Perguntas do paciente (1079)
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Estou viciado em jogos de azar me sinto muito mal pego dinheiro emprestado e gasto tudo no cassino m
Estou viciado em jogos de azar me sinto muito mal pego dinheiro emprestado e gasto tudo no cassino me sinto horrível
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar isso com tanta honestidade; reconhecer que há um problema já é um passo muito importante. O que você está vivendo não é uma simples 'falta de controle' ou 'fraqueza de vontade'. Trata-se de um comportamento compulsivo que, quando se torna frequente, pode evoluir para o que chamamos de jogo patológico ou transtorno do jogo, uma condição reconhecida e que exige cuidado especializado. Esse transtorno é caracterizado por uma necessidade crescente de jogar, mesmo diante de perdas financeiras, dívidas ou sofrimento emocional. Ele costuma vir acompanhado de muita culpa, vergonha, mentiras para esconder o comportamento e, muitas vezes, isolamento.A boa notícia é que há tratamento e a recuperação é possível. O processo envolve: Psicoterapia, especialmente abordagens como: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a identificar gatilhos, reestruturar pensamentos distorcidos e desenvolver estratégias de autocontrole. Terapia do Esquema, se houver padrões de funcionamento mais profundos envolvidos, como impulsividade, autossabotagem ou busca de escape emocional. Tratamento multidisciplinar, se necessário: Acompanhamento com psiquiatra, principalmente se houver ansiedade, depressão ou outros transtornos associados. Grupos de apoio como Jogadores Anônimos (JA), que oferecem acolhimento, escuta e troca com pessoas que passam pelo mesmo desafio. Reorganização financeira e construção de limites: Evitar o acesso fácil a dinheiro, criar barreiras ao comportamento (ex: bloquear apps de apostas), e contar com alguém de confiança para ajudar a lidar com finanças, ao menos no início. Você se sentir mal é um sinal claro de que sua consciência está ativa e deseja mudança. E isso é uma força, não uma fraqueza. A vergonha pode fazer você se isolar, mas saiba que muitas pessoas passam por isso e há ajuda. O mais importante agora é não tentar resolver tudo sozinho. Buscar um psicólogo é um passo de coragem e não de fracasso."
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Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e
Minha neta defeca nas roupas, ela tem 6 anos, qdo a mandamos ao banheiro ela diz que não quer ir, e logo após está com a toda suja de fezes, o que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Essa situação que você está vivendo com sua neta é delicada e, ao mesmo tempo, muito importante de ser olhada com sensibilidade e atenção. A evacuação nas roupas aos 6 anos não é algo esperado para a idade, e pode estar relacionada a vários fatores; físicos, emocionais ou comportamentais. Fatores fisiológicos como prisão de ventre crônica, retenção voluntária de fezes ou escape fecal (encoprese funcional) podem causar esse tipo de acidente. Às vezes a criança evita ir ao banheiro por dor, medo ou desconforto ao evacuar. Fatores emocionais: Mudanças na rotina (escola, nascimento de irmão, separação dos pais, conflitos familiares) podem se manifestar pelo corpo. A recusa em ir ao banheiro pode ser uma forma de expressar resistência, ansiedade ou tentativa de controle num momento em que ela se sente insegura. Dificuldades no desenvolvimento emocional ou comportamental: Em alguns casos, pode haver dificuldades de autorregulação, atraso no controle esfincteriano ou até sinais iniciais de algum transtorno do neurodesenvolvimento. Isso não significa um diagnóstico definitivo, mas reforça a importância de avaliação. É importante que vocês evitem broncas ou punições. A criança pode já estar com vergonha ou sem entender por que isso acontece. Repreensões podem piorar a situação. Conversem com calma, sem pressão; perguntem com afeto: “O que você sente quando precisa ir ao banheiro?”, “Tem alguma coisa que te incomoda quando vai lá?” Marquem uma consulta médica: O primeiro passo é procurar um(a) pediatra ou gastroenterologista infantil para excluir causas orgânicas ou funcionais. Procurem um(a) psicólogo(a) infantil: A psicoterapia vai ajudar a entender o que pode estar por trás desse comportamento: medos, inseguranças, conflitos, dificuldades emocionais ou atraso no desenvolvimento de habilidades. Esse tipo de comportamento não é “birra” nem “preguiça”, e sim um sinal de que algo não está bem; eja no corpo, nas emoções ou na dinâmica ao redor da criança. E o melhor caminho é acolher, investigar com profissionais adequados e oferecer apoio com paciência.
