Perguntas do paciente (839)

  • Tripofobia agravada com desmaios, pânico e reação incontrolável de arrepio na espinha ate a cabeça,

    Tripofobia agravada com desmaios, pânico e reação incontrolável de arrepio na espinha ate a cabeça, quando ativada, fica na mente atormentando só de pensar..mtos falam q é frescura + isso realmente incomoda. procurar um psicólogo, psiquiatra? Ou os 2 pra tratamento?se existir tratamento pra isso! Obg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A tripofobia, que é o medo ou desconforto extremo ao ver padrões de buracos ou formas agrupadas, pode de fato gerar uma reação muito intensa, como pânico, desmaios e arrepios, como você descreve. Embora muitas pessoas possam não entender ou desconsiderar o impacto desse medo, ele é real e pode afetar a qualidade de vida. Buscar um psicólogo é uma boa opção para entender as origens desse medo e trabalhar em técnicas de enfrentamento, como a psicanálise, que pode ajudar a explorar os conflitos internos que alimentam essa resposta emocional. O psiquiatra também pode ser consultado, caso você sinta que a intensidade dos sintomas está afetando profundamente sua saúde emocional e, se necessário, ele pode indicar algum tipo de medicação. O tratamento pode ser eficaz, e não é frescura – o sofrimento é legítimo. Se precisar de apoio para lidar com isso, estou à disposição para conversarmos. Um abraço, Vinícius.


  • Quanto tempo demora para passar o luto? um dia ele termina?

    Quanto tempo demora para passar o luto? um dia ele termina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O luto é um processo profundamente pessoal e único para cada pessoa. Não existe um tempo definido para que ele termine, pois depende de muitos fatores, como o vínculo com a pessoa que se foi, a forma como lidamos com a perda e o nosso processo interno de aceitação. O luto pode durar semanas, meses ou até anos, e pode se manifestar de diferentes formas ao longo do tempo. Embora ele possa se suavizar com o tempo, o luto não tem um "fim" claro, mas sim uma transformação, onde a dor diminui e você começa a encontrar formas de seguir em frente, mantendo a memória da pessoa de uma maneira mais equilibrada. É importante ser gentil consigo mesmo durante esse processo. Se o luto estiver causando muito sofrimento, procurar um terapeuta para conversar sobre isso pode ser um caminho valioso. Estou à disposição para conversar se você quiser. Um abraço, Vinícius.


  • Um dia desses eu comecei a pensar que se em alguma das vezes que eu quase morri eu realmente morri e

    Um dia desses eu comecei a pensar que se em alguma das vezes que eu quase morri eu realmente morri e tudo desde de então é um sonho, isso vem me deixando muito nervosa, tem noite que não consigo nem dormir pensando nisso, o que eu posso fazer pra não ficar pensando nisso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Esse tipo de pensamento pode ser angustiante e, às vezes, está relacionado a questões de ansiedade ou até uma forma de questionamento existencial. O que você descreveu pode estar ligado a um estado de angústia, onde há uma tentativa de encontrar respostas para situações que nos causam medo ou insegurança. O fato de não conseguir parar de pensar nisso é um reflexo de como o cérebro tende a fixar a atenção em questões que causam desconforto, criando um ciclo que fica difícil de quebrar. Para lidar com isso, é importante tentar ancorar-se no presente, focando no aqui e agora, e buscando formas de relaxamento que ajudem a reduzir o estresse e a ansiedade, como respiração profunda ou meditação. Se esses pensamentos estiverem realmente interferindo muito em sua qualidade de vida e causando tanto desconforto, pode ser útil buscar um terapeuta, que pode ajudar a explorar o que está por trás desses sentimentos e oferecer ferramentas para lidar com eles. Estou à disposição para conversarmos mais a fundo sobre isso, se você quiser. Um abraço, Vinícius.


  • Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonaliz

    Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonalização? Também tenho dor de cabeça. O que pode ser? Tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, sim, períodos de muita ruminação, preocupação com o futuro, revisitação constante do passado e ansiedade intensa podem estar associados a sensações de desrealização e despersonalização em algumas pessoas. É como se a mente ficasse tão sobrecarregada que a experiência de estar presente no momento acabasse ficando estranha ou distante. A dor de cabeça também pode aparecer em contextos de tensão emocional e estresse, embora seja importante não atribuir tudo automaticamente ao psicológico sem uma avaliação médica adequada. A boa notícia é que essas sensações costumam melhorar quando a causa subjacente é compreendida e trabalhada. Se isso estiver acontecendo com frequência, vale a pena buscar ajuda profissional para entender melhor o que está por trás desse quadro. Se desejar, podemos conversar sobre isso com mais profundidade em um atendimento.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • É normal me desesperar muito quando alguém corre atrás de mim? normalmente alguém se sente pressiona

    É normal me desesperar muito quando alguém corre atrás de mim? normalmente alguém se sente pressionado se um bandido ou alguém corre atrás da pessoa em uma brincadeira, mas eu realmente me desespero total quando qualquer coisa corre atrás de mim, pode ser um gato, cachorro ou qualquer pessoa, eu não tenho medo de um ser especifico, mas sim de qualquer coisa que corra atrás de mim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve pode ser uma resposta emocional intensa e automática a situações de perseguição, mesmo quando não há um perigo real envolvido. Esse tipo de reação pode estar relacionado a um mecanismo de defesa do corpo, que reage de forma desproporcional a situações que são percebidas como ameaçadoras, mesmo em um contexto seguro. É possível que isso seja uma forma de ansiedade, onde o corpo se prepara para um "perigo", ainda que ele não seja real ou iminente. Pode ser útil refletir sobre quando e por que esses medos começaram a surgir e, caso isso esteja afetando muito seu bem-estar, procurar um profissional para explorar mais a fundo essa resposta emocional. A terapia pode ajudar a entender as raízes desse medo e trabalhar maneiras de lidar com ele de forma mais tranquila. Estou disponível para conversar mais sobre isso, se você sentir necessidade. Um abraço, Vinícius.


  • Por que sinto vontade de repetir o que as pessoas falam ou oq eu eu vejo, na mente? Mas eu não repit

    Por que sinto vontade de repetir o que as pessoas falam ou oq eu eu vejo, na mente? Mas eu não repito toda hora, vem do nada a vontade.O que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A vontade de repetir mentalmente o que as pessoas falam ou o que você vê pode estar relacionada a um padrão de pensamento repetitivo, que é comum em algumas situações de ansiedade ou até em transtornos como o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo). Esse tipo de pensamento repetitivo pode surgir de uma necessidade de "verificar" ou "confirmar" algo, ou até de uma tentativa de controlar uma sensação interna desconfortável. É importante notar que esse tipo de comportamento pode ser algo que você percebe como involuntário e que aparece sem aviso, o que pode gerar mais ansiedade ou desconforto. Se isso está afetando o seu bem-estar ou causando dificuldades no seu dia a dia, pode ser útil procurar um psicólogo para explorar mais profundamente esse padrão e trabalhar em formas de lidar com ele. Estou disponível para conversarmos mais sobre isso, caso queira. Um abraço, Vinícius.


  • Ola tenho um filho de 4 e 6 anos o de 6 anos tem insolamento ele não gosta de sai não gosta de toma

    Ola tenho um filho de 4 e 6 anos o de 6 anos tem insolamento ele não gosta de sai não gosta de toma um ar tem medo excessivos como por cachorro ele teve convivência com cachorro mas chega soa e já fez xixi várias vezes quando ver um ele não brinca com as crianças difícilmente não faz amizades tem dificuldade em mudança de rotina tanto em casa quanto na escola ele se irrita se tive mudança de rotina come alimento específico agora aos 6 anos que está esperimentando alimento novo deste bebê comecei percebe aos 6 meses ele chorava quando tinha aglomerações se levava pra festa ele chorava só parava quando não tinha mas soada barulho isso é normal

