Perguntas do paciente (839)

  • Meu namorado possui o transtorno de personalidade borderline e sofro muito com perguntas dobre meu p

    Meu namorado possui o transtorno de personalidade borderline e sofro muito com perguntas dobre meu passado, ciúmes retroativo com muitas perguntas e de forma repetida (TOC). No inicio não me senti a vontade de contar algumas coisas, o que deixou tudo pior, após contar. Ele me perguntar tanto e tantos detalhes sobre o meu passado trouxe prejuízos para a nossa relação hoje, no qual é desconfiado, ciumento, me julga a todo momento e me acusa injustamente. Como lidar? como fazer para melhorar a relação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá,
    Obrigado por compartilhar sua experiência e suas preocupações.
    Relacionamentos marcados por desconfiança, controle e acusações frequentes podem gerar um ciclo de sofrimento para ambos. Essas dinâmicas, muitas vezes, refletem questões inconscientes, tanto suas quanto de seu parceiro, que precisam ser exploradas e compreendidas. No caso do seu namorado, os comportamentos obsessivos e ciumentos podem ser manifestações de angústias profundas relacionadas ao medo de abandono ou sentimentos de inadequação.
    Para lidar com isso, o primeiro passo é buscar um espaço de escuta e reflexão para você mesma. A terapia pode te ajudar a entender o impacto desse relacionamento na sua saúde emocional, a fortalecer seus limites e a refletir sobre o que é aceitável e saudável em uma relação.
    É importante também observar se os padrões do relacionamento estão causando um desgaste emocional excessivo ou impedindo que você se sinta respeitada e acolhida.
    Se precisar de um espaço para explorar suas emoções e elaborar essa situação, estarei à disposição para ajudá-la.

    Um abraço,
    Vinícius.


  • Ontem experenciei algo que só aconteceu 1 vez, cerca de 3 anos atrás, de forma bem mais leve do que

    Ontem experenciei algo que só aconteceu 1 vez, cerca de 3 anos atrás, de forma bem mais leve do que dessa vez que eu vou detalhar aqui (o que aconteceu ontem.). Devido a palavras ásperas de minha mãe, comecei a sentir falta de ar, dificuldade de respirar, cada palavra fazia meu corpo doer e meus ouvidos tinirem, senti como se estivessem espetando várias agulhas nos meus braços, percebi que meus dedos das mãos estavam gelados também, e senti uma tristeza muito grande no momento por não me sentir compreendida. Então, eu comecei a gritar muito, de uma forma que nunca tinha antes, até fiquei assustada comigo mesma. Parecia que tava passando muito tempo e eu nao parava de gritar sabe? Fiquei meio agressiva mas não me permiti agredir minha mãe ou a mim. Eu não sei oq foi isso, não sei o nome que se dá a isso, mas sei que isso não é normal. Quero muito saber o que eu faço diante disso que aconteceu, pois não quero que se repita.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Obrigado por compartilhar o que você viveu, sei que não é fácil expor uma experiência tão intensa e carregada de emoções. Em primeiro lugar, quero te tranquilizar quanto a isso. O que você me descreveu pode estar relacionado a um episódio de uma crise emocional intensa, como um ataque de pânico ou uma descarga emocional, algo que acontece quando acumulamos sentimentos difíceis ao longo do tempo.
    Isso ter acontecido pode ser um sinal forte de que há questões emocionais que precisam ser trabalhadas mais profundamente. A sua percepção de que “isso não é normal” é muito válida e, de fato, merece atenção. O mais importante agora é buscar acolher essas emoções sem julgamento e começar a explorar os fatores que contribuíram para esse episódio.
    Recomendo que você procure um acompanhamento psicológico. Por meio da psicoterapia podemos identificar as causas desse sofrimento, fortalecer seu autocontrole emocional e desenvolver maneiras mais saudáveis de lidar com essas situações.
    Estarei aqui para ajudá-la nesse processo, caso sinta que posso ser útil. Fique à vontade para me contatar novamente.
    Abraço,
    Vinícius


  • Tenho 34 anos sou solteira mais minha relação sexual é bem ativa sinto bastante prazer mais não cheg

