Perguntas do paciente (197)

  • . Existem níveis de gravidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    . Existem níveis de gravidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline apresenta diferentes níveis de gravidade leve, moderado ou alto extremo. A intensidade é avaliada clinicamente com base na frequência das crises, nível de prejuízo na rotina, instabilidade de humor e risco de comportamentos autodestrutivos ou suicidas.


  • Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter uma visão distorcida das intençõe

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter uma visão distorcida das intenções dos outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Essa distorção é uma característica central do transtorno e está frequentemente ligada ao medo intenso de abandono e à sensibilidade elevada à rejeição.
    Essa percepção enviesada não é intencional, mas sim fruto de mecanismos de defesa e de um processamento emocional alterado no cérebro, especialmente em momentos de estresse extremo.


  • Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem experimentar sentimentos de desespero

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem experimentar sentimentos de desespero ou desesperança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    O transtorno é caracterizado por uma desregulação emocional severa, onde as emoções são vividas de forma extrema, e a dor emocional pode se tornar insuportável


  • A negação do tratamento é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    A negação do tratamento é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, a negação do tratamento é bem comum no Transtorno de Personalidade Borderline.
    Muitas pessoas com Boderline têm dificuldade de reconhecer que os sintomas (como emoções muito intensas, medo de abandono, impulsos ou instabilidade nos relacionamentos) são parte de um padrão que merece ajuda. Elas podem pensar que o problema são os outros, eu sou assim mesmo ou simplesmente não ver a gravidade do que está acontecendo. Isso não é falta de vontade, é parte da própria condição.
    Por causa disso, é frequente que a pessoa comece um tratamento e depois pare, volte, idealize o terapeuta num dia e rejeite tudo no outro. Essa oscilação é típica do Boderline.
    Mas tem um lado importante: não é impossível tratar. Com terapias certas, muita gente consegue melhorar bastante a regulação emocional, os relacionamentos e a qualidade de vida. A negação costuma diminuir aos poucos, conforme a pessoa vai ganhando confiança no tratamento e entendendo melhor o que sente.


  • O que fazer quando um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está em negação e não aceita se

    O que fazer quando um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) está em negação e não aceita seguir o tratamento recomendado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    A negação é algo muito comum e totalmente compreensível quando alguém recebe o diagnóstico de Lúpus. Valide os sentimentos da pessoa: É normal sentir medo ou dúvida no início. Muitas pessoas passam por isso. Tente entender as razões reais da negação seja medo de efeitos colaterais, ou a sensação da pessoa de que esta bem agora e não precisa de remédio. Esse jeito de abordar, com paciência, empatia e respeito pela autonomia do paciente, costuma ser o caminho mais eficaz para ajudar alguém a superar a fase de negação e aderir ao tratamento de forma mais tranquila. Espero ter ajudado.


  • Sinto que estou me afastando das pessoas por causa diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES).

    Sinto que estou me afastando das pessoas por causa diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES). Como posso me reconectar e pedir ajuda quando preciso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    É normal sentir vontade de se afastar depois do diagnóstico de Lúpus. Muitos pacientes passam por isso, medo de ser um peso, a culpa por cancelar planos, o cansaço invisível e a sensação de que ninguém entende direito. Mas se afastar costuma aumentar a solidão e o estresse e o estresse é um gatilho conhecido para crises. Reconectar-se não significa fingir que está tudo bem, mas sim construir relações mais honestas e leves, onde você pode pedir ajuda sem se sentir vulnerável demais.


