Perguntas do paciente (114)
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Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do
Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando a depressão começa a dificultar tarefas básicas, sair do quarto, trabalhar ou manter a rotina, é importante não tratar isso apenas como falta de força de vontade. O grau em que o sofrimento está interferindo na sua vida é um sinal de que vale buscar uma avaliação profissional mais próxima.
Se você já faz acompanhamento e sente que não está sendo suficiente, isso também pode ser conversado com os profissionais que já te acompanham ou pode ser buscada uma segunda avaliação. Internação não é definida apenas pela intensidade da tristeza e precisa ser avaliada individualmente.
Se em algum momento você sentir que pode se machucar, que não consegue se manter em segurança ou que a situação ficou insustentável, procure atendimento de urgência imediatamente.
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Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b
Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando o medo da opinião dos outros começa a fazer com que você esconda partes de si mesmo, o problema deixa de ser apenas a possibilidade de alguém não gostar de você e passa a ser o quanto esse medo limita a maneira como você vive.
Nem toda rejeição pode ser evitada, e tentar controlar completamente a impressão que causamos nas pessoas costuma aumentar ainda mais a insegurança. Pode ser útil observar quais situações realmente apresentam algum risco de crítica e quais são antecipações que você já faz antes mesmo de se expor.
Na psicoterapia, esse tipo de questão pode ser trabalhado compreendendo de onde vem essa necessidade de aprovação e construindo mais segurança para se posicionar sem depender tanto da resposta dos outros.
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Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr
Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de um relacionamento não durar para sempre não significa que ele não tenha valor. Muitas relações fazem sentido em determinados períodos da vida e mudam conforme as pessoas também mudam.
Quando existe a expectativa de que todo vínculo importante precisa permanecer, qualquer afastamento pode ser vivido quase como uma prova de que não vale a pena se conectar. Mas o vínculo também pode ser importante pelo que é vivido enquanto ele existe.
Ao mesmo tempo, se você percebe que já entra nas relações esperando que as pessoas vão embora, vale olhar para isso com mais atenção. Às vezes, o medo da perda pode acabar dificultando justamente a possibilidade de construir vínculos mais profundos.
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Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.
Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter um pensamento, lembrar de alguém ou se preocupar com a impressão que essa pessoa terá de você não significa necessariamente que exista interesse amoroso ou alguma intenção escondida.
O que parece chamar atenção na sua pergunta é a culpa que aparece depois do pensamento e a necessidade de descobrir exatamente o que ele significa. Quanto mais tentamos obter certeza absoluta sobre nossos sentimentos e pensamentos, mais podemos acabar presos neles.
Em vez de avaliar cada pensamento isoladamente, pode ser mais útil observar como você se sente e se comporta no relacionamento que escolheu construir. Se essas dúvidas se repetem muito e geram sofrimento, a psicoterapia pode ajudar a entender por que elas ganharam tanta importância.
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como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando o uso de pornografia começa a parecer difícil de controlar, simplesmente tentar “ter mais força de vontade” nem sempre resolve. É importante entender em quais momentos esse comportamento aparece e qual função ele passou a cumprir.
Para algumas pessoas, a pornografia acaba sendo usada para aliviar ansiedade, solidão, tédio, frustração ou outras emoções difíceis. Identificar esses gatilhos ajuda a compreender por que o comportamento se repete.
Também pode ser útil diminuir a facilidade de acesso, mudar algumas rotinas e criar outras formas de lidar com esses momentos. Se existe perda de controle, repetidas tentativas frustradas de reduzir o uso ou prejuízo nos relacionamentos, trabalho ou sexualidade, a psicoterapia pode ajudar a investigar esse padrão e construir maneiras diferentes de lidar com ele.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sentimentos dentro de um relacionamento não permanecem com a mesma intensidade o tempo inteiro. Existem períodos de maior proximidade, dúvida, irritação, desejo ou distanciamento, e uma mudança momentânea não significa necessariamente que o amor acabou.
O que pode tornar isso muito angustiante é começar a verificar constantemente o que você sente: “eu ainda amo?”, “estou sentindo o suficiente?”, “deveria estar sentindo outra coisa?”. Essa busca por uma resposta definitiva pode aumentar ainda mais a ansiedade.
Pode ser mais útil observar a relação como um todo: como vocês se tratam, o que constroem juntos, o que você deseja para essa relação e o que está acontecendo na sua vida neste momento. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essas dúvidas sem precisar tomar cada oscilação emocional como uma resposta definitiva.
