Perguntas do paciente (49)
-
Quais são as etapas do atendimento psicopedagógico?
Quais são as etapas do atendimento psicopedagógico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O atendimento psicopedagógico é organizado em etapas para compreender de forma completa como a pessoa aprende e quais são suas dificuldades.
Ele geralmente inicia com a consulta inicial, onde é possível entender a queixa principal e orientar sobre o processo.
Em seguida, é realizada a anamnese, com levantamento detalhado do histórico de desenvolvimento, escolar e familiar.
Depois, acontece a avaliação psicopedagógica, que investiga como a pessoa aprende, identificando dificuldades e potencialidades.
Na devolutiva, são explicados os resultados e indicados os próximos passos.
Quando necessário, inicia-se a intervenção psicopedagógica, com foco no desenvolvimento das habilidades e na superação das dificuldades.
Também há orientação à família e/ou escola, para que o trabalho tenha continuidade no dia a dia.
Se houver dúvidas sobre aprendizagem ou necessidade de avaliação, esse processo ajuda a entender de forma mais clara o que está acontecendo e como intervir de forma adequada.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é agendar uma avaliação com psicopedagoga.
-
Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?
Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com TEA podem enfrentar diferentes dificuldades no contexto escolar, principalmente relacionadas à interação, comunicação e adaptação ao ambiente.
Alguns desafios comuns:
dificuldade na interação social com colegas
compreensão de regras sociais e combinados
sensibilidade a estímulos (barulho, luz, movimentação)
rigidez com mudanças de rotina
dificuldade em entender instruções mais abstratas
foco restrito em determinados interesses
dificuldade de organização e flexibilidade
Essas questões podem gerar ansiedade, sobrecarga e até comportamentos de evitação ou crise.
Por isso, é importante que a escola ofereça previsibilidade, adaptações quando necessário e estratégias que respeitem o funcionamento da criança.
Com o suporte adequado, o aluno com TEA consegue se desenvolver e participar melhor do ambiente escolar.
-
Minha filha tem 08 anos e não consegue escrever,não sabe associar o som a letra,já falei com a profe
Minha filha tem 08 anos e não consegue escrever,não sabe associar o som a letra,já falei com a professora que ela tem dificuldade ,mas não sei a quem recorrer!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso que você descreve é uma dificuldade importante no processo de alfabetização, principalmente na associação entre som e letra, que é a base da leitura e escrita.
Com 8 anos, isso já precisa ser investigado com mais atenção.
Você pode começar procurando uma psicopedagoga, que vai avaliar como está o processo de aprendizagem dela e identificar onde está a dificuldade.
Se necessário, pode haver encaminhamento também para fonoaudióloga, que trabalha bastante essa parte de linguagem e sons.
Enquanto isso, é importante que a escola esteja ciente e adapte o ensino para ela.
Quanto antes iniciar essa avaliação, melhor para ajudar no desenvolvimento.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é realizar uma avaliação com profissional da área.
-
Boa tarde! Minha filha tem 2 anos,porém ela faz mês todo dia 21.Em qual ela fica Berçário l ? Ou Be
Boa tarde!
Minha filha tem 2 anos,porém ela faz mês todo dia 21.Em qual ela fica Berçário l ? Ou Berçário ll ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode variar um pouco de escola para escola, mas geralmente a divisão é feita pela idade completa até uma data de corte.
Com 2 anos completos, na maioria dos casos ela já fica no Berçário II ou até em turma seguinte (maternal), dependendo da organização da escola.
O ideal é confirmar diretamente com a instituição, porque cada rede pode ter seus próprios critérios.
-
É normal uma criança com 10 anos não conhecer alfabeto não ler?
É normal uma criança com 10 anos não conhecer alfabeto não ler?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com 10 anos, não é esperado que a criança ainda não reconheça o alfabeto nem leia.
Isso indica uma dificuldade importante no processo de alfabetização e precisa ser investigado com mais atenção.
