Perguntas do paciente (49)
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Olá, minha filha tem TDAH diagnosticado desde 2024, a escola adapta as provas dela, porém, ela não t
Olá, minha filha tem TDAH diagnosticado desde 2024, a escola adapta as provas dela, porém, ela não tem Pei, e nunca me chamaram para fazer, estou na dúvida pq uma colega me informou que a escola chamou ela pra fazer do filho dela que tem TEA.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! O PEI não é só para TEA, tá? Crianças com TDAH também podem (e muitas vezes devem) ter, principalmente quando já existem adaptações.
Pelo que você falou, a escola já adapta as provas, então faz sentido organizar isso em um PEI para garantir um acompanhamento mais estruturado.
Você pode pedir uma reunião e solicitar isso de forma tranquila.
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Minha filha de 2 anos e 9 meses entrou pra escola há quase 30 dias somente na parte da tarde, sempre
Minha filha de 2 anos e 9 meses entrou pra escola há quase 30 dias somente na parte da tarde, sempre ficou somente comigo em casa e com o pai também após ele chegar do serviço. E ela está com insegurança de ficar longe da professora da escola. Quando a professora precisa se ausentar, seja pra ir no banheiro, ir jogar um lixo fora, Todos os coleguinhas ficam sentados normalmente, mas ela grita, levanta, deixando até a cadeira cair e fala que a tia não pode sair e chora e vai atrás. Em casa ela não tem esse problema de ficar longe de nós, minha casa é grande e ela explora ela, apesar de que ela me chama mais vezes agora, são muitos mamãe. Não sei como ajudar e precisava de ajuda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Isso é bem comum nessa fase, principalmente porque ela entrou na escola há pouco tempo e sempre teve vocês como referência principal
Esse comportamento mostra mais uma insegurança na separação, não é algo preocupante. Ela ainda está entendendo que a professora sai, mas volta.
O ideal é a escola ir trabalhando isso aos poucos, avisando antes de sair e garantindo previsibilidade. Com o tempo e a adaptação, essa reação tende a diminuir.
Em casa, vocês podem ajudar reforçando segurança, falando sobre a rotina da escola e que a “tia sempre volta”.
Se persistir por muito tempo ou aumentar, aí sim vale observar com mais atenção.
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Sou de salvador Bahia meu filho tem 7 anos estar no 1 ano fundamental...tem dificuldade de saber as
Sou de salvador Bahia meu filho tem 7 anos estar no 1 ano fundamental...tem dificuldade de saber as letras não sabe ler esquece rápido.preciso de ajuda.ele tem muita dificuldade na escola e tá atrasado com respeito a outras criança
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Entendo sua preocupação, e você está certa em buscar ajuda.
Com 7 anos e no 1º ano, já é esperado que a criança esteja em processo de aprendizagem das letras e início da leitura. Quando há muita dificuldade para reconhecer letras, esquecer rápido ou avançar, é importante olhar com mais atenção.
Isso pode estar relacionado a dificuldades na aprendizagem, atenção ou até na forma como ele está sendo estimulado.
O mais indicado agora é:
conversar com a professora
verificar como ele está em sala
e, se possível, buscar uma avaliação com um profissional (psicopedagogo ou neuropsicopedagogo)
Quanto antes entender o que está acontecendo, melhor para ajudar no desenvolvimento dele.
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ha bebe de 1 ano e 6 meses sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vogais,
ha bebe de 1 ano e 6 meses sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vogais, cores , as partes do corpo humano, quando pergunto fala os nomes dos personagens da história que leio para ela. Sempre estimulo usando brinquedos, peças de montar letras e numeros... Ela é bem sociável, adora passear, um doce de criança. Mesmo assim penso se tem algo haver com TEA.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pelo que você descreve, sua filha apresenta um desenvolvimento bem avançado para a idade, especialmente em linguagem e memória
Essas habilidades não indicam TEA. Além disso, o fato de ela ser sociável e interagir bem é um sinal positivo no desenvolvimento.
No TEA, geralmente observamos dificuldades na interação social e comunicação, o que não aparece no seu relato.
Pelo que você trouxe, o desenvolvimento dela parece adequado. Caso surjam dúvidas específicas no comportamento ou interação, aí sim vale investigar melhor.
