A Avaliação Psicológica de Orientação Profissional (AOP) ajuda a entender como as características do
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A Avaliação Psicológica de Orientação Profissional (AOP) ajuda a entender como as características do transtorno de personalidade borderline (TPB) afetam a carreira profissional ?
A avaliação de OP vai indicar suas potencialidades para uma determinada profissão. O que influencia é como vc lida com a carga emocional que vc sente durante sua vida profissional.
Entende que não tem como estabelecer esse limite concreto entre o que é um sintoma e o que não é? Então a avaliação vai te mostrar as áreas que vc pode se desenvolver melhor de acordo com as suas características, que envolvem no momento, os sintomas do TPB.
Espero ter ajudado, abraços.
Entende que não tem como estabelecer esse limite concreto entre o que é um sintoma e o que não é? Então a avaliação vai te mostrar as áreas que vc pode se desenvolver melhor de acordo com as suas características, que envolvem no momento, os sintomas do TPB.
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Oi, tudo bem? Fico muito feliz que você tenha levantado essa questão, porque ela une duas áreas importantes da psicologia: o entendimento profundo da personalidade e a construção de caminhos profissionais que façam sentido para a pessoa.
A Avaliação Psicológica de Orientação Profissional pode, sim, ajudar bastante quando existe suspeita ou diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline. Ela não serve para “confirmar” o TPB — isso é feito por avaliação clínica — mas ajuda a compreender como certos padrões emocionais, relacionais e de funcionamento interno podem aparecer no ambiente de trabalho. A AOP costuma mapear interesses, pontos fortes, estilo de tomada de decisão, tolerância à frustração e forma de lidar com pressão. Quando alguém convive com TPB, esses dados ganham ainda mais valor, porque iluminam como as oscilações emocionais, a sensibilidade interpessoal e o medo de rejeição podem influenciar escolhas profissionais e relações no ambiente laboral. O mais curioso é que, quando olhamos tudo isso com cuidado, a pessoa descobre áreas onde se sente mais estável e conectada, o que reduz muito o impacto dos sintomas no dia a dia.
Talvez seja interessante você refletir sobre como reage no ambiente profissional. Em quais situações sente que sua motivação oscila mais? Como lida quando percebe críticas ou falta de reconhecimento? Sente que algumas áreas profissionais fazem você se sentir mais seguro, enquanto outras despertam reatividade emocional? Esse tipo de reflexão, junto com a AOP, costuma revelar caminhos mais ajustados ao seu funcionamento interno.
Também é comum que, para alguns pacientes, trabalhar aspectos emocionais em paralelo — com TCC, DBT ou Terapia dos Esquemas — ajude a ampliar a capacidade de escolher carreiras de forma mais estável. Em casos onde a intensidade emocional está muito alta, um acompanhamento psiquiátrico pode complementar esse processo, oferecendo mais equilíbrio enquanto as habilidades emocionais estão sendo desenvolvidas.
Se quiser entender como esses elementos se aplicam à sua trajetória profissional, posso te ajudar a explorar isso com calma e de maneira personalizada. Caso precise, estou à disposição.
A Avaliação Psicológica de Orientação Profissional pode, sim, ajudar bastante quando existe suspeita ou diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline. Ela não serve para “confirmar” o TPB — isso é feito por avaliação clínica — mas ajuda a compreender como certos padrões emocionais, relacionais e de funcionamento interno podem aparecer no ambiente de trabalho. A AOP costuma mapear interesses, pontos fortes, estilo de tomada de decisão, tolerância à frustração e forma de lidar com pressão. Quando alguém convive com TPB, esses dados ganham ainda mais valor, porque iluminam como as oscilações emocionais, a sensibilidade interpessoal e o medo de rejeição podem influenciar escolhas profissionais e relações no ambiente laboral. O mais curioso é que, quando olhamos tudo isso com cuidado, a pessoa descobre áreas onde se sente mais estável e conectada, o que reduz muito o impacto dos sintomas no dia a dia.
Talvez seja interessante você refletir sobre como reage no ambiente profissional. Em quais situações sente que sua motivação oscila mais? Como lida quando percebe críticas ou falta de reconhecimento? Sente que algumas áreas profissionais fazem você se sentir mais seguro, enquanto outras despertam reatividade emocional? Esse tipo de reflexão, junto com a AOP, costuma revelar caminhos mais ajustados ao seu funcionamento interno.
Também é comum que, para alguns pacientes, trabalhar aspectos emocionais em paralelo — com TCC, DBT ou Terapia dos Esquemas — ajude a ampliar a capacidade de escolher carreiras de forma mais estável. Em casos onde a intensidade emocional está muito alta, um acompanhamento psiquiátrico pode complementar esse processo, oferecendo mais equilíbrio enquanto as habilidades emocionais estão sendo desenvolvidas.
Se quiser entender como esses elementos se aplicam à sua trajetória profissional, posso te ajudar a explorar isso com calma e de maneira personalizada. Caso precise, estou à disposição.
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