Perguntas do paciente (839)

  • Estou me tratando para síndrome do pânico, ansiedade e depressão. As vezes tenho a sensação de cert

    Estou me tratando para síndrome do pânico, ansiedade e depressão.
    As vezes tenho a sensação de certeza que vou morrer, mesmo sem a sensação de stress e crise, um sentimento de que a morte está se aproximando.
    Isso seria um sintoma comum da depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, o sentimento de certeza sobre a morte, mesmo na ausência de uma crise aguda, pode ser um sintoma associado à depressão. Muitas vezes, a depressão manifesta-se de forma mais sutil, com uma sensação de desesperança ou uma visão distorcida sobre o futuro, onde a pessoa sente que a morte está próxima, como uma forma de escapar de uma angústia profunda. Isso pode estar relacionado a conflitos inconscientes não resolvidos, que surgem como pensamentos ou sentimentos obsessivos sobre a morte, uma tentativa de lidar com o sofrimento interno. A psicanálise pode ajudar a entender esses sentimentos, explorando as raízes mais profundas dessas angústias. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso, se desejar. Um abraço, Vinícius.


  • Estou namorando a 2 anos e recentemente eu tenho fica muito incomodada da proximidades entre nós, eu

    Estou namorando a 2 anos e recentemente eu tenho fica muito incomodada da proximidades entre nós, eu não tenho gostado de abraços e beijos, quando estamos juntos eu conto as horas pra ir embora, me sinto muito sufocada e ele sempre tá perto o tempo todo . Mas ainda sinto que amo ele, mas não de forma romântica. Qual a melhor forma de conversar com o assunto com ele?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, pelo que você descreve, parece que algo na forma como esse vínculo está sendo vivido mudou dentro de você, e o corpo muitas vezes percebe isso antes mesmo de conseguirmos organizar em palavras. Esse incômodo com a proximidade, a sensação de sufocamento e a vontade de ir embora podem indicar que a relação já não está ocupando o mesmo lugar afetivo de antes, mesmo existindo carinho, cuidado ou amor de outra natureza.

    Talvez o mais importante seja tentar conversar com sinceridade, mas sem transformar isso em uma fala dura ou definitiva antes de você mesma entender melhor o que está sentindo. Em vez de entrar diretamente em “não amo mais”, pode ajudar falar sobre esse afastamento emocional, sobre como você vem se sentindo confusa e pressionada pela proximidade constante, porque isso abre espaço para uma conversa mais verdadeira e menos defensiva. O silêncio prolongado costuma machucar mais do que uma conversa difícil.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • Uma pessoa com toc pode acabar ficando com um pensamento obsessivo sobre determinado assunto por vár

    Uma pessoa com toc pode acabar ficando com um pensamento obsessivo sobre determinado assunto por vários dias ou até meses?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), é muito comum que a pessoa experimente pensamentos obsessivos que se repetem constantemente, podendo durar dias, semanas ou até meses. Esses pensamentos geralmente são intrusivos, causando grande angústia e desconforto, e a pessoa sente uma necessidade intensa de realizar certos comportamentos (compulsões) para tentar reduzir essa ansiedade. A psicanálise vê esses pensamentos repetitivos como uma manifestação de conflitos internos não resolvidos, onde a mente tenta lidar com angústias e desejos inconscientes de uma maneira simbólica, mas de forma disfuncional. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso, caso queira explorar mais profundamente essa questão. Um abraço, Vinícius.


  • No toc sexual, pode ocorrer da pessoa em alguns momentos ter apenas as obsessões sem as compulsões?

    No toc sexual, pode ocorrer da pessoa em alguns momentos ter apenas as obsessões sem as compulsões? Pode acontecer também de as vezes a pessoa achar que realmente está atraída por alguém e sentir sensações no corpo que dá a entender que é isso mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! No caso do TOC sexual, é possível que a pessoa tenha momentos em que apenas as obsessões estejam presentes, sem as compulsões. O TOC pode se manifestar de diversas formas, e as obsessões podem ser muito invasivas, fazendo com que a pessoa duvide de seus próprios sentimentos e desejos. Quanto à sensação de atração, o TOC pode criar confusão, fazendo com que a pessoa interprete erroneamente as respostas corporais como uma evidência de atração real, quando, na verdade, são reações físicas associadas ao medo ou à ansiedade gerada pela obsessão. Esse tipo de pensamento pode ser angustiante, pois mistura emoções e desejos que a pessoa não sabe se são genuínos ou apenas manifestações do transtorno. A psicanálise pode ajudar a compreender esses conflitos internos e as origens dessas dúvidas, promovendo uma visão mais clara sobre o que está acontecendo no inconsciente. Podemos marcar uma sessão para explorar isso mais profundamente, se desejar. Um abraço, Vinícius.