    Tenho 34 anos sou solteira mais minha relação sexual é bem ativa sinto bastante prazer mais não chego ao orgasmo isso é normal as vezes minto que gozei mais não gozei oque eu fasso
    Não consigo me tocar já tentei mais não é a mesma coisa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá,
    Fico feliz com a sua mensagem e com a sua dúvida. Existem diversos fatores que, ligados à sua sexualidade, contribuem para que você tenha, ou não, um orgasmo. Dentre eles o fatos psicológico é um que se destaca.
    A dificuldade em se tocar ou a sensação de que o prazer é diferente ao tentar isso pode estar ligada à relação que você tem com o próprio corpo e com as expectativas criadas ao longo do tempo. Fingir um orgasmo, por exemplo, pode ser uma forma de tentar atender a expectativas da outra pessoa, mas também um sinal de que talvez exista algo não dito ou não elaborado em relação à sua vivência sexual.
    Nesse sentido, buscar um espaço terapêutico pode ser muito benéfico para entender melhor os bloqueios ou desconfortos que surgem, e para se reconectar de forma mais plena com seu próprio prazer. O trabalho com um psicólogo permite investigar essas questões em profundidade, ajudando você a compreender e transformar padrões que possam estar dificultando essa vivência.
    Lembre-se de que a sexualidade é um campo vasto e dinâmico, e um processo de autoconhecimento pode abrir caminhos para uma experiência mais livre e satisfatória.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Como deixar de me tocar?? Estou viciado nisso, sinto desejo por quase toda garota/mulher, Até por mu

    Como deixar de me tocar?? Estou viciado nisso, sinto desejo por quase toda garota/mulher, Até por mulheres que não conheço, isso tá me atrapalhando no relacionar em qualquer sentido com pessoas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá,
    A intensidade do desejo e a frequência com que você sente a necessidade de se tocar podem estar ligadas para questões mais profundas que vão além disso. Na psicologia, entendemos que a sexualidade e o desejo não são apenas físicos, mas também emocionais, simbólicos e inconscientes.

    Sentir-se constantemente dominado por impulsos pode ser um sinal de que existem tensões internas ou insatisfações que buscam sair através do corpo. Esse comportamento pode estar ocupando um lugar de compensação, alívio ou fuga em relação a outras dificuldades, como lidar com a intimidade, ansiedade ou até mesmo sentimentos que você ainda não entende.

    O primeiro passo para transformar essa situação é buscar um espaço para se sentir confortável para conversar sobre isso. Podemos investigamos os significados por trás do comportamento e trabalhamos para que você possa redirecionar sua energia de forma mais consciente e saudável. Isso não significa necessariamente “parar de se tocar”, mas entender por que isso está acontecendo.
    Reconhecer que isso está afetando seus relacionamentos já é um grande passo. Agora procure ajuda profissional para encontrar formas de lidar com o que está dificultando suas conexões e sua vivência afetiva.
    Se precisar de apoio para elaborar melhor suas emoções e estratégias, estarei aqui para te ajudar.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Boa tarde! Mim ajuda por favor! Aos 14 anos de idade eu comecei a masturbação. Aos 27 anos comec

    Boa tarde!
    Mim ajuda por favor!

    Aos 14 anos de idade eu comecei a masturbação. Aos 27 anos comecei tentar parar e não consegui, como sou cristão desejo muito participar das coisas da igreja sem viver nessa prática de masturbação, eu não consigo diferenciar um pensamento de pecado e isso mim atormenta!
    Hoje tenho 39 anos e tô na luta para mim libertar desse vício, passei no psicólogo, este mim disse que eu tinha um quadro ansioso. Eu até consigo ficar sem pornografia o desafio é deixar a masturbação, fico no máximo 12 dias e retorno novamente! Mim ajuda, por favooooooooor!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá,
    A dificuldade que você descreve reflete um conflito profundo entre seus valores pessoais e religiosos e um comportamento que, para você, tornou-se difícil de controlar. Esse tipo de conflito pode gerar sentimentos de culpa e sofrimento, mas é importante compreender que ele também pode ser uma oportunidade para explorar mais profundamente suas emoções, desejos e necessidades. A masturbação pode estar relacionada à tentativa de aliviar tensões internas, lidar com ansiedades ou buscar uma forma de conforto emocional. O que está em jogo não é apenas o ato em si, mas os significados que ele carrega para você e como ele se conecta com suas expectativas, crenças e história pessoal.
    É fundamental criar um espaço para refletir sem julgamentos sobre o que você sente e deseja, e sobre como suas crenças podem estar contribuindo para o ciclo de sofrimento. Isso não significa abrir mão de sua fé, mas sim compreender como ela pode coexistir com a aceitação e o cuidado consigo mesmo.
    Você já demonstrou grande coragem ao buscar ajuda profissional e ao tentar lidar com essa questão. Continuar esse processo, possivelmente com um psicólogo que possa ajudá-lo a explorar esses conflitos mais profundamente, pode ser um caminho para construir um relacionamento mais saudável consigo mesmo e com sua espiritualidade. Lembre-se de que o autoconhecimento é um processo, e você está no caminho certo ao buscar compreensão e transformação.
    Se precisar de um espaço para explorar suas emoções e elaborar essa situação, estarei à disposição para ajudá-lo!
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Minha pergunta é perspectiva E talvez seja uma das respostas do tema aqui discutido Tratamento p

