Perguntas do paciente (53)
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O que é orientação profissional e como ela pode me ajudar?
O que é orientação profissional e como ela pode me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Que bom que você trouxe essa questão.
Muitas pessoas passam por momentos de dúvida sobre carreira, estudos ou mudanças profissionais, e buscar orientação já demonstra cuidado com seu futuro e desenvolvimento pessoal.
A orientação profissional é um processo que auxilia a pessoa a compreender melhor suas aptidões, interesses, valores, habilidades e objetivos de vida, favorecendo escolhas mais conscientes em relação à profissão, graduação, especialização ou transição de carreira.
Ela pode ajudar a reduzir inseguranças, ampliar o autoconhecimento, identificar potencialidades e construir um planejamento mais alinhado com suas características e expectativas. Não se trata de alguém decidir por você, mas de um processo que oferece ferramentas para que suas decisões sejam tomadas com maior clareza e segurança.
Independentemente da idade ou momento profissional, refletir sobre seus caminhos pode ser um importante investimento em qualidade de vida, realização pessoal e satisfação no trabalho.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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É necessário usar o divã no processo psicanalítico?
É necessário usar o divã no processo psicanalítico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida bastante comum.
Não, o uso do divã não é obrigatório na psicanálise. O mais importante é o processo terapêutico, a qualidade da escuta e o vínculo construído entre paciente e analista. As sessões podem ocorrer tanto no divã quanto frente a frente, de forma presencial ou on-line, conforme as necessidades e o conforto de cada pessoa.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Quais os benefícios das consultas online para saúde mental?
Quais os benefícios das consultas online para saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta é bastante pertinente, especialmente em um momento em que o cuidado com a saúde mental tem se tornado cada vez mais acessível por meio da tecnologia.
As consultas online oferecem diversos benefícios, como maior comodidade, economia de tempo com deslocamentos, possibilidade de atendimento em qualquer localidade e maior flexibilidade de horários. Além disso, muitas pessoas sentem-se mais confortáveis para falar sobre questões íntimas estando em um ambiente familiar e seguro, como a própria casa.
Do ponto de vista terapêutico, os estudos mostram que o atendimento online pode ser tão eficaz quanto o presencial para diversas demandas emocionais, desde que realizado por um profissional qualificado e em um ambiente que preserve a privacidade e o sigilo da sessão.
O mais importante é que a modalidade escolhida favoreça a continuidade do cuidado, permitindo que a pessoa encontre um espaço de escuta, reflexão e acolhimento compatível com sua rotina e necessidades.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao? Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempr
Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao?
Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempre acho que tou curado e minha vida torna se andar em um circulo quase que igual.. Acredito que posso conquistar o mundo em um dia, e no dia seguinte me sinto como se nao fosse ninguem.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Antes de tudo, quero reconhecer a importância da sua percepção e da coragem de buscar ajuda. Quando começamos a notar padrões que se repetem e causam sofrimento, esse já é um passo valioso em direção ao cuidado.
Os sentimentos que você descreve — alternando entre momentos de grande confiança, sensação de poder conquistar tudo e períodos de desânimo, vazio ou baixa autoestima — merecem uma avaliação profissional cuidadosa. Embora algumas dessas características possam estar presentes no Transtorno Afetivo Bipolar, elas também podem ocorrer em outras condições emocionais e psicológicas. Por isso, não é possível estabelecer um diagnóstico apenas com base nesses relatos.
Os profissionais mais indicados para uma avaliação inicial são o psiquiatra e o psicólogo ou psicanalista. O psiquiatra poderá investigar a presença de um transtorno do humor e, se necessário, indicar tratamento medicamentoso. Já a psicoterapia ou a psicanálise podem auxiliar na compreensão dos padrões emocionais, dos conflitos internos e das repetições que você percebe em sua vida.
E sim, existe tratamento. Independentemente do diagnóstico, é possível alcançar maior estabilidade emocional, autoconhecimento e qualidade de vida quando se recebe o acompanhamento adequado. O mais importante é não enfrentar esse sofrimento sozinho e buscar uma avaliação especializada.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Como identificar relacionamento abusivo ?
Como identificar relacionamento abusivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta é muito relevante, pois nem sempre um relacionamento abusivo é facilmente reconhecido por quem está vivenciando a situação.
