Perguntas do paciente (184)

  • Tenho um filho de 20 anos que me disse ser bissexual, meu marido não sabe, o que devo fazer . Meu fi

    Tenho um filho de 20 anos que me disse ser bissexual, meu marido não sabe, o que devo fazer . Meu filho está aflito e eu ainda sem chão. Como posso ajuda-lo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na psicanálise, compreendemos que a sexualidade, o desejo e a identidade são questões profundamente subjetivas e atravessadas por significantes que não necessariamente se encaixam em categorias fixas. O fato de seu filho se identificar como bissexual, e o impacto que isso gera em você, revela uma dinâmica de desejo e identificação que merece atenção.

    Seu filho, ao compartilhar essa parte de si, está buscando ser reconhecido em seu desejo, talvez tentando se situar frente ao olhar materno e paterno, o que pode ser uma busca por legitimação. O "sem chão" que você descreve pode indicar a quebra de uma expectativa ou de uma fantasia que você talvez tenha construído sobre ele. Ajudá-lo, nesse contexto, significa não tentar enquadrar sua sexualidade, mas dar espaço para que ele possa falar sobre isso sem que sinta a pressão de expectativas sociais ou familiares que o limitem.

    A angústia dele, ou sua própria, está ligada à questão do reconhecimento e do lugar que ele pode ocupar no discurso familiar. Se o seu marido ainda não sabe, é importante refletir sobre como você, como mãe, pode mediar essa transição de modo a permitir que seu filho não sinta que precisa se esconder ou recalcar essa parte de sua subjetividade. O tempo e a maneira de compartilhar isso com o pai dependerão do momento e da disposição de todos os envolvidos em acolher essa questão.

    A psicanálise, não busca normalizar ou patologizar a sexualidade, mas permite que o sujeito encontre seu lugar de desejo de forma menos alienante. A escuta analítica pode ajudar você a sustentar a posição de mãe de forma que seu filho possa encontrar a sua própria verdade sem sentir que precisa se moldar ao desejo dos outros.


  • Sinto crise de pânico todos os dias isso e normal?

    Sinto crise de pânico todos os dias isso e normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    A resposta à sua pergunta é que, do ponto de vista psicanalítico, não é normal sentir crises de pânico todos os dias. Essas crises são um sintoma de um conflito psíquico inconsciente A psicanálise é um dos tratamentos indicados para crises de pânico. O objetivo é contribuir com o paciente a identificar e resolver o sofrimento.
    Além da psicoterapia psicanalítica, o tratamento medicamentoso também pode ser indicado em alguns casos. Os medicamentos antidepressivos e ansiolíticos podem ajudar a reduzir os sintomas físicos e psicológicos das crises de pânico.


  • Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sens

    Olá prezado (a), estou sentindo uma leve pressão acima do externo na região da garganta, parece sensação de bolo, ou como se tivesse alguém pressionando essa área. Ela vai vem. As vezes mais fraca e as vezes mais forte. Já fiz todos os exames para descartar causas orgânicas e nada foi identificado. Um médico me recomendou ir até um psiquiatra ou psicologo. Minha dúvida é, isso realmente pode ter ligação psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá! É importante buscar ajuda médica para descartar qualquer causa física para seus sintomas. Como os exames não indicaram nenhuma anormalidade, a investigação com um profissional da saúde mental é crucial para entender a possível ligação psicológica dessa sensação.
    Na psicanálise, essa sensação na garganta pode ser interpretada como um sintoma psicossomático, ou seja, uma manifestação física de um conflito emocional. Diversos fatores podem estar relacionados a essa experiência, como: Ansiedade, Traumas, Dificuldades de comunicação, Conflitos interpessoais: Identificar a causa emocional da sensação de pressão na garganta.
    É importante ressaltar que a psicanálise é um processo terapêutico que exige tempo e compromisso. No entanto, os resultados podem ser muito positivos para a sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei

    Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei que o ideal e falar sobre esse sentimento com ela, mas não sei como dizer isso sem constrangimentos para as partes.
    Além disso, também possuo desejos eróticos com ela, o que dificulta um pouco mais essa comunicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Comunicar sentimentos de atração romântica ou desejos eróticos em relação a um terapeuta pode ser uma situação delicada, e é importante abordá-la com cuidado. A relação terapêutica é baseada na confiança, confidencialidade e ética profissional, e o terapeuta deve manter uma postura profissional e imparcial.