  • Boa noite, gostaria de saber se o que sinto é caso de ir ao psicólogo, psiquiatra ou é algo normal.

    Boa noite, gostaria de saber se o que sinto é caso de ir ao psicólogo, psiquiatra ou é algo normal. Já não me sinto bem há algum tempo, guardando sentimentos e emoções para mim. Mas agora sinto travado, como se não sentisse mais prazer em fazer nada, nem comer dormir sair de casa, nada mais faz sentido para mim, não consigo mais me concentrar e só penso nas minhas responsabilidades (estou desempregado). Tem dias que sinto uma dor no peito e um frio na barriga e fico assim o dia inteiro. Não durmo mais a noite toda e não tenho paciência com nada nem ninguém, prefiro só ficar sozinho e em silêncio. Devo me preocupar ou pode ser só o somatório de emoções de uma fase ruim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve parece ir além de uma fase ruim. Esses sentimentos de vazio, falta de prazer, dificuldades para dormir, e a sensação constante de tensão e isolamento podem ser sinais de algo que merece atenção. Guardar tudo para si pode aumentar esse peso, e é importante lembrar que não precisamos enfrentar isso sozinhos.

    Conversar com um profissional pode ser um primeiro passo importante para compreender o que está acontecendo e aliviar essa sobrecarga emocional. Se quiser, podemos marcar um encontro para falarmos sobre o que você sente e, juntos, encontrar caminhos para lidar com essa fase tão difícil. Não se culpe por sentir assim; cuidar de você mesmo é sempre um ato de coragem e amor próprio. Um abraço, Vinícius.


  • Ao se apaixonar, é normal nunca ter sentido os sintomas físicos da paixão (coração acelerado, frio n

    Ao se apaixonar, é normal nunca ter sentido os sintomas físicos da paixão (coração acelerado, frio na barriga, etc..) em nenhum momento da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    É normal, sim! Cada pessoa vive a paixão de um jeito, e nem todo mundo sente aquele turbilhão físico clássico, como o coração acelerado ou o frio na barriga. Às vezes, a paixão pode se manifestar de formas mais sutis ou até mais racionais. O importante é que você sinta algo genuíno pela pessoa, mesmo que não seja um "furacão físico"! Um abraço, Vinícius.


  • Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está

    Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está o alcance dela. Desses dois anos, mais 6 anos foram usando várias medicações que não surtiram nenhuma melhora, nada, não ajudou em nada. Fui diagnosticado com depressão resistente e simplesmente não sei o que fazer. As crises estão cada vez piores e tenho medo de não resistir. Como a psicologia lida em casos como esse? Que outros recursos posso procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, imagino o quanto deve ser desgastante passar tantos anos tentando tratamentos, se dedicando à terapia e ainda assim sentir que o sofrimento continua tão presente. Quando falamos em depressão resistente, isso não significa que não existam mais possibilidades de cuidado, mas que talvez seja necessário reavaliar o caso com profissionais especializados e considerar outros recursos terapêuticos e psiquiátricos que nem sempre são explorados logo no início do tratamento.

    O que mais me chama atenção no seu relato é quando você diz que tem medo de não resistir. Isso merece ser levado muito a sério e conversado abertamente com sua terapeuta e seu psiquiatra. Você não precisa carregar esse peso sozinho. E, se sentir que pode te ajudar, ficarei à disposição para conversarmos com mais profundidade sobre o que você tem vivido e pensarmos juntos em caminhos possíveis para esse momento.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo enc

    Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo encaminhar sua paciente para outro profissional e depois passar a ter alguma relação com ela, este profissional ainda estaria infringindo o Código de Ética?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Muito importante a sua pergunta, que bom que estamos falando sobre isso.
    Sim, mesmo que o psicólogo encaminhe a paciente para outro profissional antes de iniciar qualquer relação amorosa, ele ainda estaria infringindo o Código de Ética Profissional do Psicólogo. A razão para isso está no princípio de preservar a relação terapêutica e evitar qualquer situação que possa comprometer a integridade do paciente.
    O Código de Ética estabelece que o psicólogo deve evitar qualquer tipo de relação que comprometa sua imparcialidade, a confidencialidade, ou a confiança inerente ao vínculo terapêutico. Isso inclui relações afetivas, amorosas ou sexuais, mesmo que a relação terapêutica tenha sido formalmente encerrada. A justificativa é que a dinâmica de poder que existe entre o psicólogo e o paciente não desaparece automaticamente com o fim do acompanhamento, podendo resultar em situações de vulnerabilidade emocional. Um abraço, Vinícius.


  • O que se chama "Crise da Psicologia Social"? E quais foram os limites que a ensejaram e as saidas de

    O que se chama "Crise da Psicologia Social"? E quais foram os limites que a ensejaram e as saidas dessa crise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A "Crise da Psicologia Social" refere-se a um período de reflexão e reavaliação que a psicologia social passou a enfrentar, especialmente nas décadas de 1960 e 1970. Durante esse tempo, a disciplina foi desafiada a questionar seus métodos, suas bases teóricas e a forma como se relacionava com questões políticas e sociais. Esse movimento surgiu, em grande parte, devido à insatisfação com a abordagem tradicional, que muitas vezes se focava em aspectos individuais e desconsiderava o contexto social mais amplo. A psicologia social estava sendo criticada por suas limitações em abordar as dinâmicas de poder, as desigualdades sociais e as relações de classe. A crise foi alimentada pela falta de uma reflexão mais profunda sobre o impacto social e político da psicologia, além de uma crítica às formas de manipulação dos sujeitos que poderiam ser utilizadas dentro de um modelo psicológico. Como saída, muitos psicólogos começaram a buscar abordagens mais críticas, influenciadas por teorias marxistas, feministas e pós-modernas, o que levou ao surgimento de novas formas de entender o indivíduo e sua relação com a sociedade. A psicanálise também influenciou esse debate, com a reflexão sobre os processos inconscientes e como eles interagem com a sociedade. Podemos marcar uma sessão para discutir mais sobre isso, se desejar. Um abraço, Vinícius.


  • A ansiedade social está ligado como foi a infância, juventude da pessoa, predisposição genética ou o

    A ansiedade social está ligado como foi a infância, juventude da pessoa, predisposição genética ou os dois juntos só piora o caso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A ansiedade social pode, sim, estar ligada tanto à infância e juventude de uma pessoa quanto à predisposição genética, e ambos os fatores podem interagir, intensificando o quadro. Quando uma pessoa vivencia experiências difíceis na infância, como rejeição, bullying ou falta de modelos de socialização saudável, isso pode gerar insegurança e medo nas interações sociais, que podem se manifestar na vida adulta. A predisposição genética também pode desempenhar um papel, tornando a pessoa mais vulnerável a desenvolver transtornos de ansiedade. No entanto, a psicanálise sugere que o inconsciente de cada indivíduo guarda respostas emocionais a essas vivências e experiências, podendo ajudar a entender melhor de onde vem essa ansiedade. Podemos marcar uma sessão para conversar mais sobre isso e explorar as raízes dessa sensação. Um abraço, Vinícius.


  • Desde criança não sinto deslumbre por nada. Assim como quando conheci o mar a primeira vez (embora g

    Desde criança não sinto deslumbre por nada. Assim como quando conheci o mar a primeira vez (embora goste muito), andei de avião a primeira vez ou de barco, ou conheci um lugar paradisíaco. Não tenho o sentimento de deslumbre e fico mal por não conseguir me sentir extremamente feliz como vejo os outros se sentindo. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sentir que não há um "deslumbre" ou encantamento por experiências marcantes é algo que pode causar estranhamento, especialmente ao se comparar com as reações das outras pessoas. No entanto, essa ausência de euforia não é algo que possa ser simplesmente classificado como "normal" ou "anormal". É importante compreender o que isso significa para você e quais são os contextos dessa sensação.

