Perguntas do paciente (839)

  • Olá amigos, Tenho 64 anos, minha namorada 58 anos, juntos estamos a 4 anos.Ambos com relacionamento

    Olá amigos,
    Tenho 64 anos, minha namorada 58 anos, juntos estamos a 4 anos.Ambos com relacionamento anteriores filhos etc.Sempre falei abertamente com ela sobre relacionamentos anteriores e ela pra mim também, até então sem problemas. Aconteceu que a poucos dias soube por acaso que além dos relacionamento todos dela do passado ,teve um que não me foi compartilhado, esse foi com o irmão da melhor amiga dela...foi um choque pra mim, não sei explicar, moraram juntos , não foi um caso casual. Por outro lado ela sempre me fala dessa amiga e eu também fiquei amigo dessa amiga dela, e me falou também várias vezes desse irmão da amiga, mas de forma assim normal, que ele é um homem malandro ruim pra própria irmã e por aí.. mas acontece que na minha cabeça algo ficou perdido, sempre dei valor à honestidade e verdade mesmo que sejam difíceis de dizer, e ela sabe que sou desse modo...não estou cobrando o passado dela ( juro) até porque o fato ocorrido tem anos, não é nada recente, mas eu acho que justamente por isso eu deveria ter sido informado. Ela agora não aceita meu sentimento, diz até que é pouco coisa, não foi traição e por aí vai. Claro que não foi traição física. Mas não seria uma deslealdade dela comigo ?? Não seria uma falta de compaixão em entender agora meu sofrimento? Também quero deixar claro, que não é ciúmes o que sinto . Gosto dela sem dúvida ,mas tenho princípios que não sei se consigo superar esse fato.Disse me que não compartilhou isso comigo porque não queria ficar impedida de continuar com a amizade com essa amiga..não entendi uma vez que nunca fui ciumento ou controlador...sei lá amigos, tô confuso , mas por outro lado eu não tenho nada que desabone o comportamento dela comigo .Mas fico pensando, não seria ela uma pessoa manipuladora ?abraço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Parece que essa situação despertou muitos sentimentos e reflexões importantes para você, o que é completamente compreensível. Na psicanálise, entendemos que as reações emocionais, como a sua, podem estar ligadas ao impacto de perceber algo oculto, algo que não foi compartilhado, e ao medo de que essa omissão revele algo mais profundo. Quando falamos de honestidade, muitas vezes estamos lidando com expectativas que temos em relação ao outro e à confiança que estabelecemos no relacionamento. O fato de você ter descoberto algo por acaso pode gerar um sentimento de insegurança e de quebra de confiança, o que pode ser doloroso, especialmente quando há um princípio de transparência que você preza. No entanto, é importante também considerar que a percepção de deslealdade ou manipulação muitas vezes está vinculada a nossos próprios medos e inseguranças, e nem sempre reflete a intenção do outro. Talvez o que sua namorada não tenha considerado é o impacto que essa omissão teve em você, que é um aspecto legítimo do seu sofrimento. Esse tipo de situação envolve não só o que foi revelado, mas também como ambos lidam com as expectativas e as necessidades emocionais dentro do relacionamento. Se você sentir que esse é um tema que precisa ser explorado com mais profundidade e que a comunicação sobre seus sentimentos e princípios pode ajudar, podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Eu não consigo esquecer o passado mesmo que tento, sonho com o passado e acabo chorando o pq será?

    Eu não consigo esquecer o passado mesmo que tento, sonho com o passado e acabo chorando o pq será?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O fato de não conseguir esquecer o passado, mesmo tentando, pode estar relacionado a processos psíquicos que ainda não foram suficientemente elaborados. Muitas vezes, nossa mente tenta reprimir lembranças dolorosas ou experiências que causaram sofrimento, mas essas memórias continuam a se manifestar, inclusive nos sonhos, como uma forma de processamento emocional. O choro e a angústia que surgem nesses momentos indicam que há algo não resolvido em relação ao que aconteceu e que ainda precisa ser trabalhado para que você possa seguir em frente. No campo psicanalítico, entendemos que o inconsciente guarda esses sentimentos não resolvidos e que, ao trazê-los à tona e dar espaço para serem expressos e compreendidos, você pode começar a encontrar alívio. O fato de sonhar com o passado é um reflexo da tentativa do seu inconsciente de fazer com que você entenda e ressignifique essas experiências. Se desejar, podemos marcar uma sessão para conversar mais sobre isso e explorar o que esses sentimentos podem estar querendo lhe dizer.