    Reconheça os sentimentos: É válido reconhecer e validar seus próprios sentimentos e desejos. A atração por um terapeuta pode ser algo comum, conhecido como "transferência", e pode ser exploradora terapeuticamente.

    Compreenda os limites terapêuticos: Antes de abordar o assunto com seu terapeuta, é essencial entender que a relação terapêutica é profissional. Terapeutas são orientados sobre manter limites tolerantes e não se envolver romanticamente com seus pacientes.

    Fale sobre os sentimentos na terapia: A melhor forma de abordar esse assunto é durante a própria terapia. Isso permitirá que você fale abertamente sobre seus sentimentos com o devido apoio e orientação do terapeuta.

    Foque no autocuidado: Enquanto explora seus sentimentos na terapia, foque em seu autocuidado e bem-estar emocional. É importante abordar esses sentimentos de forma saudável e sem prejudicar a si mesmo ou ao processo terapêutico.


    Te convidamos para uma consulta


  • É normal sentir desejo por personagens fictícios (novelas, séries). Às vezes eu sinto que queria ter

    É normal sentir desejo por personagens fictícios (novelas, séries). Às vezes eu sinto que queria ter um relacionamento com aquele personagem. Sempre fui assim desde mocinha mas ao mesmo tempo tenho uma atração; e acho q é pelo fato deles serem muito bonitos, tbem me sinto intimidada pela figura masculina real, principalmente se for um homem muito bonito ou atraente. Sou casada e sempre acreditava que era uma ilusão de menina mas agora está me atrapalhando. Eu já faço terapia mas não consigo contar isso pra ela.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É interessante que você esteja trazendo à tona essa experiência pessoal e os sentimentos que o acompanham. Na psicanálise, compreendemos que a sexualidade e as fantasias podem ser expressas de maneiras diversas e únicas para cada indivíduo. Fantasiar sobre personagens fictícios, como aqueles de novelas ou séries, é uma manifestação da rica vida interior humana.

    É importante lembrar que a atração por personagens fictícios não é incomum e pode ser considerada uma forma de expressar aspectos de nossos desejos e emoções. Fantasias podem ser uma maneira de explorar diferentes aspectos da identidade e da sexualidade, e muitas pessoas as experimentam em diferentes graus.

    No entanto, se você sente que essas fantasias estão começando a afetar sua vida ou suas relações, pode ser útil explorar esses sentimentos com um profissional de saúde mental, como seu terapeuta. Embora possa ser difícil compartilhar certos aspectos de sua vida interior, como você mencionou, é importante lembrar que os terapeutas estão lá para oferecer um ambiente seguro e acolhedor, sem julgamentos, para discutir essas questões.

    Explorar suas fantasias e sentimentos com um psicanalista pode ajudá-la a entender melhor o significado subjacente dessas experiências e como elas se relacionam com sua vida e relacionamentos. Lembre-se de que a terapia é um espaço confidencial, onde você pode se sentir à vontade para discutir suas preocupações mais profundas e receber apoio na busca de um entendimento mais completo de si mesmo.


  • Toda vez q eu me masturbo começo a chorar, e quando outra pessoa masturba tb tenho essas crises de c

    Toda vez q eu me masturbo começo a chorar, e quando outra pessoa masturba tb tenho essas crises de choro, por conta disso eu nunca tive um orgasmo, pq isso acontece? Oq eu posso fazer p ter uma relação sexual normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Entendo que a experiência de chorar durante a masturbação ou durante a intimidade sexual pode ser um sintoma de uma questão emocional mais profunda. Pode estar relacionado a sentimentos de culpa, vergonha, ansiedade ou traumas passados. É importante explorar esses sentimentos em um ambiente terapêutico seguro e confidencial, onde você possa discutir suas experiências e emoções sem julgamento. A psicoterapia psicanalítica pode ajudar a identificar as origens desses sentimentos e a desenvolver estratégias para lidar com eles de forma saudável. Além disso, é fundamental buscar apoio psicológico para abordar quaisquer questões de saúde mental subjacentes que possam estar contribuindo para essa experiência. Lembre-se de que buscar ajuda é um passo corajoso em direção ao bem-estar emocional e sexual.