    Minha pergunta é perspectiva
    E talvez seja uma das respostas do tema aqui discutido
    Tratamento profissional ou auto tratamento
    Pois o que se responde perante a tal problema
    Só apenas aumenta questões internas
    Só trás um dilúvio de dúvidas
    Sendo que por muitas vezes não acrescenta no que é visualizado pelo coautor
    Agora a pergunta.....
    Será que apenas não está dentro de nossas convicções a resposta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A questão que você traz é muito interessante e profunda. Quando enfrentamos problemas emocionais e psicológicos, muitas vezes nos vemos em um dilema entre buscar ajuda profissional e tentar resolver as questões sozinhos. Na psicanálise, acreditamos que a resposta para muitos desses conflitos não está necessariamente nas nossas convicções conscientes, mas sim no que está no inconsciente, que pode influenciar nossas ações, pensamentos e até a maneira como lidamos com nossas dificuldades. O autoatendimento, sem uma compreensão profunda dessas questões internas, pode muitas vezes levar a um ciclo de dúvidas e frustrações, pois o entendimento superficial nem sempre é suficiente para resolver os problemas. O trabalho terapêutico permite que você explore essas questões mais profundas e encontre respostas que muitas vezes não são acessíveis de forma imediata. Podemos explorar mais isso em uma sessão, se você desejar. Um abraço, Vinícius.


  • Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho qu

    Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho que nunca vou conseguir amar ninguém. Estou namorando mas só consigo enxergar os defeitos do meu namorado. Não quero terminar com ele, mas estou muito infeliz. Sofri muito maus tratos por parte da minha mãe, será que isso pode ter alguma relação com a minha dificuldade em amar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, O impacto de uma relação difícil com a figura materna, especialmente com uma mãe que apresenta traços narcisistas, pode, sim, refletir profundamente na forma como você se relaciona com os outros, especialmente em relacionamentos amorosos. Quando a infância é marcada por experiências de crítica constante ou amor condicionado, é comum que isso afete a percepção de afeto, segurança emocional e, muitas vezes, a capacidade de confiar ou amar plenamente.

    Enxergar apenas os defeitos do seu namorado pode ser um reflexo de um mecanismo de proteção inconsciente, uma forma de evitar se machucar ou se envolver profundamente, como uma armadura emocional. Essa dificuldade em se sentir plena no relacionamento não significa que você não é capaz de amar, mas que ainda está processando feridas do passado que podem estar interferindo no presente.

    Ser gentil consigo mesma nesse processo é fundamental. Compreender o que aconteceu, reconhecer como isso te impactou e, pouco a pouco, reconstruir a forma como você enxerga o amor e as relações é um caminho possível. A terapia pode ser uma aliada poderosa para explorar essas questões e encontrar um jeito mais leve e autêntico de viver seus relacionamentos.

    Você não está sozinha nisso, e trabalhar essas dificuldades pode transformar não só como você se relaciona com os outros, mas, principalmente, como você se relaciona consigo mesma. Se precisar de um espaço para acolher esses sentimentos, podemos caminhar juntas para entender e aliviar esse peso. Um abraço, Vinícius.


  • Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do m

    Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do meu pai, já tem 8 anos que ele se foi) eu não consigo dormir sozinha mesmo com sono, nesses casos o cansaço que me vence quando já está amanhecendo. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sua experiência parece estar profundamente ligada a algo muito significativo para você, como a perda do seu pai e os episódios de alucinações que ocorreram depois. É comum que eventos marcantes e dolorosos despertem reações intensas, que podem incluir dificuldades para dormir ou até medo de ficar sozinho. Esses sentimentos, mesmo que desconfortáveis, podem estar tentando expressar algo que ainda não foi totalmente compreendido ou elaborado internamente.