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A inteligência limítrofe Qi a baixo da média pode ser causada ainda na gestação gravidez, como acont
A inteligência limítrofe Qi a baixo da média pode ser causada ainda na gestação gravidez, como acontece com alguns tipos de deficiência intelectual? Ou ela só se desenvolve depois, com o tempo e o ambiente???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a inteligencia limitrofe assim como a DI também pode ter causas que atuam desde a gestação. A diferença é que na inteligência limitrofe os prejuizos são mais leves e não chegam a configurar um transtorno do neurodesenvolvimento.
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Como posso transformar os obstáculos em um momento de aprendizagem e crescimento pessoal e profissio
Como posso transformar os obstáculos em um momento de aprendizagem e crescimento pessoal e profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Transformar obstáculos em momentos de aprendizagem e crescimento pessoal e profissional começa com uma mudança de perspectiva: em vez de enxergar a dificuldade como algo puramente negativo, é preciso encará-la como uma oportunidade de crescimento. Isso exige autorreflexão, ou seja, a capacidade de olhar para dentro e analisar o que aquele desafio está revelando sobre você, suas emoções, reações, pensamentos e padrões. Quando nos permitimos parar e refletir após um contratempo, conseguimos compreender melhor nossas fragilidades, necessidades e também nossas forças. Essa compreensão é essencial para promover mudanças reais. Além disso, todo obstáculo pode ser um ponto de partida para o desenvolvimento de novas habilidades. Se, por exemplo, uma dificuldade no trabalho revelou que você tem dificuldades com comunicação ou tomada de decisão, esse é o momento ideal para buscar conhecimento, treinar essas habilidades e transformar a limitação em competência. É comum que o desconforto seja o gatilho para mudanças significativas. Por isso, ao invés de evitar a dor ou a frustração, é mais produtivo acolhê-las como parte do processo de desenvolvimento.Outro aspecto importante é manter-se conectado aos próprios valores. Perguntar-se “que tipo de pessoa quero ser diante dessa dificuldade?” ajuda a guiar as escolhas de forma mais consciente e coerente com aquilo que é importante para você. Também é valioso buscar apoio econversar com pessoas confiáveis, pedir feedback, ou até procurar um acompanhamento profissional pode ampliar sua visão e oferecer recursos que, sozinho, talvez você não acessaria. O crescimento não precisa (e nem deve) ser solitário. Por fim, é importante lembrar que transformar obstáculos em aprendizado não é um processo imediato ou simples. É uma construção, feita de pequenos passos e escolhas consistentes. Mas, com o tempo, essa postura torna-se um hábito: em vez de ser paralisado por dificuldades, você começa a crescer por causa delas. Isso é resiliência na prática.
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Quais transtornos afetam diretamente o processo de aprendizagem?
Quais transtornos afetam diretamente o processo de aprendizagem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, trantornos do neurodesenvolvimento (transtornos de aprendizagem (dislexia, discalculia, disortografia); TDAH; TEA; Deficiência intelectual); transtornos emocionais e psiquiatricos (ansiedade, depressão, etc); transtornos neurológicos (epilepsia, disturbios do sono, etc).
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Quem tem deficiência intelectual pode ter altas habilidades/superdotação ?
Quem tem deficiência intelectual pode ter altas habilidades/superdotação ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível quando há uma dupla excepcionalidade onde a pessoa apresenta uma deficiencia intelectual e também altas habilidades em alguma área específica (artistica, musical, lógica, interpessoal, mecanica, etc). Mesmo que a pessoa apresente uma eficiencia intelectual rebaixada a pessoa pode apresentar um hiperdesenvolvimento em uma função ou domínio específico, talentos em áreas que nao dependem de raciocinio ou abstração; desenvolvendo-se me areas de criatividade, originalidade ou percepção estetica. Um exemplo disso são as pessoas com Síndrome de Savant que tem DI ou autismo com déficits importantes, mas habilidades extraordinárias em música, arte, cálculo, memória eidética.
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Qual a diferença entre autismo e deficiência intelectual?
Qual a diferença entre autismo e deficiência intelectual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre autismo (TEA) e deficiência intelectual (DI) está no tipo de funcionamento afetado e na forma como as habilidades cognitivas e adaptativas se expressam. Apesar de poderem coexistir, são condições distintas em sua natureza, diagnóstico e tratamento. O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente e se comporta. Existem dificuldades de comunicação social; comportamentos repetitivos e interesses restritos; hiper ou hipossensibilidade sensorial. Pode haver fala fluente ou não verbal. A inteligência pode ser normal ou acima da média. O QI não define o diagnóstico (30–40% dos autistas também têm deficiência intelectual associada). Deficiência Intelectual (DI) é uma condição caracterizada por funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, com prejuízos adaptativos desde a infância. Eficiência intelectual rebaixada e dificuldades adaptativas na vida diária (ex: se vestir, usar dinheiro, cuidar de si); atrasos globais no desenvolvimento. A DI afeta o raciocínio geral e a capacidade de lidar com o cotidiano, independentemente de interação social.