    Na psicanálise, olharíamos para essa experiência como algo que pode estar relacionado à sua história, à forma como você construiu suas expectativas em relação ao mundo e como as emoções e experiências foram registradas em sua subjetividade. Será que, em algum momento, você aprendeu a reprimir ou desacreditar esses sentimentos? Ou talvez o significado de "deslumbre" para você seja diferente do que parece ser para outras pessoas?

    Essa questão não tem uma resposta pronta, mas pode ser o ponto de partida para uma investigação mais profunda sobre a sua relação com o prazer, as expectativas e o modo como você se conecta com o mundo ao seu redor. Um espaço terapêutico seria ideal para explorar isso com mais calma, sem julgamento e com a oportunidade de compreender melhor suas emoções e vivências. O que acha de conversarmos mais sobre isso em uma sessão? Um abraço, Vinícius.


  • Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina

    Quais fatores psicológicos podem colaborar para se ter vaginismo ou alguma disfunção sexual feminina?!

    Ex: criação religiosa, controladora, ansiedade, depressão enfim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O vaginismo e outras disfunções sexuais femininas podem ter uma série de fatores psicológicos subjacentes, que envolvem aspectos profundos da psique, história de vida e contextos emocionais. A psicanálise pode ajudar a entender como esses fatores se manifestam no corpo e nas relações sexuais.

    Fatores como repressão sexual, traumas passados, inseguranças, medo da intimidade ou da vulnerabilidade, e crenças adquiridas durante a educação ou a criação (como uma criação religiosa muito controladora) podem ter um impacto significativo no comportamento sexual. O controle excessivo, a ansiedade e a depressão também podem desempenhar um papel, criando uma tensão interna que se reflete no corpo, dificultando a resposta sexual e a capacidade de relaxar durante o ato sexual.

    Esses fatores muitas vezes estão conectados a emoções não processadas ou conflitos internos que se manifestam fisicamente. A psicanálise pode ajudar a entender essas dinâmicas e buscar formas de integrar esses aspectos de maneira mais saudável, ajudando na superação dessas dificuldades.

    Se quiser explorar melhor essas questões, podemos marcar uma sessão e conversar sobre isso em mais detalhes. Um abraço, Vinícius.


  • Psicólogos podem dar avaliação de tdah ou somente neuropsicologo?

    Psicólogos podem dar avaliação de tdah ou somente neuropsicologo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É importante destacar que, nos últimos tempos, o diagnóstico de TDAH tem sido dado de forma alarmante e até superficial, muitas vezes como uma explicação para comportamentos que fogem do padrão ou para dificuldades que não são compreendidas adequadamente. O TDAH, em muitos casos, tem sido usado como um "rótulo" para tudo o que é visto como "estranho", diferente ou difícil de lidar. Isso é problemático, pois ao se tratar de algo como TDAH sem uma avaliação completa e criteriosa, corre-se o risco de mascarar outras questões subjacentes, como traumas emocionais, problemas de socialização ou até distúrbios de ansiedade.

    Portanto, é essencial que a avaliação de TDAH seja feita com rigor e cuidado, considerando que qualquer transtorno neuropsicológico deve ser analisado de maneira única e profunda, em vez de ser uma explicação rápida para situações que não se encaixam nos padrões esperados. Se você ou alguém que conhece está sendo considerado para esse diagnóstico, vale muito a pena buscar uma avaliação mais abrangente e ter cuidado com diagnósticos apressados que podem ser usados como uma solução simples para questões muito mais complexas. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Depois que eu passei mal em casa (pressão alta, coração acelerado, suor frio, tremor, sensação

    Olá! Depois que eu passei mal em casa (pressão alta, coração acelerado, suor frio, tremor, sensação de desmaio) e fui na emergência, eu não me sinto bem. Todos os dias sinto que irei passar mal novamente e morrer. Esse pensamento não sai da minha cabeça. Também tenho sintomas físicos (taquicardia, suor frio, sensação de cabeça flutuante, dor no estomago). Fiz exames de coração e está tudo normal. Poderia ser ansiedade, pânico ou depressão? Sinto isso já fazem 4 meses, 24h por dia. Desde já agradeço pelas respostas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Pelo que você descreveu, é bem possível que esses sintomas estejam relacionados à ansiedade ou até mesmo a um transtorno de pânico. Quando passamos por uma crise intensa de saúde, como você relatou, o medo de algo mais grave acontecer, mesmo após a avaliação médica, pode se perpetuar como uma preocupação constante, gerando esses sintomas físicos de forma contínua.

