Perguntas do paciente (839)

  • Olá! tem uns dois meses que estou com problemas para me alimentar, uma dificuldade e falta de apetit

    Olá! tem uns dois meses que estou com problemas para me alimentar, uma dificuldade e falta de apetite, meu corpo estava expulsando tudo que comia.. fazia no maximo uma refeição por dia. Me consultei, fiz exames acreditei que fosse da minha gastrite mas a mais ou menos umas 3 semanas simplesmente parou, agora estou na duvida se tenha gerado isso por causa da minha ansiedade ja q em certos momentos que eu estava mt agitada a vontade de provocar era maior.. e a dois dias estou em umas crises de ansiedade comecei a sentir pressões no meio do peito e voltei novamente a rejeitar comida. como pouco e em seguida provoco.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está vivenciando pode estar profundamente relacionado à sua ansiedade. A dificuldade de se alimentar, a falta de apetite e o fato de seu corpo rejeitar os alimentos podem ser manifestações físicas do sofrimento emocional. Quando estamos ansiosos, a tensão no corpo pode afetar o sistema digestivo e até provocar reações como náuseas e a sensação de não conseguir comer. Além disso, essa "rejeição da comida" pode ser um reflexo de um desejo inconsciente de controlar algo em um momento em que você se sente fora de controle, como nas crises de ansiedade que você mencionou. A psicanálise pode ajudar a entender melhor esses mecanismos e como eles estão se relacionando com os seus sentimentos mais profundos. Se essa situação continuar gerando desconforto, podemos marcar uma sessão para trabalhar mais a fundo esses sintomas e buscar maneiras de aliviar essa angústia. Estou à disposição para te apoiar. Um abraço, Vinícius.


  • sou bordeline diagnosticada. tenho 20 anos e me considero lésbica. so sinto atração física e sexual

    sou bordeline diagnosticada. tenho 20 anos e me considero lésbica. so sinto atração física e sexual por mulheres. ja me encolvi em relacionamento com homens, mas nunca senti atração sexual ou amorosa por eles. mas sempre que surge uma oportunidade eu irei beijar ou dormir com um… mesmo nao gostando… e eu sinto que quero fazer mas no momento nada de prazer… oq sera que sou? bissexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo pode ser uma expressão de uma complexa relação entre identidade sexual, desejo e os sintomas do transtorno de personalidade borderline (TPB). O TPB pode, às vezes, trazer uma dificuldade em estabelecer uma identidade estável, o que pode influenciar a forma como você se sente em relação ao seu desejo e atração. O fato de você se sentir atraída por mulheres, mas ainda assim se envolver em situações com homens, mesmo sem prazer ou atração, pode refletir uma busca por validação ou uma dificuldade em se conectar com seus próprios limites e desejos. Isso não define necessariamente sua orientação sexual de forma rígida, pois as experiências de atração podem ser fluidas e influenciadas por uma série de fatores emocionais e psicológicos. O mais importante é que você tenha a liberdade de explorar e entender sua sexualidade de maneira saudável, sem pressões externas. Podemos conversar mais sobre isso e explorar como esses sentimentos estão ligados às suas emoções e identidade. Estou à disposição para te apoiar nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7.

    Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7. Sou homem e não possuo desejos homossexuais. Acredito que naquele tempo, eu estava curioso sobre o "mundo do sexo", me descobrindo e por algum motivo queria ver se conseguia estimular ele como eu fazia comigo. Então eu passava a mão perto de suas partes íntimas. Ele achava que era alguma brincadeira então só falava para eu parar quando notava e eu parava e não fazia mais, isso ocorreu em 4 dias diferentes num período de tipo 1 ano, ou 1 ano e meio. Uma vez ele dormiu em casa e cheguei a lamber seu órgão genital enquanto ele dormia, foi nesse momento que percebi as coisas nojentas que estava fazendo, pois instantaneamente me arrependi, achei nojento, como se meu lado racional tivesse voltado.
    Depois disso, só encarei como um erro e segui a vida, não fiz mais essas coisas. Porém quando via ele eu fica meio apreensivo, pois sabia que o que tinha feito era errado, poderia ser pior, poderia ter afetado ele psicologicamente.
    Atualmente, tenho 19. Conversando com uma amiga sobre o assunto de abuso sexual me lembrei desses acontecimentos. Fiquei pensando que já cometi atos que tanto repudio. Me sinto uma pessoa impura ou falsa, não sei. Até mesmo que não mereço ser amigo da pessoa com quem falava, pois ela contou sobre casos de pessoas que ela conhecia que sofreram abuso e como ela também detém ódio sobre o abusadores.
    Agora fico com isso na cabeça. Eu consegui entender os motivos que me levaram a cometer esse erro ( imaturidade, fui a presentado ao sexo e ao prazer na infância, eu estava curioso, mentalmente estável por causa da minha relação com família e amigos, eu sabia que era errado, mas não o quão horrível eram meus atos), aprendi minha lição e vi como isso afetou minha vida sexual desde então e estou consertando, e me perdoei.
    Porém agora a grande questão é: devo falar a ela sobre esse assunto ou superar por que pode gerar desconfiança por parte dela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! O que você compartilhou é um assunto muito delicado e importante. O fato de você ter se arrependido e refletido sobre as suas ações é um passo fundamental para compreender as consequências desse comportamento, especialmente considerando o impacto que isso pode ter tido na outra pessoa, mesmo que na época você não tivesse plena consciência do que estava fazendo. A sensação de impureza e de não merecer certos vínculos é compreensível, mas isso não define quem você é como pessoa. A partir da psicanálise, compreendemos que todos nós somos sujeitos a cometer erros, e o autoconhecimento e a busca pela reparação podem ser caminhos de cura e de mudança.

    Quanto a falar com sua amiga, essa decisão depende muito do contexto e do tipo de relação que você tem com ela. Pode ser importante considerar o quanto essa conversa poderia ser saudável para ambos e se você está em um momento de encontrar apoio para lidar com essa culpa. Lembre-se de que, ao buscar o perdão e ao refletir sobre o que aconteceu, você está já trilhando um caminho de transformação. Se sentir que esse assunto precisa ser compartilhado, talvez com o apoio de um terapeuta para garantir que a conversa aconteça de forma cuidadosa e respeitosa, pode ser útil. Mas, também é válido seguir com o processo de autocompreensão e crescimento pessoal sem que isso gere mais angústia para você. Estou disponível para ajudar nesse processo de reflexão e autodescoberta. Um abraço, Vinícius.


  • Gostaria de tirar uma dúvida, o psicólogo pode colocar o código do cid-10 no encaminhamento para rea

    Gostaria de tirar uma dúvida, o psicólogo pode colocar o código do cid-10 no encaminhamento para realizar psicoterapia com outro psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O psicólogo pode, sim, incluir o código do CID-10 no encaminhamento para outro profissional, caso o paciente esteja sendo encaminhado para uma continuidade do tratamento ou uma avaliação mais detalhada. O código do CID-10 ajuda a identificar o transtorno ou a condição que está sendo tratada, facilitando o entendimento sobre o quadro do paciente para o outro psicólogo ou profissional de saúde. No entanto, isso deve ser feito com o consentimento do paciente, garantindo que as informações sejam compartilhadas de forma ética e respeitando a confidencialidade. Se precisar de mais orientações ou quiser conversar sobre alguma situação específica, estou à disposição para ajudar. Um abraço, Vinícius.


  • Tem uma coisa que acontece muito comigo. Já é meu segundo relacionamento e as coisas estão se repeti

    Tem uma coisa que acontece muito comigo. Já é meu segundo relacionamento e as coisas estão se repetindo denovo. Quando me relaciono amorosamente chega um momento que eu sinto que estou empurrando com a barriga. Do nada tenho vontade de terminar com a pessoa, sinto um distanciamento. Me sinto louca, confusa.E não, a pessoa não fez nada. É eu comigo mesma. Nunca senti que as pessoas se importam comigo, nunca me senti amada, nunca senti que sou levada a sério. A pessoa pode demonstrar mas eu nunca na minha vida senti. Queria saber da onde vem isso e porque acontece? Me sinto em conflito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está vivenciando pode estar relacionado a um padrão de sentimentos e comportamentos que se repetem, muitas vezes, por conta de experiências passadas ou de como você foi emocionalmente condicionado ao longo da vida. A sensação de nunca ter sido realmente amada ou levada a sério pode estar conectada a uma falta de confiança em si mesma ou em outras pessoas, talvez originada em relacionamentos anteriores, com a família ou com figuras importantes na sua vida. A psicanálise nos ajuda a compreender que esse tipo de sensação de distanciamento ou vontade de terminar com a pessoa pode ser uma forma de autossabotagem, um mecanismo inconsciente de defesa contra a vulnerabilidade emocional. Quando você se permite se envolver profundamente, pode haver um medo de se machucar ou de não ser correspondida da maneira que espera, o que gera esse distanciamento emocional, apesar de a outra pessoa demonstrar afeto. É importante que você busque entender melhor esses sentimentos e como as suas experiências passadas influenciam as suas reações no presente. Se precisar, podemos conversar mais sobre isso em um espaço terapêutico, onde podemos trabalhar juntos essas questões. Estou disponível para te ajudar nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Olá.Poderia a imaginação/fantasia em mulheres viciar o cérebro igual a pornografia?. Nunca consumi p

