R. Tereza Mota Valadares, 837, Sala 406, Belo Horizonte 30575-160
Para pacientes que possuem planos de saúde ou convênios emito nota fiscal para o reembolso junto ao plano de saúde ou convênio.
Ler mais03/01/2026
Belo Horizonte 1 endereço
Número de registro: CRP MG 04-23268
33 opiniõesOlá. Sou Rodrigo Teixeira, psicólogo e psicanalista. Há mais de duas décadas, dedico-me à escuta analítica, acompanhando aqueles que buscam compreender a complexidade de sua própria existência.
Em meu consultório em Belo Horizonte, ou através do acolhimento online para brasileiros em qualquer parte do mundo, ofereço um espaço onde o que se cala pode, enfim, ser escutado. Há um cansaço que se instala quando medos inomináveis persistem, quando os laços se repetem em um ciclo que não se desfaz, ou quando uma angústia insiste em não ceder. Ansiedade, depressão, traumas, inseguranças – esses são, muitas vezes, os significantes de um mal-estar que clama por ser escutado.
Minha abordagem, orientada pela psicanálise, não se propõe a "corrigir" o que parece falho, mas a desvelar o que o inconsciente, em sua linguagem própria, tenta comunicar. A experiência clínica revela que os impasses emocionais raramente se apresentam isolados. Seja a pornografia que se torna um refúgio, o corpo que se estranha em um novo país, ou a sexualidade que se mostra um enigma – são manifestações que demandam uma escuta atenta.
Ofereço um espaço onde o sintoma, em sua urgência, e as raízes inconscientes que o sustentam, podem ser acolhidos. Pois é na compreensão do porquê do sofrimento que se inicia o percurso de uma transformação genuína. A psicanálise não se propõe a oferecer respostas prontas, mas a abrir um caminho singular de subjetivação. Nela, a ansiedade, o trauma ou a solidão não são adversários a serem silenciados, mas mensageiros de um desejo que se manifesta, clamando por reconhecimento.
Meu compromisso é com a criação de um espaço onde a pressa e o veredicto cedem lugar à possibilidade de, finalmente, escutar a si mesmo. Se algo nestas palavras ecoou em você, como uma pergunta que ainda não encontrou sua formulação, convido-o(a) a dar o primeiro passo. Juntos, poderemos explorar não apenas o que dói, mas o que essa dor, em sua singularidade, revela sobre a trama de seu mundo interno.
R. Tereza Mota Valadares, 837, Sala 406, Belo Horizonte 30575-160
Para pacientes que possuem planos de saúde ou convênios emito nota fiscal para o reembolso junto ao plano de saúde ou convênio.
Ler mais03/01/2026
Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
33 opiniões
O Rodrigo vem me acompanhando neste que tem sido um dos anos mais desafiadores (para não dizer difíceis) da vida! Gosto muito das diferentes perspectivas que ele me coloca para questões novas e antigas. Empático, atencioso, escuta atenta, e tolera com simpatia minhas piadas ruins. Rodrigo, obrigada por caminhar junto, mesmo que a distância!
Rodrigo Teixeira
Sou eu quem agradeço a confiança.
Muito atencioso, pontual , o consultorio é aconchegante.
Rodrigo e um ótimo profissional, em nenhum momento ele foi desinteressado como outros profissionais são, ele ouve atentamente e ao falar o faz com muita clareza, estou satisfeito e continuarei comparecendo a minhas consultas.
Foi muito atencioso e detalhista sobre como será o processo durante seus atendimentos.
Excelente profissional, atencioso e muito bem preparado.
Rodrigo é inteligente e empático. Ele é claro e tem me ajudado muito na compreensão de mim mesmo.
A análise tem sido fundamental para o meu processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Rodrigo cria um ambiente seguro para que eu possa me expressar livremente, e sua abordagem é profissional e assertiva.
Há dois anos vem se mostrando competente, com escuta ativa e habilidades de questionamento que me ajudam a refletir sobre questões importantes da minha vida.
