Perguntas do paciente (98)
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Olá! Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentira
Olá!
Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentiras, e ela insiste e até chora quando falo que não é verdade, até porque eu estava junto e sei. Ela tá começando a me trazer problemas com o pai dela. É normal essa idade mentir? Contar uma história que parece ser realmente verdadeira?
Desde já, agradeço a atenção!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, nessa idade é comum a criança confundir fantasia com realidade. A imaginação é muito ativa e ela pode contar histórias como se fossem verdadeiras. No entanto, quando começa a gerar conflitos, é importante observar e conversar com carinho. Um psicólogo infantil pode ajudar a entender melhor o comportamento e orientar os pais.
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O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva.
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, o psicopedagogo não faz uma avaliação neurocognitiva completa, pois essa é uma área mais voltada para neuropsicólogos e neurologistas.
Diferença entre Avaliação Psicopedagógica e Neurocognitiva
Psicopedagogo → Faz uma avaliação psicopedagógica, analisando dificuldades de aprendizagem, como leitura, escrita, raciocínio lógico e atenção, além de identificar possíveis dificuldades emocionais ou metodológicas no aprendizado.
Neuropsicólogo → Faz uma avaliação neurocognitiva, que envolve testes detalhados para analisar funções do cérebro, como memória, atenção, funções executivas e habilidades cognitivas no geral. É um exame mais aprofundado, usado para diagnosticar transtornos como TDAH, dislexia, discalculia, dificuldades cognitivas, entre outros.
Se você busca um diagnóstico mais preciso para dificuldades de atenção e cognição, o ideal é procurar um neuropsicólogo ou um neurologista/psiquiatra que possa encaminhar para essa avaliação.
Quer que eu te ajude a entender qual profissional procurar primeiro?
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O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva.
O Psicopedagogo também faz avaliação neurocognitiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, o psicopedagogo não faz uma avaliação neurocognitiva completa, pois essa é uma área mais voltada para neuropsicólogos e neurologistas.
Diferença entre Avaliação Psicopedagógica e Neurocognitiva
Psicopedagogo → Faz uma avaliação psicopedagógica, analisando dificuldades de aprendizagem, como leitura, escrita, raciocínio lógico e atenção, além de identificar possíveis dificuldades emocionais ou metodológicas no aprendizado.
Neuropsicólogo → Faz uma avaliação neurocognitiva, que envolve testes detalhados para analisar funções do cérebro, como memória, atenção, funções executivas e habilidades cognitivas no geral. É um exame mais aprofundado, usado para diagnosticar transtornos como TDAH, dislexia, discalculia, dificuldades cognitivas, entre outros.
Se você busca um diagnóstico mais preciso para dificuldades de atenção e cognição, o ideal é procurar um neuropsicólogo ou um neurologista/psiquiatra que possa encaminhar para essa avaliação.
Quer que eu te ajude a entender qual profissional procurar primeiro?
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Meu aluno de reforço têm 10 anos e está no 3 ano não sabe ler. Sabe o alfabeto apenas por sequência,
Meu aluno de reforço têm 10 anos e está no 3 ano não sabe ler. Sabe o alfabeto apenas por sequência, porém, n conhece as letras, porque se eu falar salteada ele não consegue falar. A mesma coisa acontece com os números a partir de 20. Foi ao neuropediatra e nos exames não acusou nada. Qual próximo passo? Quero tanto ajuda lo. Posso contar com a avó dele
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser um caso de dificuldade de aprendizagem específica, como dislexia, ou outro transtorno não detectado apenas por exames. O próximo passo é uma avaliação psicopedagógica e neuropsicológica completa. Com certeza a avó pode ajudar — o apoio da família é essencial! Também vale usar métodos multisensoriais e lúdicos no reforço.