Não significa que não tenha capacidade, mas que algo no processo de aprendizagem não está acontecendo como deveria.
O ideal é buscar uma avaliação com psicopedagoga para entender onde está a dificuldade e como ajudar de forma adequada.
Também pode ser necessário envolver outros profissionais, como fonoaudióloga, dependendo do caso.
Quanto antes iniciar essa investigação, melhor para o desenvolvimento da criança.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é realizar uma avaliação com profissional da área.
-
Munha filha nunca estudou , vai completar 3 anos no começo do mês, devo matrícula-la no jardim 1 , 2
Munha filha nunca estudou , vai completar 3 anos no começo do mês, devo matrícula-la no jardim 1 , 2 ou na 1 primeira etapa da educação básica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com quase 3 anos, o mais comum é ela entrar no Jardim 1 (ou Maternal, dependendo do nome que a escola usa).
Essa organização também segue uma data de corte, então pode variar um pouco conforme a escola ou a rede.
O fato de nunca ter estudado antes não impede, ela pode começar normalmente nessa etapa.
O ideal é confirmar com a escola, mas pela idade, tende a ser Jardim 1 mesmo.
-
Dr(a), primeiramente entendo que este espaço não é uma consulta. É comum, ou pelo menos acontece oca
É comum, ou pelo menos acontece ocasionalmente, uma criança não possuir 6 ou mais sintomas em cada bloco do teste Snap-IV, e mesmo assim, possuir TDAH? Sei que existem outros testes, mas nesse especificamente, acontece? Agradeço a todos!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer.
O SNAP-IV é um instrumento de rastreio, não é suficiente sozinho para fechar diagnóstico.
Uma criança pode não atingir o critério de 6 ou mais sintomas em cada bloco e ainda assim apresentar prejuízos significativos compatíveis com TDAH.
O diagnóstico envolve uma avaliação mais ampla, considerando diferentes contextos (casa, escola), histórico, prejuízo funcional e outros instrumentos.
Por isso, o resultado do SNAP-IV deve sempre ser interpretado dentro de um conjunto maior de informações.
Se houver dúvida, o ideal é buscar uma avaliação mais completa com profissional qualificado.
-
Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na
Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na hora de passar do quadro para o caderno, ele é muito inteligente já sabe ler e gostar muito de matemática ,a letra dele é muito boa eu não sei o que fazer, por favor mim ajude?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode acontecer, mesmo em crianças que já sabem ler e têm bom desempenho.
Pelo que você descreve, não parece ser dificuldade de aprendizagem, mas pode estar relacionado a desmotivação, ritmo, atenção ou até preferência por atividades que ele gosta mais, como matemática.
Copiar do quadro exige organização, atenção sustentada e esforço, e algumas crianças acabam evitando essa tarefa.
O ideal é conversar com a professora para entender como ele se comporta em sala e em quais momentos isso acontece.
Em casa, você pode estimular de forma leve, com pequenas atividades de cópia, sem pressão.
Se isso for frequente e estiver impactando o rendimento, pode ser interessante buscar uma avaliação psicopedagógica para entender melhor e orientar estratégias mais específicas.
-
Não sou bom em nada, oque fazer? Aceitar e não fazer nenhum curso?
Não sou bom em nada, oque fazer? Aceitar e não fazer nenhum curso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse tipo de pensamento é mais comum do que parece, mas ele não define a realidade.
Não ser “bom em nada” geralmente está mais ligado à falta de oportunidade, prática ou direcionamento do que a uma limitação real.
Evitar estudar ou tentar algo só tende a reforçar essa sensação.
O mais indicado é começar por coisas pequenas, testar áreas diferentes e ir construindo aos poucos.
Ninguém começa sendo bom, habilidade se desenvolve com tempo e repetição.
Se esse sentimento for muito frequente ou estiver te desmotivando muito, pode ser importante buscar ajuda profissional para trabalhar isso de forma mais estruturada.