    Um abraço, Vinícius.


  • Não consigo demonstrar amor pela minha namorada com toque físico. Me sinto fraca, vulnerável e tenho

    Não consigo demonstrar amor pela minha namorada com toque físico. Me sinto fraca, vulnerável e tenho vontade de arrancar minha pele fora. Ela fica muito magoada com isso, mas não sei como mudar. Isso só acontece quando estamos em público. Por que isso acontece e tem nome para isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo pode estar relacionado a uma questão emocional profunda, possivelmente ligada a sentimentos de vulnerabilidade e medo de exposição. A psicanálise sugere que essas reações podem ter origens inconscientes, ligadas a experiências passadas, onde o toque e a proximidade física podem ter sido associadas a sentimentos de fragilidade ou até a situações desconfortáveis de abandono ou rejeição. Essa dificuldade de demonstrar amor fisicamente em público pode ser uma forma de se proteger de se sentir exposta, talvez devido a inseguranças internas ou um mecanismo de defesa que surge automaticamente em situações de vulnerabilidade. O que é fundamental, nesse caso, é buscar entender o que exatamente dispara esses sentimentos e trabalhar essas questões de forma gradual e segura. Se você sentir que esse comportamento está prejudicando sua relação e seu bem-estar, podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Quais são as origens das crises existenciais? .

    Quais são as origens das crises existenciais? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! As crises existenciais geralmente surgem em momentos de grande questionamento sobre o significado da vida, o propósito pessoal ou as escolhas que fizemos. Na psicanálise, essas crises podem ter origens em conflitos internos, traumas não resolvidos ou questões relacionadas ao desenvolvimento emocional e psíquico. Às vezes, a crise está ligada à percepção de que a vida não tem um sentido claro ou que as expectativas em relação ao que deveríamos ser ou alcançar não se cumprem. Isso pode gerar uma sensação de vazio, insegurança ou angústia. Também pode estar relacionado ao confronto com a finitude da vida, a busca por identidade ou a dificuldade em lidar com mudanças significativas. A psicanálise busca entender essas questões mais profundas, acessando o inconsciente e ajudando o paciente a lidar com esses sentimentos, ao invés de simplesmente tentar eliminar a crise. Se você sentir que esses temas são algo que precisa ser explorado com mais profundidade, podemos marcar uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Como lidar com as emoções negativas? .

    Como lidar com as emoções negativas? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Lidar com as emoções negativas é um processo que exige paciência e compreensão, tanto de si mesmo quanto das situações que geram esses sentimentos. Na psicanálise, acreditamos que essas emoções não são algo a ser evitado ou reprimido, mas sim uma forma de comunicação interna, que nos revela aspectos importantes de nosso mundo psíquico. Ao invés de tentar se livrar delas imediatamente, o primeiro passo é permitir-se senti-las e refletir sobre o que elas estão nos dizendo. Muitas vezes, as emoções negativas podem estar ligadas a experiências passadas não resolvidas ou a conflitos internos, e ao trazê-las à consciência, podemos começar a trabalhar nelas de forma mais saudável. A expressão desses sentimentos, seja por meio da fala, da escrita ou da reflexão, pode ajudar a liberar a tensão emocional. Além disso, o autocuidado e a busca por momentos de relaxamento, como a meditação ou o simples descanso, também são essenciais para equilibrar essas emoções. Se precisar de apoio nesse processo, podemos marcar uma sessão para conversar sobre como essas emoções estão se manifestando e o que elas podem estar tentando revelar.

    Um abraço, Vinícius.


  • O que fazer durante o sentimento de angústia? .