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É normal que crianças da mesma família com faixa etária de 7 a 10 anos se beijem na boca? E quais sã
É normal que crianças da mesma família com faixa etária de 7 a 10 anos se beijem na boca? E quais são as causas para isso? É algo muito ruim ou apenas bobagens que as crianças fazem por não terem o conhecimento adequado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento de crianças beijando-se na boca é algo que pode ocorrer de forma espontânea em algumas famílias, especialmente entre crianças pequenas (geralmente entre 7 e 10 anos), e muitas vezes isso não é um indicativo de algo sério ou de um problema. No entanto, é importante entender os diferentes fatores que podem influenciar esse tipo de comportamento e como lidar com ele de maneira saudável.
Possíveis causas:
Imitação de modelos familiares ou culturais:
As crianças aprendem muito observando os outros, especialmente dentro de casa. Se as crianças veem adultos ou outras pessoas da família se beijando na boca de forma afetuosa, elas podem tentar imitar isso como uma forma de expressar afeto, sem entender completamente o contexto ou os limites desse comportamento.
Curiosidade natural sobre o corpo e os relacionamentos:
Na faixa etária de 7 a 10 anos, as crianças estão começando a explorar sua identidade e curiosidade sobre o corpo e os relacionamentos. Muitas vezes, isso inclui descobrir diferentes formas de afeto, e as crianças podem experimentar com comportamentos que observam, sem perceber que há uma diferença entre o carinho entre amigos e familiares e o carinho que envolve relações românticas.
Falta de compreensão sobre limites e privacidade:
Como as crianças ainda estão aprendendo sobre as diferenças entre tipos de afeto (familiares, românticos, etc.), elas podem não entender completamente o que é apropriado em cada contexto. Elas podem ver o beijo na boca como uma forma de expressar carinho, sem ter consciência das implicações sociais ou culturais do comportamento.
Isso é algo ruim?
Não é necessariamente algo ruim, mas precisa ser orientado com cuidado. Esse tipo de comportamento não é incomum entre crianças pequenas e pode ser uma maneira de elas expressarem afeto ou experimentarem diferentes formas de interação. Contudo, é importante que os pais ou responsáveis estejam atentos e expliquem aos filhos os limites apropriados de cada tipo de carinho, ajudando-os a entender a diferença entre o afeto familiar e o afeto romântico.
É importante também garantir que as crianças compreendam o conceito de privacidade e consentimento, ou seja, que há comportamentos que são reservados a determinados contextos e relacionamentos, e não devem ser realizados sem o entendimento dos envolvidos.
Como lidar com isso:
Conversar sobre limites de maneira simples e clara:
A educação sobre limites e respeito pelo corpo deve ser feita de maneira adequada para a faixa etária, sem criar estigmas ou vergonha, mas ressaltando que o carinho entre irmãos ou familiares deve ser sempre respeitoso e adequado.
Discutir a diferença entre afeto familiar e romântico:
Explique que o beijo na boca é uma forma de carinho que está geralmente reservada a contextos específicos, como entre casais românticos, e não é uma forma comum de demonstrar afeto entre irmãos ou familiares.
Promover comportamentos saudáveis de afeto:
Ensine formas alternativas de demonstrar carinho que sejam apropriadas e respeitosas, como abraços, beijos na face ou outros gestos de carinho que podem ser mais adequados para a relação entre irmãos ou familiares.
Observar o contexto familiar:
Verifique se há comportamentos de adultos ou outros membros da família que possam estar influenciando essa atitude nas crianças, como a forma como demonstram afeto na frente delas.
Conclusão:
Beijar-se na boca entre crianças da mesma família, especialmente em idades mais novas, pode ser algo normal de uma fase de curiosidade e expressão de afeto. No entanto, é importante que os responsáveis orientem as crianças de maneira cuidadosa sobre os limites e comportamentos adequados, ajudando-as a entender o que é apropriado e respeitoso em diferentes contextos de afeto.
Se a situação continuar gerando dúvidas ou desconforto, pode ser útil conversar com um psicólogo infantil para receber orientações mais específicas sobre o comportamento e o desenvolvimento emocional das crianças.
