Perguntas do paciente (184)

  • O que fazer para não errar novamente?? Eu sou uma pessoa muito boa, e ao mesmo mesmo tempo não, acab

    O que fazer para não errar novamente?? Eu sou uma pessoa muito boa, e ao mesmo mesmo tempo não, acabou sempre comentando os mesmos erros?? Como eu consigo evitar isso ? Para de machucar ao pessoas que eu eu amo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Compreendo sua preocupação em relação aos padrões de comportamento que resultam em erros repetidos e na possibilidade de machucar aqueles que você ama. Na perspectiva psicanalítica, a compreensão desses padrões e a busca pelo autoconhecimento podem ser passos seguidos em direção à mudança.

    Tente explorar suas ações e comportamentos com sinceridade. Aprofunde-se em suas motivações, desejos inconscientes e padrões emocionais. Isso pode ajudar a identificar raízes mais profundas dos seus erros repetidos.


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  • Como posso ajudar alguém a superar o trama de abuso? Está inteferendo no relacionamento

    Como posso ajudar alguém a superar o trama de abuso?
    Está inteferendo no relacionamento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É importante lembrar que superar o trauma de abuso pode ser um processo difícil e demorado, mas existem algumas coisas que você pode fazer para ajudar alguém que está passando por isso:

    1. Ouça sem julgamento: Permita que a pessoa fale sobre o que aconteceu e como se sente a respeito sem fazer julgamentos ou dar conselhos. É importante que a pessoa se sinta ouvida e compreendida.

    2. Ofereça apoio emocional: Deixe claro que você está disponível para ajudar e apoiar a pessoa sempre que ela precisar. Mostre empatia e valide os sentimentos dela.

    3. Ajude a encontrar recursos: Existem muitos recursos disponíveis para ajudar as pessoas a superar o trauma de abuso, como terapia, grupos de apoio.

    4. Não pressione: É importante lembrar que cada pessoa lida com o trauma de maneira diferente e em seu próprio tempo. Não pressione a pessoa a "superar" o trauma ou a fazer algo que ela não se sinta confortável em fazer.

    5. Seja paciente: Superar o trauma de abuso pode ser um processo longo e difícil, mas é importante ser paciente e estar presente para a pessoa durante todo o processo.

    6. E o mais importante, conte com a ajuda de profissionais habilitados para isso, um psicólogo, psicanalista pode contribuir muito e tratar as questões de modo seguro e eficaz.


  • Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?

    Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Dentro do contexto terapêutico, a relação entre terapeuta e paciente é de extrema importância e deve ser baseada em confiança, respeito e profissionalismo. No entanto, em alguns casos, pode haver situações que se assemelham a uma relação abusiva.

    É fundamental entender que a terapia é um espaço seguro e confidencial, no qual o paciente deve se sentir confortável para expressar seus sentimentos, pensamentos e preocupações. Se você se sentir desrespeitado, invalidado, em sofrimento ou de alguma forma maltratado durante o processo terapêutico, isso pode indicar uma relação problemática.

    Alguns sinais que podem sugerir a presença de uma relação terapeuta-paciente abusiva:

    Desrespeito aos Limites: Se o terapeuta não respeitar seus limites pessoais ou emocionais, isso pode indicar uma relação abusiva. Isso pode incluir pressioná-lo para falar sobre assuntos desconfortáveis ​​apresentados ou para divulgar informações que você não deseja compartilhar.

    Manipulação: Se o terapeuta estiver manipulando suas emoções, opiniões ou decisões de maneira a favorecer seus próprios interesses em vez do seu bem-estar, isso é um sinal preocupante.

    Abuso de Poder: Um terapeuta abusivo pode usar seu papel de autoridade para exercer controle sobre você, minando sua autonomia e independência.

    Falta de Empatia: Se o terapeuta não demonstrar empatia genuína por suas preocupações e emoções, isso pode indicar uma relação problemática.

    Ignorar Sinais de Desconforto: Se você expressar desconforto em relação a determinadas abordagens ou temas durante a terapia e o terapeuta não considerar esses sentimentos, isso pode ser um sinal de uma relação abusiva.

    Se você suspeitar que está em uma relação terapeuta-paciente abusiva, é importante buscar ajuda e orientação. Você pode considerar suas preocupações com outro profissional de saúde mental. O autocuidado é primordial, e se sentir desconfortável ou inseguro durante a terapia não é adequado. É essencial tomar medidas para proteger sua saúde emocional e bem-estar.


  • Todas as vezes que eu começo a assistir um filme ou uma série, não consigo terminar e paro no meio.

