Perguntas do paciente (839)

  • Quando tinha 18 anos, fiz um acompanhamento com uma psiquiatra que me diagnosticou com TDAH. Iniciou

    Quando tinha 18 anos, fiz um acompanhamento com uma psiquiatra que me diagnosticou com TDAH. Iniciou o tratamento com Ritalina e Lorax para dormir, no entanto, eu não prossegui. Hoje eu gostaria de ter novamente a avaliação, com o laudo, pois vejo que essa condição vem piorando e prejudicando muitas áreas da minha vida. Em quanto tempo eu consigo esse laudo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A busca por um diagnóstico pode muitas vezes se tornar uma forma de tentar entender algo que está acontecendo, mas vale refletir sobre a necessidade de um rótulo diagnóstico. Na psicanálise, nos preocupamos menos com a busca por um diagnóstico formal e mais em compreender as dinâmicas inconscientes que estão por trás do sofrimento.

    A busca por um laudo, como você mencionou, muitas vezes se vincula a uma tentativa de encaixar nossos problemas em uma estrutura que seja facilmente compreendida. Isso não significa que o diagnóstico não seja importante, mas sim que, ao focarmos demais nisso, podemos perder a oportunidade de trabalhar as causas profundas do que você está vivenciando.

    Em relação ao tempo necessário para um laudo, isso depende de cada caso e da abordagem do profissional, mas é fundamental que você esteja aberto a explorar o que está acontecendo emocionalmente, e não apenas buscar respostas prontas.

    Convido você a refletir sobre esse processo, pois a psicanálise pode ser uma via de entendimento mais profunda e transformadora. Um abraço, Vinícius.


  • Tenho 18 anios e quando a metade do dia chega, tudo q eu passei naquele dia fica parecendo q eu vivi

    Tenho 18 anios e quando a metade do dia chega, tudo q eu passei naquele dia fica parecendo q eu vivi a uns 3 dias. Eu me lembro, mas me lembro de uma forma muito vaga, fica aparentando que são lembranças de 3 dias ou mais. Isso me incomoda pq acaba me fazendo esquecer de algumas coisas. Eu n me lembro direito das minhas lembranças passadas. As vezes não precisa nem chegar a metade do dia, só algumas horas já fazem com q isso ocorra. Por favor, caso tenham alguma noção doq seja, peço que me digam.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Essa sensação de que o tempo parece passar de maneira diferente e de que as lembranças se tornam vagas pode estar relacionada a diferentes aspectos emocionais ou psicológicos. Na psicanálise, isso pode ser compreendido como uma forma de defesa psíquica, como a dissociação, onde a mente "desconecta" ou "distancia" experiências difíceis ou intensas, tornando-as mais imprecisas.

    É importante refletir sobre o que você pode estar vivenciando emocionalmente, pois essas sensações podem indicar como o seu inconsciente lida com questões não resolvidas. Se essa sensação de distorção temporal ou esquecimento estiver incomodando ou afetando seu dia a dia, pode ser interessante que a exploremos mais profundamente em um acompanhamento terapêutico.

    Caso queira entender melhor o que está por trás desses sintomas, estou à disposição para trabalharmos juntos nisso em um processo terapêutico. Um abraço, Vinícius.








  • O fato de ser viciado em porno tem a ver com o fato de já ter sofrido abuso sexual na infância?

    O fato de ser viciado em porno tem a ver com o fato de já ter sofrido abuso sexual na infância?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Essa é uma questão delicada e importante. A relação entre experiências de abuso sexual na infância e o desenvolvimento de comportamentos como o vício em pornografia pode ser complexa e variar de pessoa para pessoa. O abuso sexual pode impactar a sexualidade e a forma como a pessoa se relaciona com seu corpo e com a intimidade. No entanto, o vício em pornografia pode ser influenciado por uma combinação de fatores, incluindo questões emocionais, psicológicas, sociais e até biológicas.

    Se você está passando por isso, é fundamental procurar um profissional para avaliar e compreender melhor o que está acontecendo, pois a psicanálise pode ajudar a explorar essas questões de forma mais profunda. Podemos trabalhar juntos para identificar as origens desses comportamentos e tratar as possíveis dificuldades que estão por trás deles, sempre de maneira acolhedora e sem julgamentos.

    Fico à disposição para conversar e ajudá-lo(a) a entender melhor o que está acontecendo. Se achar que seria útil, podemos agendar uma consulta para tratar de tudo isso com mais atenção. Um abraço, Vinícius.