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Como saio da pornografia? Estou qs viciado oq faço?
Como saio da pornografia? Estou qs viciado oq faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sair da pornografia, especialmente quando você sente que está quase viciado, é um processo que exige autoconhecimento, compromisso e gentileza consigo mesmo. O primeiro passo é reconhecer que esse comportamento está ocupando um espaço que você não deseja mais; seja porque está afetando sua autoestima, sua sexualidade, seus relacionamentos ou sua produtividade. Esse reconhecimento, por si só, já é um sinal importante de consciência e abertura para a mudança.É comum recorrer à pornografia como uma forma rápida de aliviar tensão, escapar de emoções difíceis ou preencher vazios emocionais. Por isso, não se trata apenas de “parar de ver”, mas de compreender o que está por trás do hábito. Perguntar-se com honestidade “o que estou tentando evitar ou compensar quando recorro à pornografia?” pode ajudar a identificar padrões emocionais ou situações que funcionam como gatilhos. Em vez de lidar com isso com culpa ou vergonha, o mais saudável é olhar com curiosidade e compaixão;esses sentimentos não significam fraqueza, e sim humanidade. A mudança também passa por construir novos caminhos. Se você costuma acessar pornografia em momentos específicos (como quando está sozinho, entediado ou ansioso), é importante preparar alternativas reais para esses momentos: sair de casa, praticar um esporte, ligar para alguém, ocupar-se com algo significativo. Pequenas trocas de rotina podem fazer uma grande diferença. É crucial também limitar o acesso; bloquear sites, usar apps de controle de conteúdo ou até deixar o celular fora do quarto são formas práticas de reduzir a exposição e evitar recaídas automáticas. Outro ponto essencial é entender que recaídas podem acontecer. Elas não significam que você falhou ou que está condenado a esse ciclo. O que importa é como você lida com elas: em vez de se afundar na culpa, procure aprender com o episódio; o que aconteceu antes, o que sentiu, o que poderia ter feito diferente e retome o processo com mais clareza. Se você estiver se sentindo sobrecarregado ou percebendo que o comportamento está gerando consequências sérias (como prejuízo na vida afetiva, sexual ou emocional), buscar ajuda profissional é um passo muito importante. Psicólogos especializados podem te ajudar a compreender as raízes do hábito, fortalecer sua autoestima, desenvolver estratégias personalizadas e trabalhar aspectos mais profundos, como solidão, ansiedade, vergonha ou compulsividade. Lembre-se: sair da pornografia não é apenas sobre parar algo que te faz mal, mas sobre abrir espaço para uma vida com mais liberdade, presença e conexão real com você mesmo e com os outros. E isso é possível.
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Qual a eficácia da visualização antes de uma situação complicado para pessoas com fobias?
Qual a eficácia da visualização antes de uma situação complicado para pessoas com fobias?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A visualização mental pode ser uma ferramenta poderosa para pessoas com fobias, desde que usada de forma estruturada. Ela faz parte das técnicas cognitivas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pode ajudar na dessensibilização sistemática e no controle da ansiedade antes de situações temidas. A visualização funciona porque promove regulação emocional; imaginar-se enfrentando a situação com sucesso reduz o impacto emocional negativo. Cria Habituação: O cérebro se acostuma com a ideia da situação temida, reduzindo a resposta de medo ao longo do tempo. Treino de enfrentamento: Ao visualizar-se lidando bem com a situação, a pessoa fortalece suas crenças de autoeficácia. Menos ativação fisiológica: A prática pode diminuir a ativação da amígdala e do sistema de resposta ao medo. A visualização é mais eficaz quando combinada com exposição gradual na vida real.