Você não precisa acertar tudo agora, mas precisa começar de algum ponto.
-
NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?
NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na disgenesia do corpo caloso, o trabalho psicopedagógico é voltado para as dificuldades específicas que a condição pode gerar na aprendizagem e no processamento das informações.
Como pode haver dificuldade na integração entre áreas do cérebro, é comum observar prejuízos em atenção, organização, compreensão, linguagem e resolução de problemas.
O psicopedagogo atua:
avaliando como a pessoa aprende
identificando dificuldades e potencialidades
adaptando estratégias de ensino de forma mais estruturada
trabalhando organização, sequenciação e compreensão
utilizando recursos visuais e concretos para facilitar a aprendizagem
O foco é sempre funcional, respeitando o ritmo e ajudando a construir estratégias que facilitem o dia a dia.
Geralmente é um trabalho em conjunto com outros profissionais, dependendo das necessidades.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é realizar uma avaliação com psicopedagoga para direcionar melhor a intervenção.
-
Sou professora particular há menos de um ano e um de meus alunos está no ensino fundamental. Esse al
Sou professora particular há menos de um ano e um de meus alunos está no ensino fundamental. Esse aluno tem muita dificuldade, mas infelizmente não quer aprender.
Ele é obeso, tem depressão, os pais são separados e ele mora com a mãe, infelizmente a mãe tem as mesmas características dele, não influencia os estudos dele e não colabora para que ele crie um hábito de estudar todas as semanas etc, nem na reunião de pais ela vai etc. Ambos não possuem uma alimentação saudável, e um contribui para a preguiça do outro.
Eu já estou preocupada e sem saber o que fazer, porque mesmo estudando com ele 2 vezes na semana, ele continua tirando notas baixas, não estuda sozinho, não tira as dúvidas dele comigo, não presta atenção nas minhas aulas particulares, mesmo eu dando alguns mimos pra ele em troca dele acertar algumas atividades que eu escolho e eu sempre tento ser o mais simpática, extrovertida e dinâmica possível. Alguém pode me ajudar? Como devo influenciar esse aluno a estudar? Pois eu me preocupo com ele!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está fazendo sua parte, mas essa situação vai além da aula particular.
Pelo que você descreve, existem fatores emocionais, familiares e de rotina que estão impactando diretamente a aprendizagem. Não é só falta de interesse ou esforço.
Quando o aluno não tem apoio em casa, está desmotivado e com questões emocionais, a aprendizagem realmente fica prejudicada.
Alguns pontos que podem te ajudar:
diminuir a exigência inicial e focar em pequenos avanços
trabalhar vínculo antes do conteúdo
propor atividades mais curtas e possíveis
dar sensação de conquista, mesmo em coisas simples
tentar alinhar com a família, mesmo que seja difícil
Mas é importante entender que você, sozinha, não vai conseguir sustentar essa mudança.
O ideal é orientar a família sobre a necessidade de acompanhamento psicológico e, se possível, psicopedagógico.
Você pode ajudar, mas não pode assumir um papel que depende de toda a rede de apoio.
Se a situação continuar assim, também é importante você estabelecer limites do que é possível dentro do seu trabalho.
-
qual profissional devo procurar para saber se meu irmao tem TDAH?
qual profissional devo procurar para saber se meu irmao tem TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ele pode começar com psicólogo, neuropsicólogo ou também com psicopedagoga.
A psicopedagoga pode avaliar aspectos da atenção e da aprendizagem, identificar sinais compatíveis e levantar hipóteses.
O psicólogo/neuropsicólogo faz uma avaliação mais ampla do funcionamento cognitivo e comportamental.
E, quando necessário, o médico (neurologista ou psiquiatra) entra para diagnóstico clínico e acompanhamento.
O mais importante é iniciar a investigação com um profissional qualificado, para entender melhor o que está acontecendo.