Se precisar de mais alguma orientação ou ajuda, fico à disposição!
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Quando é detectado um problema de aprendizagem e comportamento em sala de aula, quem devo chamar pri
Quando é detectado um problema de aprendizagem e comportamento em sala de aula, quem devo chamar primeiro, o psicopedagogo ou o psicólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se um problema de aprendizagem e comportamento for detectado em sala de aula, a escolha entre psicopedagogo e psicólogo depende da principal dificuldade observada.
1⃣ Quando Procurar um Psicopedagogo?
Dificuldade específica na aprendizagem (leitura, escrita, matemática, raciocínio lógico).
Dificuldade em organizar o pensamento e acompanhar conteúdos escolares.
Problemas com métodos de estudo, falta de estratégias de aprendizado.
Suspeita de transtornos como dislexia, discalculia e disgrafia.
O psicopedagogo faz uma avaliação psicopedagógica para entender como a criança aprende e indicar estratégias para melhorar o desempenho escolar.
2⃣ Quando Procurar um Psicólogo?
Problemas de comportamento (agressividade, ansiedade, baixa autoestima, dificuldade de socialização).
Mudanças emocionais que afetam o aprendizado, como estresse ou dificuldades familiares.
Dificuldade de atenção e impulsividade (se houver suspeita de TDAH).
Dificuldade em lidar com regras, frustrações ou emoções.
O psicólogo ajuda no desenvolvimento emocional e comportamental, podendo encaminhar para outros especialistas, como neurologista ou psiquiatra, se necessário.
3⃣ Quem Procurar Primeiro?
Se a principal dificuldade for aprendizado → Psicopedagogo
Se for comportamento ou emoções → Psicólogo
Se houver dúvidas ou múltiplas dificuldades → Pode buscar qualquer um dos dois para um primeiro direcionamento.
Muitas vezes, os dois profissionais trabalham juntos, pois dificuldades emocionais podem afetar a aprendizagem e vice-versa. Se o problema persistir, pode ser necessária uma avaliação mais completa com um neuropsicólogo ou neurologista.
Quer ajuda para entender melhor um caso específico?
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As crianças também podem ter depressão? Meu filho de oito anos atualmente perdeu o interesse nas au
As crianças também podem ter depressão?
Meu filho de oito anos atualmente perdeu o interesse nas aulas e tem crises nervosas e chora compulsivamente. Ele é muito fechado e não diz o que sente. Estou preocupada.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, crianças podem, sim, ter depressão. Embora a depressão em crianças possa se manifestar de maneiras diferentes do que em adultos, os sintomas que você descreve — como perda de interesse nas aulas, crises nervosas, choro compulsivo e dificuldade em expressar sentimentos — podem ser indicativos de que ele está enfrentando algum tipo de sofrimento emocional, como a depressão.
A depressão infantil pode se manifestar de formas mais sutis ou comportamentais, incluindo:
Mudanças no comportamento: As crianças podem se tornar mais irritadas, agressivas ou isoladas, como você descreveu, em vez de demonstrarem tristeza de maneira óbvia.
Perda de interesse: Como seu filho perdeu o interesse nas aulas, isso pode ser um reflexo de um estado emocional alterado. Quando uma criança está deprimida, ela pode ter dificuldade em se concentrar, em aprender ou em se engajar nas atividades diárias.
Choro ou crises emocionais: As crianças podem chorar muito ou ter crises emocionais sem uma razão aparente. O choro compulsivo pode ser uma forma de expressão emocional quando elas não conseguem verbalizar o que estão sentindo.
Isolamento: O fechamento, a falta de comunicação sobre o que sente, também são comportamentos que podem ser sinais de depressão.
