Perguntas do paciente (98)
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Meu filho completou 2 anos dia 29 de março, desse mesmo ano, 2023. Ele entrou no maternal 1 no com
Meu filho completou 2 anos dia 29 de março, desse mesmo ano, 2023.
Ele entrou no maternal 1 no começo do ano.
Esta certo pela idade ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, está certo!
Seu filho, que completou 2 anos em março de 2023, entrou no Maternal I no começo de 2023, o que é adequado para a faixa etária dele. Geralmente, crianças de 2 anos começam o Maternal I, e a faixa etária para esse nível de ensino costuma ser de 2 a 3 anos.
A estrutura das escolas pode variar um pouco de acordo com o calendário, mas, de maneira geral, crianças que completam 2 anos ao longo do ano entram no Maternal I no mesmo ano, como foi o caso do seu filho.
Em 2024, ele poderá avançar para o Maternal II, conforme a faixa etária que se encaixa para 3 anos.
Se precisar de mais alguma ajuda, fico à disposição!
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Minha filha está sendo afastada do seu grupo na escola devido ao temperamento dela. Ela tem 15 anos
Minha filha está sendo afastada do seu grupo na escola devido ao temperamento dela. Ela tem 15 anos e as outras meninas reclamam que ela é grosseira, e agora ela está sozinha na escola, tem tomado o lanche no banheiro, não tem mais com quem fazer os trabalhos e virou alvo de bullying. Já falei com a escola e não resolveram nada, uma das garotas nem estuda mais na mesma escola. Como devo agir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso é uma situação muito difícil tanto para sua filha quanto para você. O isolamento social na adolescência pode afetar muito a autoestima e o bem-estar emocional dela. O fato de a escola não ter tomado medidas efetivas agrava a situação, então você precisa intervir de maneira assertiva. Aqui estão algumas ações que você pode tomar:
1. Entender Melhor o Que Está Acontecendo
Antes de qualquer coisa, tente conversar com sua filha de maneira acolhedora para entender a perspectiva dela. Algumas perguntas que podem ajudar:
Ela tem consciência do comportamento dela? Será que percebe que pode estar sendo grosseira sem intenção?
Ela sente que as meninas a excluíram de propósito ou foi algo gradual?
Ela quer melhorar as relações ou está magoada a ponto de não querer mais contato com essas pessoas?
Evite julgá-la ou tentar "corrigir" imediatamente. O importante agora é que ela se sinta segura para conversar com você.
2. Ajudá-la a Desenvolver Habilidades Sociais
Se a reclamação das colegas era sobre ela ser grosseira, pode ser que ela tenha dificuldade em expressar opiniões ou lidar com conflitos sem soar ríspida. Você pode ajudá-la com isso através de:
Exemplo e diálogos: Falar sobre situações cotidianas e como responder de forma mais empática.
Livros ou vídeos sobre comunicação e empatia: Muitas vezes, a forma como falamos pode ser interpretada de um jeito diferente do que pretendemos.
Atividades que incentivam o convívio social: Se ela não está conseguindo se reintegrar na escola, pode ser útil estimular outras interações (cursos, esportes, hobbies).
3. Conversar Novamente com a Escola
Se a escola não tomou providências, insista. Algumas ações que você pode exigir:
Mediação de conflitos: Uma conversa mediada pela escola entre sua filha e as colegas pode ajudar a esclarecer mal-entendidos e reconstruir pontes.
Acompanhamento com orientação educacional ou psicológica: Muitas escolas têm profissionais que podem ajudá-la a lidar com a situação.
Política contra bullying: A escola precisa garantir que ela não seja isolada ou humilhada. Se não tomarem providências, você pode formalizar uma reclamação na Secretaria de Educação.
4. Criar um Novo Círculo Social
Se ela perdeu o grupo antigo, ajude-a a se conectar com outras pessoas:
Participação em novos grupos dentro da escola: Clubes, esportes, projetos extracurriculares.
Fazer amizades fora da escola: Aulas de idiomas, teatro, música ou qualquer atividade onde possa conhecer gente nova.
Incentivar encontros sociais: Se houver alguém na escola que pareça mais receptivo, ajude-a a dar o primeiro passo para puxar conversa e retomar conexões.
5. Apoio Emocional e Psicológico
Se ela está se isolando e tomando lanche no banheiro, isso indica um sofrimento muito grande. Um acompanhamento com um psicólogo pode ajudá-la a:
Melhorar sua autoestima e lidar com a rejeição.
Trabalhar sua forma de se comunicar e se relacionar com os outros.
Desenvolver estratégias para enfrentar o bullying de maneira saudável.
6. Mostrar que Ela Não Está Sozinha
Diga a ela que você está ao lado dela e que essa fase difícil não define quem ela é. A adolescência é um período de muitas mudanças e conflitos, mas com seu apoio e algumas ações estratégicas, ela pode superar essa situação e construir novas amizades.
Se precisar de mais ajuda, estou aqui!
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Qual o melhor tratamento hoje pra Síndrome de Touret ?
