muito sofrimento ou interferindo na sua vida, pode ser útil buscar um psicólogo para aprender estratégias mais específicas. Você sente que esses pensamentos aparecem mais em algum momento específico? A Terapia Cognitivo Comportamental é uma das mais indicadas para trabalhar com esse tipo de pensamento. Também é importante um profissional avaliar que tipo de ansiedade está por traz dos pensamentos intrusivos. Abraço.
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Há algum sinal de que a Síndrome de Otelo pode voltar após o tratamento?
Há algum sinal de que a Síndrome de Otelo pode voltar após o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Síndrome de Otelo, também conhecida como ciúmes delirantes, é caracterizada por uma crença irracional e persistente de infidelidade por parte do parceiro, sem evidências concretas que sustentem essa ideia. Quanto à possibilidade de a Síndrome de Otelo voltar após o tratamento, a resposta depende de alguns fatores. O tratamento geralmente envolve psicoterapia (principalmente Terapia Cognitivo-Comportamental, TCC) e, em alguns casos, medicação, como antipsicóticos ou antidepressivos, se a condição estiver associada a outros transtornos. Quando o tratamento é bem-sucedido, a pessoa pode aprender a reconhecer e desafiar os pensamentos distorcidos que alimentam o ciúmes irracional e a melhorar a confiança no parceiro. A pessoa pode se tornar mais capaz de lidar com os sentimentos de ciúmes de uma forma mais saudável. Algumas pessoas têm uma tendência maior a desenvolver ou recaídas em episódios de ciúmes delirantes, especialmente se a pessoa tem uma predisposição para outros transtornos. Se o paciente passar por situações de estresse significativo (por exemplo, perda de um emprego, mudança de vida, ou questões no relacionamento), esses fatores podem reativar ou piorar os sintomas de ciúmes, especialmente se as causas subjacentes não foram completamente abordadas.Se houver um transtorno de personalidade ou uma condição psicótica não totalmente tratada, pode haver risco de recidiva. O acompanhamento contínuo com o profissional de saúde mental é crucial nesse caso. A fim de prevenir recaídas é importante uma terapia contínua ou de manutenção: A terapia pode ajudar a manter os avanços e a lidar com qualquer crise ou fator de estresse que possa surgir.Ter uma rede de apoio (família, amigos ou parceiros) e o acompanhamento médico contínuo pode ser útil para prevenir recaídas. Mesmo após o tratamento, pode haver episódios isolados de desconfiança ou ciúmes, especialmente se o parceiro tiver um comportamento que possa ser interpretado como suspeito. Contudo, a pessoa com a Síndrome de Otelo tratada geralmente terá ferramentas para lidar com essas emoções de forma mais racional e saudável. Com tratamento adequado e manutenção terapêutica, é possível controlar os sintomas e minimizar as recaídas. O acompanhamento regular com um profissional de saúde mental é essencial para lidar com os sintomas e garantir que o progresso seja mantido.
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Sintomas de Desrealização de qual transtorno faz parte ?????
Sintomas de Desrealização de qual transtorno faz parte ?????
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização pode estar presente em vários transtornos: Transtorno de Despersonalização/Desrealização (TDD): Quando a desrealização é persistente e recorrente, pode ser um transtorno específico. A pessoa sente o mundo como irreal, distante ou sem vida por longos períodos. Pode ser desencadeado por estresse intenso, ansiedade severa ou traumas. Transtornos de Ansiedade (incluindo TAG e Transtorno do Pânico):Ataques de pânico e crises de ansiedade podem levar à desrealização como um sintoma temporário. Ocorre por hiperventilação, aumento de cortisol e hiperativação do sistema nervoso. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): Pessoas que passaram por traumas podem sentir desrealização como um mecanismo de defesa. O cérebro "desconecta" a pessoa da realidade para reduzir o impacto emocional do trauma.Transtornos Depressivos: Na depressão severa, a percepção do mundo pode ficar alterada, dando uma sensação de distanciamento e irrealidade. Trantornos de personalidade (Borderline, etc.). Se a desrealização for frequente e causar sofrimento, vale a pena buscar um profissional para entender a causa e encontrar formas de lidar.