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O comportamento que você descreve pode indicar algumas dificuldades relacionadas ao desenvolvimento e ao comportamento do seu filho. O medo excessivo, a resistência a mudanças na rotina, o desconforto com aglomerações e a seletividade alimentar podem ser sinais de ansiedade ou de um transtorno do espectro autista (TEA), mas apenas um profissional qualificado pode fazer uma avaliação detalhada para dar um diagnóstico preciso. É importante que você continue observando esses comportamentos e procure um psicólogo ou pediatra especializado, que poderá orientá-lo sobre como apoiar seu filho da melhor forma. Caso você precise de um acompanhamento mais profundo, posso ajudá-lo também. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem di

    Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem dificuldade em refletir? Qual é a causa? E como tratá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sentir-se vazio e ter dificuldade em refletir pode ser um sinal de um estado emocional mais profundo, como a depressão, ansiedade ou até mesmo um momento de desconexão consigo mesmo. Essas sensações podem estar ligadas ao sofrimento psíquico, em que a pessoa se vê desconectada das suas próprias emoções e pensamentos, o que a impede de se engajar plenamente com o que está ao seu redor. A causa disso pode variar, incluindo experiências traumáticas, estresse constante ou até mesmo um desajuste nas dinâmicas emocionais internas. O tratamento pode incluir terapia psicanalítica, onde se busca compreender e trabalhar os processos inconscientes que estão gerando essa sensação. Isso pode ser muito útil para ajudar a pessoa a resgatar sua conexão consigo mesma e com suas emoções. Se você sentir que isso está impactando muito sua qualidade de vida, não hesite em procurar apoio profissional. Estou à disposição para conversar mais sobre isso, se quiser. Um abraço, Vinícius.


  • A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se

    A auto-sabotagem faz a pessoa se sentir incapaz de realizar algo? Tem alguma maneira de parar de se auto sabotar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A auto-sabotagem, de fato, pode fazer com que a pessoa se sinta incapaz de realizar algo, como se estivesse constantemente colocando obstáculos no próprio caminho, mesmo quando deseja alcançar algo. Esse comportamento muitas vezes é alimentado por inseguranças, medos ou uma sensação de não merecimento, que podem estar profundamente enraizados em experiências passadas ou crenças limitantes. Para parar de se auto-sabotar, é importante primeiro se tornar consciente desses padrões e das emoções e pensamentos que os sustentam. Trabalhar esses aspectos na terapia, especialmente na psicanálise, pode ser útil para identificar o que está por trás dessa sabotagem e, gradualmente, aprender a lidar com os sentimentos que surgem nesses momentos. Com o tempo, a pessoa pode começar a criar estratégias mais saudáveis para lidar com os desafios. Se você quiser conversar mais sobre isso, estarei à disposição. Um abraço, Vinícius.


  • Faço joguinhos de relacionamentos sem perceber, oque posso fazer para mudar minha atitude? (Igonoro

    Faço joguinhos de relacionamentos sem perceber, oque posso fazer para mudar minha atitude? (Igonoro quando estamos em conflito, faço pressão para ele fazer aquilo(sem perceber, porque achei que poderia ser interessante ele fazer aquilo) ou forço a falar algo sem mesmo realmente pedir para ele falar aquilo que ele não quer. Oque posso fazer para mudar essas atitudes e atitudes futuras ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Reconhecer comportamentos como esses já é um grande passo para mudar. Joguinhos nos relacionamentos, como ignorar o parceiro em conflitos ou pressioná-lo para dizer algo, geralmente são uma forma de buscar controle ou uma resposta emocional. Esses comportamentos podem estar ligados a inseguranças ou dificuldades de comunicação. Para mudar isso, é importante praticar uma comunicação mais honesta e direta. Tente expressar seus sentimentos e necessidades de maneira clara e sem manipulação, permitindo que o outro também faça o mesmo. Trabalhar em sua autoestima e autoconhecimento também pode ajudar a diminuir a necessidade de controle no relacionamento. A terapia pode ser um bom espaço para explorar essas questões e desenvolver novas formas de se relacionar. Lembre-se, estou disponível para conversas terapêuticas, caso queira explorar mais a fundo. Um abraço, Vinícius.