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Como ter estratégias de enfrentamento para me ajudar a lidar com o funcionamento intelectual limítro
Como ter estratégias de enfrentamento para me ajudar a lidar com o funcionamento intelectual limítrofe com prejuízos de: saúde mental, social, acadêmico, independência, profissional, memória, delay cognitivo, dificuldade de ter sucesso na vida, sobrecarga sensorial, lentidão, confusão mental, desatenção, baixa autoestima, dificuldades em multitarefas, dificuldade de seguir instruções complexas, dificuldade de como se escreve as palavras, compulsão por compras, dificuldade de aprendizagem, alta inclinação de desistência e raciocínio lento. Levando em consideração que tenho transtorno de ansiedade generalizada por conta da minha falta de habilidade em lidar com todas essas dificuldades.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve envolve diferentes aspectos do funcionamento cognitivo e emocional, e é importante entender que não se trata de falta de esforço, mas sim de um padrão que precisa de estratégias mais adaptadas ao seu modo de funcionamento.
Algumas estratégias que podem ajudar no dia a dia incluem:
organizar tarefas em passos menores
utilizar anotações, listas e lembretes externos
evitar sobrecarga e multitarefas
manter uma rotina mais previsível
respeitar seu próprio ritmo
Em relação à ansiedade e à compulsão, esses fatores costumam estar associados às dificuldades relatadas e podem intensificar o quadro, sendo importante também olhar para essas questões com cuidado.
O mais indicado é buscar acompanhamento com profissional qualificado, para uma avaliação mais detalhada e construção de estratégias individualizadas.
Com apoio adequado, é possível melhorar a organização, autonomia e qualidade de vida.
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Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante.. Fica
Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante..
Fica irritado c TD...sem controle e encontra-se numa fase muito complicada de perfeccionista..TD dele tem ki sair perfeito e tem sempre ki estar em primeiro em TD..
E qd não acontece ele sofre...fica nervoso fora do controle...falo muito c ele sobre erros que é normal...e ki tá TD bem qd acontece e ele entende...mas na prática não se controla
É extremamente inteligente.
O que posso fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, ele tem uma dificuldade importante em lidar com frustração e uma rigidez ligada ao perfeccionismo, o que acaba gerando essas reações mais intensas.
O fato de piorar quando não dorme bem também é um ponto importante, porque o cansaço reduz ainda mais o controle emocional.
Você já faz algo muito importante, que é conversar e orientar, mas nessa idade ele ainda não consegue aplicar isso sozinho na hora da emoção.
Algumas coisas que podem ajudar:
trabalhar com ele que “errar faz parte”, mas de forma prática, no dia a dia
antecipar situações (ex: “nem sempre vamos ganhar, e tudo bem”)
ajudar ele a nomear o que está sentindo
ensinar formas de se acalmar (respirar, se afastar um pouco)
cuidar bem da rotina de sono
Se essas reações são frequentes e intensas, o ideal é buscar uma avaliação para orientar melhor estratégias para ele.
Isso não é sobre inteligência, e sim sobre desenvolvimento emocional, que ainda está em construção.
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Gostaria de saber se é verdade que pessoas com rebaixamento intelectual leve têm condições intelectu
Gostaria de saber se é verdade que pessoas com rebaixamento intelectual leve têm condições intelectuais de entrar e terminar um curso universitário ? E, passarem em um concurso na área em que fizeram a faculdade ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é possível, mas depende de alguns fatores importantes.
Pessoas com funcionamento intelectual limítrofe ou rebaixamento leve podem, sim, cursar uma faculdade e concluir, principalmente quando contam com apoio adequado, estratégias de estudo e um ambiente que favoreça a aprendizagem.
No entanto, é importante considerar que podem existir mais dificuldades em relação à velocidade de aprendizagem, compreensão de conteúdos mais complexos e exigências acadêmicas, sendo necessário um percurso mais estruturado.
Em relação a concursos, também é possível, mas geralmente exige adaptação na forma de estudo, mais tempo de preparação e estratégias específicas.
Cada caso é único, então o mais importante não é apenas a capacidade intelectual isolada, mas o conjunto de fatores como apoio, organização, saúde emocional e estratégias utilizadas.
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Uma pessoa com QI abaixo da média... Vale a pena estudar?
Uma pessoa com QI abaixo da média... Vale a pena estudar? Com QI abaixo da média vale a pena investir em estudo? Digo QI abaixo da média e não sem conhecimento.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, vale a pena.
QI não define sozinho a capacidade de aprender ou ter sucesso.
Aprendizagem depende de constância, método, apoio e adaptação ao próprio ritmo.