  • Tenho medo de que lúpus eritematoso sistêmico (LES) piore e me impeça de viver vida que quero. Como

    Tenho medo de que lúpus eritematoso sistêmico (LES) piore e me impeça de viver vida que quero. Como posso aprender a viver com essa incerteza sem me sentir impotente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Viver com Lúpus traz muitas incertezas, mas é totalmente possível manter qualidade de vida e autonomia. Tente não deixar a doença controlar você, mas aprender a controlá-la.
    Separe sua identidade da doença: O lúpus está no seu corpo, mas não precisa dominar sua mente, seu coração ou sua identidade. Não viva para o lúpus.
    Cuide do estresse porque o estresse crônico pode desencadear crises. Pratique atividade que traga paz e tranquilidade.
    Construa uma rede de apoio, participe de grupos de pacientes, associações ou comunidades. Compartilhar a experiência diminui a solidão e o medo.
    Se o medo ou a angústia estiverem muito fortes e paralisantes, buscar ajuda de um psicólogo especializado em doenças crônicas é essencial para desenvolver resiliência emocional.
    Com tratamento adequado, autocuidado e suporte, a maioria das pessoas com lúpus consegue levar uma vida ativa, produtiva e com boa qualidade de vida. A doença não precisa definir quem você é.


  • Tenho medo de que minha vida nunca mais será a mesma com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Como pos

    Tenho medo de que minha vida nunca mais será a mesma com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Como posso aprender a lidar com essa incerteza sem me sentir desesperada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Entendo perfeitamente esse medo que você está sentindo.
    Receber o diagnóstico de Lúpus e pensar minha vida nunca mais vai ser a mesma é uma reação super comum e humana. A doença é crônica e imprevisível, com altos e baixos, e é normal sentir que o chão sumiu. Muitos pacientes relatam exatamente isso no começo. ansiedade, luto pela vida de antes e medo do desconhecido. O bom é que não precisa virar desespero. Com o tempo e as ferramentas certas, a maioria aprende a conviver com a incerteza e reconstrói uma vida boa, muitas vezes até mais consciente e valorizada.
    Tente fazer esses exercícios em casa e s puder procurar ajuda psicológica pode ajudar muito. Diga para si mesma que é normal ter medo agora. Isso não significa que vou ficar assim para sempre.
    Escreva ou fale em voz alta sobre o medo, muitos pacientes percebem que só nomear a emoção já alivia um pouco a pressão.
    Evite o ciclo o que vai acontecer se…. Quando o pensamento vier, respire fundo (4 segundos inspirando, 6 expirando) e traga a atenção para o presente: “Hoje eu estou aqui e posso escolher uma coisa pequena que me faz bem.”


  • Como lidar com a incerteza sobre o futuro após o diagnóstico de linfoma?

    Como lidar com a incerteza sobre o futuro após o diagnóstico de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Lidar com a incerteza após um diagnóstico de linfoma envolve aceitar a montanha-russa emocional, focar no presente e construir ativamente uma rede de apoio. A incerteza é um componente natural do câncer, mas estratégias psicológicas e práticas podem ajudar a recuperar o controle e melhorar a qualidade de vida. A incerteza não desaparece totalmente, mas, com o tempo, a maioria das pessoas aprende a conviver com ela, ajustando-se à nova realidade e encontrando maneiras de viver significativamente durante e após o tratamento


  • Tem como criar uma crença de prosperidade pronunciando mentalmente a crença que quero acreditar com

    Tem como criar uma crença de prosperidade pronunciando mentalmente a crença que quero acreditar com lei da atração mentalmente ou talvez apenas escrever as frases pouco antes de deitar para dormir Mesmo se eu ainda não consigo acreditar na crença que eu quero criar antes de adormecer mas escrever também tem bom efeito ou é melhor pronunciar mentalmente até apagar no sono??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Do ponto de vista da psicologia, sim, é possível, mas o mecanismo não é mágico, e sim baseado na plasticidade cerebral e na reprogramação de padrões de pensamento.
    O efeito de escrever e mentalizar, os dois funcionam, mas de formas levemente diferentes. Escrever antes de dormir é geralmente considerado mais eficaz para plantar a ideia.
    O ato motor de escrever exige mais áreas do cérebro coordenação motora, visão, linguagem. Isso ajuda a organizar o caos mental e sinaliza ao cérebro que aquela informação é importante.
    Mentalizar até pegar no sono aproveita o estado hipnagógico a transição entre vigília e sono. Nesse estado, as defesas do seu crítico interno estão baixas, o que facilita a aceitação de novas sugestões pelo subconsciente.
    O dilema do não consigo acreditar é perfeitamente normal não acreditar no início. Na verdade, tentar se forçar a acreditar em algo que parece uma mentira pode gerar o Efeito Rebote, onde seu cérebro grita: Isso é mentira!, gerando ansiedade.