    Olá.Poderia a imaginação/fantasia em mulheres viciar o cérebro igual a pornografia?. Nunca consumi pornografia, me masturbava 1x ao dia até os 25 anos, depois foi diminuindo até praticamente parar, hoje aos 40 anos. Acontece que desde jovem não consigo ter relação sexual sem imaginar, e hoje não consigo ter relação sexual com a minha namorada sem imaginar e perdi o tesão nela por ela não parecer com as mulheres que acostumei imaginar/fantasiar. Eu a amo muito . Ela é minha primeira namorada com compromisso, as outras eram relacionamentos casuais. Não sei o que fazer e estou desesperado. Imaginava e fantasiava outras mulheres para aplacar a solidão e carência. Não usava imagens, só imaginação. Mesmo quando a masturbação foi diminuindo. Não sei a quem recorrer e vivo um verdadeiro inferno. Temo ter estragado meu cérebro do mesmo modo que o vício em pornografia, que eu nunca consumi, estraga.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve é um sofrimento profundo relacionado à desconexão entre o desejo sexual e a realidade emocional que você vive com sua namorada. Embora as fantasias sexuais possam ser naturais e parte da nossa sexualidade, quando se tornam uma espécie de "refúgio" ou uma forma de compensar carências emocionais, elas podem, sim, afetar a forma como você se relaciona intimamente com o outro. O fato de essas fantasias estarem te impedindo de sentir desejo pela sua namorada pode indicar que há uma desconexão entre o que você precisa emocionalmente e o que está sendo vivenciado no relacionamento. A psicanálise pode ajudar a entender como essas fantasias se formaram e qual é o significado delas para você, além de explorar a relação entre a carência emocional, o desejo e a intimidade sexual. Entender esses mecanismos pode ser um primeiro passo para restaurar uma conexão mais autêntica com sua parceira. Se você quiser conversar mais sobre isso, estou disponível para ajudar. Um abraço, Vinícius.


  • Minha irmã de 12 anos as vezes se corta nos braços/pulsos e depois tenta esconder usando blusa de fr

    Minha irmã de 12 anos as vezes se corta nos braços/pulsos e depois tenta esconder usando blusa de frio. Ela faz mesmo sem motivo aparente e mesmo fazendo terapia com psicologa uma vez a cada 15 dias (nem para psicoloca ela diz a razão disso). Quando pergunta-se o por que ela simplesmente não responde. Única mudança aparente é que nos ultimos meses ela tem se envolvido muito com coisas de igreja evangélica, começou a participar de grupos de jovens e tem visto sobre esse tema "jovem cristão" com muita insistencia até em suas redes sociais. Considerei o auge dessa situação ela ter preferido ir a igreja do que em uma festa de aniversário de alguém que ela gosta muito. O que fazer? O que pode ser? Qual ajuda procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O comportamento da sua irmã, incluindo o corte e a tentativa de esconder, pode estar relacionado a uma maneira de lidar com emoções intensas ou difíceis, algo que pode ser difícil de expressar, especialmente em uma fase de transição como a adolescência. Mesmo com a terapia, é possível que ela não esteja se sentindo à vontade ou preparada para falar sobre o que está passando, o que é compreensível em alguns casos. O fato de ela se envolver com a igreja e buscar um propósito ou pertencimento dentro desse espaço pode estar relacionado a um desejo de encontrar uma maneira de lidar com os sentimentos que ela não entende ou não sabe como expressar. Isso pode ser positivo em muitos aspectos, mas também pode ser uma forma de lidar com angústias internas.