    O que fazer durante o sentimento de angústia? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Durante o sentimento de angústia, a psicanálise sugere que é importante primeiro tentar compreender o que está por trás dessa sensação, pois ela muitas vezes é um reflexo de conflitos internos ou de algo não resolvido em nosso inconsciente. Tentar entender de onde vem essa angústia pode ser uma forma de aliviar seu peso. É fundamental também aceitar o sentimento de angústia sem tentar suprimi-lo imediatamente, pois ao ignorá-lo, ele tende a se intensificar. Em vez disso, permita-se sentir e explore suas emoções com curiosidade, tentando perceber se há algo que precise ser processado ou entendido. A angústia, embora desconfortável, pode ser uma oportunidade para um profundo autoconhecimento. Se quiser trabalhar esse sentimento de forma mais profunda e encontrar maneiras de lidar com ele, podemos agendar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • O que provoca uma crise existencial em uma pessoa adulta ?

    O que provoca uma crise existencial em uma pessoa adulta ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Uma crise existencial em uma pessoa adulta pode ser provocada por uma série de fatores, geralmente ligados a momentos de transição ou a confrontos internos com a vida e a morte. Na psicanálise, é comum que essa crise surja quando a pessoa começa a questionar o sentido da sua existência, suas escolhas, ou até mesmo a percepção de que a vida está passando e que algumas metas ou sonhos não foram alcançados. Questões como perdas significativas, mudanças na identidade (como o envelhecimento ou a mudança de papel social), fracassos pessoais ou profissionais, ou até mesmo o sentimento de não estar vivendo de acordo com seus próprios valores podem desencadear essa crise. Além disso, a reflexão sobre a finitude da vida e o que vem depois também é um fator que costuma gerar angústia existencial. Quando isso acontece, é importante permitir-se refletir e explorar essas questões com acolhimento e compreensão. Se você sentir que esse tema é algo que precisa ser trabalhado, podemos marcar uma sessão para conversar mais profundamente sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • O que fazer quando a crise existencial bate à porta?

    O que fazer quando a crise existencial bate à porta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A crise existencial pode ser um momento desconfortável, mas também é uma oportunidade para olhar mais profundamente para si mesmo e para o significado da vida. Na psicanálise, essas crises são vistas como um reflexo de conflitos internos, muitas vezes ligados a questões de identidade, propósito e a busca por sentido. Quando esses questionamentos surgem, é importante permitir-se explorar esses sentimentos sem pressa de encontrar respostas prontas, respeitando o tempo e o ritmo da sua reflexão. Ao invés de tentar evitar ou eliminar essa sensação, talvez o melhor seja se abrir para ela, compreendendo de onde ela vem e o que ela está tentando comunicar sobre você e sobre suas necessidades mais profundas. Se quiser falar mais sobre isso de uma maneira mais profunda e segura, podemos marcar uma sessão para trabalhar juntos nisso. Um abraço, Vinícius.


  • como lidar com a angústia da crise existencial? .

    como lidar com a angústia da crise existencial? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A angústia da crise existencial é, muitas vezes, um reflexo de questionamentos profundos sobre o sentido da vida, nosso lugar no mundo e as escolhas que fazemos. Na psicanálise, é importante não evitar essa angústia, mas permitir-se senti-la e explorá-la. Isso pode ser um espaço fértil para o autoconhecimento, pois a crise existencial muitas vezes aponta para um conflito interno ou para um aspecto da nossa vida que precisa ser reavaliado. Ao invés de buscar soluções rápidas ou respostas definitivas, é válido acolher a angústia como uma oportunidade de reflexão, permitindo que ela revele aspectos ocultos do seu inconsciente. À medida que você explora esses sentimentos, pode encontrar novos significados ou formas de lidar com eles. Caso queira falar mais sobre como lidar com essa angústia de maneira mais profunda e entender o que ela pode estar tentando lhe dizer, podemos marcar uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • O que fazer durante uma crise existencial? .