De forma geral, um relacionamento abusivo é marcado por comportamentos que geram controle, manipulação, intimidação, desvalorização ou sofrimento emocional recorrente. Alguns sinais podem incluir ciúmes excessivos, tentativas de controlar amizades, roupas ou rotina, críticas constantes, humilhações, chantagens emocionais, invasão de privacidade, isolamento social e a sensação frequente de medo, culpa ou insegurança dentro da relação.
É importante lembrar que relacionamentos saudáveis são construídos com respeito, diálogo, confiança e preservação da individualidade de cada pessoa. Quando o vínculo passa a comprometer a autoestima, a autonomia ou o bem-estar emocional de forma persistente, vale a pena refletir sobre a dinâmica dessa relação.
Caso exista sofrimento significativo ou dificuldade para compreender o que está acontecendo, buscar apoio profissional pode ajudar a enxergar a situação com mais clareza e segurança.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Eu falo mas tenho dificuldade pra conversar que devo fazer?
Eu falo mas tenho dificuldade pra conversar que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua dúvida é mais comum do que parece e merece atenção, pois falar e conversar são habilidades relacionadas, mas não exatamente iguais.
Muitas pessoas conseguem se expressar verbalmente, mas encontram dificuldades em sustentar diálogos, desenvolver assuntos, interpretar sinais da comunicação ou sentir-se seguras em interações sociais. Isso pode estar relacionado à timidez, ansiedade, insegurança, experiências de vida, autoestima ou até mesmo a padrões aprendidos ao longo da história pessoal.
Como psicanalista, observo que a conversa não acontece apenas pelas palavras, mas também pelos significados, emoções e vínculos envolvidos em cada interação. Além disso, minha formação em Letras com ênfases em Comunicação, Fonética, Linguística, Análise do Discurso, Didática e Oratória me permite afirmar que a comunicação é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada ao longo da vida.
Uma boa estratégia é exercitar a escuta ativa, demonstrar curiosidade genuína pelo outro, fazer perguntas abertas e permitir-se participar de conversas sem a exigência de perfeição. Muitas vezes, o medo de errar ou ser julgado acaba dificultando mais a comunicação do que a falta de conhecimento ou habilidade propriamente dita.
Se essa dificuldade gera sofrimento, prejuízo social ou limitações importantes em sua vida, um acompanhamento terapêutico pode ajudar a compreender as causas emocionais envolvidas e fortalecer sua capacidade de expressão e interação.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?
Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta é muito importante, especialmente porque a ansiedade pode impactar diversas áreas da vida quando se torna intensa ou persistente.
O primeiro passo para lidar com a ansiedade é compreender que ela não é apenas um conjunto de sintomas, mas também uma manifestação de preocupações, conflitos, medos e expectativas que muitas vezes ultrapassam nossa consciência. Por isso, mais do que tentar eliminá-la, é fundamental entender o que ela está comunicando.
Algumas estratégias podem ajudar no dia a dia, como manter uma rotina organizada, praticar atividade física regularmente, cuidar da qualidade do sono, reduzir o excesso de estimulantes, reservar momentos de lazer e utilizar técnicas de respiração e relaxamento. No entanto, quando a ansiedade é frequente ou interfere na qualidade de vida, é importante buscar acompanhamento profissional.
A psicoterapia e a psicanálise oferecem um espaço seguro para compreender as origens da ansiedade, identificar padrões emocionais e desenvolver recursos mais saudáveis para lidar com as situações que geram sofrimento. Com o cuidado adequado, é possível reduzir significativamente seus impactos e viver com mais equilíbrio e tranquilidade.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Como os problemas familiares afetam a saúde mental?
Como os problemas familiares afetam a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma pergunta muito importante, pois os vínculos familiares exercem grande influência sobre nossa saúde emocional.
Conflitos constantes, falta de diálogo, violência, críticas excessivas, rejeição, perdas ou dificuldades na convivência familiar podem favorecer o surgimento ou agravamento de ansiedade, depressão, baixa autoestima, insegurança e dificuldades nos relacionamentos. Isso não significa que toda família com conflitos levará ao adoecimento, mas que a forma como vivenciamos essas experiências pode impactar nosso desenvolvimento emocional.
