Perguntas do paciente (197)

  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    O que você está sentindo é normal e merece ser acolhido.
    Parece que parte dessa tristeza vem da sensação de não ser compreendida no relacionamento e de precisar pisar em ovos para expressar seu ponto de vista. Quando nossos sentimentos não são validados repetidamente, é comum acumular essa dor.
    Você não está errada por se sentir assim. Seus sentimentos são legítimos.
    Buscar terapia pode te ajudar nesse processo.
    Estou aqui caso queira conversar.


  • Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?

    Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Como psicóloga, minha visão não é bom ou mau, mas sim depende de como é feito.
    O controle digital parental pode ser útil e necessário em algumas situações, especialmente com crianças menores, mas vira prejudicial quando é excessivo, rígido ou feito sem diálogo.
    Lado positivo:
    Protege contra conteúdos impróprios, predadores, excesso de tempo de tela e exposição a algoritmos viciantes.
    Ajuda a criar rotinas e limites saudáveis (muito importante para crianças com TDAH ou interesses intensos)
    Dá tranquilidade para os pais, especialmente quando a criança ainda não tem maturidade para decidir sozinha.
    Lado negativo:
    Pode gerar falta de confiança na relação pais e filhos, rebeldia ou escondimento.
    Prejudica o desenvolvimento da autonomia, autorregulação e capacidade crítica.
    Se for muito invasivo (monitorar tudo, senhas, ler mensagens), pode afetar a privacidade e a autoestima no futuro.
    Minha recomendação prática:
    O ideal é um controle colaborativo e progressivo, que diminui conforme a idade e maturidade da criança, até uns 8, 10 anos, mais supervisão e limites claros (tempo de tela, apps permitidos, ver juntos).
    Depois ir abrindo espaço para autonomia, combinando regras com a criança e explicando os porquês.
    Sempre priorizar diálogo aberto, por que você gosta tanto desse canal? O que te faz sentir bem? em vez de só proibir.
    Usar ferramentas técnicas (controle parental), mas não como única estratégia. O mais poderoso é a conexão e o exemplo dos pais. Caso queira conversar mais sobre o assunto me coloco á disposição. Rosani Isobe


  • De que forma os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia contribuem para o

    De que forma os perfis cognitivos e emocionais identificados pela neuropsicologia contribuem para o planejamento do tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Os achados neuropsicológicos fornecem um mapa claro das vulnerabilidades do paciente, permitindo que o plano de cuidado seja altamente personalizado.


  • Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando o

    Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando os problemas é normal? Isso é considerado uma questão comportamental ou não ? Existe algum medicamento que ajude ou o tratamento é apenas terapia? Há possibilidade de melhora ou até de "cura"? Em quanto tempo isso costuma acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, há possibilidade real de melhora significativa. Muitas pessoas conseguem reduzir bastante a catastrofização, ganhar mais controle emocional e lidar melhor com a pressão. Cura no sentido de nunca mais sentir dificuldade não é o objetivo mais realista o que buscamos é que esses momentos sejam menos intensos, menos frequentes e mais gerenciáveis.
    O tempo varia de pessoa para pessoa. Algumas começam a notar mudanças em poucas semanas e para outras, o processo é mais gradual. O importante é a consistência e o espaço seguro para explorar o que está por trás desse padrão.

    Psicóloga Rosani Isobe


  • "Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização co

    "Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização cognitivo-comportamental do caso e o planejamento terapêutico?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Na Conceituação a sobreposição de sintomas fica mais difícil distinguir o que é um traço de personalidade e o que é um sintoma do transtorno comórbido.

    As comorbidades elas costumam funcionar como estratégias de enfrentamento disfuncionais para os esquemas do Trasntorno. Um exemplo é a restrição no Transtorno Alimentar pode ser uma forma de tentar controlar o esquema de Defectividade ou Vergonha.
    No Planejamento esqueça os manuais padrão de TCC; o tratamento exige uma hierarquia rígida de alvos (baseada na lógica da DBT). O foco 1 é a Vida. Reduzir comportamentos suicidas e de automutilação (independente de qualquer comorbidade).

    O foco é tratar o que impede o tratamento de avançar (ex: faltas constantes ou uso de substâncias que afeta a sessão).