    Todas as vezes que eu começo a assistir um filme ou uma série, não consigo terminar e paro no meio. Eu fico muito incomodada com as emoções do filme. Ex: comecei a assistir uma série boba de comédia, mas eu não consigo permanecer muito tempo por causa das emoções de vergonha alheia. Quando eu comecei a assistir uma série mais pesada não conseguia assistir as parte de maior ação, pois quando o meu corpo começava a sentir isso, ou eu pulava ou parava de assistir. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    O seu relato sobre sentir desconforto emocional ao assistir filmes ou séries é bastante compreensível e pode ser considerado normal até certo ponto. As reações emocionais diante dos conteúdos audiovisuais são variáveis ​​e individuais, dependendo das experiências de vida, sensibilidades pessoais e até mesmo do estado emocional do momento. Muitas pessoas experimentam diferentes tipos de emoções ao assistir filmes ou séries, como empatia, raiva, tristeza, vergonha, entre outras. O que você descreve, como sentir vergonha, alheia ou desconforto durante cenas emocionalmente intensas, pode ser uma resposta natural à forma como você se conecta com as situações retratadas. É importante lembrar que a mídia, incluindo filmes e séries, é uma forma poderosa de arte que visa evocar emoções e pensamentos. Algumas pessoas podem ser mais sensíveis a certos tipos de conteúdo do que outras, o que pode influenciar sua capacidade de assisti-los até o final. Se o desconforto que você sente está afetando significativamente a sua experiência de assistir a filmes ou séries e está causando um impacto negativo na sua vida, é prudente procurar um profissional da saúde mental, de preferência um psicólogo para compreender como isso se dá e como você pode adquirir um qualidade de vida melhor.


  • É comum não ter ânimo para nada estando com ansiedade e depressão?

    É comum não ter ânimo para nada estando com ansiedade e depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É perfeitamente compreensível e frequente que a ausência de disposição e interesse permeie a vida de quem enfrenta a ansiedade e a depressão. Do ponto de vista psicanalítico, a energia que naturalmente nos impulsiona para o mundo e nossas atividades pode ser direcionada para o interior, sendo consumida por processos emocionais complexos. Na depressão, uma tristeza profunda e a perda da capacidade de sentir prazer nas coisas cotidianas esgotam a vitalidade, tornando difícil a iniciativa. Já na ansiedade, o estado de alerta constante e a preocupação excessiva com possíveis ameaças, muitas vezes imaginárias, demandam um gasto energético tão elevado que resta pouca força para o engajamento externo. Assim, a inércia e o desinteresse são manifestações visíveis de um intenso trabalho psíquico que ocorre internamente. Pense em buscar ajuda profissional, isso pode ajudá-la muito e contribuir com a saída desses estado.


  • Olá! Faz uns anos que eu tenho problemas com ansiedade, e a quase dois anos comecei a fazer tratamen

    Olá! Faz uns anos que eu tenho problemas com ansiedade, e a quase dois anos comecei a fazer tratamento, não só para ansiedade, mas depressão, e os dois, principalmente a depressão, estão bem controlados. Faz uns dois dias que eu tô completamente sem medicação e as vezes que aconteceu isso, fiquei mal, a ansiedade piora muito e ainda fico com crise de enxaqueca. Agora pouco eu acordei e fiquei com uma sensação muito grande de que eu não era real e as coisas ao meu redor não eram reais, mas graças a Deus passou. Acho que em alguns momentos já tive essa sensação, mas de uma forma bem leve. Essa sensação poderia ser devido a ansiedade elevada? Achei que o nervosismo extremo era a pior coisa, mas, certamente, isso supera.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É interessante observar como sua narrativa revela uma jornada através das complexidades emocionais. A ansiedade e a depressão são estados emocionais intrincadamente entrelaçados, e sua busca por tratamento demonstra um comprometimento com o autocuidado e a saúde mental. A interrupção recente da medicação pode ter desencadeado uma série de respostas emocionais, incluindo a sensação de não ser real a intensificação da ansiedade.

    A sensação de irrealidade que você descreve é ​​conhecida como 'despersonalização' e pode ser uma manifestação de ansiedade elevada. A ansiedade pode influenciar nossa percepção do mundo ao nosso redor e de nós mesmos, muitas vezes distorcendo a experiência de realidade. No entanto, é importante considerar que a mente humana é complexa e única, e essa experiência também pode ser influenciada por fatores emocionais, cognitivos e até mesmo psicossomáticos.

    É encorajador notar que a sensação passou, o que sugere uma capacidade de autorregulação e resiliência. No entanto, esse episódio destaca a importância de uma abordagem eficaz para a saúde mental. Além disso, essa experiência pode abrir espaço para explorar questões mais profundas, como a identidade, a percepção de si mesmo e a relação com o mundo ao redor. A psicanálise pode oferecer um ambiente seguro para investigar esses aspectos e entender a complexidade de suas emoções e experiências.


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  • Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devi

    Tenho 30 anos, recentemente passei por uma crise de pânico. Sou sedentário, passei por estresse devido à mudança de estado, fumo cigarro e exagero no café, tenho sono desregulado e me alimento pouco.

    Tenho dúvidas; quem tem crise de ansiedade pode se masturbar e fazer musculação?