A psicanálise busca compreender como essas vivências influenciam a maneira como pensamos, sentimos e nos relacionamos. Ao elaborar esses conflitos, torna-se possível construir formas mais saudáveis de lidar com o sofrimento e fortalecer a saúde mental.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?
Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito que você esteja passando por essa situação. Quando as pessoas mais próximas não reconhecem nosso sofrimento emocional, é comum sentir-se sozinho, incompreendido e até questionar os próprios sentimentos.
No entanto, o fato de outras pessoas não compreenderem sua dor não significa que ela não exista ou que seja menos importante. Seu sofrimento merece atenção e cuidado, independentemente da validação de terceiros.
Sempre que possível, procure conversar com pessoas de confiança e considere buscar apoio profissional. Um espaço terapêutico pode ajudá-lo a compreender melhor o que está vivendo, fortalecer seus recursos emocionais e encontrar formas mais saudáveis de lidar com essa situação.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinho.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?
Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta é muito relevante, pois os transtornos de ansiedade estão entre as condições emocionais mais frequentes na atualidade e podem se manifestar de formas bastante diferentes.
Entre os principais transtornos de ansiedade estão o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), caracterizado por preocupações excessivas e persistentes; a Síndrome do Pânico, marcada por crises intensas de medo e sintomas físicos; a Fobia Social, relacionada ao receio intenso de situações sociais e de avaliação por outras pessoas; as Fobias Específicas, ligadas a objetos ou situações determinadas; e o Transtorno de Ansiedade de Separação, que envolve sofrimento significativo diante do afastamento de pessoas importantes.
Além deles, muitas pessoas também apresentam sintomas ansiosos associados ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e a condições relacionadas ao estresse e ao trauma.
Quando a ansiedade se torna frequente, intensa ou passa a interferir na vida pessoal, profissional, acadêmica ou afetiva, é importante buscar avaliação especializada. Com o acompanhamento adequado, é possível compreender suas causas, desenvolver estratégias de enfrentamento e melhorar significativamente a qualidade de vida.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?
Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida bastante frequente.
O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) não é considerado uma condição com a qual a pessoa simplesmente "nasce pronta". Sabe-se que existe uma predisposição genética importante, mas o desenvolvimento do transtorno resulta da interação entre fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Ou seja, ter casos na família pode aumentar o risco, mas não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá o transtorno.
O diagnóstico é clínico e deve ser realizado por um profissional capacitado, considerando a história de vida, os sintomas e sua evolução ao longo do tempo. Com o tratamento adequado, é possível promover maior estabilidade emocional e qualidade de vida.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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O que diferencia o transtorno afetivo bipolar de uma oscilação de humor normal?
O que diferencia o transtorno afetivo bipolar de uma oscilação de humor normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sua pergunta é muito importante, pois muitas pessoas confundem as oscilações emocionais naturais da vida com o Transtorno Afetivo Bipolar.
Todos nós experimentamos variações de humor em resposta aos acontecimentos do dia a dia. No entanto, no Transtorno Afetivo Bipolar, as mudanças de humor costumam ser mais intensas, duradouras e capazes de causar prejuízos significativos na vida pessoal, profissional, acadêmica ou afetiva. Além disso, os episódios de mania, hipomania ou depressão geralmente não dependem apenas das circunstâncias externas e podem envolver alterações importantes de energia, sono, comportamento, pensamentos e impulsividade.
Por isso, a principal diferença está na intensidade, duração e impacto dessas mudanças na vida da pessoa. Quando existe suspeita de bipolaridade, é fundamental buscar uma avaliação especializada para um diagnóstico adequado e um plano de tratamento individualizado.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Gostaria de saber quais são as consequências da hipocondria?
Gostaria de saber quais são as consequências da hipocondria?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço pela sua pergunta.
A hipocondria, atualmente conhecida como Transtorno de Ansiedade de Doença, pode causar sofrimento emocional significativo. Entre as principais consequências estão a preocupação excessiva com a saúde, ansiedade constante, dificuldades de concentração, alterações no sono, impacto nos relacionamentos e na qualidade de vida. Também é comum a busca frequente por exames, consultas médicas e informações sobre doenças, mesmo quando não há evidências de um problema grave.
Com acompanhamento adequado, é possível compreender as origens dessa angústia e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com esses medos.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço pela sua pergunta.
