Perguntas do paciente (124)
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Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado
Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve, o questionamento constante, a sensação de que nenhuma resposta é suficiente, a dificuldade de estar presente sem antecipar o próximo conflito, é algo que merece atenção.
Independentemente da intenção dele, o impacto desse padrão em você é real: você está deixando de ser feliz nos momentos bons porque está em estado de alerta. Isso é um sinal importante.
Relacionamentos saudáveis têm espaço para perguntas, mas também para confiança e tranquilidade. Se você está se sentindo constantemente na defensiva com apenas um mês de relacionamento, vale pausar e refletir se esse vínculo está te fazendo bem. Conversar com um psicólogo pode ajudar a organizar esses sentimentos e tomar decisões mais claras sobre o que você quer e merece em uma relação.
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O que é hiperfixação no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O que é hiperfixação no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hiperfixação no TEA é quando a pessoa direciona uma atenção muito intensa e prolongada a um tema, atividade ou interesse específico. Pode envolver pensar, falar ou se envolver profundamente com esse assunto por longos períodos.
Essas fixações podem trazer prazer, foco e sensação de conforto, mas às vezes também podem dificultar a mudança de atenção para outras atividades.
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Existe alguma diferença entre hiperfixação e interesses especiais?
Existe alguma diferença entre hiperfixação e interesses especiais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os dois termos estão relacionados, mas há uma diferença sutil:
Interesses especiais são temas ou atividades que despertam grande fascínio e dedicação, sendo muito comuns no TEA, por exemplo, um interesse profundo por trens, astronomia ou tecnologia.
Hiperfixação costuma ser mais momentânea e intensa, a pessoa pode ficar “presa” em um único assunto ou atividade por um período específico, com muita concentração e dificuldade de se desligar.
Em resumo: os interesses especiais fazem parte do modo como a pessoa se relaciona com o mundo, enquanto a hiperfixação é um estado de foco muito intenso dentro desses interesses ou em situações específicas.
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A hiperfixação é um sintoma do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
A hiperfixação é um sintoma do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hiperfixação não é um sintoma isolado, mas pode fazer parte das características associadas ao TEA, especialmente dentro do grupo de comportamentos repetitivos e interesses restritos.
É importante lembrar que o grau e a forma como isso aparece variam muito de pessoa para pessoa. Além disso, pessoas que não estão no espectro também podem apresentar períodos de hiperfoco, a diferença está na intensidade, na frequência e no impacto que isso tem na rotina.
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Quais são as diferenças entre o hiperfoco em autistas e neurotípicos ?
Quais são as diferenças entre o hiperfoco em autistas e neurotípicos ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O hiperfoco pode ocorrer tanto em pessoas autistas quanto em neurotípicas, mas há diferenças na forma e na intensidade.
Em pessoas autistas, o hiperfoco costuma ser mais intenso e prolongado, ligado a interesses específicos e pode dificultar a mudança de atenção para outras tarefas. Já em pessoas neurotípicas, o hiperfoco tende a aparecer de forma pontual, geralmente em atividades que despertam prazer ou motivação, mas sem causar tanto impacto na rotina.
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O hiperfoco pode ocorrer em pessoas superdotadas?
O hiperfoco pode ocorrer em pessoas superdotadas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Pessoas superdotadas também podem apresentar períodos de hiperfoco, especialmente em áreas de grande interesse ou desafio intelectual.
Nesse caso, o hiperfoco costuma estar ligado à curiosidade intensa e ao prazer pelo aprendizado, e nem sempre representa uma dificuldade.
A diferença é que, na superdotação, o foco intenso tende a ser funcional e produtivo, enquanto em alguns transtornos, como o TEA ou o TDAH, o hiperfoco pode dificultar a alternância de atenção entre diferentes atividades.
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Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???
Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Tanto o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) quanto o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem trazer sintomas muito desconfortáveis, como a desrealização. Apesar de serem condições que costumam gerar bastante sofrimento, há possibilidade de melhora significativa com o tratamento adequado.
O acompanhamento psicológico, aliado em alguns casos ao acompanhamento psiquiátrico, costuma trazer bons resultados. Na psicoterapia, é possível compreender melhor os gatilhos da ansiedade, desenvolver recursos para lidar com os sintomas e reduzir seu impacto no dia a dia.
Não se trata de algo “sem solução”: é possível retomar qualidade de vida e bem-estar com apoio especializado e continuidade no tratamento. O primeiro passo é buscar ajuda e manter a regularidade no cuidado.
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É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao pú
É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao público e sempre fui muito elogiada pela minha comunicação e simpatia, mas quando se trata de manter um relacionamento amigável com colegas de trabalho ou familia, é dificil interagir por não ser previsível e controlável. Nunca sei sobre o que devo conversar, o quanto devo falar sobre mim para não parecer arrogante ou o quanto devo ouvir sem parecer desinteressada. Que tipo de terapia devo buscar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Muitas pessoas que lidam bem em contextos formais ou profissionais podem sentir dificuldade quando as relações são mais próximas e imprevisíveis, como com colegas ou familiares. Isso não significa que haja algo “errado”, mas sim que existe uma forma particular de se relacionar que pode estar te gerando ansiedade.