    É possível ter uma crise só é mesmo assim não ser considerado doente?
    Posso levar uma vida normalmente igual era há 5 meses?

    Minhas crises começaram recente, há 5 meses.
    Namoro e não estou feliz e no modo geral sou
    Fiz exames médicos recente e está ok.
    Obrigado!
    frustrado com a minha vida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Compreendo a angústia que você está enfrentando devido às crises de ansiedade e às mudanças que estão ocorrendo em sua vida. Vou responder suas perguntas considerando a abordagem psicanalítica:

    Os exercícios físicos podem ser benéficos para liberar a emoção e promover o bem-estar emocional. Porém, é importante respeitar os limites do seu corpo e encontrar um equilíbrio que seja saudável para você.
    A ansiedade é uma emoção humana normal, mas quando se torna excessiva e interfere na qualidade de vida, é importante buscar apoio para lidar com ela de maneira saudável. A ideia de levar uma vida normalmente após uma crise de ansiedade é possível. No entanto, é essencial compreender que a jornada de lidar com a ansiedade e buscar o equilíbrio é único para cada indivíduo. A psicanálise pode ajudá-lo a examinar os fatores subjacentes que podem ter contribuído para a sua ansiedade e desenvolver estratégias para promover a estabilidade emocional e a qualidade de vida.
    Lembrando que a psicanálise se concentra em explorar as complexidades do inconsciente e as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos. O processo terapêutico pode auxiliar na identificação de padrões, traços emocionais e questões não resolvidas que podem estar relacionadas com a ansiedade. Um profissional experiente pode trabalhar com você para desenvolver uma compreensão mais profunda de si mesmo e das ferramentas necessárias para enfrentar os desafios emocionais que enfrenta.


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  • Qual o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização

    Qual o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização - de desejos sexuais na nossa vida (como desejo de se relacionar com pessoa do mesmo gênero, mesmo sendo feliz em se relacionar com pessoas do gênero oposto)? Pode nos trazer sofrimentos que, para leigos no assunto, não teria a ver com essa temática? Obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sim, a falta de autoconhecimento em relação à nossa sexualidade e a repressão ou não realização de desejos sexuais podem ter um impacto significativo em várias áreas de nossa vida. A sexualidade é uma parte intrínseca da identidade humana, e negar ou reprimir aspectos importantes dessa identidade pode levar a diversos efeitos negativos.

    Conflito interno e ansiedade: Quando uma pessoa não consegue aceitar completamente ou negar partes importantes de sua sexualidade, pode experimentar conflitos internos e ansiedade. Esconder ou reprimir desejos sexuais pode gerar uma sensação de inautenticidade e levar a uma luta constante entre o que a pessoa sente e que ela acredita ser socialmente aceitável.

    Baixa autoestima e sentimento de culpa: A falta de autoconhecimento e a repressão dos desejos sexuais podem levar a uma baixa autoestima, pois uma pessoa pode se sentir culpada ou envergonhada por seus sentimentos e desejos. Isso pode afetar sua confiança e autoimagem de forma geral.

    Sentimentos de solidão e isolamento: Quando uma pessoa não se sente à vontade para ser autônoma e honesta sobre sua sexualidade, ela pode se sentir receptiva e com medo de ser julgada ou rejeitada por aqueles ao seu redor. Isso pode levar a sentimentos de solidão e desconexão social.

    Supressão de prazer e satisfeita: Negar ou reprimir desejos sexuais pode levar à chave de uma fonte importante de prazer e recebida em nossa vida. A sexualidade é uma parte natural e saudável da experiência humana, e negar sua expressão pode levar a uma sensação de vazio e insatisfação.

    Autenticidade e bem-estar geral: Aceitar e abraçar nossa sexualidade como parte integral de quem somos fundamental para o nosso bem-estar emocional, mental e físico. A negação ou repressão de nossos desejos sexuais pode impedir que alcancemos um senso pleno de satisfação e satisfação pessoal.

    É importante lembrar que a sexualidade é diversa e que não há uma única forma "certa" de ser. Cada pessoa é única e tem suas próprias experiências e desejos. Buscar autoconhecimento, aceitação e abertura para explorar nossa sexualidade de forma saudável e consensual pode levar a uma vida mais plena e satisfatória. Se alguém está enfrentando dificuldades com sua sexualidade ou enfrentando conflitos internos, pode ser útil buscar apoio de um terapeuta ou profissional de saúde mental especializado em questões de sexualidade e identidade de gênero.