  • Com funciona a terapia com a Gestalt? Era da TCC (Fiz 6 meses de psicoterapia), mas não senti que me

    Com funciona a terapia com a Gestalt? Era da TCC (Fiz 6 meses de psicoterapia), mas não senti que me ajudo muito. Vale a pena tentar outras formas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Se você não sentiu que a abordagem anterior te ajudou, vale muito a pena explorar outras formas de terapia. Cada pessoa tem suas necessidades, e uma abordagem que funciona bem para alguns pode não ser adequada para outros.

    Além disso, a psicanálise pode ser uma excelente opção para investigar com mais profundidade os significados inconscientes das suas questões. Enquanto a Gestalt foca no presente, a psicanálise explora a história de vida, os desejos e conflitos internos que podem estar moldando os sentimentos e comportamentos atuais. Se você deseja uma experiência terapêutica mais profunda e reflexiva, a psicanálise pode ser a escolha ideal.

    Caso tenha interesse, estou à disposição para te acompanhar nesse processo! Um abraço, Vinícius.


  • se morder, se arranhar e bater a cabeça com força na parede é uma forma de automutilação?

    se morder, se arranhar e bater a cabeça com força na parede é uma forma de automutilação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Sim, morder-se, arranhar-se ou bater a cabeça contra a parede são formas de automutilação, que geralmente estão ligadas a um sofrimento emocional intenso. Essas atitudes podem ser tentativas de lidar com uma dor psíquica que não está sendo expressa de outra maneira. Na psicanálise, entendemos essas ações como uma maneira de o indivíduo tentar dar vazão a sentimentos difíceis, que podem não estar sendo reconhecidos ou compreendidos conscientemente.

    É importante, no entanto, buscar ajuda profissional para investigar as causas emocionais por trás desse comportamento. Às vezes, esses atos são uma forma de regulação emocional, mas há formas mais saudáveis de lidar com o sofrimento.

    Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, recomendo procurar um psicólogo ou terapeuta para iniciar um processo terapêutico que ajude a entender o que está por trás dessas ações. Estou a disposição para o que precisar. Um abraço, Vinícius.


  • Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois ou

    Tive uma convulsão na pré adolescência, na ocasião única alteração foi a glicose alta, mas depois outros exames neurológicos deram normais. Meses depois tive crises de ansiedade, pânico com medo da convulsão. Não tratei mas “passou”. 10 anos depois tive crises de pânico e só terapia não me ajudou, fiz tratamento medicamentoso sem terapia. Agora tive uma crise de pânico, mas estou bem, faço técnicas de relaxamento, tenho apoio familiar, estou dormindo e me alimentando bem (coisa que não estava fazendo) terapia e essas mudanças ajuda ou é necessário medicar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É muito bom que você tenha identificado as mudanças positivas em sua rotina, como o sono e a alimentação adequada, além de estar fazendo terapia e técnicas de relaxamento. Esses são passos importantes e que, certamente, podem ajudar muito na gestão das crises de pânico e ansiedade.

    Em relação ao uso de medicação, a psicanálise, por exemplo, não se foca diretamente em prescrever medicamentos. O foco é no entendimento das causas emocionais e psíquicas que podem estar por trás desses episódios. Às vezes, a medicação pode ser uma ferramenta útil, especialmente em casos de crises intensas, para ajudar a estabilizar o quadro e facilitar o processo terapêutico.

    Se você se sente confortável com as mudanças que está fazendo e elas têm trazido algum alívio, talvez seja interessante continuar explorando essa abordagem. Porém, a decisão sobre o uso de medicamentos deve ser discutida com um médico psiquiatra, que pode avaliar se é necessário associar ou não.

    Se você sentir que esses episódios ainda estão afetando sua vida de forma significativa, seria muito útil trabalharmos juntos para explorar as emoções e questões subjacentes a esses episódios de pânico e ansiedade. Eu ficaria feliz em ajudar nesse processo! Um abraço, Vinícius.


  • Com o tratamento correto do TOC (terapia, exercício físico, alimentação e até mesmo remédios), os pe

    Com o tratamento correto do TOC (terapia, exercício físico, alimentação e até mesmo remédios), os pensamentos somem? Ou eles permanecem... só que agora de uma forma que não atrapalhe a vida do individuo? ps: No caso de toc com insight pobre/razoável

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! No tratamento do TOC, os pensamentos obsessivos geralmente não "somem" completamente, mas podem perder a força e o impacto emocional que eles têm sobre o indivíduo. Com um trabalho terapêutico adequado, o foco está em desenvolver recursos internos para que esses pensamentos sejam compreendidos e manejados, de modo que não interfiram na qualidade de vida.