Qual o melhor tratamento hoje pra Síndrome de Touret ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento para a Síndrome de Tourette (ST) varia de acordo com a gravidade dos sintomas, a idade do paciente e as necessidades específicas de cada pessoa. Não existe uma cura definitiva para a Síndrome de Tourette, mas existem diversas opções de tratamento que podem ajudar a controlar os tiques motores e vocais.
Tratamentos mais comuns para a Síndrome de Tourette:
1⃣ Terapia Comportamental Cognitivo-Comportamental (TCC)
A TCC é uma das terapias mais eficazes para ajudar a controlar os tiques. A terapia de reversão do hábito (HRT) é uma técnica usada dentro da TCC, que ensina o paciente a substituir os tiques por comportamentos mais adequados.
A TCC também pode ajudar no controle da impulsividade e na redução da ansiedade, que pode agravar os sintomas.
2⃣ Medicamentos
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos para ajudar a controlar os tiques. Alguns dos mais usados incluem:
Antipsicóticos (como pimozida e aripiprazol): ajudam a reduzir a frequência e a intensidade dos tiques.
Antidepressivos: como o clomipramina, usados principalmente quando há sintomas de ansiedade ou obsessões e compulsões.
Alfa-agonistas (como clonidina e guanfacina): podem ser eficazes, especialmente quando os tiques são mais leves ou quando há problemas de comportamento associados, como impulsividade e hiperatividade.
3⃣ Intervenções Educacionais e Apoio Psicoeducacional
Apoio escolar: Crianças com Tourette podem se beneficiar de um ambiente educacional adaptado, onde se leva em consideração a necessidade de compreensão e suporte emocional para lidar com os tiques.
Orientação para pais e educadores: Ensinar como reagir aos tiques e como ajudar a criança a lidar com situações sociais difíceis pode ser crucial.
4⃣ Técnicas de Relaxamento e Mindfulness
A redução do estresse pode ajudar a controlar os tiques. Técnicas como mindfulness, yoga, meditação e exercícios de respiração podem ajudar a diminuir a frequência e a intensidade dos tiques, especialmente em momentos de ansiedade ou estresse.
5⃣ Tratamento Combinado
Tratamentos combinados, que envolvem uma combinação de medicamentos e terapias comportamentais, têm mostrado resultados promissores. Isso porque a medicação pode ajudar a controlar os sintomas, enquanto a terapia pode ajudar a lidar com as questões emocionais e comportamentais associadas à síndrome.
6⃣ Tratamentos Alternativos
Algumas pessoas recorrem a terapias alternativas, como acupuntura ou suplementos alimentares, mas essas opções não têm evidências científicas tão robustas quanto as opções mencionadas anteriormente. Se escolher esses tratamentos, é importante discutir com um profissional de saúde.
Considerações Finais:
O tratamento da Síndrome de Tourette é altamente individualizado e deve ser conduzido por uma equipe médica especializada. O objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente, reduzir o impacto dos tiques e ajudar a lidar com questões emocionais e comportamentais associadas.
É sempre recomendado conversar com um neurologista ou psiquiatra especializado para obter um plano de tratamento personalizado, levando em consideração as necessidades e o perfil de cada pessoa.
Se você tem mais perguntas sobre o assunto, fico à disposição!
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Não sou bom em nada, oque fazer? Aceitar e não fazer nenhum curso?
Não sou bom em nada, oque fazer? Aceitar e não fazer nenhum curso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja se sentindo assim, mas quero te lembrar que essa sensação de não ser bom em nada é mais comum do que parece, e muitas pessoas passam por isso em diferentes momentos da vida. O mais importante é entender que isso não é um reflexo do seu valor como pessoa e, muito menos, do seu potencial.
Aqui estão algumas ideias sobre o que você pode fazer:
1. Reflita sobre o que você gosta:
Às vezes, o problema não é a falta de habilidades, mas o fato de não ter explorado atividades que realmente te interessem. Tente se concentrar em hobbies ou atividades que você goste, mesmo que você não tenha muita experiência com elas. Às vezes, a paixão vem com a prática, e com o tempo, as habilidades se desenvolvem.
2. Aceite a jornada de aprendizado:
Ninguém nasce bom em algo — todas as habilidades são adquiridas com o tempo e prática. Isso vale para qualquer área da vida! Fazer cursos pode ser uma excelente maneira de explorar novas paixões, além de aumentar suas chances de descobrir algo em que você seja bom, que te dê prazer e te ajude a crescer. O mais importante é dar o primeiro passo!
3. Trabalhe o autoconhecimento:
O que você acha que significa "ser bom em algo"? Muitas vezes, estamos buscando um padrão de sucesso que não é o único possível. Talvez você seja bom em coisas que ainda não reconheceu. Meditar, conversar com um terapeuta ou até mesmo escrever sobre o que você gosta e suas experiências pode te ajudar a entender melhor suas habilidades.
4. Comece com pequenas metas:
Não é necessário se jogar de cabeça em um curso ou projeto enorme. Comece com algo simples, uma habilidade nova ou algo que sempre quis aprender. Isso pode te ajudar a recuperar a confiança, sem a pressão de ter que ser perfeito.