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  • Descobre-se bissexual ou torna-se bissexual? Olá, tudo bem? Gostaria de tirar essa dúvida: uma pess

    Descobre-se bissexual ou torna-se bissexual?
    Olá, tudo bem? Gostaria de tirar essa dúvida: uma pessoa bissexual já nasce com uma predisposição a se interessar pelos dois gêneros, tendo seu desejo por ter experiências com pessoas do mesmo sexo despertado a partir de algum estímulo, ou ela pode tornar-se bi? O desejo pode surgir por etapas (exemplo: desejo por beijo, carícias e depois sexo oral)?
    O que explica a bissexualidade e o desejo pelo mesmo sexo?
    Obrigada!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá! A bissexualidade é uma orientação sexual em que uma pessoa é atraída romanticamente e/ou sexualmente por pessoas de mais de um gênero. É importante entender que a orientação sexual é uma parte complexa da identidade de uma pessoa e pode se manifestar de maneiras diferentes em cada indivíduo.

    A bissexualidade pode ser descoberta ou percebida ao longo do tempo, ou pode ser algo que a pessoa já reconhece em si desde cedo. Algumas pessoas podem perceber sua atração por mais de um gênero desde a adolescência ou até mesmo antes, enquanto outras podem demorar mais para identificar e compreender seus sentimentos e desejos.

    Não existe uma única causa para a bissexualidade, assim como não existe para outras orientações sexuais. A orientação sexual é influenciada por uma combinação de fatores biológicos, genéticos, hormonais, ambientais e experiências de vida. Muitos especialistas acreditam que a orientação sexual é uma parte intrínseca da identidade de uma pessoa e não algo que pode ser escolhido ou mudado.

    O desejo e a atração pelo mesmo sexo podem surgir por etapas, assim como em qualquer outra orientação sexual. A descoberta e a exploração do desejo podem acontecer gradualmente, e a pessoa pode experimentar diferentes níveis de atração e interesse conforme sua vida se desenvolve.

    É essencial respeitar a identidade sexual de cada pessoa, independentemente da orientação. Cada indivíduo tem o direito de se identificar como se sentir confortável e autêntico. Se alguém se identifica como bissexual, isso deve ser aceito e apreciado por aqueles ao seu redor.

    Se você ou alguém que você conhece está questionando ou explorando sua orientação sexual, é importante buscar apoio e compreensão. Converse com amigos de confiança, familiares e profissionais de saúde (psicólogos, psicanalistas) que podem ajudar no processo de autoconhecimento e aceitação. O respeito e o apoio mútuo são fundamentais para a criação de uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para todas as orientações sexuais.


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  • meu namorado passou por um período de depressão, tomou remédio, teve alguns efeitos colaterais, como

    meu namorado passou por um período de depressão, tomou remédio, teve alguns efeitos colaterais, como falta de libido. Nesse período ficamos sem relação por uns meses, mas sempre envolvidos , companheiros. Porem ele começou a ficar diferente, frio, dizia q sentia um vazio, ausencia de sentimentos, e apos a retirada dos medicamentos ele perdeu a atração por mim. Diz que gosta porém não sente atração. Não sente nada. Agora esta fazendo terapia pois ele sente que criou um bloquei emocional , mental e ate sexual por mim. Isso existe, é possivel um bloqueio desse? Pois ele diz que me acha linda, que tenho um corpo lindo mas ele não sente o desejo, as vezes ele diz que parece um bloqueio ou uma maldição é a palavra q ele usa. Ele está ficando muito pressionado e sofre c isso, pois nos dávamos muito bem em tudo. Agora não sabemos o que fazer. Existe tratamento? terapia? tem solução ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sinto muito ouvir que você e seu namorado estão passando por essa situação difícil. Sim, é possível que a depressão e o uso de medicamentos antidepressivos possam afetar a libido e a atração sexual de uma pessoa. Os efeitos colaterais dos medicamentos e da depressão podem interferir na resposta emocional e física aos estímulos sexuais, levando a uma diminuição do desejo.

    Além disso, a depressão pode criar um bloqueio emocional e mental que afeta a capacidade de se conectar emocionalmente com o parceiro, incluindo a atração e a intimidade sexual. O bloqueio emocional que seu namorado menciona pode ser uma resposta à sua experiência com a depressão e ao uso dos medicamentos, que podem ter impacto na sua experiência emocional e sexual.

    A boa notícia é que a terapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar a lidar com essas questões. Um terapeuta, especialmente aquele especializado em terapia sexual ou de casais, pode trabalhar com seu namorado para explorar as origens desse bloqueio emocional e ajudá-lo a desenvolver estratégias para reconectar-se com suas emoções e sentimentos. A terapia pode ajudar a abordar questões subjacentes que originaram para a falta de desejo e atração, bem como fornecer ferramentas para melhorar a comunicação e a intimidade emocional entre vocês.

    É importante que vocês dois sejam pacientes e compreensivos durante esse processo, pois podem levar tempo para superar esses desafios. A comunicação aberta e honesta entre vocês também é fundamental para apoiar um ao outro ao longo do caminho.

    Lembrando que cada situação é única e, portanto, o tratamento e o tempo de recuperação podem variar. No entanto, muitos casais conseguem superar esses desafios e restaurar a intimidade e a conexão emocional. A terapia pode ser uma ferramenta poderosa nesse processo de cura. Encorajo vocês a continuarem buscando apoio profissional e trabalharem juntos para fortalecer o relacionamento e encontrar soluções para essas questões.