    No caso de um TOC com insight pobre ou razoável, é essencial um acompanhamento cuidadoso que ajude a pessoa a ampliar sua percepção sobre o problema e a criar estratégias para lidar melhor com os sintomas. A psicanálise, por exemplo, pode ser um caminho para explorar as raízes inconscientes dos pensamentos e entender o que eles representam no contexto de sua história de vida.

    Com o tratamento, o objetivo não é lutar contra os pensamentos, mas aprender a conviver com eles de maneira menos sofrida. Isso inclui reduzir os rituais compulsivos e o sofrimento associado, além de promover maior liberdade emocional e autonomia.

    Se você estiver disposto a aprofundar esse processo, posso ajudar. Fique à vontade para me procurar e darmos início a esse trabalho juntos! Um abraço, Vinícius.


  • Podem me explicar o que é somatização? Meu médico falou isso algumas vezes, mas nunca entendi direit

    Podem me explicar o que é somatização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na visão da psicanálise, somatização é o fenômeno em que conflitos emocionais ou psíquicos encontram uma expressão no corpo. Isso significa que algo que está sendo vivido de maneira intensa no inconsciente – como ansiedade, tristeza, ou uma experiência difícil – pode se manifestar fisicamente, como dores, mal-estar ou outros sintomas corporais, sem que haja uma causa médica evidente.

    Por exemplo, uma pessoa pode sentir dores no estômago em situações de estresse ou tensão emocional, mesmo que exames médicos não apontem nenhuma anormalidade. Esses sintomas são uma forma do inconsciente "falar" quando as emoções ou conflitos não conseguem ser processados ou expressos de outra maneira.

    A psicanálise busca explorar o que essas manifestações significam e qual é a relação entre os sintomas físicos e os conteúdos inconscientes da pessoa. O objetivo é ajudar a compreender e elaborar esses conflitos, possibilitando um alívio mais profundo e duradouro dos sintomas.

    Se você quiser explorar mais sobre isso ou compreender melhor seus próprios sintomas, podemos trabalhar juntos para desvendar o que está por trás dessas manifestações.

    Um abraço, Vinícius.


  • Por que a gente costuma repetir alguns padrões de comportamento mesmo fazendo coisas que fazem a gen

    Por que a gente costuma repetir alguns padrões de comportamento mesmo fazendo coisas que fazem a gente sofrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Na psicanálise, a repetição de padrões de comportamento, mesmo aqueles que nos fazem sofrer, está ligada a algo que chamamos de compulsão à repetição. Isso acontece porque o inconsciente tenta reviver situações que foram marcantes, geralmente associadas a conflitos não resolvidos ou traumas do passado, na tentativa de encontrar um desfecho diferente.

    Esses padrões muitas vezes têm raízes em experiências da infância, nas quais aprendemos formas de nos relacionar com os outros e de lidar com o mundo. Mesmo que essas estratégias não sejam mais úteis ou saudáveis, elas se tornam familiares, e o inconsciente tende a nos guiar de volta a elas.

    A repetição é, em parte, uma maneira do inconsciente "gritar" que algo precisa ser compreendido e elaborado. Na psicanálise, investigamos o significado dessas repetições, o que elas representam na sua história e como você pode lidar de forma diferente com os conflitos que estão por trás delas.

    Se você quiser explorar esses padrões mais a fundo, convido você a fazer essa jornada comigo. Podemos trabalhar juntos para entender melhor por que esses comportamentos aparecem e como transformá-los. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou te

    Olá!
    Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou tendo consultas com psicólogo e já vou iniciar também um processo com um psiquiatra para que não aja desenvolvimento do problema, caso realmente seja esse o problema, porém, tenho algumas dúvidas!

    Existe algum tempo médio de evolução do quadro depressivo? Se sim, qual?

    Qual a melhor forma de indentificar a origem do quadro depressivo?

    Existe algum sintoma infantil da depressão que afete a memória e apague algumas lembranças da sua infância? Se sim, quais?