5. Seja gentil consigo mesmo:
Às vezes, a autocrítica pode nos paralisar. Lembre-se de que todos nós temos altos e baixos, e o fato de não se sentir bom em algo agora não significa que não vá ser no futuro. A prática e a persistência fazem a diferença.
6. Busque apoio se necessário:
Conversar com alguém de confiança, seja um amigo, familiar ou terapeuta, pode oferecer uma nova perspectiva sobre suas habilidades e como lidar com essa sensação. Às vezes, ter alguém para compartilhar esse tipo de sentimento ajuda a aliviar a pressão interna.
Não, você não precisa "aceitar" que não é bom em nada — todos têm o potencial de melhorar e crescer, mesmo que leve tempo e um pouco de tentativa e erro. E, lembre-se, você já deu um grande passo ao refletir sobre isso, e buscar soluções é parte da jornada!
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Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este
Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este ano. Ensinaram as vogais, agora estão na consoante P, nos números estão no 15. Ela tem tido dificuldade em reconhecer e escrever as letras e os números. Se peço para ela contar sozinha, ela vai bem até o 11, já era assim antes mesmo de começar a escola. As vogais ela também já sabia antes, mas a "Leiturinha" e escrita na escola estão difíceis. Principalmente as consoantes. Estamos no início de setembro e pelo visto esses números vão até o 30 até o fim do ano! Se eu falo uma consoante seguida de uma vogal, ela me fala uma palavrinha que começa pelo som, mas a leitura e escrita que a escola está cobrando está difícil para ela... Ela só tem recebido CD (com dificuldade) e "precisa treinar mais" nas avaliações e atividades de sala de aula... Não sei, mas sinto que a forma como a escola está cobrando está meio exagerada... A pedagoga, em julho, falou comigo inclusive sobre ela refazer o Pré I ano que vem, ou seja, repetir o ano... Outra coisa, eles só trabalham com letra cursiva, que psicomotoramente é bem mais difícil para a criança desenvolver... Será que minha filha está mesmo atrasada no desenvolvimento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Crianças de 4 anos ainda estão em processo de amadurecimento das habilidades pré-alfabetização. Usar apenas letra cursiva nessa fase não é recomendado, pois exige coordenação motora fina que ainda está se desenvolvendo.
A escola parece estar com expectativas além do adequado para a faixa etária. É natural que muitas crianças nessa idade ainda não leiam, escrevam ou reconheçam todas as letras e números.
Procure conversar com a coordenação e, se necessário, busque um parecer externo de um psicopedagogo ou neuropsicólogo para avaliar se há de fato alguma dificuldade significativa ou apenas um ritmo diferente.
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NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?
NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A disgenesia do corpo caloso pode causar atrasos no desenvolvimento motor, cognitivo e social. O psicopedagogo atua com intervenções personalizadas, usando atividades que estimulem linguagem, coordenação, atenção e raciocínio. É importante o trabalho em equipe com neuropediatra, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicólogo.
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Sou professora particular há menos de um ano e um de meus alunos está no ensino fundamental. Esse al
Sou professora particular há menos de um ano e um de meus alunos está no ensino fundamental. Esse aluno tem muita dificuldade, mas infelizmente não quer aprender.
Ele é obeso, tem depressão, os pais são separados e ele mora com a mãe, infelizmente a mãe tem as mesmas características dele, não influencia os estudos dele e não colabora para que ele crie um hábito de estudar todas as semanas etc, nem na reunião de pais ela vai etc. Ambos não possuem uma alimentação saudável, e um contribui para a preguiça do outro.
Eu já estou preocupada e sem saber o que fazer, porque mesmo estudando com ele 2 vezes na semana, ele continua tirando notas baixas, não estuda sozinho, não tira as dúvidas dele comigo, não presta atenção nas minhas aulas particulares, mesmo eu dando alguns mimos pra ele em troca dele acertar algumas atividades que eu escolho e eu sempre tento ser o mais simpática, extrovertida e dinâmica possível. Alguém pode me ajudar? Como devo influenciar esse aluno a estudar? Pois eu me preocupo com ele!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito admirável da sua parte se preocupar tanto com o bem-estar do seu aluno, especialmente considerando o contexto difícil em que ele se encontra. A situação que você descreveu é complexa e envolve vários fatores, como a falta de motivação, questões emocionais e familiares, e dificuldades de aprendizagem. A boa notícia é que, com paciência e algumas estratégias, você pode influenciar positivamente a vida dele. Aqui vão algumas sugestões de como você pode agir:
1. Estabeleça uma conexão emocional:
Às vezes, o aluno não está motivado para estudar porque não sente que os estudos são relevantes para ele ou porque não sente uma conexão com quem o ensina. Continuar sendo simpática e extrovertida é ótimo, mas talvez seja importante investir mais tempo ouvindo-o, entendendo suas frustrações e mostrando empatia. Pergunte sobre seus interesses, hobbies e preocupações. Isso pode abrir portas para abordagens mais personalizadas e ajudá-lo a sentir que você se importa com ele como pessoa, não apenas como aluno.