-
Meu filho está apresentando problemas de concentração e de caligrafia, o Psicopedagogo trata esse ti
Meu filho está apresentando problemas de concentração e de caligrafia, o Psicopedagogo trata esse tipo de situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o psicopedagogo pode ajudar, sim.
Dificuldade de concentração e caligrafia estão relacionadas ao processo de aprendizagem e às habilidades cognitivas envolvidas, como atenção, coordenação e organização.
O psicopedagogo vai avaliar como seu filho aprende, identificar onde estão as dificuldades e propor estratégias para melhorar tanto a atenção quanto a escrita.
Se necessário, também pode orientar encaminhamento para outros profissionais, como fonoaudiólogo ou terapeuta ocupacional.
Quanto antes investigar, melhor para ajudar no desenvolvimento.
Se quiser uma orientação mais individualizada, o ideal é realizar uma avaliação com psicopedagoga.
-
A disgrafia em adultos tem cura, e quais profissionais mais indicados para tratar?
A disgrafia em adultos tem cura, e quais profissionais mais indicados para tratar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A disgrafia em adultos não é algo que “cura” no sentido de desaparecer completamente, mas pode melhorar bastante com intervenção adequada.
O foco do trabalho é desenvolver estratégias, melhorar a escrita funcional e reduzir os impactos no dia a dia.
Os profissionais mais indicados são:
psicopedagoga, para trabalhar a escrita e estratégias de aprendizagem
fonoaudióloga, principalmente quando há questões relacionadas à linguagem
terapeuta ocupacional, quando envolve aspectos motores da escrita
Em alguns casos, o acompanhamento psicológico também pode ajudar, especialmente se houver impacto emocional.
Com intervenção adequada, é possível ter evolução e mais autonomia, mesmo na vida adulta.
-
Possuo muita dificuldade de memorização, sou bastante dispersa e tenho muita dificuldade com cálculo
Possuo muita dificuldade de memorização, sou bastante dispersa e tenho muita dificuldade com cálculos e outros problemas acadêmicos, isso pode ser transtorno de aprendizagem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a dificuldades de aprendizagem, mas não dá para afirmar isso sem uma avaliação.
Dificuldade de memória, atenção e cálculo pode ter diferentes causas, como forma de aprendizagem, ansiedade, desatenção ou até lacunas no processo escolar.
Quando isso começa a impactar várias áreas acadêmicas, é importante investigar melhor.
O ideal é buscar uma avaliação com psicopedagoga, que vai analisar como você aprende e identificar possíveis dificuldades.
Se necessário, também pode haver encaminhamento para outros profissionais.
Com a orientação certa, é possível encontrar estratégias que facilitem muito seu dia a dia.
-
Qual a parceria do psicopedagogo na avaliação escolar?
Qual a parceria do psicopedagogo na avaliação escolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicopedagogo atua como um mediador entre o aluno, a escola e a aprendizagem.
Na avaliação escolar, ele contribui identificando como o aluno aprende, quais são suas dificuldades e potencialidades, e como isso impacta no desempenho em sala.
Também auxilia a escola propondo estratégias pedagógicas mais adequadas, adaptações quando necessário e orientações para o professor.
Além disso, pode ajudar na interpretação das dificuldades, evitando que sejam vistas apenas como “falta de interesse” ou comportamento.
É uma parceria importante para tornar o processo de ensino mais acessível e eficaz para o aluno.
-
Olá, tudo bem? eu tenho uma MEGA dificuldade para prestar atenção e para ler tambem, eu me distraio
Olá, tudo bem?
eu tenho uma MEGA dificuldade para prestar atenção e para ler tambem, eu me distraio com muuuuita facilidade.
geralmente eu presto atenção em varias coisas a mesmo tempo, menos onde eu preciso, e isso está me prejudicando em muita coisa.
sempre suspeitei de TDAH, sinceramente não sei o que fazer.. tudo que eu faço não dá certo.
o que posso fazer ?
desde já agradeço.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve pode estar relacionado a dificuldades de atenção, mas não dá para afirmar nada só por esse relato.