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Eu tenho muito ciúme do passado de minha esposa e isso me consome. As vezes passamos uma semana inte
Eu tenho muito ciúme do passado de minha esposa e isso me consome. As vezes passamos uma semana inteira em harmonia, mas do nada vem um pensamento sobre o passado dela que me deixa muito enciumado e fico envergonhado do que penso. Deveria procurar qual tipo de especialista para me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece estar causando sofrimento e impacto no seu bem-estar emocional e na sua relação. Veja o ciúme é uma emoção comum e por si só não é motivo de vergonha ou constrangimento. Até os animais sentem ciúmes. O ciúme é uma emoção evolutiva e ao longo da história ajudou os animais e seres humanos a proteger seu relacionamento e garantir a reprodução. Trata-se de uma emoção complexa (não é apenas um sentimento isolado) e sim um conjunto de pensamentos, emoções e comportamentos, motivados pelo mendo de perder alguém importante para nós. A grande maioria das pessoas sente ou já sentiu ciúmes alguma vez na vida. Assim como o medo, raiva e tristeza é um sentimento e nós não podemos controlar o que sentimos, mas podemos controlar nossas atitudes e modificar nossos pensamentos para que esse sentimento se amenize ou desapareça. No entanto quando o ciume se torna excessivo ou irracional pode causar sofrimento e prejudicar a relação. Existe o ciúme saudável que surge quando há uma ameaça real ao relacionamento e o ciúme disfuncional que é alimentado por pensamentos distorcidos, insegurança e medos infundados. O ciúme pode ser trabalhado por meio da regulação emocional, reestruturaçào cognitiva (dos pensamentos) e aceitação da incerteza, ajudando a pessoa a lidar melhor com seus pensamentos e sentimentos. Acredito que profissional mais indicado para ajudá-lo seria um psicoterapeuta, preferencialmente com abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou Terapia do Esquema, já que ambas são eficazes para lidar com inseguranças, ciúmes retrospectivos e pensamentos intrusivos. Na TCC, você aprenderia a identificar e modificar os padrões de pensamento que alimentam o ciúme e a desenvolver estratégias para lidar com essas emoções. Já a Terapia do Esquema poderia ajudá-lo a compreender a origem desse ciúme e a trabalhar questões mais profundas relacionadas à autoestima, medo de abandono ou necessidade de validação. Espero ter ajudado. Abraço.
Se isso estiver gerando muita ansiedade, um psiquiatra também poderia avaliar se algum suporte medicamentoso temporário ajudaria no manejo emocional.
Você já faz acompanhamento psicológico há quase três anos. Seu atual terapeuta tem trabalhado esse tema com você? Se não, talvez seja o momento de trazer essa questão para a terapia ou buscar um profissional com experiência específica nesse tipo de conflito.
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Tenho um namorado totalmente viciado em videogames, eu tenho sempre que estar cobrando a atenção del
Tenho um namorado totalmente viciado em videogames, eu tenho sempre que estar cobrando a atenção dele, porque não consigo nem conversar com ele porque ele não para de jogar em momento nenhum. Além disso, ele tem uma amiga de jogo que está sempre com ele jogando e quando ele sai do jogo, ele fica conversando no WhatsApp com ela enquanto está comigo e quando ele finalmente me dá atenção ela manda mensagem cobrando a presença dele. Já conversei com ele sobre o assunto e ele fala que acha normal agir assim com a amiga e que jogar é o hobby favorito dele, então eu tenho que aprender a aceitar isso. Estou sendo incompreensiva em querer terminar o relacionamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não entendo dessa forma. Não acho que você seja incompreensiva. Me parece que o que você espera de um relacionamento é atenção, diálogo e presença e essas são necessidades legítimas (pelo menos para a maioria das pessoas. Veja o problema não é ele gostar de videogames, mas sim a forma como isso está afetando a dinâmica entre vocês. Um relacionamento saudável envolve equilíbrio e respeito pelas necessidades de ambos. Se você sente que sempre precisa cobrar atenção, que ele prioriza os jogos e essa amiga ao invés de dedicar tempo de qualidade a você, e que suas preocupações são minimizadas, isso pode indicar um desalinhamento de expectativas e prioridades. Você já tentou conversar e ele deixou claro que não pretende mudar, ou seja, ele espera que você se adapte. A pergunta agora é: você consegue e quer aceitar essa dinâmica? Se isso está te frustrando constantemente e te fazendo sentir negligenciada, terminar o relacionamento não é ser incompreensiva, mas sim reconhecer que ele não está atendendo suas necessidades emocionais. Relacionamentos devem ser uma via de mão dupla, e se só um dos lados está cedendo, isso pode gerar ressentimento a longo prazo. Avalie se esse é o tipo de relação que você quer para si. Abraço.