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  • Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que

    Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que tenha uma deficiência física bem notável . A não se ama e nem vontade de viver tem. Não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Compreendo a preocupação e angústia que você está enfrentando diante dessa situação delicada. A adolescência é um período de intensas mudanças físicas, emocionais e sociais, e muitos jovens enfrentam desafios relacionados à autoimagem, percepção e pressão externa. Como psicanalista, estou aqui para oferecer apoio e compreensão neste momento.

    A automutilação, como o ato de se cortar, muitas vezes é um sinal de que o indivíduo está lutando com emoções intensas e dolorosas que podem ser difíceis de expressar verbalmente. Pode ser uma forma de lidar com a dor emocional interna, uma maneira de sentir controle ou uma tentativa de aliviar a tensão interna.

    A deficiência física, como a escoliose, pode experimentar sentimentos de autoconsciência, baixa autoestima e dificuldades em lidar com a pressão social. É importante abordar essa situação com empatia e compreensão, oferecendo um espaço seguro para seu filho se expressar.

    Como pai ou mãe, é crucial estabelecer um diálogo aberto e acolhedor com seu filho. Ouvir suas preocupações, medos e sentimentos sem julgamento pode ser um passo importante para ajudá-lo a se sentir compreendido e apoiado. Se você sentir que a situação é desagradável ou que seu filho está em perigo, procurar ajuda profissional é altamente recomendável.

    Além disso, considere a possibilidade de envolver um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista, pode ser benéfico para ajudar seu filho a explorar e compreender suas emoções, além de desenvolver estratégias saudáveis ​​para lidar com os desafios que ele enfrenta. A terapia pode oferecer um espaço seguro onde ele pode se expressar livremente e receber apoio para enfrentar seus sentimentos de inadequação e falta de vontade de viver.

    Lembre-se de que você não está sozinho nessa situação. É fundamental buscar apoio e orientação de profissionais preparados para ajudar você e seu filho a lidar com esses desafios emocionais.


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  • Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um ti

    Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um tipo mais adequado para pessoas apáticas e dificuldades em socialização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na abordagem psicanalítica, o foco está na exploração das emoções mais profundas da psique, buscando compreender os processos inconscientes que podem influenciar os pensamentos, sentimentos e comportamentos de uma pessoa. Se você está lidando com apatia e dificuldades em socialização, a abordagem psicanalítica pode ser uma escolha relevante.

    Pessoas com apatia muitas vezes podem estar enfrentando conflitos internos não resolvidos ou experiências passadas que mataram sua motivação e interesse pela vida. A psicanálise oferece um espaço seguro para explorar esses sentimentos, permitindo que você examine suas emoções, desejos e medos mais profundos.

    Da mesma forma, as dificuldades em socialização podem ser influenciadas por questões inconscientes, como ansiedades sociais, medos de rejeição, ou até mesmo experiências traumáticas do passado. A psicanálise busca desvendar esses padrões de pensamento e comportamento, permitindo uma compreensão mais profunda de como você se relaciona com os outros.

    Durante a terapia psicanalítica, você teria a oportunidade de explorar livremente seus pensamentos e sentimentos, trabalhando junto com o terapeuta para descobrir as origens das suas dificuldades e desenvolver uma maior consciência de si mesmo. Isso pode envolver a análise de sonhos, associações livres e discussões sobre sua história de vida e relações manifestações.

    No entanto, é importante lembrar que a terapia psicanalítica é um processo intensivo e muitas vezes de longo prazo, que exigem dedicação e paciência. Se você estiver aberto a explorar suas questões emocionais de maneira profunda e estiver disposto a investir tempo e reflexão, a abordagem psicanalítica pode ser um caminho valioso para entender e superar suas dificuldades emocionais e sociais.

    Lembre-se de que a escolha da abordagem terapêutica depende das suas emoções pessoais, necessidades e objetivos terapêuticos. É sempre recomendável conversar com um profissional de saúde mental qualificado para discutir preocupações e decidir qual abordagem é a mais adequada para você.


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  • Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, po

    Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, porém não faz tratamento adequado, apenas se entope de remédios quando o governo disponibiliza (posto de saúde). Essa pessoa passou por um relacionamento abusivo/controlador, acha que fez má decisões na vida e atualmente, não possui emprego. Já tomei ciência do problema, comecei a ajuda na autoestima fornecendo coisas que estimulem mas não está dando resultado. Também possui um(a) neto(a), é colocado muito amor nessa nele(a), porém agora moram em locais distantes. O que fazer? Como abordar esse assunto com familia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É louvável que você esteja preocupado com o bem-estar dessa pessoa e buscando maneiras de ajudar. Lidar com alguém que está passando por depressão, ansiedade e automutilação pode ser desafiador, mas oferecer apoio emocional e incentivo é um passo importante.
    Algumas sugestões sobre como abordar essa situação com a família: 1. Conversa Aberta e Empática: Iniciar uma conversa com a família é crucial. Aborde o assunto com empatia e cuidado, focando nas preocupações com a pessoa em questão. Tente encontrar um momento tranquilo e privado para discutir o assunto.