Sim, existe uma relação frequente entre o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e a depressão. A preocupação excessiva, a tensão constante e o desgaste emocional causados pela ansiedade podem, ao longo do tempo, contribuir para sentimentos de desânimo, desesperança, perda de interesse e outros sintomas depressivos. Da mesma forma, pessoas com depressão também podem desenvolver sintomas importantes de ansiedade.
Por isso, é fundamental uma avaliação cuidadosa, pois ambas as condições podem ocorrer simultaneamente e impactar significativamente a qualidade de vida. Com acompanhamento adequado, é possível compreender as causas do sofrimento e construir estratégias eficazes para seu manejo.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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A ansiedade pode levar a outros problemas de saúde?
A ansiedade pode levar a outros problemas de saúde?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma pergunta muito importante, pois a ansiedade não afeta apenas o bem-estar emocional, mas também pode repercutir na saúde física e na qualidade de vida.
Quando a ansiedade se torna intensa ou prolongada, pode estar associada a sintomas como insônia, fadiga, tensão muscular, dores de cabeça, alterações gastrointestinais, dificuldade de concentração, irritabilidade e redução do rendimento nas atividades diárias.
Além disso, o estresse constante pode contribuir para o agravamento de algumas condições de saúde já existentes.
Isso não significa que toda doença seja causada pela ansiedade, mas que mente e corpo estão profundamente conectados. Por esse motivo, cuidar da saúde emocional é também uma forma de promover saúde física e bem-estar geral.
Se a ansiedade tem sido frequente ou gerado sofrimento significativo, buscar acompanhamento profissional pode ajudar a compreender suas causas e desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com ela.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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A pessoa com Transtorno aa Personalidade Borderline é de difícil convivência?
A pessoa com Transtorno aa Personalidade Borderline é de difícil convivência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida bastante comum.
Pessoas com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) podem apresentar dificuldades nos relacionamentos devido à intensa instabilidade emocional, ao medo de abandono, à impulsividade e às oscilações na forma como percebem a si mesmas e aos outros. No entanto, isso não significa que sejam "difíceis de conviver" por definição.
Cada pessoa é única, e a intensidade dos sintomas varia bastante. Com acompanhamento psicológico e, quando indicado, psiquiátrico, é possível desenvolver maior regulação emocional, fortalecer os relacionamentos e melhorar significativamente a qualidade de vida.
Mais do que rotular, é importante compreender o sofrimento que está por trás desses comportamentos e oferecer um tratamento adequado, respeitando a singularidade de cada indivíduo.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou
A minha dúvida seria quanto uma criança de 2 anos com diagnóstico de autismo leve que recém começou na escola, é normal apresentar piora? Qual o tempo de adaptação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim, em alguns casos, crianças pequenas com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem apresentar mudanças comportamentais após o início da vida escolar. Alterações na rotina, novos ambientes, pessoas desconhecidas, estímulos sensoriais diferentes e a necessidade de adaptação às regras da escola podem gerar um aumento temporário da ansiedade e do estresse.
Essa fase pode se manifestar por meio de mais irritabilidade, choro, dificuldades no sono, maior necessidade de proximidade dos pais, regressões pontuais em comportamentos já adquiridos ou aumento de algumas características próprias do TEA.
Não existe um tempo de adaptação igual para todas as crianças. Algumas se adaptam em poucas semanas, enquanto outras podem precisar de alguns meses para se sentirem seguras no novo ambiente. Fatores como idade, perfil da criança, suporte familiar, acolhimento da escola e experiências anteriores de separação influenciam esse processo.
Sob a perspectiva psicanalítica, é importante compreender que a entrada na escola representa uma importante experiência de separação e de ampliação do mundo relacional da criança. Por isso, algumas manifestações emocionais podem surgir como forma de expressar inseguranças e dificuldades diante dessa nova etapa.
Entretanto, se a piora for intensa, persistente ou vier acompanhada de sofrimento significativo, perda importante de habilidades já adquiridas, recusa absoluta em frequentar a escola ou mudanças marcantes no desenvolvimento, é recomendável conversar com os profissionais que acompanham a criança para uma avaliação mais detalhada.