    Embora os exames tenham mostrado que não há problemas cardíacos, o corpo pode continuar reagindo fisicamente a esses pensamentos ansiosos, o que é bastante comum. A ansiedade pode gerar sintomas tão intensos quanto os de uma crise física, e o pânico é uma reação muito similar, com episódios intensos e de curta duração.

    O que você está vivendo não é algo simples, e é importante que você procure ajuda para entender melhor o que está por trás dessa reação contínua e aprender a lidar com esses pensamentos e sintomas de maneira mais saudável. Como psicanalista, posso ajudá-lo a explorar o que pode estar alimentando esses medos e trabalhar com você para encontrar formas de minimizar esse impacto no seu bem-estar. Estou à disposição para conversarmos e investigar mais a fundo o que está acontecendo.

    Se você achar que é o momento de conversar sobre isso, me procure e agendaremos uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Sempre fui uma pessoa q apresentava pensamento suicidas e esses pensamentos me faziam chorar muito,

    Sempre fui uma pessoa q apresentava pensamentos intrusos e esses pensamentos me faziam chorar muito, mas hj quando o pensamento me veio a mente não fiquei triste e sim tive uma sensação de alívio imediato. Essa mudança de pensamento é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, essa mudança de reação pode ocorrer com o tempo, especialmente quando uma pessoa começa a desenvolver maneiras diferentes de lidar com os pensamentos intrusivos. No caso de pensamentos que antes causavam muita tristeza e agora estão sendo vivenciados com alívio, pode ser uma indicação de que houve algum progresso no entendimento e enfrentamento dessas emoções.

    É importante destacar que, muitas vezes, a forma como reagimos aos pensamentos é influenciada por nossa capacidade de processá-los de maneira mais saudável e menos intensa. Isso pode ser resultado de um trabalho interno, seja por meio de terapia ou por outros meios de autoconhecimento.

    Se isso ainda gerar dúvidas ou se você quiser explorar mais profundamente as causas dessa mudança, estou disponível para conversarmos e entendermos o que está acontecendo de forma mais detalhada. Podemos trabalhar juntos para continuar esse processo de autoconhecimento e alívio. Um abraço, Vinícius.


  • Autista podem ter comportamento sexual mais acentuado ? Conheço uma criança autista hipersexualizada

    Autista podem ter comportamento sexual mais acentuado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na psicanálise, não consideramos que exista uma relação direta entre ser autista e apresentar um comportamento sexual mais acentuado. Entretanto, algumas características do espectro autista, como dificuldade em compreender normas sociais ou expressar emoções de forma esperada, podem influenciar na forma como a sexualidade é vivida ou percebida.

    Por exemplo, uma pessoa autista pode ter mais dificuldade em interpretar limites sociais ou sinais não verbais, o que pode levar a comportamentos que parecem mais "acentuados" ou fora do esperado. Além disso, o interesse por sexualidade, assim como por qualquer outro aspecto da vida, pode variar de indivíduo para indivíduo, independentemente de ser autista ou não.

    O mais importante é entender o contexto: o comportamento sexual está causando sofrimento ou interferindo no bem-estar da pessoa? Se sim, seria interessante conversar sobre isso em um ambiente terapêutico, onde possamos explorar o que está por trás desse comportamento, sempre respeitando a singularidade de cada um.

    Se quiser, podemos trabalhar juntos para entender melhor essa questão. Estou à disposição. Um abraço, Vinícius.


  • olá, tenho 18 anos e namoro faz um ano. faz um pouco mais de um mês que não vejo necessidade de se

    Faz um pouco mais de um mês que não vejo necessidade de sexo, também por insatisfação mas também por não gostar, assim por dizer.
    também venho sentido menos paixão e mais tédio no relacionamento.
    é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    O que você está experimentando pode ser relacionado a várias questões emocionais e até mesmo existenciais. A diminuição do desejo sexual e a sensação de tédio no relacionamento podem estar ligados a uma série de fatores internos e externos, como mudanças nos sentimentos em relação ao parceiro, questões de satisfação pessoal, ou até a um cansaço emocional geral. Essas alterações não são necessariamente algo "anormal", mas merecem atenção para que possamos entender melhor o que está por trás disso.