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Melhorar da ansiedade social não significa deixar de sentir qualquer desconforto em situações sociais. Muitas vezes, a melhora aparece justamente quando você continua fazendo aquilo que antes evitava, mesmo ainda sentindo alguma ansiedade.
Pelo que você relata, já houve mudanças importantes na sua capacidade de conversar e permanecer nessas situações. Comentários de outras pessoas podem tocar em inseguranças antigas, mas não são uma medida objetiva da sua evolução.
Também é importante diferenciar uma brincadeira pontual de situações repetidas de humilhação ou bullying, que não precisam simplesmente ser toleradas. Na terapia, pode ser trabalhada tanto a ansiedade quanto a maneira de se posicionar nessas situações sem transformar cada comentário em uma avaliação sobre quem você é.
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando o cérebro se acostuma a receber estímulos rápidos e frequentes, atividades que exigem atenção contínua podem começar a parecer mais cansativas. Isso não significa necessariamente que exista uma dependência ou algum transtorno, mas vale observar o lugar que o celular e as redes sociais passaram a ocupar na sua rotina.
Uma estratégia útil é não depender apenas de força de vontade: retirar notificações, deixar o celular fora do alcance durante períodos de estudo e criar horários específicos para acessar redes sociais pode diminuir as interrupções.
Também vale investigar por que atividades que antes davam prazer, como a leitura, passaram a parecer tão difíceis. Ansiedade, estresse, sono ruim, desânimo e outros fatores podem estar envolvidos. Se isso está prejudicando bastante sua vida acadêmica, pode valer a pena compreender melhor essa mudança em psicoterapia.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe uma idade em que você deveria obrigatoriamente já ter vivido um relacionamento profundo. Comparar a própria trajetória com aquilo que parece ser a vida “normal” dos outros costuma transformar um desejo legítimo de se relacionar em uma sensação de atraso.
Também não é necessário escolher entre construir uma vida própria e procurar alguém. Um relacionamento pode fazer parte da vida sem precisar se tornar a condição para que ela comece a fazer sentido.
Talvez uma questão importante seja entender o que você procura quando imagina essa conexão e o que torna tão difícil se aproximar das pessoas dessa maneira. Isso pode ajudar a diferenciar o desejo de compartilhar a vida com alguém da expectativa de que outra pessoa venha preencher aquilo que hoje parece faltar.
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Às vezes, estudar, comprar cursos ou buscar constantemente novas informações pode parecer produtividade, mas também pode acabar funcionando como uma forma de adiar aquilo que realmente precisa ser feito.
Se existe sempre a sensação de que falta aprender mais alguma coisa antes de começar, o perfeccionismo pode alimentar esse ciclo: você se prepara cada vez mais, mas nunca sente que está suficientemente pronto.
Uma experiência interessante é observar o que acontece quando você decide terminar ou aplicar algo antes de buscar uma nova informação. Se surgir ansiedade, medo de errar ou sensação de que ainda não sabe o suficiente, talvez esteja aí uma parte importante do problema. A psicoterapia pode ajudar a entender o que sustenta essa repetição.
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O conteúdo de uma fantasia ou aquilo que desperta curiosidade sexual não define automaticamente quem a pessoa é nem significa que ela queira realizar aquilo na vida real.
Também é importante diferenciar um uso ocasional de pornografia de um comportamento que realmente está causando perda de controle ou prejuízo. Frequência, impacto na vida, dificuldade de parar e a função que esse comportamento cumpre costumam ser mais importantes do que simplesmente classificar determinado conteúdo como “normal” ou “anormal”.
Pelo que você relata, parece existir bastante culpa e angústia associadas à sexualidade. Esse é um tema que pode ser conversado em psicoterapia sem julgamento, tentando compreender tanto o comportamento quanto os significados e sentimentos que aparecem junto dele.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando diferentes comportamentos começam a aparecer em sequência, como passar muito tempo rolando o celular e depois buscar pornografia, pode ser útil olhar menos para cada comportamento isoladamente e mais para o que estava acontecendo naquele período da vida.
Mudanças importantes, ansiedade, preocupações, solidão, tédio ou dificuldade de lidar com determinadas emoções podem fazer com que esses comportamentos se tornem formas rápidas de distração ou alívio. Com o tempo, aquilo que começou como algo ocasional pode ocupar cada vez mais espaço.