  • Eu sinto muito tesão no período fértil. É algo que não posso controlar. Várias vezes faço sexo e mas

    Eu sinto muito tesão no período fértil. É algo que não posso controlar. Várias vezes faço sexo e masturbo ao dia. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É interessante que você esteja trazendo à tona essa experiência pessoal. Na psicanálise, entendemos que a sexualidade é uma parte natural e complexa da vida humana. É normal que a intensidade do desejo e da sensualidade possa variar ao longo do ciclo menstrual de uma pessoa, incluindo o período fértil.

    No entanto, é importante lembrar que cada indivíduo tem sua própria expressão da sexualidade, e o que pode ser considerado "normal" pode variar de pessoa para pessoa. O fato de você sentir um aumento no desejo sexual durante o período fértil não é incomum.

    No entanto, se você está sentindo que essa intensidade de desejo está causando desconforto emocional, físico ou interferindo em outras áreas da sua vida, pode ser útil buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista. Eles podem ajudá-lo a entender melhor suas experiências, explorar qualquer conflito emocional possível e fornecer orientações sobre como lidar com seus sentimentos de maneira saudável.

    Lembre-se de que a comunicação aberta e honesta consigo mesmo e, se apropriado, com um profissional, é fundamental para compreender e navegar suas experiências sexuais de maneira construtiva e saudável.


  • Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra

    Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra no meu quarto, fica mexendo nas minhas coisas, certa vez ele me viu pela a janela do quarto e quando eu entrei no quarto da minha mãe , ele estava se tocando, logo após ter me visto, eu tenho muito medo dele, outra vez me mandou um figurinha horrível, com teor sexual, eu não sei oque faço? Alguém me ajuda, eu tenho medo de isso ser coisa da minha cabeça, ou eu está maluca, ou de realmente está certo que não é uma boa pessoa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sinto muito que você esteja passando por essa situação desconfortável. É importante lembrar que o abuso é um comportamento inaceitável e ninguém deve passar por isso. Se você se sente desconfortável ou ameaçada com as atitudes do seu padrasto, é importante buscar ajuda.

    Uma opção é conversar com alguém de confiança, como um familiar, amigo ou professor, e relatar o que está acontecendo. Eles podem te apoiar e ajudar a encontrar uma solução para essa situação.

    Além disso, existem organizações especializadas em ajudar vítimas de abuso, como centros de atendimento à mulher ou órgãos de proteção à infância e adolescência. Esses locais oferecem apoio emocional, orientação jurídica e encaminhamento para os serviços adequados.

    Não hesite em buscar auxílio para garantir sua segurança e bem-estar.


  • Eu perdi o interesse total no meu marido e em manter esse casamento, porem sinto carinho e gratidão

    Eu perdi o interesse total no meu marido e em manter esse casamento, porem sinto carinho e gratidão por ele. É possivel salvação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Compreendo que você está passando por um momento difícil em seu casamento. Sentir carinho e gratidão pelo seu marido é um sinal de que existem aspectos positivos no relacionamento, mesmo que o desejo romântico possa ter diminuído.

    A possibilidade de salvar o casamento depende de vários fatores, e é uma decisão que somente você pode tomar. Aqui estão algumas coisas a considerar:

    Comunicação aberta: Tente conversar abertamente com seu marido sobre seus sentimentos e preocupações. A comunicação honesta é essencial para entender as perspectivas um do outro e pode ajudar a identificar possíveis problemas no relacionamento.

    Terapia de casais: Buscar a ajuda de um terapeuta de casais pode ser uma opção valiosa para explorar as questões do relacionamento, melhorar a comunicação e encontrar maneiras de reconectar emocional e fisicamente.

    Autoavaliação: Reflita sobre suas próprias necessidades, desejos e expectativas em relação ao casamento. Às vezes, uma autoavaliação pode revelar questões pessoais que precisam ser abordadas para melhorar a dinâmica do relacionamento.

