Perguntas do paciente (1175)

  • Olá! Tenho dúvidas sobre emoções e sentimentos desconhecidos após assistir séries de tv. Segue que,

    Olá! Tenho dúvidas sobre emoções e sentimentos desconhecidos após assistir séries de tv. Segue que, me levam a viver as cenas e as vezes me causam algum desconforto acerca da identidade e vivência da realidade. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    O que você está descrevendo é uma experiência comum para muitas pessoas. Quando assistimos séries de TV ou filmes, é natural nos envolvermos emocionalmente com as histórias e os personagens. Esse envolvimento pode causar uma variedade de emoções, que podem ser intensas e às vezes desconfortáveis. Considerando o impacto significativo que essas emoções parecem ter em você, seria uma boa ideia considerar iniciar psicoterapia. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar esses sentimentos, entender melhor suas reações e descobrir mais sobre sua identidade e experiência de vida.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Minha filha tem 5 anos, em casa ela é muito tranquila, carinhosa e amorosa , só não para quieta. É t

    Minha filha tem 5 anos, em casa ela é muito tranquila, carinhosa e amorosa , só não para quieta. É teimosa, mais no final obedece. Mais na escola, ela está muito agressiva, bate nas crianças, empurra , chuta. Em casa não tem nenhum tipo de agressividade. O que fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Recomendo iniciar o acompanhamento psicológico para investigar as causas dessa agressividade. Assim, o psicólogo pode ajudar a identificar se há algum fator específico na escola que esteja provocando esse comportamento e oferecer estratégias para lidar com isso. Além disso, há algumas ações que você pode adotar em casa: conversar com sua filha sobre como ela se sente na escola pode ser um bom começo. Pergunte sobre os amigos, professores e atividades que ela participa, pois isso pode ajudar a identificar se algo específico está incomodando-a. Elogiar e reconhecer quando ela tem comportamentos positivos, tanto em casa quanto na escola, pode incentivá-la a repetir esses comportamentos. Ensine-a a identificar e expressar suas emoções de maneira saudável. Manter um diálogo aberto com os professores e funcionários da escola é importante para entender melhor o contexto dos comportamentos agressivos e trabalhar em conjunto para encontrar soluções. Estabelecer uma rotina estruturada em casa, com horários regulares para atividades, refeições e sono, pode proporcionar uma sensação de segurança e previsibilidade para sua filha. Além disso, ser um exemplo de comportamento calmo e respeitoso é importante, pois as crianças muitas vezes imitam os adultos ao seu redor. Essas medidas, combinadas com o apoio de um profissional, podem ajudar a entender e solucionar a mudança de comportamento da sua filha, promovendo um ambiente mais harmonioso tanto em casa quanto na escola.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tenho grande problema com meu cheiro corporal, sempre acho que as pessoas estão sentindo mau cheiro

    Tenho grande problema com meu cheiro corporal, sempre acho que as pessoas estão sentindo mau cheiro provenientes de mim. Por conta disso tomo vários banhos no dia, uso diversos desodorantes e perfumes, mas continuo com a sensação de que o cheiro nunca melhora. Minha esposa relata não sentir nada, mas isso não me convence. Já procurei diversos médicos para tratamentos diversos e não há nenhuma melhora visível. Pesquisando, encontrei um artigo sobre a Sindrome de Referência Olfativa. Gostaria de orientações sobre qual profissional procurar (psicólogo, psiquiatra, terapeuta) já que não encontro especialista nessa síndrome em nenhum local. De preferência, saber qual especialidade parecida posso procurar em um profissional que melhor me atenderia nesse problema. Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    A Síndrome de Referência Olfativa é uma condição em que a pessoa acredita que emite um odor desagradável, mesmo que esse odor não seja percebido por outras pessoas. Isso pode causar muita angústia e impactar negativamente a qualidade de vida. Visto que você já consultou diversos médicos e não encontrou uma causa física para o problema, é uma boa ideia considerar ajuda de profissionais de saúde mental, como um psicólogo e/ou psiquiatra - o psiquiatra pode avaliar se há algum componente psiquiátrico, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou algum transtorno de ansiedade, que possa estar contribuindo para a sua preocupação com o cheiro corporal e o psicólogo pode ajudar a explorar as preocupações relacionadas ao cheiro corporal e fornecer estratégias de enfrentamento. Eles podem oferecer um tratamento focado em modificar padrões de pensamento e comportamento que perpetuam a preocupação com o cheiro.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descon

    Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descontração, como um passeio? Ou então, ao sair, como passo bastante tempo em home office.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    No processo psicoterapêutico, é possível investigar as possíveis causas das crises de ansiedade e entender melhor o que as desencadeia. É comum que essas crises ocorram quando uma pessoa sai da sua zona de conforto, como o ambiente familiar do home office, e se expõe a novas situações, como um passeio. Essa mudança de ambiente e rotina pode gerar um aumento na ansiedade, pois o novo contexto pode ser percebido pelo cérebro como algo imprevisível ou ameaçador, mesmo que seja uma atividade de lazer. A psicoterapia pode ajudar a identificar os gatilhos específicos para a sua ansiedade e a desenvolver estratégias para lidar com essas situações.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Oii. Tenho algumas questões emocionais desde criança, e aprendi a lidar com isso. Porém, às vezes me

    Oii. Tenho algumas questões emocionais desde criança, e aprendi a lidar com isso. Porém, às vezes me sinto cansada do mundo, de sair, de conversar, e não gosto de falar dos meus sentimentos e minhas questões por sentir que vou atrapalhar. Algumas pessoas próximas já disseram que eu sou fria, mas não me sinto assim. Às vezes acho que sinto coisas até demais. Isso tudo pode ser reflexo das situações da minha infância?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, isso pode ser reflexo das situações da sua infância. O meio onde crescemos e até hoje mantemos contato tem um impacto significativo na maneira como lidamos com nossas emoções e interações sociais. Durante a infância, experiências como a falta de apoio emocional, traumas ou ambientes instáveis podem moldar nossas respostas emocionais e comportamentais. Se você aprendeu a lidar com suas questões emocionais de maneira independente, pode ter desenvolvido uma tendência a não querer sobrecarregar os outros com seus problemas, levando a uma impressão de frieza ou distanciamento. Essas reações podem ser formas de autoproteção, onde você evita situações que possam aumentar seu estresse emocional. Reconhecer isso é o primeiro passo para buscar formas de aliviar esse peso. A psicoterapia pode ajudar.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais a

    Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais atenção aos sinais, de ter falado menos sobre mim, e mais sobre ele, ter o ouvido mais, ter sido uma pessoa melhor...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Lidar com a perda de alguém de forma inesperada pode ser difícil e desafiador. É natural sentir uma gama de emoções, incluindo culpa, tristeza, raiva e confusão. É importante lembrar que esses sentimentos são parte do processo de luto e que não há uma maneira "certa" de lidar com eles. Sentir-se culpada por não ter prestado mais atenção aos sinais, ou por achar que poderia ter feito mais, é uma reação comum, mas é importante entender que todos nós fazemos o melhor que podemos com o que temos no momento. O processo de luto não é apenas sobre lidar com a perda da pessoa, mas também sobre lidar com nossos próprios sentimentos e pensamentos em relação a ela e ao que aconteceu. A psicoterapia pode ser um recurso nesse momento, oferecendo um espaço seguro e de apoio para você explorar seus sentimentos e entender melhor sua experiência de luto.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É normal ficar nervoso e ficar com vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você? Ou tam

    É normal ficar nervoso e ficar com vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você? Ou também quando vê uma briga?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, é esperado ficar nervoso e sentir vontade de chorar quando alguém briga ou reclama com você, ou mesmo ao presenciar uma briga. Esses são momentos de tensão que podem gerar reações emocionais intensas. Esses sentimentos são naturais e fazem parte da forma como nosso corpo e mente respondem a situações estressantes ou conflitantes. Indico que inicie a psicoterapia para entender melhor seus sentimentos e reações diante de situações como essa.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Boa noite, gostaria de saber se o que sinto é caso de ir ao psicólogo, psiquiatra ou é algo normal.