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Em algumas épocas tenho músicas tocando repetidamente na cabeça o tempo todo, durante semanas sem pa
Em algumas épocas tenho músicas tocando repetidamente na cabeça o tempo todo, durante semanas sem parar.
isso é grave? Acho que já me acostumei, mas as vezes é enlouquecedor.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode ser um fenômeno comum e pode ocorrer por diversas razões. Embora, na maioria das vezes, não seja grave, pode ser desconfortável e, em alguns casos, estar relacionado a fatores emocionais ou psicológicos. Esse fenômeno é muitas vezes chamado de "fênomeno da música intrusiva" ou "earworms", onde você tem uma música ou uma melodia repetindo-se involuntariamente na sua cabeça, sem poder controlá-la. Pode durar desde algumas horas até dias ou até semanas. As causas comuns podem ser estresse e ansiedade (auando você está em situações de estresse ou ansiedade, seu cérebro pode se fixar em algo, como uma música, como uma forma de lidar com a sobrecarga emocional). Fadiga Mental: A sobrecarga mental ou o cansaço também pode facilitar a repetição constante de músicas ou pensamentos. Excitação ou emoções Intensificadas: A música pode ser uma forma de o cérebro processar emoções ou experiências recentes. Memória e repetição: Às vezes, algo que você ouviu recentemente ou que ficou na sua memória pode surgir repetidamente como uma forma de repetição natural do cérebro, especialmente se a música for cativante. Geralmente não é grave, mas se isso estiver interferindo em sua qualidade de vida, causando desconforto intenso ou afetando suas atividades diárias, pode ser importante investigar mais a fundo. Em algumas pessoas, essa repetição constante de músicas pode estar associada a transtornos de ansiedade ou transtornos obsessivo-compulsivos (TOC), onde os pensamentos ou as músicas se tornam persistentes e incontroláveis. Ou até mesmo um tipo de ecolalia no TEA. Espero ter ajudado. Abraço.
4. O que você pode fazer?
Distrair-se com outra atividade: Engajar-se em atividades que demandem atenção, como conversar, ler ou praticar hobbies, pode ajudar a desviar o foco da música repetitiva.
Mudar o foco mental: Ouvir uma outra música ou algo que você goste pode ajudar a substituir a melodia que está se repetindo.
Praticar técnicas de relaxamento ou mindfulness: Técnicas de meditação, respiração profunda e mindfulness podem ajudar a acalmar a mente e reduzir a repetição mental involuntária.
Falar com um profissional: Se isso estiver afetando sua qualidade de vida de forma mais significativa, um psicoterapeuta pode ajudar a explorar causas subjacentes e trabalhar com você para desenvolver estratégias eficazes para lidar com esse fenômeno.
5. Quando procurar ajuda?
Se você sentir que esse fenômeno está se tornando mais frequente ou intenso, ou se for acompanhado por outros sintomas (como ansiedade excessiva, dificuldade de concentração ou sensação de estar "preso" no pensamento), pode ser interessante procurar ajuda de um profissional, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudar a determinar se há alguma condição subjacente que precisa de atenção.
Em resumo, músicas repetitivas na cabeça geralmente não são um problema grave, mas podem ser incômodas. Se você achar que está afetando sua saúde mental ou qualidade de vida, é uma boa ideia buscar apoio para lidar melhor com isso.
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Hipocondria tem cura?