2. Crie um ambiente de apoio e confiança:
O aluno pode estar enfrentando questões emocionais como a depressão, que afetam diretamente a motivação e a energia para estudar. Encoraje-o a expressar como se sente, sem julgamentos. Isso pode ajudar a aliviar a pressão e estabelecer um espaço de confiança, onde ele se sinta seguro para tentar melhorar.
3. Entenda o que motiva ele:
Pode ser útil descobrir se ele tem algum interesse ou algo que o motive além dos estudos, como um jogo, esporte ou algo que ele goste de fazer. Relacionar as tarefas escolares a esses interesses pode aumentar a motivação dele. Por exemplo, você pode usar jogos educativos relacionados aos temas que ele está aprendendo, ou introduzir atividades práticas que ele ache mais divertidas.
4. Adapte as metas e recompensas:
Mesmo que você já utilize mimos e recompensas, talvez seja necessário ajustar a forma como as metas e recompensas são estabelecidas. Tente criar objetivos menores e mais alcançáveis para ele, de modo que ele sinta a satisfação de completar as tarefas. E, quando ele atingir essas metas, comemore com ele de uma maneira que seja significativa para ele, e não apenas com mimos materiais.
5. Estabeleça uma rotina:
A criação de uma rotina de estudos consistente pode ajudar bastante, mas, para isso, é importante envolver o aluno na criação dessa rotina. Pergunte quando ele se sente mais disposto a estudar e, juntos, definam horários e atividades que sejam viáveis para ele. A rotina pode ajudar a aumentar a disciplina e a sensação de controle.
6. Envolva a mãe (mesmo que ela não participe muito):
A mãe pode não estar muito envolvida, mas talvez você possa tentar ajudá-la a perceber a importância da participação dela no processo de aprendizagem. Caso ela seja receptiva, mostre a ela, de forma gentil, como a criação de hábitos saudáveis, incluindo uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas, pode ajudar o filho a melhorar o foco nos estudos. Mas, se a mãe não estiver muito disposta, tente focar mais no impacto que você pode ter diretamente na vida do aluno durante as aulas.
7. Trabalhe o autoestima e a confiança:
A autoestima dele pode estar sendo afetada por suas dificuldades de aprendizagem e pela situação familiar, o que faz com que ele perca a motivação para estudar. Celebre até os menores progressos, de maneira genuína, para ajudá-lo a perceber que ele tem potencial e pode melhorar.
8. Procure orientação de um profissional:
Considerando a depressão que ele está enfrentando, pode ser uma boa ideia sugerir que os pais busquem apoio psicológico para ele. O tratamento adequado pode fazer toda a diferença no bem-estar emocional e, consequentemente, nas habilidades acadêmicas dele. Você também pode orientar a mãe a procurar mais informações sobre apoio emocional para ele, mesmo que ela não participe ativamente nas reuniões.
9. Pequenos passos e paciência:
Mudanças significativas levam tempo, e esse processo pode ser mais gradual do que você gostaria. A chave é ser paciente e persistente, fazendo pequenas adaptações conforme o tempo passa. Continue sendo um apoio constante e positivo, e celebre os pequenos progressos. Isso pode ajudar a restaurar a confiança dele.
10. Foco no processo, não no resultado imediato:
Encoraje o aluno a focar no processo de aprendizagem, não apenas nas notas. Isso pode ajudar a aliviar a pressão e dar a ele o espaço para entender que aprender é uma jornada. O foco na melhoria gradual pode ser mais estimulante do que se preocupar com resultados imediatos.
Lembre-se:
Você já está fazendo um trabalho muito importante ao se preocupar e buscar maneiras de apoiar esse aluno. Continue oferecendo esse espaço seguro e de aprendizado, e com o tempo, ele pode começar a se sentir mais motivado. Não desista!
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qual profissional devo procurar para saber se meu irmao tem TDAH?
qual profissional devo procurar para saber se meu irmao tem TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para saber se seu irmão tem TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), o profissional mais indicado para fazer a avaliação é o psiquiatra (preferencialmente, especializado em transtornos de neurodesenvolvimento) ou o neuropsicólogo. Esses profissionais são capacitados para realizar uma avaliação detalhada, considerando tanto os aspectos comportamentais quanto cognitivos que caracterizam o TDAH.
Aqui está um pouco mais sobre cada um desses profissionais:
1. Psiquiatra
O psiquiatra é um profissional especializado em diagnosticar e tratar transtornos mentais, como o TDAH. Ele pode fazer uma avaliação clínica, conversar sobre sintomas, histórico de vida e, se necessário, solicitar exames para descartar outras condições. O psiquiatra pode também prescrever medicamentos para controlar os sintomas, caso o diagnóstico seja confirmado.