    Na psicanálise, trabalharíamos juntos para explorar esses momentos da sua vida, os significados que eles carregam e como se relacionam com suas emoções atuais. A insônia e o medo podem ser manifestações de algo mais profundo que precisa ser ouvido e acolhido. Não há uma solução rápida, mas entender o que está por trás desses sentimentos pode trazer um alívio genuíno e duradouro.

    Se você quiser, marque uma consulta. Esse espaço pode ser muito valioso para você transformar essa relação com o sono e com esses medos. Um abraço, Vinícius.


  • Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não

    Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não consigo me sentir bem no meio social, onde sinto que por muitas vezes a minha "bateria" acaba e preciso me ausentar o quanto antes do local, preciso ficar isolada/em um canto. Sinto que não consigo me manter com habilidades sociais ou interpessoais e na comunicação ativas.
    Tenho padrões e rituais que eu não posso encontrar com as pessoas de um contexto específico (ex: escola) em outro local. Sinto que a minha cabeça se emite uma mensagem de "erro".
    Venho tentando lutar com isso por muitos anos. Quais são as alternativas possíveis para isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    O que você descreve parece envolver uma complexidade de sentimentos e padrões internos que influenciam sua relação com o mundo social. Do ponto de vista psicanalítico, essa dificuldade pode estar relacionada a uma organização psíquica onde o mundo externo é percebido como desgastante ou invasivo, enquanto o isolamento é vivido como um refúgio. Isso pode ocorrer devido a experiências passadas, conflitos inconscientes ou padrões de apego que moldaram como você lida com a interação humana.

    A sensação de "erro" ao cruzar contextos específicos sugere que há algo simbólico associado a essas situações, talvez ligado à maneira como você construiu sua identidade em diferentes ambientes. Isso pode refletir uma busca inconsciente por coerência interna que entra em conflito com as exigências externas, criando a necessidade de se afastar para preservar seu equilíbrio.

    A terapia pode ser um espaço essencial para explorar esses padrões. Ela permitirá investigar os significados subjacentes dessas reações, os sentimentos de inadequação e os rituais que parecem te proteger de algo maior. Alternativas podem incluir um trabalho voltado para fortalecer sua capacidade de tolerar o desconforto social, desenvolver maneiras de recarregar sua "bateria" emocional de forma saudável e, principalmente, compreender o que está em jogo no seu mundo interno.

    Se você estiver disposto, podemos explorar essas questões juntas, ajudando a descobrir o que realmente está por trás dessas experiências e a encontrar caminhos mais leves e integrados para lidar com elas. Um abraço, Vinícius.


  • É permitido agendar uma sessão com um psicólogo para alguém que não seja eu?

    É permitido agendar uma sessão com um psicólogo para alguém que não seja eu?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é permitido, mas a pessoa precisa estar de acordo. Afinal, o processo terapêutico só funciona se for algo desejado por quem vai participar. Antes de agendar, converse com a pessoa, explique sua intenção e veja se ela está disposta. Um abraço, Vinícius.


  • Eu tenho dificuldade para ter relacionamentos, percebo que saboto qualquer relação romântica antes q

    Eu tenho dificuldade para ter relacionamentos, percebo que saboto qualquer relação romântica antes que se torne algo sério, começo a achar defeitos na pessoa, sinto nojo, repulsa, começo a pensar que se essa pessoa fizer parte da minha vida não vai dar certo, que seja trabalhoso e não estou disposta a isso, tenho medo de namorar por conta dessas questões e isso faz com que eu não me interesse pelas pessoas ou afaste elas, além disso me desanimo com facilidade com qualquer atividade, fico triste instantaneamente. O que poderia ser isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    O que você descreve parece apontar para um conflito emocional profundo, possivelmente relacionado ao medo de se vincular e à proteção contra o sofrimento que acredita que um relacionamento possa trazer. Essa tendência de sabotar relacionamentos antes que eles se aprofundem pode ser entendida como um mecanismo inconsciente de defesa, algo que protege você de enfrentar possíveis dores ou decepções, mas que ao mesmo tempo impede a construção de algo significativo.

    Na visão psicanalítica, essas dificuldades podem estar ligadas a experiências passadas ou a expectativas inconscientes sobre o que significa se relacionar. Talvez a ideia de permitir que alguém entre na sua vida ativa medos de perda de liberdade, dependência ou até vulnerabilidade. O nojo ou a repulsa podem ser formas simbólicas de expressar esses conflitos internos, direcionando a energia emocional contra a pessoa que está se aproximando.