O que você pode fazer:
Converse com ele de maneira gentil e aberta: Mesmo que ele não queira falar sobre o que está sentindo, você pode tentar abrir um espaço seguro para ele expressar suas emoções. Tente usar uma abordagem mais indireta, como perguntando sobre o que ele gosta de fazer, como se sente em relação aos amigos e à escola, e o que ele gostaria de mudar. Às vezes, brincar ou fazer atividades lúdicas com ele pode ajudar a abrir esse espaço.
Procure ajuda profissional: Como você está preocupada com a situação, a melhor recomendação é procurar ajuda de um psicólogo infantil. Eles podem realizar uma avaliação mais detalhada para compreender o que seu filho está vivenciando e se há algum transtorno emocional, como a depressão, envolvido. O apoio de um terapeuta pode ser muito importante para ajudá-lo a lidar com suas emoções de forma mais saudável.
Fique atenta a mudanças de comportamento: Acompanhe de perto a evolução do comportamento dele e fique atenta a mudanças significativas, como dificuldades de sono, apetite ou falta de energia. Esses são outros sinais importantes de depressão.
Apoio emocional: Tente estar presente emocionalmente para ele, oferecendo um ambiente acolhedor e tranquilo. O apoio constante da família é essencial para a recuperação e para a expressão emocional saudável.
Considere envolver a escola: Se possível, converse com os professores e outros profissionais da escola. Eles podem perceber sinais que você não vê em casa e podem ajudar a acompanhar a evolução do comportamento dele, além de proporcionar um suporte adicional no ambiente escolar.
Lembre-se, a depressão na infância pode ser tratada com a ajuda de profissionais, e quanto antes você buscar apoio, mais rápido seu filho poderá começar a se recuperar e a desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as emoções.
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olá, tenho muita dificuldade em aprendizado, desde de pequena sempre fui ruim, agora na vida acadêmi
olá, tenho muita dificuldade em aprendizado, desde de pequena sempre fui ruim, agora na vida acadêmica estou sofrendo muito, a matéria não entra na cabeça, mesmo com estudo não entra, gostaria de saber qual profissional devo procurar.....?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode procurar inicialmente um neuropsicólogo para avaliar funções cognitivas como memória, atenção e raciocínio. Também pode buscar um psicopedagogo para apoio no processo de aprendizagem. Em alguns casos, há transtornos como dislexia, TDAH ou dificuldades cognitivas específicas que podem ser identificadas e trabalhadas.
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Minha filha tem 5 anos , começou na escola ano passado , não fala nada com a professora desde o ano
Minha filha tem 5 anos , começou na escola ano passado , não fala nada com a professora desde o ano passado , só balança a cabeça com sim ou não, porém em casa é diferente, brinca o tempo todo e ela fala que adora ir pra escola , o que eu devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que essa situação esteja gerando preocupações, mas é importante observar que as crianças, especialmente na faixa etária de 5 anos, podem ter diferentes formas de se adaptar ao ambiente escolar. A dificuldade de comunicação com a professora pode não ser um sinal de algo negativo, mas sim uma questão de adaptação e desenvolvimento social. Abaixo, seguem algumas sugestões sobre o que você pode fazer:
1. Avalie o Contexto Escolar
Ambiente novo e socialização: A escola é um ambiente novo e, para algumas crianças, pode ser um pouco desafiador no começo, principalmente se elas não têm a confiança para se expressar com pessoas que não conhecem bem.
Interação com outros colegas: Observe como ela se comporta com os outros colegas de classe. Se ela está interagindo bem com os colegas, isso é um bom sinal, pois indica que ela está se sentindo mais confortável socialmente.
Acomodação da professora: Informe-se com a professora sobre como ela se comporta durante o dia. Ela pode estar observando sinais de que sua filha é tímida ou mais reservada, mas não necessariamente com problemas de comportamento.
2. Fale com a Professora
Converse com a professora para entender melhor como sua filha se comporta na escola. Pergunte se ela participa das atividades, como se comunica com os colegas (mesmo que não verbalmente), e se há alguma situação que possa estar causando essa dificuldade de comunicação.
