Perguntas do paciente (839)

  • Qual a diferença entre neurose fóbica e histérica?

    Qual a diferença entre neurose fóbica e histérica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A diferença entre a neurose fóbica e a neurose histérica é abordada de maneira detalhada na psicanálise, e cada uma delas envolve mecanismos psíquicos distintos, embora ambas possam resultar em sintomas de sofrimento e angústia. Na neurose fóbica, o principal sintoma é o medo irracional e persistente de algo específico, como lugares, objetos ou situações. Esse medo pode ser tão intenso que leva o indivíduo a evitar os gatilhos da fobia, mas, ao contrário da psicose, a pessoa ainda mantém uma certa percepção da realidade, reconhecendo a irracionalidade de seus medos. Já a neurose histérica é marcada por uma expressão emocional exagerada, onde os sintomas físicos (como paralisias, cegueira ou outros distúrbios somáticos) não têm uma causa orgânica, mas são manifestações simbólicas de conflitos psíquicos não resolvidos. Na histérica, a angústia é transformada em sintomas físicos como uma forma de expressão de desejos ou emoções reprimidas. Ambas as neuroses indicam um sofrimento psíquico, mas enquanto a fobia está mais ligada ao medo e à evitação, a histeria está mais ligada à expressão simbólica do conflito interno. Se você quiser entender mais sobre esses aspectos e como eles podem se manifestar na sua vida, podemos agendar uma sessão para conversar mais profundamente. Um abraço, Vinícius.


  • O que é o determinismo psíquico? .

    O que é o determinismo psíquico? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O determinismo psíquico é um conceito central na psicanálise que sugere que nossos pensamentos, emoções e comportamentos não são aleatórios, mas estão, na verdade, profundamente influenciados por processos inconscientes, como experiências passadas, traumas e desejos reprimidos. Segundo essa ideia, as ações e reações de uma pessoa não acontecem por acaso, mas são o resultado de dinâmicas psíquicas complexas, muitas vezes fora da nossa consciência. Em outras palavras, o que acontece em nossa mente, incluindo os sintomas psíquicos, não é fruto do acaso, mas sim de um determinismo interno, que está vinculado às nossas histórias e conflitos internos. Essa perspectiva permite que, ao explorar esses aspectos inconscientes, possamos entender melhor nossas ações e, assim, encontrar maneiras de transformar ou lidar com eles de forma mais saudável. Se você quiser aprofundar mais sobre isso, podemos marcar uma sessão para conversar melhor. Um abraço, Vinícius.


  • O que falar na terapia psicanalítica? .

    O que falar na terapia psicanalítica? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na terapia psicanalítica, é importante que você se sinta à vontade para expressar qualquer pensamento ou sentimento que surja, sem se preocupar em censurá-los ou ajustá-los. O espaço é livre para você falar sobre tudo o que vem à mente, desde questões mais profundas até situações do cotidiano, pois na psicanálise acreditamos que até os detalhes aparentemente simples podem ter um significado importante. É comum que surjam sonhos, lembranças ou até pensamentos espontâneos que, ao serem compartilhados, podem trazer à tona questões inconscientes que ajudam a entender melhor a dinâmica interna que está em jogo. Se você não souber por onde começar, pode começar falando sobre como tem se sentido ou o que está te incomodando no momento. A ideia é que você se sinta acolhido e escutado, para que juntos possamos explorar suas questões de maneira respeitosa e cuidadosa. Podemos marcar uma sessão para conversar mais sobre isso e esclarecer todas as suas dúvidas.

    Um abraço, Vinícius.


  • Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de person

    Como a psicanalise trabalha com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e com o Transtorno de personalidade borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na psicanálise, tanto o TOC quanto o TPB são compreendidos a partir da estrutura psíquica e dos conflitos inconscientes que sustentam os sintomas. No TOC, a compulsão e a obsessão são formas de lidar com angústias profundas, muitas vezes relacionadas a conflitos reprimidos e à tentativa de controle sobre o desejo e a falta; a escuta psicanalítica busca trazer à tona os significados inconscientes dessas repetições e auxiliar na elaboração dessas questões. Já no TPB, marcado por intensas oscilações emocionais e dificuldades nos vínculos, a psicanálise entende a instabilidade como expressão de angústias primitivas e de dificuldades na constituição do eu, trabalhando para que o sujeito possa construir uma relação mais integrada consigo mesmo e com os outros. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e explorar essas questões com maior profundidade. Um abraço, Vinícius.


  • Quais são as técnicas usadas na psicanálise? .