    O que fazer durante uma crise existencial? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A crise existencial pode ser um momento desconfortável, mas também é uma oportunidade para olhar mais profundamente para si mesmo e para o significado da vida. Na psicanálise, essas crises são vistas como um reflexo de conflitos internos, muitas vezes ligados a questões de identidade, propósito e a busca por sentido. Quando esses questionamentos surgem, é importante permitir-se explorar esses sentimentos sem pressa de encontrar respostas prontas, respeitando o tempo e o ritmo da sua reflexão. Ao invés de tentar evitar ou eliminar essa sensação, talvez o melhor seja se abrir para ela, compreendendo de onde ela vem e o que ela está tentando comunicar sobre você e sobre suas necessidades mais profundas. Se quiser falar mais sobre isso de uma maneira mais profunda e segura, podemos marcar uma sessão para trabalhar juntos nisso. Um abraço, Vinícius.


  • Qual é o Impacto da crise existencial na vida diária de um paciente adulto ?

    Qual é o Impacto da crise existencial na vida diária de um paciente adulto ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A crise existencial pode ter um impacto significativo na vida diária de um adulto, pois ela envolve questionamentos profundos sobre o sentido da vida, as escolhas feitas até então e a busca por um propósito mais amplo. Na psicanálise, entendemos que esse tipo de crise pode gerar uma sensação de vazio, angústia e insegurança, afetando diretamente a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros. Muitas vezes, isso pode levar a sentimentos de desânimo, dificuldade de encontrar satisfação nas atividades cotidianas, e até mesmo a uma sensação de desconexão com o mundo ao redor. A crise existencial também pode desencadear um conflito entre os desejos e as expectativas pessoais, gerando dúvidas sobre o futuro e sobre as próprias capacidades. No entanto, ela também pode ser uma oportunidade de reavaliação e crescimento, permitindo que a pessoa reconecte-se com seus valores e desejos mais profundos. Se você sentir que está passando por algo assim e gostaria de explorar isso mais profundamente, podemos agendar uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Como os psicólogos podem ajudar os seus pacientes adultos a viveram uma vida melhor ?

    Como os psicólogos podem ajudar os seus pacientes adultos a viveram uma vida melhor ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Psicólogos podem ajudar seus pacientes adultos a viverem uma vida melhor por meio da escuta atenta, empática e sem julgamentos, permitindo que o paciente se sinta acolhido e compreendido. No campo psicanalítico, acreditamos que muitas questões do presente estão ligadas a conflitos e experiências passadas que não foram totalmente elaboradas. Ao ajudar o paciente a entender essas questões, é possível promover uma maior autocompreensão e, consequentemente, um alívio dos sintomas que afetam sua qualidade de vida. Além disso, o processo terapêutico pode ajudar a pessoa a identificar padrões de comportamento e pensamentos que não estão mais funcionando para ela, oferecendo a oportunidade de reorganizar esses aspectos e construir novas formas de lidar com os desafios cotidianos. O psicólogo, assim, serve como um facilitador para que o paciente possa se tornar mais consciente de si mesmo e das suas relações com o mundo, promovendo um caminho para o autodescobrimento e o crescimento pessoal. Se sentir que pode ser útil para você, podemos marcar uma sessão para explorar esses temas e buscar formas de melhorar a sua vida.


  • É importante uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico ser acompanhada por um psicólogo ?

    É importante uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico ser acompanhada por um psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é extremamente importante que uma pessoa adulta com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) seja acompanhada por um psicólogo. A psicanálise pode ser uma ferramenta valiosa para lidar com os aspectos emocionais e psicológicos que podem surgir em uma condição crônica como essa, como a angústia, o medo da doença, a frustração com as limitações do corpo e até questões relacionadas à autoestima. O acompanhamento psicológico ajuda a entender como os sentimentos de vulnerabilidade ou medo da doença podem impactar o cotidiano e a forma como a pessoa lida com esses desafios. Ao explorar esses sentimentos, a pessoa pode encontrar formas mais saudáveis de se relacionar com sua condição e com o mundo ao seu redor. Se você sentir que isso pode ser útil, podemos marcar uma sessão para conversarmos mais sobre como a psicanálise pode ajudar nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Sou portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) , Transtor