A professora pode ter sugestões de como ajudá-la a se integrar mais facilmente ou atividades específicas para estimular a comunicação.
3. Estimule a Expressão de Forma Lúdica
Em casa, crie situações que ajudem sua filha a se expressar mais verbalmente. Você pode usar brincadeiras de faz de conta, histórias e jogos que incentivem a interação verbal.
Incentive-a a contar o que aprendeu ou fez na escola de forma divertida, como se fosse uma história ou um jogo, para ajudá-la a se abrir mais.
4. Respeite o Tempo dela
Algumas crianças têm um tempo de adaptação mais longo, e isso é perfeitamente normal. Forçar uma mudança muito rápida ou pressão para que ela se expresse pode ser contraproducente.
Dê-lhe tempo para se sentir segura e confortável. A confiança pode crescer gradualmente com o tempo.
5. Verifique Possíveis Questões Emocionais
Embora ela diga que adora ir para a escola, observe se há algum comportamento que indique desconforto ou ansiedade, como choros ou resistência na hora de sair de casa.
Caso perceba sinais de estresse ou de que ela está com dificuldades emocionais para se adaptar à escola, pode ser interessante buscar o acompanhamento de um psicólogo infantil para trabalhar essas questões de forma mais profunda.
6. Estímulo à Comunicação
Utilize formas de comunicação alternativas, como desenhos, jogos interativos e atividades em grupo que incentivem a expressão verbal e social.
Proporcione momentos de tranquilidade e confiança para ela, onde se sinta confortável para expressar o que sente ou pensa, sem pressões.
7. Considere Possíveis Aspectos do Desenvolvimento
Embora seja um comportamento que pode ser visto em crianças mais introvertidas ou tímidas, também é importante verificar se o desenvolvimento da linguagem está ocorrendo de maneira saudável. Se você observar que sua filha tem dificuldades de comunicação em casa também (além da questão de ser tímida na escola), pode ser interessante procurar um fonoaudiólogo para avaliar o desenvolvimento da fala.
Em resumo, essa situação de não se comunicar verbalmente com a professora pode ser apenas uma questão de adaptação ao ambiente escolar. O mais importante é garantir que sua filha se sinta confortável e segura tanto em casa quanto na escola. Se a dificuldade persistir ou se você perceber que há algo mais em jogo, procurar apoio profissional pode ser uma boa opção.
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Ola meu nome é Isabelle,meu filho de 2 anos começou a ir para creçhe nois 3 primeiros dias ele gosto
Ola, meu filho de 2 anos começou a ir para creche nos 3 primeiros dias ele gostou,mais agora não que ir,chora e gruda em mim pra não ficar,e quando fica ele chora e logo depois vai dormi, isso é normal? devo tirar ele?me ajudem não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? O comportamento do seu filho é bastante comum, especialmente quando ele começa a frequentar a creche. Muitas crianças, mesmo aquelas que inicialmente se adaptam bem, podem passar por uma fase de ansiedade de separação, o que pode resultar em choro e resistência em ir para a escola. Isso geralmente ocorre porque ele ainda está se acostumando a ficar longe de você e a se adaptar ao novo ambiente, que é um grande mudança na rotina dele.
Aqui estão alguns pontos que podem ajudar você a lidar com a situação:
1. Ansiedade de Separação é Comum
Crianças pequenas, especialmente na faixa etária de 2 anos, podem sentir um desconforto natural ao se separar dos pais. Isso não significa que a creche não esteja sendo boa para ele, mas que ele ainda está se acostumando com a mudança.
O choro ao ser deixado na creche e a necessidade de dormir logo após podem ser sinais de que ele está sobrecarregado com a experiência, mas isso tende a melhorar com o tempo, à medida que ele se adapta ao novo ambiente.
2. Ajustes na Adaptação
Tente manter uma rotina consistente ao levar seu filho à creche, com despedidas rápidas e carinhosas, mas sem prolongar muito o momento de separação, para não gerar mais ansiedade.