Hipocondria tem cura?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hipocondria, ou transtorno de ansiedade à saúde, é uma condição psicológica caracterizada pela preocupação excessiva e irracional com a saúde, frequentemente levando a um medo constante de ter ou contrair doenças graves, mesmo na ausência de sintomas ou com sinais médicos que não indicam nenhuma condição grave. Embora não seja algo que se "cura" de maneira simples ou imediata, a hipocondria pode ser gerenciada e tratada eficazmente com intervenção psicoterapêutica. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem comum e eficaz para esse transtorno. Ela pode ajudar a pessoa a identificar e mudar padrões de pensamento disfuncionais, como a crença irracional de que sintomas menores indicam doenças graves. Reduzir o comportamento de busca constante por exames e consultas médicas, ajudando a pessoa a lidar com o medo de doenças sem recorrer à verificação constante. Controlar a ansiedade associada à preocupação excessiva com a saúde. Em alguns casos, o tratamento pode incluir medicação, como antidepressivos ou ansiolíticos, especialmente se a pessoa também tiver outros transtornos, como ansiedade generalizada ou depressão, que podem contribuir para os sintomas. A TCC ajuda a mudar a forma de pensar sobre a saúde e a reduzir os comportamentos excessivos de verificação.Técnicas de relaxamento e mindfulness ajudam a reduzir a ansiedade associada aos medos sobre a saúde. Com tratamento adequado e suporte contínuo, muitas pessoas conseguem reduzir significativamente os sintomas e melhorar sua qualidade de vida, mesmo que o transtorno não desapareça completamente. A chave é aprender a lidar com os medos de forma mais saudável e realista.
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Como a artrite reumatoide afeta o emocional de um paciente adulto ?
Como a artrite reumatoide afeta o emocional de um paciente adulto ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Por se tratar de uma doença cronica e progressiva e por vezes debilitante; as dores persistentes, o cansaço e limitações funcionais podem trazer sentimentos de desesperança e preocupação com o futuro que pode ocasionar depressão e ansiedade; as dores e dificuldade em realizar as atividades diárias pode gerar irritabilidade e frustração; também pode ocorrer uma diminuição nas atividades sociais e isolamento. Além disso muitas pessoas tem dificuldade em aceitar as dificuldades impostas pela doença. Portanto o suporte psicológico é muito importante nesses casos.
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Como os psicólogos podem ajudar na qualidade-de-vida em pessoas com artrite reumatóide ?
Como os psicólogos podem ajudar na qualidade-de-vida em pessoas com artrite reumatóide ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O impacto emocional e psicológico da AR pode ser significativo, e a intervenção psicológica pode ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes, promovendo estratégias para lidar com os aspectos emocionais da doença. A artrite reumatoide pode ser uma fonte constante de estresse devido à dor, limitações físicas e a imprevisibilidade dos sintomas. O estresse prolongado pode agravar os sintomas físicos da doença e afetar a saúde mental. Psicólogos podem ensinar técnicas de relaxamento (como respiração profunda, meditação e mindfulness) para reduzir os níveis de estresse e ansiedade, ajudando os pacientes a se sentirem mais no controle da situação.