    Quais são as técnicas usadas na psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A técnica psicanalítica é regida por alguns princípios fundamentais que visam criar um ambiente seguro e propício para o processo terapêutico. Um dos principais aspectos é o "contra-transferência", onde o psicanalista deve estar atento às suas próprias reações e sentimentos em relação ao paciente, para que eles não interfiram no tratamento. Outra regra importante é o "livre-associar", onde o paciente é incentivado a expressar seus pensamentos sem censura, permitindo que o inconsciente se revele. A "neutralidade" do analista também é essencial, ou seja, o psicanalista deve manter uma postura imparcial, sem impor juízos de valor, para que o paciente se sinta livre para explorar seus sentimentos e pensamentos. Além disso, a "transferência" é um fenômeno crucial, onde o paciente projeta sentimentos do passado em relação a pessoas significativas em sua vida para o analista, o que é um espaço vital para o trabalho psicanalítico. Essas regras têm o objetivo de criar um espaço de confiança e abertura para que o inconsciente do paciente possa ser explorado. Se você tiver mais interesse em entender como isso pode se aplicar à sua experiência, podemos marcar uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Quais são as regras da técnica psicanalítica? .

    Quais são as regras da técnica psicanalítica? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A técnica psicanalítica é regida por alguns princípios fundamentais que visam criar um ambiente seguro e propício para o processo terapêutico. Um dos principais aspectos é o "contra-transferência", onde o psicanalista deve estar atento às suas próprias reações e sentimentos em relação ao paciente, para que eles não interfiram no tratamento. Outra regra importante é o "livre-associar", onde o paciente é incentivado a expressar seus pensamentos sem censura, permitindo que o inconsciente se revele. A "neutralidade" do analista também é essencial, ou seja, o psicanalista deve manter uma postura imparcial, sem impor juízos de valor, para que o paciente se sinta livre para explorar seus sentimentos e pensamentos. Além disso, a "transferência" é um fenômeno crucial, onde o paciente projeta sentimentos do passado em relação a pessoas significativas em sua vida para o analista, o que é um espaço vital para o trabalho psicanalítico. Essas regras têm o objetivo de criar um espaço de confiança e abertura para que o inconsciente do paciente possa ser explorado. Se você tiver mais interesse em entender como isso pode se aplicar à sua experiência, podemos marcar uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Quais são os pilares da psicanálise? .

    Quais são os pilares da psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Os pilares da psicanálise podem ser entendidos como os conceitos fundamentais que sustentam a teoria e a prática psicanalítica. O primeiro deles é o inconsciente, que é a parte da mente onde estão guardados desejos, medos e experiências reprimidas que influenciam nossos comportamentos e pensamentos, muitas vezes sem que tenhamos consciência disso. O segundo pilar é a transferência, que se refere ao processo pelo qual sentimentos, emoções e padrões de relacionamento do paciente com figuras significativas do passado são projetados sobre o terapeuta durante o tratamento. A resistência é outro pilar importante, representando os mecanismos de defesa que o paciente utiliza para evitar a dor emocional ou os conflitos internos que surgem durante o processo terapêutico. Por fim, a interpretação é a técnica usada pelo psicanalista para ajudar o paciente a compreender esses elementos inconscientes, por meio da análise dos sonhos, atos falhos e associações livres. Esses pilares formam a base da psicanálise e ajudam a entender o funcionamento psíquico profundo do indivíduo. Se você quiser explorar mais esses conceitos, podemos marcar uma sessão para conversar melhor. Um abraço, Vinícius.


  • Transtorno de ansiedade com Desrealização tem como melhorar?

    Transtorno de ansiedade com Desrealização tem como melhorar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O transtorno de ansiedade com desrealização é uma condição em que a pessoa experimenta uma sensação de desconexão ou distorção da realidade, como se o mundo ao seu redor fosse irreal ou distante, o que pode ser muito angustiante. Isso geralmente está associado a níveis elevados de estresse ou ansiedade, onde a mente tenta lidar com a sobrecarga emocional de uma maneira que gera essas percepções alteradas. Na psicanálise, entendemos que essa experiência pode ser uma defesa psíquica diante de um conflito interno, um modo da mente tentar se proteger de um sofrimento que parece insuportável. Trabalhar esses sentimentos e entender suas origens pode ajudar a restaurar uma sensação de segurança e conexão com o presente. O tratamento psicanalítico visa, além de aliviar os sintomas, também proporcionar uma compreensão mais profunda do que está por trás desses estados de desrealização. Se quiser explorar isso mais profundamente e buscar formas de melhorar esse quadro, podemos marcar uma sessão para investigar o que está acontecendo e como podemos trabalhar juntos nesse processo.