  • Não estou mais gostando da minha sessão na terapia. O que fazer?

    Não estou mais gostando da minha sessão na terapia. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Quando não estamos mais nos sentindo conectados ou confortáveis com a terapia, pode ser um sinal de que algo precisa ser revisado. Pode ser que o foco da terapia não esteja mais atendendo às suas necessidades ou até mesmo que o vínculo com o terapeuta precise ser reavaliado. Às vezes, essas mudanças são naturais no processo terapêutico. É importante que você compartilhe esses sentimentos com o terapeuta, pois um bom profissional pode ajustar a abordagem ou até mesmo sugerir uma mudança, se necessário. O diálogo aberto é fundamental nesse processo. Se precisar de apoio, estou disponível para conversar sobre isso, ou até mesmo para acompanhá-lo em outro espaço terapêutico. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Sou escritor e poeta, então , tenho uma sensibilidade um pouco extrema. Assisti um filme na sem

    Olá! Sou escritor e poeta, então , tenho uma sensibilidade um pouco extrema. Assisti um filme na semana passada, "Close". Parece que incorporei os dois personagens principais. De Rêmi, absorvi a rejeição. Tornou-se muito dolorida e, a angustia , foi muito profunda. Depois veio o sentimento de culpa intensa , um sentimento, que o garoto Leo, carregou durante o término da historia. Parece, que sou os dois , de vez em quando. Sinto os rostos em mim, e também, os trejeitos. Bom, nunca me senti assim a respeito de um filme. Causou-me choros, seguido de depressão; isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Filmes e histórias podem ter um impacto profundo, especialmente para pessoas com uma sensibilidade acentuada, como escritores e poetas. A experiência que você descreve, de se sentir conectado com os personagens, pode ser uma forma de empatia intensificada, em que suas emoções se entrelaçam com as dos personagens da trama. Isso não é incomum em pessoas sensíveis, mas a intensidade dos sentimentos gerados pode ser desconfortável. Quando isso se transforma em angústia e culpa, pode ser importante refletir sobre o que esses sentimentos representam para você, e como eles podem se relacionar com sua própria vida e experiências emocionais. Buscar apoio em um espaço terapêutico poderia ajudá-lo a entender melhor essa relação entre sua sensibilidade artística e o impacto emocional que esses filmes causam em você. Estou à disposição para conversar sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Quando eu era adolescente eu passei em um curso técnico integrado em uma universidade federal, porém

    Quando eu era adolescente eu passei em um curso técnico integrado em uma universidade federal, porém sofri assédio sexual durante quase 3 anos nesse lugar, antes de conseguir denunciar. O que não resolveu muita coisa pois segundo eles não haviam provas. Após essa confusão eu desenvolvi depressão com quadro psicótico e sofri bastante.Acontece que depois de sair do ensino médio eu passei para engenharia na mesma faculdade ( pq era o sonho dos meus pais). Agora eu estou estacionada não consigo evoluir muito no curso e ainda um colega de turma começou a me importunar sexualmente. Tem toda uma pressão para que eu termine o curso, mas me sinto totalmente perdida e com medo de sofrer de novo o que eu já vivi. Como eu devo proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sinto muito por você estar passando por essa situação. O que você viveu foi extremamente doloroso, e as consequências emocionais de experiências como essas podem ser profundas. O fato de estar sentindo medo e resistência em continuar com o curso é totalmente compreensível, considerando tudo o que aconteceu. Primeiramente, é importante buscar apoio emocional, seja por meio de um psicólogo especializado em trauma ou até um grupo de apoio. A psicoterapia pode ajudar você a lidar com os sentimentos de impotência e medo, e também a reconectar com sua força interna para tomar decisões mais claras sobre o que realmente quer para sua vida. Quanto à questão do assédio atual, é fundamental que você denuncie a situação de forma segura e busque as medidas legais e de apoio da instituição para proteger seus direitos. Lembre-se que você não está sozinha, e existem formas de lidar com o que está sentindo. Caso precise de mais ajuda, estou aqui para ouvir e apoiar. Um abraço, Vinícius.