    Qualidade de Vida e Comorbidades, só aqui entram os protocolos específicos para as comorbidades (ex: exposição para TEPT, ativação comportamental para depressão), quando o paciente já está minimamente estável.

    O grande desafio para a psicoterapia é evitar a armadilha de apagar incêndios, mantendo a sessão estruturada mesmo diante do caos gerado por múltiplos transtornos juntos.


  • Como a neuropsicologia explica a dificuldade de pertencimento social no Transtorno de Personalidade

    Como a neuropsicologia explica a dificuldade de pertencimento social no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A neuropsicologia explica a dificuldade de pertencimento social no Transtorno por meio de disfunções em circuitos cerebrais específicos que afetam a cognição social a nossa capacidade de processar, interpretar e responder às pistas do ambiente e das outras pessoas.
    Nas pessoas com Borderline, esse sistema opera em um estado constante de hipervigilância e viés de ameaça.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se compara a uma pessoa emocionalmente sensível?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se compara a uma pessoa emocionalmente sensível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Ambos envolvem sentir emoções com grande intensidade, perceber sutilezas interpessoais e maior reatividade emocional.

    A diferença é que a pessoa emocionalmente sensível traço de personalidade normal. A intensidade existe, mas a pessoa geralmente consegue regular as emoções, recuperar-se e manter relacionamentos mais estáveis. Pode ser uma qualidade positiva como empatia, percepção profunda.
    No transtorno de Personalidade Borderline o que causa sofrimento significativo, além da sensibilidade alta, há desregulação emocional grave, medo intenso de abandono, relacionamentos instáveis de idealização e desvalorização, oscilações rápidas de humor, instabilidade de identidade e, muitas vezes, impulsividade.
    Nem toda pessoa sensível tem Transtorno de Personalidade Borderline, mas quem tem costuma ser muito sensível. A diferença está na dificuldade de regulação e no impacto na vida diária.


  • eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sob

    eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sobre-excitabilidades (intelectual, emocional, imaginativa, sensorial e psicomotora) e vários sinais associados a altas habilidades/superdotação. Isso pode indicar uma dupla excepcionalidade (TDAH/TEA junto com altas habilidades)? Existe alguma avaliação que eu possa fazer para investigar isso?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, o que você descreve pode indicar uma dupla excepcionalidade twice-exceptional, TDAH /TEA nível 1 junto com altas habilidades/superdotação.
    São muito comuns em pessoas com altas habilidades e se sobrepõem bastante com traços de TDAH e TEA.
    Para investigar, o mais recomendado é uma avaliação neuropsicológica completa, que inclui testes, avaliação de funções executivas, criatividade e questionários específicos de altas habilidades, além da anamnese.
    Isso ajuda a entender melhor o seu perfil.


  • Olá! Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por

    Olá!

    Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por isso desde pequeno, ainda mais considerando que sou uma pessoa LGBTQIA+. Hoje ainda permaneco com crenças que não fazem sentido para mim, mas sinto que muitas vezes fico tomado pelo medo ou ansiedade, o que inclusive afeta o meu relacionamento atual. Devo procurar um psicólogo e/ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Procurar um psicólogo é o ponto de partida mais recomendado na maioria dos casos como o seu. A terapia ajuda a identificar, questionar e substituir crenças limitantes, trabalhar ansiedade, melhorar comunicação no relacionamento e construir autoaceitação.


  • Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Seja transparente, marque uma sessão para falar sobre a decisão. Por mais difícil que seja fale o que sente, e sobre a mudança que decidiu experimentar terapia com outro profissional. É importante encerrar esse ciclo com esse profissional para que o novo processo com um outro psicólogo aconteça.
    Isso permite encerramento adequado, que é parte importante da terapia. Muitos pacientes evitam essa conversa por culpa ou desconforto, mas ela ajuda a evitar rupturas abruptas e a integrar o que foi trabalhado. Isso é uma atitude madura. Boa sorte!


  • Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade

    Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade para comer fora de casa, estar em lugares fora da minha rotina ou até mesmo fazer refeições na presença de outras pessoas. Também tenho um medo muito grande de passar mal ou vomitar, e isso acaba aumentando ainda mais minha ansiedade nessas situações.
    Já fiz acompanhamento psicológico em outros momentos da minha vida, mas sinto que não tive a melhora que esperava. Com o passar dos anos, percebo que esse problema continua me limitando e fazendo com que eu evite situações que gostaria de viver normalmente.
    Eu tento lidar com isso da melhor forma possível. Já procurei técnicas para me acalmar, tentei me expor aos poucos às situações que me causam desconforto e busquei mudar alguns comportamentos, mas ainda sinto que a ansiedade continua muito presente.
    Gostaria de saber se existem abordagens terapêuticas mais indicadas para casos como o meu e como posso saber se vale a pena tentar a terapia novamente, mesmo não tendo tido bons resultados nas experiências anteriores.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A ansiedade desde a infância, a dificuldade de comer fora de casa e o medo intenso de passar mal ou vomitar realmente limitam a vida e geram muito sofrimento. É compreensível que, mesmo após terapias anteriores e várias tentativas por conta própria, a ansiedade ainda esteja presente.
    Para casos como o seu, costumam ajudar abordagens que unem exposição gradual, regulação emocional e um espaço seguro para explorar o medo no seu ritmo. Muitas pessoas que não tiveram o resultado esperado em experiências anteriores acabam se beneficiando quando encontram um trabalho mais alinhado com o que precisam agora.
    O fato de você continuar buscando e de ter tentado várias estratégias por conta própria já mostra disposição e coragem. Isso é um bom ponto de partida.
    Na terapia a gente pode avaliar juntos o que funcionou e o que não funcionou antes, ajustar o ritmo e construir um caminho mais alinhado com a sua realidade atual.
    Psicóloga Rosani Isobe


  • O que acontece se o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) interrompe a medicação

    O que acontece se o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) interrompe a medicação sem orientação médica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A interrupção abrupta da medicação em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline sem orientação médica pode agravar sintomas, desencadear síndromes de descontinuação e aumentar riscos de crise, mas os efeitos variam conforme o tipo de medicamento, dose, duração de uso e características individuais. Não existe medicamento específico curativo para o Transtorno, o tratamento de base é a psicoterapia, e os fármacos são adjuvantes para sintomas alvo ou comorbidades como depressão, ansiedade, impulsividade, instabilidade afetiva.


  • Como o psicólogo diferencia sofrimento emocional reativo de traços estruturais do Transtorno de Pers

    Como o psicólogo diferencia sofrimento emocional reativo de traços estruturais do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante o processo terapêutico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A diferenciação entre sofrimento emocional reativo e traços estruturais do Transtorno de Personalidade Borderline é essencial na avaliação e no processo terapêutico. Ela se baseia no padrão, duração, intensidade e impacto funcional dos sintomas.



  • Como distinguir Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e Transtorno de Personalidad

    Como distinguir Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em uma formulação psicodinâmica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Na formulação psicodinâmica, a distinção entre TEPT-C e TPB reside principalmente na organização estrutural da personalidade e na natureza do auto conceito. Na prática, o TEPT-C é uma resposta a traumas prolongados e destrutivos que alteram profundamente a visão do indivíduo sobre si e o mundo, enquanto o TPB envolve uma perturbação no desenvolvimento da personalidade, frequentemente desencadeada por traumas relacionais precoces, mas com um prejuízo mais vasto na integração da psique.


  • Remissão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) representa mudança de traço de personalidad

    Remissão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) representa mudança de traço de personalidade ou apenas controle comportamental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A remissão no Transtorno de Personalidade Borderline representa mais do que apenas controle comportamental, acontecem muitas mudanças reais nos traços de personalidade, embora não seja uma cura total ou absoluta. É um processo gradual, com componentes comportamentais que melhoram mais rápido e aspectos temperamentais, emocionais e identitários que mudam de forma mais lenta e profunda.
    A remissão desafia a visão antiga de que transtornos de personalidade são imutáveis. O curso natural e o tratamento mostra plasticidade, o cérebro e os padrões relacionais podem se reorganizar, especialmente com terapia consistente, suporte e maturidade ao longo da vida.
    Claro que nem todos alcançam remissão plena.
    Terapia contínua ou de reforço é importante, pois vulnerabilidades residuais podem reaparecer em estresse alto.

    Como psicóloga, vejo muito isso na prática, pacientes que inicialmente controlam impulsos depois relatam uma mudança interna real, com muito menos medo constante, maior autoaceitação e relações mais autênticas.