    Boa noite, gostaria de saber se o que sinto é caso de ir ao psicólogo, psiquiatra ou é algo normal. Já não me sinto bem há algum tempo, guardando sentimentos e emoções para mim. Mas agora sinto travado, como se não sentisse mais prazer em fazer nada, nem comer dormir sair de casa, nada mais faz sentido para mim, não consigo mais me concentrar e só penso nas minhas responsabilidades (estou desempregado). Tem dias que sinto uma dor no peito e um frio na barriga e fico assim o dia inteiro. Não durmo mais a noite toda e não tenho paciência com nada nem ninguém, prefiro só ficar sozinho e em silêncio. Devo me preocupar ou pode ser só o somatório de emoções de uma fase ruim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    O que você descreve pode ser um sinal de que está passando por um período difícil e que poderia se beneficiar do acompanhamento psicológico. Sentir-se travado, sem prazer nas atividades cotidianas, com dificuldade para dormir e enfrentando dores emocionais pode ser um indicativo de que suas emoções e pensamentos estão causando um impacto significativo em sua vida. Por isso, iniciar o acompanhamento pode ser uma maneira positiva de lidar com esses desafios. Um psicólogo pode ajudá-lo a explorar esses sentimentos e emoções que tem guardado apenas para si, oferecendo um espaço seguro para expressá-los e compreendê-los melhor. Além disso, um profissional pode orientá-lo na busca por estratégias para lidar com o estresse, a ansiedade e outros aspectos emocionais que estão afetando seu bem-estar.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Ao se apaixonar, é normal nunca ter sentido os sintomas físicos da paixão (coração acelerado, frio n

    Ao se apaixonar, é normal nunca ter sentido os sintomas físicos da paixão (coração acelerado, frio na barriga, etc..) em nenhum momento da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, é possível que algumas pessoas não experimentem os sintomas físicos típicos da paixão, como coração acelerado, frio na barriga, entre outros, mesmo estando apaixonadas. A forma como a paixão se manifesta varia de pessoa para pessoa e não há um padrão único ou universal. Algumas pessoas podem experimentar esses sintomas de forma intensa, enquanto outras podem não sentir nenhum deles. O importante é reconhecer que a paixão pode se manifestar de maneira autêntica, independentemente da presença ou ausência desses sintomas físicos.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóst

    Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóstico, mas me sinto pra baixo e estou numa situação da minha vida onde estou sem energia e vazia por dentro, sinto que apenas a terapia não ajudaria o suficiente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Você pode conversar com sua psicóloga sobre como tem se sentido e expressar seu desejo de ser encaminhado para um psiquiatra. É importante ser aberto e honesto sobre suas preocupações e necessidades durante as sessões de terapia. Sua psicóloga está lá para explorar as opções disponíveis, incluindo uma possível avaliação psiquiátrica, se ela achar que pode ser benéfica para você. Seja sincero e confie no processo terapêutico para encontrar a melhor maneira de ajudá-lo.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profiss

    O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profissional para depois tentar arrumar um trabalho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Você pode começar com a busca por um profissional para lidar com o medo social. Através da psicoterapia, você pode desenvolver estratégias para lidar com esse medo e ganhar confiança em situações sociais. Uma vez que se sinta mais confortável e confiante, você pode começar a procurar por oportunidades de trabalho. Trabalhar em paralelo com a terapia e a busca por emprego pode ajudá-lo a lidar com os desafios de forma mais eficaz.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • O quão normal é perder o interesse pelas coisas muito rapidamente? Sempre que eu começo a estudar

    O quão normal é perder o interesse pelas coisas muito rapidamente?

    Sempre que eu começo a estudar eu começo com toda empolgação do mundo, depois de uns dias eu desânimo e perco o interesse e pulo para outro assunto, eu já tentei aprender idiomas, estudar para concursos, vestibular, programação… já gastei muito dinheiro me inscrevendo em cursos e nem mesmo a perda financeira me motiva a estudar, eu sempre fracasso por não ter vontade de estudar aquilo.

    Eu admiro pessoas que consegue estudar para algo durante anos a fio, depois de uns dias eu pego uma certa repulsa e não consigo mais, mesmo eu sabendo da recompensa eu não consigo, eu não me considero uma pessoa impulsiva

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    A perda rápida de interesse pode ser frustrante e desanimadora, especialmente quando você investe tempo e dinheiro em novos projetos. Isso pode acontecer porque talvez você ainda não tenha encontrado algo que realmente ressoe com seus interesses. Começar um novo projeto com expectativas muito altas e, quando a realidade não atende essas expectativas rapidamente, pode fazer com que percamos o interesse. Algumas pessoas têm mais dificuldade em lidar com o tempo que as coisas levam para serem concluídas, e outros motivos podem contribuir para a dificuldade em manter o foco a longo prazo. Iniciar a psicoterapia pode ser um passo muito importante para entender melhor por que você tem dificuldade em dar continuidade aos projetos que inicia. A psicoterapia pode ajudar a explorar suas motivações, identificar possíveis obstáculos internos e desenvolver estratégias para manter o interesse. Além disso, a terapia pode proporcionar um espaço seguro para você se entender melhor e descobrir o que realmente o motiva e satisfaz.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz

    Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz que se sente me privando de um relacionamento bom, e que estou acorrentado a ela, que é "doente"
    Já tentei dizer pra ela começar acompanhamento psicológico mas ela diz que isso não vai resolver e que esse pensamento não vai mudar.
    O que eu posso fazer pra resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Compreendo sua preocupação com sua namorada. É importante que ela saiba que você se preocupa com o bem-estar dela, pois pode ser desafiador lidar com sentimentos de inferioridade e autoimagem negativa, e a terapia pode ser uma ferramenta eficaz para lidar com essas questões. Tente explicar que um psicólogo pode ajudá-la a entender melhor esses sentimentos, a desenvolver habilidades para enfrentá-los e a promover uma visão mais positiva de si mesma. Encoraje-a a considerar a possibilidade de buscar ajuda profissional e demonstre seu apoio ao longo desse processo. Se ela estiver aberta a isso, vocês podem até mesmo pesquisar juntos sobre os benefícios da terapia e procurar um profissional com quem ela se sinta confortável em trabalhar. Lembre-se de que é importante respeitar o tempo dela e oferecer seu apoio.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo enc

    Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo encaminhar sua paciente para outro profissional e depois passar a ter alguma relação com ela, este profissional ainda estaria infringindo o Código de Ética?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sim, mesmo que o psicólogo encaminhe o paciente para outro profissional, se ele posteriormente desenvolver qualquer tipo de relação com ele, estaria infringindo o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Isso ocorre porque o vínculo terapêutico prévio estabelecido entre o psicólogo e o paciente cria uma relação de confiança e poder, que pode ser facilmente explorada e influenciada fora do contexto terapêutico. É importante que os profissionais mantenham os limites éticos e evitem qualquer tipo de relacionamento com antigos pacientes para garantir a integridade e a proteção do bem-estar dos indivíduos envolvidos.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Eu prefiro a psicoterapia presencial, se fizer online consigo obter resultado, mesmo preferindo o pr

    Eu prefiro a psicoterapia presencial, se fizer online consigo obter resultado, mesmo preferindo o presencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Com certeza. O que é crucial para obter resultados é estar aberto e comprometido com o processo terapêutico, e também é importante ter disposição para se envolver no processo e trabalhar junto com o terapeuta para alcançar seus objetivos, independentemente do formato escolhido. A principal diferença do formato online é que estaremos interagindo por meio de uma tela, o que não afeta a qualidade ou eficácia da psicoterapia.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Acredito que estou viciado em pornografia, tenho assistido 2 ou 3 vezes ao dia, e se

    Acredito que estou viciado em pornografia, tenho assistido 2 ou 3 vezes ao dia, e sentindo alguns efeitos que citam na internet como problemas sociais.
    Eu faço terapia atualmente mas não me sinto confortável de abordar especificamente esse assunto com uma mulher, o que recomendam fazer para tratar esse vício?
    Procuro outro profissional só pra isso? Tento resolver sozinho? Troco de terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Sua terapeuta está lá para ajudá-lo em todas as áreas da sua vida, incluindo questões delicadas como essa. Eu recomendaria considerar discutir essas preocupações com sua terapeuta atual. Explique como se sente em relação a compartilhar esse assunto, incluindo qualquer desconforto que possa sentir ao discutir isso com uma mulher. Uma boa relação terapêutica é construída com base na confiança e no vínculo entre vocês. Se, após essa conversa, ainda sentir que não consegue abordar o tema ou que não está obtendo o suporte necessário, então pode ser uma consideração válida procurar outro profissional com o qual você se sinta mais confortável para discutir essas questões. Mas lembre-se de que construir um relacionamento terapêutico pode levar tempo, então é importante dar uma chance ao processo com sua terapeuta atual antes de tomar uma decisão definitiva sobre fazer essa mudança.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É comum ter homens que gostem de carinho e dão carinho, mas quando esse carinho é com conotação sexu