    A solução psicológica seria em vez de frases curtas e absolutas (ex: "Sou milionário"), use frases de processo ou transição.
    Isso diminui a resistência cognitiva em vez de: "Eu sou próspero." Tente: "Eu estou abrindo minha mente para novas oportunidades de prosperidade" ou "Meu cérebro está aprendendo a identificar caminhos para o sucesso.
    Por que isso funciona? (O viés de confirmação)A psicologia explica a "Lei da Atração" através do Sistema de Ativação Reticular (SAR). O SAR é um filtro no seu tronco encefálico que decide o que é relevante para você. Quando você foca em prosperidade antes de dormir, você "calibra" seu filtro. No dia seguinte, você não atrai o dinheiro magicamente, mas seu cérebro percebe oportunidades, contatos e soluções que antes ele ignoraria porque estava focado em escassez. Se eu fosse sua psicóloga e fôssemos montar um "protocolo" terapêutico para isso, seria assim:
    15 minutos antes de deitar.
    Mentalização Progressiva, porque ela usa o estado de relaxamento profundo para evitar resistência.
    Já deitado, com as luzes apagadas.
    Não apenas repita as palavras.
    Tente evocar a sensação física da segurança financeira.
    O cérebro emocional responde melhor a sentimentos e imagens do que a regras gramaticais.


  • A psicoterapia pode ajudar a pessoa com linfoma a lidar com a culpa por não conseguir cumprir suas r

    A psicoterapia pode ajudar a pessoa com linfoma a lidar com a culpa por não conseguir cumprir suas responsabilidades, como cuidar da casa ou trabalhar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Com toda certeza. A culpa é um dos sentimentos mais comuns e, ao mesmo tempo, um dos mais pesados para o paciente com linfoma.

    A psicoterapia não serve apenas para dar apoio, mas para realizar uma reestruturação cognitiva e emocional. O foco é transformar a culpa que é paralisante em autocompaixão e adaptação que são funcionais.


  • A psicoterapia pode ajudar um paciente com linfoma a melhorar sua autoestima durante o tratamento?

    A psicoterapia pode ajudar um paciente com linfoma a melhorar sua autoestima durante o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, a psicoterapia é uma ferramenta fundamental para a manutenção e reconstrução da autoestima durante o tratamento do linfoma. O câncer e seus tratamentos (como quimioterapia e radioterapia) atacam não apenas as células do corpo, mas também a autoimagem e o senso de valor próprio do paciente.


  • O que caracteriza o hiperfoco desadaptativo no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    O que caracteriza o hiperfoco desadaptativo no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    No FIL, esse hiperfoco surge mais como um mecanismo compensatório ou ligado a dificuldades executivas sutis (não tão obsessivo quanto no TEA nem tão impulsionado por recompensa imediata quanto no TDAH clássico). Quando desadaptativo, ele agrava os desafios já existentes de adaptação e organização no dia a dia.
    Em resumo: é um foco "tudo ou nada" que, em vez de ajudar, dificulta a vida prática, reduz a flexibilidade e reforça desigualdades no funcionamento global. Intervenções como treino de habilidades executivas, timers e expansão gradual de interesses costumam ser úteis.


  • O hiperfoco desadaptativo (disfuncional) gera irritabilidade?

    O hiperfoco desadaptativo (disfuncional) gera irritabilidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, o hiperfoco desadaptativo está intimamente ligado à irritabilidade, e essa relação é muito comum em quadros de Fibromialgia, TDAH e Transtorno do Espectro Autista (TEA).
    Para o neuropsicólogo, a irritabilidade não é apenas um mau humor, mas uma resposta biológica a uma interrupção brusca de um estado de fluxo intenso.


  • O hiperfoco pode esconder outros problemas ? .