Mindfulness e meditação: Essas práticas podem ajudar a reduzir a ansiedade, promovendo uma maior conscientização do corpo e das emoções, além de diminuir o impacto da dor. Apoio para a adaptação e aceitação à nova realidade: A AR pode trazer mudanças significativas na vida de uma pessoa, incluindo limitações físicas, dificuldades no trabalho e mudanças no estilo de vida. Psicólogos podem ajudar os pacientes a se adaptarem a essas mudanças de maneira saudável, ajudando na aceitação da condição e redefinição de expectativas. Muitas vezes, os pacientes com AR sentem frustração ou negação em relação à sua condição. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser eficaz ao ajudar a pessoa a alterar padrões de pensamento negativos e desenvolver uma atitude mais positiva e realista em relação à doença. Pessoas com AR têm maior risco de desenvolver depressão devido à dor crônica, limitações funcionais e o impacto da doença na vida social e profissional. Psicólogos podem ajudar no tratamento da depressão, oferecendo apoio emocional, além de ajudar a pessoa a lidar com o luto das perdas que a doença pode causar, como a perda da independência. Ter um profissional para ouvir as preocupações e angústias relacionadas ao sofrimento físico e emocional pode proporcionar alívio e uma sensação de compreensão. Psicólogos podem ajudar os pacientes a adotar um estilo de vida mais saudável, oferecendo suporte na gestão da dor, encorajando atividades físicas adequadas (de acordo com as limitações da pessoa), e promovendo hábitos alimentares saudáveis; podem trabalhar com os pacientes para aumentar a motivação e superar barreiras psicológicas; podem ajudar os pacientes a comunicar suas necessidades e desafios aos membros da família ou parceiros de forma clara e eficaz, promovendo uma maior compreensão e apoio emocional; podem trabalhar com o paciente para manter ou melhorar as interações sociais e buscar formas de apoio social. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é particularmente útil, pois pode ajudar o paciente a identificar e modificar padrões de pensamento negativos, como ruminações sobre a dor ou sobre a doença, e substituí-los por abordagens mais adaptativas e realistas. Pode ajudar o paciente a estabelecer metas realistas e alcançáveis, promovendo a autonomia e a sensação de controle, o que pode melhorar significativamente a qualidade de vida. Embora a dor física seja um aspecto central da AR, a dor emocional e psicológica também é relevante. Psicólogos podem ajudar o paciente a desenvolver estratégias de enfrentamento que reduzem a percepção de dor e o sofrimento emocional, como técnicas de dessensibilização emocional, distração e reinterpretação da dor. Muitas pessoas com doenças crônicas podem ser muito autocríticas ou se sentirem culpadas por não conseguirem manter o mesmo nível de atividade ou desempenho que antes.Os psicólogos podem ajudar os pacientes a praticar o autocuidado, autocompaixão e perdão a si mesmos, ajudando-os a manter uma abordagem equilibrada e realista em relação à sua saúde e bem-estar.
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Boa tarde! Eu tenho dificuldades de comunicação e expressão, no meu serviço se alguém discorda de mi
Boa tarde! Eu tenho dificuldades de comunicação e expressão, no meu serviço se alguém discorda de mim eu não sei expor meu ponto de vista e fico quieta. Quando tenho interações sociais, converso apenas com pessoas com quem tenho intimidade na roda , me sinto muito inferior a todos. Não consigo manter muito contato visual, só falo se perguntarem ( me acho desinteressante) e tenho auto estima muitooooo baixa. Tentei iniciar a faculdade (que era meu sonho: psicologia ) e agora acho que já não condiz com minha realidade (quero trancar já). Principalmente pela minha comunicação, acho que talvez na minha cabeça se eu fizesse o curso conseguira me entender e hoje vejo que é completamente o oposto.