A Fibromialgia causa danos cerebrais progressivos? .

A Fibromialgia causa danos cerebrais progressivos? .

3 respostas


A fibromialgia não é considerada uma doença neurodegenerativa e não causa danos cerebrais progressivos como ocorre, por exemplo, em demências. O que sabemos hoje é que a fibromialgia está relacionada a uma alteração na forma como o sistema nervoso processa a dor, fenômeno conhecido como sensibilização central. Ou seja, o cérebro amplifica os sinais dolorosos, mas isso não significa que esteja sendo “danificado”. Algumas pessoas relatam dificuldades de memória e concentração (a chamada “névoa mental”), porém esses sintomas costumam estar associados à dor crônica, alterações do sono, fadiga e sofrimento emocional, e não a lesão cerebral progressiva. O acompanhamento médico e psicológico é importante, pois o manejo adequado da dor, do estresse e das emoções tende a melhorar significativamente a qualidade de vida. Saiba mais em @elenirparo.psicologia

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


Oi, é um prazer te ter por aqui. A fibromialgia não provoca danos cerebrais progressivos. Embora possa haver alterações no funcionamento do sistema nervoso (como a sensibilização central) essas mudanças não representam lesões físicas no cérebro. Os sintomas, incluindo dor crônica e distúrbios do sono, estão mais relacionados a fatores fisiológicos e emocionais do que a processos degenerativos. Por isso, a fibromialgia não é considerada uma doença neurodegenerativa, mas sim uma condição que modifica a forma como o corpo percebe e processa a dor. Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo Fernadosegundo.com Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES Abraços


A fibromialgia não causa dano cerebral progressivo. Diferente de doenças como Alzheimer, não há degeneração ou perda de neurônios. O que ocorre é uma alteração no funcionamento do sistema nervoso, com amplificação da dor (sensibilização central). Isso pode gerar queixas cognitivas (“fibrofog”), mas sem lesão cerebral estrutural. Em resumo: não há deterioração do cérebro, e sim mudanças funcionais no processamento da dor.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.