    Um abraço, Vinícius.


  • Um Psicólogo pode chorar na frente de um paciente?

    Um Psicólogo pode chorar na frente de um paciente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A questão de um psicólogo chorar na frente de um paciente pode despertar muitas reflexões sobre os limites da relação terapêutica. Em um contexto psicanalítico, o psicólogo também é humano, e suas emoções podem emergir de forma natural ao ouvir e compreender o sofrimento de um paciente. No entanto, a função do psicólogo é sempre manter a sua postura profissional e garantir que suas próprias emoções não interfiram no processo terapêutico. Chorar pode ser um sinal de empatia e de compreensão profunda, mas é importante que o psicólogo saiba distinguir entre o que é do paciente e o que é dele, para que a dinâmica da terapia se mantenha focada no paciente. Cada caso é único, e a emoção do terapeuta deve ser acompanhada de perto para garantir que o foco permaneça no apoio ao paciente. Se isso acontecer, é essencial que o psicólogo reflita sobre o impacto desse momento e como ele pode ajudar o paciente a processar suas próprias emoções. Se você sentir que algo assim ocorreu em sua terapia, seria interessante conversar sobre isso com o profissional, para que possam explorar o significado e as implicações desse momento.

    Um abraço, Vinícius.


  • estou com medo dos meus próprios pensamentos. Em um certo dia eu estava na universidade e estava ol

    estou com medo dos meus próprios pensamentos.
    Em um certo dia eu estava na universidade e estava olhando as pessoas, mas do nada na minha mente veio sobre "e se eu trair meu namorado?", algo que eu jamais tinha pensado, nunca nem fui de ficar por ficar, tive tanto medo desse pensamento, que passei meses com medo de algo acontecer, sendo que eu jamais tive esse pensamento, nunca tive vontade disso, meu namorado pra mim é tudo, prezo pelo meu relacionamento, pois ele é incrível, me trata bem e é tudo pra mim. Tenho medo de ter afetado meus valores, agora tenho medo até de olhar pra outro homem e sentir atração, medo de achar pessoas bonitas, medo de alguém mandar mensagem flertando comigo, sendo que quando as vezes esqueço desse pensamento, nada acontece, mas quando lembro, evito olhar pra tudo. Me sinto culpada, eu não quero ter traído meu namorado, ou que algo aconteça.
    Me ajudem, me sinto tão ansiosa com isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É completamente compreensível que você se sinta angustiada com esses pensamentos, principalmente quando eles são tão opostos aos seus valores e ao que você realmente deseja. Muitas vezes, a mente pode trazer à tona ideias ou imagens que nos causam desconforto, e isso não significa que as desejamos ou que temos intenções relacionadas a elas. Pelo contrário, é possível que o medo de ser infiel esteja relacionado ao seu grande apreço pelo relacionamento e à preocupação com a possível perda ou o impacto disso.

    Esses pensamentos geram um ciclo de ansiedade que, muitas vezes, só se fortalece ao tentar evitá-los. A psicanálise nos ajuda a compreender que esses pensamentos não são necessariamente algo que controlamos diretamente, mas sim manifestações do inconsciente que precisam ser observadas e entendidas. O importante é não se punir por senti-los, pois isso só intensifica o medo. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso, para que você possa entender melhor o que está por trás dessa angústia e como lidar com ela de forma mais tranquila.

    Um abraço, Vinícius.


  • Eu tenho problemas com ansiedade a muito tempo, e isso tá me afetando de mais, por mais que respire

    Eu tenho problemas com ansiedade a muito tempo, e isso tá me afetando de mais, por mais que respire fundo ou penso em algo positivo, a ansiedade nunca para, e eu descobri que tenho fobia social, eu não saio de casa por nada, a não ser ir pra escola, e minhas aulas voltaram ontem, faltei por outro motivo, e hoje faltei de novo porque minha ansiedade atacou muito ao ponto de eu passar mal, eu não sei se tem algo haver com a fobia social, porque toda vez que vou sair eu fico ansiosa e fico enjoada; eu não consigo também comer em lugares públicos porque eu fico enjoada e tenho vontade de vomitar, eu tenho esses problemas desde os meus 10 anos...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na perspectiva psicanalítica, a ansiedade prolongada e a fobia social podem ser entendidas como expressões de conflitos internos que se desenvolvem ao longo do tempo, muitas vezes associados a experiências precoces e defesas inconscientes que se manifestam tanto no corpo quanto na mente, e a sensação de mal-estar, enjoo e a dificuldade de se alimentar em público podem refletir uma tentativa de lidar com esses sentimentos de forma simbólica. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e explorar, de forma acolhedora, os significados mais profundos dessas vivências em seu mundo interno. Um abraço, Vinícius.


