Perguntas do paciente (143)
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Todo meu dinheiro eu gasto no jogo. Toda venda que entra na minha conta a primeira coisa que eu faço
Todo meu dinheiro eu gasto no jogo. Toda venda que entra na minha conta a primeira coisa que eu faço é em colocar ele na plataforma. Hoje possuo dívidas altíssimas nos cartões de crédito dos meus pais e nos meus. Peguei dinheiro com Agiota, tenho filhos e muitas vezes esqueço das minhas responsabilidades
Apenas para “tentar” mais um vez. E acabo perdendo tudo
Estou em desespero, pois isso está me afastando das pessoas que eu mais amo. Já menti dizendo que precisava pagar uma conta. Meu esposo me envia dinheiro e eu gasto em apostas! Preciso de ajudaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é compatível com um possível transtorno do jogo, caracterizado por perda de controle sobre as apostas, prioridade crescente dada ao jogo e manutenção do comportamento apesar de graves consequências financeiras, familiares e emocionais. Isso não é falta de caráter ou simplesmente “falta de força de vontade”: é uma condição de saúde mental que necessita de tratamento.
Você precisa tomar medidas imediatas:
Conte ainda hoje ao seu esposo ou a uma pessoa de confiança e entregue temporariamente o controle de cartões, contas bancárias, senhas e limites de transferência.
Exclua os aplicativos de apostas, solicite bloqueio ou autoexclusão das plataformas e peça ao banco a redução dos limites dos cartões e transferências.
Não tente recuperar o dinheiro perdido com novas apostas e não pegue mais dinheiro com agiotas, pois isso pode colocar você e sua família em risco.
Agende uma consulta psiquiátrica comigo o mais rapidamente possível. Precisamos avaliar a gravidade da compulsão, ansiedade, depressão, impulsividade, risco de autoagressão e possíveis transtornos associados, além de organizar tratamento psiquiátrico e psicoterápico.
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Tomo lamotrigina 100mg pra transtorno bipolar e buspirona 20mg pra ansiedade, mas estou tendo insôni
Tomo lamotrigina 100mg pra transtorno bipolar e buspirona 20mg pra ansiedade, mas estou tendo insônia, quais desses remédios podem causar insônia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tanto a lamotrigina quanto a buspirona podem causar insônia, embora isso não aconteça com todos os pacientes.
A buspirona pode provocar nervosismo, excitação e dificuldade para dormir, especialmente quando tomada mais tarde. A lamotrigina também possui insônia entre os efeitos adversos descritos e pode ter efeito mais ativador em algumas pessoas.
Entretanto, em quem tem transtorno bipolar, é fundamental diferenciar uma insônia medicamentosa de uma possível alteração do humor. Se, além de dormir menos, você estiver apresentando pensamentos acelerados, aumento de energia, irritabilidade, impulsividade, euforia ou redução da necessidade de sono sem sentir cansaço, procure avaliação médica rapidamente, pois isso pode indicar início de hipomania ou mania. Alterações persistentes do sono estão associadas a maior risco de recaídas no transtorno bipolar.
Não suspenda nem altere os horários das medicações por conta própria. Agende uma consulta comigo para avaliarmos quando a insônia começou, os horários de uso e se é necessário ajustar o esquema terapêutico.
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Boa noite, estou há 1 mês e 8dias tomando escitalopram.. e fui recomendado a tomar após o café da ma
Boa noite, estou há 1 mês e 8dias tomando escitalopram.. e fui recomendado a tomar após o café da manhã, e nos últimos dois dias tenho sentido muita tontura e dor de cabeça, pode ter sido de ter tomado de estômago vazio ou de algum dia ter tomado 2h depois do horário normal que tomo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. A tontura e a dor de cabeça podem ter diversas causas e nem sempre estão relacionadas diretamente ao escitalopram. Tomar a medicação ocasionalmente 1 a 2 horas depois do horário habitual geralmente não costuma provocar esses sintomas. Da mesma forma, embora algumas pessoas se sintam melhor tomando o medicamento após o café da manhã, o uso em jejum não costuma causar efeitos importantes na maioria dos casos.
Como você já está utilizando o escitalopram há mais de um mês, o surgimento desses sintomas agora merece uma avaliação mais ampla, pois também pode estar relacionado a outras condições, como alterações da pressão arterial, desidratação, infecções virais, problemas de sono, estresse ou outras causas clínicas.
Minha orientação é que mantenha o uso da medicação conforme prescrito, procure manter uma boa hidratação e observe se os sintomas persistem. Caso a tontura ou a dor de cabeça sejam intensas, progressivas ou venham acompanhadas de outros sintomas, recomendo procurar atendimento médico para uma avaliação mais detalhada.