    O hiperfoco pode esconder outros problemas ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Sim, o hiperfoco pode esconder outros problemas, pois a concentração intensa em um único tema faz com que a pessoa negligencie necessidades básicas como sono, alimentação, higiene, além de ignorar compromissos, trabalho e relações sociais.

    Esse estado pode mascarar ansiedade, depressão, isolamento social e dificuldades de transição entre tarefas.


  • Como gerenciar o hiperfoco para que ele não faça mal?

    Como gerenciar o hiperfoco para que ele não faça mal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Para gerenciar o hiperfoco e evitar que ele te prejudique, o segredo é criar interrupções externas e cuidar do básico antes de começar:
    Pausas Forçadas: Use alarmes, timers visuais ou peça para alguém te interromper fisicamente. O cérebro em hiperfoco perde a noção de tempo e precisa de um "choque" externo para sair do estado.
    Preparação Antecipada: Antes de começar, deixe água e um lanche ao alcance. Isso evita que você passe horas sem se hidratar ou comer.
    Limites de Horário: Defina um horário rígido para terminar a tarefa antes mesmo de iniciá-la.
    Canalização: Tente usar essa energia em tarefas produtivas, deixando o hiperfoco em hobbies como uma "recompensa" para o final do dia.


  • Como identificar Ilhas de Habilidades no cotidiano?

    Como identificar Ilhas de Habilidades no cotidiano?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Identificar Ilhas de Habilidades altas habilidades/superdotação no cotidiano envolve observar paixões intensas, aprendizado rápido e pensamento crítico avançado, geralmente acompanhados de curiosidade insaciável e vocabulário precoce. Sinais incluem persistência em tarefas de interesse, alta criatividade, forte senso de justiça e habilidades visuais/espaciais detalhadas.


  • Como transformar as ilhas de habilidades em ferramentas de autonomia para o dia a dia?

    Como transformar as ilhas de habilidades em ferramentas de autonomia para o dia a dia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    Transformar ilhas de habilidades (conhecimentos isolados) em autonomia diária exige conectar essas competências a rotinas práticas, utilizando o autoconhecimento para identificar pontos fortes, aplicar repetição consistente (criar hábitos) e assumir responsabilidades, transformando teoria em ação. Isso envolve mapear tarefas, usar suportes visuais e treinar habilidades ativamente.


  • . Quais comorbidades são as no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    . Quais comorbidades são as no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    O Funcionamento Intelectual Limítrofe apresenta uma vulnerabilidade aumentada para diversas condições psiquiátricas e de desenvolvimento.
    Algumas das comorbidades são:
    Transtornos do Neurodesenvolvimento: O TDAH é a comorbidade mais frequente, ocorrendo em cerca de 65% dos casos. Dificuldades de aprendizagem (como dislexia e discalculia) e o Transtorno do Espectro Autista (TEA) também são comuns.
    Saúde Mental e Emoções: Há um risco elevado de Transtornos de Ansiedade, Depressão e baixa autoestima, frequentemente ligados a um histórico de fracasso escolar e estresse emocional. O TEPT (Estresse Pós-Traumático) também é prevalente nesta população.
    Comportamento: Distúrbios como o Transtorno Desafiador Opositivo (TDO) e transtornos de conduta surgem em cerca de 10% a 20% dos indivíduos.
    Outros Riscos: Observam-se maiores taxas de obesidade, abuso de substâncias e dificuldades em estabelecer relacionamentos interpessoais estáveis.
    O diagnóstico preciso é fundamental, pois essas condições associadas muitas vezes causam mais prejuízos do que o próprio nível de inteligência.


  • Quais as ilhas de habilidades mais comuns no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais as ilhas de habilidades mais comuns no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rosani Isobe

    As "ilhas de habilidades" no Transtorno do Espectro Autista (TEA) são talentos excepcionais ou interesses intensos e restritos em áreas específicas, geralmente acompanhados por foco intenso, memória detalhada, facilidade com padrões e alta precisão. As mais comuns incluem áreas como matemática, leitura (hiperlexia), artes visuais/música, habilidades mecânicas/espaciais e informática


Perguntas frequentes

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