O “tipo certo” de terapia é aquele em que tu te sentes mais confortável para falar sobre o que está acontecendo, e que te ajude a investigar as raízes dessa ansiedade nas interações. A partir disso, é possível compreender melhor tuas inseguranças e ir encontrando, no teu ritmo, modos de te sentir mais à vontade nas relações.
Seja online ou presencial, começar um processo terapêutico pode ser um passo importante para elaborar essas questões e aliviar a ansiedade em torno das relações.
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Quais os especialistas indicados para avaliação e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Quais os especialistas indicados para avaliação e tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação e o acompanhamento do TEA costumam ser feitos por uma equipe multidisciplinar.
Os principais profissionais envolvidos são:
Psiquiatra infantil ou neuropediatra – responsáveis pela avaliação médica e diagnóstico clínico;
Psicólogo(a) – realiza avaliação comportamental, acompanhamento terapêutico e suporte emocional;
Fonoaudiólogo(a) – trabalha as habilidades de comunicação e linguagem;
Terapeuta ocupacional – auxilia no desenvolvimento da autonomia, coordenação e regulação sensorial;
Pedagogo(a) ou psicopedagogo(a) – apoia no processo de aprendizagem.
A integração entre esses profissionais é essencial para uma compreensão ampla e um plano de cuidado adequado.
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Os sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e sua gravidade diferem entre os sexos?
Os sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e sua gravidade diferem entre os sexos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A gravidade do TEA não depende do sexo, e sim do nível de suporte que a pessoa necessita e do contexto de desenvolvimento.
Homens e mulheres podem apresentar sintomas diferentes em intensidade ou expressão, mas o impacto funcional é determinado principalmente por fatores como o grau de comprometimento, suporte familiar e acesso a intervenções adequadas.
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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas mulheres é realmente diferente do Transtorno do Espectro
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas mulheres é realmente diferente do Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos homens?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As características centrais do TEA são as mesmas em homens e mulheres.
O que pode variar é a forma como os sinais se manifestam, especialmente em níveis de suporte mais leves (1 e 2).
Mulheres podem apresentar maior esforço para manter interações sociais e interesses que passam mais despercebidos clinicamente.
Mas é importante lembrar: essas diferenças diminuem à medida que aumenta o nível de suporte necessário, ou seja, em casos mais intensos (nível 3), os prejuízos são significativos em qualquer sexo.
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Por que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) geralmente não é diagnosticado em mulheres ?
Por que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) geralmente não é diagnosticado em mulheres ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TEA costuma ser menos identificado em meninas e mulheres porque os sintomas podem se manifestar de forma mais sutil e socialmente adaptada.
Muitas mulheres autistas aprendem desde cedo a imitar comportamentos sociais, o que pode mascarar sinais do espectro, fenômeno conhecido como camuflagem social (masking).
Além disso, os critérios diagnósticos foram historicamente baseados em estudos com meninos, o que contribuiu para um viés na identificação.
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Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para
Tenho crises de ansiedade constantes, mas, durante elas, não sinto falta de ar nem taquicardia, para mim, os sintomas são mais emocionais: sinto uma angústia muito intensa e tenho crises frequentes de choro, junto com muitas preocupações, medos e uma sensação de agonia no corpo, também fico com uma grande confusão mental, isso seria também uma crise de ansiedade sem sintomas físicos, e mais relacionada emocional? Ou as crises de ansiedade tem que envolver os sintomas físicos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As crises de ansiedade não precisam, necessariamente, ter sintomas físicos como falta de ar ou taquicardia. Muitas vezes os sinais aparecem de forma mais emocional, como angústia, choro e preocupação intensa. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender e manejar esses sintomas.
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Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao
Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Percebo o quanto tu tens vivido momentos difíceis e dolorosos, e é compreensível que procurar ajuda acabe gerando ainda mais ansiedade. É importante lembrar que não existe um jeito “certo” de começar a terapia, cada pessoa tem o seu ritmo.
Talvez iniciar por encontros online seja uma forma menos ansiogênica e mais confortável para ti nesse primeiro momento. A partir daí, com calma e no teu tempo, é possível ir construindo um espaço seguro para falar do que sentes e encontrar outras formas de lidar com essas situações.
Dar o primeiro passo pode ser desafiador, mas já reconhecer que tu quer te resolver e escrever sobre isso aqui mostra a tua vontade de mudança. Tu não precisa enfrentar tudo sozinha.