    Sou portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) , Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Ansiedade. Tenho experiências ruins do passado, ressentimentos...Por isso que gostaria que me explicassem a Terapia Positiva para que possa melhorar os meus pensamentos e minhas atitudes no meu dia-a-dia.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Primeiramente, é importante reconhecer que suas experiências e sentimentos são válidos e podem ser compreendidos a partir de um olhar mais profundo, como a psicanálise oferece. A psicanálise acredita que muitas vezes nossos sintomas, como os que você mencionou, estão ligados a conflitos inconscientes, traumas do passado e até sentimentos não resolvidos, como os ressentimentos que você mencionou. Esses aspectos, muitas vezes, se manifestam de formas que nos impedem de viver plenamente. A psicanálise busca ajudar a trazer à tona esses sentimentos, compreendê-los e, com isso, aliviar o sofrimento que eles causam. Em vez de focar apenas no "pensamento positivo", como em outras abordagens, a psicanálise procura entender de onde esses pensamentos e comportamentos surgem e qual o papel deles na sua história de vida. Se você desejar, podemos marcar uma sessão para aprofundar mais sobre o seu caso e explorar melhor esses aspectos. Um abraço, Vinícius.


  • O stress pode ativar ou reativar o Lúpus Eritematoso Sistêmico ?

    O stress pode ativar ou reativar o Lúpus Eritematoso Sistêmico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, o estresse pode, de fato, ativar ou reativar o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Em muitos casos, o estresse emocional ou físico pode afetar o sistema imunológico e desencadear ou agravar os sintomas da doença. Isso ocorre porque, em momentos de estresse, o corpo passa a produzir substâncias inflamatórias que podem interferir nas condições autoimunes, como no caso do lúpus. A psicanálise pode ajudar a entender como o estresse emocional, os conflitos internos ou os sentimentos não resolvidos podem impactar tanto a sua saúde mental quanto física. Trabalhar essas questões de forma profunda e consciente pode auxiliar na diminuição dos efeitos negativos do estresse sobre o corpo. Se você quiser conversar mais sobre isso, podemos agendar uma sessão para explorar esses aspectos de forma mais detalhada. Um abraço, Vinícius.


  • Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cid

    Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cidade a 14 anos, recentemente fiz uma viagem pro lugar onde nasci porque minha família toda é de lá, aqui na cidade só mora eu minha e meu irmão somentes, e desde que eu voltei de viagem pra cidade eu me sinto muito abatido e solitario, as vezes sinto meu coração acelerar e fico pensando no lugar onde nasci, aqui na cidade não saio pra nenhum lugar e me sinto esquecido!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Às vezes, uma viagem não desperta apenas lembranças, mas também um sentimento de pertencimento que estava adormecido. Voltar ao lugar onde você nasceu, reencontrar a família e reviver memórias pode tornar o retorno à rotina mais difícil, principalmente quando você sente que sua vida atual é mais solitária e limitada. Essa tristeza e até a aceleração do coração podem estar relacionadas a esse processo de adaptação e à saudade do que a viagem representou para você. Talvez essa experiência tenha mostrado não apenas o que você deixou para trás, mas também o que está faltando na sua vida hoje. Se esse sentimento continuar ou estiver atrapalhando seu dia a dia, pode ser muito enriquecedor explorá-lo em psicoterapia e entender o que ele está querendo dizer sobre seus desejos e necessidades.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • Como é a qualidade de vida e sofrimento psíquico em mulheres adultas com Lúpus Eritematoso Sistêmico

    Como é a qualidade de vida e sofrimento psíquico em mulheres adultas com Lúpus Eritematoso Sistêmico ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A qualidade de vida e o sofrimento psíquico em mulheres adultas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) podem ser profundamente impactados pela natureza crônica e imprevisível da doença. A psicanálise sugere que, em muitos casos, as mulheres com LES podem enfrentar um sofrimento psíquico relacionado não só aos sintomas físicos, mas também às questões emocionais e psicológicas ligadas à imagem corporal, à sensação de vulnerabilidade e ao medo constante de crises. A experiência da doença pode trazer à tona sentimentos de impotência, angústia e até vergonha, o que pode afetar a autoestima e as relações interpessoais. Muitas vezes, a pressão para manter uma "normalidade" pode gerar um desgaste psicológico significativo. No entanto, a psicanálise pode ajudar a pessoa a compreender esses sentimentos, permitindo uma aceitação mais saudável da condição e, ao mesmo tempo, oferecendo formas de lidar com o sofrimento psíquico de maneira mais eficaz. Se você se sentir confortável, podemos agendar uma sessão para discutir mais profundamente como esses fatores estão influenciando sua qualidade de vida. Um abraço, Vinícius.