    Tempo e esforço: Recuperar o desejo e a paixão em um relacionamento pode levar tempo e esforço de ambas as partes. É importante estar disposto a trabalhar em conjunto para reavivar a conexão emocional e física.

    Cuidado pessoal: Cuide de si mesmo e dedique tempo para atividades que a façam sentir-se bem consigo a mesma. Isso pode ajudar a melhorar sua autoestima e bem-estar geral, refletindo positivamente em seu relacionamento.

    No entanto, é essencial lembrar que nem todos os relacionamentos podem ser salvos, e em algumas situações, pode ser melhor buscar um caminho separado. Cada relacionamento é único, e a decisão final depende de suas circunstâncias específicas e de como você se sente em relação ao casamento.

    Se estiver considerando a separação, uma terapia individual também pode ser útil para ajudá-la a processar seus sentimentos e tomar decisões sobre o futuro do relacionamento. Lembre-se de que não há resposta certa ou errada; o importante é buscar a felicidade e o bem-estar para si mesmo.


    Te convidamos para uma consulta


  • Olá , tenho uma duvida sobre sexualidade. Aos 6 anos de idade eu namorei um garoto e tinha certeza

    Olá , tenho uma duvida sobre sexualidade.
    Aos 6 anos de idade eu namorei um garoto e tinha certeza que era hetero e n sabia oq eram os lgbts, mas aos 12 comecei a sentir atração por garotas e garotos e ja sabia oq era tanto que super apoiava, mas foi uma coisa do nada. Eu começei a gostar de uma garota e aos poucos fui sentindo atração sexual por mulheres sem nem mesmo tendo as beijado e etc. ( nem beijado homens também) eu poderia estar me forçando a gostar de mulheres? Eu ainda me pergunto se isso é possível... Enfim hj aos 14 anos continuo sentindo isso mas, ainda me pergunto se estou me forçando a me sentir atraida pois sempre achei legal os movimentos lgbt e tals.. Ou talvez esse negócio de forçar está apenas na minha mente e eu não estou realmente forçando, só não me aceito e estou tentando buscar desculpas para não ser oq eu sou. Estou confusa e essa pergunta "oq eu sou?" Vive me torturando... obrigada pela atenção

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    A confusão que você está sentindo em relação à sua sexualidade é algo muito comum, especialmente durante a adolescência, quando estamos começando a explorar e entender nossos desejos e identidades. A sexualidade é um aspecto muito fluido e complexo da vida humana, e muitas pessoas passam por momentos de questionamento sobre quem elas são e do que gostam.

    A dúvida sobre se você está "forçando" a gostar de mulheres pode estar relacionada ao fato de que, ao apoiar o movimento LGBT e achar isso "legal", você pode estar tentando entender se seu apoio e seus sentimentos são parte de algo autêntico em você. Mas a verdade é que o desejo não costuma ser algo que forçamos ou escolhemos, ele simplesmente surge de forma espontânea, como você descreveu que aconteceu ao começar a sentir atração por garotas.

    Essa sensação de não saber se você se aceita ou se está tentando buscar uma desculpa para não ser quem é pode estar ligada ao desconforto com o desconhecido, com aquilo que não se encaixa em normas pré-estabelecidas. A pergunta "quem eu sou?" pode ser angustiante, mas também é parte do processo de autoconhecimento que todos enfrentamos. E é importante lembrar que você não precisa ter uma resposta definitiva agora.

    Permita-se sentir, experimentar e, acima de tudo, não se julgue por estar em um processo de descoberta. A psicanálise, por exemplo, nos ensina que nossos desejos nem sempre são tão claros ou lineares, e que é através da escuta de nós mesmos, sem pressa de rotular, que podemos entender melhor o que sentimos.

    No fundo, o importante é que você se permita viver suas experiências com autenticidade, sem pressa de se encaixar em um rótulo. Com o tempo, essas respostas sobre sua sexualidade vão se tornando mais claras.


  • Sou assexual, porem me descobri gênero fluído, é possivel ser assexual e gênero fluído ao mesmo temp

    Sou assexual, porem me descobri gênero fluído, é possivel ser assexual e gênero fluído ao mesmo tempo?...
    Me desculpem se minha pergunta é meio idiota, é que eu realmente não sei ao certo sobre isso e estou com muita dúvida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sim, é absolutamente possível ser assexual e gênero fluido ao mesmo tempo, pois essas duas identidades se referem a aspectos diferentes da experiência pessoal.