Pessoas com QI abaixo da média conseguem sim aprender, evoluir e desenvolver habilidades.
O mais importante é encontrar formas de estudo que funcionem melhor para você, em vez de se comparar com os outros.
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Meu filho tem 6 anos ele não para quieto na escola, principalmente em sala de aula ,já em casa e na
Meu filho tem 6 anos ele não para quieto na escola, principalmente em sala de aula ,já em casa e na igreja fica mas tranquilo não sei o ,que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode estar relacionado a fatores como rotina, exigência de atenção por mais tempo, regras do ambiente ou até estímulos em sala.
O ideal é conversar com a professora para entender melhor como ele se comporta lá e em quais momentos isso acontece.
Se essa dificuldade for frequente e estiver atrapalhando o funcionamento na escola, pode ser importante buscar uma avaliação para entender melhor e orientar estratégias.
Quanto antes observar e organizar isso, melhor para ajudar ele no dia a dia.
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Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu se
Oi gente, Minha filha tem 9 anos, e semana passada fez provas e saiu mal, conversando com ela, eu senti que ela tem
"insegurança: medo de errar" , e isso acabou prejudicando pq em casa ela soube refazer as provas, alguma dica pra fazer ela perder esse medo e fazer a prova com calma ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso é bem comum, e está mais ligado à insegurança do que à dificuldade de conteúdo.
Ela sabe, mas na hora da prova o medo de errar trava o raciocínio.
Algumas coisas que podem ajudar:
reforçar que errar faz parte do aprendizado
evitar cobrança excessiva por acerto
treinar em casa em formato de “simulado”, mas de forma leve
orientar ela a fazer primeiro o que tem mais segurança
ensinar a respirar e ir com calma quando se sentir nervosa
O mais importante é trabalhar a confiança, não só o conteúdo.
Se isso continuar acontecendo, pode ser interessante buscar ajuda profissional para trabalhar essa insegurança de forma mais direcionada, como com uma psicopedagoga.
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Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fa
Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fala" alguma dica pra me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso geralmente acontece quando a criança ainda está escrevendo com base na fala, o que é comum no processo de aprendizagem da escrita.
Ela ainda não consolidou totalmente as regras ortográficas, por isso escreve do jeito que escuta.
Algumas formas de ajudar:
ler mais com ela e chamar atenção para a escrita correta das palavras
fazer pequenas atividades de escrita com apoio, sem pressão
trabalhar sons das letras e diferenças entre fala e escrita
corrigir de forma orientada, mostrando o jeito certo
Se isso estiver muito frequente para a idade, é importante investigar melhor como está o processo de alfabetização dela.
Nesses casos, buscar uma avaliação com psicopedagoga pode ajudar a identificar as dificuldades e orientar um plano de intervenção mais adequado.
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Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito d
Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito devagar, outra professora já tinha me comentado a mesma coisa, queria saber como poderia ajudar ela, pois tá sendo prejudicada com atrasos de matérias
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode acontecer por alguns motivos, como dificuldade de atenção, organização, lentidão no processamento ou até insegurança.
Copiar do quadro exige várias habilidades ao mesmo tempo, e algumas crianças acabam tendo mais dificuldade nisso.
Algumas formas de ajudar:
observar se ela perde tempo se distraindo
incentivar que comece copiando pequenas partes por vez
treinar em casa cópias curtas, sem pressão
orientar ela a olhar, memorizar um pedaço e depois escrever
Também é importante conversar com a professora para entender como isso acontece em sala.
Se essa lentidão estiver frequente e prejudicando, pode ser interessante buscar uma avaliação psicopedagógica para entender melhor e orientar estratégias mais específicas.
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Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discu
Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discursões e também tem excesso de uso de celular ; isso pode estar contribuindo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode estar contribuindo, sim.
Exposição a discussões frequentes pode impactar o desenvolvimento emocional, e o excesso de uso de telas também pode interferir na linguagem, principalmente nessa idade.
Com 4 anos, já é esperado um desenvolvimento mais estruturado da fala, então essa dificuldade merece atenção.
Algumas orientações iniciais:
reduzir o tempo de tela
aumentar interações reais (conversar, brincar, contar histórias)
estimular a fala no dia a dia, com calma e sem pressionar
Mas o mais importante aqui é buscar uma avaliação.
O ideal é procurar uma fonoaudióloga para avaliar a linguagem e, se necessário, também uma psicopedagoga ou outro profissional para olhar o desenvolvimento como um todo.