    2. Compartilhando Preocupações: Explique suas preocupações de maneira gentil e compassiva. Evite fazer julgamentos ou criticar as escolhas da pessoa. Foque em expressar que você está genuinamente preocupado(a) com o bem-estar dela e que deseja oferecer apoio.

    3. Explorando as Razões por Trás da Automutilação: Caso a pessoa esteja disposta a compartilhar, tente entender as razões por trás da automutilação. Pergunte sobre o que a leva a percorrer a essa prática e como ela se sente antes, durante e depois. Isso pode ajudar a identificar possíveis gatilhos emocionais ou emocionalmente desafiadoras.

    Sugira, indique, forneça a ela informações sobre psicoterapia e como isso pode ajudá-la, parece que o caso demanda uma ajuda de um profissional.


  • o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?

    o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Essa é uma pergunta fundamental para os dias de hoje e a resposta passa por entender o que a tela faz com o nosso 'desejo'. Na psicanálise, o celular não é apenas um aparelho, mas um objeto que promete preencher aquele "vazio" que todos nós temos. O problema é que essa promessa é falsa. Quando passamos horas rolando o feed, estamos tentando calar a nossa 'angústia' com um excesso de imagens que não dizem nada sobre quem somos. Isso gera um "empobrecimento do Eu": em vez de investirmos nossa energia — a libido — em relações reais ou em projetos que nos deem sentido, ficamos presos em um circuito de satisfação rápida que nos deixa isolados e exaustos. Esse isolamento e a comparação constante com a vida "perfeita" dos outros alimentam um sentimento de insuficiência que deságua na depressão. A tela vira um 'anestésico' que não cura a dor, apenas nos impede de sentir e de agir sobre o que nos faz mal. Recuperar o ânimo exige desconectar do excesso de imagens para reconectar com a própria palavra. Se você sente que a vida ficou "cinza" por trás das telas, meu consultório em Belo Horizonte e meus atendimentos online estão aqui para te ajudar a reencontrar o seu próprio caminho.


  • Eu vou resumir pra ser direto ao ponto. Eu estou casado há quase 2 anos, mas raramente fizemos sexo

    Eu vou resumir pra ser direto ao ponto. Eu estou casado há quase 2 anos, mas raramente fizemos sexo vaginal, acho que dá pra contar nos dedos (e quando fizemos foi bem ruim e mecânico). Durante o sexo anal é perceptível a vontade excitação dela, mas nas poucas vezes do vaginal é como se o libido dela não existisse e percebo uma certa "má vontade". Pesquisando sobre isso na internet descobri que isso pode estar associado a dor do vaginismo, já tentei conversar sobre isso, mas ela recusa e diz que não há problema e que está feliz com nossa vida sexual, além de me acusar de mudar depois do casamento, visto que só fazíamos sexo anal durante o namoro/noivado. Eu tento ignorar essa acusação em nome da harmonia, pois ela que sempre quis preservar o sexo vaginal após o casamento. A minha questão não é meramente sexual, eu realmente me preocupo com a minha esposa e o que pode gerar essa preferência nela e qual a melhor forma para investigar essa situação. Esse "gosto" dela é algo comum ou um desvio que merece algum acompanhamento terapêutico especializado? Que tipo de profissional poderia ajudar esse caso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    A situação que você descreve envolve uma dinâmica complexa entre o desejo, a sexualidade e o diálogo no relacionamento. O fato de sua esposa demonstrar uma preferência clara pelo sexo anal e relatar que está feliz com a vida sexual de vocês, enquanto evita ou não se engaja com o sexo vaginal, pode ter várias explicações, tanto físicas quanto psicológicas.

    A dificuldade em abordar o tema e a sensação de "má vontade" durante o sexo vaginal podem estar relacionadas a fatores como dor, desconforto ou até uma experiência emocionalmente desconectada com essa prática. Uma condição como o vaginismo, que você mencionou, pode ser uma das explicações. O vaginismo é uma resposta involuntária do corpo que causa dor ou desconforto durante a penetração vaginal, mas, como ela não reconhece um problema físico, pode haver também uma camada emocional ou psicológica em jogo.

    Do ponto de vista psicanalítico, é importante explorar o significado que diferentes formas de sexualidade têm para cada um, bem como as expectativas e histórias individuais que influenciam as preferências sexuais. Questões como repressão, traumas, a relação com o corpo e até questões culturais ou religiosas podem afetar a forma como alguém vive e expressa sua sexualidade. O "gosto" dela por uma determinada prática sexual não é necessariamente um desvio, mas pode estar relacionado a algo mais profundo que merece ser explorado.