    Obrigado, desde já!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Você está tomando passos importantes ao procurar tanto um psicólogo quanto um psiquiatra, o que é fundamental para cuidar do seu bem-estar. Sobre as suas dúvidas:

    Tempo médio de evolução do quadro depressivo: Não há um tempo fixo, pois cada pessoa tem uma experiência única com a depressão. Fatores como a gravidade dos sintomas, o suporte que você recebe e a eficácia do tratamento influenciam no tempo de recuperação. É um processo que pode levar semanas, meses ou, em alguns casos, mais tempo. O importante é persistir no tratamento e ajustar abordagens conforme necessário.

    Identificar a origem da depressão: Na psicanálise, o foco está em compreender as raízes emocionais e inconscientes que podem estar relacionadas ao seu quadro depressivo. Muitas vezes, questões como conflitos internos, experiências de infância, relacionamentos e eventos traumáticos desempenham um papel. O autoconhecimento adquirido na terapia ajuda a desvendar essas origens.

    Sintomas infantis que afetam a memória: Sim, episódios depressivos na infância podem impactar a formação de memórias, especialmente se estiverem ligados a situações de estresse, traumas ou negligência. A mente pode "apagar" ou reprimir lembranças como forma de proteção contra experiências dolorosas. Isso não significa que as memórias estão perdidas para sempre; em um trabalho terapêutico, é possível acessá-las e integrá-las de maneira saudável.

    Se precisar de mais apoio ou quiser explorar essas questões mais profundamente, estarei à disposição para ajudá-lo nesse caminho. Você não está sozinho! Um abraço, Vinícius.


  • A emetofobia causa enjôo psicológico? Tive um quadro de virose, e desde esse dia, acabo relembrando

    A emetofobia causa enjôo psicológico? Tive um quadro de virose, e desde esse dia, acabo relembrando desse dia e me bate enjôo repentino. Já fiz vários exames e não consta nada, seria melhor ir a um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Sim, a emetofobia (medo intenso de vomitar) pode gerar sintomas como enjoo psicológico. Isso ocorre porque a mente e o corpo estão profundamente conectados, e o simples ato de lembrar de uma experiência desconfortável, como o episódio de virose, pode desencadear sensações físicas como o enjoo. É uma resposta ao medo ou à ansiedade associada àquela memória.

    Procurar um psicólogo seria altamente recomendável, pois esse profissional pode ajudá-lo a entender e a trabalhar as emoções e os gatilhos relacionados a essa fobia. A psicanálise, por exemplo, busca explorar as raízes inconscientes desse medo, permitindo que você ressignifique essa experiência e reduza o impacto dela no seu dia a dia.

    É um processo que exige paciência, mas pode trazer alívio significativo. Se precisar, podemos conversar sobre isso em mais detalhes. Um abraço, Vinícius.


  • É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e

    É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e elas procuram muito sobre aquilo, querem sempre aprender algo novo e sempre praticam pq gostam mesmo, vejo gente assim com arte, com musica, com maquiagem, com psicologia, com esporte, com escrita, e eu não sinto nada disso por nada, quando aparece algo é passageiro, nada faz eu querer me fixar dessa forma. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é normal passar por momentos em que você não sente um desejo profundo de se dedicar a uma área específica. A vida não é linear, e o interesse em algo pode ser influenciado por diversos fatores, como seu momento de vida, as expectativas externas ou até mesmo questões internas que ainda precisam ser exploradas.

    Do ponto de vista psicanalítico, isso pode estar relacionado ao modo como você lida com o desejo e a busca de sentido. Muitas vezes, esse desinteresse pode refletir conflitos internos ou até mesmo uma dificuldade em se conectar com aquilo que realmente lhe dá prazer e propósito.

    Esse vazio, ou a sensação de falta de empenho, pode ser um convite para explorar mais sobre si mesmo, suas experiências passadas e o que, no fundo, você deseja ou teme. A psicanálise pode ajudar a entender melhor essas dinâmicas, permitindo que você descubra caminhos mais autênticos para se conectar com algo que o motive.

    Se quiser, podemos conversar sobre isso em um espaço terapêutico. Pode ser o início de uma jornada importante. Um abraço, Vinícius.


  • Olá. Em grande parte da minha vida minha aparência física me gerou e ainda gera um grande desconfort

    Olá. Em grande parte da minha vida minha aparência física me gerou e ainda gera um grande desconforto. Quais as consequências disso para minha saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sentir desconforto com a aparência física pode ter um impacto significativo na sua saúde mental. Esse sentimento pode gerar insegurança, baixa autoestima, ansiedade social e até mesmo influenciar a maneira como você se relaciona com os outros e consigo mesmo. Em casos mais intensos, pode contribuir para o desenvolvimento de quadros como depressão ou transtornos alimentares.