2. Neuropsicólogo
O neuropsicólogo realiza uma avaliação neurocognitiva, aplicando testes específicos para investigar funções cerebrais, como atenção, memória, capacidade de concentração e funções executivas. Ele pode ajudar a identificar padrões que apontam para o TDAH e diferenciar de outras condições. Essa avaliação é fundamental para entender melhor como os sintomas impactam o funcionamento diário do indivíduo.
3. Psicólogo
Em alguns casos, um psicólogo também pode ajudar, especialmente se ele for especializado em transtornos comportamentais e neuropsicológicos. O psicólogo pode realizar uma avaliação psicológica, identificar aspectos emocionais e de comportamento e até encaminhar para psiquiatra ou neuropsicólogo se necessário.
Passos para buscar o diagnóstico
Comece com o psiquiatra ou neuropsicólogo, que poderá realizar uma avaliação completa.
Relate os sintomas observados, como dificuldades de concentração, impulsividade, desorganização, agitação ou problemas acadêmicos e sociais.
O profissional realizará uma avaliação detalhada e poderá sugerir estratégias de tratamento, que podem incluir acompanhamento psicológico, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicamentos.
Caso tenha alguma dúvida específica ou queira ajuda para entender melhor os sinais do TDAH, posso te ajudar com isso também!
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Meu filho está apresentando problemas de concentração e de caligrafia, o Psicopedagogo trata esse ti
Meu filho está apresentando problemas de concentração e de caligrafia, o Psicopedagogo trata esse tipo de situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o psicopedagogo pode ajudar! Ele avalia dificuldades de aprendizagem, incluindo concentração e escrita, e propõe estratégias adaptadas ao perfil da criança. Se necessário, também pode encaminhar para outros profissionais como psicólogo, fonoaudiólogo ou neurologista infantil.
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A disgrafia em adultos tem cura, e quais profissionais mais indicados para tratar?
A disgrafia em adultos tem cura, e quais profissionais mais indicados para tratar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A disgrafia em adultos não tem uma "cura" definitiva, mas pode ser tratada e melhorada com terapia e práticas adequadas. Como é um transtorno da escrita que afeta a coordenação motora e a organização das palavras no papel, o tratamento foca no desenvolvimento de estratégias para facilitar a escrita e melhorar a legibilidade.
Profissionais Indicados para o Tratamento da Disgrafia em Adultos
Terapeuta Ocupacional (TO) – Trabalha a coordenação motora fina, habilidades motoras globais e estratégias para melhorar a caligrafia e a escrita funcional.
Fonoaudiólogo – Ajuda com dificuldades na linguagem escrita, estruturação das frases e comunicação escrita.
Neuropsicólogo – Avalia as funções cognitivas e pode propor estratégias para melhorar a escrita com base nas necessidades do paciente.
Psicopedagogo – Auxilia na organização do pensamento, melhora da grafia e desenvolvimento de técnicas para facilitar a escrita.
Tratamentos e Estratégias
Exercícios motores: Fortalecimento da coordenação fina com atividades como modelagem com argila, desenho, caligrafia guiada.
Uso de tecnologia: Softwares de digitação, reconhecimento de voz e aplicativos de organização de texto podem substituir a escrita manual.
Práticas de escrita adaptadas: Canetas com pegadas ergonômicas, papel pautado especial e técnicas de escrita cursiva podem facilitar.
Reabilitação cognitiva: Técnicas para melhorar a organização do pensamento e a estruturação dos textos.
Se a disgrafia estiver causando impacto significativo no dia a dia, buscar um diagnóstico detalhado com um neurologista ou neuropsicólogo pode ajudar a entender melhor o caso e direcionar o tratamento. Você já está em acompanhamento com algum especialista?
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Meu filho fez 2 anos em 13/02/23 esta no maternal 1 ,esta certo ou ele deveria estar no berçário?
Meu filho fez 2 anos em 13/02/23 esta no maternal 1 ,esta certo ou ele deveria estar no berçário?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com base na sua descrição, seu filho fez 2 anos em 13/02/2023 e está atualmente no Maternal 1. Isso parece estar correto, pois a faixa etária de crianças de 2 anos geralmente corresponde ao Maternal 1.
Aqui está um guia geral sobre a divisão das turmas em muitas escolas:
Berçário: Geralmente, crianças de 0 a 2 anos (algumas escolas podem considerar até 1 ano e meio). Esse ambiente é mais focado em cuidados, estímulos iniciais e socialização.
Maternal 1: Crianças que completaram 2 anos até o início do ano letivo (com algumas variações dependendo da escola). No Maternal 1, o foco é em socialização, linguagem, atividades de motricidade fina e grossa e primeiros aprendizados.
Maternal 2: Crianças de 3 anos, já com mais habilidades cognitivas e motoras, iniciando um aprendizado mais estruturado.
No seu caso, considerando que seu filho fez 2 anos em fevereiro de 2023, ele está na faixa etária correta para o Maternal 1. O Berçário seria para crianças até cerca de 1 ano e meio a 2 anos, mas dependendo do desenvolvimento dele, ele poderia transitar para o Maternal 1, o que parece ser o caso.