  • Bom dia! Me chamo Ana e tenho 49 anos. Penso muito em morrer, ñ qro me livrar de dores só ir embora

    Bom dia! Me chamo Ana e tenho 49 anos. Penso muito em morrer, ñ qro me livrar de dores só ir embora daqui,ñ gosto de viver. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, Ana! Sinto muito saber que você está passando por um momento difícil. Pensar sobre a morte não é algo incomum em situações de profundo sofrimento, mas é muito importante que você busque apoio para lidar com esses sentimentos. A sensação de não gostar de viver pode ser uma manifestação de tristeza profunda, depressão ou até de uma sensação de desesperança. Nesses momentos, procurar ajuda, seja com um psicólogo ou um terapeuta, pode ser fundamental para entender o que está por trás desses pensamentos e encontrar formas de lidar com eles de maneira saudável. Lembre-se que você não está sozinha e há caminhos para melhorar essa situação. Se precisar, estou à disposição para conversarmos mais sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Por que quando alguém nos magoa, nós queremos meio que "machucar" essa pessoa mesmo sendo alguém que

    Por que quando alguém nos magoa, nós queremos meio que "machucar" essa pessoa mesmo sendo alguém que amamos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Esse impulso de querer "machucar" alguém que nos magoa, mesmo sendo uma pessoa que amamos, pode estar relacionado a uma reação emocional instintiva diante de uma dor intensa. Quando alguém nos fere, especialmente se essa pessoa tem um valor significativo para nós, o sentimento de traição ou frustração pode desencadear uma sensação de injustiça profunda. Em momentos de raiva, a pessoa pode tentar "retribuir" a dor de alguma forma, como uma maneira de restaurar o equilíbrio ou expressar o sofrimento que está sentindo. Isso não significa que a pessoa queira realmente prejudicar, mas sim que a raiva e a dor podem em alguns momentos tomar conta das emoções, tornando difícil perceber as consequências de suas ações. O autoconhecimento e o manejo da raiva podem ajudar a transformar essas reações automáticas, trazendo mais compreensão e empatia para o momento. Se você sentir que esse tipo de impulso é algo recorrente, podemos conversar mais sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Existe TOC mental? Digo, sem ser o tipo de DOC em que você precisa realizar repetidas vezes a mesma

    Existe TOC mental? Digo, sem ser o tipo de DOC em que você precisa realizar repetidas vezes a mesma ação. Um TOC que só acontece na sua cabeça. Os mesmos tipos de pensamento sempre se repetindo dentro da sua cabeça, não necessariamente pensamentos negativos, só persistentes mesmo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é possível experimentar o que podemos chamar de "TOC mental". Embora o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) seja frequentemente associado à necessidade de realizar ações repetitivas (como lavar as mãos ou verificar se a porta está trancada), ele também pode se manifestar em forma de obsessões, ou seja, pensamentos persistentes e intrusivos que se repetem sem controle, que causam desconforto. Esses pensamentos podem ser de qualquer natureza — não necessariamente negativos — e podem gerar angústia, mesmo quando a pessoa tenta ignorá-los ou afastá-los. Quando isso ocorre, pode ser importante procurar ajuda terapêutica, pois um tratamento adequado pode ajudar a lidar com esses pensamentos e a reduzir a ansiedade associada. Caso precise de apoio, estou à disposição para conversarmos mais a fundo sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Pensar em musica e ficar tocando Ela na cabeça e sinal de toc?