  • Oi, sou separada, mãe de uma garota de 9 anos, vai fazer 10 em maio, a coisa de um ano, minha filha

    Oi, sou separada, mãe de uma garota de 9 anos, vai fazer 10 em maio, a coisa de um ano, minha filha se escondeu no meu quarto e eu não percebi. Acabei indo pra lá com meu namorado e tivemos relação. Só depois de terminar é q vi ela escondida atraz da cortina. Eu conversei com ela, ela estava um pouco assustada, eu disse que aquilo era namoro de adultos, que não tinha nada de errado, mas ela não deveria ter visto. Depois disso outras perguntas aconteceram, mas tudo bem. Só que depois disso, qdo levo algum namorado em casa, ela me pergunta se vou namorar com ele na cama. No começo achei q era pq ela tinha visto recente, mas ja faz mais de um ano e ela ainda pergunta. Nas férias agora percebi q ela se masturba, não sei se tem haver com isso. Alguem pode me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na perspectiva psicanalítica, a curiosidade da criança em relação à sexualidade pode ser vista como um reflexo do processo natural de desenvolvimento psíquico, mas também pode revelar certas inquietações e conflitos internos gerados por experiências passadas. A descoberta que sua filha teve pode ter provocado um impacto emocional que a leva a fazer perguntas relacionadas ao comportamento que ela presenciou, tentando elaborar e entender aquilo de sua forma. A masturbação nesse contexto pode ser uma tentativa de explorar e compreender sensações corporais, o que é comum no desenvolvimento infantil, mas pode também estar relacionado à tentativa de lidar com alguma confusão emocional. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e, com acolhimento, explorar juntos as melhores formas de apoiar sua filha e também lidar com essas questões no seu ambiente familiar. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre antissocial e introvertido?

    Qual a diferença entre antissocial e introvertido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na perspectiva psicanalítica, a introversão é uma característica da organização psíquica do sujeito, marcada por um investimento maior no mundo interno do que no externo, sem necessariamente implicar em dificuldades relacionais ou comportamentos disruptivos; já o comportamento antissocial está relacionado a dificuldades na construção do laço social, podendo envolver desconsideração pelas normas e pelo outro, sendo frequentemente ligado a impulsos que não encontram elaboração simbólica e acabam se manifestando de maneira agressiva ou transgressora. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e explorar como essas questões aparecem na sua vivência. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre timidez e introversão? .

    Qual a diferença entre timidez e introversão? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A timidez e a introversão são conceitos distintos, embora muitas vezes sejam confundidos, pois ambos envolvem uma certa dificuldade de lidar com interações sociais, mas têm origens e manifestações diferentes. A timidez é uma característica emocional, frequentemente associada ao medo ou insegurança diante de situações sociais. A pessoa tímida sente desconforto ou ansiedade em ambientes sociais, muitas vezes com o receio de ser julgada ou rejeitada pelos outros. Esse medo pode ser temporário ou presente em situações específicas. Já a introversão é um traço de personalidade mais profundo, relacionado à forma como a pessoa recarrega suas energias. Introvertidos tendem a se sentir mais à vontade em ambientes calmos e a preferir momentos de solitude ou interações mais profundas com um número reduzido de pessoas. Eles não necessariamente sentem medo de interações sociais, mas simplesmente não têm a mesma necessidade de estimulação social que os extrovertidos. Se você sentir que a timidez ou a introversão está gerando sofrimento ou dificuldades, podemos conversar mais sobre isso em uma sessão. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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