    A assexualidade diz respeito à orientação sexual — ou seja, à forma como uma pessoa sente (ou, no caso dos assexuais, geralmente não sente) atração sexual por outras pessoas. Já o gênero fluído envolve a identidade de gênero, que é como uma pessoa sente e expressa seu próprio gênero, independentemente de orientação sexual. Assim, alguém pode ser gênero fluído — sentir que sua identidade de gênero transita entre diferentes expressões de gênero — e, ao mesmo tempo, ser assexual, experienciando pouca ou nenhuma atração sexual.

    Essas explorações são parte de uma jornada única para cada um, e não há uma "regra" ou combinação correta.


  • Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo levei ao medico e

    Estou precisando de ajuda,tenho 1 filho de 26 anos e apareceu transtor compulsivo
    levei ao medico e só uma consulta disse que é toc, ixiste um exame que afirma ou não,
    estou transtornada com a situação, alguem me ajudaaaaaaaaa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é diagnosticado através de uma avaliação clínica feita por um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo. Geralmente, não há um exame específico que confirme o diagnóstico do TOC. O profissional irá realizar uma avaliação detalhada dos sintomas e do histórico do paciente para fazer o diagnóstico. É importante buscar um especialista para obter um diagnóstico preciso e discutir as melhores opções de tratamento para o seu filho. Lembre-se de que a ajuda profissional é fundamental nesses casos.


  • Sou um jovem de 18 anos me acho bem diferente e estranho pois nunca beijei e até mesmo nunca transei

    Sou um jovem de 18 anos me acho bem diferente e estranho pois nunca beijei e até mesmo nunca transei com alguém do fato de eu não ter muita intimidade com assuntos desses com elas , queria saber se é normal isso e porque não consigo ninguém para ficar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá! Em primeiro lugar, quero enfatizar que não há nada de errado em nunca ter beijado ou tido experiências sexuais aos 18 anos. Cada pessoa tem seu próprio ritmo e tempo quando se trata de intimidade e relacionamentos. É completamente normal e válido sentir-se diferente em relação aos outros em relação a essas experiências.

    Existem muitos fatores que podem influenciar o início das experiências românticas e sexuais de uma pessoa, como a personalidade, o ambiente em que foi criado, as amizades e os interesses individuais. Além disso, a adolescência e o início da vida adulta são momentos de descobertas e mudanças, e cada pessoa passa por esse processo de forma única.

    Se você sente que não tem muita intimidade ou facilidade em abordar esses assuntos com as pessoas, é compreensível que possa se sentir inseguro ou ansioso em relação a isso. É importante lembrar que desenvolver a intimidade emocional com os outros pode levar tempo e requer confiança mútua.

    Às vezes, quando estamos preocupados com a falta de experiência ou dificuldades em estabelecer conexões íntimas, pode ser útil buscar apoio de amigos, familiares ou até mesmo profissionais, como um terapeuta. Conversar sobre suas preocupações e inseguranças pode ajudar a ganhar mais autoconfiança e compreender melhor suas próprias expectativas e desejos em relação aos relacionamentos.

    Lembre-se de que cada pessoa tem seu próprio caminho quando se trata de relacionamentos e intimidade. Não se compare com os outros e permita-se viver suas experiências no seu tempo. À medida que você amadurecer e se conhecer melhor, é possível que você encontre pessoas com interesses e valores semelhantes, e naturalmente as conexões irão surgir.

    A confiança e o respeito por si mesmo são fundamentais em qualquer relacionamento, então busque se conhecer melhor, compreender suas necessidades e desejos, e estar aberto a conhecer pessoas que também estejam localizadas com você emocionalmente. Tenha paciência e confie em si mesmo, pois o tempo certo para essas experiências virá quando você se sentir preparado e confortável para vivê-las.