    A psicanálise pode ser útil para explorar esses sentimentos e tentar compreender de onde vem essa falta de interesse, se há algo relacionado a experiências passadas ou até mesmo aspectos do próprio relacionamento que precisam ser reavaliados.

    Se você sentir que seria útil, podemos conversar sobre isso em uma sessão e ver como podemos tratar de forma mais profunda esse momento pelo qual você está passando. Fico à disposição para te ajudar a entender e a lidar com esses sentimentos. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, é possível um homem gay ter TOC sexual com heterossexualidade...?

    Olá, é possível um homem gay ter TOC sexual com heterossexualidade...?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é possível. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode se manifestar de várias formas, incluindo pensamentos obsessivos relacionados à sexualidade. Um homem gay pode apresentar pensamentos intrusivos sobre ser heterossexual, assim como homens heterossexuais podem ter obsessões sobre serem gays. Esses pensamentos não refletem o desejo ou a orientação sexual da pessoa, mas sim a ansiedade característica do TOC.

    Na psicanálise, buscamos entender o significado mais profundo desses pensamentos obsessivos. Muitas vezes, eles estão relacionados a conflitos internos ou sentimentos reprimidos que não têm necessariamente a ver com a sexualidade em si, mas com questões mais amplas, como medo de rejeição, necessidade de validação ou inseguranças.

    Se esses pensamentos estão causando sofrimento, explorar suas origens e significados em um processo terapêutico pode ser muito útil. Se quiser conversar sobre isso, podemos trabalhar juntos para compreender melhor o que está por trás dessas obsessões. Um abraço, Vinícius.


  • As vezes me sinto muito feliz e com picos de energia muito intensos, só que em questão de horas come

    As vezes me sinto muito feliz e com picos de energia muito intensos, só que em questão de horas começo a me sentir triste, cansada, irritada, com vontade de ficar sozinha e sem conversar com ninguém.. Isso é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo parece ser um ciclo de intensas variações de humor, o que pode estar relacionado a uma série de fatores emocionais ou psicológicos. Essas flutuações podem ser influenciadas por vários elementos, como estresse, questões emocionais não resolvidas ou até mesmo aspectos do seu próprio processo psíquico.

    É importante entender que, embora essas mudanças de humor possam ser comuns, especialmente em momentos de estresse ou pressões externas, se elas estiverem sendo muito intensas ou constantes, podem indicar a necessidade de um olhar mais atento sobre o que está acontecendo internamente.

    Como psicanalista, posso ajudá-la a investigar o que pode estar gerando essas mudanças de energia e como lidar com elas de maneira mais equilibrada. Se você sentir que é o momento de explorar isso de forma mais profunda, estarei à disposição para conversarmos mais sobre isso em uma sessão.

    Me procure para que possamos trabalhar juntos nisso! Um abraço, Vinícius.


  • Boa noite! Para terapia hormonal com pessoas trans menores de idade é necessário laudo psicológico a

    Boa noite! Para terapia hormonal com pessoas trans menores de idade é necessário laudo psicológico assinado para a iniciação.
    Existe tempo mínimo de acompanhamento para o psicólogo liberar e assinar esse laudo? Ou fica a critério do profissional? pode ser liberado já na primeira consulta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! Esse é um tema muito importante, e entendo a necessidade de esclarecer essas questões. Para a terapia hormonal em pessoas trans menores de idade, o laudo psicológico é, sim, um requisito. A psicologia tem um papel fundamental no acompanhamento desse processo, e a avaliação deve ser feita de forma cuidadosa, considerando o contexto emocional, psicológico e as necessidades da pessoa.

    O tempo necessário de acompanhamento pode variar conforme a abordagem do profissional e a dinâmica do processo terapêutico. Não é comum que o laudo seja liberado já na primeira consulta, pois é necessário garantir que o processo de avaliação seja completo, levando em consideração todos os aspectos da pessoa envolvida.

    Caso você ou a pessoa em questão queira conversar mais a fundo sobre isso e entender melhor como se daria esse acompanhamento, fico à disposição para uma consulta. Juntos, podemos fazer uma avaliação detalhada e oferecer o suporte necessário nesse caminho.

    Estou à disposição para conversar mais! Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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