    Eu sugeriria buscar um acompanhamento psicológico mais próximo e frequente, talvez até buscar a orientação de um terapeuta especializado em adolescentes, que possa criar um ambiente seguro onde ela se sinta mais confortável para se expressar. Às vezes, a terapia precisa ser ajustada para que o adolescente sinta que realmente pode falar sobre suas dificuldades. Também, seria importante conversar com ela de forma aberta, sem julgamentos, para tentar entender melhor o que ela sente e o que a levou a esse comportamento. A ajuda de um psicólogo especializado, que pode trabalhar com ela de forma mais eficaz, será muito importante para que ela possa lidar com esses sentimentos de maneira mais saudável.

    Estou à disposição para mais conversas, se precisar. Um abraço, Vinícius.


  • Estou em tratamento da depressão a 4 meses e minha esposa não aguenta mais a situação. Ela não quer

    Estou em tratamento da depressão a 4 meses e minha esposa não aguenta mais a situação. Ela não quer mais me ouvir contar sobre a terapia e não quer mais falar sobre a nossa relação. Me sinto sem apoio e percebo que isso está piorando minhas crises de ansiedade. Eu sei q ela está sofrendo também. O que posso fazer para ajudá-la mas sem me afundar ainda mais em minha depressão? Pois todos os dias tenho pensado em divórcio como solução.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É realmente difícil quando você está lidando com a depressão e, ao mesmo tempo, percebe o impacto que ela tem nas pessoas ao seu redor, especialmente em um relacionamento íntimo. A sensação de não ter o apoio da sua esposa pode intensificar ainda mais a sua ansiedade e frustração. No entanto, é importante lembrar que tanto você quanto sua esposa estão passando por um momento desafiador, e cada um de vocês pode estar lidando com isso de uma forma diferente. Ao mesmo tempo em que é essencial que você busque o apoio de outras fontes, como a terapia, também é importante considerar um espaço para entender a dor da sua esposa. Para ajudá-la sem se afundar, uma opção é procurar uma terapia de casal, onde ambos podem expressar suas angústias de maneira construtiva e receber orientação para lidar com o impacto emocional de ambos. A terapia pode oferecer um espaço para que você possa se cuidar, ao mesmo tempo em que ajuda a preservar a relação. Se você precisar de mais ajuda, posso te acompanhar nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Por que eu fico tão abalada quando me chama de feia? Sou chamada de feia desde a infância, e é alg

    Por que eu fico tão abalada quando me chama de feia?
    Sou chamada de feia desde a infância, e é algo muito doloroso, inclusive já me demitir por isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O impacto de ser chamada de feia pode ser muito profundo, especialmente quando isso acontece desde a infância. As palavras e julgamentos que recebemos, principalmente de pessoas próximas ou figuras significativas durante o desenvolvimento, podem se enraizar em nossa psique e formar uma imagem distorcida de nós mesmos. O sofrimento gerado por esses comentários provavelmente está relacionado ao valor que você atribui à sua aparência e à maneira como foi moldada a percepção de si mesma ao longo dos anos. A psicanálise nos ajuda a entender que essas experiências podem criar feridas emocionais que influenciam a forma como nos vemos e nos sentimos em relação ao mundo. A dor de ser chamada de feia pode, então, ser um reflexo de uma autoestima fragilizada, e essa sensação de rejeição acaba sendo internalizada, tornando-se algo difícil de lidar. Se quiser explorar mais sobre isso e como melhorar a relação consigo mesma, podemos marcar uma sessão para trabalhar essa questão com mais profundidade. Estou disponível para conversar sobre o que você está vivendo. Um abraço, Vinícius.


  • No momento minhas crises de pânico/estão mais frequentes, e quando eu consigo voltar ao normal novam

    No momento minhas crises de pânico/estão mais frequentes, e quando eu consigo voltar ao normal novamente eu sinto uma fragilidade emocional, culpa por estar me sentindo assim e desconforto com o meu dia tendo medo ainda ter uma crise. Oque posso fazer para resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! As crises de pânico, além do sofrimento imediato, podem gerar esse ciclo de fragilidade emocional, culpa e medo de que elas se repitam. É muito importante compreender que essas reações fazem parte da dinâmica da ansiedade e das crises, e não significam fraqueza ou incapacidade sua. Esse medo constante de uma nova crise acaba gerando mais ansiedade, o que pode fortalecer o ciclo. Trabalhar a aceitação desses momentos e entender que o medo de sentir uma nova crise não determina seu valor ou sua saúde emocional é essencial. Quando se permite sentir sem julgamento, você se dá a chance de observar esses momentos com mais clareza, sem se identificar com eles. Para ajudar, pode ser útil buscar o apoio de um psicólogo para trabalhar esses medos, a culpa e fortalecer seu processo de autocompreensão. Estou à disposição para ajudar você nesse processo, se precisar.