O mais importante é observar a evolução ao longo das semanas, mantendo um diálogo próximo entre família, escola e equipe terapêutica, para que a adaptação ocorra de forma gradual e respeitosa às necessidades da criança.
Um abraço,
Dr. Wellington Leal
Psicanalista
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Hoje uma aluno mim perguntou se as tranças aque colocou no cabelo tava bonito respondi que não , eu
Hoje uma aluno mim perguntou se as tranças aque colocou no cabelo tava bonito respondi que não , eu não acho aquele estilo de tranças bonito Ela falou que fiz bullying ao responder . Foi bullying quando dei minha opinião?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço pela sua pergunta e pela confiança em trazer uma situação que parece ter lhe gerado preocupação.
Pelo que você descreve, responder sinceramente a uma pergunta sobre sua opinião estética não caracteriza, por si só, bullying. O bullying envolve comportamentos repetitivos de humilhação, intimidação, exclusão ou constrangimento direcionados a uma pessoa, geralmente ocorrendo de forma contínua e causando sofrimento.
Entretanto, é importante considerar que, quando alguém pergunta sobre sua aparência, muitas vezes também está expondo uma vulnerabilidade emocional. Por isso, ainda que sua intenção não tenha sido ofender, a forma como a resposta foi recebida pela outra pessoa pode ter gerado sentimentos de rejeição ou tristeza.
Nessas situações, mais do que avaliar quem está certo ou errado, pode ser interessante refletir sobre como a comunicação ocorreu e sobre os significados que essa interação teve para ambas as partes.
Uma conversa respeitosa e acolhedora costuma ajudar a esclarecer mal-entendidos e preservar o vínculo.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Minha filha tem 3 anos, fica toda hora metendo cabelo na boca
Minha filha tem 3 anos, fica toda hora metendo cabelo na boca, como proceder?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação, e é muito importante observar esses comportamentos com atenção e tranquilidade.
Em crianças de 3 anos, colocar o cabelo na boca pode estar relacionado a uma forma de autorregulação emocional, curiosidade sensorial, hábito adquirido ou até mesmo uma maneira de lidar com ansiedade, cansaço ou mudanças na rotina. O ideal é evitar repreensões excessivas e, em vez disso, oferecer outras formas de estímulo e conforto, observando em quais momentos o comportamento ocorre com mais frequência.
Se o hábito for intenso, persistente ou vier acompanhado de ingestão dos fios, vale a pena buscar uma avaliação profissional para compreender melhor o que a criança está comunicando por meio desse comportamento.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
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Oie Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremam
Oie
Eu sou um tipo de pessoa, não, na verdade eu me tornei assim depois de um tempo.eu sou extremamente indecisa e realmente não consigo tomar nenhum tipo de decisão e se ninguém me ajudar a fazer uma escolha eu me desespero e começo a chorar e fico nervosa e muita das vezes acabo fazendo tudo errado,de um jeito que acabo tendo que escutar reclamações ou perdendo uma quantia de dinheiro. Nunca consigo tomar uma decisão e quando tomo faço qualquer escolha e acabo me sentindo frustada e as vezes choro e outras vezes não sei como deveria reagir a tal situaçãoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar algo tão pessoal. O sofrimento que você descreve parece estar relacionado não apenas à dificuldade de tomar decisões, mas também à ansiedade, à insegurança e ao medo das consequências que essas escolhas podem trazer.
Embora seja natural sentir dúvidas diante de decisões importantes, quando a indecisão se torna intensa a ponto de gerar desespero, choro, sofrimento emocional ou prejuízos na vida cotidiana, pode ser interessante investigar mais profundamente o que está acontecendo. Em alguns casos, essa dificuldade pode estar associada ao medo de errar, à necessidade de agradar outras pessoas, à baixa confiança em si mesma ou a experiências anteriores que tornaram as escolhas algo muito angustiante.
A boa notícia é que isso pode ser trabalhado. A psicoterapia ou a psicanálise podem ajudá-la a compreender as origens dessa insegurança, fortalecer sua autonomia emocional e desenvolver mais confiança para lidar com as decisões do dia a dia, sem que cada escolha se transforme em uma fonte de sofrimento.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Buscar ajuda pode ser um passo importante para construir uma relação mais tranquila com suas escolhas e consigo mesma.
Dr. Wellington Leal, Psicanalista.
Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…