Se possível, converse com os professores para que eles possam observar e apoiar seu filho nos primeiros momentos de adaptação e ajudá-lo a se acalmar quando ele sentir dificuldade.
Algumas escolas oferecem um período de adaptação mais gradual, onde o tempo de permanência vai aumentando aos poucos. Verifique se há essa possibilidade na creche e converse com os responsáveis sobre a melhor forma de apoiar a transição dele.
3. Não Tira-lo Agora
A recomendação é não retirar ele da creche por conta dessa resistência inicial. Isso poderia passar a mensagem de que ele pode evitar a situação sempre que ficar desconfortável, o que pode piorar o comportamento de resistência a novas experiências no futuro.
O processo de adaptação pode levar algumas semanas, e, se ele continuar a ser apoiado de maneira consistente, é provável que ele passe a se sentir mais seguro e confortável com o tempo.
4. Mantenha a Calma e a Confiança
Como ele sente o seu estado emocional, é importante que você se mantenha tranquila e confiante ao deixar seu filho na creche. Isso vai ajudá-lo a se sentir mais seguro ao perceber que você está tranquila com a situação.
Lembre-se que esse processo é gradual, e é muito normal que as crianças se adaptem aos poucos, especialmente nos primeiros meses.
5. Converse com a Equipe da Creche
Converse com os educadores e a equipe pedagógica da creche sobre a situação. Eles têm experiência com esse tipo de adaptação e podem fornecer estratégias para ajudar seu filho a se sentir mais confortável. Eles também podem te orientar sobre o que ele faz durante o dia e como você pode apoiar esse processo em casa.
6. Fique Atenta aos Sinais
Se o comportamento dele continuar a ser muito intenso e persistente por um longo período (mais de algumas semanas), ou se ele começar a apresentar sinais de dificuldades emocionais maiores ou problemas de saúde, pode ser interessante buscar a orientação de um profissional, como um psicólogo infantil, para avaliar o processo de adaptação e a melhor forma de ajudar seu filho.
Por enquanto, a melhor estratégia é continuar tentando, com paciência, e oferecer muito carinho e segurança tanto em casa quanto na hora da despedida. Ele precisa saber que você estará lá ao final do dia, e que é uma experiência temporária.
Se precisar de mais alguma coisa, estou à disposição!
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minha filha de 8 anos beijou um bebe na boca, este tipo de comportamento é normal? Reflete alguma co
minha filha de 8 anos beijou um bebe na boca, este tipo de comportamento é normal? Reflete alguma coisa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse tipo de comportamento pode ser fruto de curiosidade infantil, imitação ou até falta de noção dos limites. O importante é conversar com ela com calma, explicar o que é adequado e o que não é, sem punições severas. Se isso se repetir ou vier acompanhado de outros comportamentos estranhos, é válido procurar um psicólogo infantil.
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Olá! Bom dia! Tenho uma bebê de um ano e 6 meses, que fala muitas palavrinhas, reconhece várias cor
Olá! Bom dia!
Tenho uma bebê de um ano e 6 meses, que fala muitas palavrinhas, reconhece várias cores e formas geométricas, ela sabe a sequência das vogais, dentre outras coisas que me surpreende muito. Eu fico sem saber se é normal ou se eu estou apenas sendo uma mamãe babona rsrs.
Alguém que possa me falar algo? Grata!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia!
Primeiro, é super natural que você se sinta super orgulhosa e surpresa com os marcos de desenvolvimento da sua bebê — isso é uma das alegrias da maternidade! Pelo que você descreveu, ela parece estar alcançando algumas etapas de desenvolvimento bastante avançadas para a idade dela, o que é incrível! Vamos ver um pouco mais sobre isso:
1. Fala e vocabulário:
A maioria das crianças de 1 ano e 6 meses começa a expandir seu vocabulário, mas saber várias palavrinhas e se comunicar de forma eficiente já nessa idade é um sinal positivo. O desenvolvimento da linguagem varia muito de criança para criança, então se ela está reconhecendo palavras, repetindo sons e associando significados, está ótimo!