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Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansi
Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansiedade generalizada!!!!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a angústia de conviver tanto tempo com a desrealização. Esse sintoma costuma estar relacionado à ansiedade e pode realmente atrapalhar muito o dia a dia.
É possível melhorar, sim, mas cada pessoa tem seu tempo e seu caminho nesse processo. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo, encontrar recursos internos para lidar com esses episódios e aliviar o sofrimento.
Se tu ainda não iniciou um acompanhamento, esse pode ser um bom momento para buscar ajuda, tu não precisa enfrentar isso sozinho(a).
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Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho
Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho sentindo muita insônia, tenho sono mas na hora de dormir não consigo. Meus olhos "secam". Os finais de semana são horríveis não estou conseguindo relaxar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser, sim. A ansiedade costuma aparecer como dificuldade para dormir, tensão física, sensação de estar sempre “ligado” e incapacidade de relaxar.
A psicoterapia ajuda a entender o que está gerando essa inquietação e a construir maneiras mais saudáveis de lidar com o estresse e o excesso de preocupações.
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Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito. Não sei o que eu tenho, essa tristeza repen
Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito.
Não sei o que eu tenho, essa tristeza repentina, mas é algo que eu não quero melhorar. Não é algo que eu quero que vá embora. Eu quero continuar essa tristeza.
Falando assim, parece muito esquisito, então fico envergonhado. Não é prazer e nem nada disso, só que me sinto confortável estando triste do que feliz, embora eu também goste dos meus momentos felizes.
Explicando melhor (ou tentando), sempre há momentos onde estou feliz, mas sempre fico desanimado e acabo ficando triste novamente; e me dou conta da saudade desse vazio, dessa melancolia..RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua forma de colocar a questão é muito valiosa e, longe de ser “esquisita”, pode expressar algo muito profundo do seu mundo interno. Às vezes, certas emoções, como a tristeza ou o vazio, se tornam lugares familiares — e até funcionais — de forma inconsciente. Não é raro que um sintoma traga algum tipo de “ganho” subjetivo, mesmo quando está associado ao sofrimento.
Esse tipo de vivência merece ser acolhido e explorado com cuidado. Um processo terapêutico pode ajudar a escutar esse sentimento com profundidade e entender o que essa tristeza representa na sua história — por que ela aparece, como ela se relaciona com você e que papel ocupa na sua vida. Ou seja, mais do que tentar se livrar da tristeza, a proposta é compreender o que ela quer dizer.
Buscar apoio psicológico pode ser um bom caminho para seguir investigando isso, com respeito e escuta à sua singularidade.
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Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fa
Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fazer amizades, isso tem me atrapalhado muito, principalmente em meus estudos, não consigo me aproximar de ninguém da sala, e nos trabalhos em grupo eu sempre fico de lado, sempre tenho problemas quando tenho que apresentar algum trabalho. Gostaria de saber o que posso fazer pra mudar essa situação,isso me entristece muito.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar algo tão sensível. O que você descreve pode ser muito difícil de vivenciar no dia a dia, especialmente quando envolve isolamento e tristeza. Dificuldades para se comunicar, formar vínculos ou falar em público podem estar ligadas a fatores mais profundos — emocionais, relacionais ou mesmo a algum transtorno que esteja influenciando essa vivência.
Antes de pensar em soluções imediatas, pode ser importante investigar o que está na origem dessas dificuldades. Compreender melhor essas experiências pode abrir caminhos para lidar com elas de forma mais cuidadosa e respeitosa com seu próprio tempo.
Você não está sozinho(a), e poder reconhecer e falar sobre isso já é um passo importante.
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eu tenho uma pergunta.. sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!
eu tenho uma pergunta..
sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!?
eu pensei que estava ficando de virose, mas quando eu tomei o sertralina os sintomas sumiram e eu fiquei sem entender nada até hj.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve mostra como corpo e mente estão profundamente conectados. Às vezes, mesmo quando nos sentimos “em paz” conscientemente, o corpo pode expressar algo que ainda não foi elaborado emocionalmente. Os sintomas físicos podem surgir mesmo sem uma causa aparente, e isso não significa que seja “errado” sentir — pelo contrário, pode ser uma forma de o psíquico se manifestar.
A resposta à medicação, como o uso de sertralina, pode aliviar sintomas, mas nem sempre explica por completo o que estava acontecendo internamente. Por isso, a psicoterapia pode ser um espaço importante para escutar esse sintoma com mais profundidade, entender o que ele carrega e o que ele quer dizer sobre a sua história.
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Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s
Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fim de um relacionamento pode gerar um luto emocional intenso, mas quando o sofrimento impede atividades básicas, como comer, estudar ou dormir, é importante buscar ajuda profissional.
A sensação de rejeição e de perda de sentido costuma estar ligada a questões emocionais mais profundas, que podem ser trabalhadas na psicoterapia, entendendo por que esse término te afetou tão profundamente e como reconstruir seu bem-estar.
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