Se houver alguma dúvida quanto à divisão das turmas na escola, vale a pena verificar com a coordenação pedagógica, já que as idades podem variar um pouco de acordo com a instituição e seu calendário.
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Ola, neu sovrinho de 6 anos foi avialado pelo coordenadora com possivel bipolar, ele e uma crianca c
Ola, neu sovrinho de 6 anos foi avialado pelo coordenadora com possivel bipolar, ele e uma crianca comunicativa, esperta, atenta ao tudo. Birenta concordo por isso goataria que me falassem qual a especialidade devemos procura para melhor avalição. Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ideal é procurar um psiquiatra infantil ou neuropediatra para uma avaliação adequada. Um psicólogo infantil também pode ajudar. Diagnósticos como transtorno bipolar são raros e complexos nessa idade, por isso é importante avaliação especializada, com cuidado para não rotular precocemente.
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A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.
A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! Pessoas com TEA têm o direito garantido por lei de acesso à educação, formação profissional e concursos. Muitos se formam, trabalham e vivem de forma independente. O que muda são os apoios necessários ao longo do percurso, que variam conforme o grau de comprometimento.
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Como ajudar uma criança esquizofrênico na escola, ela tem 12 anos, minha filha é mediadora dela na e
Como ajudar uma criança esquizofrênico na escola, ela tem 12 anos, minha filha é mediadora dela na escola
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ajudar uma criança com esquizofrenia na escola é um processo delicado que envolve muita paciência, empatia e estratégias de apoio, especialmente quando a criança tem 12 anos e está em uma fase de desenvolvimento cognitivo e social muito importante. Como você é mediadora dela na escola, seu papel é fundamental para proporcionar um ambiente de aprendizado mais adequado, promovendo inclusão e apoio. Aqui estão algumas estratégias que podem ser úteis:
1. Compreensão do Transtorno
A esquizofrenia pode afetar a percepção da realidade, pensamento, emoção e comportamento. Crianças com esquizofrenia podem ter dificuldades com atenção, organização e interação social. Estar ciente de como o transtorno afeta sua filha e a criança com quem você trabalha ajudará a criar um plano de apoio mais eficaz.
2. Criação de um Ambiente Escolar Seguro
Garanta que a criança se sinta segura na escola, promovendo um ambiente acolhedor e sem julgamentos. Crianças com esquizofrenia podem ser sensíveis a críticas ou bullying, e é essencial que a escola tenha uma cultura de respeito e aceitação.
3. Adaptação no Ritmo de Aprendizagem
A criança com esquizofrenia pode ter dificuldades com concentração e memorização. Ajudá-la a quebrar tarefas complexas em etapas menores e mais gerenciáveis pode facilitar o aprendizado. Além disso, verifique se há materiais alternativos (como vídeos educativos, leitura em voz alta, etc.) que podem ajudar a reforçar o aprendizado.
4. Apoio Emocional e Social
Apoio emocional é crucial. A criança pode ter dificuldade em expressar emoções, então é importante ser sensível ao seu comportamento. Esteja disponível para ouvir suas preocupações e oferecer afeto e empatia.
Facilitar o desenvolvimento de habilidades sociais é importante. Como mediadora, você pode ajudar a criança a compreender e praticar interações sociais, como pedir ajuda quando necessário e lidar com situações sociais de maneira adequada.
5. Comunicação Clara e Direta
Use linguagem simples e clara. Crianças com esquizofrenia podem se perder em informações complexas ou instruções vagas. Explique tarefas passo a passo e incentive-a a fazer perguntas se não entender.
6. Trabalho em Conjunto com os Professores
Trabalhe em colaboração com os professores e outros membros da equipe escolar para desenvolver estratégias de ensino personalizadas, com ajustes na avaliação e no currículo. O diálogo contínuo é importante para garantir que a criança receba o apoio necessário tanto no aspecto acadêmico quanto emocional.
7. Monitoramento Médico e Terapêutico
Verifique se a criança está recebendo o acompanhamento psiquiátrico e psicológico adequado, pois o tratamento medicamentoso e terapêutico pode ajudar a reduzir os sintomas e melhorar a função cognitiva e emocional.
Garanta que o tratamento médico e psicoterápico seja integrado ao ambiente escolar. Se necessário, o plano de intervenção pode ser ajustado com a ajuda de profissionais especializados.
8. Estímulo à Autoestima
Ajude a criança a reconhecer suas qualidades e habilidades. Crianças com esquizofrenia podem sofrer de baixa autoestima devido às dificuldades de socialização e aprendizado, então é importante reforçar suas vitórias e conquistas, por menores que sejam.
9. Estratégias de Relaxamento
Crianças com esquizofrenia podem se sentir ansiosas ou estressadas com as demandas escolares. Ensine técnicas de relaxamento como respiração profunda ou pausas regulares durante a aula para ajudar a controlar a ansiedade e a tensão.
10. Plano de Emergência
Tenha um plano de emergência em caso de crises psicóticas. Isso inclui saber o que fazer se a criança começar a demonstrar sinais de delírios ou alucinações, e ter um protocolo de comunicação com a família e profissionais de saúde.