Quanto antes investigar, melhor para ajudar no desenvolvimento dela.
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Meu filho de 4 anos e 7 meses tem muita dificuldade de concentração quando falamos com ele e princip
Meu filho de 4 anos e 7 meses tem muita dificuldade de concentração quando falamos com ele e principalmente nas atividades escolares (está aprendendo o nome dele), e eu fico muito preocupada com isso. Qual especialista ao certo devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nessa idade, ainda pode haver variação na concentração, mas quando a dificuldade é frequente, vale olhar com mais atenção.
Como envolve aprendizagem e atenção, você pode começar com uma psicopedagoga, que vai avaliar como ele está aprendendo e se organizando nas atividades.
Se for necessário, ela mesma pode orientar encaminhamento para outros profissionais, como psicólogo ou fonoaudiólogo.
O mais importante é não esperar muito, porque quanto antes entender o que está acontecendo, mais fácil é ajudar no desenvolvimento dele.
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Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e princip
Meu filho de 4 anos e 7 meses tem MUITA dificuldade de concentração quando falamos com ele e principalmente nas atividades escolares (está aprendendo o nome dele), e eu fico muito preocupada com isso.
Qual especialista ao certo devo procurar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nessa idade ainda pode haver variação na concentração, mas quando a dificuldade é muito frequente, como você descreveu, é importante investigar melhor.
Você pode começar com uma psicopedagoga, que vai avaliar como ele está lidando com a aprendizagem e a atenção nas atividades.
Se necessário, ela pode orientar encaminhamento para outros profissionais, como psicólogo ou fonoaudiólogo.
Quanto antes entender o que está acontecendo, mais fácil é ajudar no desenvolvimento dele.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é realizar uma avaliação com profissional da área.
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Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e núme
Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e números e ela pegou muito rápido, sabe escrever o nome dela, sabe fazer contas de adição, sabe escrever todas as letrinhas e números já sem ajuda de pontilhado e reconhece se perguntada, sabe frutas, cores e números em inglês e algumas outras palavrinhas, já sabe usar a tesoura, faz tarefas de ligar, transcrever, colar perfeitamente.
Entrou na escolinha da prefeitura esse ano, no começo ela gostou, não chorou se adaptou super bem, agora depois de um mês e meio, fica triste quando a levo para a escola, não quer mais ir pq lá faz sempre a mesma coisa, só brinca das mesmas coisas e vê desenho, não tem tarefinha para ela fazer.
Chega em casa já pegando os livrinhos e folhinhas para fazer lição, me pede para comprar e imprimir tarefinha
Não sei o que fazer, converso, falo q a escola é legal, que tem amigos, mas ela diz que não quer se sente frustrada por não colocar as habilidades dela em prática na escolaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, sua filha apresenta um desenvolvimento bem avançado para a idade, principalmente nas áreas acadêmicas.
O que está acontecendo provavelmente não é falta de adaptação, mas sim uma falta de desafio para o nível dela. Por isso ela demonstra desinteresse e frustração.
Na educação infantil, a proposta realmente é mais voltada para o brincar, socialização e experiências, não tanto para atividades acadêmicas formais. Mas algumas crianças acabam precisando de mais estímulos.
O ideal é conversar com a escola, explicar o perfil dela e ver se é possível propor pequenas adaptações ou atividades que a engajem mais.
Em casa, você pode continuar estimulando, mas sem sobrecarregar.
Esse comportamento não é um problema, é um indicativo de que ela precisa de mais desafio dentro do que é adequado para a idade.
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Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II
Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II em uma escola bilíngue de alto desempenho. Entre minhas funções, trabalho diretamente na adaptação de avaliações para alunos com necessidades específicas de aprendizagem.
Atualmente, estou enfrentando um desafio na adaptação de uma atividade avaliativa de ditado de palavras do currículo de Língua Inglesa para alunos com dislexia. Pensei em sugerir que, em vez de escrever as palavras ditadas, os alunos escolham a forma correta entre três opções com grafias semelhantes. Gostaria de saber se essa adaptação é adequada e benéfica para o desenvolvimento da aprendizagem desses alunos.
P.S.: Os alunos com dislexia (atualmente cinco no total – dois do 6º ano e três do 7º ano) realizam as provas em sala separada, com o suporte de um professor ledor.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, essa adaptação é adequada e pode ser benéfica.