( hoje vejo que eu tenho potencial como paciente e não psicóloga rs) Me comparo muito com tudo e todos, me sinto atrasada por ter 22 anos e já não saber mais o que quero da minha vida enquanto todos que estudaram comigo estão se formando já. Se fico nervosa durante interações sociais e algo me deixa nervosa minha mão começa tremer muito a ponto de não dar para disfarçar ( em situações rotineiras) e as pessoas sempre dizem que pareço tensa e que não falo nada. Não sei qual curso escolher( tenho medo de decepcionar meus pais) não sei como pedir ajuda neste momento, ou a quem recorrer. Tem algum calmante que possa tomar por conta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiro, quero te dizer que você não está sozinho nesse sentimento. Muitas pessoas passam por crises de identidade e autoconfiança, principalmente na faixa dos 20 e poucos anos. Essa fase é cheia de comparações, dúvidas e inseguranças, mas isso não significa que você está atrasado ou que não tem valor. Sobre sua dificuldade de comunicação e autoestima o que você descreve pode estar ligado a ansiedade social e autocrítica intensa. Isso pode fazer com que você se sinta inferior, incapaz de se expressar e até evite interações. Mas a boa notícia é que isso pode melhorar com estratégias certas. O que pode te ajudar? A psicoterapia (TCC) vai ajudar você a reestruturar sua autopercepção: Você acredita ser desinteressante, mas isso é uma percepção sua, não um fato. Muitas pessoas também se sentem nervosas e inseguras, mas não demonstram.Pequenos passos (como falar um pouco mais nas interações) já são progresso. Exposição gradual: Se expor a situações sociais aos poucos pode ajudar. Tente fazer perguntas simples para os outros e focar no que eles dizem. Comunicação não é só falar, mas também ouvir com atenção. Técnicas para o nervosismo físico: Respiração diafragmática pode ajudar a controlar o tremor nas mãos. Relaxamento muscular progressivo pode reduzir a tensão corporal. Em relação a faculdade de Psicologia é compreensível que agora pareça um peso, mas desistir nesse momento pode ser mais um reflexo da sua insegurança do que um desejo real de parar. Psicologia é um curso que ensina muito sobre si mesmo, e suas dificuldades podem ser trabalhadas ao longo do processo. Muitos psicólogos começaram inseguros e desenvolveram suas habilidades com o tempo. Se ainda assim sentir que não é o que quer, está tudo bem repensar! Mas tente não agir impulsivamente por medo ou desânimo. Sobre calmantes e pedir ajuda. Não é recomendável tomar um calmante por conta própria, pois pode mascarar os sintomas sem tratar a causa ou piorar seus sintomas. O ideal seria buscar um psicólogo para te ajudar a lidar com a autoestima e a ansiedade social (preferencialmente da TCC); Conversar com um psiquiátra para avaliar a necessidade de algum auxílio medicamentoso. Seus pais sabem como você está se sentindo? Uma conversa franca pode ajudar, Você já pensou em buscar ajuda profissional? Acredito que isso te ajudaria muito. Abraço.
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Olá amigos, Tenho 64 anos, minha namorada 58 anos, juntos estamos a 4 anos.Ambos com relacionamento
Olá amigos,
Tenho 64 anos, minha namorada 58 anos, juntos estamos a 4 anos.Ambos com relacionamento anteriores filhos etc.Sempre falei abertamente com ela sobre relacionamentos anteriores e ela pra mim também, até então sem problemas. Aconteceu que a poucos dias soube por acaso que além dos relacionamento todos dela do passado ,teve um que não me foi compartilhado, esse foi com o irmão da melhor amiga dela...foi um choque pra mim, não sei explicar, moraram juntos , não foi um caso casual. Por outro lado ela sempre me fala dessa amiga e eu também fiquei amigo dessa amiga dela, e me falou também várias vezes desse irmão da amiga, mas de forma assim normal, que ele é um homem malandro ruim pra própria irmã e por aí.. mas acontece que na minha cabeça algo ficou perdido, sempre dei valor à honestidade e verdade mesmo que sejam difíceis de dizer, e ela sabe que sou desse modo...não estou cobrando o passado dela ( juro) até porque o fato ocorrido tem anos, não é nada recente, mas eu acho que justamente por isso eu deveria ter sido informado. Ela agora não aceita meu sentimento, diz até que é pouco coisa, não foi traição e por aí vai. Claro que não foi traição física. Mas não seria uma deslealdade dela comigo ?? Não seria uma falta de compaixão em entender agora meu sofrimento? Também quero deixar claro, que não é ciúmes o que sinto . Gosto dela sem dúvida ,mas tenho princípios que não sei se consigo superar esse fato.Disse me que não compartilhou isso comigo porque não queria ficar impedida de continuar com a amizade com essa amiga..não entendi uma vez que nunca fui ciumento ou controlador...sei lá amigos, tô confuso , mas por outro lado eu não tenho nada que desabone o comportamento dela comigo .Mas fico pensando, não seria ela uma pessoa manipuladora ?abraço.