11. Promover a Inclusão
A inclusão é essencial para o bem-estar da criança. Promova atividades que incentivem a participação ativa da criança nas atividades em grupo, seja nas aulas ou nos intervalos. A interação com os colegas de classe pode ser uma fonte de aprendizado social e emocional.
Ao ser mediadora, você desempenha um papel fundamental não só em ajudar a criança a aprender, mas também em ajudá-la a se sentir parte de um ambiente escolar mais inclusivo e compreensivo. Trabalhar de perto com a escola e os profissionais de saúde é essencial para oferecer o apoio mais adequado possível.
Se precisar de mais alguma orientação ou informações, estarei à disposição!
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Possuo muita dificuldade de memorização, sou bastante dispersa e tenho muita dificuldade com cálculo
Possuo muita dificuldade de memorização, sou bastante dispersa e tenho muita dificuldade com cálculos e outros problemas acadêmicos, isso pode ser transtorno de aprendizagem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, suas dificuldades podem estar relacionadas a um transtorno de aprendizagem, mas também podem ter outras causas, como ansiedade, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), estresse, ou simplesmente diferenças no seu estilo de aprendizado.
Possíveis Causas para Suas Dificuldades
Transtornos de Aprendizagem Específicos
Discalculia: Dificuldade persistente em entender e manipular números, fazer cálculos e resolver problemas matemáticos.
Dislexia: Dificuldade na leitura, escrita e memorização de informações escritas.
Disgrafia: Dificuldade com a escrita, organização das letras e estruturação do pensamento no papel.
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade)
Dificuldade em manter o foco em tarefas acadêmicas e organizá-las.
Problemas de memória de curto prazo e esquecimento frequente.
Dispersão, procrastinação e dificuldades com planejamento.
Ansiedade ou Estresse
A ansiedade pode prejudicar a capacidade de concentração e memorização.
Pode criar um bloqueio mental, dificultando o aprendizado.
Estilo de Aprendizado
Algumas pessoas aprendem melhor com estímulos visuais, outras com prática repetitiva, outras ouvindo explicações. Talvez sua dificuldade esteja mais relacionada à maneira como o conteúdo é apresentado.
O Que Fazer Agora?
Avaliação Profissional: Um neuropsicólogo pode fazer testes para identificar se há um transtorno de aprendizagem ou outra condição influenciando suas dificuldades. Um psicopedagogo também pode ajudar.
Adaptação de Técnicas de Estudo:
Aprendizado ativo: Fazer mapas mentais, resumos escritos, usar vídeos explicativos.
Dividir o estudo em blocos menores: Pequenos períodos de estudo com pausas ajudam na memorização.
Uso de aplicativos e ferramentas: Flashcards (Anki, Quizlet), calculadoras adaptadas e técnicas de memorização podem ser úteis.
Buscar Apoio Acadêmico: Se estiver estudando, pode verificar com professores ou instituições se há suporte para dificuldades específicas.
Se essas dificuldades impactam seu dia a dia há muito tempo, vale a pena investigar mais a fundo. Você percebe esses desafios desde a infância ou surgiram mais recentemente?
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Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?
Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nessa idade, a criança ainda está desenvolvendo vínculos e sensações de segurança. Ela pode demonstrar desconforto ou afastamento em relação a alguém, mas isso geralmente está mais relacionado a experiências, tom de voz, expressão facial ou ambiente do que a uma “influência” direta.
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Boa noite . Posso beber bebida alcoólica fazendo o uso de Benestare 625mg e esomeprazol magnésio 40
Boa noite .
Posso beber bebida alcoólica fazendo o uso de Benestare 625mg e esomeprazol magnésio 40mg.
Estou fazendo trabalho de 1 mês.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Misturar álcool com Benestare (amoxicilina + clavulanato) e esomeprazol não é recomendado. Aqui está o porquê:
1⃣ Benestare (antibiótico) – O álcool pode reduzir a eficácia do tratamento e aumentar os efeitos colaterais, como náuseas, tontura e dor de estômago. Além disso, o fígado metaboliza tanto o antibiótico quanto o álcool, podendo sobrecarregá-lo.
2⃣ Esomeprazol – Esse medicamento protege o estômago, mas o álcool pode irritar o trato gastrointestinal e piorar sintomas como refluxo e dor de estômago.
Já que você está fazendo um tratamento de 1 mês, o ideal seria evitar o álcool até terminar. Se precisar beber, converse antes com seu médico para avaliar os riscos no seu caso específico. Saúde em primeiro lugar!
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É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas,
É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas, etc, apenas pequenos recortes.
Consigo lembrar das coisas a partir de que idade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é completamente normal lembrar apenas de pequenos recortes da infância! Nossa memória infantil funciona de forma fragmentada, e isso acontece por vários motivos:
1⃣ Amnésia infantil – A maioria das pessoas tem poucas ou nenhuma lembrança antes dos 3 a 4 anos, porque o cérebro ainda está em desenvolvimento e não processa memórias da mesma forma que um adulto.
