Perguntas do paciente (839)

  • Toc sexual pode ter haver com masturbação compulsiva?

    Toc sexual pode ter haver com masturbação compulsiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, o TOC sexual pode estar relacionado à masturbação compulsiva, mas são questões distintas. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo com tema sexual envolve pensamentos intrusivos e angustiantes sobre sexualidade, enquanto a compulsão masturbatória pode ser um comportamento repetitivo que alivia temporariamente a ansiedade, mas gera sofrimento. Muitas vezes, a compulsão aparece como uma forma de lidar com os pensamentos obsessivos. Para compreender melhor o que está acontecendo e encontrar caminhos para lidar com isso, podemos marcar uma sessão e conversar. Um abraço, Vinícius.


  • Criança com infância extremamente tóxica, com cuidador com grave transtorno de personalidade do grup

    Criança com infância extremamente tóxica, com cuidador com grave transtorno de personalidade do grupo B, tem grandes chances de desenvolver algum transtorno de personalidade do grupo C?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Infâncias marcadas por relações tóxicas e cuidadores com transtornos graves de personalidade podem, sim, impactar profundamente o desenvolvimento psíquico da criança. Transtornos de personalidade do grupo C, como esquiva, dependente ou obsessivo-compulsivo, muitas vezes estão ligados a um ambiente de criação permeado por insegurança, medo e falta de estabilidade emocional. No entanto, cada sujeito responde de forma singular às experiências vividas, e a psicanálise entende que há sempre espaço para elaboração e transformação. Podemos marcar uma sessão para explorar melhor sua questão. Um abraço, Vinícius.


  • De que forma a Síndrome do Salvador pode estar associada à Esquiva Experiencial?

    De que forma a Síndrome do Salvador pode estar associada à Esquiva Experiencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A "Síndrome do Salvador" refere-se a um padrão no qual a pessoa sente necessidade de resolver os problemas dos outros, muitas vezes em detrimento de si mesma. Já a Esquiva Experiencial está ligada à dificuldade de lidar com emoções e pensamentos incômodos, levando a comportamentos que evitam essas experiências. A relação entre as duas pode ocorrer quando alguém assume o papel de "salvador" para desviar o foco de seu próprio sofrimento, evitando entrar em contato com angústias internas. Se esse padrão tem trazido dificuldades para você, podemos conversar melhor sobre isso em uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?

    Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A Esquiva Experiencial refere-se à dificuldade em lidar com emoções, pensamentos ou sensações desagradáveis, levando a estratégias de evitação, como se distrair ou reprimir sentimentos. Já o Transtorno de Personalidade Esquiva é um quadro clínico mais estruturado, caracterizado por um padrão persistente de evitação de interações sociais por medo de rejeição ou crítica. Enquanto a Esquiva Experiencial pode estar presente em diversas situações e pessoas, o Transtorno de Personalidade Esquiva envolve um sofrimento mais profundo e constante nas relações. Se quiser entender melhor como isso se manifesta em sua vida, podemos conversar em uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • O que distingue a "antiga psicanálise" da psicanálise contemporânea? Seria a psicanálise lacaniana a

    O que distingue a "antiga psicanálise" da psicanálise contemporânea? Seria a psicanálise lacaniana a mais adequada atualmente para tratar diversos transtornos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A psicanálise evoluiu desde Freud, mas mantém sua essência na escuta do inconsciente e na singularidade de cada sujeito. Como psicanalista lacaniano, compreendo que o sofrimento psíquico não deve ser reduzido a rótulos, mas investigado em sua relação com a linguagem e o desejo. A abordagem lacaniana é uma das mais potentes para tratar diversas questões, pois leva em conta a subjetividade e a estrutura do inconsciente. Se quiser entender melhor como isso pode se aplicar ao seu caso, podemos marcar uma sessão para conversar. Estou à disposição. Um abraço, Vinícius.


  • Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização?

    Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização? Quando a crise acontece dentro de casa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Quando alguém enfrenta crises de despersonalização ou desrealização, o apoio da família pode ser fundamental. O mais importante é oferecer um ambiente acolhedor, evitando julgamentos ou pressões para que a pessoa "volte ao normal" rapidamente. Durante uma crise, manter a calma e falar de maneira tranquila pode ajudar, assim como incentivar a pessoa a se reconectar com a realidade por meio de estímulos sensoriais leves, como tocar um objeto, ouvir uma música suave ou focar na respiração. Além disso, compreender que esse transtorno pode estar relacionado a fatores emocionais profundos é essencial. Se precisar de mais orientações, podemos conversar melhor em uma sessão. Um abraço, Vinícius.


  • Meu filho tem 4 anos, o único acesso que possui com telas é a TV, porém, ultimamente vejo que nao es

    Meu filho tem 4 anos, o único acesso que possui com telas é a TV, porém, ultimamente vejo que nao está gostando assistir desenhos infantis, fala que é de neném . Ele pede muito para assistir desenhos mais assustadores , isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É ótimo e saudável que isso esteja acontecendo. Aos 4 anos, seu filho está em uma fase de desenvolvimento em que busca explorar novos interesses e desafios que pareçam "mais crescidos" para ele. Essa curiosidade por desenhos mais assustadores reflete o desejo de lidar com medos e emoções de forma simbólica e segura. Caso queira conversar mais sobre o desenvolvimento emocional infantil, fico à disposição como psicanalista para ajudar. Um abraço, Vinícius.


  • Meu filho tem 4 anos , não tem acesso ao celular, mas Assiste tv 4 horas por dia intercalando antes

    Meu filho tem 4 anos , não tem acesso ao celular, mas Assiste tv 4 horas por dia intercalando antes do almoço e depois da escola. Gostaria de saber se faz mal

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O tempo de tela, mesmo em crianças pequenas, deve ser avaliado com cuidado. No caso do seu filho de 4 anos, assistir à TV por 4 horas diárias, ainda que intercalado, pode ser excessivo, especialmente se for um hábito diário. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda limitar o tempo de tela para crianças dessa faixa etária a, no máximo, 1 hora por dia, com conteúdo adequado e sempre sob supervisão de um adulto.

    O excesso de tempo de tela pode impactar no desenvolvimento social, motor e emocional da criança, reduzindo o tempo que poderia ser usado para brincadeiras ativas, interações familiares e aprendizado prático, que são fundamentais nessa fase da vida. Atividades como brincar ao ar livre, desenhar, ouvir histórias ou interagir com brinquedos estimulam mais o desenvolvimento do que a TV.

    Se possível, tente reduzir gradualmente o tempo de tela e introduzir outras atividades que estimulem a criatividade e a interação. A TV pode ser uma ferramenta educativa, mas precisa ser usada com equilíbrio. Caso tenha dúvidas sobre como organizar a rotina dele, posso te ajudar mais detalhadamente. Um abraço, Vinícius.


  • Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?

    Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Não existe um especialista exclusivo em despersonalização, mas psicanalistas, psiquiatras e psicólogos estão habilitados a tratar questões relacionadas a esse sintoma. A despersonalização pode ser compreendida como uma manifestação de conflitos emocionais mais profundos, e o acompanhamento psicanalítico pode ajudar a explorar as causas subjacentes. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição como psicanalista. Um abraço, Vinícius.


  • Gostaria de saber se te alguém especialista em despersonalização?

    Gostaria de saber se te alguém especialista em despersonalização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Não existe um especialista exclusivo em despersonalização, mas psicanalistas, psiquiatras e psicólogos estão habilitados a tratar questões relacionadas a esse sintoma. A despersonalização pode ser compreendida como uma manifestação de conflitos emocionais mais profundos, e o acompanhamento psicanalítico pode ajudar a explorar as causas subjacentes. Se quiser conversar melhor sobre isso, estou à disposição como psicanalista. Um abraço, Vinícius.


  • TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em

    TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A Psicanálise pode ser uma abordagem muito interessante para lidar com questões relacionadas à dependência emocional, como ansiedade, medo da solidão e do abandono. Ela busca investigar profundamente as raízes dessas dificuldades, explorando a história pessoal, as experiências passadas e os padrões inconscientes que podem influenciar as relações atuais.

    Essas questões frequentemente estão conectadas a dinâmicas internas mais complexas, como vínculos formados na infância e como eles moldaram a maneira de lidar com o afeto e a perda. Através do trabalho psicanalítico, é possível acessar e compreender esses aspectos mais profundos, favorecendo mudanças duradouras na forma de se relacionar consigo mesmo e com os outros.

    Se você sente que essas questões estão presentes na sua vida, recomendo que agende uma sessão comigo. Conversaremos para entender suas necessidades e iniciar um processo que possa trazer mais clareza e autonomia emocional. Estou à disposição! Um abraço, Vinícius.


  • As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pi

    As vezes só consigo buscar pelos meus objetivos sendo motivada pelo medo ou seja pensando "e se o pior acontece", como posso mudar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Na psicanálise, entendemos que essa motivação pelo medo pode estar ligada a padrões inconscientes que foram construídos ao longo da vida, muitas vezes associados a experiências passadas ou maneiras aprendidas de lidar com pressões e responsabilidades. O medo, nesses casos, atua como uma força motriz, mas também pode ser limitador, criando um ciclo de ansiedade e insegurança.

    Para mudar isso, é necessário investigar as raízes desse comportamento e entender por que o medo assumiu esse papel tão central. Esse processo envolve reconhecer os sentimentos, explorar sua origem e criar novas formas de se relacionar com seus objetivos — movidas pelo desejo, e não pela necessidade de evitar o pior.

    Caso você queira aprofundar esse processo, eu estarei à disposição para acompanhá-la nessa jornada. Agende uma sessão comigo para conversarmos sobre como podemos trabalhar juntos para trazer mais autonomia e prazer em suas escolhas. Um abraço, Vinícius.


  • Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostari

    Estou há 1 ano separada, meu ex tem uma namorada e minha filha de 10 anos verbalizou que não gostaria que eu tivesse um namorado, gostaria de entender esse pensamento, para poder ajudá-la a resolver suas questões emocionais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Na psicanálise, entendemos que as crianças podem ter dificuldades em lidar com mudanças na estrutura familiar, especialmente após a separação dos pais. O fato de sua filha verbalizar que não gostaria que você tivesse um namorado pode estar relacionado a sentimentos de insegurança, medo de perder espaço ou atenção, ou até mesmo à dificuldade de aceitar novas dinâmicas afetivas na família.

    Esse pensamento também pode ser uma forma de ela expressar emoções mais profundas que ainda não consegue nomear, como tristeza, ciúmes ou a tentativa de manter uma ideia de estabilidade. Para ajudá-la, é importante oferecer um espaço de escuta genuína, permitindo que ela fale abertamente sobre seus sentimentos sem julgamentos.

    Esse tipo de questão merece uma abordagem cuidadosa e sensível, e eu ficaria feliz em ajudar nesse processo. Caso deseje explorar mais a fundo os sentimentos dela e as suas próprias reações a essa situação, podemos marcar uma sessão para trabalharmos juntos nessa direção. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre ansiedade, ansiedade social e ansiedade de desempenho? Um está ligado ao outr

    Qual a diferença entre ansiedade, ansiedade social e ansiedade de desempenho? Um está ligado ao outro? O tratamento é separado? É possível ter os três juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Essas nomenclaturas, como ansiedade, ansiedade social e ansiedade de desempenho, são classificações que ajudam a organizar sintomas, mas têm pouco sentido frente ao que a pessoa realmente sente e por que sente. A ansiedade, no geral, é uma resposta emocional diante de algo percebido como ameaça ou desafio, seja real ou imaginário.