Essa sensação de se distrair fácil, não conseguir focar e sentir que nada funciona acaba gerando bastante frustração mesmo.
Antes de pensar em um diagnóstico, o mais importante é entender melhor como isso acontece no seu dia a dia, há quanto tempo e o quanto está te prejudicando.
Algumas coisas que podem ajudar no momento:
tentar fazer uma tarefa por vez
reduzir distrações ao redor (celular, barulho)
usar anotações e listas para se organizar
estudar ou ler em períodos curtos
Mas, pelo impacto que você descreveu, o ideal é buscar uma avaliação com um profissional (psicólogo, neuropsicólogo ou psicopedagogo).
Assim dá para entender melhor o que está acontecendo e orientar estratégias mais adequadas para você.
Você não precisa lidar com isso sozinho, tem formas de melhorar com o acompanhamento certo.
-
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva.
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicopedagogo pode, sim, avaliar aspectos do neurodesenvolvimento e identificar sinais relacionados a dificuldades de aprendizagem, atenção, linguagem e funções executivas.
Dentro dessa avaliação, é possível levantar hipóteses e identificar indicadores compatíveis com quadros como TDAH, TEA e transtornos de aprendizagem.
No entanto, o diagnóstico clínico formal é realizado por outros profissionais, como psicólogo/neuropsicólogo e médico.
O papel do psicopedagogo é fundamental para compreender como essas dificuldades impactam a aprendizagem e direcionar intervenções e encaminhamentos quando necessário.
-
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva.
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicopedagogo pode, sim, avaliar aspectos do funcionamento cognitivo, especialmente aqueles relacionados à aprendizagem, como atenção, memória, linguagem e funções executivas.
No entanto, essa avaliação tem um foco educacional e funcional, voltado para entender como a pessoa aprende e orientar intervenções.
A avaliação neurocognitiva/neuropsicológica completa, com testes padronizados e análise global do funcionamento cognitivo, é realizada pelo neuropsicólogo.
Na prática, são áreas complementares.
Se quiser uma avaliação mais direcionada para aprendizagem, a psicopedagoga é indicada. Se for uma investigação mais ampla do funcionamento cognitivo, o neuropsicólogo é o profissional mais adequado.
-
Meu aluno de reforço têm 10 anos e está no 3 ano não sabe ler. Sabe o alfabeto apenas por sequência,
Meu aluno de reforço têm 10 anos e está no 3 ano não sabe ler. Sabe o alfabeto apenas por sequência, porém, n conhece as letras, porque se eu falar salteada ele não consegue falar. A mesma coisa acontece com os números a partir de 20. Foi ao neuropediatra e nos exames não acusou nada. Qual próximo passo? Quero tanto ajuda lo. Posso contar com a avó dele
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, ele apresenta uma dificuldade importante no processo de alfabetização, principalmente na associação entre letras, sons e números — não é só questão de conteúdo, é de base mesmo.
O fato de saber a sequência, mas não reconhecer de forma isolada, indica dificuldade na consolidação dessas habilidades.
O próximo passo ideal é uma avaliação psicopedagógica.
Essa avaliação vai identificar onde está a falha no processo de aprendizagem e orientar um plano de intervenção adequado.
Enquanto isso, no reforço, você pode:
trabalhar reconhecimento de letras de forma isolada (não em sequência)
associar letra + som (não só nome da letra)
usar materiais concretos e visuais
avançar bem devagar, reforçando muito a base
É muito importante não avançar conteúdo antes de consolidar isso.
E sim, o apoio da avó pode ajudar bastante, principalmente para manter uma rotina de estímulo fora das aulas.
Se quiser ajudar de forma mais direcionada, o ideal é encaminhar para uma avaliação com psicopedagoga para estruturar melhor essa intervenção.
Autor
Perguntas frequentes
-
olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…