    A melhor abordagem para investigar essa situação seria um trabalho conjunto com um profissional especializado, como um terapeuta sexual ou um psicanalista com experiência em questões de sexualidade. Esses profissionais podem ajudar a entender se há um fator físico, como o vaginismo, ou se há algo mais psicológico em jogo, possibilitando a abertura de um espaço para conversas mais francas e o desenvolvimento de um entendimento mútuo sobre a sexualidade de vocês.


  • Olá, tudo bem? Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adre

    Olá, tudo bem?

    Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adrenalina de "fazer coisas erradas" kkkk meio confuso, eu sei. Mas sempre fui criado para ser o "menino perfeito da família", minha família me limitava em muitas coisas. Hoje, com 28 anos, estou experimentando algumas coisas como bebidas, vapes, minha namorada entende, aprova e também participa comigo, ela é extremamente parceira em tudo. Mas, tem uma outra coisa que eu também curto e nunca tive coragem de falar pra ela, que é "curtir" homens, mas é aí que tá, eu não sei se eu curto os homens ou se curto a adrenalina de fazer "coisa errada" com eles (pois na religião que eu fui criado homem com homem não pode, enfim)... eu nunca desejei namorar um homem ou ter uma relação além de prazer momentâneo, e não desejo. Antes de namorar com ela, já me relacionei apenas sexualmente com homens, e ao terminar me sentia muito ruim (fazia tudo escondido), acredito ser uma forma de me "revoltar" com a vida, e da forma que fui criado, talvez. Enfim, hoje ainda tenho essa vontade de fazer coisas com homens, e faço virtualmente apenas (escondido sem ela saber) me excito muito com isso, porém, ao terminar me sinto um lixo, e fico mal por esconder isso dela. Tenho muito medo de contar pra ela e isso estragar nossa relação, que é muuuito top. Fazer com homens pessoalmente não tenho mais vontade, enquanto estiver namorando com ela pelo menos não.

    Enfim, porque esse fetiche em fazer "coisas erradas"? Isso seria um fetiche?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá tudo bem. Entendo que você esteja passando por um momento de reflexão e autoconhecimento em relação aos seus desejos e comportamentos. É válido buscar compreender suas emoções e entender a origem desses sentimentos.

    O que você está descrevendo pode ser considerado um fetiche, mas também pode estar relacionado a uma combinação de aspectos emocionais e psicológicos. O desejo de fazer "coisas erradas" ou de experimentar a adrenalina de comportamentos transgressores pode surgir de várias fontes.

    Uma possibilidade é que a criação restritiva que você teve na família possa ter gerado um sentimento de repressão, gerado em um desejo de se rebelar contra as normas impostas. Isso pode se manifestar em comportamentos considerados "proibidos" pela religião ou cultura em que você foi criado, como atraído por pessoas do mesmo sexo.

    É importante lembrar que a sexualidade é complexa e diversa. Sentir atração ou curiosidade por pessoas do mesmo sexo não necessariamente define sua orientação sexual. Além disso, os fetiches podem ser uma forma de expressão do desejo, fantasia e prática sexual, que nem sempre estão excluídos com os desejos românticos ou relacionais.

    Para lidar com essa situação, é fundamental buscar autoconhecimento e aceitação. Falar abertamente sobre seus sentimentos e desejos com sua parceira pode ser uma forma de fortalecer a confiança e a intimidade no relacionamento. Se você tem preocupações sobre como ela pode reagir, talvez seja útil procurar um espaço terapêutico para discutir essas questões de forma segura e sem julgamentos.

    Um terapeuta especializado em sexualidade ou terapia de casais pode ajudá-lo a explorar esses sentimentos, entender suas motivações e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com eles. O autoconhecimento e a comunicação aberta com sua parceira são fundamentais para um relacionamento saudável e feliz. Lembre-se de que ser honesto consigo mesmo e com aqueles que ama é um passo importante na busca por uma vida mais feliz e realizada.


    Te convidamos para uma consulta


  • Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as

    Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as amigas. Mas ela age e se veste como menina, usa até maquiagem. Sendo que eu não imponho isso, ela que me pede. Ela estaria com algum conflito de gênero/sexualidade? Não sei como agir, se trato ela no masculino e deixo pra lá, pq pode ser só uma fase. Ou procuro ajuda com psicólogo pra tentar entender isso, pq eu não consigo ficar confortável tratando ela no masculino!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É compreensível que você sinta certa preocupação e confusão diante dessa situação, especialmente porque envolve a identidade e o bem-estar de sua filha. O comportamento dela, ao se referir no masculino entre amigas e usar um nome masculino, pode estar relacionado a uma exploração da própria identidade de gênero, o que é algo comum durante a adolescência, período marcado por muitas mudanças e descobertas.