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Ingressei num relacionamento com uma mulher que tem Bipolaridade, diagnosticada. Ela é uma pessoa in
Ingressei num relacionamento com uma mulher que tem Bipolaridade, diagnosticada. Ela é uma pessoa incrivel e eu a amo muito. Porem, devido ao termino de um noivado de 6 anos, onde o antigo noivo a traiu, meio que desencadeou nela uma especie de inconsequência, onde ela " chutou o balde" por dois anos ali. Acabou cedendo à desejos e vontades, como sexo e o uso de alcool e algumas drogas. Li sobre a bipolaridade e como ela pode afetar o discernimento em certas epocas e crises, busco entender isso, ate porque ela diz que se arrepende demais das coisas que fez. Porem, as vezes tenho dificuldade de digerir essas coisas que aconteceram, fico um pouco inseguro e ate mesmo desconfiado, embora nao haja sequer motivos para isso, pois ela sempre me contou e tambem nao guarda segredos ou nao gosta que eu tenha acesso a A ou B. Quero tirar isso da cabeca pois sei que é errado e que ela, mais do que ninguem, merece uma segunda chance, pois alem de ter um problema, passou por muitas coisas na vida, entao acaba sendo justificavel esse " surto" que ela teve. Gostaria de conselhos para buscar compreender melhor aquilo que ela passou. Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é compreensível. É difícil lidar com inseguranças quando se ama alguém e se quer construir uma relação sólida. No entanto, sua postura de buscar compreensão e empatia já demonstra um grande compromisso emocional e maturidade. Em primeiro lugar é importante separar o passado do presente. O que aconteceu antes de vocês se conhecerem não define quem ela é hoje. Parece que ela mesma reconhece esse período como algo atípico e não alinhado aos seus valores reais. O mais importante é como ela age agora e como vocês constroem essa relação juntos. Em segundo lugar é importante entender a bipolaridade sem reduzi-la a Isso.O transtorno bipolar pode afetar o julgamento e impulsividade em certos momentos, mas ela não é apenas a doença. Ela é uma pessoa completa, com qualidades, valores e uma história. Conhecer melhor o transtorno pode te ajudar a entender algumas reações, mas evite interpretar tudo sob essa ótica. Você deve procuar construir segurança baseada no Presente. Se ela é aberta com você, compartilha sua vida e não esconde nada, sua insegurança pode estar mais ligada às suas próprias dores e receios do que a algo que ela esteja fazendo. Trabalhar isso pode envolver diálogo, terapia (se for possível para você) e reforçar momentos de conexão entre vocês. Praticar a empatia sem justificar tudo. O que ela passou pode ter sido um gatilho para certas atitudes, mas isso não significa que essas experiências definam quem ela é hoje. Dar uma segunda chance a alguém não significa ignorar seus sentimentos, mas sim escolher olhar para o que está sendo construído agora.Conversar sempre que precisar. Se essas questões voltam à sua cabeça, converse com ela de maneira respeitosa. Expresse suas inseguranças sem acusar ou trazer julgamentos. Relacionamentos saudáveis são construídos na transparência e na confiança mútua. Se precisar de apoio para lidar com esses sentimentos, também é válido buscar um profissional que possa te ajudar a organizar melhor essas emoções. O importante é lembrar que o amor e a confiança se constroem no presente, e não no passado. Abraço. Espero ter ajudado.
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Falar sobre medos e fobias com outras pessoas ou na terapia ajuda a aliviar os sintomas?
Falar sobre medos e fobias com outras pessoas ou na terapia ajuda a aliviar os sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, falar sobre medos e fobias, seja com outras pessoas de confiança ou em terapia, pode ajudar bastante a aliviar os sintomas. Expressar o que sente permite que você se sinta ouvido e compreendido. Muitas vezes, só o fato de falar já reduz a sensação de isolamento e vergonha que pode acompanhar o medo. Colocar os medos em palavras ajuda a organizar os pensamentos, tornando mais fácil identificar o que está por trás da fobia. Às vezes, só ao verbalizar, a pessoa percebe que o medo é menos ameaçador do que parecia. Quando você fala sobre o medo, ele tende a parecer menos assustador. Guardar as emoções pode intensificar a ansiedade, enquanto falar sobre elas diminui o poder que exercem sobre você. Conversar com alguém pode trazer novas formas de enxergar a situação e até sugestões para lidar com o medo. Na terapia, especialmente na Terpia Cognitivo Comportamental, o paciente aprende a identificar pensamentos disfuncionais, questioná-los e substituí-los por pensamentos mais realistas. Também pode trabalhar com exposição gradual, uma técnica que ajuda a enfrentar o medo aos poucos. Escolha alguém de confiança para conversar e se possível, procure ajuda profissional.
Falar é um passo corajoso e muito importante para superar o medo. Abraço
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Estou sofrendo muito pois terminei um namoro de 1 ano e durante esse tempo ele sempre foi incrível,
Estou sofrendo muito pois terminei um namoro de 1 ano e durante esse tempo ele sempre foi incrível, só não era perfeito por conta dos ciúmes e desconfianças dele que na maioria das vezes ele mesmo que criava na cabeça, nunca dei motivos, nunca fiz nada de errado, sempre fui leal mas ele tinha muitos ciúmes e depois que acontecia alguma briga por conta disso ele via que exagerou e vinha me pedir desculpas. Pedi diversas vezes para procurar ajuda profissional, ele falava que iria e até procurou alguns psicólogos, mas não gostava de nenhum.