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Meu médico receitou 5mg de esc por 7 dias , e depois desse período aumentou pra 10mg, voltei a ter o
Meu médico receitou 5mg de esc por 7 dias , e depois desse período aumentou pra 10mg, voltei a ter os colaterais do que tive quando comecei . Daí ele me passou clonazepam gotas 5 gotas pela manhã, 5 gotas a tarde e 15 gotas ao dormir. Essa dose é segura , tmb tomo omesartana 20mg para hipertensãoemocional . Esse protocolo é usado ? É seguro? Tenho tag severa
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esse é um protocolo bastante utilizado. Quando a dose do escitalopram é aumentada de 5 mg para 10 mg, é relativamente comum ocorrer uma piora temporária dos efeitos colaterais e da ansiedade nas primeiras semanas. Por esse motivo, muitos psiquiatras associam o clonazepam temporariamente até que o escitalopram volte a estabilizar os sintomas.
A dose prescrita (5 gotas pela manhã, 5 à tarde e 15 à noite) está dentro das faixas habitualmente utilizadas para ansiedade, desde que tenha sido orientada pelo seu médico. O uso concomitante com olmesartana também costuma ser seguro. Apenas observe se ocorrer excesso de sonolência, tontura ou sensação de pressão baixa.
Mantenha o acompanhamento com seu médico e não faça ajustes por conta própria. Na maioria dos casos, esses efeitos melhoram gradualmente após alguns dias ou semanas.
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Qual a diferença entre psicose e fenômenos quase psicóticos no Transtorno de Personalidade Borderlin
Qual a diferença entre psicose e fenômenos quase psicóticos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicose, há perda mais sustentada do teste de realidade, com delírios e/ou alucinações persistentes. Já no TPB, os fenômenos quase psicóticos costumam ser transitórios, relacionados ao estresse, de curta duração e com preservação parcial da crítica, como ideação paranoide passageira ou sintomas dissociativos.
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Qual é a síntese psicopatológica integradora do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Qual é a síntese psicopatológica integradora do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline pode ser compreendido como um quadro caracterizado por instabilidade da identidade, dos afetos, dos relacionamentos interpessoais e do controle dos impulsos, associado a intenso medo de abandono, sentimentos crônicos de vazio e dificuldade de regulação emocional, resultando em sofrimento significativo e prejuízo funcional.
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Qual é a função psicopatológica da autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Qual é a função psicopatológica da autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autoagressão no TPB geralmente tem a função de regular emoções intensas, aliviar sofrimento psíquico, reduzir sentimentos de vazio, raiva ou angústia e, em alguns casos, expressar sofrimento emocional que a pessoa tem dificuldade de verbalizar. Nem sempre está associada à intenção de suicídio, embora aumente o risco de comportamento suicida.
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Quais são os eixos psicopatológicos comprometidos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Quais são os eixos psicopatológicos comprometidos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), os principais eixos psicopatológicos comprometidos são:
Identidade: difusão de identidade, autoimagem instável e sensação de vazio.
Regulação afetiva: intensa instabilidade emocional e reatividade do humor.
Relacionamentos interpessoais: relações intensas, instáveis e marcadas por medo de abandono.
Controle de impulsos: impulsividade em diversas áreas (gastos, sexo, substâncias, automutilação, etc.).
Cognição/percepção: ideação paranoide transitória e sintomas dissociativos relacionados ao estresse.
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O que se entende por “difusão de identidade” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O que se entende por “difusão de identidade” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Difusão de identidade no TPB refere-se a uma imagem de si mesmo instável, incoerente ou mal definida. A pessoa pode apresentar mudanças frequentes de objetivos, valores, preferências, planos de vida e até da forma como percebe a si mesma, gerando sensação de vazio, confusão sobre quem é e dificuldade em manter uma identidade consistente ao longo do tempo.
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Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é compreendido do ponto de vista psicopatológico
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é compreendido do ponto de vista psicopatológico estrutural?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicopatológico estrutural, o TPB é compreendido como uma organização borderline da personalidade, caracterizada por difusão de identidade, uso predominante de defesas primitivas (como cisão) e relativa preservação do teste de realidade, resultando em instabilidade emocional, interpessoal e comportamental.
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"Quais são as recomendações clínicas e psiquiátricas para a indicação, monitorização e manejo da pol
"Quais são as recomendações clínicas e psiquiátricas para a indicação, monitorização e manejo da polifarmácia em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia é o tratamento de primeira linha (especialmente DBT, MBT, TFP e GPM).
Medicamentos devem ser utilizados apenas para sintomas-alvo específicos (impulsividade, instabilidade afetiva, ansiedade, insônia ou comorbidades).
Evitar polifarmácia sempre que possível, pois há pouca evidência de benefício para múltiplas medicações simultâneas no TPB.