    Um abraço, Vinícius.


  • Oque posso fazer para acalmar a sensação diária de ansiedade. Que faz eu ter desânimo, um pouco de p

    Oque posso fazer para acalmar a sensação diária de ansiedade. Que faz eu ter desânimo, um pouco de perca de apetite e ansiedade social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! A sensação diária de ansiedade pode afetar profundamente o bem-estar, trazendo desânimo, perda de apetite e até dificultando as interações sociais. Uma abordagem importante é se permitir reconhecer e aceitar esses sentimentos, sem se julgar por eles. A ansiedade pode criar um ciclo de autocrítica que apenas aumenta o desconforto. Tentativas de controle excessivo das emoções podem gerar mais tensão. Criar um espaço de acolhimento para você mesmo, com práticas como a respiração profunda, momentos de pausa para observar seus pensamentos e a busca por pequenas atividades que trazem prazer, pode ajudar a aliviar os sintomas. Além disso, o acompanhamento terapêutico com um psicólogo pode ser fundamental para entender mais a fundo as raízes dessa ansiedade e trabalhar as melhores formas de enfrentá-la. Se precisar de apoio, estou à disposição para ajudar!

    Um abraço, Vinícius.


  • É incrivel como algumas situações afetam o nosso corpo e nossa cabeça. Outro dia estava em casa e qu

    É incrivel como algumas situações afetam o nosso corpo e nossa cabeça. Outro dia estava em casa e quando olho nas câmeras, um casal discutindo e um batendo no outro e eu comecei a passar mal. Hoje chegou uma senhora na loja e ela caiu, bateu a cabeça e tals e eu comecei a passar mal também. Meu corpo fica esquisito, trêmulo, voz trêmula, tensa. Queria saber se é normal isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve pode ser uma reação do corpo e da mente ao estresse ou à empatia extrema, algo que é mais comum do que parece. Algumas situações, especialmente aquelas em que vemos dor ou violência, podem desencadear uma resposta emocional intensa, mesmo que não estejamos diretamente envolvidos. Isso pode ativar o sistema nervoso autônomo, responsável pela "luta ou fuga", o que causa a sensação de tremor, tensão e até mal-estar físico. É um mecanismo de defesa do corpo, mas quando essas reações se tornam frequentes ou muito intensas, pode ser útil procurar compreender melhor essas respostas emocionais. Se essas situações têm sido recorrentes e gerado um impacto negativo no seu bem-estar, você pode se beneficiar de um espaço terapêutico para explorar e entender mais sobre esses gatilhos emocionais. Estou à disposição para conversarmos sobre isso, caso sinta que é algo que deseja explorar mais a fundo. Um abraço, Vinícius.


  • Estou tirando CNH fico nervosa da hora da prova posso tomar algum remédio pro nervosismo e anciedade

    Estou tirando CNH fico nervosa da hora da prova posso tomar algum remédio pro nervosismo e anciedade

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Comunicar aos outros sobre o seu espectro autista pode ser uma forma de ajudar as pessoas a compreenderem melhor o seu jeito de perceber o mundo e as interações sociais. Muitas vezes, quando não se compartilha essa informação, os outros podem não entender que algumas dificuldades, como a interpretação de ironia e brincadeiras, não são questões pessoais, mas parte de uma característica do autismo. Isso não significa que você precise se justificar o tempo todo, mas ao fazer essa comunicação de forma gentil, as pessoas podem se tornar mais empáticas e menos propensas a mal-entendidos. Claro que é importante se sentir confortável em fazer isso, e você pode escolher os momentos em que acredita ser mais apropriado. Como sempre, se sentir que precisa de apoio para lidar com essas situações, estou disponível para conversar mais a fundo sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Se uma pessoa já se apaixonou por alguém do mesmo gênero ela pode se considerar homossexual?