2. Reconhecimento de cores e formas geométricas:
Conhecer cores e formas geométricas aos 1 ano e meio é um pouco mais avançado do que o esperado para essa faixa etária. A maioria das crianças nessa idade reconhece algumas cores, mas saber várias cores e formas já é uma habilidade que pode indicar que sua filha está no caminho certo e possivelmente tem uma capacidade cognitiva mais aguçada.
3. Sequência das vogais:
Saber a sequência das vogais aos 1 ano e 6 meses também é impressionante, porque muitas crianças começam a entender isso um pouco mais tarde. Isso pode ser um reflexo de um ambiente enriquecedor e de interações positivas com você!
4. Não é "só babação"!:
Não se preocupe em ser uma "mamãe babona", é super natural e saudável ficar animada e orgulhosa pelos avanços da sua filha. Ela parece estar muito bem no seu desenvolvimento, e isso pode ser fruto da estimulação que você oferece a ela, como brinquedos educativos, conversas diárias, músicas, e até o exemplo de você mesma.
O que você pode fazer para continuar incentivando:
Estimulação contínua: Continue estimulando a fala, cantando músicas, lendo livros, e interagindo com ela de maneira que desafiem suas habilidades cognitivas e linguísticas de forma divertida e leve.
Respeitar o ritmo dela: Mesmo que ela esteja avançando, lembre-se de que cada criança tem seu próprio ritmo. O importante é acompanhar o progresso dela e continuar proporcionando um ambiente estimulante e amoroso.
No geral, parece que sua filha está se desenvolvendo muito bem, e o que você está observando é completamente normal, considerando que algumas crianças têm desenvolvimentos mais rápidos nessas áreas. Se continuar com esses marcos, ela provavelmente irá avançar para os estágios seguintes de maneira saudável.
Se você sentir alguma dúvida em relação ao desenvolvimento dela, um pediatra ou psicopedagogo pode ajudar a acompanhar mais de perto, mas, com base no que você contou, parece estar tudo indo muito bem!
Estou aqui para o que precisar!
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Minha filha completa 3 anos dia 23.03.22 ela deve fazer maternal ou infantil 1?
Minha filha completa 3 anos dia 23.03.22, ela deve fazer maternal ou infantil 1?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A decisão depende das regras da escola e do sistema de ensino local (municipal, estadual ou particular). Normalmente, crianças que completam 3 anos até 31/03 são encaminhadas para o Infantil 1. Vale confirmar com a escola ou secretaria de educação.
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Como o psicopedagogo pode ajudar no retardo mental?
Como o psicopedagogo pode ajudar no retardo mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O psicopedagogo atua no desenvolvimento de estratégias de ensino e aprendizagem adaptadas às capacidades da pessoa. Com foco nas potencialidades, ele pode ajudar a desenvolver autonomia, linguagem, atenção, coordenação e habilidades básicas de vida e escolarização, em conjunto com outros profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.
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fazer caminhadas por semana pode ajudar a melhorar a memória?
fazer caminhadas por semana pode ajudar a melhorar a memória?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, fazer caminhadas regularmente pode ajudar a melhorar a memória e trazer diversos benefícios para a saúde mental!
Aqui estão algumas razões pelas quais caminhar pode ter um impacto positivo na memória:
1. Melhora da circulação sanguínea:
Caminhadas aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que pode melhorar a oxigenação e fornecer nutrientes essenciais às células cerebrais. Isso ajuda a melhorar a função cognitiva, incluindo a memória.
2. Redução do estresse:
A caminhada pode ajudar a reduzir os níveis de estresse, que são conhecidos por afetar negativamente a memória e o foco. O movimento físico libera endorfinas, neurotransmissores que promovem sensações de bem-estar e diminuem o estresse.