    O desânimo que você menciona em outras áreas da vida pode estar conectado a um sentimento de insatisfação consigo mesma ou com o mundo à sua volta, algo que merece atenção e cuidado. Trabalhar essas questões em terapia pode ajudá-la a explorar de onde vêm essas emoções, compreender os padrões que se repetem e, sobretudo, se permitir viver de forma mais livre e plena.

    Se quiser, podemos investigar juntos essas questões em um espaço seguro, para que você possa entender melhor seus sentimentos, superar bloqueios e se abrir para relações que tragam realização e conexão verdadeira.
    Um abraço,

    Vinícius.


  • Sair de um envolvimento muito confuso e conturbado, terminamos e voltamos várias vezes durante dois

    Sair de um envolvimento muito confuso e conturbado, terminamos e voltamos várias vezes durante dois anos e meio, hoje sinto um aperto no peito e toda vez que acordo pela manhã eu lembro dele e sinto meu corpo tremer, meu coração dispara, não consigo ficar mais sorrindo só sinto vontade de chorar. Parece que tem um buraco, minha garganta parece que tem um bolo preso. Eu tentei muito e acho que perdi até meu amor próprio e o orgulho.
    Já vou tentar marcar um psicólogo, confesso que não tenho ânimo para nada, das outras vezes foram assim, porém mais leve. Mas dessa vez eu sei que acabou.
    Eu tô tentando seguir em frente, mas confesso que a culpa, e a dúvida por diversas coisas me consomem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    O que você está sentindo é absolutamente válido e merece ser acolhido com cuidado. Quando vivemos um envolvimento tão intenso e conturbado, como o que você descreveu, é natural que o fim deixe marcas profundas. Esse aperto no peito, a sensação de vazio e a vontade constante de chorar podem ser expressões de um luto emocional – um processo necessário para elaborar a perda e se reconectar consigo mesma.

    A repetição do término e retorno ao longo dos dois anos e meio pode ter criado um ciclo emocional exaustivo, onde sentimentos como culpa e dúvida passaram a ocupar um espaço significativo. É comum que, em relações como essa, o amor próprio seja afetado, porque muitas vezes colocamos o outro acima de nossas próprias necessidades. Essa percepção de “perder o amor próprio” indica que você tem consciência da importância de se priorizar – e esse é o primeiro passo para reconstruir sua força emocional.

    Marcar uma consulta com um psicólogo é uma decisão muito importante. A terapia pode ajudá-la a entender melhor por que esse relacionamento foi tão marcante, a trabalhar as dores deixadas por ele e a resgatar a confiança em si mesma. Também pode ser um espaço para explorar o que está por trás da culpa e da dúvida, permitindo que você se liberte dessas amarras e encontre um novo sentido para seguir em frente.

    Se quiser, estou à disposição para trabalhar com você nesse processo de cura e reconstrução. Vamos, juntos, cuidar dessas emoções e criar um caminho que traga de volta sua alegria e sua força interior.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Olá, tenho episódios de tristeza toda vez que eu vou ficar na casa de alguém. Sem razão aparente ou