    Se uma pessoa já se apaixonou por alguém do mesmo gênero ela pode se considerar homossexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A sexualidade é algo muito pessoal e pode ser fluida, variando ao longo da vida de uma pessoa. Se alguém já se apaixonou por alguém do mesmo gênero, isso pode indicar uma atração homossexual, mas isso não necessariamente define toda a orientação sexual dessa pessoa. A atração por pessoas do mesmo gênero pode ser uma parte da experiência de alguém, mas é importante lembrar que a sexualidade é complexa e não se resume a uma única experiência ou a uma etiqueta. O importante é que a pessoa se sinta confortável e em paz com sua própria vivência e com a forma como se identifica. A sexualidade é uma jornada pessoal, e não há pressa para rotular-se, é mais importante entender o que faz sentido para você. Se sentir a necessidade de explorar mais sobre isso, podemos conversar mais a fundo. Um abraço, Vinícius.


  • A SPA ( Síndrome do Pensamento Acelerado ) e devido a pessoa ter ansiedade ou é outra doença psicólo

    A SPA ( Síndrome do Pensamento Acelerado ) e devido a pessoa ter ansiedade ou é outra doença psicóloga ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) é um termo que tem sido utilizado de maneira informal para descrever um estado em que a pessoa sente que seus pensamentos estão acelerados, desconectados ou difíceis de controlar. Embora possa ter relação com a ansiedade, não é uma condição formalmente diagnosticada como uma doença psicólogica específica, como a ansiedade ou o transtorno de déficit de atenção. A SPA é frequentemente associada a um estado de hiperatividade mental, onde a pessoa se sente sobrecarregada por muitos pensamentos ao mesmo tempo, o que pode ser angustiante e gerar dificuldade de concentração. Esse quadro pode ocorrer em pessoas com ansiedade, mas também pode ser observado em outras condições, como o transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de déficit de atenção, ou até mesmo em momentos de estresse intenso. O mais importante é identificar o que está por trás desse processo de pensamento acelerado e buscar formas de lidar com ele, seja por meio de autoconhecimento ou com o auxílio de um profissional, como a psicoterapia. Caso precise, estou disponível para conversarmos mais sobre o que está acontecendo. Um abraço, Vinícius.


  • Boa noite a todos, Ás vezes me pego imaginando situações violentas de como matar ou reagir caso a

    Boa noite a todos,

    Ás vezes me pego imaginando situações violentas de como matar ou reagir caso a pessoa viesse me ferir, geralmente esse tipo de pensamento aparece quando estou fora do meu grupo social. Sou conhecido por ser criativo, calmo e bem controlado, não me vejo executando nenhum desses pensamentos porém, não deixam de me incomodar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Esses pensamentos, por mais desconfortáveis que sejam, podem surgir em momentos de ansiedade ou estresse, muitas vezes sem que você realmente queira ou tenha intenção de agir de acordo com eles. A psicanálise pode sugerir que esses pensamentos refletem, de alguma forma, uma tentativa inconsciente de lidar com o medo ou com situações em que você se sente vulnerável. A mente pode criar essas imagens como uma forma de "preparação" ou para tentar se sentir no controle em um ambiente percebido como ameaçador. O fato de você se identificar como alguém criativo, calmo e controlado indica que, provavelmente, esses pensamentos não refletem sua verdadeira intenção, mas sim um mecanismo inconsciente para lidar com sentimentos de insegurança. É importante não se culpar ou se identificar com esses pensamentos, e sim tentar entender o que eles podem estar tentando comunicar sobre suas preocupações e medos. Se sentir que isso está afetando sua vida ou trazendo angústia, talvez uma conversa mais aprofundada em um espaço terapêutico possa ajudar a entender melhor esses processos internos e encontrar maneiras de lidar com eles. Estou à disposição para conversarmos mais sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Boa noite , qualquer especialidade de psicólogo pode dar diagnóstico de autismo ?

    Boa noite , qualquer especialidade de psicólogo pode dar diagnóstico de autismo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O diagnóstico de autismo geralmente é feito por profissionais especializados em áreas como psiquiatria, neurologia ou psicologia clínica, com formação e experiência no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Embora psicólogos possam diagnosticar autismo, especialmente aqueles com formação em psicologia clínica ou neuropsicologia, é importante que o diagnóstico seja feito por um profissional que tenha conhecimento específico sobre os critérios e as características do espectro autista. Além disso, muitas vezes, um diagnóstico completo envolve a colaboração de outros profissionais, como psiquiatras ou terapeutas ocupacionais. Caso precise de mais informações ou apoio sobre o assunto, posso te ajudar mais. Um abraço, Vinícius.