3. Estimulação da neuroplasticidade:
A atividade física, como caminhar, pode estimular a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de formar novas conexões e circuitos. Isso pode ajudar na retenção de informações e no aprendizado de novas habilidades.
4. Aumento da produção de hormônios:
Caminhar pode aumentar a produção de fatores neurotróficos, como o BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro), que desempenha um papel importante na memória, no aprendizado e na saúde geral do cérebro.
5. Melhora na qualidade do sono:
Caminhadas também podem melhorar a qualidade do sono, o que é essencial para consolidar a memória. O sono de boa qualidade ajuda o cérebro a processar e armazenar as informações adquiridas durante o dia.
6. Benefícios para a função cognitiva a longo prazo:
Estudos mostram que a prática regular de atividades físicas, como caminhar, pode diminuir o risco de declínio cognitivo à medida que envelhecemos, ajudando a preservar a memória em longo prazo.
Dicas:
Para melhores resultados, tente caminhar de 3 a 5 vezes por semana, por pelo menos 30 minutos. A caminhada deve ser de intensidade moderada, o que significa que você deve ser capaz de conversar, mas com alguma dificuldade.
Combine a caminhada com outras práticas saudáveis, como uma alimentação balanceada e sono de qualidade, para maximizar os benefícios para o cérebro.
Portanto, se você tem caminhado com regularidade, está ajudando a melhorar sua memória e saúde cerebral!
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é verdade que exercícios físicos podem ajudar com o aprendizado?
é verdade que exercícios físicos podem ajudar com o aprendizado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! A atividade física melhora o fluxo sanguíneo no cérebro, aumenta a produção de neurotransmissores e melhora funções cognitivas como memória, atenção e humor. Crianças e adultos que se exercitam regularmente costumam ter melhor desempenho acadêmico e emocional.
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Quem tem esquizofrenia controlada pode trabalhar como psicóloga infantil ou psipedagoga?
Quem tem esquizofrenia controlada pode trabalhar como psicóloga infantil ou psipedagoga?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se a esquizofrenia estiver bem controlada com tratamento adequado e acompanhamento médico, sim, é possível atuar profissionalmente, inclusive nas áreas de psicologia ou psicopedagogia. O importante é que a pessoa esteja em condições emocionais e cognitivas estáveis para exercer a função com responsabilidade.
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A superdotação sempre fica evidente? Eu aprendi a ler com 6 anos, idade normal para aprender, mas em
A superdotação sempre fica evidente? Eu aprendi a ler com 6 anos, idade normal para aprender, mas em relação aos meus colegas de classe sabia ler bem melhor, eu me lembro também que nem estudava direito para as matérias e quase sempre tirava notas boas, principalmente matemática, apesar de ter demorado um pouco para aprender a calcular(embora o meu primo também não estudasse e tirasse nota boa), mas hoje em dia, no ensino médio, não acho tão fácil assim, acho que eu era bom só com os números. Eu também não gostava muito de trabalho em grupo (e não gosto até hoje). E também gostava de discutir sobre religião, apesar de não ter bons argumentos, também me lembro que durante as aulas na minha primeira escola eu ficava pensando em filmes, não prestava muita atenção na aula, eu também era curioso, queria saber o que tava acontecendo com uma pessoa em tempo real (tipo: minha mãe tá falando, o que tá acontecendo no corpo dela enquanto ela tá falando?) Mas não sabia direito onde achar respostas. E eu também fiz um teste de qi e minha inteligência deu 117 (acima da média), e hoje em dia eu pesquiso sobre várias coisas e tenho conhecimento de variados assuntos, principalmente filosofia e religião. Isso são sinais de superdotação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, seus relatos indicam características compatíveis com superdotação, especialmente em curiosidade, aprendizado rápido e interesses profundos. O QI de 117 é acima da média, mas não suficiente sozinho pra confirmar superdotação. Uma avaliação completa com psicólogo especializado pode te dar um diagnóstico mais preciso.
Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…