    Olá, tenho episódios de tristeza toda vez que eu vou ficar na casa de alguém. Sem razão aparente ou motivo, desde os meus 9 anos pelo que me lembro já tinha essa sensação. E uma tristeza horrível, mas costuma durar pouco tempo algumas horas, contudo, não consigo aproveitar o lugar como meus familiares fazem, fico ansioso para voltar pra casa, não do tipo de ansiedade ruim, apenas vontade de voltar para casa assim que possível. Eu consigo ir pros lugares passar 1 dia e voltar para a casa, sem sentir a sensação de tristeza geralmente ela só aparece depois de um tempo em que estou no lugar, outra coisa essa sensação não aparece em certos lugares específicos minha casa, a casa casa da minha avó etc. Isso é ruim, pois minha família costuma viajar para casa dos familiares frequentemente e eu me ausento sempre, só vou em eventos especiais tipo Natal e ano novo, e passar dias tão importantes com essa sensação ruim e horrível. Queria saber se é algo normal, ou se um sintoma de TAG, fui diagnosticado com TAG moderada estava atrapalhando meu sono ao ponto de precisar de amitriplina pra dormir, mas eu fiz o tratamento certinho e não preciso mais usar o remédio. De qualquer forma queria saber se essa sensação é normal ou se eu deveria tomar providências.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    É compreensível que essa sensação de tristeza em locais fora da sua zona de conforto possa gerar incômodo, especialmente em situações que deveriam ser prazerosas. O que você descreve pode estar relacionado ao seu histórico de ansiedade generalizada (TAG), mas também pode ser uma manifestação de apego ao ambiente familiar e seguro, algo comum para muitas pessoas. Isso não significa que seja "anormal", mas sim que pode estar ligado a questões emocionais mais profundas, como a necessidade de controle ou uma sensibilidade maior a mudanças no ambiente.
    Vale a pena observar o padrão: quais lugares ou situações desencadeiam essa tristeza? Como você lida com ela no momento em que aparece? Isso pode ajudar a identificar gatilhos. Trabalhar essas questões em terapia pode ajudar a explorar suas emoções e criar estratégias para lidar com essa sensação, permitindo que você viva esses momentos de forma mais leve e presente.
    Se quiser, podemos abordar isso juntos, ajudando você a entender melhor suas emoções e a criar um caminho para superar esse desconforto.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • É normal passar 7 anos sendo um adulto infantil? Meus pais e algumas pessoas dizem que sou infantil,

    É normal passar 7 anos sendo um adulto infantil? Meus pais e algumas pessoas dizem que sou infantil, boba, ingênua, vou fazer 24 anos isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    É normal, sim! Cada pessoa tem seu tempo de amadurecimento, e ser "bobo" ou "ingênuo" pode ser apenas um jeito mais leve e divertido de ver a vida. Afinal, quem disse que todo adulto precisa ser sério e sisudo o tempo todo? Mas, se isso te incomoda ou atrapalha em alguma área da vida, talvez seja legal entender de onde vem essa percepção – e ajustar o que for necessário para você se sentir bem consigo mesma. Se quiser, posso te ajudar a explorar isso em terapia.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Boa noite, eu sou solteira e ultimamente eu tenho percebido que gosto de ficar sozinha, morar sozinh

    Boa noite, eu sou solteira e ultimamente eu tenho percebido que gosto de ficar sozinha, morar sozinha, ter lazer sempre sozinha e me sinto feliz assim ,mas tenho uma dúvida, será que tenho algum distúrbio mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde! Ficar sozinha, gostar da própria companhia e curtir isso não é sinônimo de ter um distúrbio mental, é autoconhecimento e autonomia emocional! Muitas pessoas descobrem que são mais felizes assim, e tudo bem. O importante é se perguntar: “Estou realmente feliz e em paz comigo mesma?” Se a resposta for sim, não tem por que se preocupar. Agora, se isso vier com tristeza ou sensação de vazio, aí vale explorar isso com carinho – e eu posso te ajudar com isso em terapia, se quiser.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Como saber se o que estou sentindo é tristeza ou depressão?

    Como saber se o que estou sentindo é tristeza ou depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Distinguir tristeza de depressão pode ser desafiador, mas existem algumas diferenças importantes. A tristeza geralmente é uma resposta temporária a algo específico e tende a passar com o tempo. Já a depressão é mais persistente, pode surgir sem um motivo claro e vem acompanhada de outros sinais, como falta de energia, mudanças no sono e no apetite, e perda de interesse em coisas que antes você gostava.

    Se você sente que esse estado está durando muito ou está atrapalhando sua rotina, pode ser hora de buscar ajuda. Um psicólogo pode te ajudar a entender melhor o que está acontecendo e a encontrar caminhos para lidar com isso. Estou aqui para te ajudar nesse processo! Um abraço, Vinícius.


  • Como saber se minha ansiedade é algo normal ou se preciso de ajuda?

    Como saber se minha ansiedade é algo normal ou se preciso de ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A ansiedade pode ser normal em certas situações, como antes de uma apresentação ou evento importante, e geralmente passa quando o momento estressante acaba. No entanto, se ela é constante, atrapalha sua rotina, seu sono, sua alimentação ou suas relações, pode ser um sinal de que algo mais está acontecendo.

    Buscar ajuda é uma forma de entender e cuidar melhor dessas sensações. Um psicólogo pode te ajudar a identificar se sua ansiedade está dentro do esperado ou se precisa de mais atenção. Se quiser, podemos trabalhar isso juntos! Um abraço, Vinícius.