  • Quais fatores preveem abandono precoce de terapia em pacientes com Transtorno de Personalidade Borde

    Quais fatores preveem abandono precoce de terapia em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    O abandono precoce da terapia por pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline é frequentemente desencadeado por uma aliança terapêutica frágil, altos níveis de impulsividade, raiva ou hostilidade, e baixa motivação para mudança. Fatores como ansiedade elevada, evitação experiencial e histórico de tentativas de suicídio também são preditores significativos.


  • Quais mecanismos específicos de regulação emocional estão comprometidos no Transtorno de Personalida

    Quais mecanismos específicos de regulação emocional estão comprometidos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    No Transtorno de Personalidade Borderline, a desregulação emocional é central e envolve prejuízos em várias etapas do processo de regulação emocional.
    Os principais mecanismos comprometidos são:
    Sensibilidade Emocional Aumentada
    Baixa linha de base para ativação emocional.
    Respostas emocionais são disparadas com mais facilidade e intensidade, mesmo por estímulos de baixa intensidade.
    Reatividade Emocional Intensa e Rápida
    As emoções surgem de forma mais rápida e mais forte que na população geral.
    Dificuldade em controlar a intensidade da resposta emocional.
    Dificuldade de Retorno à Linha de Base
    Um dos déficits mais marcantes do TPB.
    A pessoa demora muito mais tempo para se acalmar após uma ativação emocional.
    Baixa Tolerância ao Distress
    Dificuldade de suportar estados emocionais negativos sem recorrer a comportamentos de alívio imediato.
    O sofrimento é sentido como insuportável.
    Déficits na Modulação Emocional
    Dificuldade em:
    Inibir comportamentos impulsivos quando está emocionalmente ativado.
    Manter o foco em objetivos quando sob forte emoção.
    Regular a expressão emocional de forma adequada ao contexto.
    Prejuízo na Consciência e Clareza Emocional
    Dificuldade para identificar, nomear e diferenciar emoções.
    Menor compreensão do que está sentindo e por quê.
    Uso Predominante de Estratégias Maladaptativas
    Maior uso de supressão, evitação, ruminação e comportamentos autodestrutivos.
    Dificuldade em utilizar estratégias mais adaptativas, como reavaliação cognitiva ou resolução de problemas sob ativação emocional.


  • Existem testes psicológicos específicos para auxiliar no diagnóstico para o Transtorno de Personalid

    Existem testes psicológicos específicos para auxiliar no diagnóstico para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Não existe um único teste psicológico que diagnostique isoladamente o Transtorno de Personalidade Borderline. O processo padrão requer uma avaliação clínica abrangente, conduzida por psiquiatra e/ou psicólogo, baseada nos critérios sintomáticos e comportamentais. Para fundamentar esse diagnóstico, utilizamos um conjunto de ferramentas que incluem: Entrevistas Estruturadas que são o padrão-ouro clínico. Mapeamento dos padrões de comportamento e histórico do paciente com perguntas guiadas. Vários testes psicológicos. Todo o processo serve também para descartar outros quadros com sintomas semelhantes como TDAH ou transtorno bipolar.


  • Qual o objetivo terapêutico central no manejo do comportamento autoagressivo no Transtorno de Person

    Qual o objetivo terapêutico central no manejo do comportamento autoagressivo no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Busca a resolução de representações internas fragmentadas que geram crises e comportamentos destrutivos.


  • Qual a influência da aliança terapêutica na manutenção do vínculo terapêutico e na eficácia das inte

    Qual a influência da aliança terapêutica na manutenção do vínculo terapêutico e na eficácia das intervenções cognitivo-comportamentais voltadas à redução da autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A aliança terapêutica é o fator mais importante para o sucesso do tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline. No vínculo ela oferece estabilidade para o paciente e evita que ele abandone a terapia durante crises ou conflitos com o terapeuta. Nas intervenções seja ela TCC, DBT ela cria a confiança necessária para o paciente aceitar feedbacks, tolerar o mal estar e praticar novas técnicas de regulação emocional que reduzem a autoagressão.
    Sem um vínculo seguro, as técnicas não funcionam.


Perguntas frequentes

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