Realizar revisões periódicas da prescrição, suspendendo fármacos ineficazes.
Ter cautela com benzodiazepínicos, devido ao risco de desinibição comportamental, impulsividade e dependência.
Monitorar efeitos adversos, interações medicamentosas, adesão e risco de intoxicação em casos de comportamento suicida.
Tratar comorbidades psiquiátricas (depressão, TAG, TDAH, transtornos por uso de substâncias) conforme as diretrizes específicas.
Priorizar esquemas simples, com o menor número possível de medicamentos e na menor dose eficaz
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Quais são as orientações e recomendações do psiquiatra quanto ao uso de múltiplos medicamentos (poli
Quais são as orientações e recomendações do psiquiatra quanto ao uso de múltiplos medicamentos (polifarmácia) no manejo clínico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra deve orientar que não existe medicamento específico para tratar o TPB como um todo. O uso de múltiplos medicamentos deve ser evitado sempre que possível, sendo indicado apenas para sintomas-alvo ou comorbidades. É importante revisar regularmente a prescrição, monitorar efeitos adversos e priorizar a psicoterapia como tratamento principal.
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O que o psiquiatra deve orientar sobre uso de múltiplos medicamentos no Transtorno de Personalidade
O que o psiquiatra deve orientar sobre uso de múltiplos medicamentos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra deve orientar que não existe medicamento específico para tratar o TPB como um todo. O uso de múltiplos medicamentos deve ser evitado sempre que possível, sendo indicado apenas para sintomas-alvo ou comorbidades. É importante revisar regularmente a prescrição, monitorar efeitos adversos e priorizar a psicoterapia como tratamento principal.
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Como o conceito de vazio crônico contribui para a compreensão do sofrimento psíquico no TPB?
Como o conceito de vazio crônico contribui para a compreensão do sofrimento psíquico no TPB?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vazio crônico no TPB refere-se a uma sensação persistente de vazio interno, falta de propósito, desconexão consigo mesmo e com os outros. Esse fenômeno está relacionado à difusão de identidade e contribui para sofrimento intenso, impulsividade, instabilidade emocional e comportamentos autolesivos como tentativas de aliviar esse desconforto.
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Como o psiquiatra avalia a consciência que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TP
Como o psiquiatra avalia a consciência que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tem sobre seu próprio transtorno?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação da consciência de doença (insight) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma parte importante da entrevista psiquiátrica, pois influencia diretamente a adesão ao tratamento, a capacidade de mudança e o prognóstico.
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Qual é o papel da entrevista psiquiátrica no diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (
Qual é o papel da entrevista psiquiátrica no diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A entrevista psiquiátrica é o principal instrumento diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Diferentemente de muitos transtornos em que os sintomas podem ser identificados por escalas ou exames complementares, o diagnóstico do TPB depende fundamentalmente da investigação clínica longitudinal da personalidade, dos padrões relacionais e do funcionamento emocional do paciente.
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Como o psiquiatra avalia risco de recaída após melhora inicial no Transtorno de Personalidade Border
Como o psiquiatra avalia risco de recaída após melhora inicial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o psiquiatra não avalia apenas a melhora dos sintomas atuais, mas principalmente a estabilidade dos ganhos terapêuticos ao longo do tempo, pois recaídas costumam ocorrer em períodos de estresse interpessoal, perdas afetivas, rejeição percebida ou mudanças significativas na vida.
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Como o psiquiatra avalia a presença de sintomas depressivos associados ao Transtorno de Personalidad
Como o psiquiatra avalia a presença de sintomas depressivos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psiquiatra avalia a intensidade, duração e contexto dos sintomas depressivos, diferenciando episódios depressivos maiores de oscilações afetivas típicas do TPB. Também investiga humor deprimido, anedonia, desesperança, ideação suicida, fatores desencadeantes, prejuízo funcional e possíveis comorbidades psiquiátricas.
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Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode aumentar o risco de comorbidades psiquiá
Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode aumentar o risco de comorbidades psiquiátricas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) está associado a uma elevada taxa de comorbidades psiquiátricas porque seus elementos centrais — desregulação emocional, impulsividade, instabilidade interpessoal e vulnerabilidade ao estresse — aumentam a suscetibilidade ao desenvolvimento ou à manutenção de outros transtornos mentais.
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O que significa “controle de crise” no tratamento psiquiátrico do Transtorno de Personalidade Border
O que significa “controle de crise” no tratamento psiquiátrico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o termo “controle de crise” refere-se ao conjunto de intervenções destinadas a reduzir rapidamente o risco, o sofrimento emocional intenso e os comportamentos potencialmente perigosos durante períodos de descompensação aguda.
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…