    Te convidamos para uma consulta


  • Sou masculino, mas desde de criança tenho desejos sexuais de se vestir com roupas femininas, e me le

    Sou masculino, mas desde de criança tenho desejos sexuais de se vestir com roupas femininas, e me lembro quando era criança me vestia de roupas íntimas escondido.
    Por que tinha esse desejo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Vestir-se com roupas associadas ao outro gênero pode estar ligado à experimentação de identidade, ou ainda à busca por algo que tenha significado simbólico no inconsciente. Pode haver uma relação com questões sobre como você internalizou certas figuras de autoridade, desejo ou identificação.
    Para entender melhor esses desejos e o que eles significam para você, seria importante explorar essas vivências em um ambiente terapêutico. Um psicanalista poderia ajudar a elaborar as possíveis causas e os significados desses impulsos, permitindo que você compreenda melhor como esses desejos se encaixam na sua identidade e no seu desenvolvimento emocional. A questão aqui não é se há algo "errado", mas sim como esse aspecto do seu ser pode ser compreendido e integrado na sua vida de maneira mais saudável e consciente.


  • Sou muito estressada e me irrito com muita facilidade, brigo com meu esposo praticamente toda hora,

    Sou muito estressada e me irrito com muita facilidade, brigo com meu esposo praticamente toda hora, não temos paz por conta disso. Sou diagnosticada com TAG, não sei se tem à ver. Quero muito ser uma pessoa normal. Que profissionais devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Se você está enfrentando estresse excessivo, irritabilidade e brigas frequentes com seu esposo, e já possui um diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), é compreensível que você queira buscar ajuda para lidar com essas questões. Existem alguns profissionais que podem te auxiliar nesse processo:

    Psicólogo: Um psicólogo é um profissional especializado em saúde mental e pode te ajudar a compreender melhor as causas subjacentes do estresse, da irritabilidade e das brigas constantes. Por meio da terapia, você pode aprender estratégias para gerenciar a ansiedade, desenvolver habilidades de comunicação e trabalhar em formas mais saudáveis ​​de lidar com conflitos no relacionamento.

    Psiquiatra: Caso você esteja tendo sintomas graves de ansiedade que possam requerer intervenção medicamentosa, um psiquiatra é o profissional adequado para avaliar sua condição e prescrever medicação, se necessário. A medicação pode ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, permitindo que você se envolva mais efetivamente na terapia.

    Terapeuta de casais: Se as brigas com seu esposo estão afetando ocupação o relacionamento, considere buscar um terapeuta de casais. Esse profissional pode ajudá-los a melhorar a comunicação, resolver conflitos e encontrar maneiras de fortalecer a conexão emocional entre vocês.


    Te convidamos para uma consulta


  • Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de c

    Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de casar e estudar . Sinto um medo constante que me impede de agir é de seguir em frente . Vivo me comparando as outras pessoas , e como a vida delas são interessantes, as vezes tenho pensamentos depreciativos . Eu tento praticar meditação mais não estou sentindo resultado , as vezes sempre tento controlar o que falo e penso . As vezes espero muito das outras pessoas e acabo me chateando

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá, entendo a angústia que você está vivenciando e a coragem necessária para expressar esses sentimentos. Na psicanálise, exploramos os aspectos mais profundos de cada pessoa para compreender as raízes dos nossos medos e comportamentos. O que você está descrevendo — medo constante, comparações com os outros, pensamentos depreciativos e a frustração com as expectativas em relação aos outros — pode estar relacionado a questões emocionais e inconscientes que precisam ser exploradas.

    O medo ao sair de casa e ao estudar pode ser uma manifestação de ansiedade, e essa ansiedade pode ser alimentada por conflitos internos não resolvidos. A tendência de se comparar com os outros e se sentir depreciado pode indicar uma autoimagem fragilizada, possivelmente originada de experiências passadas ou de padrões de pensamento enraizados.

    Um psicanalista pode ajudá-lo a navegar por essas dificuldades e a encontrar caminhos para viver de forma mais plena e autêntica.


  • Eu já venho pedindo pros meus pais me levarem no psicólogo a um bom tempo, eles afirmam que vão me l

    Eu já venho pedindo pros meus pais me levarem no psicólogo a um bom tempo, eles afirmam que vão me levar e nunca levam, e eu sinto que esse sentimento ruim só aumenta, o que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Lamento ouvir que você está passando por essa situação complicada com seus pais em relação a buscar ajuda profissional no psicólogo. É essencial que você cuide de sua saúde mental e emocional, e a busca por suporte profissional é uma decisão importante e positiva.