Por ele ser bom está sendo difícil seguir em frente, sei o quanto ele me amava, nunca desconfiei de nada, sempre estava disposto e por mim, e eu fico pensando será que eu tenho que aceitar as crises de ciúmes sem fundamento? já que o mundo está tão doente, pessoas rasas, e esse cara que me ama, demonstra, nunca me fez eu me sentir sozinha. Vai fazer 2 meses que terminamos e nesse tempo ele me procurou mais de uma vez, pra dizer o quanto que me ama, porém chegava já perguntando se eu já fiquei com alguém ou segui minha vida e nisso nos estressávamos de novo. E sempre joga nas conversas os nossos planos de casar e ter filhos, isso está doendo muito.
Não sei o que fazer pois o amo muito.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é totalmente compreensível. Você viveu um relacionamento onde foi muito amada e respeitada em muitos aspectos, mas também lidou com um padrão de ciúmes e desconfiança que te machucava. O fim de um relacionamento assim é doloroso porque, por um lado, havia amor e companheirismo, mas por outro, um desgaste emocional recorrente. O Amor por si só não basta.Você o ama, e ele te ama, mas isso não significa que o relacionamento era saudável para você. O ciúme excessivo não é uma prova de amor; é um reflexo de insegurança que, ao longo do tempo, desgasta e mina a confiança. Você já tentou ajudá-lo a mudar, incentivou a terapia, e mesmo assim os padrões continuaram. Você precisa aceitar o que é inaceitável para ficar com ele? Essa é a pergunta que você mesma fez. A resposta é não. Estar com alguém não significa aceitar tudo, especialmente algo que te machuca. Relacionamentos exigem esforço de ambas as partes. Você tentou, mas ele não conseguiu mudar esse comportamento. E sem essa mudança, o ciclo de brigas, culpa e desculpas provavelmente se repetiria. O Luto do relacionamento é normal. Dois meses é pouco tempo para superar algo tão intenso. O amor não desaparece de um dia para o outro, mas isso não significa que voltar seja a melhor solução. Você está sofrendo porque perdeu alguém importante, e esse luto precisa ser vivido. Ele continua se comportando da mesma forma. Mesmo depois do término, ele te procura perguntando se você já ficou com alguém, ou seja, o padrão de ciúmes persiste. Ele sente sua falta, mas não mudou. Isso indica que, se vocês voltassem, as mesmas dores voltariam também.Os planos de casamento e filhos são bonitos, mas para um futuro juntos funcionar, o presente precisa ser saudável. Se a relação tem padrões que te fazem mal agora, eles só se intensificariam em um casamento. Dê tempo ao tempo: a dor vai diminuir, e a clareza sobre a relação vai aumentar. Evite contato por enquanto: isso te ajuda a processar melhor seus sentimentos. Foque em você: saia com amigos, invista em hobbies, cuide da sua saúde emocional. Relembre os motivos do término pense no que te fez tomar essa decisão. Se apesar de tudo você ainda achar que vale a pena dar uma outra chance se permita. Entretanto as pessoas so mudam se elas quiserem ou se estiverem dispostas a isso. O amor não muda ninguém.
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umas semanas atrás acordei com a sensação de que nada a minha volta era real e com o sentimento que
umas semanas atrás acordei com a sensação de que nada a minha volta era real e com o sentimento que algo de ruim ia acontecer. Eu conseguia me mexer e me comunicar, mas até quando falava com meus familiares eu sentia que eles não eram reais. Algum profissional sabe se isso é questão de algum transtorno de ansiedade ou alguma outra questão a ser tratada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece ser uma experiência de despersonalização e/ou desrealização, que são fenômenos dissociativos, muitas vezes associados a transtornos de ansiedade ou estresse intenso. Despersonalização é a sensação de estar desconectado de si mesmo, como se estivesse observando a si próprio de fora ou como se o corpo não fosse seu. Desrealização é a sensação de que o ambiente ao seu redor não é real, ou que tudo parece irreal ou distorcido. Essas sensações podem ocorrer isoladamente ou juntas e são frequentemente associadas a um Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG); Transtorno de Pânico;Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT); Fases de estresse intenso ou crise emocional; Fadiga extrema ou privação de sono; Transtornos de Personalidade; etc. Embora essas sensações possam ser assustadoras, elas são, em muitos casos, uma resposta do cérebro ao estresse ou à ansiedade. A sensação de que "algo ruim vai acontecer" pode estar ligada a um estado de hipervigilância, comum em casos de transtornos de ansiedade. Esses episódios podem ser uma forma do cérebro lidar com um excesso de estresse ou ansiedade, tentando "desconectar" da realidade para proteger a pessoa de sentimentos de sobrecarga emocional. Pode também ser um sinal de transtornos dissociativos, que ocorrem como resposta a traumas emocionais ou psicológicos. Se esses sintomas ocorrerem com frequência ou forem perturbadores, é importante procurar um profissional de saúde mental. A Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (TCC): que trabalha a compreensão e regulação da ansiedade e dos pensamentos distorcidos que podem gerar essas experiências. Medicação: se necessário, especialmente se os sintomas forem graves, um psiquiatra pode recomendar ansiolíticos ou antidepressivos. Relaxamento e técnicas de respiração: Técnicas como respiração profunda, meditação ou mindfulness podem ajudar a "anclar" você no momento presente Práticas de autocuidado: Garantir um sono adequado, alimentação balanceada e exercícios físicos pode reduzir a ansiedade e ajudar na regulação emocional. Evitar a sobrecarga de estresse: Se possível, tente reduzir fontes de estresse enquanto busca ajuda profissional. É importante observar se esses episódios se repetem ou se tornam mais intensos. O diagnóstico e o tratamento adequados vão depender da avaliação profissional. Espero ter ajudado.