    É comum ter homens que gostem de carinho e dão carinho, mas quando esse carinho é com conotação sexual, a pessoa tenha aversão ou se sinta desconfortável com a parceira? Meu companheiro é carinhoso, mas tem aversão a qualquer tipo de toque que eu faça com uma conotação sexual.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    É importante reconhecer que cada indivíduo tem suas próprias experiências, traumas e limitações em relação à intimidade. Pode ser que seu companheiro tenha questões pessoais ou traumas não resolvidos que afetem sua relação com o toque sexual. É essencial abordar essas preocupações com sensibilidade e compreensão. Uma conversa honesta e empática sobre os sentimentos dele em relação a esse tipo de contato pode ser benéfica para ambos. Ao expressar suas preocupações e desejos de compreender melhor sua perspectiva, vocês podem pensar juntos em maneiras de se conectar e de se sentir mais confortáveis. Vale ressaltar que essas conversas podem ser sensíveis e é importante respeitar os limites e emoções. Se sentir que a situação está além de suas capacidades de resolver, buscar o apoio de um psicoterapeuta pode ser uma opção útil para explorar essas questões de maneira mais profunda e construtiva.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Olá boa tarde, ansiedade causa dormência, e dores no tórax, dores nas costas e nos braços, corpo tre

    Olá boa tarde, ansiedade causa dormência, e dores no tórax, dores nas costas e nos braços, corpo tremendo e formigando? Já fiz ECG e deu normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    A ansiedade pode causar uma variedade de sintomas físicos, incluindo dormência, dores no tórax, dores nas costas e nos braços, tremores corporais e sensação de formigamento. Esses sintomas podem ocorrer como resultado da resposta do corpo ao estresse e à ansiedade, desencadeando uma série de reações físicas. A psicoterapia pode ser uma opção para avaliar como esses sintomas físicos são expressados no momento de estresse e para desenvolver estratégias eficazes de enfrentamento.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Olá! Meu filho 3 tem anos, chegando aos 4 anos em poucos meses.Ele fala de tudo ,mas qd puxo uma con

    Olá! Meu filho 3 tem anos, chegando aos 4 anos em poucos meses.Ele fala de tudo ,mas qd puxo uma conversa simples,ele não responde de acordo com a minha pergunta e as vezes ele repete tudo q é falado no desenho q ele assiste.Me sinto frustada pq eu pergunto o nome dele e ele não sabe me responder, pergunto quantos anos ele tem,mas ele não sabe responder ,as vezes até repete a pergunta q fiz.Ele adora interagir com outras crianças,outros adultos,ele fala de tudo,mas sente dificuldade de dialogar e não sei por onde começar e a quem procurar uma solução pra este caso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Entendo que essa situação possa ser preocupante e gerar ansiedade para você como mãe. É importante lembrar que cada criança se desenvolve em seu próprio ritmo e que nem sempre seguirá um padrão exato de desenvolvimento. Portanto, para lidar com essa ansiedade, sugiro que tente manter a calma e a paciência ao interagir com seu filho. Evite pressioná-lo com muitas perguntas, pois isso pode aumentar a ansiedade dele e dificultar ainda mais a comunicação. Uma boa ideia seria consultar o pediatra do seu filho para uma avaliação do desenvolvimento dele. O pediatra poderá fornecer uma avaliação mais abrangente e orientá-la sobre as próximas etapas, incluindo encaminhamentos para outros profissionais, se necessário.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina

    Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina?!

    Ex: criação religiosa, controladora, ansiedade, depressão enfim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Roberta Ramos Teixeira

    Existem diversos fatores psicológicos que podem contribuir para o desenvolvimento de disfunções sexuais femininas, incluindo o vaginismo. Por exemplo, experiências traumáticas passadas, como abuso sexual, podem levar a associações negativas com o sexo e causar ansiedade ou medo relacionados à atividade sexual. Além disso, altos níveis de ansiedade podem dificultar a capacidade de relaxamento durante o sexo, contribuindo para a dor ou desconforto. A depressão também pode afetar negativamente o interesse e o desejo sexual. O estresse crônico pode causar tensão muscular e dificultar a excitação sexual, levando a disfunções sexuais. Mensagens negativas sobre sexualidade transmitidas por uma criação religiosa ou cultural podem influenciar a forma como uma pessoa percebe o sexo e seu próprio corpo. Experiências sexuais negativas ou crenças prejudiciais sobre sexualidade podem afetar a autoestima e a confiança sexual. Problemas de relacionamento, como falta de comunicação, conflitos não resolvidos ou falta de intimidade emocional, podem impactar negativamente a vida sexual e contribuir para disfunções sexuais. Além disso, as pressões sociais para atender a determinados padrões de desempenho sexual ou expectativas irreais sobre a sexualidade podem aumentar a ansiedade e dificultar a resposta sexual saudável. Por isso, é importante abordar esses fatores psicológicos em terapia para ajudar a compreender e tratar as disfunções sexuais femininas de maneira eficaz.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.