2⃣ Falta de contexto verbal – Como crianças pequenas não têm uma linguagem bem desenvolvida, elas não registram memórias com diálogos ou narrativas organizadas. Por isso, muitas lembranças são apenas imagens, sensações ou emoções soltas.
3⃣ Seleção natural da memória – O cérebro tende a guardar apenas informações que considera emocionalmente marcantes ou repetitivas. Se algo não foi reforçado ao longo do tempo (por fotos, histórias de família, etc.), pode se perder ou ficar incompleto.
Quando as lembranças começam?
Algumas pessoas têm flashes de memórias a partir dos 2 ou 3 anos, mas são bem vagas.
A partir dos 4 a 6 anos, as memórias tendem a ficar mais organizadas e com mais detalhes.
Depois dos 7 anos, as lembranças começam a ser mais lineares e duradouras.
Se você lembra apenas de pequenos recortes, isso é normal! Com o tempo, algumas memórias podem se perder, mas outras podem ser resgatadas por meio de conversas, fotos ou até cheiros e músicas que trazem sensações da infância.
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Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão
Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão mais novo. Ela veio chorando me contar, e disse que não queria fazer isso. Estou em estado de choque.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse relato é sério e deve ser tratado com muito cuidado e acolhimento. Pode estar relacionado a fatores emocionais, neurológicos ou psiquiátricos. Procure imediatamente um psiquiatra infantil ou neurologista pediátrico para uma avaliação profunda. O fato de ela ter contado e chorado mostra consciência e conflito interno, o que é um bom sinal, mas precisa de apoio urgente.
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Olá, tudo bem? eu tenho uma MEGA dificuldade para prestar atenção e para ler tambem, eu me distraio
Olá, tudo bem?
eu tenho uma MEGA dificuldade para prestar atenção e para ler tambem, eu me distraio com muuuuita facilidade.
geralmente eu presto atenção em varias coisas a mesmo tempo, menos onde eu preciso, e isso está me prejudicando em muita coisa.
sempre suspeitei de TDAH, sinceramente não sei o que fazer.. tudo que eu faço não dá certo.
o que posso fazer ?
desde já agradeço.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Tudo bem, e você? O que você descreve—dificuldade em manter o foco, distração constante e problemas para ler com atenção—pode, sim, estar relacionado ao TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), mas também pode ter outras causas, como ansiedade, sobrecarga mental ou até um estilo de aprendizado diferente.
O importante é não se culpar! Seu cérebro pode simplesmente funcionar de uma forma diferente, e existem maneiras de lidar com isso. Vou te dar algumas sugestões práticas para melhorar seu foco e te orientar sobre como investigar essa questão mais a fundo.
1⃣ Como Saber Se Pode Ser TDAH?
O TDAH tem três tipos principais:
Predominantemente Desatento → Dificuldade de concentração, esquecimentos, procrastinação, sensação de "mente bagunçada".
Predominantemente Hiperativo-Impulsivo → Muita agitação, impulsividade, dificuldade em esperar ou pensar antes de agir.
Misto (Desatenção + Hiperatividade) → Combina os dois tipos acima.
Se essas dificuldades sempre estiveram presentes desde a infância e te afetam em várias áreas da vida (estudos, trabalho, vida social), pode valer a pena buscar uma avaliação profissional.
2⃣ O Que Fazer Agora?
Buscar Avaliação Profissional
O diagnóstico de TDAH é feito por um neurologista, psiquiatra ou neuropsicólogo. Se possível, procure um desses profissionais para entender melhor o que está acontecendo.
Técnicas para Melhorar a Atenção
Mesmo sem um diagnóstico fechado, algumas estratégias podem te ajudar:
"Blocos de Foco" (Técnica Pomodoro) → Estude/trabalhe por 25 minutos sem distrações, depois faça 5 minutos de pausa. Isso evita sobrecarga mental.
Redução de Distrações → Se possível, trabalhe/estude em um ambiente silencioso, use fones com "ruído branco" e deixe só os materiais essenciais na mesa.
Leitura Ativa → Se você se distrai lendo, experimente:
Ler em voz alta ou acompanhar com o dedo.
Fazer anotações enquanto lê (resumos, mapas mentais).
Ouvir audiobooks (às vezes, ouvir funciona melhor que ler).
Exercícios Físicos → Atividades como caminhada, corrida ou dança ajudam a liberar dopamina, melhorando o foco.
Aplicativos Úteis
Forest (para evitar mexer no celular enquanto estuda)
Brain.fm (sons que ajudam na concentração)
Anki (para memorização eficiente)
3⃣ E Se Nada Disso Funcionar?
Se você já tentou várias estratégias e ainda sente que nada dá certo, pode ser um sinal de que precisa de um acompanhamento mais direcionado. Não tenha medo de procurar ajuda! O TDAH não significa que você não é inteligente ou capaz—só que seu cérebro funciona de um jeito diferente e pode precisar de outras ferramentas.
Quer que eu te ajude com algo mais específico? Se quiser, me conta quais são suas maiores dificuldades no dia a dia!
Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…