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Meu filho n consegui concluir as tarefas da escola . Pois ele não consegue se consentra sempre distr
Meu filho n consegui concluir as tarefas da escola . Pois ele não consegue se consentra sempre distraído a professora fala que geralmente ele fica com a cabeça no mundo da da Lua como se estivesse viajando queria que me desse uma ajuda sobre o quê fazer essa situação
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que seu filho pode estar enfrentando dificuldades de atenção, algo comum em crianças. Algumas possibilidades incluem Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) do tipo desatento, ansiedade, dificuldades emocionais ou apenas um perfil mais sonhador. Aqui estão algumas sugestões para ajudar: Observar os Padrões:Ele se distrai apenas na escola ou também em casa? Consegue manter o foco em algo que gosta (como jogos, desenhos)? Tem dificuldade apenas em certas matérias ou em todas? Essas respostas ajudam a entender se o problema está mais ligado ao ambiente escolar, ao estilo de ensino ou se é algo mais amplo.Criar Estratégias para Melhorar a Atenção. Rotina bem definida: horários regulares para estudo e descanso ajudam o cérebro a se organizar.Tarefas curtas e pausas: dividir o estudo em blocos menores pode ajudar na concentração. Eliminar distrações: um ambiente de estudo tranquilo, sem muitos estímulos, pode ajudar. Uso de técnicas visuais: mapas mentais, cores e desenhos podem tornar o aprendizado mais envolvente. Conversar com a Professora: Pergunte quais momentos ele mais se distrai e se há algo que pareça motivá-lo mais. Algumas crianças respondem melhor a estímulos diferentes, como atividades mais dinâmicas ou interativas.Avaliação Profissional: Se a dificuldade for persistente e impactar o aprendizado, pode ser útil buscar um psicólogo ou neuropsicólogo para entender melhor o que está acontecendo. Se for TDAH ou outro fator, um diagnóstico precoce pode fazer muita diferença. Abraço
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Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicida
Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicidade,pois meu esposo vive na pornografia, preciso ir embora ,porém não sei como fazer isso ,já não o amo mais ,sofrir muito e preciso ir embora ,oque eu faço ,tenho medo ,tenho traumas ,tenho medo de não conseguir trabalhar ,de não saber fazer as coisas certas no trabalho,eu fiquei presa com ele por tanto tempo ,pois ouvir sempre ele me dizer que eu não sei fazer nada ,mais eu sei ,porém pra ele nada é bom ,mais no fundo tenho medo de não conseguir..... Me ajudem por favor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Poxa, essa situação parece muito difícil, mas só o fato de reconhecer que precisa sair dessa situação já mostra sua força. Todos merecemos ser valorizados e respeitados. Para que você possa fazer essa transição. É importante primeiro que você entenda que você é capaz. O medo que você sente não vem de uma incapacidade real, mas sim dos anos ouvindo que você “não sabe fazer nada”. Isso não é verdade. Você já tem habilidades que desenvolveu ao longo da vida, principalmente como mãe e esposa. Organizar uma casa, cuidar de duas crianças pequenas, tomar decisões diárias exige competência. Você só precisa agora transformar isso em independência financeira. Busque apoio: Converse com familiares ou amigos de confiança. Se não tiver ninguém, há grupos de apoio para mulheres em situação semelhante. Busque apoio profissional e social. Se você sente medo e traumas, pode ser importante procurar ajuda psicológica. Comece a construir sua independência financeira. O primeiro emprego pode dar medo, mas você pode começar com algo mais simples e depois crescer. trabalhos domésticos, vendas online (roupas, comida, artesanato). cursos gratuitos (há muitos na internet) para desenvolver novas habilidades. Empregos que não exigem experiência, como supermercados, lojas ou serviços administrativos. Fortaleça sua confiança. Não dê ouvidos a quem te diminui: Você não precisa ouvir que “não sabe fazer nada”. Você é capaz e pode aprender o que for necessário. Aprenda no seu ritmo: No começo, pode ser difícil, mas tudo se aprende com o tempo. Busque exemplos de superação: Muitas mulheres saíram de relações difíceis e reconstruíram a vida. Você pode ser uma delas. Dê um passo de cada vez, com planejamento e segurança, e logo verá que consegue.