    Na psicanálise, a relação com o corpo está profundamente conectada à forma como nos percebemos e como interpretamos o olhar dos outros. Esse desconforto pode ser reflexo de expectativas externas ou internas que você sente necessidade de atender, e explorar esses significados em um espaço terapêutico pode ajudar a ressignificar essas percepções.

    Convido você a explorar esses sentimentos em uma sessão de análise. Entender o que está por trás desse desconforto pode trazer alívio e permitir que você construa uma relação mais harmoniosa consigo mesmo. Um abraço, Vinícius.


  • E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é completamente possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, desde que o terapeuta e o paciente possam trabalhar de maneira integrada e estruturada. Muitas vezes, os problemas estão interligados, e abordá-los simultaneamente pode ajudar a entender suas relações e como se afetam mutuamente.

    Na psicanálise, por exemplo, trabalhamos para entender as raízes desses problemas e como eles se manifestam na sua vida. Às vezes, ao tratar um, podemos perceber como ele se conecta ao outro. A chave é criar um espaço seguro para explorar ambos os aspectos de forma profunda e gradual, respeitando o seu ritmo.

    Se você sentir que há múltiplos temas a serem trabalhados, podemos abordá-los de maneira que não sobrecarregue a terapia, mas sim permita uma compreensão mais rica do que está acontecendo no seu interior. Se achar que seria útil, podemos marcar uma sessão para explorar essas questões com mais detalhes. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, eu fiz exame de sangue e eco e não constou nada. Mais por que ainda sinto pontadas no peito e s

    Olá, eu fiz exame de sangue e eco e não constou nada. Mais por que ainda sinto pontadas no peito e sensação de anciedade , cabeça latejando. Alguma sugestão para buscar outros especialistas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Esses sintomas, como as pontadas no peito, sensação de ansiedade e dor de cabeça, podem ser reflexos de um estado emocional intenso, muitas vezes relacionado ao estresse, ansiedade ou até mesmo a um quadro psíquico que precisa ser mais explorado. Embora exames possam descartar causas físicas, é importante entender que o corpo e a mente estão profundamente conectados, e muitas vezes sintomas físicos têm uma origem emocional.

    Na psicanálise, buscamos entender como o inconsciente pode estar influenciando o corpo e gerando esses sintomas. Se esses quadros persistirem e você se sentir incomodado com a intensidade deles, posso te ajudar a investigar essa conexão e trabalhar isso de maneira terapêutica.

    Se sentir vontade de entender melhor o que pode estar acontecendo em nível psíquico, estarei à disposição para conversar e te apoiar nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está

    Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está comigo, em alguns casos sinto até enjoo físico, isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    O que você está descrevendo pode estar relacionado a um padrão repetitivo de desinteresse ou até mesmo uma forma de evitação emocional que surge quando as relações começam a se aprofundar. Esse "enjoo" pode ser um reflexo de algo no seu inconsciente, como o medo de se entregar emocionalmente, de se envolver de verdade ou até de lidar com questões não resolvidas dentro de si.

    Na psicanálise, buscamos entender a origem desses sentimentos, muitas vezes ligados a dinâmicas passadas ou a defesas emocionais que você possa ter desenvolvido para lidar com o medo da intimidade. Esse comportamento não é necessariamente "normal" no sentido saudável de uma relação, mas é uma expressão de algo que pode ser trabalhado e entendido.

    Se você quiser explorar mais a fundo o que está por trás desse padrão e aprender a lidar com ele de forma mais consciente, posso te ajudar nesse processo. Fique à vontade para procurar um espaço terapêutico onde possamos investigar e compreender melhor esses sentimentos. Um abraço, Vinícius.