    Pensar em musica e ficar tocando Ela na cabeça e sinal de toc?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Pensar repetidamente em uma música ou ficar "tocando" ela na cabeça, sem intenção de realizar uma compulsão, geralmente não está relacionado ao TOC. Muitas vezes, isso ocorre devido a uma música que ficou "presa" na nossa mente, o que é bastante comum e acontece com a maioria das pessoas. Esses tipos de pensamentos repetitivos não indicam um transtorno, mas sim um fenômeno natural do cérebro, que muitas vezes tenta processar ou reforçar experiências recentes. Se isso não está causando sofrimento ou interferindo significativamente na sua vida, não há motivo para preocupação. Caso se torne incômodo, vale a pena explorar isso mais a fundo em terapia. Um abraço, Vinícius.


  • Estou com problemas na escrita e fala depois de adulta.. eu sempre escrevi bem, mas recentemente me

    Estou com problemas na escrita e fala depois de adulta.. eu sempre escrevi bem, mas recentemente me pego não sabendo e errando em palavras simples e na fala trocando os r por l no meio de letras tipo prata por plata (mas meu erro na escrita nao se resumi somente a esse tipo de erro), eu não era assim, claro que errava, mas agora está mais evidente e recorrente esse problema, tenho boa leitura e compreensão. Qual profissional seria o mais indicado para procurar? Psicólogo mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Mudanças na escrita e na fala podem refletir uma série de questões emocionais ou psicológicas, e é importante explorar o que pode estar acontecendo a nível inconsciente. Na psicanálise, esses sintomas podem ser analisados dentro de um contexto mais amplo, buscando compreender como eles se relacionam com aspectos da sua vida emocional e das suas experiências. O fato de esses erros estarem mais evidentes agora pode ser um reflexo de algo que está em processo de mudança ou conflito dentro de você. Para entender melhor o que está por trás disso, uma abordagem psicanalítica pode ser muito útil. Estou disponível para conversarmos mais profundamente sobre isso, caso queira. Um abraço, Vinícius.


  • A ansiedade patológica faz ter queda na concentração, no estudos por exemplo?

    A ansiedade patológica faz ter queda na concentração, no estudos por exemplo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, a ansiedade patológica pode afetar bastante a concentração, incluindo nos estudos. Quando a ansiedade se torna intensa e constante, pode ocupar a mente de tal forma que fica difícil focar em tarefas que exigem atenção, como ler, escrever ou resolver problemas. A mente fica sobrecarregada com preocupações, o que torna mais difícil manter a concentração e realizar atividades de maneira fluida. Se você está percebendo que isso está impactando sua vida de forma significativa, é importante refletir sobre as causas desse desconforto e procurar ajuda para entender melhor o que está por trás dessa ansiedade. A psicanálise pode ser uma forma eficaz de explorar esses sentimentos e buscar maneiras de lidar com eles. Caso queira, estou à disposição para conversar sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Não sei se a minha pergunta anterior foi enviada mas. Eu sinto como se fosse "protagonista" desse mu

    Eu sinto como se fosse "protagonista" desse mundo em que vivo, como se todo o resto parece irreal, falso, como se as coisas não fossem de verdade, as pessoas e tudo. E que se eu não existisse, esse mundo também não existiria, o que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo parece estar relacionado a uma sensação conhecida como despersonalização e desrealização. Essas experiências podem fazer com que você se sinta desconectado de si mesmo e do mundo ao seu redor, como se estivesse vivendo em um "sonho" ou em uma realidade que não parece verdadeira. Essa sensação pode surgir em momentos de estresse, ansiedade ou até como uma resposta emocional a eventos significativos. Na psicanálise, pode-se investigar como essas experiências estão ligadas à sua maneira de lidar com o mundo interno e as relações, além de tentar compreender os mecanismos inconscientes que podem estar por trás dessa percepção. Se isso está te causando desconforto, talvez seja útil explorar isso em terapia, onde podemos aprofundar na origem desse mal-estar e buscar formas de integrar melhor suas percepções com a realidade ao seu redor. Estou à disposição para conversarmos mais sobre isso, se quiser. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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