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está se sentindo confuso e magoado, especialmente porque valoriza a honestidade e a transparência no relacionamento. É natural que, ao descobrir algo do passado da sua namorada que não foi compartilhado, você sinta um certo desconforto. O que você está vivenciando não é necessariamente ciúmes, mas sim um questionamento sobre a lealdade e confiança dentro da relação. Parece que a sua namorada, ao não compartilhar esse relacionamento com o irmão da amiga, pensou em proteger a amizade dela e evitar complicações, talvez sem perceber que isso poderia afetar a confiança entre vocês. Ela pode ter visto isso como uma escolha de não mencionar algo do passado que, em sua opinião, não deveria impactar o relacionamento atual. Contudo, para você, a falta de transparência pode ser vista como uma falta de consideração pelos seus sentimentos e princípios. Em relação à possibilidade de manipulação, pode ser útil refletir sobre os padrões de comportamento dela ao longo do relacionamento. Uma pessoa manipuladora tende a distorcer a realidade para obter o que deseja ou para evitar responsabilidades. No entanto, essa situação pode ser mais uma questão de prioridades conflitantes ou diferentes maneiras de lidar com a intimidade e a comunicação no relacionamento.Você está enfrentando um dilema que envolve seus valores e expectativas. Talvez uma conversa aberta e honesta sobre como você se sente seja essencial para resolver isso, dando a ela a oportunidade de explicar sua perspectiva e, ao mesmo tempo, permitindo que você compartilhe como essa omissão afetou sua confiança e percepção da relação. É importante que ambos compreendam as motivações do outro e encontrem um terreno comum.
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Gostaria de explicações o que é o Transtorno Da Personalidade Passivo-Agressiva ?
Gostaria de explicações o que é o Transtorno Da Personalidade Passivo-Agressiva ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Passivo-Agressiva (também conhecido como Transtorno de Personalidade Negativista) é uma condição psicológica caracterizada por padrões persistentes de comportamento indireto e passivo de hostilidade, resistência ou antagonismo em situações que exigem colaboração, comunicação direta ou resolução de conflitos. A pessoa com esse transtorno pode não expressar abertamente sua raiva ou frustração, mas age de maneira passiva, o que muitas vezes torna difícil para os outros identificarem exatamente o que está acontecendo.
A pessoa frequentemente evita ou procrastina em cumprir tarefas ou obrigações, especialmente aquelas que são exigidas por figuras de autoridade (como chefes ou pais). Esse comportamento pode parecer desinteresse ou desatenção, mas é, na verdade, uma forma de resistência disfarçada. Negação de raiva: Em vez de expressar abertamente os sentimentos de raiva ou frustração, a pessoa pode negar esses sentimentos e adotar uma postura submissa ou apática. A raiva pode ser direcionada de maneira indireta, como em comportamentos de sabotagem ou procrastinação. Dificuldade com a autoridade: A pessoa pode mostrar uma atitude de rebeldia velada ou se sentir incomodada com a autoridade, mas, ao mesmo tempo, evita confrontar diretamente as figuras de autoridade. Isso pode se manifestar em sarcasmo, ironia ou ações que demonstram um desrespeito sutil. Senso de vitimização: A pessoa frequentemente se sente maltratada ou incompreendida, mas pode não expressar isso de forma clara. Ao invés disso, age de maneira passivo-agressiva, esperando que os outros percebam ou adivinhem seus sentimentos, o que pode gerar frustração nos outros. Autossabotagem: Quando confrontada com responsabilidades ou expectativas, pode agir de forma que sabote seu próprio sucesso ou bem-estar, como chegar atrasada, perder prazos ou fazer um trabalho de forma negligente, sem admitir a própria responsabilidade por isso. Comportamento inconsistente e contraditório: Frequentemente, essas pessoas podem agir de maneira contraditória. Por exemplo, podem dizer que concordam com algo, mas suas ações demonstram claramente o contrário. Isso pode ser confuso e frustrante para quem interage com elas. Dificuldade em expressar necessidades e sentimentos: Em vez de comunicar diretamente suas necessidades, frustrações ou desejos, elas podem expressar isso indiretamente através de comportamentos que manipulam ou controlam os outros, sem assumir responsabilidade por suas ações. A causa exata do transtorno de personalidade passivo-agressiva não é completamente compreendida, mas pode envolver uma combinação de fatores genéticos, ambientais e psicológicos, como: Experiências na infância: Pode ocorrer em indivíduos que cresceram em ambientes familiares com pouco apoio emocional, excesso de críticas ou negligência emocional. As crianças podem aprender a expressar seus sentimentos de maneira indireta ou de forma não assertiva, em vez de expressá-los abertamente.