  • Quando criança, acabou que tive meu primeiro beijo com um garoto de 16, isso pode de certa forma até

    Quando criança, acabou que tive meu primeiro beijo com um garoto de 16, isso pode de certa forma até desencadeado algum trauma? Contando que, no momento do acontecido eu consenti, mas ao passar pouco tempo passei a sentir náuseas sempre que pensava nisso, e sentia o quanto era errado o que havia acontecido. Durante toda adolescência me privei de ter algum tipo de relação com pessoas, vim conseguir ter meu "primeiro" beijo após os 20 anos com alguém que consegui ter uma confiança. Eu sempre tive muito medo de falar a alguém sobre isso e sempre me dava dor de barriga ao lembrar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    É possível que essa experiência tenha gerado um impacto emocional em você, que se manifesta como desconforto, náuseas e um sentimento de que algo estava errado, mesmo que você tenha consentido no momento. A reação de se privar de relacionamentos e a dificuldade em falar sobre isso podem ser formas de proteção psicológica, como uma maneira de evitar reviver o trauma ou de lidar com os sentimentos conflitantes que surgiram dessa experiência.

    Esse tipo de situação pode ser mais bem compreendido e trabalhado em terapia. A psicanálise, por exemplo, pode ajudar a entender como essa vivência se conecta a suas emoções e comportamentos atuais. O fato de você ter sentido desconforto e dor ao lembrar dessa experiência indica que o evento deixou marcas significativas na sua psique, que merecem ser exploradas para que você possa ressignificá-las.

    Se você sentir que esse é um tema que afeta seu bem-estar e relacionamentos, podemos conversar mais profundamente sobre isso em uma sessão, para entender melhor as raízes desse sofrimento e como superá-lo. Um abraço, Vinícius.


  • Hipnose faz sair do corpo?? A hipnose descola o corpo astral?

    Hipnose faz sair do corpo?? A hipnose descola o corpo astral?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! Muito obrigado pela pergunta, é uma dúvida bastante comum. Hipnose não tem nada a ver com "sair do corpo" ou "descolar o corpo astral". Esses conceitos não têm base científica e não fazem parte da prática terapêutica séria. Profissionais que se propõem a explorar essas ideias estão sendo extremamente desonestos e antiéticos. A hipnose é uma técnica usada para promover mudanças no comportamento e tratar questões emocionais, de forma respeitosa e fundamentada. Um abraço, Vinícius.


  • é normal que o TOC sexual bloqueie sua atração? não consigo mais ficar excitado com nada, pois qualq

    é normal que o TOC sexual bloqueie sua atração? não consigo mais ficar excitado com nada, pois qualquer excitação me lembra o problema.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Sim, é possível que o TOC, especialmente em temas relacionados à sexualidade, impacte diretamente sua atração e excitação. Esse bloqueio ocorre porque os pensamentos obsessivos criam uma associação constante com a ansiedade, dificultando o relaxamento necessário para sentir desejo.

    Na psicanálise, exploramos o que pode estar por trás dessas associações e como elas se formaram, ajudando você a compreender e trabalhar com essas questões de maneira mais profunda. É um caminho para reduzir o sofrimento e reconectar-se com seu desejo de forma mais livre e natural.

    Se quiser, podemos conversar sobre isso em uma sessão. É um tema delicado, mas é totalmente possível lidar com ele em um espaço acolhedor e sem julgamentos. Um abraço, Vinícius.


  • é normal que pensamentos obsessivos tenham picos? por exemplo, eles se acentuam drasticamente durant

    é normal que pensamentos obsessivos tenham picos? por exemplo, eles se acentuam drasticamente durantes alguns dias, e do nada diminuem até níveis "normais" ou seja, que não são fortes ou frequentes o suficiente para causar sofrimento intenso, apenas desconforto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é bastante comum que pensamentos obsessivos tenham picos e variações de intensidade. Esse movimento pode estar ligado a diferentes fatores, como momentos de maior estresse, mudanças na rotina ou até mesmo acontecimentos aparentemente neutros que acionam conteúdos inconscientes ainda não elaborados. É como se esses pensamentos fossem "sintomas flutuantes," respondendo às condições emocionais e psíquicas do momento.

    Na psicanálise, buscamos compreender o que esses picos podem estar tentando dizer. Não vemos os pensamentos obsessivos como algo que simplesmente "acontece" isoladamente, mas como sinais de algo mais profundo que está pedindo atenção. O desconforto, por menor que seja em alguns momentos, também pode nos dar pistas valiosas sobre os desejos, medos e conflitos que estão na base dessa dinâmica.

    Se você sente que essas variações ainda incomodam ou limitam sua vida de alguma forma, pode ser muito útil explorar isso em sessões. A psicanálise pode ajudar a dar sentido a esses movimentos internos e, com o tempo, trazer mais estabilidade. Se quiser, podemos marcar uma conversa e começar a trabalhar nisso juntos. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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