  • A hipnose nao é mais considerada uma abordagem de eficácia para tratamentos psicanalíticos sérios.

    A hipnose nao é mais considerada uma abordagem de eficácia para tratamentos psicanalíticos sérios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Na verdade, a hipnose ainda pode ser utilizada como uma ferramenta dentro da psicanálise, embora não seja o foco principal dessa abordagem. Freud começou sua prática com a hipnose, mas depois desenvolveu métodos como a associação livre e a análise dos sonhos, que colocavam mais ênfase na fala e na exploração consciente do inconsciente.

    Hoje, a hipnose é vista como um recurso complementar, dependendo do caso e da preferência do analista. Ela pode ajudar a acessar conteúdos profundos da mente, mas é apenas uma peça em um conjunto de ferramentas que a psicanálise utiliza para entender e trabalhar com as questões do paciente. Se você quiser explorar mais sobre isso ou tirar dúvidas, podemos conversar! Um abraço, Vinícius.


  • Não gosto que meu namorado fique passando a mão em mim toda hora, ele faz isso toda hora e eu não go

    Não gosto que meu namorado fique passando a mão em mim toda hora, ele faz isso toda hora e eu não gosto, me sinto estranha as vezes me sinto nojenta, mas eu gosto dele e sinto atração mas isso toda vez me incomoda e me dá vontade de chorar quando eu não tô afim. As vezes ele chega do nada passando a mão nem é por mal mas eu não gosto. Ele não me força a nada mas eu não gosto disso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve é importante e merece ser tratado com muito cuidado e respeito, tanto por você quanto pelo seu namorado. Sentir-se incomodada ou estranha com determinados gestos, mesmo que eles não sejam intencionais, é algo que precisa ser acolhido, não ignorado.

    Na psicanálise, poderíamos explorar como essas sensações podem estar relacionadas a experiências anteriores, percepções sobre intimidade ou mesmo à maneira como você estabelece os seus limites. É essencial reconhecer que sentir-se desconfortável não é errado nem incomum, mas sim um sinal de que seu corpo e sua mente estão pedindo espaço ou proteção.

    Converse com seu namorado sobre como você se sente, com clareza e gentileza, explicando que, embora você goste dele, há momentos em que esse tipo de contato não te faz bem. Ele parece disposto a respeitar seus limites, então trazer isso à tona pode fortalecer a conexão entre vocês.

    Se essas sensações continuarem causando angústia, talvez seja interessante explorar esses sentimentos em terapia, para entender melhor de onde vêm e como lidar com eles. Lembre-se: respeitar seus limites é um ato de cuidado consigo mesma. Estou a disposição se quiser conversar. Um abraço, Vinícius.


  • Gostaria de saber se existe algo que corte o efeito da cocaina mais rápido, depois de consumida. M

    Gostaria de saber se existe algo que corte o efeito da cocaina mais rápido, depois de consumida.
    Meu marido me acusa de traição, ver vultos, ele usa sempre finais de semana. Não consegue dormir quando faz uso, sempre promete não usar mais só que sempre volta a usar. Tô achando que ele já tá dependente. Como faço para ajudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Essa situação é muito desafiadora, e seu desejo de ajudar é uma demonstração de cuidado e preocupação. O uso frequente de cocaína, somado aos comportamentos que você descreveu, pode sim ser um sinal de dependência química. A substância afeta o cérebro, causando paranoia, insônia e outros efeitos que tornam difícil para quem está no meio disso perceber o impacto em si mesmo e nos outros.

    É importante entender que cortar o efeito da droga imediatamente não resolve o problema principal, que é o ciclo de uso e as promessas quebradas. Para ele, buscar tratamento com profissionais especializados em dependência química seria essencial, seja com psicoterapia, grupos de apoio ou até mesmo clínicas específicas.

    Agora, para você, é igualmente importante refletir sobre como essa situação está impactando sua vida. Fazer terapia pode ajudar você a entender melhor os limites que precisa estabelecer, suas próprias emoções, e até mesmo avaliar se vale a pena continuar investindo nessa relação caso ele não busque ajuda. É essencial cuidar de si mesma nesse processo, porque ajudar alguém sem se proteger pode acabar te machucando mais.

    Se precisar de um espaço para explorar esses sentimentos, marcar uma consulta comigo pode ser um bom ponto de partida. Esse momento exige muita força, mas você não precisa enfrentá-lo sozinha. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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