  • Como tratar pessoas com deficiência intelectual que é infantilizada ?

    Como tratar pessoas com deficiência intelectual que é infantilizada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Quando uma pessoa com deficiência intelectual é infantilizada, isso pode estar relacionado a um processo em que ela é tratada de maneira excessivamente protetora e com expectativas muito baixas, desconsiderando suas capacidades reais. Na psicanálise, é importante compreender como isso impacta a autoimagem da pessoa, que pode começar a se ver como incapaz ou dependente, mesmo que tenha mais potencial do que lhe é atribuído. O ideal é tratá-la com respeito à sua individualidade, reconhecendo suas capacidades e limites, mas sem reduzir sua dignidade e autonomia. Isso pode envolver, por exemplo, promover a comunicação mais clara, permitir escolhas e decisões dentro do possível e, acima de tudo, tratar com empatia e compreensão, respeitando o ritmo de cada um. Se você quiser conversar mais sobre como lidar com essa situação de forma mais eficaz, podemos marcar uma sessão para isso. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre deficiência intelectual e dificuldade de aprendizagem?

    Qual a diferença entre deficiência intelectual e dificuldade de aprendizagem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A diferença entre deficiência intelectual e dificuldade de aprendizagem está no grau de impacto que cada uma tem no funcionamento cognitivo da pessoa. A deficiência intelectual é caracterizada por um funcionamento intelectual abaixo da média, com dificuldades significativas em áreas como raciocínio, resolução de problemas e habilidades adaptativas (como comunicação e cuidados pessoais). Ela está presente desde o desenvolvimento inicial e afeta a capacidade de aprender de maneira geral, exigindo apoio contínuo ao longo da vida. Já a dificuldade de aprendizagem refere-se a problemas específicos no processo de aquisição de habilidades acadêmicas, como leitura, escrita ou matemática, que não são explicados por deficiência intelectual, déficits sensoriais ou dificuldades emocionais. A pessoa com dificuldade de aprendizagem pode ter inteligência normal, mas apresenta obstáculos em áreas específicas do aprendizado, o que requer estratégias educacionais diferenciadas. Caso queira explorar mais sobre essas questões, podemos marcar uma sessão para conversar mais profundamente. Um abraço, Vinícius.


  • Uma pessoa pode ter transtorno de personalidade borderline e transtorno obsessivo-compulsivo simulta

    Uma pessoa pode ter transtorno de personalidade borderline e transtorno obsessivo-compulsivo simultaneamente? Como essa combinação pode impactar seu comportamento em relacionamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, uma pessoa pode ter transtorno de personalidade borderline (TPB) e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ao mesmo tempo, embora sejam condições com características distintas. O TPB envolve instabilidade emocional, medo intenso de abandono, impulsividade e dificuldades nos relacionamentos, enquanto o TOC se manifesta por meio de obsessões e compulsões que visam reduzir a ansiedade. Essa combinação pode impactar os relacionamentos de maneira intensa, pois a pessoa pode oscilar entre uma necessidade extrema de proximidade e crises de dúvida e rigidez mental geradas pelo TOC. Isso pode levar a padrões de conflito, insegurança e medo de perder o outro, além de rituais obsessivos que podem influenciar a dinâmica do casal. Se isso tem sido um desafio para você, um espaço de escuta psicanalítica pode ajudar a compreender melhor essas questões e encontrar formas de lidar com elas. Estou à disposição para conversarmos mais sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • De que forma a criação de conexões significativas pode influenciar positivamente o amor-próprio?

    De que forma a criação de conexões significativas pode influenciar positivamente o amor-próprio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A criação de conexões significativas tem um impacto profundo no amor-próprio, pois o reconhecimento e a validação que recebemos dos outros ajudam a construir uma imagem mais positiva de nós mesmos. Quando nos sentimos compreendidos e aceitos em nossas relações, desenvolvemos um senso de pertencimento que reforça nossa autoestima. Além disso, relações saudáveis oferecem espelhos emocionais nos quais podemos nos enxergar de maneira mais compassiva, reconhecendo nosso valor além das autocríticas internas. Se você sente dificuldades nessa área, explorar essas questões em um processo terapêutico pode ser muito enriquecedor. Estou à disposição para conversarmos melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?

    Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é oficialmente dividido em subtipos nos manuais diagnósticos, mas alguns pesquisadores e clínicos sugerem categorias para entender melhor as variações do quadro. Theodore Millon, por exemplo, propôs subtipos como o impulsivo, o desencorajado, o autodestrutivo e o petulante. Essas variações refletem diferentes formas de lidar com instabilidade emocional, impulsividade e relações interpessoais. Entretanto, o diagnóstico e o tratamento devem considerar cada pessoa de forma única, pois o TPB se manifesta de maneira distinta para cada indivíduo. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição. Um abraço, Vinícius.


  • Namoro a quase 2 anos mas não me sinto à vontade com meu namorado, sinto que nunca consegui ser eu m

    Namoro a quase 2 anos mas não me sinto à vontade com meu namorado, sinto que nunca consegui ser eu mesma, tenho dificuldade até de conversar sobre coisas simples, acho que tem relação com ele ser mais velho e já termos brigado por essa diferença de idade onde ele me coloca como imatura, enfim não consigo conversar com ele sobre nada e me sinto mal por isso, ele tbm não conversa muito comigo quando falou alguma coisa ou ele me contraria ou nem responde, conversamos mais por mensagem e ainda assim quase nunca é um assunto sério mesmo nos vendo toda semana

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Pelo que você descreve, parece que essa relação tem sido um espaço onde você não se sente plenamente à vontade para ser quem é. O fato de sentir dificuldade para conversar, especialmente sobre coisas simples, e perceber que ele não dá abertura ou desvaloriza suas falas pode ser um sinal de que essa dinâmica está te fazendo mal. Relações saudáveis devem permitir trocas genuínas, onde ambas as partes se sintam ouvidas e respeitadas. Vale a pena refletir sobre o que te prende a esse namoro e se ele realmente te proporciona crescimento e bem-estar. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou disponível para te ajudar a entender esse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Como lidar com isolamento social e multipotencialidade em um adulto com SD/AH?

    Como lidar com isolamento social e multipotencialidade em um adulto com SD/AH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O isolamento social em adultos com Síndrome de Asperger (SD) e Altas Habilidades (AH) pode ser desafiador, especialmente quando a multipotencialidade leva a interesses diversos, mas dificuldade em se conectar socialmente. Criar espaços onde você possa expressar seus interesses com pessoas que compartilham das mesmas paixões pode ajudar a reduzir o isolamento. Grupos online, encontros presenciais voltados para suas áreas de interesse e até a terapia podem auxiliar nesse processo. Além disso, estabelecer pequenas metas sociais e praticar interações em ambientes seguros pode tornar a socialização mais confortável. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição. Um abraço, Vinícius.


  • Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com algué

    Não consigo me relacionar com ninguém por simplesmente não sentir nada. Começo a conversar com alguém e simplesmente enjoou ou não gosto, não sinto afeto ou carinho

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sentir essa falta de conexão afetiva pode ser algo angustiante, especialmente se você deseja estabelecer laços mais profundos com alguém. Muitas vezes, essa dificuldade pode estar relacionada a aspectos inconscientes, a experiências passadas ou até a mecanismos de defesa que se formaram ao longo da vida. A psicanálise pode ajudar a compreender melhor o que pode estar por trás desse bloqueio e como ele se manifesta em suas relações. Podemos marcar uma sessão para explorar isso com mais profundidade e entender juntos o que pode estar acontecendo. Um abraço, Vinícius.


  • Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar

    Gosto usar fraldas, algumas vezes usar mamadeira e chupetas. Estou ficando doido? Também gosto usar calcinhas e roupas femininas. Já fiz tratamentos psicológicos e psiquiatras, mas, não libertei. Sou casado e enfrento problemas de rejeição familiares sobre isso. Ten vezes que me controlo, mas, tem vezes que me descontrolo. O maior problema é que me exponho deixandoaparecera bairadada calcinhaou da fralda. Tenho esperança de cura ou é melhor me internar no hospício? Tenho medo de procurar um fim drástico.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve pode estar ligado a aspectos profundos da sua história e do seu inconsciente, e não significa que você esteja "doido" ou que precise de internação. Seus desejos e hábitos podem ser compreendidos dentro da psicanálise como expressões de algo mais profundo, que merece ser explorado sem julgamento. O mais importante é entender como isso afeta sua vida, seu bem-estar e seus relacionamentos, e encontrar formas de lidar com esses sentimentos de maneira que não lhe causem sofrimento. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e ajudar você a se entender de forma mais acolhedora. Estou à disposição para te acompanhar nesse caminho. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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