  • Quando eu tô fazendo nada, eu penso eu fazendo algo, tipo pulando, arregalando os olhos, etc, e dá v

    Quando eu tô fazendo nada, eu penso eu fazendo algo, tipo pulando, arregalando os olhos, etc, e dá vontade de fazer, pular e arregalar os olhos, mas eu não faço, e tento não fazer, mas dá vontade. Desde criança tive isso, e esquecia e não fazia. Hj parece que voltou. Pode ser TOC? Ansiedade? Tem tratamento/cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo parece ser um comportamento que pode estar relacionado com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), em que a pessoa sente uma necessidade intensa de realizar certos comportamentos ou compulsões, mesmo sem querer, como forma de aliviar a ansiedade gerada por pensamentos intrusivos. Esse tipo de pensamento, em que você sente a necessidade de realizar algo específico (como pular ou arregalar os olhos), pode ser uma manifestação do TOC, onde a mente cria uma tensão, uma urgência em realizar aquilo, e não fazer causa desconforto. Outra possibilidade é que isso também possa estar ligado a um processo de ansiedade, já que a ansiedade muitas vezes pode se manifestar em comportamentos compulsivos ou repetitivos. O tratamento pode envolver psicoterapia, principalmente a psicanálise ou outras abordagens que ajudem a lidar com os impulsos e o desconforto gerado pelos pensamentos. Um profissional especializado pode te ajudar a entender melhor esses comportamentos e encontrar maneiras de enfrentá-los, ajudando você a reduzir o impacto deles no seu cotidiano. Caso queira, podemos conversar mais sobre isso e você pode procurar meu auxílio terapêutico. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, recentemente venho sentindo uma respiração gelada devido a " ansiedade " , corpo/peito com uma

    Olá, recentemente venho sentindo uma respiração gelada devido a " ansiedade " , corpo/peito com uma sensação pesada, uso trazodona e quando fica sem piora, porem mesmo usando a sensação continua, oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A sensação de respiração gelada e o peso no corpo e peito que você está experienciando podem ser sintomas de ansiedade, mas também podem ser uma resposta física ao estresse emocional. O uso de medicamentos como a trazodona pode ajudar a controlar alguns sintomas, mas, em alguns casos, a ansiedade pode se manifestar de forma persistente, mesmo com a medicação. É importante considerar que os sintomas físicos da ansiedade, como sensação de peso no peito e respiração alterada, podem ter raízes em questões emocionais mais profundas, que demandam uma abordagem terapêutica mais integrada. A psicanálise, por exemplo, pode ajudar a compreender e tratar os conflitos internos que geram essa ansiedade. Como psicólogo, eu estou à disposição para conversarmos mais sobre isso, caso deseje trabalhar mais profundamente essa questão. Um abraço, Vinícius.


  • No âmbito da psicologia, é falado da psicologia reversa. Como também, sugestões mentais são apresent

    No âmbito da psicologia, é falado da psicologia reversa. Como também, sugestões mentais são apresentadas por meio da internet, programas, séries e até mesmo comerciais. É possível blindar a mente desses estímulos "descontrutivos"? Pois, para o ser humano hoje, é difícil não ser moldado pelo que a sociedade diz, sugere e manda você fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Realmente, a psicologia reversa e os estímulos vindos da sociedade moderna, como comerciais, programas e até redes sociais, têm grande influência sobre nossos comportamentos e escolhas. Esses estímulos podem gerar uma pressão constante para atender a padrões externos, muitas vezes, sem que percebamos. A psicanálise acredita que nossa mente é profundamente influenciada por fatores inconscientes, muitas vezes moldados pelas experiências da infância e pela sociedade, mas também temos a capacidade de questionar e resistir a esses estímulos. Blindar-se completamente pode ser muito difícil, pois estamos imersos em um ambiente social que constantemente impõe influências, mas desenvolver uma maior consciência sobre essas influências, refletir sobre elas e procurar se reconectar com os próprios desejos e necessidades podem ser passos importantes. Em muitos casos, a psicoterapia pode ajudar a identificar essas influências e trabalhar para encontrar maneiras mais autênticas de viver, alinhadas com seus próprios valores e não com os padrões impostos. Se você sentir que esses estímulos têm um impacto muito grande em sua vida, estou à disposição para ajudar mais a fundo. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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