    Aqui estão algumas sugestões que você pode considerar:

    Comunique seus sentimentos: Tente ter uma conversa aberta e honesta com seus pais sobre como você está se sentindo e a importância de buscar ajuda profissional. Expresse seus sentimentos e preocupações com calma e clareza, mostrando o quanto isso é essencial para o seu bem-estar.

    Envolva outros adultos de confiança: Se você sentir que não está seguro para fazer seus pais entenderem a importância dessa questão, pode ser útil envolver outros adultos de confiança, como parentes próximos, professores ou conselheiros da escola. Eles podem ser capazes de oferecer suporte e ajudar a sensibilizar seus pais para a importância de buscar ajuda profissional.
    Recursos escolares ou locais: Verifique se há recursos disponíveis em sua escola ou em sua comunidade que possam oferecer suporte emocional e psicológico. Algumas escolas têm serviços de aconselhamento ou psicólogos disponíveis para os alunos. Caso sua escola não defenda esses recursos, procure por centros de saúde mental ou organizações comunitárias que possam oferecer atendimento psicológico acessível ou gratuito.

    Procure suporte online: Enquanto você espera por uma oportunidade de buscar ajuda profissional presencial, considere buscar apoio online. Existem várias comunidades de apoio e plataformas de aconselhamento online que podem fornecer suporte emocional, orientação e recursos para ajudá-lo a lidar com seus sentimentos e desafios.

    Autoajuda e recursos de bem-estar: Enquanto aguarda a oportunidade de ir ao psicólogo, explore recursos de autoajuda e bem-estar que possam ajudá-lo a lidar com suas emoções e melhorar seu bem-estar mental. Isso pode incluir livros, artigos, vídeos ou aplicativos voltados para o autocuidado e o desenvolvimento pessoal.

    Busque apoio em amigos ou familiares: Se possível, converse com amigos próximos ou familiares em quem você confie. Compartilhe seus sentimentos com alguém que oferece suporte emocional pode ser útil enquanto você espera o suporte profissional.

    Persevere: Não desista de buscar ajuda e apoio. Continue expressando suas necessidades aos seus pais e busque outras opções disponíveis para você. A busca pelo suporte emocional é importante e, com persistência, você pode encontrar as ferramentas necessárias para lidar com seus desafios.

    Lembre-se de que buscar ajuda profissional para sua saúde mental é fundamental e você tem o direito de ter acesso a esse suporte. Seus sentimentos e bem-estar são importantes, e você merece cuidar de si mesmo. Se necessário, considere também conversar com um adulto de confiança ou um profissional da área de educação que possa intervir em seu favor e ajudar a facilitar o acesso ao apoio que você precisa.


    Te convidamos para uma consulta


  • Olá Boa noite Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a

    Olá
    Boa noite
    Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a ninguém sempre lembro pois depois de adulta vim,ter noção da gravidade,e depois comecei a mim relacionar cedo,agora recentemente peguei meu filho de 15 anos fazendo gestos no ir.ao de 8 anos,estou desesperada penso que as vezes de tanto pensar vou ficar louca ou morrer,o de 8 anos já faz acompanhamento psicológico e já contei a psicóloga o que houve,porém estou com vários sentimentos que não sei o que fazer! Não posso conversar com ninguém da família!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sinto muito pelo que você passou na infância e pela situação difícil que está enfrentando agora com seu filho. É importante lembrar que você não está sozinha e que existem profissionais capacitados para ajudá-la nesse momento.

    Minha sugestão é que você continue buscando apoio psicológico para você e seu filho. A psicóloga já está ciente do ocorrido e poderá orientá-la sobre como lidar com essa situação da melhor forma possível. Além disso, é fundamental que você mantenha uma comunicação aberta com seus filhos, explicando a importância de respeitar os limites dos outros e o impacto negativo que certos comportamentos podem ter.

    Se você não se sentir confortável em conversar com alguém da família, talvez seja válido procurar um apoio externo, como grupos de apoio ou organizações especializadas em casos de abuso sexual infantil. Eles poderão oferecer suporte emocional e orientações específicas para a sua situação.