Profissional bastante atencioso. Excelente ouvinte, além de apresentar sugestões relevantes para a resolução dos nossos conflitos.
Profissional atento, ponderado, conhecedor do tema nos detalhes. Traz provocações interessantes sobre os nossos conflitos, reflexões além do relato inicial, capta as nuances na fala e nos sentimentos expressados
Foi esclarecedor, ele foi atencioso e muito profissional
170 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Olá tenho uma dúvida muito séria meu companheiro vez em outra faz uso de cocaína isso não é sempre é de vez em quando porém ele quando usa isso busca ver vídeos de sexo com trans, busca site gay, e diz que queria me ver tradando com outro homem e que esse homem tbm penetrasse ele, eu disse que não consigo ter uma terceira pessoa na relação sexual ele disse respeitar mais disse que quer então que eu penetre ele e ele só faz isso quando cheira cocaína eu já disse que quando ele usa isso só me afasta dele disse pq vc não me pede isso tudo quando não usa isso ele disse que precisa disso para querer fazer precisa da droga eu falei que deste jeito não dá pq sou contra o uso de drogas perguntei se ele é bissexual ele diz não saber mais percebo que ele quando está sem o uso desta droga e faz sexo comigo pede sempre sexo anal percebo que ele gosta muito mais sem o uso da droga ele não pede pra ser penetrado não consigo entender ele já disse se ele quiser seguir a vida dele ter um relacionamento com um trans que seja feliz, mais ele diz me amar e que não vai transar com nenhum sem eu estar junto mais quando infelizmente faz o uso desta droga fica horas vendo vídeos de trans e entra no site gay me deixa as vezes de lado pq sabe o quanto eu sou contra o uso de drogas, queria saber se ele faz isso por medo de assumir querer ter um trans na vida dele ou até um gay sei que ele tbm gosta de mulher pq ele já teve muitos outros relacionamentos com mulheres é pai mais tento entender e quando eu ameaço ir embora ele implora e diz que não irá mais usar drogas eu disse meu problema não está em ele ser bissexual ou sei lá o que mais a droga e ele só age assim com o uso dela preciso entender isso obrigada e desculpa o texto
Seu relato mostra como a cocaína se tornou um "passaporte" para fantasias que seu companheiro não consegue assumir sóbrio. O problema não está na orientação sexual, mas nesse mecanismo onde a droga libera desejos que depois são negados - como se não fossem "dele". Quando você ameaça ir embora, ele implora, mas o ciclo se repete: isso revela um conflito entre o que ele deseja e o que consegue admitir.
A chave não está em definir se ele é bi ou não, mas em entender por que só com a droga essas fantasias emergem. É possível que a cocaína cumpra duas funções: desinibir sexualmente e, ao mesmo tempo, servir de álibi ("foi a droga, não eu"). Enquanto esse jogo continuar, ele não precisará encarar o que essas práticas realmente significam para ele.
Você já deixou claro seus limites - agora resta saber se ele escolherá investigar essas questões na análise ou seguir refém desse ciclo. O convite está feito. Às vezes, o que parece vício ou sexualidade é, no fundo, um sintoma de algo mais profundo que clama para ser ouvido.
Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca apresentou comportamento ou preferencias q sugerisse homossexualidade. Tudo se deu recentemente quando ela estreitou laços com uma colega de aula e começou a frequentar academia com a mesma. Falei pra minha cunhada procurar ajuda esoecializada para saber como agir nesse caso. Fiz o certo?
Sua preocupação é compreensível. Aos 18, a identidade sexual é fluida e em construção, e novas descobertas podem surgir naturalmente. Chamar "ajuda especializada" pode ser correto se o objetivo for oferecer um espaço de apoio e escuta profissional para sua sobrinha explorar seus sentimentos e para a família aprender a lidar com isso de forma saudável. É crucial, porém, que essa ajuda não vise "corrigir" ou "mudar" sua orientação sexual, pois a homossexualidade não é patologia. O mais importante é a aceitação incondicional e o diálogo aberto, garantindo que ela se sinta amada e segura.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.