    A ansiedade social costuma se manifestar em situações que envolvem interação ou exposição pública, com medo de julgamento ou rejeição. Já a ansiedade de desempenho está relacionada ao temor de não corresponder às expectativas em atividades específicas, como trabalho, estudos ou esportes. Ambas podem ter raízes semelhantes, como o medo de falhar ou de ser avaliado negativamente.

    É perfeitamente possível que uma pessoa experimente todas essas manifestações ao mesmo tempo, porque a base emocional e psíquica é a mesma: um conflito interno que precisa ser explorado. Em termos de tratamento, não se separa cada “tipo” de ansiedade, mas sim se trabalha com o indivíduo como um todo, investigando o que está por trás de suas angústias e como elas se conectam.

    Se quiser entender mais sobre isso e como lidar com o que está sentindo, sugiro agendarmos uma conversa para explorar melhor essas questões juntos. Um abraço, Vinícius.


  • como se distanciar dos pensamentos repugnantes do toc? Para não achar que são nossos com o passar do

    como se distanciar dos pensamentos repugnantes do toc? Para não achar que são nossos com o passar do tempo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Os pensamentos associados ao TOC podem ser angustiantes, mas é importante entender que eles não definem quem você é. Na psicanálise, buscamos compreender o que esses pensamentos representam e por que surgem, em vez de simplesmente afastá-los. O distanciamento vem de explorar suas origens, reconhecendo que são manifestações do inconsciente, não reflexos diretos do seu eu.

    Se isso está te incomodando profundamente, convido você a agendar uma sessão. Juntos, podemos investigar o significado desses pensamentos e trabalhar para reduzir o peso que eles exercem sobre você. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Gostaria de compartilhar uma dúvida que tenho há algum tempo e que tem afetado meu bem-estar em

    Olá! Gostaria de compartilhar uma dúvida que tenho há algum tempo e que tem afetado meu bem-estar emocional. Sinto atração romântica exclusivamente por personagens fictícios, principalmente de desenhos animados e animações. Já tentei me imaginar em relacionamentos com pessoas reais, mas sinto desconforto e até repulsa, enquanto me sinto à vontade e conectada com personagens fictícios. Isso me preocupa, pois tenho o desejo de me casar e ter filhos, mas não consigo conceber um parceiro que não seja fictício. Gostaria de saber se essa experiência é comum e se existe algum termo na psicologia que descreva esse tipo de atração. Quais conselhos profissionais vocês dariam para alguém que se sente dessa forma e busca entender melhor suas emoções e desejos em relação a relacionamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Essa questão que você traz é mais comum do que pode parecer, e merece ser tratada com atenção e acolhimento. O vínculo emocional ou romântico com personagens fictícios pode indicar algo mais profundo sobre como você vivencia suas emoções, desejos e a ideia de relacionamentos. Na psicanálise, buscaríamos entender o que os personagens representam para você: quais fantasias eles alimentam, que desejos eles expressam ou talvez protejam, e por que a ideia de um parceiro real desperta desconforto ou repulsa.

    Essas figuras fictícias podem funcionar como "substitutos seguros", onde você projeta aspectos ideais ou imaginados de um relacionamento sem os riscos e as complexidades que as relações humanas reais envolvem. Isso pode estar relacionado a experiências passadas, inseguranças ou até à dificuldade em lidar com a imprevisibilidade do outro.

    Não há um termo específico na psicanálise que descreva essa experiência, mas o importante não é nomear, e sim compreender o significado desse fenômeno na sua vida psíquica. Sugiro que exploremos juntos o que isso representa para você, o que está em jogo nos seus desejos e como isso impacta sua vida e seus projetos futuros. Agende uma sessão para que possamos conversar mais profundamente sobre isso e buscar caminhos para o que você deseja construir. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da r

    Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização - de desejos sexuais na nossa vida (como desejo de se relacionar com pessoa do mesmo gênero)? Pode nos trazer sofrimentos que, para quem não intende assunto, não teria a ver com essa temática? Também gostaria de intender as consequências da repressão desta sexualidade desde a infância, seja por si próprio ou influencia da família. Desde já agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Fico feliz que esteja compartilhando suas dúvidas e vivências. A falta de autoconhecimento sobre a sexualidade, assim como a repressão ou não realização de desejos sexuais, pode impactar profundamente nossa saúde emocional e psíquica.
    Reprimir desejos, como o de se relacionar com alguém do mesmo gênero, pode gerar sentimentos de culpa, vergonha, ansiedade ou até depressão, mesmo que, à primeira vista, esses sentimentos não sejam associados diretamente à temática da sexualidade.
    Desde a infância, a sexualidade começa a se formar e é influenciada pelo ambiente familiar e social. Quando essa formação é marcada pela repressão, seja pela imposição de padrões rígidos ou pela negação da expressão individual, a pessoa pode carregar conflitos internos significativos na vida adulta. Esses conflitos podem se manifestar em outras áreas, como dificuldade de construir relações genuínas, insegurança ou uma sensação constante de inadequação.
    Reconhecer essas dinâmicas e suas consequências pode ser um passo importante para lidar com esses sofrimentos. Se você desejar, estou à disposição para ajudá-la a explorar esses aspectos com cuidado e profundidade.
    Meu papel como psicanalista é oferecer um espaço acolhedor e livre de julgamentos para que possamos compreender juntos essas questões e buscar formas de aliviar o sofrimento que possam estar associados a elas.
    Estou a disposição para marcarmos uma sessão e conversarmos.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Sinto que minhas emoções são vazias, não consigo sentir empatia por todos, as vezes me vejo encarand

    Sinto que minhas emoções são vazias, não consigo sentir empatia por todos, as vezes me vejo encarando algo, pensando como eu poderia admirar as pessoas, alguns meses atrás ocorreu um episódio na minha vida amorosa, uma menina tentou me pedir em namoro, mas a única coisa que passou na minha cabeça no momento, era que ela não era o suficiente, que eu sou único, diferente das pessoas "comuns". Sinto como se apenas certas pessoas conseguissem me entender, estou pela primeira vez, tentando esclarecer meus pensamentos. Sem julgamentos, por favor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Obrigado pela pergunta, e por favor, jamais sinta-se julgado por ela.
    Sentir que suas emoções são vazias ou que falta conexão com as pessoas ao seu redor pode ser uma experiência solitária e confusa. A percepção de ser único ou diferente, enquanto os outros parecem "comuns", pode ser um reflexo de algo mais profundo, relacionado à forma como você se enxerga e como se relaciona com o mundo. Esses pensamentos, especialmente após episódios significativos como o pedido de namoro que mencionou, podem apontar para questões internas que merecem atenção e cuidado.

    Explorar esses sentimentos em um espaço seguro pode ajudá-lo a compreender melhor suas emoções, identificar possíveis barreiras na forma como você se relaciona e construir uma visão mais integrada de si mesmo. Em um processo terapêutico, é possível resgatar empatia, conexão e sentido na sua maneira de se colocar no mundo.

    Ofereço meu auxílio para trabalharmos juntos nessas questões, sem julgamentos, apenas com respeito e acolhimento. Vamos esclarecer esses pensamentos e buscar caminhos para transformar sua experiência emocional?
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter rela

    Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter relação sexual com minha esposa. Tenho uma rotina corrida e temos uma filha pequena. O tempo que estamos juntos e sozinhos seria anoite quando nossa filha dorme e nos finais de semana sempre sobra um tempinho durante o dia. Porém vivo com sensação de cansaço. Temos pouca relação, minha esposa se queixa que não procuro ela para fazer amor. Nossa intimidade parece ter se "perdido" e ela está determinada a findar o casamento devido a esses motivos. Como todo casal, nós temos desavenças e acho que isso criou um tipo de "bloqueio" com ela. Tenho desejo de relacionar porem com ela sinto esse bloqueio e por esse motivo minha esposa está "fria" comigo. Irei no urologista para fazer exames e depois devo procurar um psicólogo. Alguém teria alguma orientação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Obrigado pela pergunta, sei que é um tema sensível e quero ajudá-lo e tranquiliza-lo em relação a isso.
    A rotina corrida, o cansaço constante e os desafios de criar uma filha pequena são fatores que podem, sim, afetar a intimidade e a conexão no casamento. A sensação de bloqueio que você mencionou pode ser resultado de pequenos conflitos acumulados, falta de diálogo sobre as expectativas mútuas e até mesmo do impacto emocional de suas desavenças. Esses sentimentos podem criar uma barreira emocional que interfere na sua vontade de se conectar mais profundamente com sua esposa.

    Porém, é importante lembrar que relações longas exigem trabalho constante para se manterem saudáveis. Recriar momentos de conexão, mesmo que simples, como uma conversa sincera ou pequenas demonstrações de carinho, pode ajudar a resgatar a proximidade. Sua iniciativa de procurar um urologista é um ótimo primeiro passo para eliminar questões físicas, mas explorar esses bloqueios emocionais com o auxílio de um psicólogo pode trazer ainda mais clareza e ajudar a reconstruir o vínculo com sua esposa.

    Se quiser, podemos trabalhar juntos para entender mais profundamente essas dinâmicas, enfrentar os bloqueios emocionais e buscar caminhos para resgatar sua intimidade. Estou à disposição para te ajudar nesse processo!
    Um abraço,
    Vinícius.


  • É normal eu não ter vontade de estudar nada aos 22 anos? Sei q preciso fazer algo, para assim ser al

    É normal eu não ter vontade de estudar nada aos 22 anos? Sei q preciso fazer algo, para assim ser alguém na vida, mais tudo q eu já pensei em fazer sempre tem um porém, acaba q n me vejo em nada, é como se eu n fosse boa para nada , e não servisse para nada, parece q me aperta o coração só de imaginar ter q estudar algo de novo. No começo do ano passado pensei em fazer TI, entrei na faculdade, porém tive crises fortíssimas e n consegui ficar, realmente n sei oq me acontece. E eu tenho recordações na escola, da qual eu chorava p fazer prova, sempre tendo ansiedade nas provas, não sei oq me causou tudo isso, e comecei a ter esse sentimento de novo depois de ter tentado TI e as crises terem voltado. Desde então me encontro sem fazer faculdade ou curso, e não consigo me ver em nada, e toda vez quando alguém fala sobre fazer algo dizendo q eu tenho q fazer, já me desanimo, só de pensar q n consigo ser normal igual as outras pessoas e fazer também.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Sentir-se sem direção aos 22 anos, especialmente em relação aos estudos e ao futuro, é mais comum do que parece, e isso não define seu valor ou potencial. Não se preocupe com esse sentimento agora, ele é bastante comum para todos os jovens.
    A dificuldade em encontrar algo que faça sentido para você, somada às crises de ansiedade e recordações negativas da escola, mostra que essas questões podem estar ligadas a experiências emocionais profundas que precisam de cuidado e atenção.
    A sensação de "não ser boa o suficiente" ou "não ser normal" pode estar alimentando um ciclo de desânimo e insegurança, tornando ainda mais difícil se conectar com seus próprios desejos e capacidades. Essas barreiras emocionais são reais, mas não intransponíveis. Por meio do autoconhecimento, é possível ressignificar esses sentimentos, compreender o que te bloqueia e, a partir disso, começar a construir um caminho mais alinhado com quem você é e com o que te faz bem.

    Se quiser, podemos trabalhar juntos para explorar essas questões e encontrar formas de lidar com essa pressão e as crises, descobrindo, com respeito ao seu ritmo, um futuro que faça sentido para você. Estou aqui para te ajudar nesse processo!
    Um abraço,
    Vinícius.


Perguntas frequentes

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