Como você já percebe prejuízo no trabalho e dificuldade de controlar o comportamento, procurar um psicólogo é um bom primeiro passo. O objetivo não é apenas retirar o comportamento, mas compreender o que mantém esse ciclo e desenvolver outras formas de lidar com aquilo que hoje acaba levando você até ele.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é possível concluir apenas pela frequência se alguém tem uma compulsão, e também seria difícil avaliar outra pessoa sem ouvi-la diretamente. Mas existem alguns sinais que merecem atenção: dificuldade de controlar o comportamento, repetidas tentativas frustradas de diminuir, necessidade de dedicar cada vez mais tempo e prejuízos no trabalho, relacionamento ou sexualidade.
Independentemente do nome que esse comportamento receba, o fato de ele estar afetando você e a relação já é algo que pode ser conversado entre vocês.
Procure falar sobre o impacto que isso tem em você sem começar a conversa tentando provar se ele é ou não “viciado”. Se ele próprio perceber perda de controle ou prejuízo e quiser compreender o que está acontecendo, uma avaliação psicológica pode ajudar.
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O cérebro do canhoto funciona de forma diferente do destro?
O cérebro do canhoto funciona de forma diferente do destro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, mas a diferença é pequena. O cérebro de pessoas canhotas e destras funciona de forma muito parecida. O que pode mudar é apenas como algumas funções, como a fala, se organizam entre os dois lados do cérebro. Não existe comprovação de que canhotos sejam mais criativos ou mais inteligentes, isso é um mito bastante comum.
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Por que pacientes com lesão no hemisfério direito têm dificuldade com metáforas?
Por que pacientes com lesão no hemisfério direito têm dificuldade com metáforas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O hemisfério direito do cérebro tem um papel importante na compreensão de sentidos mais amplos da linguagem, como metáforas, ironias e expressões figuradas. Quando há uma lesão nessa região, a pessoa pode passar a interpretar tudo de forma muito literal. Como a metáfora exige perceber relações simbólicas e significados implícitos, essa dificuldade aparece com mais frequência. Não significa que a pessoa perde a inteligência, mas que pode ter mais dificuldade em captar sentidos indiretos na comunicação.
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O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é uma condição incapacitante?
O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é uma condição incapacitante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser. O TOC pode se tornar incapacitante quando os rituais e obsessões interferem significativamente na rotina, mas o impacto reduz bastante com tratamento adequado.
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. O que acontece quando a pessoa tenta suprimir os pensamentos intrusivos?
. O que acontece quando a pessoa tenta suprimir os pensamentos intrusivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ao tentar suprimir pensamentos intrusivos, eles tendem a ficar mais fortes e frequentes, aumentando a ansiedade e mantendo o ciclo obsessivo.
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A visão de túnel no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode levar a pensamentos extremos?
A visão de túnel no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode levar a pensamentos extremos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode. No TOC, a pessoa tende a ficar muito focada em uma dúvida, medo ou pensamento específico, e isso pode criar uma espécie de “visão de túnel”, onde tudo começa a ser interpretado a partir daquela preocupação. Com isso, os pensamentos podem ficar mais extremos, rígidos e catastróficos, mesmo quando a pessoa percebe que talvez não façam tanto sentido. Isso costuma gerar muita ansiedade e necessidade de buscar certeza o tempo todo. O importante é lembrar que ter esses pensamentos não significa que eles sejam verdadeiros ou que definam quem você é.
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Quais são os estereotipos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais são os estereotipos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Alguns estereótipos comuns sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) são a ideia de que “toda pessoa autista é igual”, que “não tem empatia” ou que “é sempre um gênio”. Também é comum pensar que não gostam de se relacionar ou que o autismo foi causado pela criação dos pais, o que não tem base científica. O autismo é um espectro, e cada pessoa apresenta características, habilidades e desafios próprios. Reduzir o TEA a rótulos acaba reforçando preconceitos e dificultando a compreensão real sobre o tema.
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Quais são os desafios enfrentados por pessoas autistas na interação social?
Quais são os desafios enfrentados por pessoas autistas na interação social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas autistas podem enfrentar desafios na interação social principalmente por diferenças na forma de comunicar e interpretar sinais sociais. Pode haver dificuldade em compreender expressões faciais, tom de voz, ironias ou regras sociais implícitas. Também é comum maior sensibilidade a estímulos (como barulho ou luz), o que pode tornar situações sociais cansativas ou sobrecarregantes. Isso não significa falta de interesse em se relacionar, mas sim uma maneira diferente de perceber e vivenciar as interações.
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
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