Modelos de comportamento: As crianças podem internalizar esses comportamentos de figuras parentais ou outros adultos significativos em sua vida, aprendendo a lidar com frustrações de maneira indireta.Pressões sociais ou culturais: Em algumas culturas ou contextos familiares, as expressões diretas de raiva ou frustração podem ser desencorajadas, levando o indivíduo a adotar formas mais indiretas e disfarçadas de comunicar esses sentimentos.
O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Passivo-Agressiva é feito por um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, após uma avaliação detalhada do histórico e comportamento do indivíduo. Geralmente, o transtorno é diagnosticado se os padrões de comportamento passivo-agressivo são persistentes e afetam significativamente a vida social, ocupacional ou familiar da pessoa. A TCC pode ser útil para identificar e modificar padrões de pensamento distorcidos, ajudando o paciente a entender e lidar melhor com suas emoções. A terapia ajuda a pessoa a aprender a expressar suas necessidades, sentimentos e frustrações de forma mais direta e saudável. O Treinamento de habilidades sociais pode judar a pessoa a melhorar sua comunicação, assertividade e habilidades para resolver conflitos de maneira construtiva. O Transtorno de Personalidade Passivo-Agressiva envolve comportamentos de resistência indireta, procrastinação e hostilidade sem uma expressão direta de raiva. Com tratamento adequado, é possível melhorar significativamente a forma como a pessoa lida com suas emoções e interage com os outros.
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É importante uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico ser acompanhada por um psicólogo ?
É importante uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico ser acompanhada por um psicólogo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é importante que uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico seja acompanhada por um psicólogo, além do tratamento médico convencional. O Lúpus é uma doença autoimune crônica que pode afetar diferentes partes do corpo, e isso pode gerar não apenas desafios físicos, mas também impactos emocionais e psicológicos significativos.O diagnóstico de uma doença crônica como o Lúpus pode gerar sentimentos de tristeza, frustração, ansiedade e até depressão. O psicólogo pode ajudar o paciente a lidar com esses sentimentos de maneira saudável. O estresse pode exacerbar os sintomas do Lúpus, e técnicas como o treinamento em relaxamento e mindfulness podem ser úteis para ajudar a pessoa a gerenciar as tensões do dia a dia. A pessoa pode enfrentar dificuldades em ajustar-se à nova rotina de cuidados médicos, limitações físicas e mudanças no estilo de vida. O psicólogo pode ajudar no processo de adaptação e promoção do bem-estar mental. A doença pode afetar não apenas o paciente, mas também seus relacionamentos com familiares e amigos. O psicólogo pode ajudar a melhorar a comunicação e a compreensão mútua. O acompanhamento psicológico também pode auxiliar na construção de estratégias de autocuidado e promover a motivação para manter a adesão ao tratamento, além de ajudar a pessoa a encontrar formas de manter uma boa qualidade de vida.
Portanto, o apoio psicológico não só contribui para a saúde mental, mas também pode auxiliar no enfrentamento dos desafios diários da doença, favorecendo a adaptação emocional e proporcionando maior qualidade de vida.
Perguntas frequentes
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Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou
Boa tarde, tudo bem?
Não sei te responder exatamente sobre a…