    Lembre-se de que é fundamental cuidar de si mesma nesse momento, buscando ajuda profissional e garantindo que seus filhos recebam o suporte necessário para lidar com essa situação. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Estou à disposição para ajudá-la.


  • Oi, eu tenho 11 anos, e as vezes eu "surto" e as vezes eu me arranho, as vezes até encontro uns mach

    Oi, eu tenho 11 anos, e as vezes eu "surto" e as vezes eu me arranho, as vezes até encontro uns machucados no meu corpo, só que eu não me lembro de ter me cortado, isso é normal?

    (Normalmente acontece quando eu fico muito irritada)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    O que você está descrevendo pode ser um comportamento preocupante. A autoagressão, como se arranhar, não é considerada normal e é importante buscar apoio e orientação. É compreensível que você possa estar passando por momentos difíceis ou sentimentos intensos, mas é fundamental conversar com um adulto de confiança sobre o que está sentindo.

    Converse com seus pais, um professor, um orientador escolar ou outro adulto responsável sobre o que você está enfrentando. Eles podem ajudá-la a entender seus sentimentos e buscar ajuda adequada, como falar com um psicólogo infantil ou um profissional de saúde mental. É importante receber apoio para lidar com esses sentimentos e encontrar maneiras saudáveis ​​de expressá-los.

    Lembre-se de que você não está sozinha e que há pessoas dispostas a ajudar a garantir que você esteja bem emocionalmente e fisicamente.


  • Olá ontem minha filha me disse que acha que é bissexual ela vai fazer 28 anos em fevereiro. Disse

    Olá ontem minha filha me disse que acha que é bissexual ela vai fazer 28 anos em fevereiro.
    Disse que acha isso desde os 16 anos.
    Não cheguei a perguntar pra ela se ela ja se relacionou com alguém.
    Ela só me disse isso agora, porque dias atrás eu disse pra ela que eu gostaria de saber de tudo sobre ela.
    Ai ontem ela veio com esta história pra mim.
    E disse que não falou antes com medo da minha reação.
    Eu disse que não aceito porém entre eu e ela nada vai mudar.
    O que eu devo fazer.
    Foi um choque para mim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É compreensível que a revelação de sua filha tenha gerado um choque, especialmente porque, como mãe, você carrega expectativas e projeções sobre o caminho dela. No entanto, ao dizer que "nada vai mudar" entre vocês, mesmo expressando inicialmente que "não aceita", há algo importante: o vínculo entre mãe e filha parece se manter, e isso pode ser uma base essencial para seguir em frente.

    Na perspectiva psicanalítica, especialmente no que se refere à sexualidade, entendemos que as identidades e os desejos sexuais não estão necessariamente sob o controle racional, nem devem ser vistos como algo que pode ser simplesmente "aceito" ou "negado" por terceiros. Sua filha, ao compartilhar esse aspecto de sua vida, está buscando o seu reconhecimento como sujeito, como alguém que tem desejos e questões que vão além da norma ou do que é esperado socialmente ou familiarmente.

    Esse "medo da sua reação" que ela mencionou fala de uma relação simbólica entre o desejo dela e a posição que você ocupa como mãe – um lugar importante, que muitas vezes representa o olhar julgador ou acolhedor. O desafio aqui não é tanto sobre aceitar ou não, mas sobre como sustentar essa nova realidade no laço entre vocês. Você mencionou que gostaria de saber tudo sobre ela, e agora que essa parte veio à tona, é uma oportunidade de criar um espaço de escuta, onde ela possa se sentir à vontade para compartilhar suas experiências e sentimentos sem o receio de rejeição.

    Permita-se processar essa nova informação e, aos poucos, trabalhar internamente suas próprias reações. É natural que isso leve tempo, mas o diálogo aberto pode ser um caminho para fortalecer ainda mais a relação, sem que o choque inicial se transforme em uma barreira. E caso sinta que essa questão está trazendo muito conflito interno, a psicanálise pode ser uma via de autoconhecimento, ajudando a entender de onde vêm essas reações e como lidar com elas de maneira mais saudável para você e para sua filha.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.