    A adolescência é um momento em que muitos jovens experimentam e questionam aspectos de sua identidade, incluindo gênero e sexualidade. Essa fase de experimentação não significa necessariamente que ela tenha uma identidade de gênero diferente da designada ao nascer, mas pode ser uma maneira de explorar como se sente e como deseja ser percebida pelos outros.

    A sua preocupação é legítima, especialmente porque você quer apoiar sua filha da melhor maneira possível. Se isso está gerando desconforto para você e ela, pode ser útil buscar a orientação de um psicólogo especializado em questões de gênero e sexualidade. Um profissional poderá ajudar vocês dois a entender melhor o que está acontecendo, oferecendo um espaço seguro para que sua filha explore e expresse suas emoções e identidades, enquanto também acolhe e orienta você nesse processo.

    É importante manter um diálogo aberto e amoroso com sua filha, mostrando que você está disposta a ouvir e entender seus sentimentos, mesmo que isso possa ser desafiador. O apoio familiar é fundamental para o desenvolvimento saudável do jovem, especialmente em questões tão delicadas como identidade de gênero e sexualidade.

    Buscar ajuda de um psicólogo pode ser um passo importante para que você e sua filha possam juntos navegar por essas questões de maneira saudável e respeitosa, garantindo que ambos se sintam apoiados e compreendidos.


  • Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque

    Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque Deus condena práticas homossexuais e principalmente, à masturbação? A opção é viver sozinha. Como é difícil negar a Si Mesmo e tomar a sua cruz. Não sei se aguento à vida toda se reprimindo, pois está refletindo na minha saúde mental: cansaço, procrastinação, vontade de ficar só deitado, desânimo, sem rumo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Oi, entendo o peso enorme que você carrega aí. Revelar a sexualidade, mesmo sem poder vivê-la por causa das crenças religiosas, faz toda a diferença. Na psicanálise, Freud chamava isso de repressão do desejo: quando a gente enterra o que sente, isso não some — vira um fantasma que corrói por dentro, gerando exatamente esses sintomas que você descreve: cansaço, desânimo, procrastinação, essa vontade de se deitar e sumir. Lacan diria que o desejo não vivido fica no Real, um buraco que a palavra pode nomear, aliviando a pressão. Viver sozinha pode ser uma escolha de coerência com sua fé, mas negar tudo em silêncio é como carregar uma cruz que esmaga. Falar sobre isso — com alguém que escuta sem julgar — transforma o segredo em história, tira o veneno da repressão e abre espaço para uma vida menos sufocada. Não é sobre "agir" ou "ceder", mas sobre dar voz ao que dói, para que o desânimo não defina tudo. Você não precisa aguentar isso sozinha pra sempre. Meu consultório em Belo Horizonte ou atendimentos online estão aqui pra te escutar nesse conflito, sem pressa nem julgamento.


  • Quando passo por algum sentimento de alegria ou ansiedade, nervosismo, por um sentimento muito forte

    Quando passo por algum sentimento de alegria ou ansiedade, nervosismo, por um sentimento muito forte aparece manchas vermelhas espalhadas abaixo do meu pescoço e minhas orelhas ficam quentes e vermelhas isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Do ponto de vista psicanalítico, o rubor pode ser interpretado como uma manifestação simbólica daquilo que se passa na sua psique. As emoções que o provocam podem estar relacionadas a conteúdos inconscientes, conflitos internos ou experiências reprimidas.

    A investigação do rubor em um contexto psicanalítico busca compreender a história individual do sujeito: Quais são as experiências passadas do sujeito que podem estar relacionadas ao rubor?
    Ao analisar esses aspectos buscamos identificar os mecanismos psicológicos subjacentes ao rubor e sua relação com a estrutura psíquica do indivíduo.

    Em alguns casos, o rubor pode ser um sintoma de sofrimento psíquico. Quando ele é persistente, causa constrangimento significativo ou interfere na vida social.

    Nesses casos, o tratamento psicanalítico pode auxiliar a compreender as raízes do rubor e desenvolver mecanismos mais saudáveis para lidar com suas emoções.


  • Fui na 1 consulta com a psi, ela é estudante, já fui a outras psis antes, e eu gostei dela, entretan

    Fui na 1 consulta com a psi, ela é estudante, já fui a outras psis antes, e eu gostei dela, entretanto senti certo julgamento e opinião pessoal dela em dois momentos específicos e me senti incomodada, gostaria de apontar isso até p ajudar ela tbm futuramente, mas tenho certo receio, isso seria adequado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É completamente adequado e importante expressar seus sentimentos e preocupações com o profissional de saúde mental, especialmente em relação às questões que passaram por sua experiência na terapia. A comunicação aberta é fundamental para construir uma relação profissional saudável e produtiva. Se você sentiu certo julgamento ou opinião pessoal por parte da psicóloga durante uma consulta, é válido trazer esses pontos à tona na próxima sessão ou mesmo por meio de um e-mail ou mensagem, caso se sinta mais confortável.


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