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É normal casal de namorados falarem sobre problemas em suas partes intimas, sem ter tido relação ain
É normal casal de namorados falarem sobre problemas em suas partes intimas, sem ter tido relação ainda? Casal adolescente, namoram a 10 meses.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal. A comunicação aberta em um relacionamento é saudável, e falar sobre o corpo e possíveis preocupações íntimas pode fortalecer a confiança entre o casal. Especialmente para adolescentes, que estão descobrindo mais sobre si mesmos, esse tipo de conversa pode ser uma forma de compartilhar inseguranças, tirar dúvidas e criar um ambiente de conforto e respeito mútuo. O mais importante é que essas conversas sejam feitas de maneira natural, respeitosa e sem pressão. Se ambos se sentem à vontade para falar sobre isso, é um sinal positivo de que há confiança na relação.
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Meu namorado estava assistindo reels de meninas no Instagram, falei com ele. Ele pediu "desculpa"
Meu namorado estava assistindo reels de meninas no Instagram, falei com ele.
Ele pediu "desculpa"
Isso é traição? O que devo fazerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se isso é traição ou não depende dos limites que vocês estabelecem no relacionamento. Para algumas pessoas, olhar reels de outras mulheres pode ser algo inofensivo, enquanto para outras pode ser visto como falta de respeito ou até microtraição. O mais importante aqui é como você se sente e como seu namorado reage a isso. Reflita sobre seus sentimentos: Você se sentiu desrespeitada, insegura ou apenas incomodada? Acha que isso afeta a confiança entre vocês Observe a reação dele: Ele realmente entendeu o motivo do seu incômodo ou só pediu desculpas para evitar conflito? Mudou a atitude ou continua fazendo? Converse sobre os limites do relacionamento. Cada casal tem regras diferentes. Se isso te machuca, vocês precisam alinhar expectativas. Pergunte a ele como ele vê esse comportamento e explique seu ponto de vista. Se ele respeita seus sentimentos e está disposto a mudar, ótimo! Mas se ele ignora ou minimiza o que você sente, talvez seja um sinal de alerta. O importante é que você se sinta segura e respeitada no relacionamento.
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Sintoma de Desrealização tem como melhorar sem terapia e remédios?????
Sintoma de Desrealização tem como melhorar sem terapia e remédios?????
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Vai depender da causa e da intensidade dos sintomas. No caso de um sintoma isolado e não parte de um transtorno maior algumas estratégias podem ajudar e reduzir ou eliminar a sensação de desconexão com a realidade. Técnicas de Ancoragem (Grounding): Essas técnicas ajudam a focar no presente e reconectar-se com a realidade: Tocar objetos e descrevê-los (textura, temperatura, peso). Dizer em voz alta onde você está e o que está fazendo. Respirar profundamente e sentir o ar entrando e saindo. Usar os sentidos: Cheirar algo forte (café, perfume), comer algo marcante (hortelã, limão), ouvir música estimulante. Evitar Gatilhos: Reduzir o estresse e a ansiedade, que podem intensificar a desrealização. Evitar privação de sono, pois o cansaço pode piorar a sensação. Diminuir o consumo de cafeína, álcool e drogas recreativas, que podem desencadear ou agravar episódios. Atividade Física e Rotina Saudável:Exercícios físicos ajudam a regular o sistema nervoso e a trazer mais presença ao corpo. Sono de qualidade mantém o cérebro equilibrado. Alimentação saudável contribui para o funcionamento cognitivo. Aceitação e Não Resistência: Em vez de lutar contra a sensação, tente aceitá-la como temporária. Isso pode reduzir a ansiedade associada e, com o tempo, os episódios podem diminuir. Entretanto se a desrealização for frequente, intensa e estiver prejudicando sua vida é importante que você busque tratamento com um profissional da área da saúde. Sei que nem sempre é facil passar por um tratamento mas nesse caso pode ajudar muito. Abraço.
Perguntas frequentes
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Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou
Boa tarde, tudo bem?
Não sei te responder exatamente sobre a…