No caso da dislexia, o ditado tradicional avalia muito mais a habilidade ortográfica do que o conhecimento real da palavra. Ao oferecer opções, você reduz a carga da escrita e permite acessar melhor o reconhecimento lexical.
Esse formato ajuda o aluno a demonstrar o que sabe, sem que a dificuldade na codificação escrita seja o principal obstáculo.
Só é importante cuidar para que:
as alternativas sejam bem construídas (sem facilitar excessivamente)
a atividade continue avaliando o objetivo pedagógico proposto
Além disso, pode ser interessante combinar diferentes formas de avaliação, não apenas esse modelo.
A presença de ledor e ambiente separado já é um suporte importante, e essa adaptação vai na mesma linha de acessibilidade.
Se possível, alinhar essas estratégias com um profissional da área (psicopedagoga ou equipe especializada) pode ajudar a ajustar ainda mais as práticas.
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Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo d
Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo dos alunos e ela se assustou com o barulho e agora criou um bloqueio, onde não consegue ir para o refeitório que é ao lado da minha sala. Como lidar nessa situação, sem força-la e que ela se sinta bem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso parece uma reação sensorial ao barulho, o que é bem comum.
Como ela associou o refeitório a uma experiência desconfortável, acabou criando esse bloqueio. O ideal não é forçar, e sim fazer uma reaproximação gradual.
Algumas estratégias que podem ajudar:
ir até o local em horários mais silenciosos
aproximar aos poucos, respeitando o tempo dela
usar apoio visual ou antecipação (mostrar para onde vai, o que vai acontecer)
oferecer um recurso de segurança (objeto que ela goste, abafador de som, se possível)
reforçar positivamente qualquer pequeno avanço
O mais importante é reconstruir essa experiência de forma segura e previsível.
Se essa dificuldade persistir, pode ser interessante alinhar com a equipe escolar e, se houver acompanhamento, com os profissionais que atendem ela, para ajustar estratégias específicas.
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Boa noite! Minha filha completa 03 anos em 14/06/2025. Quando completou 2 anos (14/06/2024) entrou
Boa noite!
Minha filha completa 03 anos em 14/06/2025.
Quando completou 2 anos (14/06/2024) entrou no Maternal. Hoje sabe reconhecer sem dificuldades todas as cores, conta até o número 10, reconhece os números até o 5, reconhece as vogais, fala tudo sem dificuldades, é super comunicativa e entende e participa de conversa com crianças e adultos, se alimenta sozinha.
A escolinha quer permanece-lá no Maternal 1 devido a idade, mas estou preocupada. Repetir o mesmo módulo, mesmas tarefinhas, mesmos temas,… não vejo nenhum acréscimo de conhecimento para ela.
Como devo dialogar com a escola?
Deve realmente permanecer numa turma onde as crianças vão estar iniciando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, sua filha tem um desenvolvimento bem avançado, principalmente na linguagem e nos aspectos cognitivos.
Mas na educação infantil, a organização das turmas não é baseada só no conhecimento acadêmico, e sim na idade e no desenvolvimento global, incluindo social, emocional e maturidade.
Mesmo que ela já domine alguns conteúdos, ainda pode se beneficiar de permanecer na faixa etária dela, principalmente nas experiências de socialização, rotina e desenvolvimento emocional.
O que você pode fazer é conversar com a escola e solicitar que ofereçam mais desafios dentro da própria turma, com atividades adaptadas ao nível dela.
Não necessariamente avançar de turma é a melhor solução, muitas vezes, enriquecer o que já é oferecido funciona melhor.
Se a escola não conseguir ajustar isso, aí sim vale reavaliar outras possibilidades.
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Poderiam me informar para quem serve a avaliação psicopedagógica?
Poderiam me informar para quem serve a avaliação psicopedagógica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação psicopedagógica é indicada para crianças, adolescentes e adultos que apresentam dificuldades na aprendizagem de forma geral, não apenas escolar.
Ela serve para investigar situações como:
dificuldade na leitura, escrita ou matemática
desatenção e dificuldade de concentração
lentidão para aprender
dificuldades na organização e compreensão
prejuízos no aprendizado no dia a dia
O objetivo é entender como a pessoa aprende de forma global, identificando dificuldades e também potencialidades.
A partir disso, é possível orientar intervenções mais adequadas, tanto para a pessoa quanto para a família, escola ou outros contextos.
Se houver qualquer dúvida sobre o processo de aprendizagem, a avaliação psicopedagógica é um bom ponto de partida para entender melhor o que está acontecendo.
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…